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segunda-feira, maio 11, 2020

A Tragédia da Rua das Flores



EÇA DE QUEIROZ
fixação do texto, pref. e notas de João Medina e A. Campos Matos
capa de João Abel Manta
grafismo de Julieta Matos

Lisboa, 1980
Moraes Editores, S.A.R.L. («o editor responsável foi Nelson de Matos»)
1.ª edição
249 mm x 184 mm
472 págs.
ilustrado com a planta do Bairro Alto lisboeta datada de Março 1856
impresso sobre papel superior
sóbria encadernação editorial em tela crua gravada a bronze nas pastas e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 2.064 de uma tiragem especial de 3.000 exemplares
130,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

O Mysterio da Estrada de Cintra



EÇA DE QUEIROZ
RAMALHO ORTIGÃO

Lisboa, 1885
Livraria de Antonio Maria Pereira, Editor
2.ª edição (em livro, «retocada e precedida d’um prefacio»)
202 mm x 146 mm
X págs. + 244 págs.
subtítulo: Cartas ao Diario de Noticias
encadernação em meia-francesa com cantos em pele, elegante gravação a ouro e relevo seco na lombada e somente a ouro nos remates da pele
ligeiramente aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, acidez ocasional na primeira e nas últimas folhas
assinatura de posse no ante-rosto, selo branco no rosto
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se efectivamente da 3.ª edição do texto, dado que, além das edições em livro, o mesmo foi antes publicado em folhetins no Diário de Notícias. Porém, Eça de Queirós considerava este livro «emendado, quase refeito», e considerava isso de forma tão entusiástica que daqui lhe veio a ideia de um «novo» Fradique Mendes, vontade expressa em carta da época a Oliveira Martins.
Do livro propriamente, deve destacar-se o ser o primeiro assinado, sem reserva de coutadas, por dois escritores, e logo no género “policial”. Dizem eles num Prefácio que data de catorze anos volvidos sobre a edição princeps:
«[...] sem plano, sem methodo, sem escola, sem documentos, sem estylo, recolhidos á simples “torre de crystal da Imaginação”, desfechámos a improvisar este livro, um em Leiria, outro em Lisboa, cada um de nós com uma resma de papel, a sua alegria e a sua audacia. [...]» E aqui já encontramos três marcos de referência para qualquer escritor, que se queira, nos nossos dias: Imaginação (com letra grande), alegria e audácia. Mas há mais, nesse Prefácio:
«[...] a publicação d’este livro, fóra de todos os moldes até o seu tempo consagrados, pode conter, para uma geração que precisa de a receber, uma util lição de independencia.
A mocidade que nos succedeu, em vez de ser inventiva, audaz, revolucionaria, destruidora d’idolos, parece-nos servil, imitadora, copista, curvada de mais deante dos mestres. Os novos escriptores não avançam um pé que não pousem na pégada que deixaram outros. Esta pusilanimidade torna as obras tropegas, dá-lhes uma expressão estafada; e a nós, que partimos, a geração que chega faz-nos o effeito de sahir velha do berço e de entrar na arte de muletas. [...]»

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telemóvel: 919 746 089

quinta-feira, março 26, 2020

Política do Espírito [colecção]







