quarta-feira, fevereiro 28, 2018

Livro d’Ouro da Primeira Viagem de S. M. El-Rei D. Manuel II ao Norte de Portugal em 1908




CARLOS PEREIRA CARDOSO, fotografias
JOAQUIM LEITÃO
MARQUES GOMES
ANTONIO DE AZEVEDO

Foz do Douro, 1909
Editor Carlos Pereira Cardoso
1.ª edição
34,3 cm x 26 cm
198 págs.
subtítulo: Chronica photographica [...]
profusamente ilustrado no corpo do texto
luxuosa encadernação em meia-francesa com cantos em pele, elegantes vinhetas gravadas a ouro na lombada, filetes a ouro nos remates do corte da pele
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris do «Doutor João Braga | Engenheiro Agronomo»
PEÇA DE COLECÇÃO
370,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reportagem fotográfica comentada por Joaquim Leitão (no que se refere ao Porto, Braga, Viana do Castelo, Coimbra, Leça da Palmeira, Santo Tirso, Vila da Feira, Vila Nova de Gaia, Guimarães), Marques Gomes (Aveiro) e António de Azevedo (Barcelos).

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Les Caractères


[JEAN DE] LA BRUYÈRE
pref. Émile Henriot

Paris, 1945 [aliás, 1946]
Librairie Montjoie
s.i. [1.ª edição das «Édition du Tricentenaire»]
texto em francês
19,1 cm x 15,3 cm
2 págs. + 448 págs.
encadernação editorial inteira em imitação de papiro gravado a cinza na pasta anterior e na lombada
exemplar estimado; miolo irrepreensível
é o n.º 2.625 de uma tiragem declarada de 3.000 exemplares
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra algo inspirada na homónima de Teofrasto, conferiu a Jean de La Bruyère (1645-1696) insofismável notoriedade, quer pela qualidade literária aforística propriamente dita, quer pela observação e registo daquilo que qualquer rosto humano revela e esconde.

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Galeria de Criminosos Celebres em Portugal [aliás] Historia da Criminologia Contemporanea sob o ponto de vista descriptivo e scientifico



EDUARDO FERNANDES (ESCULAPIO)
FRANCISCO FERRAZ DE MACEDO
A. AURELIO DA COSTA FERREIRA
JOSÉ MARIA DOS SANTOS JUNIOR (SANTONILLO)
et alii

Lisboa, 1896 a 1908
Editor Antonio Palhares – Typographia e Papelaria Palhares
1.ª edição (todos os volumes)
7 volumes (completo)
29,8 cm x 22 cm
[200 págs. + IV págs. + 24 folhas em extra-texto] + [192 págs. + IV págs. + 22 folhas em extra-texto] + [240 págs. + IV págs. + 23 folhas em extra-texto] + [244 págs. + 30 folhas em extra-texto] + [192 págs. + 21 folhas em extra-texto] + [192 págs. + 23 folhas em extra-texto] + [200 págs. + 16 folhas em extra-texto]
profusamente ilustrados
encadernações editoriais, a primeira autenticada Paulino-Enc., as outras autenticadas A. [Alfredo] David Enc.
exemplares muito estimados, ocasionais pingos (?) nas pastas; miolo limpo naturalmente acidulado
RARA PEÇA DE COLECÇÃO QUANDO COMPLETA
680,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência para a pequena história e a sociologia do crime em Portugal. Normalmente, sem ser referida, tem servido para outros – como o inspector Varatojo – fingirem que investigaram em primeira mão.

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Dois Annos de Troça



EDUARDO FERNANDES (ESCULAPIO)
pref. Antonio de Campos Junior

Lisboa, 1900
Empreza da Historia de Portugal – Sociedade editora
1.ª edição
16,6 cm x 12 cm
XIV págs. + 242 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Gazetilhas publicadas em O Seculo (94-95)
cartonagem editorial
ilustrado com um retrato do Autor gravado por Francisco Pastor
exemplar estimado, com restauro nas págs. XIII-XIV; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de versos satíricos inicialmente publicados no jornal O Século, as «gazetilhas [...], tantas d’ellas encantadoras de singeleza e admiraveis de graça, muito portuguezas no rir e na fórma, o que é já raro merecimento n’estes  apagados tempos de alta e baixa desnacionalisação; todas impregnadas de um certo sabôr comico muito nosso e d’uma espontaneidade que nos lembra as mais deliciosas quintilhas do Tolentino. [...]» (Ver nota introdutória de Campos Junior).
Eduardo Fernandes era, na época, basto conhecido como empresário teatral, também dramaturgo e figura notória da Baixa lisboeta.

