sexta-feira, novembro 30, 2018

Náutica – Marinharia e Navegação para Patrões de Costa


FERNANDO CELESTINO BRAGA
pref. Aníbal Carneiro Giraldes e Fernando de Araújo Barros
ilust. Artur Guimarães Júnior

Porto, 1950
Editorial Domingos Barreira
2.ª edição («aumentada e completamente remodelada»)
21,1 cm x 14,9 cm
258 págs. + 3 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
cartonagem editorial com lombada em tela e gravação a negro e vermelho em ambas as pastas e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, novembro 29, 2018

Album de Simpatias







TIO RICO, org.

Montijo, 1950
Edição da “Gazeta do Sul”
1.ª edição («edição de luxo»)
31,1 cm x 24 cm
160 págs. + 1 folha em extra-texto (reprodução fotográfica) protegida por folha de cristal
profusamente ilustrado a negro e a cor
encadernação editorial em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada, gravação a seco na pasta posterior
conserva a capa da brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
inclui o verbete numerado e autenticado com selo branco que habilitava ao sorteio de
um automóvel
peça de colecção
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

O prato forte desta publicação roda em torno da eleição da Miss Gazeta, e a respectiva entrevista à eleita. Todavia, acaba por ser também uma excelente revista de entretenimento cultural, em que abundam os contos, as poesias, notícias de cinema, artigos virados para a educação e as preocupações da mulher, etc. Encerra o volume a partitura musical com o Hino da “Gazeta do Sul”, composto por Amadeu de Moura Stoffel.

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Bestiário Lusitano



ALBERTO PIMENTA

Lisboa, 1980
Edição do Autor
1.ª edição
20,9 cm x 16,4 cm
88 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, com algumas páginas manchadas por contacto com papéis acidulados
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz o autor de si próprio que «nasceu em 1937, é licenciado em letras, soldado sem instrução incorporado na reserva territorial, foi durante 16 anos professor de português na universidade de Heidelberg, actualmente [nos anos 80] não é nada disso [...].» Há que acrescentar a estas singulares palavras: que o género e o estilo daquilo que escreve são cáusticos, mordazes, senão mesmo viperinos.

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A Visita do Papa


ALBERTO PIMENTA

Lisboa, Maio de 1982
& etc
1.ª edição
20,3 cm x 16,1 cm
20 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um pormenor, que alguns ignorarão hoje por falta de memória ou de referências, é o lettering na capa, em que, para a palavra Papa, se fez um tratamento gráfico das letras a partir de uma então popular marca de papel higiénico. Também o texto, que alinha pela bitola do repúdio da vinda do sumo-pontífice a Portugal, desenvolve trocadilhos e alusões em torno dessa dita marca.

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quarta-feira, novembro 28, 2018

Pesca Desportiva na Água Doce


JOÃO DA CRUZ VIEGAS

Lisboa, 1949
Empresa Literária Fluminense, L.da
1.ª edição
19,6 cm x 13 cm
4 págs. + 104 págs.
subtítulo: Indicações Sumárias para Amadores
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Roteiro de Pesca de Arrasto do Cabo Juby e do Cabo Branco


JOAQUIM GORMICHO BOAVIDA
pref. Henrique Tenreiro

Lisboa, 1949
Edição do «Boletim da Pesca»
1.ª edição
25 cm x 18,7 cm
332 págs. + 5 desdobráveis em extra-texto + 8 folhas em extra-texto (cupões de assinatura intactos)
ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação rude em pele-de-diabo com rótulo gravado a ouro colado na lombada
aparado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
100,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Porta-Aviões Rei dos Mares


JOAQUIM GORMICHO BOAVIDA, segundo-tenente de Marinha
pref. William F. Halsey, almirante

