domingo, outubro 30, 2016

Maria [trilogia]: Escada de Serviço [junto com] O Pão da Vida [junto com] O Caminho da Agonia




AFONSO RIBEIRO
capas e ilust. Júlio Pomar, António Bronze e Rui Knopfli

Porto, 1946; Lourenço Marques, 1956 e 1959
Editorial Ibérica; Edição do Autor
1.ª edição (todos)
3 volumes (completo)
[21,1 cm x 15 cm] + [21,2 cm x 14,8 cm] + [21 cm x 14,9 cm]
480 págs. + 480 págs. + 440 págs.
exemplares estimados; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto do 3.º vol.
PEÇA DE COLECÇÃO
155,00 eur (IVA e portes incluídos)

Afonso Adelino R. de Ribeiro (nascido em Moimenta da Beira, 1911, falecido em Cascais, 1993), «professor primário em zonas da região do Norte, trouxe consigo, dentro da escola literária neo-realista, de que foi um dos precursores, a enorme vocação de dar nos seus romances, contos e novelas essa epopeia de sofrimentos e humilhações, injustiças e desigualdades das gentes nortenhas, pelo modo de saber dosear bem os modismos da fala mais popular e por desde sempre entender, como afirmou em diferentes entrevistas, que a literatura deveria “ser utilizada como instrumento de intervenção social”. [...] Viveu em Moçambique entre 1952 e 1975, deixou de publicar regularmente os seus romances, e esse demorado silêncio levou-o a afastar-se dos leitores, sendo agora mera referência pontual sempre que se fala na arrancada do movimento neo-realista em Portugal, embora fosse saudado com entusiasmo pelo crítico João Pedro de Andrade [...].» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998)

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Povo



AFONSO RIBEIRO
capa de [Júlio] Pomar

Porto, 1947
Editorial Ibérica
1.ª edição
19,7 cm x 13,5 cm
272 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro proibido aquando da sua publicação, passou a figurar na bibliografia do autor como «fora do mercado»... e não foi o único. Precursor da corrente literária neo-realista, toda a sua obra assenta no «[...] inquérito aos sofrimentos e reacções da gente popular nortenha, aldeã ou suburbana, com uma intencionalidade transparente e usando como contraponto à narrativa os modismos da fala íntima popular. [...]» (António José Saraiva / Óscar Lopes, História da Literatura Portuguesa, Porto Editora, 15.ª ed., Porto, 1989).
Grafismo documentado no catálogo do Museu do Neo-Realismo, Ilustração & Literatura Neo-Realista (Vila Franca de Xira, 2008).

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terça-feira, outubro 25, 2016

Almanach Lanterna Magica para 1904


CRUZ MOREIRA (CARACOLES)

Lisboa, 1903
Imprensa Lucas
1.ª edição
23,7 cm x 11 cm
144 págs. + 1 folha em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto
elegante encadernação do editor em tela encerada com gravação polícroma e ouro nas pastas, autenticada por Alfredo David
folhas-de-guarda com motivos de florália impressos
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR SOBRE A FOTO EM EXTRA-TEXTO «À EX.MA FAMÍLIA CAPUCHO»
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de António Capucho
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, outubro 23, 2016

Arte Poetica – Versificação e Metrificação


J. [JÚLIO] DUMONT (ORLANDO)
pref. Augusto Garraio

Lisboa, 1904
Livraria Economica de F. Napoleão de Victoria
1.ª edição
19,6 cm x 12,5 cm
32 págs.
subtítulo: Regras metricas para os que, querendo poetar, possam fazer bons versos
caderno apenas encapado sem costura nem agrafo
exemplar envelhecido, restauros na capa; miolo limpo, papel muito acidulado
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, outubro 22, 2016

A Pintura Avançada


ARNALDO RESSANO GARCIA

Lisboa, 1939
Edição do Autor
1.ª edição
21,6 cm x 16,2 cm
40 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Impressões de uma viagem a Paris
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO «DR. JOÃO COUTO» (1892-1968) ENTÃO DIRECTOR DO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência proferida por Arnaldo Ressano Garcia (1880-1947) na Sociedade Nacional de Belas Artes, em perfeita sintonia com a perseguição levada a cabo pelos nazis à arte dita “degenerada”.