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terça-feira, fevereiro 27, 2018

Luzes da Cidade


ANIBAL NAZARÉ
pref. Ferreira de Castro

Lisboa, s.d. [1936]
João Romano Torres & C.ª – Livraria Editora
1.º milhar
18,7 cm x 11,8 cm
96 págs.
exemplar exteriormente envelhecido, capa com restauros e sinais de traça; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aníbal Nazaré (1909-1975) notabilizou-se como autor de teatro de revista, para o qual escreveu centenas de canções e rábulas. Segundo Luiz Francisco Rebello (História do Teatro de Revista em Portugal, vol. 2, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1985) ele terá sido «[...] a par de Amadeu do Vale [...], com quem colaborou por diversas vezes, o revisteiro mais importante revelado nos anos 30. [...]» No vertente caso, Ferreira de Castro foi chamado a elogiar-lhe a prosa.

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Maria, uma Sua Criada


ANÍBAL NAZARÉ
capa e ilust. Stuart

Lisboa, s.d. [1958, seg. BNP]
Imprensa da Cidade, Lda
[1.ª edição]
21,2 cm x 15,3 cm
208 págs.
subtítulo: Aventuras de uma Provinciana em Lisboa
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, fevereiro 26, 2018

Perspectivas de Libertação no Nordeste Transmontano


ANTÓNIO MODESTO NAVARRO
capa de Acácio Santos

Lisboa, 1975
Prelo Editora, SARL
1.ª edição
20,2 cm x 14,6 cm
344 págs.
subtítulo: Textos e Entrevistas
exemplar em bom estado de conservação, sem qualquer quebra na lombada; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estudo sócio-político levado a cabo no terreno, junto das populações, tendo por finalidade trocar o ensinamento democrático urbano pelo conhecimento dos problemas rurais que nunca, até então, haviam sido resolvidos, a saber: a alfabetização do povo comum, as infraestruturas básicas (como a electricidade, as estradas, a água canalizada, os esgotos, etc.), a consciência cívica e o imperativo de participação nas decisões que afectam a vida colectiva (como o voto, o direito à greve, a reforma na invalidez e na velhice, etc.). Num outro aspecto, o livro do escritor António Modesto Navarro (nasc. 1942) denuncia o cerco ainda vigente das forças reaccionárias a operar nestas zonas remotas do país, na tentativa de mobilizá-las contra o governo central eleito por livre escolha dos cidadãos. Fundador da Associação Portuguesa de Escritores, Modesto Navarro, que também utilizou por vezes o pseudónimo Artur Cortez, para além de intelectual da escrita criativa, foi sempre um homem do associativismo de acção social.

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domingo, fevereiro 25, 2018

As Coerências de Fernando Pessoa


MENDO CASTRO HENRIQUES

Lisboa | São Paulo (Brasil), 1989
Editorial Verbo
1.ª edição
19,4 cm x 12,8 cm
336 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«A vida de Fernando Pessoa – 1888-1935 – e o seu período criativo em particular decorrem num espaço e tempo mentais em que a cultura portuguesa se ressente de pressões positivistas, de comunicação deficiente com propostas contemporâneas e pobreza de debate interno, conjunto de circunstâncias reflectido na obra pessoana, tanto pela construção dos conteúdos como pela reacção que ela empreende contra o interdito lançado sobre a metafísica. [...]»