Lisboa, 1946
Editora Marítimo-Colonial, Lda.
1.ª edição
19,2 cm x 13 cm
316 págs. + 26 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio do almirante norte-americano William Halsey:
«Esta segunda Guerra Mundial, consagrando definitivamente as esquadras aéreas, como Arma decisiva, operou, como não podia deixar de ser, uma transformação radical no “modus faciendi” da Guerra.
Nos campos de batalha terrestres da Europa, a Arma Aérea decidiu da luta, que há tanto os vinha ensanguentando [...].
Como aí, também nos teatros de guerra marítimos o poder aéreo se revela decisivo [...].
É a esta rápida evolução, que culmina com a consagração definitiva do porta-aviões como arma da Vitória, [...] que são dedicadas a maior parte das páginas deste livro. [...]»

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Em Frente Para a Reorganização do Partido!


C. M.-L. P. [COMITÉ MARXISTA-LENINISTA PORTUGUÊS]

s.l., Maio de 1970
Edição do Comité do Exterior do C. M.-L. P.
s.i.
21 cm x 13,8 cm
80 págs.
subtítulo: Reprodução de panfletos e outros documentos do C. M.-L. P. ainda não divulgados no exterior, ditribuidos durante o período eleitoral e para a manifestação anti-colonial de 21 de Fevereiro
impressão a mimeógrafo
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos José Pacheco Pereira na sua magnífica panorâmica sobre as publicações periódicas clandestinas dos grupos radicais de intervenção política, As Armas de Papel (1963-1974) (Temas e Debates / Círculo de Leitores, Lisboa, 2013):
«[...] A primeira geração de esquerdistas vinha do PCP e tinha um acervo de conhecimentos que transmitiu à geração de jovens por eles recrutados. A primeira organização esquerdista, o CMLP/FAP, tentou reproduzir o esquema do PCP, com a montagem em 1965 de uma tipografia para a Acção Popular e a Unidade Popular. [...]
Rapidamente, essa experiência tradicional, detida por um número muito escasso de pessoas, foi superada pelo papel da “escola” associativa, pelo facto de algumas centenas de estudantes terem tido experiência das publicações associativas e conhecerem o seu aparelho técnico, os seus métodos e processos em detalhe. Essa experiência prática é complementada pela reflexão que existia nas associações de estudantes sobre o papel da “propaganda”, matéria habitual em seminários associativos e em reuniões de debate patrocinadas pelas “secções técnicas” e de “informação e propaganda”. [...] Alguns dos mais ativos [sic] participantes nessas secções vieram a ser jornalistas, como Ruben de Carvalho, Alexandre de Oliveira, João Isidro, João Carreira Bom e Diana Andringa. [...]»

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segunda-feira, novembro 26, 2018