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Quadros Alentejanos


BALTAZAR JOSÉ MEXIA DE MATOS CAEIRO
pref. Sérgio Caramez Pereira
capa e ilust. Alfredo K. W. Kong

s.l., 1981
s.i. [ed. Autor?]
1.ª edição
22,9 cm x 15,4 cm
108 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR [E. M. DE] MELO E CASTRO
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Contribuição para o Estudo do Fantástico no Romance


ÉMILE SCHAUB-KOCH
trad. António Gomes da Rocha Madahil

Lisboa, 1957
Tipografia Gaspar
1.ª edição
23,4 cm x 17,2 cm
4 págs. + 228 págs.
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Crítico de arte suíço, nascido em 1890, Émile Schaub-Koch manteve uma forte relação com Portugal, tendo escrito sobre aspectos diversos da arte portuguesa, colaborado em revistas lusas da especialidade e visto várias das suas obras traduzidas para português. Nesta obra, ensaia um estudo das origens e evolução do fantástico na Literatura, com referências às artes plásticas e um olhar atento à produção literária de Maurice Sandoz, Edgar Allan Poe, Alfred Jarry, Marcel Schwob, Rémy de Gourmont, Villiers de l’Isle Adam, e outros incontornáveis do género.» (Fonte: 1870 Livros, pág. electrónica)

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Depois de 21 de Maio




BERNARDINO MACHADO

Coimbra, 1925 [aliás, 1923]
Imprensa da Universidade
2.ª edição*
volume I [único publicado]
19,8 cm x 12,8 cm
546 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior esquerdo da última página
inclui colada no ante-rosto uma micro-fotografia do Autor
inclui ainda a cinta promocional «Os últimos tempos da 1.ª República (1921-1923) vistos por Bernardino Machado»
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

* Trata-se, efectivamente, da edição original desta obra, a que o editor apôs a recarga de 2.ª edição.

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A Orgia – Publicação mensal: politica, litteratura, costumes



GOMES LEAL

Lisboa, Fevereiro de 1882
Typographia Popular [ed. Autor]
1.ª edição [única]
primeiro número [único publicado]
14,8 cm x 10,9 cm
100 págs.
subtítulo: Carta a El-Rei de Hespanha Sobre a União Ibérica
exemplar muito envelhecido, sobretudo na capa (espelhada) e na folha do rosto; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Panfleto revolucionário, de um Gomes Leal inflamado pela sua recente permanência nos calabouços do Limoeiro, anulada por boa defesa promovida pelos centros republicanos, e o acusador posto a ridículo nas páginas de O António Maria pela pena de Rafael Bordalo Pinheiro.

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Claridades do Sul



GOMES LEAL

Lisboa, 1901
Livraria Moderna – Editora / Empreza da História de Portugal
2.ª edição («revista e augmentada»)
18,3 cm x 12,8 cm
352 págs. + 1 folha em extra-texto
cartonagem editorial em tela gofrada, com gravação a ouro e magenta
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro dos jovens anos de glória do poeta, Claridades do Sul «[...] é a idealização da poesia do Sol, das Árvores, das Flores, da Música, das Paisagens, do Amor, da Vida e do Sonho: enfim, de toda a idiossincrasia destas regiões suaves e musicais do Ocidente. [...]» (Álvaro Neves / Henrique Marques Junior, Gomes Leal – Sua Vida e Sua Obra, Editorial Enciclopédia, Lisboa, 1948).

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Mefistófeles em Lisboa



GOMES LEAL

Lisboa, 1907
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
160 págs.
exemplar muito manuseado, com restauro na lombada, mas aceitável; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um soneto, «Aos Toiros! Aos Toiros!...», a título de exemplo de um realismo literário urbano que chegara, então, à poesia portuguesa pela mão de Cesário Verde:

«Ródam trens com palreiras hespanholas
para a praça dos toiros, léstamente...
Um Bombita ou Guerrita certamente
terão moñas, charutos, gabarolas...

Ha vida, confusão, balburdia. – Lolas
o cavaleiro aplaudem rijamente,
emquanto o toiro diz pacientemente:
– Que mal fiz eu a estes patetólas?...

Teem elles brindes, premios, mil charutos!
Cá nós, porém, irracionaes e brutos,
sem fazer mal algum, farpa e garrócha...

Ora, qual d’estas cousas tem mais siso?
– O marrar, por ser toiro ou ser preciso,
– ou matar, sendo homem, por bambócha?...»

