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segunda-feira, novembro 20, 2017

O Cisne Negro


THOMAS MANN
trad. Domingos Monteiro
capa de Manuel Correia

Lisboa, 1957
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,5 cm x 14 cm
164 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] O Cisne Negro conta a história de uma mulher, viúva em idade crítica, mas ainda muito agradável, que se apaixona por um jovem e impetuoso americano de vinte e três anos. [...]
Sobre este tema – o drama eterno da mulher madura apaixonada por um jovem e que é o drama de Jocasta e de Fedra – soube Thomas Mann, ora com ironia, ora com apiedada indulgência, mas sempre com verdade, fazer uma subtil e ousada análise das reacções psíquicas e fisiológicas de Rosália von Tümmler. [...]»

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telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, julho 27, 2015

O Sonho do Tio


FÉDOR DOSTOIEWSKY
trad. Domingos Monteiro
capa de João [Carlos]

Lisboa, s.d. [1942]
Editorial «Gleba», L.da
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
192 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio do tradutor:
«[...] circunstância curiosa que acompanha a elaboração do Sonho do Tio é ter sido escrito êste livro ao mesmo tempo que preparava o material necessário para a redacção de uma das suas obras fundamentais e porventura a mais sombria de tôdas: Recordação da Casa dos Mortos. De facto, êle passara 4 anos num presídio siberiano, sujeito, entre outras, à tortura de não poder ler nem escrever, isto depois de ter sido condenado à morte (como é sabido, a sentença só foi suspensa quando êle se encontrava já em frente do pelotão de execução) [...]»
E se a Casa dos Mortos vai ser povoada por alguns dos mais sinistros personagens da literatura ocidental, já O Sonho do Tio não passou de um incontornável exercício literário preparatório para a grande obra negra, não por acaso escrito num registo de comédia.

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domingo, abril 13, 2014

Valery Larbaud e Portugal


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
apresentação de Domingos Monteiro

Lisboa, Março de 1974
Guimarães & C.ª Editores
1.ª edição
19 cm x 12,7 cm
72 págs.
impresso sobre papel de gramagem superior
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma conferência proferida por Paço d’Arcos em Janeiro de 1974, na Fundação Calouste Gulbenkian, por ocasião de uma exposição-homenagem ao poeta de Vichy. É sobretudo aqui sublinhada, «não só uma grande simpatia» de Larbaud por Portugal, «como até [...], por Lisboa, uma certa forma de ternura» (Domingos Monteiro dixit).

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