ANTÓNIO FERRO

Lisboa, 1948-1950
Edições SNI
1.ª edição (todos)
15 volumes (completo)
192 mm x 133 mm
[28 págs. + 1 folha em extra-texto] + [30 págs. + 1 folha em extra-texto] + [122 págs. + 9 folhas em extra-texto] + [34 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [48 págs. + 2 folhas em extra-texto] + [36 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [4 págs. + 40 págs. + 4 folhas em extra-texto] + [234 págs. + 14 folhas em extra-texto] + [80 págs. + 7 folhas em extra-texto] + [32 págs. + 2 folhas em extra-texto] + [24 págs. + 1 folha em extra-texto] + [2 págs. + 148 págs. + 4 folhas em extra-texto] + [224 págs. + 1 folha em extra-texto] + [116 págs. + 4 folhas em extra-texto] + [108 págs. + 1 folha em extra-texto]
títulos individuais:
[1] Apontamentos para uma exposição; [2] Museu de Arte Popular; [3] Turismo, fonte de riqueza e de poesia; [4] Eça de Queiroz e o centenário do seu nascimento; [5] Arte moderna; [6] Artes decorativas; [7] Panorama dos centenários (1140-1640-1940); [8] Estados Unidos da Saudade; [9] Jogos florais; [10] Imprensa estrangeira; [11] Sociedades de recreio; [12] Teatro e cinema (1936-1949); [13] Prémios literários (1934-1947); [14] Bailados portugueses – “Verde-Gaio” (1940-1950); [15] Problemas da rádio
ilustrados
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
dez dos volumes ostentam colados nas costas das capas ex-libris da Academia Portuguesa de Ex-libris
PEÇA DE COLECÇÃO
300,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

segunda-feira, fevereiro 18, 2019

Imagens de Actualidade


JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
ilust. António Lopes

Lisboa, 1933
Casa Editora: Nunes de Carvalho
2.ª edição (variante de capa)
19,5 cm x 13 cm
328 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Imagens de Actualidade



JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
ilust. António Lopes

Lisboa, 1933
Casa Editora: Nunes de Carvalho
2.ª edição
19 cm x 12 cm
328 págs.
encadernação inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de breves estudos literários em torno de Guerra Junqueiro, Teófilo Braga, Gomes Leal, Wenceslau de Morais, Antero de Quental, Raúl Brandão, Camilo Castelo Branco, Fialho de Almeida e Eça de Queirós.

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terça-feira, outubro 30, 2018

Os de Paris a João de Deus


aa.vv.
org. Xavier de Carvalho

Paris–Lisboa, 1895
Guillard, Aillaud & Cia
1.ª edição [número único]
32,6 cm x 24,8 cm
28 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Homenageando o lírico algarvio João de Deus (1830-1896), abre a publicação o magnífico Eça de Queirós, seguido de outros escritores como Jayme de Séguier, Moniz Barreto, Silva Lisboa ou António Nobre; e de ilustradores como Sousa Pinto ou Teixeira Lopes. Do compositor Óscar da Silva é reproduzida a sua notação musical para o poema Engeitadinha de João de Deus.

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telemóvel: 919 746 089


Os de Paris a João de Deus



aa.vv.
org. Xavier de Carvalho

Paris–Lisboa, 1895
Guillard, Aillaud & Cia
1.ª edição [número único]
34 cm x 25,8 cm
28 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel superior
encadernação inteira em sintético gravada a ouro na pasta anterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, pequenos restauros periféricos na capa da brochura; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, abril 10, 2018

As Farpas [junto com] Das Farpas [junto com] Ultimas Farpas





RAMALHO ORTIGÃO
EÇA DE QUEIROZ

Lisboa, 1887-1890, 1890-1891 e s.d. [1916]
David Corazzi – Editor (até ao vol. VI)
Companhia Nacional Editora (do vol. VII em diante)
Livrarias Aillaud e Bertrand – Aillaud, Alves & C.ª / Livraria Francisco Alves (Brasil) (somente o 14.º volume)
1.ª edição [em volumes temáticos e muito ampliada]
14 volumes
[20,7 cm x 14,3 cm] + [20,5 cm x 15 cm] + [18,4 cm x 11,8 cm]
[312 págs. + VI págs. (insertas entre as págs. 4 e 5)] + [2 x 320 págs.] + 312 págs. + [7 x 320 págs.] + 376 págs. + 268 págs. + [340 págs. + 1 folha em extra-texto]
subtítulos:
tomo I – A Vida Provincial: A Paizagem – Os Campos – As Praias – Os Monumentos
tomo II – As Epistolas
tomo III – Os Individuos
tomo IV – O Parlamentarismo
tomo V – A Religião e a Arte
tomo VI – A Sociedade
tomo VII – A Capital
tomo VIII – Os Nossos Filhos: Instrucção Publica
tomo IX – O Movimento Litterario e Artistico
tomos X e XI – Aspectos Varios: Da Sociedade, da Politica, da Administração
tomo I e II – Uma Campanha Alegre
encadernações editoriais em tela cinza com impressão a negro, vermelho e dourado
exemplares muito estimados; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
550,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da emblemática edição que o excelente editor David Corazzi pôs em marcha.