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O Senhor dos Passos da Graça



GOMES LEAL

Lisboa, 1905 [aliás 1904]
Livraria Moderna – Editora / Empreza da História de Portugal
1.ª edição
19,3 cm x 13,1 cm
340 págs.
subtítulo: Memórias de um Revoltado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] O Senhor dos Passos da Graça, Memórias de um Revoltado [...] não é um labor oportunista, mas influenciado pelo ateado da campanha anti-ultramontana nas fileiras republicanas. [...] [Trata-se da] crónica da sociedade devota do Senhor dos Passos da Graça, devoção essa encobridora da vida galante da mesma Sociedade. [...] Este livro enfileira bem a para da Relíquia, de Eça de Queiroz. [...] Há neste volume páginas de observação, como o vozear do povoléu, na Praça da Figueira, na Feira da Ladra e na Praça de Touros [...]. A cerimónia da lavagem da imagem do Senhor dos Passos está descrita com pormenorização em forma jornalística na qual o escritor mostra os seus conhecimentos de liturgia católica. [...]» (Álvaro Neves / Henrique Marques Junior, Gomes Leal – Sua Vida e Sua Obra, Editorial Enciclopédia, Lisboa, 1948).

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A Senhora da Melancolia


GOMES LEAL

Lisboa, 1910
Livraria Moderna Editora / Empreza da Historia de Portugal
1.ª edição
20,5 cm x 12,8 cm
24 págs.
subtítulo: Avatares de um Ateu
exemplar estimado; miolo limpo
discreta rubrica e datação de posse no canto superior direito da folha de ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Esclarece-nos o Poeta, em nota final ao poema:
«[...] Qual é o objectivo filosófico da Senhora da Melancolia, e do seu sub-titulo Avatares de um ateu, perguntar-nos-hão.
Como poesia, ella é um preito doloroso, angustioso, tenebroso: como filosofia, o propósito do autor, que melhor esclaréce ainda o sub-titulo, estriba-se na mesmissima tése do Fausto, com uma ligeira variante.
A tése do Göethe era esta: – que o verdadeiro homem de genio, mesmo afastado durante um largo periodo de tempo do ideal de Deus, regressa um certo dia sempre a elle, como fim inevitavel e único de toda a Siencia e toda a atividade humana.
A variante do autor é esta: – Não é imprescindivel de forma alguma que seja um homem de genio aquelle que um bello dia encontre a sua estrada real de Damasco, como Saulo, e aonde ali a cegueira dos seus olhos se cure e dissipe emfim. [...]»

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Carta ao Bispo do Porto


GOMES LEAL

Lisboa, 1901
Empreza da Historia de Portugal, Sociedade Editora
1.ª edição
22,8 cm x 16,3 cm
36 págs.
subtítulo: O Jesuita e o Mestre Escola
capa impressa frente e verso
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

O tom é de sátira anticlerical, mas acusatória e de um republicanismo panfletário:
«[...] Bispo, para onde váes? – Tu váes pela azinhága
das perfidias e os roubos
que Roma apostolisa e onde por noute aziága
soltam uivos os lobos.

[...] Para onde é que váes tu? – Tu váes por essa rua
do convento e o mantéo
aonde, certa noute, a Rigolbóche núa
dizem que tomou véo.

Pastor, para onde váes guardar esse rebanho
que o Christo te confia?...
Tu leval-o pr’a o lobo e deitas-lhe o gadanho
para a faca e a tosquia.

[...] Bispo, por isso emquanto ao Rei pédes a treva,
o claustro e a mancebía,
eu celébro esse heroe que um Niagára leva
de luz maior que o Dia.

Por isso, em quanto tú quer’s dotar povos cégos
com forcas nas estradas,
eu celébro esse heroe singello que aos morcegos
faz heroicas caçadas. [...]»

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sexta-feira, outubro 21, 2016

Recordações do Passado


SEBASTIÃO RIBEIRO

Lisboa, 1967
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
19,3 cm x 12,5 cm
428 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sebastião José Ribeiro (1894-1979) foi republicano e socialista, opositor à ditadura e ao Estado Novo, revelando um espírito combativo, tendo-nos deixado, na sua faceta de panfletário, um vasto conjunto de livros e opúsculos (de cariz memorialista) repletos de informações acerca da pequena história da sua época. Exerceu advocacia, assumindo também a magistratura, como delegado do procurador da República e juiz, em diversas comarcas do continente e colónias. Da sua passagem por Inhambane nos deixa apontamentos importantes no vertente livro, que foi na altura apreendido pela polícia.