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sexta-feira, fevereiro 23, 2018

Rosas Pallidas



GUIOMAR TORREZÃO
pref. Thomaz Ribeiro

Lisboa, 1873
Editores – Rolland & Semiond
1.ª edição
19,3 cm x 13,3 cm
300 págs. + 1 folha em extra-texto (com a fotografia [albumina] da autora colada)
subtítulo: Narrativas Originaes
encadernação modesta inteira em tela encerada, gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA INCLUSÃO DA FOTOGRAFIA E PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA AO MÉDICO-ESCRITOR ANTÓNIO DA CUNHA BELÉM CUJO PSEUDÓNIMO LITERÁRIO (CRISTÓVÃO DE SÁ) ELA IDENTIFICA
77,00 eur (IVA e portes incluídos)

Guiomar Delfina de Noronha Torrezão (1844-1898), para além de escritora, é uma referência na história da emancipação da mulher em Portugal.

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quinta-feira, fevereiro 22, 2018

Problemas do Povoamento



JOSÉ DE ALMEIDA SANTOS
capa de Alvim Braga

Luanda, 1966
Edição do C. I. T. A. [Centro de Informação e Turismo de Angola]
1.ª edição [em brochura*]
24 cm x 17,3 cm
80 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela inclusão do cartão-de-visita e pela longa dedicatória manuscrita do Autor ao então governador-geral de Angola, Álvaro da Silva Tavares
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

* Conjunto de artigos inicialmente publicados no jornal A Província de Angola, Luanda, 10 de Março a 27 de Abril de 1964, pelo engenheiro-geógrafo – mas também poeta, dramaturgo e ensaísta – José de Almeida Santos Júnior.

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Vinte Anos Decisivos na Vida de uma Cidade (1845-1864)


JOSÉ DE ALMEIDA SANTOS
pref. José Pinheiro da Silva

Luanda, 1970
Edição da Câmara Municipal de Luanda
1.ª edição
22,1 cm x 16,7 cm
504 págs. + 42 págs. em extra-texto
ilustrado
capa impressa retro e verso
exemplar estimado; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

José de Almeida Santos Júnior (1922- ?), engenheiro-geógrafo com reconhecida actividade profissional ao serviço do Estado Novo em Angola (Luanda), foi também poeta e, até, dramaturgo.

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Da Governação de Angola


ARMINDO MONTEIRO

Lisboa, 1935
Agência Geral das Colónias – Divisão de Publicações e Biblioteca
1.ª edição
22,4 cm x 16,7 cm
48 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO 4.º CONDE DE FARROBO, ARTUR QUINTELA SALDANHA
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação vinda a lume com o autor na qualidade de Ministro das Colónias.

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sábado, fevereiro 17, 2018

Minha Senhora de Mim


MARIA TERESA HORTA
capa de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
18,1 cm x 10,9 cm
96 págs.
exemplar muito estimado, sem sinais de quebra na lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O “Barão de Fataúnços”


ARTHUR RIBEIRO

Lisboa, 1928
Edição do Autor (Tipografia Torres)
1.ª edição
19,6 cm x 13,5 cm
240 págs.
subtítulo: Scenas focadas na vida portuense
exemplar manuseado mas aceitável, restauros na capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Soldados de Portugal



ANDRÉ BRUN

Lisboa, 1915
Guimarães & C.ª – Editores
1.ª edição (em livro)
20 cm x 13,1 cm
172 págs. + IV págs.
subtítulo: A Legião Portugueza – A Guerra Peninsular
encadernação modesta em tela com ferros a ouro na lombada e relevo seco em ambas as pastas
exemplar estimado; miolo limpo
sem capas de brochura
COM DEDICATÓRIA ASSINADA PELO AUTOR AO MAJOR PEREIRA BASTOS, DATADA DE 1915
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma crónica de batalhas travadas durante as invasões francesas, inicialmente escrita para o periódico A Capital, do ponto de vista de um militar, mas como folhetim, «accessivel á leitura do povo», acerca dos «feitos d’uma epoca quasi recente».
André Brun veio a destacar-se como dramaturgo e humorista.

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A Malta das Trincheiras



ANDRÉ BRUN, major

Lisboa, 1923 [1924]
Guimarães & C.ª – Editores
10.º milhar (4.ª edição)
18,8 cm x 12,1 cm
238 págs.
subtítulo: Migalhas da Grande Guerra, 1917-1918
encadernação muito modesta executada por Theophilo (rótulo de identificação no verso da pasta anterior e selo-branco no canto superior direito do frontispício), sem gravação na lombada
aparado, conserva ambas as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de crónicas bem humoradas da frente de batalha, anteriormente vindas a lume nos periódicos Portugal na Guerra e A Capital.

