sexta-feira, novembro 30, 2018

Náutica – Marinharia e Navegação para Patrões de Costa


FERNANDO CELESTINO BRAGA
pref. Aníbal Carneiro Giraldes e Fernando de Araújo Barros
ilust. Artur Guimarães Júnior

Porto, 1950
Editorial Domingos Barreira
2.ª edição («aumentada e completamente remodelada»)
21,1 cm x 14,9 cm
258 págs. + 3 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
cartonagem editorial com lombada em tela e gravação a negro e vermelho em ambas as pastas e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, novembro 29, 2018

Album de Simpatias







TIO RICO, org.

Montijo, 1950
Edição da “Gazeta do Sul”
1.ª edição («edição de luxo»)
31,1 cm x 24 cm
160 págs. + 1 folha em extra-texto (reprodução fotográfica) protegida por folha de cristal
profusamente ilustrado a negro e a cor
encadernação editorial em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada, gravação a seco na pasta posterior
conserva a capa da brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
inclui verbete numerado e autenticado com selo branco que habilitava ao sorteio de um automóvel
peça de colecção
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

O prato forte desta publicação roda em torno da eleição da Miss Gazeta, e a respectiva entrevista à eleita. Todavia, acaba por ser também uma excelente revista de entretenimento cultural, em que abundam os contos, as poesias, notícias de cinema, artigos virados para a educação e as preocupações da mulher, etc. Encerra o volume a partitura musical com o Hino da “Gazeta do Sul”, composto por Amadeu de Moura Stoffel.

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quarta-feira, novembro 28, 2018

Pesca Desportiva na Água Doce


JOÃO DA CRUZ VIEGAS

Lisboa, 1949
Empresa Literária Fluminense, L.da
1.ª edição
19,6 cm x 13 cm
4 págs. + 104 págs.
subtítulo: Indicações Sumárias para Amadores
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Roteiro de Pesca de Arrasto do Cabo Juby e do Cabo Branco


JOAQUIM GORMICHO BOAVIDA
pref. Henrique Tenreiro

Lisboa, 1949
Edição do «Boletim da Pesca»
1.ª edição
25 cm x 18,7 cm
332 págs. + 5 desdobráveis em extra-texto + 8 folhas em extra-texto (cupões de assinatura intactos)
ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação rude em pele-de-diabo com rótulo gravado a ouro colado na lombada
aparado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
100,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Porta-Aviões Rei dos Mares


JOAQUIM GORMICHO BOAVIDA, segundo-tenente de Marinha
pref. William F. Halsey, almirante

Lisboa, 1946
Editora Marítimo-Colonial, Lda.
1.ª edição
19,2 cm x 13 cm
316 págs. + 26 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio do almirante norte-americano William Halsey:
«Esta segunda Guerra Mundial, consagrando definitivamente as esquadras aéreas, como Arma decisiva, operou, como não podia deixar de ser, uma transformação radical no “modus faciendi” da Guerra.
Nos campos de batalha terrestres da Europa, a Arma Aérea decidiu da luta, que há tanto os vinha ensanguentando [...].
Como aí, também nos teatros de guerra marítimos o poder aéreo se revela decisivo [...].
É a esta rápida evolução, que culmina com a consagração definitiva do porta-aviões como arma da Vitória, [...] que são dedicadas a maior parte das páginas deste livro. [...]»

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Em Frente Para a Reorganização do Partido!


C. M.-L. P. [COMITÉ MARXISTA-LENINISTA PORTUGUÊS]

s.l., Maio de 1970
Edição do Comité do Exterior do C. M.-L. P.
s.i.
21 cm x 13,8 cm
80 págs.
subtítulo: Reprodução de panfletos e outros documentos do C. M.-L. P. ainda não divulgados no exterior, ditribuidos durante o período eleitoral e para a manifestação anti-colonial de 21 de Fevereiro
impressão a mimeógrafo
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos José Pacheco Pereira na sua magnífica panorâmica sobre as publicações periódicas clandestinas dos grupos radicais de intervenção política, As Armas de Papel (1963-1974) (Temas e Debates / Círculo de Leitores, Lisboa, 2013):
«[...] A primeira geração de esquerdistas vinha do PCP e tinha um acervo de conhecimentos que transmitiu à geração de jovens por eles recrutados. A primeira organização esquerdista, o CMLP/FAP, tentou reproduzir o esquema do PCP, com a montagem em 1965 de uma tipografia para a Acção Popular e a Unidade Popular. [...]
Rapidamente, essa experiência tradicional, detida por um número muito escasso de pessoas, foi superada pelo papel da “escola” associativa, pelo facto de algumas centenas de estudantes terem tido experiência das publicações associativas e conhecerem o seu aparelho técnico, os seus métodos e processos em detalhe. Essa experiência prática é complementada pela reflexão que existia nas associações de estudantes sobre o papel da “propaganda”, matéria habitual em seminários associativos e em reuniões de debate patrocinadas pelas “secções técnicas” e de “informação e propaganda”. [...] Alguns dos mais ativos [sic] participantes nessas secções vieram a ser jornalistas, como Ruben de Carvalho, Alexandre de Oliveira, João Isidro, João Carreira Bom e Diana Andringa. [...]»