Dinossauro Excelentissimo




JOSÉ CARDOSO PIRES
ilust. João Abel Manta

Lisboa / Rio de Janeiro, 1972
Editora Arcádia / Editora Civilização Brasileira S. A. R. L.
1.ª edição
24,7 cm x 17,4 cm
96 págs. + 21 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado em separado
encadernação editorial em sintético com gravação a ouro na pasta dianteira e na lombada, protegida com a mica de origem
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
É O N.º 1 DE UMA TIRAGEM DECLARADA DE 120 EXEMPLARES IMPRESSOS SOBRE PAPEL ESPECIAL DE COR MOSTARDA, ASSINADO PELO ESCRITOR E PELO ILUSTRADOR
peça única, de colecção
1.750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sátira política, escrita de forma desabrida e sem rodeios ou hesitações, ao estilo oitocentista da Viagem à Roda da Parvónia (Gil Vaz, pseud.). O livro caricaturiza Salazar e a parte da nação que o aplaudia e perpetuava numa descarada busca de benesses e privilégios. Caricatura feroz, que João Abel Manta reforça com os seus desenhos igualmente corajosos. As primeiras linhas desta alegoria anunciam desde logo o que vai seguir-se: «[...] não há muito tempo existiu no Reino do Mexilhão um imperador que na ânsia de purificar as palavras acabou por ficar entrevado com a paralisia da mentira. Ainda lá está, dizem. E não é homem nem estátua porque a ele, sim, roubaram-lhe a morte. Não faz parte deste nosso mundo nem daquele para onde costumam ir os cadáveres, embora cheire terrìvelmente. Quando muito é isso, um cheiro. Um fio de peste a alastrar por todas as vilas do império. [...]» O sabor da narrativa espraia-se daí em diante, mesmo os personegens de Cardoso Pires têm nomes de cena que, só por si, dizem tudo, como o Juiz das Causas Combinadas, ou frei Pantaleão das Bulas. É a contemporânea História de Portugal, o seu resumo imediato, desfiando-se como reportagem por dentro do regime sócio-político vigente na altura, e igual a si próprio, até ao capítulo Epílogo, este uma pequena obra-prima da literatura panfletária portuguesa. Lá se lê, com um sorriso amargo e um aperto no estômago, como foi possível mascarar o colapso da governação de Salazar, sem que o próprio disso se apercebesse, após a sua queda da cadeira em Agosto de 1968 e até Julho de 1970, enquanto o seu sucessor, Caetano, contava as espingardas e garantia um lugar na vergonha pátria.

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domingo, novembro 25, 2018

Casas Portuguesas


RAÚL LINO

Lisboa, 1933
Edições de Valentim de Carvalho
1.ª edição
28,4 cm x 20,7 cm
120 págs. + XXIV estampas em extra-texto
subtítulo: Alguns Apontamentos Sobre o Arquitectar das Casas Simples
profusamente ilustrado
impresso sobre papel Mezena de fabrico manual, sete das estampas são impressas a cor sobre couché mate
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
exemplar da tiragem especial
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da concepção habitacional salazarista, imortalizada num fado de Amália, que – é de sublinhar – também trabalhava para a empresa de Valentim de Carvalho. Embora a versão frugal da cantora se destinasse aos explorados (a célebre «alegria na pobreza» entre «quatro paredes caiadas»), o conceito aqui, apesar de rico, é o mesmo e idêntica é a finalidade integradora da população em geral.

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Casas Portuguesas


RAÚL LINO

Lisboa, 1933
Edições de Valentim de Carvalho
1.ª edição
22,2 cm x 16,7 cm
120 págs. + XXIV estampas em extra-texto
subtítulo: Alguns Apontamentos Sobre o Arquitectar das Casas Simples
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado, sete das estampas são a cor
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
150,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Raul Lino – O Artista e a Obra


AULO-GÉLIO SEVERINO GODINHO

Porto, 1972
Associação Portuense de Ex-Libris
1.ª edição
separata n.º 57 de Arte do Ex-Libris
27,2 cm x 20,5 cm
4 págs. + 18 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 110 de uma tiragem limitada a 200 exemplares numerados e assinados pelo Autor
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante estudo acerca de um aspecto da arte de Raul Lino menos conhecido dos leitores.

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sábado, novembro 24, 2018

Manual dos Jogos ou Collecção dos Jogos Mais Usados na Boa Sociedade tanto de cartas, como de dados



[ANÓNIMO]

Lisboa, 1887
Livraria Editora de Joaquim José Bordalo
«terceira edição augmentada»
17,1 cm x 11,4 cm
288 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação recente em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Acasos da Fortuna ou Livro de Sortes Divertidas



A. A. DE AMARAL

Lisboa, 1866
Imprensa de F. X. de Sousa & Filho
1.ª edição
11,7 cm x 9,5 cm
4 págs. + 156 págs.
subtítulo: Em que por virtude de dois dados, vem cada um no conhecimento do estado, riqueza, heranças, amizades, fortunas, etc. que terá; e outras muitas e galantes Sortes. E um novo methodo de fazer mais de mil decimas unicamente com o trabalho de lançar os dois dados. Um tratado das Sinas ou dos effeitos e prognostico dos doze signos do anno
encadernação coeva em meia-inglesa com muito elegante gravação a ouro na lombada
não aparado
sem capas [?] de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Le Livre des Patiences