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A Malta das Trincheiras



ANDRÉ BRUN
capa de Alfredo Morais

Lisboa, 1931
Livraria Popular de Francisco Franco
12.º milhar
20,5 cm x 13,6 cm
224 págs.
subtítulo: Migalhas da Grande Guerra 1917-1918
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sumário de Várias Crónicas


ANDRÉ BRUN

Lisboa, 1923
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.º milhar
20 cm x 13,8 cm
240 págs.
subtítulos: A Menina dos Meus Olhos – Factos e Momentos – Homens de Lêtras e Aves de Pêna – Alfaciadas
encadernação de amador em pele e papel de fantasia com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
20,0 eur (IVA e portes incluídos)


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Dez Contos em Papel


ANDRÉ BRUN

Lisboa, 1917
Guimarães & C.ª – Editores
3.ª edição
20,1 cm x 13 cm
208 págs.
encadernação modesta em papel de fantasia e tela com elegantes, embora discretos, ferros a ouro na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
sem capas de brochura
COM DEDICATÓRIA ASSINADA E DATADA PELO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro do dramaturgo e humorista, escritor que também nos legou ligeiras, mas importantes, memórias do convívio entre militares nas trincheiras da Primeira Grande Guerra. Aliás, Brun serve-se logo do prefácio à 1.ª edição para, no estilo sarcástico que lhe é mais querido, desfazer qualquer equívoco acerca das suas hipotéticas pretensões intelectuais:
«Este livro não é destinado, por mais que as más lingoas o afirmem, a perturbar o equilibrio europeu ou a traser novas luses para o Espirito do seculo que – felizmente para ele! – não carece da minha insignificante candeia.
Tem dois fins, alem do indice, fim comum de todos os livros á excepção dos que têm o indice no principio. O mais curioso é que são dois fins póstumos. Eu me explico.
O primeiro é enriquecer, após a minha morte, os meus herdeiros e os meus editôres, que, com os proventos auferidos das sucessivas reimpressões que este livro ha de ter, poderão gosar horas amenas e deleitosas no “regaço do luxo e da opulencia”, como se diz n’um hino que os mandriões costumam cantar para incitar os tôlos ao trabalho.
O segundo é lançar, também depois da minha morte, a confusão no espirito do douto varão que ha de pronunciar o meu elogío histórico na Academia de Sciencias, varão que eu ignoro quem seja e que talvês, á semelhança da bala que havia de matar Napoleão, ainda não esteja fundido a estas horas. [...]»

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Folhinha de Qualquer Ano


ANDRÉ BRUN
capa de Stuart

Lisboa, 1931
Livraria Popular de Francisco Franco
3.ª edição
20,4 cm x 13,6 cm
224 págs. + IV págs.
subtítulo: Contos e crónicas
exemplar envelhecido mas aceitável, restauro na lombada; miolo limpo
rótulo de entrada em biblioteca colado no canto inferior direito do ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Namôro Alfacinha


ANDRÉ BRUN
capa de Stuart

Lisboa, 1931
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
20,3 cm x 13,7 cm
160 págs.
subtítulo: Contos e crónicas
exemplar envelhecido mas aceitável, restauro na lombada; miolo limpo
rótulo de entrada em biblioteca colado no canto inferior direito do ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Industrialização e Urbanismo

FERREIRA DO AMARAL

Lisboa, 1958
Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,6 cm x 14,7 cm
72 págs.
capa impressa a negro com cromo colado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

João Maria Barreto Ferreira do Amaral, que se notabilizou como presidente da comissão concelhia da União Nacional, debatia aqui a importância de situar o parque industrial fora dos grandes centros urbanos.

