segunda-feira, março 28, 2016

A Doceira Familiar


CLARA T. COSTA

Lisboa, s.d.
Emprêsa Literária Universal
6.ª edição («revista e aumentada»)
19,5 cm x 13,7 cm
96 págs.
subtítulo: Metodo pratico de fazer dôces, pudins, sorvetes, compotas, etc., etc.
exemplar estimado; miolo um pouco manchado nas primeiras seis folhas
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Esteio dos Fracos


Porto, 1902
Pilulas Pink
1.ª edição
19,3 cm x 13,7 cm
16 págs.
ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um breve almanaque editado pelo fabricante James Cassels do Porto, que representava em Portugal as referidas pílulas Pink, “medicamento” risível então vendido nas farmácias, e que se destinava a curar maleitas tão diversas como a anemia, a «debilidade infantil» (?), o linfatismo, o raquitismo, as escrófulas, a neurastenia, a senilidade precoce, a impotência, a paralisia, etc. É de crer, a esta distância temporal, que também servisse para polir metais e desentupir as sanitas...

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Dálias, Cravos, Rosas e Crisântemos


JÚLIO DE VASCONCELOS

Lisboa, s.d.
Henrique Torres – Editor
[1.ª edição]
18,8 cm x 13,5 cm
48 págs.
subtítulo: Sementeira – Reprodução, plantação, multiplicação e transplantação – Adubos – Doenças e tratamentos e Conselhos úteis
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da capa: «Guia prático e útil a todos os profissionais e amadores».

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As Hortas


[ANÓNIMO]

Porto, 1914
Livraria do «Lavrador»
[1.ª edição]
18,4 cm x 11,3 cm
144 págs.
subtítulo: Sua Cultura Racional
ilustrado
exemplar estimado, pequenas falhas de papel na capa; miolo limpo, papel oxidado
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Dona de Casa na Lavoura Portugueza



[ANÓNIMO]

Porto, 1927
Livraria do «Lavrador» / Officinas de O Commercio do Porto
[1.ª edição]
18,4 cm x 11,5 cm
104 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, março 27, 2016

Combate de Ruas


ROQUE D’AGUIAR, cap.

Lisboa, 1943
Ed. Autor
1.ª edição
21,6 cm x 16,1 cm
VIII págs. + 184 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Algumas Notas
ilustrado no corpo do texto e em separado
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
é o n.º 32 de uma tiragem limitada a 500 exemplares
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO GENERAL FERNANDO PEREIRA COUTINHO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de estudo sobre movimentações militares no terreno.

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Assuntos Ribatejanos


JOSÉ ESTEVAM

Lisboa, 1957
Edição de Couto Martins
1.ª edição
19,9 cm x 13,2 cm
116 págs.
subtítulo: Dados e comentários sobre lezírias, lavoura, latifúndio, indústria, colonização e regionalismo
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, março 25, 2016

Praia Nova



MATILDE ROSA ARAÚJO
capa de Augusto Sobral

Lisboa, 1962
Editora Lux, L.da
1.ª edição
19,2 cm x 13 cm
120 págs.
subtítulo: Histórias Simples
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Canticos Sadinos



ANUPLIO D’OLIVEIRA
ilust. Julião Machado

Lisboa, 1888
Typographia Mattos Moreira
1.ª edição
22,6 cm x 15,7 cm
158 págs.
subtítulo: Primeiros Versos
encadernação de amador em tela e papel de fantasia, sem rótulos, somente para preservação da obra
por aparar, conserva a capa anterior da brochura
exemplar oxidado mas aceitável, capa com falhas de papel; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA (NÃO ASSINADA) DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do pseudónimo em anagrama de Paulino de Oliveira, marido de Ana de Castro Osório.
O ilustrador Julião Machado (1863-1930), discípulo de Malhoa e de Rafael Bordalo Pinheiro, criador do periódico humorístico A Comédia Portuguesa, ficou conhecido também pelas suas belas gravuras para o livro O País das Uvas de Fialho de Almeida.