MADAME DE F***

Paris, 1850
Chez Martinon / Dentu et Garnier
7.ª edição
14,6 cm x 9,6 cm
108 págs.
encadernação coeva em meia-inglesa com elegante gravação a ouro na lombada
pouco aparado
sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

O simpático «Avertissement» à obra diz tudo:
«Ce petit ouvrage est destiné et dédié comme délassement aux personnes occupées, et comme occupation aux personnes qui n’ont rien à faire.»

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Manual do Charadista


LUCIO MARCOS

Lisboa, 1909
Parceria A. M. Pereira – Livraria Editora
[1.ª edição]
14,4 cm x 9,6 cm
224 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar estimado, restauros toscos na lombada; miolo limpo, algumas páginas finais apresentam ligeiro trabalho de traça sem afectar o texto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Auxiliar do Charadista


JOSÉ DA SILVA BANDEIRA

Lisboa, 1906
Empreza da Historia de Portugal, Sociedade Editora
[1.ª edição]
21,1 cm x 15,5 cm
VI págs. + 336 págs.
ilustrado
encadernação em tela encerada, gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas de posse rasuradas nas págs. III e V
ostenta no verso da pasta anterior o ex-libris de Victor de Ávila Perez
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Trata-se de uma espécie de compilação selectiva de vocabulário organizado tematicamente segundo as incidências mais recorrentes, e que pode constituir um excelente recurso para os amadores de palavras cruzadas.

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Tratado Completo do Jogo das Damas Clássicas


HENRIQUE DA CUNHA
pref. Martins Oliveira

Porto, 1949
Editora – Livraria Progredior
2.ª edição
19,2 cm x 12,9 cm
184 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de abertura do autor:
«[...] O jogo das “Damas” é um agradável passatempo, próprio para exercitar o espírito; é uma bela ginástica para o cérebro. Ele habitua as jovens inteligências à reflexão e à indução, prepara-as para as combinações importantes do grande jogo da vida.»

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quarta-feira, novembro 07, 2018

Teatro Moderno


LUIZ FRANCISCO REBELLO
grafismo de Victor Palla

Lisboa, 1957
ed. Autor / Círculo do Livro, Lda. (dist.)
1.ª edição
23,2 cm x 25,3 cm (oblongo)
348 págs. + XXVIII folhas em extra-texto
subtítulo: Caminhos e Figuras – Uma Antologia
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior, extra-textos impressos em rotogravura
corte do papel carminado à cabeça
encadernação editorial gravada a amarelo e branco na pasta anterior e na lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
115,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais importante panorâmica sobre a história do teatro na primeira metade do século XX. Num outro plano, é um livro modelo de bom gosto e sobriedade na execução gráfica.

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Teatro Moderno



LUIZ FRANCISCO REBELLO

Lisboa, 1964 [aliás, 1965]
Prelo – Sociedade Gráfica Editorial, L.da
2.ª edição
22,9 cm x 18,2 cm
594 págs. + 11 folhas em extra-texto + 10 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Caminhos e figuras
ilustrado no corpo do texto e em separado
miolo impresso a duas colunas
encadernação editorial inteira em sintético gravado a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota introdutória do autor:
«Mais do que uma reedição – justificada, aliás, pelo êxito lisonjeiro e (diga-se a verdade) inesperado que a primeira alcançou – é pràticamente um novo livro que se oferece agora ao leitor. [...]»