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A Viabilidade Industrial


FERREIRA DO AMARAL

Lisboa, 1956
[ed. autor ?]
1.ª edição
21,5 cm x 15,9 cm
86 págs.
subtítulo: Comunicação apresentada ao IV Congresso da União Nacional
encadernação em meia-inglesa com modesta gravação a ouro na lombada
aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A [CLOTÁRIO] LUÍS SUPICO [RIBEIRO] PINTO, EX-SUBSECRETÁRIO DE ESTADO DAS FINANÇAS E EX-MINISTRO DA ECONOMIA, ENTÃO FIGURA DE PROA NA UNIÃO NACIONAL ALTAMENTE CONSIDERADO POR SALAZAR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto definidora das linhas gerais do proteccionismo empresarial e das oportunidades cingidas aos amigos da classe governativa:
«[...] A Nação Portuguesa é uma república corporativa. Não o será só em potencial. Na industrialização, como no resto, deve adoptar os métodos do corporativismo. Opina-se pela intervenção do Estado na planificação descrita. [...]
Corporativismo. – Intervenção estadual na produção, submetendo os empresários a uma regulamentação que lhes restringe o número, enquanto, simultâneamente, se organiza a indústria e o comércio. [...]»

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quinta-feira, fevereiro 15, 2018

A Triste Canção do Sul


ALBERTO PIMENTEL

Lisboa, 1904
Livraria Central de Gomes de Carvalho, editor
1.ª edição
18,7 cm x 13,4 cm
306 págs.
subtítulo: Subsidios para a Historia do Fado
encadernação inteira em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] O erudito professor Ernesto Vieira, no seu Diccionario musical, chegou ás seguintes conclusões, que nos parecem exactas:
1.ª O Fado só é popular em Lisboa: para Coimbra foi levado pelos estudantes, e nem nos arredores d’estas duas cidades elle é usado pelos camponezes, que teem as suas cantigas especiaes e muito differentes.
2.ª Nas provincias do sul, onde os arabes se conservaram por mais tempo e os seus costumes e tradições são ainda hoje mais vivos, o Fado é quasi desconhecido principalmente entre a gente do campo. [...]
4.ª A poesia com que, invariavelmente quasi, se canta o Fado é uma quadra glosada em decimas, forma poetica d’uma antiguidade pouco remota, de uma origem nada popular e sem relação alguma com a poesia arabe. [...]»

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As Alegres Canções do Norte


ALBERTO PIMENTEL

Lisboa, 1905
Livraria Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
18,9 cm x 13,2 cm
6 págs. + 292 págs.
ilustrado no corpo do texto
encadernação editorial em tela gravada a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Muito para além das canções, são os hábitos populares e a geografia de toda uma região do país o que aqui lemos, descrito com a probidade de quem fala daquilo que conhece.

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Portugal de Cabelleira


ALBERTO PIMENTEL

Pará, 1875
Livraria Universal de Tavares Cardoso & C.ª
1.ª edição
18,5 cm x 13 cm
248 págs.
modesta encadernação de amador em tela encerada e sintético
pouco aparado, conserva ambas as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de abertura, a que o autor empresta o seu bom humor nortenho:
«[...] escrevendo sobre o antigo Portugal, ainda florecente, não vamos exhumar um cadaver, espectaculo, sobre doloroso, repugnante, que bastaria a afugentar do contacto d’este livro os mais curiosos leitores. Vamos simplesmente levantar uma ponta do chinó, e esmiunçar, com leveza que obste ao aborrecimento, as paginas de antigos usos, costumes, aventuras, tradições e chronicas. Sentados no velho canapé, que Bocage motejou, conversaremos velharias, soprando cautelosamente o caruncho dos seculos, para que não empoeire o espirito com nuvens de tedio. [...]»

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quarta-feira, fevereiro 14, 2018

Vida de D. Quixote, Esopaida e Guerras do Alecrim


ANTÓNIO JOSÉ DA SILVA (O JUDEU)
org., pref. e notas de Liberto Cruz

Lisboa, 1975
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição
22,1 cm x 16,5 cm
340 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Princesinha dos Cabelos de Ouro


MARIA DE FIGUEIREDO
capa e ilust. Helena Abreu
folhas-de-guarda ilust. Fernando Bento

Porto, 1958
Livraria Figueirinhas
s.i. [1.ª edição]
19,7 cm x 15,6 cm
112 págs.
ilustrado
impresso a duas cores directas
encadernação editorial em imitação de pergaminho impresso a azul na pasta anterior, sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo limpo, dois dos desenhos foram coloridos a lápis
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Canteiro dos Meus Amores


