terça-feira, abril 30, 2019

“J’ Accuse…”



EMILE ZOLA
pref. Eugène Fasquelle

s.l. [Paris], 1948
Fasquelle Éditeurs
1.ª edição fac-similada
texto em francês
19,5 cm x 14,4 cm
12 págs. + 40 págs. + 4 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Lettre ouverte au Président de la République – 13 Janvier 1898 – reproduite en fac-similé avec un portrait d’ Émile Zola à l’époque de “J’ Accuse…”
exemplar envelhecido, restauro na lombada, mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição do cinquentenário da tomada de posição de Zola perante a condenação, em 1894, do oficial de artilharia francês judeu Alfred Dreyfus como traidor, baseada em documentos falsos que o davam como espião ao serviço da Alemanha. Embora tendo razão, será ele, Zola, quem acaba condenado por injúrias e difamação das altas patentes do exército francês, o que o obrigará a exilar-se em Inglaterra.

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«Acuso!...»



EMÍLIO ZOLA
trad. e pref. Jaime Brasil

Lisboa, 1949
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
160 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA SIGNIFICATIVA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE JAIME BRASIL A FERREIRA DE CASTRO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além do texto-matriz de Zola, temos aqui uma interessante compilação de vários documentos que o mesmo, à época, originou.

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segunda-feira, abril 29, 2019

Arte de Ganhar á Roleta



CUSTODIO RODRIGUES

s.l., s.d. [Paris (?), circa 1906]
s.e. [Typ. Aillaud & Cie. – Paris]
4.ª edição («muito augmentada»)
21 cm x 13,8 cm
280 págs.
exemplar estimado, pequeno furo na capa; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Teoria Fundamental do Metodo Dolivaes


RICARDO BARATA

Lisboa, 1915
Gremio do Metodo Dolivaes / Livraria de João Carneiro & C.ta (deposit.)
1.ª edição
18,6 cm x 12,5 cm
176 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Refere-se a Joaquim Dolivaes Nunes, curioso inventor de um modelo para ganhar no jogo da roleta, conhecido “método” que fez sucesso no início do século XX.

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quarta-feira, abril 24, 2019

Cravo Rubro Revolução


CÉSAR DE LA LAMA
trad. Ana Margarida
pref. Manuel Aznar
capa de Paiva

s.l., s.d. [Lisboa, 1974]
Edições Sedmay
1.ª edição
19,8 cm x 14,7 cm
240 págs
subtítulo: Golpe de Estado em Portugal
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reportagem levada a cabo por um jornalista espanhol, em cima do acontecimento, atento apenas ao encadeamento dos factos históricos e à palpitação social circundante.

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terça-feira, abril 23, 2019

Em Busca de um Ponto de Vista Crítico para a Cultura



ALBERTO PIMENTA

Braga, 1943
Editorial Nós
1.ª edição
19,5 cm x 13 cm
148 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Êste livro foi escrito em cumprimento da obrigação que os estatutos universitários impoem a todos os licenciados de apresentar uma tese. […]» – Assim começa o preâmbulo que o autor* faz à sua tese em ciências jurídicas, estudo que ele mesmo, desde logo, considera imaturo e muito imperfeito, mas que tem por necessário à compreensão do Estado Novo.

* Não confundir com o poeta e performer José Alberto Resende de Figueiredo Pimenta, nascido em 1937, erro grosseiramente cometido pela Biblioteca Nacional no correspondente verbete exibido na PORBASE.