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Teatro Português


LUIZ FRANCISCO REBELLO [pref. e org.]
et alii
capa e grafismo de Victor Palla

Lisboa,
Edição do Autor (dist. Círculo do Livro, Lda.)
1.ª edição
2 volumes (completo)
23,5 cm x 26 cm
LXXX págs. + 660 págs. (num. contínua) + [9 + 16 folhas em extra-texto]
subtítulo: Do Romantismo aos nossos dias: cento e vinte anos de literatura teatral portuguesa
ilustrados
encadernações editoriais inteiras em tela encerada
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
160,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


terça-feira, novembro 06, 2018

Escola Académica




Lisboa, s.d. [circa 1949]
Escola Académica [dir. Mário Neuparth]
s.i.
24,6 cm x 19,1 cm
16 págs.
subtítulo: A mais antiga escola particular do país
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
inclui boletim de inscrição e folha-volante com o preçário de frequência
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Internato e externato, fundado em 1847, para o sexo masculino, vocacionado na instrução primária, no ciclo preparatório do ensino técnico, e nos cursos liceal e comercial, com professores especializados na educação moral, física e intelectual dos seus alunos.
Do preçário, uma medida não tanto pedagógica como mercantil: «Os alunos externos poderão mandar aquecer o lanche na Escola mediante o pagamento mensal de 15$00 ou trazê-lo quente de casa.»

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Escola de Regentes Agricolas de Evora 1932-1933



[ANÓNIMO]

Évora, s.d. [1932]
[Grafica Eborense]
s.i. [1.ª edição]
21,8 cm x 16,4 cm
24 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELAS ASSINATURAS DE UM VASTO CONJUNTO DE ALUNOS ENTRE OS QUAIS FIGURA O CONHECIDO VASCO CORREIA PAIXÃO
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escola fundada em 1931. O vertente folheto promocional dá a conhecer as instalações, assim como «o que os candidatos á matrícula devem apresentar», preços de inscrição e matrícula, mas também a lista do que devia constituir o «enxoval» para os alunos internos: colchas, fronhas, lençóis, toalhas, escova e tesoura para as unhas, roupa de corpo, capote alentejano, botas altas, etc.

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segunda-feira, novembro 05, 2018

O Monstro Alemão


GUERRA JUNQUEIRO
pref. Alberto de Aguiar

Porto, Novembro de 1918
Officinas de “O Commercio do Porto”
1.ª edição
2 págs. + 22 págs.
subtítulo: Atila e Joana d’Arc
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um raro opúsculo com versos oferecidos por Junqueiro à Junta Patriótica do Norte, cujo produto da venda se destinava à assistência aos órfãos da guerra de 14-18.

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O Crime


GUERRA JUNQUEIRO

Porto – Braga, 1875
Livraria Internacional de Ernesto Chardron
1.ª edição
17,4 cm x 12,2 cm
32 págs.
subtítulo: A Propósito do Assassinato do Alferes Brito
exemplar estimado; miolo limpo
discretas rubricas de posse na capa e no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui-se este poema na discussão aberta em Portugal acerca da abolição da pena de morte para crimes cometidos em meio militar, neste caso quando um soldado de infantaria assassinou o alferes Palma e Brito em 1874.

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Os Simples


GUERRA JUNQUEIRO

Porto, 1892
Typographia Occidental
1.ª edição
17,6 cm x 12 cm
2 págs. + 130 págs.
impresso sobre papel de linho
encadernação recente inteira em tela com as capas espelhadas
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse de Esther Cochat no frontispício
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Junqueiro, feito ainda em vida glória poética nacional por aqueles que de poética nada sabiam, foi um valor retórico que perdurou mesmo fora dos meios republicanos seus naturais. Não houve selecta escolar do Estado Novo que não tenha exibido, sem engulhos, a moleirinha-toque-toque-toque. «Mas apesar destas limitações hoje evidentes» – diz a História da Literatura Portuguesa de António José Saraiva / Óscar Lopes (15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989) –, «Junqueiro não teria conseguido identificar-se com tão vastas camadas da pequena burguesia, não teria exercido uma influência tão considerável, mesmo para além da sua época, se não dispusesse de certos meios extraordinários de expressão literária. Em primeiro lugar, o seu simplismo ideológico relaciona-se com uma flagrante visualidade de imagens: Junqueiro não pensa com finura, porque logo as ideias e sentimentos em alegoria ou imagem. [...] Por outro lado, a facilidade rítmica do verso junqueiriano colhe, nalguns poemas, certas tonalidades de emoção inapreensível para uma versificação menos espontânea [...]»