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quinta-feira, outubro 20, 2016

No Fundo deste Canal


ALFREDO MARGARIDO
capa de Victor Palla

Lisboa, 1960
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18 cm x 10,5 cm
276 págs.
é o n.º 16-17 dos livros de bolso Colecção Autores Portugueses
exemplar em bom estado
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, até aos finais dos anos 50, chegou a gravitar nas fileiras dos surrealistas, que depressa trocou pela norma abstractizante do “nouveau roman” e de que o presente livro constitui bom exemplo. Todavia, a sua acção cívica, na resistência ao Estado Novo, nunca se apaziguou.

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terça-feira, outubro 18, 2016

Contos de Mestre Gil


FONSECA MENDES
capa e ilust. António Domingues

Lisboa, 1941 [aliás, 1942]
Editorial Globo, Limitada
1.ª edição
17,8 cm x 12,3 cm
144 págs.
subtítulo: Inspirados na obra de Gil Vicente
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Jogos Populares Infantis


ANTÓNIO CABRAL
capa de Jorge Machado Dias

s.l., s.d. [Lisboa, circa 1992]
Editorial Domingos Barreira
1.ª edição
21 cm x 14 cm
376 págs.
ilustrado
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«A actividade lúdica tem uma importância fundamental na vida da criança, pois lhe acompanha, condiciona e promove o desenvolvimento. Brincar não é só uma necessidade mas também um direito da infância. Os adultos e, de uma maneira especial, os educadores devem ter isto em atenção, proporcionando a todas as crianças os meios que lhes permitam realizar livre e espontaneamente os seus jogos. [...]»
O livro de António Cabral tem em mente o enquadramento pedagógico dos ditos jogos, mas, diga-se, foi escrito ainda numa época em que as crianças não agrediam pais e professores, nem se punham à janela do mundo internético a espreitar todo o género de porcarias...

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domingo, outubro 16, 2016

Machado de Castro



MANUEL MENDES

Lisboa, 1942
Cosmos
1.ª edição
18,9 cm x 13,2 cm
128 págs.
na prestigiada colecção Biblioteca Cosmos dirigida por Bento de Jesus Caraça
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício e número de ordem em estante na página de ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Biografia do escultor contemporâneo do marquês de Pombal e de D. José, de cuja estátua equestre foi o criador.

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quarta-feira, outubro 05, 2016

Circus Time


MARION CONGER
ilust. Tibor Gergely

Nova Iorque, 1955
Simon and Schuster, Inc.
s.i. [2.ª edição]
texto em inglês
20,2 cm x 17 cm
20 págs.
ilustrado a cor
cartonagem editorial com mandala rotativa na pasta anterior
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no verso da pasta anterior
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Rudolph the Red-nosed Reindeer


BARBARA SHOOK HAZEN
adapt. Robert L. May
ilust. Richard Scarry

Racine (Wisconsin), 1976
Golden Press – Western Publishing Company, Inc.
s.i.
texto em inglês
20 cm x 17 cm
24 págs.
ilustrado a cor
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Mon Petit Dictionnaire Géant


M. REED
E. OSSWALD
ilust. R. Scarry

Paris, 1958
Éditions des Deux Coqs d’Or
s.i. [1.ª edição]
texto em francês
19,8 cm x 16,4 cm
52 págs.
ilustrado a cor
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Funil | The Funnel | L’Entonnoir [catálogo]


SAM

Óbidos, Fevereiro de 1972
Ogiva Galeria de Arte
1.ª edição
trilingue português-inglês-francês
20 cm x 20 cm
122 págs.
ilustrado
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Samuel Azavey Torres de Carvalho (1924-1993), cartoonista conhecido sobretudo pela criação do personagem Guarda Ricardo, expandiu a sua imaginação satírica à escultura, sendo basto comentada a sua peça alusiva à efemeridade do poder, que se encontra no alto da Alameda Dom Afonso Henriques, em frente do Instituto Superior Técnico de Lisboa.

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Em tôrno da designação de Monarquia Agrária dada à primeira época da nossa História



ANTÓNIO SÉRGIO

Lisboa, 1941
Livraria Portugália
1.ª edição
22,6 cm x 15,3 cm
72 págs.
exemplar estimado, capa levemente manchada; miolo limpo, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Referindo-se a designação à dinastia dos Borgonha e ao regime dos primeiros anos da nação portuguesa, Sérgio no essencial discorda: «[...] direi que o letreiro de “monarquia agrária” me não soa como coisa muito posta em razão, pois julgo ter motivos para aventurar a hipótese de que a economia do mar foi de facto importante nesse primeiro ciclo da existência pátria, – e històricamente mais momentosa do que a actividade rural de produção agrícola; para pensar que a obra da expansão oceânica, na fase dos descobrimentos e do comércio com os Trópicos, não foi o resultado de uma viragem célere – de uma radical mudança de uma mutação social, de um inflectir subitâneo, – em relação ao que fôramos no primeiro estádio [...]»