MARTHA DE MESQUITA DA CÂMARA
folhas-de-guarda ilust. Fernando Bento

Porto, 1962
Livraria Figueirinhas
s.i. [2.ª edição]
19,7 cm x 15,7 cm
132 págs.
ilustrado
impresso a duas cores directas
encadernação editorial em imitação de pergaminho impresso a azul na pasta anterior, sobrecapa polícroma
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse de Maria Tereza Carmona na pág. 5
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Martha de Mesquita da Câmara (1895-1980), de ascendência açoriana, foi poetisa e autora de literatura infantojuvenil.

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terça-feira, fevereiro 13, 2018

Histoire de la Science Nautique Portugaise



JOAQUIM BENSAUDE

Genève (Suíça), 1917
Imprimerie A. Kundig
1.ª edição
texto em francês
25,7 cm x 19,9 cm
114 págs.
subtítulo: Résumé
encadernação recente inteira em tela com rótulo em pele gravado a ouro e colado na pasta anterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação, contracapa da brochura restaurada; miolo irrepreensível
75,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
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Memórias dum Náufrago


MARIA MARGARIDA BRANDÃO

Lisboa, 1935
s.i. [ed. Autora ?]
1.ª edição
18,1 cm x 15,1 cm
44 págs.
exemplar estimado, restauros periféricos na capa; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Contos


HANS-CHRISTIAN ANDERSEN
trad. Elvira Taveira e Herberto Helder

Lisboa, 1964
Editorial Verbo
1.ª edição
18,4 cm x 14,7 cm
164 págs.
cartonagem editorial
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
peça de colecção
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Novela infanto-juvenil, de um autor que é a matriz do género na literatura europeia.

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segunda-feira, fevereiro 12, 2018

O Aristarco Portuguez – Revista Annual de Critica Litteraria



dir. [anónimo]
Coimbra, 1868 [aliás, 1869]
Imprensa da Universidade
1.ª edição
único número publicado
20,8 cm x 13,6 cm
6 págs. + 206 págs.
luxuosa encadernação em meia-francesa com gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
discreta rubrica de posse no canto superior direito da capa da brochura e selo de entrada em biblioteca no canto oposto
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um periódico de exercício crítico, abrangendo aquilo que a direcção da revista considerou, na altura, o melhor que por cá se ia pensando e escrevendo no ano a que se refere o volume. Como se diz no apontamento final do editor: «Aqui fica a noticia dos trabalhos litterarios mais dignos de nota, que viram a luz publica, em Portugal, este anno de 1868. [...]» Neste sentido é um documento incontornável para o entendimento da cultura literária na segunda metade do século XIX. Vamos, pois, encontrar revistos em pé de igualdade intelectual autores como Silva Gaio, Alberto Pimentel, Camilo, Cândido de Figueiredo, Eugénio de Castilho, Adolfo Coelho, Guerra Junqueiro, Júlio Dinis, Ramalho, Teófilo Braga, Tomás Ribeiro, e vários outros – permitindo-nos, hoje, perceber qual o valor relativo que a época conferia aos seus escritores.

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domingo, fevereiro 11, 2018

Nós Não Somos Dêste Mundo


RUY CINATTI
capa de Roberto de Araújo

Lisboa, 1941
Cadernos de Poesia | ed. Autor
1.ª edição
19,6 cm x 13,8 cm
120 págs.
exemplar estimado, sujidade na capa; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO POETA, ENSAÍSTA E CRÍTICO CABOVERDIANO LUÍS DE MONTALVOR QUE ESTEVE NA ORIGEM DA REVISTA ORPHEU
170,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Ossobó