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Flores do Frio


CLÁUDIO BASTO
capa de [António] Manuel Couto Viana

Viana do Castelo, 1922
«Lusa»
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
4 págs. + 196 págs.
exemplar envelhecido, lombada com pequenas falhas; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Cláudio Basto (1886-1945), médico e redactor de jornais de província, a sua fina sensibilidade literária e conhecimentos científicos notabilizaram-no quer como etnólogo e filólogo, quer como co-director de publicações várias, de que se destacam a Límia e a Portucale.

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A Tentação de São Macário


EUGENIO DE CASTRO

Lisboa – Porto – Coimbra, 1922
«Lvmen» - Empresa Internacional Editora
1.ª edição
17,5 cm x 13,1 cm
64 págs.
encadernação inteira em pergaminho gravado a ouro nas pastas e na lombada
aparado, dourado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
apontamento a lápis no rodapé da pág. 12, caligrafia do poeta Silva Tavares
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Silva Tavares
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Saudades do Céo


EUGENIO DE CASTRO

Coimbra, 1899
F. França Amado – Editor
1.ª edição
18,8 cm x 12,4 cm
64 págs.
encadernação inteira em pergaminho gravado a ouro nas pastas e na lombada
aparado, dourado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris do poeta Silva Tavares
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Saudades do Céo



EUGENIO DE CASTRO

Coimbra, 1899
F. França Amado – Editor
1.ª edição
19,3 cm x 12,5 cm
64 págs.
exemplar estimado, sinais de cola de antigo rótulo na capa; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

A Caixinha das Cem Conchas


EUGENIO DE CASTRO

Lisboa – Porto – Coimbra, 1923
«Lvmen» – Empresa Internacional Editora
1.ª edição
17,5 cm x 12,2 cm
40 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


Camafeus Romanos


EUGENIO DE CASTRO

Lisboa-Porto-Coimbra, 1921
«Lumen» – Empreza Internacional Editora
1.ª edição
18 cm x 12,2 cm
96 págs.
elegantemente impresso sobre papel de linho não aparado
exemplar estimado, capa com resíduos de antiga cola; miolo limpo, fortemente impregnado de transpiração ácida de um outro papel que terá permanecido intercalado nas págs. 48-49
carimbos de entrada na biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa no frontispício
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Agostinho de Campos
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eugénio de Castro e Almeida (1869-1944) «[...], incapaz de uma inovação radical na poesia e mesmo de criar símbolos com uma ressonância poética que transcenda o maravilhoso sumptuário, contribuiu, todavia, para a reabilitação da intencionalidade artística, contra o preceito romântico da improvisação inspirada, que os parnasianos não tinham entre nós vencido; contribuiu deste modo para um orgulhoso culto da “arte pela arte” ou “esteticismo” [...]» (António José Saraiva / Óscar Lopes, História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989)

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quarta-feira, março 23, 2016

O Palhaço Francês





MARIA HELENA
ilust. Eduardo Malta

Lisboa, 1927
Edição da Emprêsa Diário de Notícias
1.ª edição
20 cm x 14,5 cm
64 págs.
profusamente ilustrado a preto no corpo do texto
é o n.º 7 da Biblioteca dos Pequeninos
exemplar estimado, com restauro na lombada; miolo limpo
os desenhos das págs. 7, 9 e 11 encontram-se coloridos a lápis
valorizado pela dedicatória da Autora ao «[...] Senhor Doutôr Joaquim Manso, ilustrissimo directôr do “Diario de Lisbôa” com a mais alta consideração e respeito [...]»
assinaturas de posse, no frontispício e na capa, de Maria Teresa Bordalo Pinheiro (Mitu), sobrinha-neta de Rafael Bordalo Pinheiro
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome completo Maria Helena Vaquinhas de Carvalho notabilizou-se discretamente com, pelo menos, dois prémios literários atribuídos pelo Estado Novo, a saber: Emissora Nacional, 1948 (concurso de poesia lírica); Secretariado Nacional da Informação, 1958 (concurso de conto).