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O Baptizado da Coelhinha


MARIA AMÁLIA VALE

s.l. [São João do Estoril], 1963
Sociedade de Educação Social de S. João do Estoril / Empresa de Publicidade Seara Nova e Publicações Imbondeiro (distr.)
1.ª edição
18,1 cm x 18 cm
48 págs.
profusamente ilustrado pelas «Crianças, alunos da Escola Técnica Elementar Francisco Arruda (Lisboa)»
é n.º 7 da Colecção Carrocel
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Borboleta Sem Asas


ESTHER DE LEMOS
ilust. Quito

Lisboa, Janeiro de 1974
Edições Ática
2.ª edição
23,4 cm x 16,7 cm
76 págs.
profusamente ilustrado a cor
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Borboleta Sem Asas


ESTHER DE LEMOS
ilust. Quito

Lisboa, 1958
Edições Ática
1.ª edição
23,1 cm x 16,8 cm
80 págs.
profusamente ilustrado a cor
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Companheiros [junto com] carta manuscrita de Esther de Lemos




ESTER DE LEMOS

Lisboa, 1959
Edições Ática
1.ª edição
[19,7 cm x 14 cm (livro)] + [21 cm x 13,5 cm (manuscrito)]
768 págs. + 1 folha (carta autógrafa redigida a vermelho apenas na frente)
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
inclui da cinta promocional «Prémio Eça de Queirós 1960 Atribuído por unanimidade»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome inteiro Maria Esther Guerne Garcia de Lemos, notabilizou-se por uma escrita que ora expõe os jovens perante o adulto, ora é mesmo dirigida à juventude. No geral, a sua obra entronca naquilo que António José Saraiva / Óscar Lopes sublinham algures na História da Literatura Portuguesa (Porto Editora, 15.ª ed., Porto, 1989):
«[...] Uma das feições mais notáveis do pós-guerra é o desenvolvimento da ficção de autoria feminina, fenómeno aliás universal, mas entre nós de extraordinário relevo histórico-social e temático. Algumas das autoras celebradas pela crítica dos anos 50-60 não passaram de um bom livro, ou parecem nele ter dado o essencial do seu recado, o que evidencia o aspecto social do fenómeno como consciência acerca de situações femininas típicas na sociedade portuguesa; e isso liga-se a factores como a crescente entrada das mulheres nas profissões intelectuais e a dissolução das dependências domésticas. [...]»
Nem todas, porém, se ficaram pelo pouco fôlego de obra isolada, caso a que Esther de Lemos faz jus.

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A 'Clépsidra' de Camilo Pessanha


ESTER DE LEMOS

Porto, 1956
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
19,2 cm x 13,8 cm
192 págs.
subtítulo: Notas e Reflexões
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ensaio de grande sensibilidade, escrito à partida em 1952 sob a forma de dissertação para licenciatura, somente publicado em livro em 1956, e a que a romancista Esther de Lemos continuará a atribuir importância nos anos 80, embora os estudos universitários já houvessem sido, entretanto, minados pela praga estruturalista. «[...] Daí que parecesse hoje [1981] mais oportuno e talvez até mais útil apresentar de novo esta velha leitura da Clepsidra – com toda a sua carga de subjectivismo, todo o seu juvenil entusiasmo e, porventura único factor positivo, com a sua profunda e calorosa adesão à beleza quase inefável de um texto que se negaria às interpretações lineares e passaria pelas malhas de uma análise que o decompusesse e recompusesse, sem poder ainda assim decifrar o segredo intacto da verdadeira poesia. [...]»
Assim se justifica a escritora em nota à segunda edição desta obra, na Editorial Verbo em 1981.

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O Curso dos Liceus em Casa – Segunda Classe



JOSÉ DE MATOS
RODRIGO ALVES PEREIRA

Lisboa, s.d. [circa 1930]
Emprêsa Literária Universal
[1.ª edição]
2 volumes (completo)
20 cm x 14 cm
[VIII págs. + 320 págs.] + [2 págs. + VI págs. + 312 págs. (num. contínua: 632 págs.)]
subtítulo: Português – Francês – Ciências da Natureza – Matemática – Geometria – Desenho
encadernações editoriais homogéneas em tela encerada com gravação a ouro e relevo seco nas pastas e na lombada, com a marca de Paulino Enc.
exemplares estimados; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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