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domingo, novembro 25, 2018

Casas Portuguesas


RAÚL LINO

Lisboa, 1933
Edições de Valentim de Carvalho
1.ª edição
28,4 cm x 20,7 cm
120 págs. + XXIV estampas em extra-texto
subtítulo: Alguns Apontamentos Sobre o Arquitectar das Casas Simples
profusamente ilustrado
impresso sobre papel Mezena de fabrico manual, sete das estampas são impressas a cor sobre couché mate
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
exemplar da tiragem especial
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da concepção habitacional salazarista, imortalizada num fado de Amália, que – é de sublinhar – também trabalhava para a empresa de Valentim de Carvalho. Embora a versão frugal da cantora se destinasse aos explorados (a célebre «alegria na pobreza» entre «quatro paredes caiadas»), o conceito aqui, apesar de rico, é o mesmo e idêntica é a finalidade integradora da população em geral.

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Casas Portuguesas


RAÚL LINO

Lisboa, 1933
Edições de Valentim de Carvalho
1.ª edição
22,2 cm x 16,7 cm
120 págs. + XXIV estampas em extra-texto
subtítulo: Alguns Apontamentos Sobre o Arquitectar das Casas Simples
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado, sete das estampas são a cor
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
150,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Raul Lino – O Artista e a Obra


AULO-GÉLIO SEVERINO GODINHO

Porto, 1972
Associação Portuense de Ex-Libris
1.ª edição
separata n.º 57 de Arte do Ex-Libris
27,2 cm x 20,5 cm
4 págs. + 18 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 110 de uma tiragem limitada a 200 exemplares numerados e assinados pelo Autor
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante estudo acerca de um aspecto da arte de Raul Lino menos conhecido dos leitores.

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sábado, novembro 24, 2018

Manual dos Jogos ou Collecção dos Jogos Mais Usados na Boa Sociedade tanto de cartas, como de dados



[ANÓNIMO]

Lisboa, 1887
Livraria Editora de Joaquim José Bordalo
«terceira edição augmentada»
17,1 cm x 11,4 cm
288 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação recente em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Acasos da Fortuna ou Livro de Sortes Divertidas



A. A. DE AMARAL

Lisboa, 1866
Imprensa de F. X. de Sousa & Filho
1.ª edição
11,7 cm x 9,5 cm
4 págs. + 156 págs.
subtítulo: Em que por virtude de dois dados, vem cada um no conhecimento do estado, riqueza, heranças, amizades, fortunas, etc. que terá; e outras muitas e galantes Sortes. E um novo methodo de fazer mais de mil decimas unicamente com o trabalho de lançar os dois dados. Um tratado das Sinas ou dos effeitos e prognostico dos doze signos do anno
encadernação coeva em meia-inglesa com muito elegante gravação a ouro na lombada
não aparado
sem capas [?] de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Le Livre des Patiences



MADAME DE F***

Paris, 1850
Chez Martinon / Dentu et Garnier
7.ª edição
14,6 cm x 9,6 cm
108 págs.
encadernação coeva em meia-inglesa com elegante gravação a ouro na lombada
pouco aparado
sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

O simpático «Avertissement» à obra diz tudo:
«Ce petit ouvrage est destiné et dédié comme délassement aux personnes occupées, et comme occupation aux personnes qui n’ont rien à faire.»

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Tratado Completo do Jogo das Damas Clássicas


HENRIQUE DA CUNHA
pref. Martins Oliveira

Porto, 1949
Editora – Livraria Progredior
2.ª edição
19,2 cm x 12,9 cm
184 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de abertura do autor:
«[...] O jogo das “Damas” é um agradável passatempo, próprio para exercitar o espírito; é uma bela ginástica para o cérebro. Ele habitua as jovens inteligências à reflexão e à indução, prepara-as para as combinações importantes do grande jogo da vida.»

