sexta-feira, agosto 31, 2018

Dizimar


PAULO DA COSTA DOMINGOS
capa de Carlos Ferreiro

Lisboa, 2018
ed. viúva frenesi
1.ª edição
19 cm x 13 cm
20 págs.
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplar novo
tiragem de apenas 150 exemplares
9,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Este lugar existe, fica
onde as soluções novas
se assemelham ao deserto
dos antigos problemas.

Diz-se: malha urbana,
o que desde logo
diz tudo; aí sorri-se
para as câmaras,

ou muito muito parvo
ou um pouco amedrontado:
¿será que esta camisa-de-forças
me assenta bem?... ¿e a cor?

A pista arrefeceu, estetize-s’o delírio,
neste baldio que as forças-da-ordem
nos deixaram à sua vil passagem:
o Vale das Artes, o Jardim dos Poetas.»

Paulo da Costa Domingos (nasc. 1953), autodidacta, escritor, editor, livreiro-antiquário. Vasta é a sua obra (consulte-se):

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quinta-feira, agosto 30, 2018

Jocasta


PAULO DA COSTA DOMINGOS
capa sobre fotografia de Rui Baião

Lisboa, 2018
ed. viúva frenesi
1.ª edição
19 cm x 13 cm
16 págs.
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplar novo
tiragem de apenas 150 exemplares
9,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do mais recente livro de versos do autor, que lhes acrescentou uma Nota Marginal:
«Alguns viram em Antígona a rebelde exemplar, que, ao opor-se à lei do tio, o expõe e à tirania do seu poder. É mentira. Trata-se de uma daquelas avaliações precipitadas, parcas de informação e discernimento, não raro germinadas nas mentes marxistas pós-leninismo. André Bonnard, o principal causador disso, foi ele mesmo um obediente propagandista de Estaline, admirando-lhe a sociedade ferreamente hierarquizada, totalitária, edificada em cima do cadáver dos sovietes.
Jocasta – mãe de uma Antígona filha do incesto – foi a autêntica figura subversora de uma ordem, não meramente no que é político, mas invertida, rasgada pelo ataque radical à estrutura da família enquanto átomo do corpo social. Jocasta, a inconveniente segundo os padrões morais vigentes nas sociedades ditas civilizadas, acabará morrendo, também, de certo modo emparedada, como a filha, sem fuga possível, enforcando-se. Dizem uns que sob o peso da culpa, dizem outros que por morte inglória de seus dois filhos.
Semelhantemente à Jocasta grega, até na desordem disseminada por amor a um jovem poeta, a Jocasta portuguesa morre solitária, num campo onde grassa o suicídio barbitúrico, o cancro, a corrupção e o alcoolismo da sua prole. Solitária e destroçada pelo veneno continuamente inalado das drogas que toda a vida facultou aos doentes e aos doridos.»

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Catulo


N. I. HERESCU

Coimbra, 1948
Coimbra Editora, Limitada
1.ª edição
23,2 cm x 15,2 cm
104 págs.
subtítulo: O Primeiro Romântico
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio do autor:
«[...] O livro de um Romeno acerca de um poeta latino, publicado em Portugal conforme uma edição italiana: este percurso de um trabalho, do extremo-oriental da latinidade ao extremo-ocidental, passando pela sua área central – elo após elo como numa cadeia – não é um sinal da coerência dos latinos, apesar de tudo o que acabamos de viver? [Herescu refere-se aqui à guerra que assolara a Europa] [...]
O meu o objectivo foi apresentar Catulo – a obra e o escritor – de forma tal que faça ressaltar a unidade espiritual da sua poesia [...].»
Do veronês Caio Valério Catulo (circa 87-57 a.C.) não nos chegaram senão um breve livro de versos, Carmina, e alguma notícia da sua vida. O suficiente para retermos a imagem de um lírico hedonista e amoroso de Lésbia, cultivando o desdém pela ordem imperial: são suas as palavras «Não pretendo de maneira nenhuma, ó César, ser-te agradável, e nem quero saber se és branco ou preto».
Nicolae I. Herescu (1906-1961), poeta e linguista romeno forçado ao exílio em 1944, acaba por chegar a Lisboa, onde o seu compatriota Mircea Eliade o acolheu e à sua família.