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O Pôrto do Romantismo


ARTUR DE MAGALHÃES BASTO

Coimbra, 1932
Imprensa da Universidade
1.ª edição
22,8 cm x 16 cm
VIII págs. + 240 págs. + 10 folhas em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os 75 Anos do Ateneu


A. DE MAGALHÃES BASTO
capa e ilust. Laura Costa

Porto, 1945
Edição do Ateneu Comercial do Pôrto
[1.ª edição]
23,6 cm x 17 cm
48 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais assinaturas de posse
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Silva de História e Arte


A. DE MAGALHÃES BASTO

Porto, 1945
Editora – Livraria Progredior de Manuel Pereira & C.ª
1.ª edição
19,4 cm x 13 cm
VIII págs. + 360 págs. + 21 folhas em extra-texto
subtítulo: Notícias Portucalenses: Mestres de pedraria, carpintaria, escultura e ensamblagem. Pintores. A Sé do Pôrto e seus anexos. Mosteiros, Igrejas e Capelas. A Tôrre de Pero Sem. Calmels e o monumento a D. Pedro IV. O Pôrto como meio musical
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
rubrica de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, novembro 04, 2018

A Última Tentação


NIKOS KAZANTZAKI
trad. Jorge Feio

Lisboa, 1966
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
20,5 cm x 15,1 cm
626 págs.
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a branco na pasta anterior e na lombada, sobrecapa a duas cores directas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial nas badanas:
«[...] Épica, tal foi com efeito a obra deste poeta da violência e do sol, o mais mediterrânico entre os grandes escritores do nossob tempo, o único a quem se teria podido conceder, ao mesmo tempo que o Prémio Nobel perdido no ano da sua morte, a longínqua sucessão do mais ilustre dos seus ancestrais: Homero.»

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quinta-feira, novembro 01, 2018

Méthode de Flûte du Conservatoire





[ANTOINE] HUGOT, 1761-1803
[JOHANN GEORG] WUNDERLICH, 1755-1819
gravado por Madame Le Roy

Paris, s.d. [1804]
Imprimerie du Conservatoire de Musique
s.i. [1.ª edição]
texto em francês
34,2 cm x 26 cm
2 págs. (rosto) + 4 págs. (catálogo de publicações) + 2 págs. + 154 págs. + 5 desdobráveis em extra-texto (grande formato)
encadernação coeva em meia-inglesa com cantos em pele
exemplar estimado, encadernação envelhecida; miolo limpo
registo de aquisição e posse na primeira folha-de-guarda
acondicionado num sóbrio estojo próprio de fabrico recente
PEÇA DE COLECÇÃO
1.400,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fenêtre Ouverte sur le Passé




YVONNE [ANNE-MARIE] DE BREMOND D’ARS
ilust. G. Levent

Paris, 1953
Éditions Henri Lefebvre
s.i. [2.ª edição]
27,3 cm x 18,8 cm
80 págs. + 14 folhas em extra-texto (sépias) + 5 folhas em extra-texto (policromias)
subtítulo: Confidences d’une Antiquaire
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 1020 de uma tiragem não declarada
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da obra poética da reconhecida antiquária parisiense especialista em mobiliário do século XVIII, que teve como palco de referência a sua loja no Faubourg Saint-Honoré. Yvonne, nascida em Nantes, era filha do conde Anatole Anne-Marie Alon Josais Hélie de Bremond d’Ars.

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