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Arte de Beber o Vinho do Pôrto



J. C. VALENTE-PERFEITO
pref. Ricardo Spratley
ilust. Eduardo Malta

s.l. [Porto], 1935
Instituto do Vinho do Pôrto
1.ª edição
22,6 cm x 15,3 cm
4 págs. + 66 págs. + 2 folhas em extra-texto
impresso a duas cores e ilustrado com capitulares e vinhetas de fecho de capítulo e em cabeçalho, cromo em policromia colado na pág. 51, ilustrações de Malta em separado
corte das folhas do miolo serrilhado
exemplar estimado, capa um pouco suja; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma elegante peça tipográfica, que Richard Spratley, então presidente do Instituto, define como necessária à promoção nacional e internacional «[...] do precioso néctar esforçadamente produzido nas abruptas encostas da Região demarcada dos vinhos generosos do Douro [...]».

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terça-feira, março 22, 2016

Nós, os Hespanhoes...



MARIO SAA

Lisboa, 1930
[ed. do Autor]
Imprensa Lucas & C.ª
1.ª edição
21,4 cm x 15 cm
40 págs.
composto manualmente
exemplar envelhecido pelo tempo mas estimado; miolo limpo por abrir
conserva a cinta promocional
ostenta uma interessante dedicatória do Autor ao liberal Carlos Augusto Portugal Ribeiro: «Antes da Républica Espanhola este livrinho escrevi, e tu o lerás, meu velho Portugal.... Ribeiro!»
PEÇA DE COLECÇÃO

210,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994):
«[...] Nessa diversidade de trânsitos expressivos [entre o cosmopolitismo da Orpheu e o regresso do espírito agrário na Presença] afirma-se uma criatividade que, embora de vincado recorte modernista, não enjeita as raízes da tradição e até um certo gosto da sugestão arcaizante. [...]» Refere ainda o mesmo dicionário: a «[...] incursão, aliás pouco convincente, por um sociologismo de pretensa fundamentação rácica [...]».
A vertente brochura radicaliza, com muito fundamento histórico, o fosso cavado ao longo da raia portuguesa:
«[...] Pois bem! Os Portugueses e os hespanhoes não vieram duma mesma origem; nem os Portugueses estiveram nunca sob o dominio dos hespanhoes, nem se uniram a estes senão no Estado federado do Reino de Leão.
E embora viessem duma mesma origem nem assim poderiamos considerar os Portugueses uns filhos rebeldes dos hespanhoes mas, quando muito, os seus irmãos mais velhos.
Na verdade o reino de Leão, de que vieram Portugueses e castelhanos, era uma confederação luso-hespanhola na defeza contra o inimigo comum – o mouro [...]»

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Augusto dos Santos Abranches [manuscrito]




As Várias Faces
[junto com] carta do autor enviada de Lourenço Marques para Luanda a acompanhar o livro


Coimbra, 1943
Portugália
1.ª edição
23,5 cm x 17,2 cm
24 págs.
desenho da capa: Augusto dos Santos Abranches
composto manualmente em Elzevir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DO AUTOR AO DESTINATÁRIO DA CARTA
exemplar manuseado; miolo muito limpo
peça de colecção
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição da «Portugália, livraria e papelaria», fundada nos anos 30 do século XX pelo próprio Santos Abranches (financiado por José Marmelo e Silva), que, embora ligado a autores como Fernando Namora, Carlos de Oliveira ou João José Cochofel, depressa foi ostracizado pelos neo-realistas ortodoxos dado não cumprir, por meio da sua obra, o exercício de propaganda literária que então lhe era imposto. Em 1945 já se encontra imigrado em Moçambique, e é aí que dirigirá no Notícias o suplemento cultural «Sulco», página que revelou, entre outros, Rui Knopfli, José Craveirinha, Alberto de Lacerda.
A longa carta de 4 páginas que aqui se junta – datada de 30 de Julho de 1945 – constitui o comprovativo desta sua última actividade. Lá se pede ao poeta Tomaz Vieira da Cruz, a trabalhar então no jornal A Província de Angola, intercâmbio de colaborações entre os dois espaços de língua portuguesa. Mais ele projecta: estabelecer uma rede de troca extensível ao Brasil, Guiné, Cabo Verde e Índia... Está, pois, à vista a importância de um tal documento.