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quinta-feira, abril 18, 2019

Poetas d’Hontem



BRANCA DE GONTA COLAÇO

Lisboa, 1915 [aliás, 1916]
Typographia Castro Irmão
1.ª edição
27,7 cm x 21,3 cm
88 págs.
subtítulo: Conferencia realisada na sede da Liga Naval, na tarde de 22 de maio de 1914
impresso luxuosamente a três cores directas sobre papel superior de linho
exemplar estimado; miolo limpo
é o n.º 182 de uma tiragem especial de 525 exemplares
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA NOMINAL DA AUTORA
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Garçonnices



A. MANSOS RIBEIRO
capa de Lima

Lisboa, s.d.
J. Rodrigues & C.ª (depositários)
2.ª edição
18,2 cm x 12,9 cm
112 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Povo e os Poetas Portugueses


AFFONSO LOPES VIEIRA

Lisboa, 1910
[ed. Autor]
Associação de Escolas Moveis (depositária)
1.ª edição
19,4 cm x 13,3 cm
2 págs. + 66 págs.
subtítulo: Conferência lida pelo autor no Teatro D. Maria II em 12 de Janeiro de 1910
ilustrado
composto manualmente em Elzevir
impresso sobre papel avergoado
exemplar com a capa manchada e sinais de traça à superfície; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Onde a Terra Se Acaba e o Mar Começa



AFONSO LOPES VIEIRA
capa de João Carlos [Celestino Gomes]
ilust. (retrato) Eduardo Malta

Lisboa, s.d. [circa 1940]
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
17,6 cm x 12,1 cm
128 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas de posse na capa e no ante-rosto
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Exposição Bibliográfica de Afonso Lopes Vieira [catálogo]



[JÚLIO EDUARDO DOS SANTOS, pref.]
grafismo de Luís Moita

Lisboa, Primavera de 1962
Grupo «Amigos de Lisboa»
1.ª edição
25,7 cm x 18 cm
58 págs. + 4 folhas em extra-texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do catálogo do acervo de «originais do poeta e escritos sobre a sua vida e obra» pertencentes à colecção do engenheiro agrónomo, mas também ensaísta, Júlio Eduardo dos Santos.

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A Momentosa Questão dos “Touros de Morte” em Portugal



JÚLIO EDUARDO DOS SANTOS
ALFREDO VIDIGAL DAS NEVES E CASTRO
RODRIGO GUERRA ÁLVARES CABRAL

Lisboa, 1933
Edição das Sociedades Protectoras dos Animais, de Lisboa e Pôrto, e Liga Nacional de Defesa dos Animais
1.ª edição
22,2 cm x 16,4 cm
48 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, capa com sinais de foxing; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Epígrafe impressa na capa:
«As campanhas pró “touros de morte” representam, sobretudo, um grande jôgo de interêsses, o que desassombradamente deve ser posto em destaque pelos que as combatem.»

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quarta-feira, abril 17, 2019

Crónica dos Tempos Idos


LUIZ TEIXEIRA

Lisboa, 1954
Câmara Municipal das Caldas da Rainha (patroc.)
1.ª edição
18,8 cm x 13 cm
40 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve memória cultural da Caldas da Rainha, sob a forma de conferência proferida pelo autor no Rotary Clube da localidade.

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Lisboa e os Seus Cronistas


LUIZ TEIXEIRA

Lisboa, 1943
Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
66 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da palestra proferida por Luís Teixeira no acto de entrega de um prémio literário ao escritor Luís Pastor de Macedo, é de crucial importância a longa resenha bibliográfica de «Algumas obras dos cronistas, dos estudiosos e dos poetas de Lisboa», que completa a vertente brochura, e cujas espécies nos são apresentadas distribuindo-se pelos séculos, com início no século XII.

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Memoria Sobre os Combates da Travanca



MANUEL JOSÉ DA CUNHA BRANDÃO

Viana, 1910
Typ. d’André J. Pereira & Filho
1.ª edição
22,1 cm x 13,9 cm
24 págs.
exemplar estimado, mancha na capa; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estava-se em 1662, os anos finais da guerra da Restauração, lutava-se ainda contra Castela na consolidação da autonomia nacional. Resume o vertente folheto os confrontos em Travanca e Terras de Coura.