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Teclado Universal e Outros Poemas



FERNANDO LEMOS
pref. Jorge de Sena
[capa de Escada]

Lisboa, 1963
Livraria Morais Editora
1.ª edição [na presente forma]
20 cm x 15,5 cm
128 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR NUMA TARJETA EM SEPARADO «PARA O DR. ALFREDO CUNHAL»
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

O breve Teclado Universal (uma escassa trintena de páginas) vê-se aqui exumado da cova onde morreram, em 1953, os Cadernos de Poesia, acrescido de um vasto corpo de poemas inéditos ou dispersos, e de um prefácio em que Sena tenta revestir a pouca relevância surrealista de Fernando Lemos com o manto diáfano de uma História a contragosto do poeta maior Mário Cesariny.

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Eléments d’une Sociologie du Spectacle


RICHARD DEMARCY
capa de Pierre Bernard

Paris, 1973
Union Générale d’Éditions
1.ª edição
texto em francês
17,7 cm x 10,6 cm
448 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entre Brecht e Brook, o dramaturgo, encenador e teórico Richard Demarcy (1942-2018), cunhado de João Mota (Teatro da Comuna), com outras fortes ligações à contracultura portuguesa, faz no vertente estudo a história de uma arte que tudo tinha a ver com a transformação do mundo. Trata-se de um livro operativo – não de um cemitério de ideias.

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Salomé e O Leque de Lady Windermere


ÓSCAR WILDE
trad. Manuel Cabral Machado e Ersílio Cardoso

Lisboa, s.d.
Editorial Gleba, L.da
1.ª edição
19,5 cm x 13,1 cm
224 págs.
exemplar estimado, discretos restauros na lombada; miolo limpo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Para uma Contracultura


THEODORE ROSZAK
trad. Jorge Rosa
capa de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
20,9 cm x 13,7 cm
352 págs.
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para aqueles que se preocuparam, nos anos 60 do século XX, com mudar de vida e transformar o mundo foi este um dos ensaios de referência na reflexão e síntese das inquietações político-revolucionárias então em jogo. Theodore Roszak (1933-2011), tendo-se notabilizado pelo vertente livro, em rigor nunca deixou de expandir e aprofundar a história recente da América.

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Do It


JERRY RUBIN
pref. Eldridge Cleaver
[trad. anónima]
grafismo de Quentin Fiore

Paris, 1971
Éditions du Seuil
1.ª edição
texto em francês
20,6 cm x 14 cm
272 págs.
subtítulo: Scénarios de la Révolution
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no rodapé do frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota editorial na contracapa:
«Dans une vie antérieure, Jerry Rubin [1938-1994] était un jeune Américain sage aux cheveux courts. Il fit 20000 kilomètres pour rencontrer le Che à Cuba, qui lui dit quelle chance était la sienne de vivre et pouvoir se battre au cœur de “la Bête”: les U.S.A. A travers les luttes de ces dernières années, sur les campus, contre le Pentagone, à Chicago en 1968, Rubin est à l’origine de cette synthèse entre le courant hippie et le gauchisme des jeunes révolutionnaires blancs américains: le mouvement “yippie” dont ces pages sont à la fois le Manifeste, l’épopée, le manuel et la bande dessinée.
Préfacé par le leader des Panthéres noires Eldridge Cleaver [1935-1998], mis en page par Quentin Fiore (le “designer” de McLuhan) [...].»
É de assinalar que Rubin, após o apodrecimento da sua juventude, e como accionista numa conhecida marca de computadores, veio a tornar-se um modelo de virtude capitalista e homem de negócios multimilionário.

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Discurso Patético Sobre as Calamidades Presentes Sucedidas em Portugal | Seguimento do Discurso Patético, ou Resposta às Objecções e aos Murmúrios Que Esse Escrito Sobre Si Atraiu em Lisboa | O Cavaleiro de Oliveira Queimado em Efígie como Herético


FRANCISCO XAVIER DE OLIVEIRA
trad., posf. e notas de Jorge Pereirinha Pires
capa de pcd

Lisboa, 2004
frenesi
reed. das 1.as eds. (1756, 1757 e 1762)
19 cm x 13 cm
248 págs.
exemplar novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nunca anteriormente traduzidos, estes seminais textos do «protestante lusitano» prestam simultaneamente serviço à filosofia, à religião e à história do terramoto de 1755.