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As Várias Faces



AUGUSTO DOS SANTOS ABRANCHES

Coimbra, 1943
Portugália
1.ª edição
23,5 cm x 17,1 cm
24 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

Poemas de Hoje


AUGUSTO DOS SANTOS ABRANCHES
capa do Autor

Coimbra, 1942
Portugália
1.ª edição
23,1 cm x 17,7 cm
90 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


sábado, março 19, 2016

A Ciência Hermética


RÓMULO DE CARVALHO
[António Gedeão]


Lisboa, 1947
Cosmos [colecção Biblioteca Cosmos]
1.ª edição
18,7 cm x 12,9 cm
144 págs.
capa impressa retro e verso
ilustrado no texto com 10 figuras
cartonagem editorial
composto manualmente em Elzevir (e outros)
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta no ante-rosto o carimbo da Biblioteca do Sindicato dos Trabalhadores das Telecomunicações
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, que na qualidade de poeta é bem conhecido pelo pseudónimo António Gedeão, surge-nos aqui como pedagogo e historiador de uma parte da química por muitos tida na conta de charlatanismo... o que não é bem assim. A simplicidade da sua exposição fez deste breve livro um repositório, apesar disso, de conhecimentos consideráveis.

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O Embalsamamento Egípcio


RÓMULO DE CARVALHO
[António Gedeão]

Lisboa, 1948
Edições Cosmos [colecção Biblioteca Cosmos]
1.ª edição (versão cartonada pelo editor)
18,7 cm x 12,8 cm
224 págs. + 2 guardas impressas
ilustrado no corpo do texto
composto manualmente em Elzevir (e outros)
cartonagem editorial
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

O Cavaleiro das Sete Ilusões



JOÃO AMARAL JÚNIOR

Lisboa, 1967
Edição da Livraria Romano Torres – João Romano Torres & C.ª
s.i.
19,2 cm x 12,3 cm
224 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


terça-feira, março 15, 2016

Os Inéditos de Fernando Pessoa e os Critérios do Dr. Gaspar Simões


JORGE NEMÉSIO

[Lisboa], 1957
Edições Eros [ed. Autor]
1.ª edição
22,7 cm x 16,9 cm
80 págs.
subtítulo: Com seis poemas inéditos de Fernando Pessoa e seus heterónimos: Ricardo Reis e Vicente Guedes
composto manualmente em Elzevir na mítica Tipografia Ideal sita à Calçada de São Francisco
exemplar estimado, com alguma sujidade na capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assente, nesses avançados anos 50, que o trabalho de decifração da caligrafia de Pessoa e os critérios de compilação dos versos, por parte de João Gaspar Simões, enfermavam dalgum rigor, Jorge Nemésio – filho de Vitorino – propõe a metodologia de investigação pessoana a aplicar no futuro.

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Quinto Império


AUGUSTO FERREIRA GOMES
pref. Fernando Pessoa

Lisboa, 1934
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
25,4 cm x 16,7 cm
XXX págs. + 34 págs. (não numeradas)
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
97,00 eur (IVA e portes incluídos)

A importância profética e ocultista do prefácio de Fernando Pessoa supera em muito os versos do seu “discípulo” Augusto Ferreira Gomes (1892-1953), cujo Quinto Império devera ter sido publicado na revista Orpheu 3. Ferreira Gomes irá ser notado, sobretudo, pela sua brilhante direcção gráfica das edições do Secretariado de Propaganda Nacional.