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terça-feira, abril 16, 2019

Dictionary of Sri Aurobindo’s Yoga



SRI AUROBINDO
org. M. P. Pandit

Pondicherry (Índia), 1973
Dipti Publications – Sri Aurobindo Ashram
2.ª edição
texto em inglês
22,3 cm x 14,7 cm
4 págs. + 316 págs.
encadernação editorial com a pasta anterior e a lombada gravadas a azul ultramarino
provavelmente com falta da sobrecapa [?]
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição da comunidade (ashram) espiritual formada na Índia em torno dos ensinamentos do poeta-filósofo, nacionalista e yogi Sri Aurobindo (1872-1950).

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Teilhard de Chardin and Sri Aurobindo


K. D. SETHNA

Varanasi (Índia), 1973
Bharatiya Vidya Prakasan
1.ª edição
texto em inglês
18,3 cm x 12,7 cm
XII págs. + 140 págs.
subtítulo: A Focus on Fundamentals
encadernação editorial em tela gravada a ouro na lombada, sobrecapa monocromática
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
450,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma abordagem comparativa entre o pensamento do padre-filósofo Pierre Teilhard de Chardin (1881-1955) e o de Sri Aurobindo (1872-1950), poeta, guru e filósofo do yoga integral, estudo levado a cabo pelo também poeta hindu Kaikhushru Dhunjibhoy Sethna (1904-2011).

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Espelho Cego


SALETTE TAVARES

Lisboa, 1957
Edições Ática
1.ª edição
19,5 cm x 13,4 cm
88 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Maria de La Salette Arraiano Tavares de Aranda (1922-1994), que nasceu em Lourenço Marques mas é de idioma estético continental, «[...] dedicou-se a partir de 1949 a estudos especializados de filosofia, estética, linguagem e teoria da arte [...]», o que veio a desembocar na publicação avulsa por revistas de «[...] estudos de filosofia, inspirados no signo do existencialismo cristão. [...] A sua actividade no âmbito da poesia espacial começou no final dos anos quarenta, tendo colaborado em Poesia Experimental e Hidra e participado de Visopoemas (1965). Jorge de Sena chamou a atenção para o facto de “as suas experiências de expressão, que utilizam ironicamente o material sentimental da poesia menos modernista, [exprimem] por vezes com uma força notável, um drama de libertação interior”. [...]» (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. V, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2000)
Espelho Cego, foi o seu livro de estreia, e deixava adivinhar o que veio depois... Os seus amigos juntaram-se para atribuir-lhe o Prémio do PEN Clube português pela edição da obra reunida em 1992...

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Apresentação do Rosto


HERBERTO HELDER
capa de Espiga Pinto

Lisboa, Maio de 1968
Editora Ulisseia Limitada
impresso na tipografia do «Jornal do Fundão» de António Pauloro
1.ª edição
18,8 cm x 12,4 cm
220 págs.
reproduz na badana uma das raras fotografias do Autor
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente aberto
PEÇA DE COLECÇÃO
420,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do livro mítico que HH tentou, ao longo dos anos, fazer desaparecer da sua bibliografia. Apreendido pela polícia in situ na casa editora, poucos volumes sobreviveram, quer à rusga quer ao próprio Autor. Hoje em dia – após um árduo percurso de escassa circulação clandestina – aqueles que surgem à venda são quase sempre os mesmos exemplares, que têm vindo a passar de mão em mão dos coleccionadores.
Exactamente devido a um historial assim, o renegado livro mereceu do poeta Manuel de Freitas um estudo que a casa & etc tornou público: Uma Espécie de Crime: Apresentação do Rosto de Herberto Helder (Lisboa, 2001).
Na época, a poucos dias de surgir o livro no mercado, HH respondia assim a uma entrevista conduzida por Maria Teresa Horta (A Capital, suplemento «Literatura & Arte», Lisboa, 10 de Abril de 1968):
«Com uma nova alegria no rosto, uma nova confiança nas suas palavras, Herberto Hélder fala-nos pausadamente, responde sem hesitações.
– Diz-se que tem um romance a sair brevemente, é verdade?
– Não é um romance. Pelo menos se considerarmos as noções do romance tradicional... É antes uma montagem de textos de natureza autobiográfica, tendo uma unidade subjacente de sentido e uma unidade evidente de estilo.
[...] A necessidade de escrever prosa parece ter-me surgido durante certo tempo de experiências muito concretas cuja essência eu ainda não apreendera, mas cujo carácter muito concreto e imediato pedia que fosse expresso. A poesia, para mim, não me parecia o melhor meio de revelar esta experiência e dela me libertar. Além disso, um ritmo novo aparecera na minha linguagem. Eu não sabia como adaptá-lo ao que considerava o meu ritmo pessoal de poema. [...]»
Surgia, então, este livro num momento em que, por assim dizer, o Autor encerrava um ciclo, e que se resumia à edição, também então recente, da sua “poesia toda” sob o título Ofício Cantante (Portugália Editora, Lisboa, 1967). Ou, como diz o próprio:
«[...] Atravessei depressa a juventude.
Tinha duas coisas – a alegria e o terror.
Percorri-os sem tomar fôlego.
Quando cheguei ao outro lado, encontrava-me em frente da maturidade – estupefacto. [...]»