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quarta-feira, novembro 07, 2018

Teatro Moderno


LUIZ FRANCISCO REBELLO
grafismo de Victor Palla

Lisboa, 1957
ed. Autor / Círculo do Livro, Lda. (dist.)
1.ª edição
23,2 cm x 25,3 cm (oblongo)
348 págs. + XXVIII folhas em extra-texto
subtítulo: Caminhos e Figuras – Uma Antologia
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior, extra-textos impressos em rotogravura
corte do papel carminado à cabeça
encadernação editorial gravada a amarelo e branco na pasta anterior e na lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
115,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais importante panorâmica sobre a história do teatro na primeira metade do século XX. Num outro plano, é um livro modelo de bom gosto e sobriedade na execução gráfica.

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Teatro Moderno



LUIZ FRANCISCO REBELLO

Lisboa, 1964 [aliás, 1965]
Prelo – Sociedade Gráfica Editorial, L.da
2.ª edição
22,9 cm x 18,2 cm
594 págs. + 11 folhas em extra-texto + 10 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Caminhos e figuras
ilustrado no corpo do texto e em separado
miolo impresso a duas colunas
encadernação editorial inteira em sintético gravado a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota introdutória do autor:
«Mais do que uma reedição – justificada, aliás, pelo êxito lisonjeiro e (diga-se a verdade) inesperado que a primeira alcançou – é pràticamente um novo livro que se oferece agora ao leitor. [...]»

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Teatro Português


LUIZ FRANCISCO REBELLO [pref. e org.]
et alii
capa e grafismo de Victor Palla

Lisboa,
Edição do Autor (dist. Círculo do Livro, Lda.)
1.ª edição
2 volumes (completo)
23,5 cm x 26 cm
LXXX págs. + 660 págs. (num. contínua) + [9 + 16 folhas em extra-texto]
subtítulo: Do Romantismo aos nossos dias: cento e vinte anos de literatura teatral portuguesa
ilustrados
encadernações editoriais inteiras em tela encerada
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
160,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, novembro 05, 2018

O Monstro Alemão


GUERRA JUNQUEIRO
pref. Alberto de Aguiar

Porto, Novembro de 1918
Officinas de “O Commercio do Porto”
1.ª edição
2 págs. + 22 págs.
subtítulo: Atila e Joana d’Arc
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um raro opúsculo com versos oferecidos por Junqueiro à Junta Patriótica do Norte, cujo produto da venda se destinava à assistência aos órfãos da guerra de 14-18.

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O Crime


GUERRA JUNQUEIRO

Porto – Braga, 1875
Livraria Internacional de Ernesto Chardron
1.ª edição
17,4 cm x 12,2 cm
32 págs.
subtítulo: A Propósito do Assassinato do Alferes Brito
exemplar estimado; miolo limpo
discretas rubricas de posse na capa e no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui-se este poema na discussão aberta em Portugal acerca da abolição da pena de morte para crimes cometidos em meio militar, neste caso quando um soldado de infantaria assassinou o alferes Palma e Brito em 1874.

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Os Simples


GUERRA JUNQUEIRO

Porto, 1892
Typographia Occidental
1.ª edição
17,6 cm x 12 cm
2 págs. + 130 págs.
impresso sobre papel de linho
encadernação recente inteira em tela com as capas espelhadas
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse de Esther Cochat no frontispício
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Junqueiro, feito ainda em vida glória poética nacional por aqueles que de poética nada sabiam, foi um valor retórico que perdurou mesmo fora dos meios republicanos seus naturais. Não houve selecta escolar do Estado Novo que não tenha exibido, sem engulhos, a moleirinha-toque-toque-toque. «Mas apesar destas limitações hoje evidentes» – diz a História da Literatura Portuguesa de António José Saraiva / Óscar Lopes (15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989) –, «Junqueiro não teria conseguido identificar-se com tão vastas camadas da pequena burguesia, não teria exercido uma influência tão considerável, mesmo para além da sua época, se não dispusesse de certos meios extraordinários de expressão literária. Em primeiro lugar, o seu simplismo ideológico relaciona-se com uma flagrante visualidade de imagens: Junqueiro não pensa com finura, porque logo as ideias e sentimentos em alegoria ou imagem. [...] Por outro lado, a facilidade rítmica do verso junqueiriano colhe, nalguns poemas, certas tonalidades de emoção inapreensível para uma versificação menos espontânea [...]»