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segunda-feira, março 07, 2016

Mundo Literário – Semanário de Crítica e Informação Literária, Científica e Artística




Lisboa, 11 de Maio de 1946 a 3 de Maio de 1947 (52 números); 1 de Maio de 1948 (último número)
dir. Jaime Cortesão Casimiro e Adolfo Casais Monteiro
ed. Luís de Sousa Rebelo
propriedade da Editorial Confluência, Lda.
53 números (colecção completa)
29,7 cm x 21,4 cm
51 x 16 págs. + 2 x 20 págs. + 1 folha-volante
profusamente ilustrados, texto distribuído por três colunas
acabamento com um ponto em arame
exemplares muito estimados; miolo limpo
apresentam-se na forma original de comercialização *, fascículos soltos acondicionados num elegante estojo de confecção manual recente
380,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revista literária a que a censura salazarista pôs termo. Passou-se assim, tal como evoca Jaime Cortesão Casimiro (ver Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX – 1941-1974, vol. II, 1.º tomo, Grifo, Lisboa, 1999):
«[...] A escolha dos colaboradores norteava-se por um critério obviamente não declarado, mas que não era difícil de inferir: o de não apoiarem ou colaborarem com o Estado Novo, tendo a maioria deles subscrito as famigeradas listas do MUD contra o Governo.
Não faltaram problemas com a Censura, que me cabia contactar nessas situações e, para evitar uma primeira suspensão, fomos forçados por ela a “Declaração” publicada no n.° 6.
A colaboração era remunerada e, em Maio de 1947, as dificuldades financeiras e dívidas acumuladas impuseram a suspensão, que anunciámos no n.° 52, de 3 de Maio de 1947. Consegui, ao fim de quase um ano, o apoio da Editorial Cosmos, gerida por Manuel Rodrigues de Oliveira, após contacto com o Prof. Bento de Jesus Caraça, e o n.° 53 surgiu em 1 de Maio de 1948, no qual se assinalava que Casais Monteiro abandonara o Corpo Directivo, continuando a dar-nos a sua colaboração. Foi o pretexto para a Censura decidir acabar com o semanário, invocando o que considerava uma intolerável guinada para a esquerda e denunciando em especial a sua falta de confiança no novo corpo directivo e na reportagem “Alfambras, Terras Perdidas” de Maia de Jesus [acerca da miséria da população algarvia]. Desde então, a Censura recusava-se a devolver, visadas ou cortadas, as provas dos textos a publicar. E quando insistíamos por carta para saber as razões da sua atitude, era-nos respondido apenas que confirmavam o que sobre o assunto haviam dito ao director Jaime Casimiro.
Ainda cheguei a procurar António Ferro que me remeteu para Luís Forjaz Trigueiros, salvo erro ao tempo Director do Diário Popular. Ao contactar este último, tornou-se claro que se pretendia tutelar por este meio o Mundo Literário. Desistimos então. [...]»

* Os exemplares que chegaram até nós assim preservados não devem ser aparados, cosidos ou encadernados, dada a importância do seu testemunho físico, enquanto peças para a história das artes tipográficas e editoriais; a sua conservação dentro de estojos, de que o vertente exemplar constitui modelo, é a mais correcta.

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Canal – Revista de Literatura



Abrantes, Março de 1998 a Verão de 1999
dir. Augusto Oliveira Mendes
ed. Palha de Abrantes / Editorial Renascimiento (Sevilha)
6 números (colecção completa)
29,5 cm x 18 cm
6 x 64 págs.
exemplares como novos
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração ibérica, entre muitos outros, de José Colaço Barreiros, Vergílio Alberto Vieira, António Cabrita, Manuel Gusmão, Mário Cláudio, Adília Lopes, Paulo Teixeira, João Manuel Bretes, Gastão Cruz, Lídia Jorge, José Miguel Silva, Gil de Carvalho, etc., e, pelo lado espanhol, Francisco Brines, Fernando Ortiz, Juan Luis Panero...