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Ofício Cantante



HERBERTO HELDER
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1967
Portugália Editora
1.ª edição
19,6 cm x 14,5 cm
264 págs.
impresso sobre papel avergoado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
320,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da primeira vez que Herberto Helder (1930-2015) reúne a sua obra completa, não sem efectuar uma profunda revisão nos seus poemas, fazendo de livros passados um livro presente.

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Poesia Toda 1 e 2



HERBERTO HELDER
capa de Alda Rosa – Práxis

Lisboa, 1973
Plátano Editora, SARL
1.ª edição
2 volumes (completo)
[20,1 cm x 13,8 cm] + [20,3 cm x 14,4 cm]
300 págs. + 232 págs.
exemplares estimados; miolo limpo, à excepção das primeira e última folhas de cada volume e do verso das capas de ambos devido a repasse de fita-gomada, última folha do vol. 1 com sinais periféricos de traça
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tratava-se da segunda vez que o poeta Herberto Helder (1930-2015) reunia a sua obra poética, conservado para o primeiro volume (ou Primeira Parte) o título «Ofício Cantante», recuperado da sua anterior obra reunida, a que juntava agora, num segundo volume, «Movimentação Errática», abrangendo um período linguístico de óbvia errância estilística.

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Tempo de Orfeu


ALFREDO GUISADO
pref. Urbano Tavares Rodrigues
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1969
Portugália Editora
1.ª edição
20,2 cm x 14 cm
XX págs. + 2 págs. + 182 págs.
subtítulo: 1915-1918
ilustrado com o fac-símile do manuscrito do poema «Arabescos»
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lisboeta, apesar dos ascendentes na Galiza, Alfredo Pedro Guisado viveu entre 1891 e 1975. Fez um percurso cívico assinalável, sucessivamente como deputado republicano pelo Partido Democrático, vereador da Câmara Municipal de Lisboa e presidente do Conselho-Geral das Juntas de Freguesia de Lisboa e da Federação das Juntas de Freguesia de Portugal. Após a implantação do Estado Novo iremos vê-lo como opositor, também no meio jornalístico, tendo mesmo chegado a desempenhar o cargo de director-adjunto do jornal República. Ao longo da sua carreira artística – com reconhecidas participações nos periódicos literários de referência à época, a saber: A Renascença (dir. Carvalho Mourão), Orpheu 1 (dir. Fernando Pessoa), Exílio (dir. Augusto de Santa-Rita) e Sudoeste (dir. Almada Negreiros) –, para além do seu nome de baptismo conhecem-se-lhe, emulando por certo uma heteronimia pessoana, três pseudónimos: Filomeno Dias, Pedro de Menezes e João Lobeira. Enquanto poeta, a sua criação pode genericamente ser enquadrada num consciente afastamento estilístico do neo-garrettismo romântico e do saudosismo portuense promovido pel’A Águia – que ele praticou em livros anteriores à sua participação no primeiro número de Orpheu. Colara-se Guisado, por essa altura de 1914-1915, ao tom poético e à visão negativista de um Mário de Sá-Carneiro, o que, de passagem, o leva a acolher em convívio esse grupo de escritores e artistas plásticos nacionalistas que virão a estar entre os responsáveis pela verbalização do ressurgimento do poder autoritário e, em parte, pelo soçobrar dos ideais republicanos. Num outro plano, mais propriamente logístico, sendo a família dele proprietária do restaurante na Baixa lisboeta Os Irmãos Unidos, o poeta convinha ao grupo, pela sala-de-estar a cujas mesas muito debate intelectual se deu.

