ALVES REDOL
[capa de Manuel Ribeiro de Pavia*]
Lisboa, s.d.
Editorial «Inquérito», L.da
3.ª edição
193 mm x 125 mm
360 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)
* A partir da segunda edição (em 1944), e com a transferência de Redol,
vindo da Livraria Portugália, para a mais radical «Inquérito», Marés
passa a ostentar na capa um desenho de Manuel Ribeiro de Pavia representando
uma cena de carga policial a cavalo contra a multidão indefesa, o que constitui
excepção na obra gráfica deste artista. (Agradece-se ao designer Jorge Silva a
chamada de atenção para este pormenor.)
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domingo, maio 03, 2026
Marés
O Cavalo Espantado
capa de João da Câmara Leme
Lisboa, 1960
Portugália Editora
1.ª edição
193 mm x 132 mm
328 págs.
exemplar estimado, pequena falha de cartolina no topo superior da lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)
Segundo o escritor António Quadros (fichas de leitura para o departamento de aquisições da Fundação Calouste Gulbenkian): «É este um dos melhores, senão o melhor romance de Alves Redol. Afastando-se aqui do neo-realismo, escreveu uma narrativa cujos principais personagens são um casal de refugiados judeus, durante a guerra, e um funcionário português de um consulado sul-americano. Romance de tipo psicológico; põe em relevo a estrutural seriedade de espírito do português, que não conhece racismos e é humano e compreensivo no seu trato com estrangeiros. Livro francamente recomendável.»
quarta-feira, fevereiro 11, 2026
Marés
ALVES REDOL
capa (cromo) de Manuel Ribeiro de Pavia
Lisboa, s.d.
Editorial «Inquérito», L.da
3.ª edição
189 mm x 125 mm
356 págs.
encadernação editorial (autenticada Paulino Ferreira, Filhos, L.da)
inteira em papel goufrado com gravação a prata nas pastas e na lombada, cromo
polícromo na pasta anterior, folhas-de-guarda em papel de fantasia
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)
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domingo, abril 06, 2025
Barranco dos Cegos
ALVES REDOL
capa de João da Câmara Leme
Lisboa, 1961
Portugália Editora
1.ª edição
193 mm x 132 mm
408 págs.
exemplar muito estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)
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terça-feira, janeiro 07, 2025
A França
Lisboa, 1949
Editorial Inquérito Limitada
1.ª edição
262 mm x 193 mm
576 págs. + 46 folhas em extra-texto
subtítulo: Da Resistência à Renascença
profusamente ilustrado
encadernação inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)
Obra de reportagem, documentando o alargado esforço de reconstrução levado a cabo por um país devastado pela invasão nazi.
domingo, setembro 01, 2024
Porto Manso
capa de M [Manuel Ribeiro Pavia]
Lisboa, 1946
Editorial Inquérito Limitada
1.ª edição
193 mm x 123 mm
416 págs.
exemplar estimado, capas com vagos sinais de foxing; miolo limpo, por abrir
37,00 eur (IVA e portes incluídos)
Segundo Adolfo Simões Müller (fichas de leitura para o departamento de aquisições da Fundação Calouste Gulbenkian), o vertente livro «[...] dá-nos, de facto, o drama do homem do Douro, vivendo pràticamente a bordo do rabelo e assistindo, revoltado, à chegada do comboio, o cavalo de ferro. Cada capítulo deste romance, à excepção do primeiro, é antecedido de uma página sobre um aspecto da paisagem envolvente. É como que a descrição do cenário, antes da acção do drama, uma espécie de contraponto para o choque das almas e dos corpos. Algumas dessas páginas de introdução – processo, aliás, não inédito [...] – têm um belo recorte literário, do melhor que conheço do autor. Quanto ao romance pròpriamente dito, revela por vezes certa ingenuidade na edificação social que vai esboçando. A verdadeira força do livro está no drama rural que se desenvolve ao longo dos seus capítulos. [...]»
quinta-feira, março 09, 2023
Port Wine – Horizonte Cerrado [junto com] Os Homens e as Sombras [junto com] Vindima de Sangue
ALVES REDOL
Lisboa, 1980-1981
Publicações Europa-América, Lda. | Editor: Francisco Lyon de
Castro
2.ª [I] e 4.ª [II e III] edições (nas Obras Completas)
3 volumes (completo)
211 mm x 150 mm
324 págs. + 340 págs. + 380 págs.
cartonagens editoriais com sobrecapas
exemplares como novos, sobrecapas manuseadas; miolo irrepreensível
autenticados com o carimbo dos herdeiros do autor
75,00 eur (IVA e portes incluídos)
O autor chegou a ser aprisionado e torturado pelas polícias
da ditadura do Estado Novo, dada a sua filiação no Partido Comunista Português.