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Ver e Crer – Cada assunto vale um livro




Lisboa, Maio de 1945 a Abril de 1950
direcção de José Ribeiro dos Santos e Mário Neves
colecção completa (57 números em 10 volumes)
9 x [18,3 cm x 13,5 cm] + 1 [19,2 cm x 14 cm]
[7 x 128 págs.] + 136 págs. + [4 x 128 págs.] + 132 págs. + [40 x 128 págs.] + [2 x 130 págs.] + 128 págs. + 126 págs.
nove volumes com encadernação editorial em linho cru impresso a uma cor e relevo seco nas pasta anterior e lombada reunindo cinquenta e quatro revistas, e um estojo igualmente em linho cru sem qualquer impressão acondicionando os três últimos números da revista
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo limpo
com discretas assinaturas de posse
250,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revista muito popular, de uma cultura abrangente, em que artes visuais e a escrita criativa vão de braço dado com a divulgação técnica, o direito, a medicina, etc. O modelo é as Selecções do Reader’s Digest, embora abertamente progressista. São de notar, entre a confortável centena de colaboradores, nomes de pintores e desenhadores como Abel Manta, António Lino, António Pedro, Barata Feyo, os incontornáveis Bernardo Marques e Manuel Ribeiro de Pavia, Carlos Botelho, Dórdio Gomes, Eduardo Anahory, Fernando Azevedo, Fred Kradolfer, Jorge Barradas, Leal da Câmara, Marcelino Vespeira, Maria Keil, Roberto Nobre, Stuart Carvalhais, e muitos outros. Nem o fotógrafo Horácio Novais está esquecido, sendo de sua autoria a capa do n.º 36.
Quanto aos escritores, então, os seus nomes brilham entre os maiores do pós-guerra: Adolfo Casais Monteiro, Alves Redol, António Sérgio, Aquilino Ribeiro, Armando de Castro, Armando Ferreira, Assis Esperança, Bourbon e Meneses, Branquinho da Fonseca, Cabral do Nascimento, Carlos Amaro, Carlos de Oliveira, Carlos Queiroz, Cassiano Branco, Castro Soromenho, Daniel Filipe, Diogo de Macedo, Faure da Rosa, Fernando Lopes Graça, Fernando Namora, Flausino Torres, Francisco Keil do Amaral, João Gaspar Simões, Gago Coutinho, Garibaldino de Andrade, Graciliano Ramos, Guilherme de Castilho, Henrique Galvão, Hernâni Cidade, João de Barros, João de Freitas Branco, João Pedro de Andrade, José Cutileiro, Ernesto de Sousa, José Gomes Ferreira, José-Augusto França, José Pedro Machado, José Rodrigues Miguéis, Manuel da Fonseca, Manuel Ferreira, Manuel Mendes, Manuela de Azevedo, Manuela Porto, Maria Lamas, Gustavo Matos Sequeira, Moses Amzalak, Norberto de Araújo, Norberto Lopes, Rocha Martins, Rómulo de Carvalho, Sebastião da Gama, Tomás Ribas, Urbano Rodrigues, Vergílio Ferreira, Vieira de Almeida, Vitorino Nemésio, etc.
Uma chamada de atenção para o número especial comemorativo do centenário do nascimento de Eça de Queirós (n.º 7) e para o n.º 19, que traz a lume «Um Trecho Inedito» do mesmo, suprimido à versão final do seu texto «Almanachs» no Almanach Encyclopedico para 1896.

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Cidadela – Cultura Viva


Viana do Castelo / Queluz, Outono e Inverno 1959
dir. Artur Anselmo, José Valle de Figueiredo e Rui de Abreu
grafismo de Helder Pacheco
colecção completa (2 números)
24 cm x 16,4 cm
[2 págs. + 38 págs.] + 36 págs. + 1 cartão (recolha de fundos)
acabamento dissemelhante, sendo o segundo caderno com dois pontos em arame
exemplares estimados, restauros subtis no primeiro caderno; miolo limpo
175,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessantíssimas colaborações, entre outros, de Artur Anselmo, Helder Pacheco e Armando Alves. Recorda, muito mais tarde, Artur Anselmo (ver Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX – 1941-1974, vol. II, 1.º tomo, Grifo, Lisboa, 1999):
«[...] A redacção do 1.° número, embora isso não esteja indicado na publicação, localizou-se em Viana do Castelo; a do 2.° em Queluz. Os colaboradores literários residiam nestas localidades e em Coimbra, enquanto os artistas [gráficos] eram todos do Porto. Vem a propósito salientar que a excelente qualidade da colaboração artística da Cidadela passou despercebida neste país de literatos empedernidos.
O inconformismo vagamente anárquico do 1.° número [...] não agradou à crítica encartada, cujo principal representante – João Gaspar Simões – se confessou incapaz de entender “esta geração”, por não saber “lá muito bem onde pô-la”. Posição semelhante veio dos sectores conservadores, como a revista Rumo, que fulminou a Cidadela numa crítica truculenta de Fernando Barros. Os dois ataques (o de Simões e o de Barros) aparecem alegremente transcritos na contracapa do 2.° número, sob o título de “Deu-la-Deu ressuscitada no tempo das vacas gordas”.»