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segunda-feira, abril 15, 2019

O Tempo das Catedrais



GEORGES DUBY
trad. José Saramago
capa de Soares Rocha

Lisboa, 1979
Editorial Estampa
1.ª edição
21 cm x 14,5 cm
320 págs. + 32 págs. em extra-texto
subtítulo: A Arte e a Sociedade 980-1420
ilustrado em separado
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Passagens do texto:
«[…] Carlos Magno, aproveita os seus tesouros para construir uma capela. Antes dele, os seus antepassados, generosos para com os bispos, haviam sido nas terras de França os verdadeiros construtores das catedrais novas.
Edificada pelas esmolas dos reis que recuperavam o seu poder, a arte de França é, assim, por essência, como a arte de Cluny, arte litúrgica. […]
Nessa época [entre 1130 e 1280] em que se constroem os reinos, a interrogação torna-se mais ansiosa: quem, entre o espiritual e o temporal? – quem, entre o papa ou o imperador? – quem, entre a Igreja ou o rei, deve ter o poder soberano e tomar a direcção do mundo? E todas estas oposições tendem a fundir-se no seio dum último defrontamento, este fundamental, no conflito entre a crença ortodoxa e os desvios da heresia. […] Nos séculos XII e XIII, a presença herética, a ameaça herética, comandam todos os desenvolvimentos duma arte [o gótico] que se afirma em primeiro lugar como uma predicação de verdade. […]»

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A Pegada do Yeti


MARIA ALBERTA MENÉRES
[capa de Escada]

Lisboa, 1962
Livraria Morais Editora
1.ª edição
19,9 cm x 15,5 cm
48 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do livro de poemas mais importante da autora, de seu nome completo Maria Alberta Rovisco Garcia Menéres de Melo e Castro, que foi co-autora (com E.M. de Melo e Castro) das quatro sucessivas edições da antologia Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa.

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Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa




MARIA ALBERTA MENÉRES
E. M. DE MELO E CASTRO

[capa de Escada]


Lisboa, 1971
Livraria Moraes Editora
3.ª edição (revista, actualizada e com uma nova Introdução)
20 cm x 15,5 cm
LXXX págs. + 820 págs. + 44 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

É ainda hoje a única antologia poética panorâmica de referência para o que em língua portuguesa se escreveu após a Segunda Guerra Mundial. Dizem-nos os compiladores: «[...] 1945 não marca em Portugal nenhuma revolução ou movimento estético especial. Marca antes, o começo de uma nova tomada de consciência do modo de estar no mundo, que a pouco e pouco foi chegando até nós, alterando decisivamente o mundo em que desde então se vive. [...]»
As suas «três edições [aliás, quatro] podem ser até consideradas como três fases de uma só Antologia, revelando no seu conjunto um trabalho em processo, de um constante empenhamento e risco vivenciais» (palavras das Notas Iniciais).
Para além da rectidão na escolha de autores representados e de poemas, e da importância dos verbetes biobibliográficos individuais, há a sublinhar o precioso trabalho dos índices cronológico-descritivos com a proveniência dessas escolhas. Ainda hoje, exceptuando duas antologias dos anos 80 do século XX (uma pessoal, outra uma antologia-manifesto), nada de melhor ou sequer semelhante se fez pela Poesia portuguesa.