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segunda-feira, janeiro 22, 2018

O Mysterio da Estrada de Cintra



EÇA DE QUEIROZ
RAMALHO ORTIGÃO


Lisboa, 1894
Livraria de António Maria Pereira, Editor
3.ª edição (em livro, «emendada e precedida d’um prefácio»)
18,5 cm x 12,3 cm
XII págs. + 196 págs. + 4 págs. (anúncios)
subtítulo: Cartas ao «Diario de Noticias»
encadernação editorial com gravação a preto e ouro
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

terça-feira, setembro 06, 2016

Uma Campanha Alegre


EÇA DE QUEIROZ
retrato desenhado por António Carneiro

Porto, 1933
Livraria Lello, Limitada – Editora
2.ª edição (conforme a de 1890)
2 volumes (completo)
18,3 cm x 12,1 cm
[X págs. + 426 págs. + 1 folha em extra-texto] + 312 págs.
subtítulo: Das Farpas
encadernação editorial em tela encerada com ferros a ouro e relevo seco nas pastas e nas lombadas, folhas-de-guarda impressas
exemplares em muio bom estado de conservação; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz o Autor na Advertência:
«[...] As paginas d’este livro são aquellas com que outr’ora concorri para as Farpas, quando Ramalho Ortigão e eu, convencidos, como o Poeta, que a tolice tem cabeça de toiro, decidimos farpear até á morte a alimaria pesada e temerosa. Quem era eu, que força ou razão superior recebera dos deuses, para assim me estabelecer na minha terra em justiceiro destruidor de monstros?... A mocidade tem d’estas esplendidas confianças; só por amar a Verdade imagina que a possue; e, magnificamente certa da sua infalibilidade, anceia por investir contra tudo o que diverge do seu ideal, e que ella portanto considera Erro, irremissivel Erro, fadado á exterminação. Assim foi que, chegando da Universidade com o meu Proudhon mal lido debaixo do braço, me apressei a gritar na cidade em que entrava – Morte á tolice! E desde então, á ilharga de Ramalho Ortigão, não cessei durante dois annos de arremessar farpas, uma após outra, para todos os lados onde suppunha entrever o escuro cachaço taurino. Não me recordo se acertava; sem duvida muitos ferros se embotaram nas lages; mas cada arremêsso era governado por um impulso puro da intelligencia ou do coração. [...]»

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sábado, outubro 17, 2015

O Primo Bazilio



EÇA DE QUEIROZ

Porto, 1887
Livraria Internacional de Ernesto Chardron, Casa Editora / Lugan & Genelioux, Successores
3.ª edição
18,2 cm x 12,4 cm
608 págs.
subtítulo: Episodio Domestico
impresso na mítica Typographia de A. J. da Silva Teixeira na Rua da Cancella Velha
encadernação da época em tela com gravação a ouro na lombada e relevo seco nas pastas
exemplar estimado, com alguns picos de antiga humidade nas primeiras e últimas folhas
sem as capas de brochura, um pouco aparado
peça de colecção
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Apesar de ser a terceira reimpressão do texto – provavelmente para reforçar a presença junto dos leitores de um autor que acabava de publicar A Relíquia –, Eça, como era seu hábito, procedeu a significativas alterações. Aliás, logo na segunda edição isso se verificara, neste romance que nos mostra a sua escrita de crítico de costumes mais marcadamente realista.

