Mostrar mensagens com a etiqueta Z_campos lima. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Z_campos lima. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, janeiro 13, 2026

Da Responsabilidade

 

CAMPOS LIMA

Coimbra, 1905
Livraria Academica de J. Moura Marques
1.ª edição
235 mm x 166 mm
36 págs.
subtítulo: Dissertação para a Cadeira de Direito Civil do 3.º anno
encadernação recente inteira em tela com rótulo gravado a ouro na pasta anterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, restauros nas capas de brochura; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sexta-feira, janeiro 02, 2026

A Ceia dos Pobres


CAMPOS LIMA

Lisboa, 1925
Edições Spartacus
2.ª edição
191 mm x 123 mm
32 págs.
subtítulo: Contraste à «Ceia dos Cardiais» – Episódio dramático, em verso
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Representada pela primeira vez em Coimbra, no Teatro Príncipe Real, em 1906, trata-se de uma paródia a uma das mais conhecidas obras de Júlio Dantas, escritor este que, pondo todavia alguma água na fervura, até o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994) trata da seguinte maneira: «[...] Os numerosos e importantes cargos oficiais que desempenhou, a sua longa presidência da Academia [das Ciências] e a não pequena solenidade hirta e talvez autocomplacente com que teria assumido a sua postura oficiosa fizeram dele [...] o destinatário privilegiado de muitas surriadas oriundas da geração modernista. Júlio Dantas passou, com algum fundamento, pelo ornamento beatificado do Estado Novo, exemplo clássico do escritor conformista ao serviço de um regime que o promoveu e com ele se promoveu. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

terça-feira, outubro 03, 2023

A Quebra

 

CAMPOS LIMA
capa de Roberto Nobre


Lisboa, 1928
Edições Spartacus
1.ª edição
193 mm x 123 mm
270 págs.
subtítulo: Via dolorosa
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um dos muitos, mas hoje raros, títulos publicados pela Spartacus, editora fundada em 1924 pelo próprio Campos Lima, na altura militante do anarquismo libertário.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

domingo, setembro 17, 2023

Viagem ao Fim da Noite


LOUIS-FERDINAND CELINE
trad. Campos Lima

capa de Amorim

Lisboa, 1944
Editorial Século
1.ª edição
188 mm x 124 mm
552 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
peça de colecção
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pela primeira vez Céline é vertido para português, de modo insuficiente, diga-se de passagem, pelo anarco-sindicalista Campos Lima. É uma curiosidade para coleccionadores, que circulou sem restrições nesses anos do final da guerra, uma guerra que fez de Céline um colaboracionista. Posteriormente, no início de 1966, outra casa editora, a Ulisseia, outro editor, Vitor Silva Tavares, e outro tradutor, Aníbal Fernandes, tentarão a sua sorte para nos dar um texto em português completo e correcto: a polícia política, sensível a tudo quanto pusesse em causa o colonialismo, acorreu a apreender os livros que ainda pôde. Esta mesma tradução, a de Aníbal Fernandes, tem vindo a servir de suporte a todas as edições que se lhe seguiram, deste mesmo tradutor, sempre revendo e aperfeiçoando este monumento literário europeu. Entre as ditas reedições consta, em 1997, na editora frenesi, uma das fases do work in progress de Aníbal Fernandes, enriquecida com um precioso texto introdutório.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

quinta-feira, maio 13, 2021

Três Aspectos da Revolução Russa

 

EMILE VANDERVELDE
[Louis de Broukère
Henri de Man]
trad. Campos Lima

Lisboa, 1925
Edições Spartacus («edição do autor e do tradutor»)
2.º milhar
194 mm x 135 mm
154 págs. + 6 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089

segunda-feira, agosto 03, 2015

Mulher Perdida

 

CAMPOS LIMA

Lisboa, 1928
Edições Spartacus
1.ª edição
18,8 cm x 12,9 cm
266 págs.
subtítulo da série: Via Dolorosa (Aspectos da vida social contemporanea)
encadernação modesta de amador inteira em papel gofrado com muito sóbria gravação a ouro na lombada
aparado, conserva a capa anterior de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

João Evangelista de Campos Lima (1877-1956), «[...] Bem jovem, fora tocado pelas injustiças sociais e percebeu a desigualdade e aos 17 anos, já em Coimbra, entra num comício de trabalhadores no bairro dos Olivais, discursando ao lado dos precursores do movimento operário em Portugal, Ernesto da Silva e Azedo Gneco. Aos 20 anos matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, de onde foi expulso em 1907, no mesmo ano em que se formara advogado, o que o impediu de doutorar-se. A sua expulsão decorreu da sua participação na greve académica naquele ano, contra o ditador João Franco. [...] Como escritor anarquista foi dos mais produtivos e dos mais modestos, e como advogado defendeu heroicamente os trabalhadores e os anarquistas presos por delitos de opinião. Para melhor semear as suas ideias, divulgar os seus pensamentos o anarquista e advogado dos trabalhadores perseguidos fundou e dirigiu a Editora Spartacus, que publicou obras de real valor, como A História do Movimento Maknovista de Pedro Archinoff, em 1925. [...] Como escritor, em verso e prosa, é vasta e variada a sua obra [...].» (Fonte: Ernesto Rodrigues, A Oposição Libertária em Portugal 1939-1974, Sementeira, Lisboa, 1982)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089