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Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa




MARIA ALBERTA MENÉRES
E. M. DE MELO E CASTRO
[capa de Escada]

Lisboa, 1959
Livraria Morais Editora
1.ª edição
20,1 cm x 16 cm
XXVIII págs. + 378 págs. + 1 folha em extra-texto + 6 desdobráveis em extra-texto
encadernação meia-francesa em pele com cantos também em pele, gravada a ouro na lombada
pouco aparado e carminado à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sexo / Espionagem


DAVID LEWIS
trad. Maria Guilhermina Ramalho
capa adaptada da edição original por Nuno Amorim

Lisboa, 1977
Fernando Ribeiro de Mello – Edições Afrodite
1.ª edição
20,9 cm x 14,7 cm
216 págs. + 8 págs.
subtítulo: A Exploração do Sexo pelos Serviços Secretos Soviéticos
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um livro acerca dos métodos utilizados no terreno pelo KGB para enlamear reputações e extorquir segredos sob chantagem – segredos políticos, industriais, militares e outros. Escrito para, ao diabolizar os outros, esconder culpas em casa própria, no caso os métodos das polícias de investigação ocidentais... que eram – e são – farinha do mesmo saco. O editor português, na sua cegueira anticomunista primária, embarca no logro...

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Secreto – Último Relatório Sobre a Situação Geral do País do ex-Ministério do Interior para a ex-PIDE/DGS


GOVERNO FASCISTA PORTUGUÊS
pref. Fernando Madureira

Lisboa, Maio de 1974
Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite
2.ª edição
20,9 cm x 14,8 cm
72 págs. [não numeradas]
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
conserva a cinta promocional
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição impressa na tipografia Casa Portuguesa, empresa umbilicalmente ligada à Editora Ulisseia, ambas propriedade da Abel Pereira da Fonseca (mercearias e vinhos).
Por vezes – quando o poder vigente cai na rua – a imprensa assume a sua melhor função: a denúncia da iniquidade e do horror. O vertente livro regista para a História da liberdade o fac-símile relativo aos derradeiros dias de vigilância diária levada a cabo por um regime político que só pôde sobreviver, por quase meio século, acantonado na superstição religiosa e no estado policial.

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Memórias de um Ajudante-de-Campo e Comandante de Polícia


SALGUEIRO REGO, capitão

Lisboa, 1955 e 1967
s.i.
[1.ª edição]
2 volumes
23,7 cm x 16,6 cm
[256 págs. + 12 folhas em extra-texto] + [XVI págs. + 176 págs.]
profusamente ilustrado a sépia o primeiro volume
exemplares estimados; miolo limpo, por abrir o segundo volume
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autobiografia de Joaquim de Lemos Salgueiro Rego (1886-?), cuja importância remete menos para o biografado do que para o seu testemunho acerca das personalidades de quem foi ajudante-de-campo, a saber: Gomes da Costa, Alves Pedrosa, Silva Basto e Carvalho Viegas. Entre os elogios que a ele são tecidos, e que vêm vastamente compilados na parte final do volume, encontramos o de Marcello Caetano, datado de 1942, fazendo este referência ao aplauso de Salgueiro Rego no que dizia respeito à importância do papel da Mocidade Portuguesa no enquadramento da juventude da época.

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Conceitos Económicos e Sociais da Nova Constituição


ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR

Lisboa, 1933
«Cadernos Corporativos» (separata)
1.ª edição
22,8 cm x 15 cm
16 págs.
subtítulo: Conferência realizada na Séde da Comissão Central da União Nacional em 16 de Março de 1933
acabamento com um ponto em arame
exemplar envelhecido mas aceitável, roído sem afectar o texto; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, abril 14, 2019

Problemas da Habitação


MANUEL VICENTE MOREIRA

Lisboa, 1950
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
24 cm x 16,5 cm
XVI págs. + 526 págs. + XXXII págs. + 3 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Ensaios Sociais
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A JOÃO ORTIGÃO RAMOS, EMPRESÁRIO DE CINEMA NETO DE RAMALHO ORTIGÃO
100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante tratado acerca das insuficiências na habitação em Lisboa, no imediato pós-guerra, redigido por um médico para quem as questões sociais e sanitárias ligadas à maternidade nortearam o seu trabalho.