No plano estético, deve-se-lhe a vinda do neo-realismo, supostamente para o
“povo”, numa época em que o “povo” não tinha ainda telenovelas com que se
entreter. À data da sua morte, o regime continuava a odiá-lo, como pode ler-se
num telegrama da Comissão de Exame Prévio do Porto datado de 29 de Novembro de
1969:
«Morte de Alves Redol. Não aludir ao facto de o escritor ter
representado os intelectuais portugueses no Congresso Mundial da Paz de 1948,
em Paris. No apelo de escritores ao povo de Lisboa para se incorporar no
funeral – CORTAR a frase “dado o significado especial da sua obra”. Coronel
Saraiva» (vd. Livros Proibidos no Estado Novo, Lisboa, Assembleia da República, 2005).
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Nasci Com Passaporte de Turista
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Uma Fenda na Muralha
ALVES REDOL
capa de Octávio Clérigo
Lisboa, s.d. [1959]
Portugália Editora
1.ª edição
193 mm x 130 mm
316 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
Testemunho do drama quotidiano dos pescadores da Nazaré. Alves Redol pode servir de exemplo de autodidactismo conseguido pela experiência, pela observação, pelo estudo, pela cultura, pela actividade sócio-política – que sempre procura transmitir aos outros transpondo-a para os seus livros.
Capa referenciada no catálogo Ilustração & Literatura Neo-Realista (Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira, 2008).
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quinta-feira, janeiro 06, 2022
Os Reinegros
assinatura de posse no ante-rosto
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Teatro III – Fronteira Fechada
ALVES REDOL
s.l. [Mem Martins], 1972
Publicações Europa-América
1.ª edição
211 mm x 148 mm
200 págs.
cartonagem editorial
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
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terça-feira, novembro 23, 2021
Alves Redol e o Grupo Neo-Realista de Vila Franca
GARCEZ DA SILVA
pref. António Pedro Pita
capa de Mário Caeiro
Lisboa, 1990
Editorial Caminho, SA
1.ª edição
206 mm x 143 mm
208 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA SENTIDA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO
AUTOR A ROSÁLIA FERREIRA, FILHA DO JORNALISTA LUÍS ERNESTO FERREIRA [PSEUD.:
LUIZ D’ALVEIJAR]
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
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quinta-feira, setembro 16, 2021
Uma Flor Chamada Maria
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quinta-feira, dezembro 12, 2019
A Barca dos Sete Lemes
capa de Sebastião [Rodrigues]
Lisboa, 1958
Publicações Europa-América
1.ª edição
196 mm x 150 mm
516 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta colado no verso da capa um ex-libris de posse
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
No todo da obra de Redol este romance inicia um trabalho de secundarização do dogma político neo-realista e consequente desenho literário de personagens, possuídos de um coração e de psiquismo.
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quarta-feira, julho 17, 2019
Fanga
ALVES REDOL
capa do pintor Figueiredo Sobral
Lisboa, 1958
Publicações Europa-América
4.ª edição
161 mm x 109 mm
260 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
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sexta-feira, abril 28, 2017
O Muro Branco
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de Augusto Guimarães Amora
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Histórias Afluentes
ALVES REDOL
capa de João da Câmara Leme
Lisboa, 1963
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 13,3 cm
332 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de Augusto Guimarães Amora
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
É a continuação natural da “história”, publicada em separado, no ano anterior, sob o título Constantino Guardador de Vacas e de Sonhos. Aliás, o primeiro núcleo aqui coligido parte, significativamente, do número «2 – Histórias Com Rapazes». A experiência africana surge aqui, pela primeira vez, na escrita de Redol, facto sublinhado na badana do livro, onde se relembra uma passagem de uma entrevista anteriormente dada pelo autor:
«[...] Eu tinha dezasseis anos. E foi então que parti para Angola, num barco onde ia uma leva de degredados. Desembarquei com cinquenta escudos e uma garrafa de vinho do Porto. Fiz curso de desempregado durante seis meses, fui assalariado da Fazenda, vendi pneus, ocupei-me de publicidade, leccionei estenografia numa escola nocturna e acabei com a malária. Regressei, aos dezanove anos, na mesma terceira classe onde partira à ida. Já não era, porém, o mesmo: fui com esperança, voltei com uma anemia. [...]»
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A Flor Vai Pescar num Bote
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