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Les Fleurs du Mal



CHARLES BAUDELAIRE
pref. Théophile Gautier

Paris, s.d. [circa 1900]
Calmann-Lévy, Éditeurs
s.i.
texto em francês
18,8 cm x 12,5 cm
4 págs. + 3 folhas em extra-texto + LXXX págs. + 350 págs.
encadernação em meia-francesa antiga com cantos em pele, gravação a ouro nas pastas, na lombada e nos remates da pele
aparado, sem capas de brochura, belíssimas folhas-de-guarda
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Por um lado, Baudelaire ter-se-á descoberto a si próprio como poeta “maldito” enquanto vertia para francês Edgar Allan Poe. Mas a sua “maldição” radicava no seu envolvimento solidário nas barricadas revoltosas de 1848, na sua crença feroz na divisa Tudo pelo povo, tudo para o povo; e depois, após a derrota popular, na sua devoção à aristocracia. Porque, disse ele algures: «Je comprends qu’on déserte une cause pour savoir ce qu’on éprouve à en servir une autre.» De certo modo, o ódio que, na época, a França votou aos seus versos, perseguindo-o, fazendo dele – pela negativa – o inovador solitário por excelência da poética corrente, está na raiz do movimento simbolista ateado por Verlaine, Mallarmé, Rimbaud, Lautréamont.

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O Pintor da Vida Moderna


CHARLES BAUDELAIRE
trad. e nota preliminar de Adolfo Casais Monteiro


Lisboa, 1941
Editorial «Inquérito», Ld.ª
[1.ª edição]
18,7 cm x 12,3 cm
80 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, com pequena falha de papel no topo da lombada; miolo limpo
carimbo e assinatura de posse na página de ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

O próprio tradutor julga tratar-se do primeiro ensaio do poeta parisiense vertido para português. Seguramente é um conjunto de reflexões importantes acerca até de aspectos das artes plásticas hoje arrumados na sociologia da vida quotidiana e do estilismo, como o «Elogio da Maquilhagem» ou essa caracterização de «O Dândi», que muitos por cá desejaram ter sido mas não passaram da cepa torta do marialvismo fadista.

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Sem Palavras Nem Coisas


ANTÓNIO-FRANCO ALEXANDRE

Lisboa, Novembro de 1974
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18 cm x 13 cm
64 págs.
composto manualmente na Tipografia Ideal sita à Calçada de São Francisco em Lisboa
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
peça de colecção
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante livro na obra de um poeta que muito contribuiu para a viragem da toada pós-poesia 61, trazendo de novo à história literária dos versos portugueses certa narratividade, não abstractizante nem evasiva. Robert Creeley, Robert Duncan, mas sobretudo Charles Olson, poetas do grupo artístico norte-americano Black Mountain, terão sido uma influência decisiva nessa sua libertação. Mas é preciso não esquecer que Pessoa, apesar de morto em 1935, através de Álvaro de Campos, sob a pressão de Walt Whitman, se mantinha ainda muito à frente.

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Poètes Contemporains


LÉON-GABRIEL GROS
capa de René Dessirier

Paris, 1951
Cahiers du Sud
1.ª edição
texto em francês
22,7 cm x 14,4 cm
256 págs.
subtítulo: Deuxième Série
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

André Breton, René Char, Henri Michaux, Audiberti, Henri Thomas, Jacques Prévert, são alguns dos poetas estudados nestes ensaios do também poeta Léon-Gabriel Gros (1905-1985).

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Sobre as Horas



FERNANDO ECHEVARRIA
[capa de Escada]

Lisboa, 1963
Livraria Morais Editora
1.ª edição
19,9 cm x 15,5 cm
56 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR EM SEPARADO «AO DR. ALFREDO CUNHAL»
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nascido em Espanha (1929), mas de pai português, podemos considerá-lo um poeta bilingue, e mesmo um antecipador da poesia rarefeita e abstractizante dos anos 61.