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Lisboa Oriental



MANUEL VICENTE MOREIRA

Lisboa, 1934
Livraria Morais
1.ª edição [em livro]
24,4 cm x 17,4 cm
48 págs.
ilustrado
encadernação artística inteira em estopa com rótulo gravado a ouro e colado na pasta
não aparado, conserva a capa anterior da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim abre o autor a sua exposição:
«A maioria dos factos e fotografias reùnidas agora nestas páginas, foram publicadas durante o ano de 1930, no jornal A Voz.
Por êles documenta-se o estado sanitário deplorável da zona oriental da capital portuguesa, nêsse tempo.
Quem por aí passar hoje, encontrará alguns progressos, nomeadamente duas largas avenidas em construção (Jacinto Nunes, D. Afonso III) e muitos outros arruamentos com a respectiva rêde de esgôtos e abastecimento de água canalizada.
Destruiram-se, portanto, casebres e barracas velhas e imundas, afastaram-se estrumeiras, taparam-se fóssas, efectuaram-se terraplanagens, levantaram-se muralhas. [...]»

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Historia del Surrealismo


MAURICE NADEAU
trad. e prólogo de Raúl Navarro

Buenos Aires, 1948
Santiago Rueda – Editor
[1.ª edição]
22,2 cm x 15 cm
368 págs.
cartonagem editorial, sem a sobrecapa
exemplar manuseado mas aceitável, com pequenas falhas de cartolina na lombada; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Se o interesse pela cultura internacional de vanguarda do século XX estivesse vivo, o vertente livro seria considerado incontornável, nomeadamente esta tradução espanhola, que serviu então de apoio à comunidade poética na América Latina. Em 1938, a figura tutelar do movimento surrealista, André Breton, havia visitado no México a figura tutelar da revolução permanente, Trotski – que será assassinado em 1940 –, encontro que esteve na origem de um importante manifesto conjunto. A difusão de um tal documento atrairá as atenções de centenas de poetas de língua espanhola para esse movimento, cujo surto inicial datava dos anos 20 de Paris. O livro de Nadeau – benquisto entre os surrealistas – vinha, assim, satisfazer uma curiosidade e uma necessidade de correcta informação histórica e teórica.

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Les Manifestes du Surréalisme suivis de Prolégomènes à un Troisième Manifeste du Surréalisme ou Non


ANDRÉ BRETON

Paris, 1947
Éditions du Sagittaire
1.ª edição (reunida)
texto em francês
18,8 cm x 12 cm
216 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne pela primeira vez, num único volume, os documentos fulcrais à compreensão da passagem e contaminação revolucionárias do surrealismo francês.

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La Situation du Surréalisme entre les Deux Guerres




ANDRÉ BRETON

s.l. [Yale], s.d. [1942]
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
27 cm x 21 cm
34 págs. [17 folhas impressas apenas de um dos lados]
subtítulo: Discours aux Etudiants Français de l’Université de Yale (10 Décembre 1942)
impressão a mimeógrafo sobre papel avergoado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
tiragem de 250 exemplares, autenticada pelo Autor [«tirage limité à 250 ex. |  B [André Breton]»]
PEÇA DE COLECÇÃO
850,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da edição original desta rara conferência proferida por André Breton nos Estados Unidos, anterior, portanto, à sua reimpressão quer na revista nova-iorquina VVV (1943), quer em brochura nas edições Fontaine (1945) que Max Pol Fouchet, a partir da Argélia, fazia circular pela França ocupada.