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Nova Phenix Renascida



Coimbra, Julho de 1921
dir. Luiz Vieira de Castro [1898-1954]
n.º 1 [único publicado]
25 cm x 16,6 cm
32 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado, com a capa manchada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, do poeta Cabral do Nascimento. Importante é também a reprodução de duas cartas inéditas de Camilo Castelo Branco a José Cardoso Vieira de Castro.
O director da vertente publicação, nascido no Funchal e ligado à imprensa periódica na Madeira, destacou-se durante a I República como «[...] monárquico integralista convicto, [que] defendia a restauração da monarquia pré-liberal e o regresso à sociedade cristã e patriarcal tradicional, pugnando por uma monarquia orgânica, tradicionalista, antiparlamentar que se consolidasse no poder das corporações e dos municípios, sob o comando pessoal e incontestável do rei.
Em Coimbra [onde cursou Direito] conviveu com monárquicos integralistas e dedicou-se ao jornalismo fundando aí dois jornais académicos que defendiam este credo político, o Pátria Nova (1916) e o Restauração (1921) e colaborando ainda noutros. Em 1922, depois de concluída a licenciatura, regressa a casa e vai ser convidado pelo lugar-tenente do Rei, o madeirense Aires de Ornelas, para organizar a Causa Monárquica na Madeira. [...]
Aderiu ao Estado Novo e em 1934 entrou para a União Nacional chegando a deputado nas legislaturas de 1942-1945 e 1946-1949. [...]» (Fonte: Alberto Vieira, Emanuel Janes, Gabriel Pita e Abel Fernandes, História da Madeira, Secretaria Regional de Educação, Funchal.)

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domingo, março 06, 2016

Breves | instrucções | sobre | os partos | a favor das parteiras | das provincias, | feitas por ordem do ministerio




[JOSEPH] RAULIN, Mr.
trad. do francês por M. R. D. A.

Lisboa, 1772
Na Regia Officina Typografica *
1.ª edição
14,3 cm x 9,8 cm
12 págs. (não numeradas) + X págs. + 210 págs.
brochura apenas coberta pelo papel de protecção da época
carminada no corte
não inclui as gravuras referidas no fim do volume na «EXPLICAÇÃO DAS FIGURAS. Cada huma das doze Figuras feguintes reprefenta [...]» *
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel sonante, discreto restauro no frontispício
225,00 eur (IVA e portes incluídos)

Joseph Raulin (1708-1784), obstetra formado pela Faculdade de Medicina de Bordeaux, foi médico de Luís XV. A vertente obra, datada de 1769 com o título original Instructions succintes sur les accouchements en faveur des sages-femmes de province, e posta a circular por cá sob os auspícios do médico português Ribeiro Sanches, trata da formação moral e prática das parteiras, no sentido de estabelecer parâmetros científicos que enformassem a decisão de levar um parto por diante, ou, pelo contrário, de se optar pelo aborto. O texto é particularmente crítico do negócio inerente à actividade médico-cirúrgica.

* Gonçalves Rodrigues, in A Tradução em Portugal (vol. primeiro, 1495-1834, n.º 1.188, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 1992), refere, para o mesmo ano, uma edição na Off. José de Aquino Bulhões, cuja autoria ele atribui (erradamente) a Jean Raulin. Por seu turno, Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo X, n.º 379, Imprensa Nacional, Lisboa, 1883) refere o conhecimento de apenas 2 estampas, o que, na realidade, seriam 2 folhas desdobráveis com as 12 figuras.