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Sobre as Horas


FERNANDO ECHEVARRIA
[capa de Escada]

Lisboa, 1963
Livraria Morais Editora
1.ª edição
19,9 cm x 15,5 cm
56 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Três Rostos


FIAMA HASSE PAIS BRANDÃO

Lisboa, 1989
Assírio & Alvim
1.ª edição
20,5 cm x 13,6 cm
120 págs.
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Testamento


FIAMA HASSE PAIS BRANDÃO
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1962
Portugália Editora
1.ª edição
20,5 cm x 12,5 cm
132 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, agosto 29, 2018

Dádiva



LUÍS AMARO
capa de Manuel Ribeiro de Pavia

Lisboa, 1949
Portugália Editora
1.ª edição
18,2 cm x 13 cm
104 págs.
exemplar estimado, falhas de papel na lombada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DO AUTOR AO ESCRITOR LUÍS FORJAZ TRIGUEIROS
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Diário Íntimo


LUÍS AMARO

Lisboa, 1975
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,1 cm x 13 cm
112 págs.
subtítulo: Dádiva e Outros Poemas
composto manualmente na mítica Tipografia Ideal (Lisboa) sob a direcção gráfica do artista tipógrafo José Apolinário Ramos
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR À ACTRIZ HERMÍNIA TOJAL
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

À falta de nenhuma, este livro, a propósito das suas reedições em 2006 e 2011, teve 3 recensões no Rol de Livros da Fundação Calouste Gulbenkian, 2 de Urbano Tavares Rodrigues e 1 de Rita Taborda Duarte, que são unânimes em sublinhar não se tratar de um livro menor de um Autor que cultivou amigos entre poetas e críticos literários. Durante longos anos, Luís Amaro foi funcionário dessa Fundação, onde desempenhou, obviamente, as funções de co-director da revista Colóquio / Letras...

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terça-feira, agosto 28, 2018

Amori di Dafni e Cloe [junto com] Gli Efesiaci








LONGO SOFISTA
SENOFONTE
trad. Annibal Caro [a] e versão de Anton M. Salvini [b]

Firenze (Itália), 1828 e 1829
Presso P. Borghi e C.
s.i.
2 volumes (vols. I e II da colecção Delizie Letterarie)
textos em italiano
9,3 cm x 6 cm
[2 págs. + 216 págs. + 1 folha em extra-texto (gravura)] + [136 págs. + 1 folha em extra-texto (gravura) + 8 págs. (catálogo editorial)]
encadernações editoriais em pele e papel marmoreado, elegante gravação a ouro nas lombadas
corte das folhas marmoreado a condizer com os papéis de fantasia das pastas e das folhas-de-guarda
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
LOTE DE COLECÇÃO
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se dos livros-miniatura Dafne e Cloé, de Longus, e Efesíaca ou Habrócomes e Ântia, de Xenofonte de Éfeso, ambos escritores clássicos gregos.

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Libelo Contra a Arquitectura Orgânica


PIERO BARGELLINI
trad. e pref. Fernando Amado

Lisboa, 1948
Edições Gama
1.ª edição
19 cm x 13 cm
176 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Deposito de Beton Armado para Agua



AUGUSTO VIEIRA DA SILVA

Lisboa, 1920
Tipografia do Comercio
1.ª edição
26,5 cm x 18,2 cm
32 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (grande formato)
subtítulo: Capacidade 350 m3
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Na adaptação do extincto Collegio de Campolide, em Lisboa, a hospital militar» – diz-nos Vieira da Silva na vertente memória descritiva –, «foi necessario, para a distribuição d’agua sob pressão para tratamentos therapeuticos, lavagens e outros fins, construir no ponto mais alto da cerca da propriedade, um deposito cylindrico com 350m3 de capacidade, assentando em 8 pilares que o elevam a cerca de 10m de altura sobre o nivel do solo, e tendo inferiormente ao terreno uma cisterna com 55m3,40 de capacidade, tudo de beton armado. [...]»

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Betão


CARLOS ANTERO FERREIRA
capa de Filipa Antero Ferreira
grafismo de Carlos Antero Ferreira

Lisboa, 1989
Passado Presente
1.ª edição
26 cm x 23 cm (álbum)
176 págs.
subtítulo: A Idade da Descoberta
profusamente ilustrado em duotone e a cor
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR «AO ENGENHEIRO PAULO DE LEMOS [...]»
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Carlos Antero Ferreira (1932-2017), para além da arquitectura e do exercício como professor catedrático, foi poeta e historiador.