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O Pôrto do Romantismo


ARTUR DE MAGALHÃES BASTO

Coimbra, 1932
Imprensa da Universidade
1.ª edição
22,8 cm x 16 cm
VIII págs. + 240 págs. + 10 folhas em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Silva de História e Arte


A. DE MAGALHÃES BASTO

Porto, 1945
Editora – Livraria Progredior de Manuel Pereira & C.ª
1.ª edição
19,4 cm x 13 cm
VIII págs. + 360 págs. + 21 folhas em extra-texto
subtítulo: Notícias Portucalenses: Mestres de pedraria, carpintaria, escultura e ensamblagem. Pintores. A Sé do Pôrto e seus anexos. Mosteiros, Igrejas e Capelas. A Tôrre de Pero Sem. Calmels e o monumento a D. Pedro IV. O Pôrto como meio musical
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
rubrica de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, novembro 01, 2018

Méthode de Flûte du Conservatoire





[ANTOINE] HUGOT, 1761-1803
[JOHANN GEORG] WUNDERLICH, 1755-1819
gravado por Madame Le Roy

Paris, s.d. [1804]
Imprimerie du Conservatoire de Musique
s.i. [1.ª edição]
texto em francês
34,2 cm x 26 cm
2 págs. (rosto) + 4 págs. (catálogo de publicações) + 2 págs. + 154 págs. + 5 desdobráveis em extra-texto (grande formato)
encadernação coeva em meia-inglesa com cantos em pele
exemplar estimado, encadernação envelhecida; miolo limpo
registo de aquisição e posse na primeira folha-de-guarda
acondicionado num sóbrio estojo próprio de fabrico recente
PEÇA DE COLECÇÃO
1.400,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fenêtre Ouverte sur le Passé




YVONNE [ANNE-MARIE] DE BREMOND D’ARS
ilust. G. Levent

Paris, 1953
Éditions Henri Lefebvre
s.i. [2.ª edição]
27,3 cm x 18,8 cm
80 págs. + 14 folhas em extra-texto (sépias) + 5 folhas em extra-texto (policromias)
subtítulo: Confidences d’une Antiquaire
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 1020 de uma tiragem não declarada
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da obra poética da reconhecida antiquária parisiense especialista em mobiliário do século XVIII, que teve como palco de referência a sua loja no Faubourg Saint-Honoré. Yvonne, nascida em Nantes, era filha do conde Anatole Anne-Marie Alon Josais Hélie de Bremond d’Ars.

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Au Pays des Antiquaires



ANDRÉ MAILFERT

Paris, 1968
Flammarion, Éditeur
s.i. [1.ª edição: 1929]
texto em francês
20,9 cm x 15 cm
190 págs. + 20 págs. em extra-texto
subtítulo: Confidences d’un “maquilleur” professionel
encadernação editorial em tela impressa na pasta anterior e na lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aproveitando-se da douta ignorância e da credulidade de coleccionadores e curadores de museus, o industrial-antiquário André Mailfert (1884-1943) espalhou por toda a França falsas peças de estilo, de tal modo notáveis no ofício, que passaram por ser oriundas de uma tal Escola de La Loire, na linha estética de um artista-marceneiro do século XVIII – Jean-François Hardy –, personagem completamente inventado. Mas Mailfert não guardou para si o segredo do ludíbrio, como comprova este seu livro de memórias, correctamente redigido e eivado de fino humor.
Um excerto:
«[...] Le fonds bourgeois qui domine en France, l’amour de la propriété, le sentiment de l’ordre, l’esprit du classement et tout ce qui, en un mot, a forgé dans notre race l’apothéose de ce fonctionnarisme qui la tue, ont, fort heureusement, par contre, développé chez le Français l’esprit de la conservation et celui, plus prudhommesque, de la collection. [...]
Le goût de la collection des meubles et bibelots anciens vint compléter celui des tableaux – celui-là a existé de tous temps – et c’est alors que, la marchandise se faisant rare, il vint à l’idée de certains antiquaires de compléter, par des reconstitutions, ce qui manquait en authentique.
On fit de timides transformations, puis, des meubles entiers!
[...] Mais il est peut-être plus amusant pour vous, lecteur, de jeter un coup d’œil indiscret sur la technique de cette curieuse et si moderne fabrication “d’ancien”, de soulever le voile qui masque certaines “trop belles” opérations, réussies par les praticiens notoires du truquage, que de chercher à démêler les raisons psychologiques qui ont conduit une bonne partie de l’élite de nos intelectuels à vider ses goussets dans l’escarcelle béante d’avides antiquaires... [...]»

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