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Primeiro de Maio



EÇA DE QUEIROZ
pref. A. Campos Matos
ilust. João Abel Manta

Lisboa, 1979
Edições «O Jornal»
1.ª edição [em brochura]
29,7 cm x 21 cm
20 págs.
ilustrado
impressão sobre cartolina heliográfica
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Originalmente publicada num periódico brasileiro, em 1892, desconhecida por cá até 1977, data em que foi dada a conhecer nas páginas de O Jornal, é crónica importante, dado mostrar como o jovem Eça socialista utópico dos vinte anos de idade não havia sido ainda, já perto dos 50 anos, domesticado por uma vida familiar algo confortável e mesmo burguesa. Texto que, embora sendo o primeiro da série temática postumamente reunida sob o título Ecos de Paris, lá não figura, e nos mostra um Eça nada adormecido, de pena apontada à sua classe social:
«[...] O rico, enfim, conhece intimamente o pobre – e daí nasceu, na nossa sociedade democratizadora e humanitária, esta ideia nova de que o mundo por fim está deploravelmente equilibrado, que há riqueza escandalosa de um lado e do outro miséria escandalosa, e que na verdade os famintos têm direito de exigir e comer tudo o que sobra aos fartos. [...] Se todos abominam a bomba de dinamite e o seu bruto destroço que não descrimina – poucos há que não reconheçam secretamente a legitimidade do desespero transviado que a arremessou. E os tempos chegaram em que Rothchild pensa consigo que, se não fosse Rothchild, seria talvez Ravachol! [...]
A torre hoje oscila. Cada bomba anarquista pressagia a sua queda atroadora. E os que a habitam tremem e gritam, não com medo da força da bomba, mas com medo da fraqueza da torre, que eles todavia, insensivelmente, obedecendo a impulsos superiores, cada dia abalam e mais desapreçam. [...]»

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Era Lisboa e Chovia...


DÁRIO MOREIRA DE CASTRO ALVES
capa e primeiro extra-texto de Rui Palma Carlos

Lisboa, 1984
Edição «Livros do Brasil»
1.ª edição
21,1 cm x 14,3 cm
384 págs. + 1 folha dupla (a cor) em extra-texto + 18 págs. em extra-texto
subtítulo: Todas as personagens de Eça na Lisboa bem-amada
exemplar em bom estado de conservação, sem qualquer quebra na lombada; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Castro Alves (1927-2010) desempenhou funções diplomáticas em Lisboa e no Porto, em representação do Brasil, e enquanto tal foi sempre figura acarinhada pela intelectualidade portuguesa. A página electrónica do Centro Nacional de Cultura muito justamente vê nele «um apaixonado da língua e um fino cultor da literatura portuguesa, brasileira e lusófona», tendo «[feito] reviver Eça de Queiroz em muitos dos seus textos, em especial sobre culinária e gastronomia». A vertente obra é uma espécie de roteiro queirosiano da cidade e arredores.

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domingo, agosto 24, 2014

O Crime do Padre Amaro



MAFALDA MENDES DE ALMEIDA
ARTUR PORTELA
[filho]


Lisboa, 1978
Moraes Editores
1.ª edição
19,9 cm x 14 cm
196 págs.
subtítulo: Adaptação teatral do romance de Eça de Queiroz
capa Luís Duran / João Abel Manta
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto destinado a ser, então, levado à cena no Teatro Maria Matos.

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Eça de Queiroz – O Homem e o Artista


JOÃO GASPAR SIMÕES

Lisboa / Rio de Janeiro, 1945
Dois Mundos Editora Lda. (Livros do Brasil, Lda. / Livros de Portugal, Lda.)
1.ª edição
24,2 cm x 16,8 cm
672 págs. + 16 folhas em extra-texto
exemplar manuseado, mas em bom estado; miolo limpo com rasto de xilófago sem afectar o texto, parcialmente por abrir
assinatura de posse na folha de ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ensaio crítico-literário ainda hoje de referência para os estudiosos, somente superado pelas obras do espanhol Ernesto Guerra da Cal.

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