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Le Surréalisme et la Peinture



ANDRÉ BRETON
pref. do editor Robert Tenger

Paris / Nova Iorque, 1945
Brentano’s, Inc.
1.ª edição [do vertente conjunto; «Achevé d’imprimer le deux avril mil neuf cent quarante cinq sur les presses de l’Imprimerie Albert Martin, Inc., New York»]
26 cm x 18 cm
208 págs. + 76 págs.
subtítulo: Suivi de Genèse et Perspective Artistiques du Surréalisme et de Fragments Inédits
profusamente ilustrado a preto e a cor
encadernação editorial em tela impressa a prata, com cromo colado na pasta anterior
exemplar como novo
225,00 eur (IVA e portes incluídos)

A II Guerra Mundial levou inúmeros intelectuais e artistas a abandonar a Europa rumo ao novo continente, numa sangria do espírito e da imaginação. Entre os resultados de uma acção revolucionária ininterrupta, apesar da dispersão dos grupos, veio a beneficiar um público nova-iorquino até aí meio atordoado com o decorativismo de Norman Rockwell. O surrealismo de André Breton – e mesmo o dadaísmo cínico de Marcel Duchamp – deixaram rasto (a pop art, por exemplo, não passa de um neo-dadaismo tornado industrial, de linha-de-montagem). É neste contexto, por assim dizer de “emigração”, que surgem nos Estados Unidos várias publicações, artigos, filmes, conferências, mostras, etc., das correntes poéticas e outras, protagonizadas pelos seus pioneiros e mentores da primeira hora. O vertente livro encaixa-se nesse perfil.

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Ode à Charles Fourier



ANDRÉ BRETON

Paris, 1947
Aux Éditons de la Rue Fontaine
1.ª edição
28,5 cm x 17 cm
4 págs. + 52 págs.
encadernação recente em meia-francesa com cantos em pele e gravação a ouro na lombada
corte dourado à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta no verso da primeira folha-de-guarda o ex-libris do neo-realista Joaquim Pessoa
é o n.º 460 da parte da tiragem impressa sobre velino
PEÇA DE COLECÇÃO
650,00 eur (IVA e portes incluídos)

Longo poema escrito numa inequívoca celebração do rompimento do grupo surrealista francês com o Partido Comunista local. Fourier representa, no contexto das ideias políticas, a vanguarda do comunismo libertário.

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Les Pas Perdus [junto com] Point du Jour



ANDRÉ BRETON
capas de H. Cohen

Paris, 1970
Éditions Gallimard
s.i. («nouvelle édition revue et corrigée», ambos)
16,5 cm x 11 cm
2 x 192 págs.
da prestigiada colecção Idées NRF [Nouvelle Revue Française]
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de dois títulos do mentor do movimento surrealista francês, que reúnem artigos estendendo-se no tempo entre 1917 a 1933, e cujo ensinamento estético-filosófico, mas sobretudo o ensinamento cívico, constituíram a pedra de arremesso da liberdade – e das liberdades – que as gerações do pós-II Guerra Mundial melhor ou pior souberam chamar a si. Terá sido o “movimento” dadá em Zurique o real desencadeador anárquico de uma modernidade consequente; terá sido o movimento surrealista parisiense o seu disciplinador teórico; do mesmo modo, terá sido a geração da Internacional Situacionista e levar à rua, à praxis revolucionária urbana, essa bandeira de que, não somente a poesia tem que ser feita por todos, como há que transformar o mundo, mudar de vida.

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Anthologie de l’Humour Noir


ANDRÉ BRETON [org.]

Paris, s.d.
Jean-Jacques Pauvert / Le Livre de Poche
3.ª edição [1.ª edição em livro de bolso]
16,5 cm x 11 cm
446 págs.
corte das folhas carminado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, abril 13, 2019

Novelas Escogidas




FERREIRA DE CASTRO
trad. Eugenia Serrano e Jose Ares
pref. Jose Ares

Madrid, 1959
Aguilar, S. A. de Ediciones
1.ª edição
texto em castelhano
18,5 cm x 13 cm
XXXII págs. + 1.288 págs. + 1 folha em extra-texto
inclui: Emigrantes; La Selva; Eternidad; Tierra Fría; La Lana y la Nieve; e La Misión
ilustrado
impresso sobre papel-bíblia
encadernação editorial inteira em sintético gravado a ouro na lombada e relevo seco nas pastas e na lombada
folhas-de-guarda impressas, corte carminado à cabeça
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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