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Breve História da Arquitectura


A. MATOS

Porto, 1955
Sociedade Editora Norte
1.ª edição
14,8 cm x 16,6 cm (oblongo)
2 págs. + 62 págs.
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Arquitectura


JOSÉ MANUEL FERNANDES
capa de Lígia Pinto

Lisboa, 1991
Imprensa Nacional – Casa da Moeda / Comissariado para
a Europália 91
1.ª edição
21 cm x 14,7 cm
168 págs.
colecção Sínteses da Cultura Portuguesa
profusamente ilustrado a cor
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Arquitecto e doutorado em História da Arquitectura, José Manuel Fernandes, para quem o urbanismo e a habitação em Portugal estiveram sempre no centro das suas investigações, junta nesta síntese os estilos e os exemplos mais óbvios da construção oficial através dos séculos, caldeando-os vagamente numas leituras de Orlando Ribeiro para referir-se muito de passagem – oito páginas – àquilo que designa por «arquitectura popular» ou «regional». No geral, o livro serve o fim a que se destinava: dar uma ideia do país aos estrangeiros, cativá-los a interessarem-se.


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Introdução à Arquitectura Moderna


J. M. RICHARDS
trad. Maria Manuela Ramos
capa do arquitecto Viana de Lima [sobre reprodução fotográfica de edifício projectado por Óscar Niemeyer]

Porto, 1961
Livraria Sousa e Almeida – Edições Sousa & Almeida, Lda.
1.ª edição
23,1 cm x 15,6 cm
148 págs. + 48 págs. em extra-texto (reproduções fotográficas)
ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, sir James Maude Richards, sendo arquitecto, notabilizou-se todavia pelos seus muitos escritos versando a arquitectura. Desempenhou, igualmente, o trabalho de edição na prestigiada revista inglesa Architectural Review. O vertente livro, do ponto de vista histórico, ainda hoje poderá constituir um excelente manual de trabalho para estudantes da disciplina.

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O Segredo da Aurora



JOEL SERRÃO
gravura de Rafael Bordalo Pinheiro (alusiva ao aparecimento da iluminação pública)

Lisboa, 1957
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,2 cm x 12,8 cm
44 págs.
subtítulo: Noite Natural e Noite Técnica
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante reflexão ensaística em torno do aparecimento da iluminação artificial e de como esta influiu nos comportamentos das sociedades (urbanas, nomeadamente, mas não apenas), do mesmo modo que dá nota do seu registo nas artes e ofícios. Se os antigos viviam nos limites do nascer e pôr do Sol, «Nos fins do século XVIII, Murdock (1754-1839) e Lebon (1769-1804) inventaram a iluminação a gás que faz a sua tímida aparição pública em Londres (1814), em Baltimore (1817), em Paris (1829). Na época, apesar do mau cheiro e dos perigos reais e imaginários que o gás trazia consigo, que revolução!»

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Vin de Porto – Exposition Internationale de Paris 1937



Porto, 1937
Instituto do Vinho do porto
1.ª edição
texto em francês
18 cm x 8,5 cm (fechado) [24,2 cm x 33,9 cm (aberto)]
1 folha impressa retro e verso dobrada em harmónio
subtítulo: Carte de la Région du Douro
impresso em retrogravura, monocromia e policromia
exemplar como novo
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma breve apresentação turística e agrícola da zona do rio Douro, editada aquando da presença de Portugal na Exposição de Paris em 1937.

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Douro


A. GUERRA TENREIRO

Águeda, 1941
Tip. Aguedense
1.ª edição
21,7 cm x 15,5 cm
190 págs. + XXXII págs.
subtítulo: Parte I – Esboços para a sua história económica – volume I: 1) Geografia económica do Douro nos séc. XVI e XVII; 2) Origens do comércio do vinho do Pôrto; 3) Tratado de Methuen; 4) Geografia económica do Douro no séc. XVIII; 5)Primeiras conclusões; 6) Apêndice: notas, documentos, estatísticas
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, agosto 27, 2018

Ode Maritime


FERNANDO PESSOA
trad. Armand Guibert

Paris, 1955
Pierre Seghers, Éditeur
1.ª edição
texto em francês
19,1 cm x 13 cm
64 págs.
cartonagem editorial com sobrecapa semelhante
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinaturas de posse na primeira folha-de-guarda e no ante-rosto
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Deve-se ao poeta Armand Guibert (1906-1990) as primeiras grandes batalhas a favor da publicação de Fernando Pessoa em França, quando os editores de lá não acreditavam na qualidade e os pessoanos de cá não abriam mão de um centavo num patrocínio.