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quarta-feira, março 02, 2016

Uma Viagem ao Valle das Furnas na Ilha de S. Miguel em Junho de 1840



BERNARDINO JOSÉ DE SENNA FREITAS

Lisboa, 1845
Na Imprensa Nacional
1.ª edição
34,8 cm x 25 cm (estojo)
XVI págs. + 106 págs. + 3 folhas em extra-texto (gravuras)
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo, ligeiras manchas periféricas nos extra-textos
brochura acondicionada em elegante estojo próprio de fabrico recente
PEÇA DE COLECÇÃO
480,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo VIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1867), Benardino de Sena Freitas nasceu em 1812 no Rio de Janeiro, apesar da sua forte ligação vivencial e literária ao arquipélago dos Açores. Para além de proprietário e redactor principal de periódicos regionais, foi membro correspondente da Academia Real das Ciências de Lisboa e funcionário da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar.

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Anais da Ilha Terceira [junto com] Apontamentos Topográficos, Políticos, Civis e Ecclesiásticos para a História das nove Ilhas dos Açores servindo de suplemento aos Anais da Ilha Terceira




FRANCISCO FERREIRA DRUMOND
pref. e notas de José Guilherme Reis Leite

Angra do Heroismo, 1981 e 1990
Governo Autónomo dos Açores – Secretaria Regional de Educação e Cultura / Instituto Histórico da Ilha Terceira
2.ª edição (fac-similada da 1.ª edição de 1850)
4 vols. + 1 vol. (completo)
[21 cm x 15 cm] + [24,5 cm x 18,5 cm]
[6 págs. + 2 págs. + VIII págs. + VI págs. + 716 págs. + 6 págs.] + [6 págs. + 6 págs. + 358 págs.] + [6 págs. + 4 págs. + 324 págs. + 150 págs.] + [6 págs. + 4 págs. + 384 págs. + 2 págs.] + [6 págs. + XXIV págs. + 2 págs. + 650 págs.]
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Francisco Ferreira Drumond (1796-1858) é considerado uma referência na historiografia açoreana, mas também se notabilizou como organista contribuindo largamente para a divulgação de música sacra.

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Versos do Reyno


ALBINO FORJAZ DE SAMPAIO

Lisboa, 1903
Empreza da Historia de Portugal Sociedade Editora – Livraria Moderna
1.ª edição
15,9 cm x 9,7 cm
64 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do segundo livro de Albino Forjaz de Sampaio (1884-1949), escritor que «[...] cultivou um naturalismo na linha de Fialho ou de Raul Brandão, onde desponta uma amarga sabedoria e um desencantado pessimismo, colhidos quer na filosofia de Nietzsche, quer na divulgação que na época foi dada a autores como o Schopenhauer de Dores do Mundo. Sobre uma base de amoralismo e cinismo vazados em formas convencionais, Forjaz de Sampaio consegue algumas páginas em que dá veemente testemunho de ambientes de grande miséria física e moral da cidade (sobretudo da cidade de Lisboa), salientando-se a sua grande capacidade para reproduzir do modo mais natural e espontâneo o linguajar desses mesmos meios. [...]» (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)

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A Cidade das Flores



AUGUSTO ABELAIRA
capa de António Ramos

Lisboa, 1959
Edição do Autor
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
344 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro de Abelaira, «uma estreia excepcional» (segundo Mário Dionísio). «O romance possui uma idade histórica – a nossa época – e uma idade psicológica – a do nascimento do amor, verde, fresco, primaveril à Boticcelli...» (José Fernandes Fafe).

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Enseada Amena


AUGUSTO ABELAIRA
capa de José Cândido

Lisboa, s.d. [1966]
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
304 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Abelaira seria um autor a redescobrir e a ser estudado se a nova geração de “narrativistas” mostrasse alguma curiosidade em ler os escritores nacionais que lhes prepararam o terreno para os todo-o-terreno das suas escritas de sucesso.

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