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Ode Marítima


ÁLVARO DE CAMPOS [FERNANDO PESSOA]

Lisboa, 1959
Ática Limitada / Oficinas Gráficas da Editorial Império
3.ª edição [1.ª edição autónoma]
19,6 cm x 14,4 cm
48 págs.
capa impressa a uma cor e relevo seco
miolo impresso sobre papel avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
é o exemplar n.º 4 de uma tiragem declarada de 500 exemplares da edição comemorativa do 24.º aniversário da morte de Pessoa
valorizado pela longa dedicatória manuscrita da actriz Germana Tânger «Ao Professor Doutor Pierre Hourcade, ao seu brilhante espírito de investigador que tão fundo soube penetrar a alma complexa de Fernando Pessoa e que tanto brilho deu à comemoração do 24.º Aniversário do Poeta desta Ode [...]»
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Foi no Orpheu 2, em 1915, que esta Ode primeiro desafiou os leitores nacionais. A sua narratividade futurista, o seu verso branco livremente aberto à entrada do mítico navio na barra do Tejo, o seu atrevimento estético contra o naturalismo do século XIX acalentado até pelos republicanos então no poder, vinham dar razão de obra-prima da poesia mundial a um poema que sublinha despudoradamente o cínico triunfo da máquina tout court, e da “máquina” comercial, sobre o homem. E todavia, o seu verdadeiro autor, Pessoa, era partidário das mais retrógadas ideias políticas, as da direita monárquica e do integralismo lusitano...

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Ode Marítima


ÁLVARO DE CAMPOS [FERNANDO PESSOA]

Lisboa, 1959
Ática Limitada / Oficinas Gráficas da Editorial Império
3.ª edição [1.ª edição autónoma]
19,6 cm x 14,4 cm
48 págs.
capa impressa a uma cor e relevo seco
miolo impresso sobre papel avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
é o exemplar n.º 168 de uma tiragem declarada de 500 exemplares da edição comemorativa do 24.º aniversário da morte de Pessoa
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Le Gardeur de Troupeaux


FERNANDO PESSOA
trad. e pref. Armand Guibert

Paris, 1960
Librairie Gallimard
1.ª edição
texto francês
18,8 cm x 12 cm
224 págs.
subtítulo: Et les autres poèmes d’Alberto Caeiro
exemplar estimado, lombada suja; miolo limpo, parcialmente por abrir
assinatura de posse do crítico literário José Palla e Carmo
30,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Tradução integral da «totalité des poèmes d’Alberto Caeiro», levada a cabo por altura do 25.º aniversário da morte de Pessoa.

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telemóvel: 919 746 089


Poemas Ineditos


FERNANDO PESSOA
org., trad., pref. e notas de Teódulo López Meléndez
capa e grafismo de Toña Vegas

Caracas (Venezuela), 1986
Fundarte – Fundación para la Cultura y las Artes del Distrito Federal
1.ª edição
bilingue português – castelhano
21 cm x 11,7 cm
144 págs.
capa em cartolina sem impressão revestida por sobrecapa bicromática
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Poemas


FERNANDO PESSOA
sel., trad. e pref. Rodolfo Alonso

Buenos Aires, 1961
Compañia General Fabril Editora
1.ª edição
texto em castelhano
18,8 cm x 10,9 cm
216 págs. + 1 folha em extra-texto
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse do crítico literário José Palla e Carmo
30,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Reunião de um conjunto significativo de poemas cobrindo o leque poético nuclear da obra pseudónima e ortónima.

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A Mantilha de Medronhos



EUGENIO DE CASTRO

Lisboa – Porto – Coimbra, 1923
«Lvmen» - Empresa Internacional Editora
1.ª edição
19,4 cm x 13,3 cm
116 págs.
subtítulo: Impressões e Recordações de Espanha
encadernação inteira em pergaminho gravado a ouro nas pastas e na lombada
aparado, dourado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
apontamentos a lápis nas págs. 96, 98 e 106, pluma do poeta Silva Tavares, sendo dois deles uma quadra e um soneto inéditos assinados e datados
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Silva Tavares
PEÇA DE COLECÇÃO
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

As anotações poéticas de Silva Tavares (1893-1964) constituem comentários ácidos aos versos de Eugénio de Castro (1869-1944)...

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