RUY CINATTY

Braga, 1967
Editora Pax, Lda.
3.ª edição*
14,7 cm x 10,7 cm
24 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] profético conto Ossobó, sobre um pássaro da ilha do Príncipe que em tudo nos lembra, e por isso o digo profético, o percurso poético e existencial, porque ambos estão intimamente ligados, de Cinatti.
No Ossobó reconhecemos uma excepcional inquietude, tem os seus companheiros mas isola-se, gosta de ver tudo, tem um canto que parece alegre, mas povoado de recordações, anda de vale em vale preso ao seu destino [...]. Nesta fábula, onde a alegria da vida no seio da floresta contrasta com a queda do fruto podre e a ameaça das cobras traiçoeiras, vislumbramos já o prenúncio de uma poesia que ter-se-á imposto ainda antes de ser palavra escrita, porventura quando o poeta perdeu a mãe e ficou aos cuidados do avô paterno depois do pai partir para os EUA, ou quando após o regresso a Portugal o pai se desentendeu com o filho e o colocou fora de casa, dando origem a uma peregrinação imparável como a do pássaro qua anda de vale em vale a tentar ver tudo o que há para ver e oferecendo o seu canto nostálgico ao mundo.
Vida e poesia ligam-se aqui com uma naturalidade desarmante. [...]» (Henrique Manuel Bento Fialho, in Antologia do Esquecimento [pág. electrónica], 26 de Dezembro, 2014)

* Publicação original na revista O Mundo Português, e depois numa separata editada pelo mesmo periódico.

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Conversa de Rotina


RUY CINATTI

Lisboa, 1973
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
21 cm x 15,8 cm
104 págs.
capa de Júlio Gil
exemplar novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Cinatti, que, sendo engenheiro agrónomo e etnólogo, nos anos 40 e 50 do século XX colaborou com o regime colonial na qualidade de chefe de gabinete do Governo de Timor e de chefe dos Serviços de Agricultura nessa colónia, surge-nos aqui como o poeta «[...] de um humor subtil e uma ironia originalíssima verdadeiramente conseguidos [...]» (da nota de badana). Não será, entretanto, fácil esquecer a sua imagem vagabunda, na Lisboa pós-25 de Abril, de vociferador contra-revolucionário em missão de catequizar o alfacinha atónito, à força de poemas avulsos distribuídos pelas mesas dos cafés.

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Memória Descritiva


RUY CINATTI
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1971
Portugália Editora
1.ª edição
20,4 cm x 14 cm
140 págs.
reproduz em zincogravura um poema manuscrito do Autor
exemplar muito estimado, apenas com sinais de fita-gomada no verso da capa e nas primeira e última folhas
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Terras Portuguesas



GUSTAVO DE MATTOS SEQUEIRA, et alii

Lisboa, s.d. [circa 1950]
Shell Company of Portugal, Ltd.
[1.ª edição]
16,4 cm x 12,2 cm
14 x 16 págs.
15 cadernos (colecção completa):
cad. I – Ribatejo
cad. II – Algarve
cad. III – Estremadura
cad. IV – Douro (texto de Diogo de Macedo)
cad. V – Alentejo
cad. VI – Beira Alta (texto de Carlos Olavo)
cad. VII – Beira Litoral (texto de Luís de Oliveira Guimarães)
cad. VIII – Minho
cad. IX – Beira Baixa (texto de Jaime Dias Lopes)
cad. X – Trás-os-Montes (texto de Luís Chaves)
cad. XI – Lisboa e Arredores
cad. XII – Porto e Arredores (texto de Artur de Magalhães Basto)
cad. XIII – Madeira
cad. XIV – Açores
cad. XV – Cabo Verde
colecção dirigida por Joaquim de Mattos Sequeira e Janina de Mattos Sequeira
profusamente ilustrados, acabamento com um ponto em arame
contracapas desdobráveis impressas no verso com o mapa da respectiva região
exemplares muito estimados; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Gustavo de Matos Sequeira: «Eis a nossa colecção... Alguns textos que saibam despertar o interesse de ver, algumas fotografias que consigam entremostrar o monumento ou o espectáculo, e anunciá-lo expressivamente. [...]»

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Brazão de Armas, Sêlo e Bandeira da Cidade e Município de Lisboa


JAIME LOPES DIAS

Lisboa, 1945
Imprensa Municipal de Lisboa
1.ª edição
24,7 cm x 18,7 cm
24 págs. + 2 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] a peça principal das Armas é o barco, que é de prata e de negro, a bandeira é branca (representando a prata) e de negro. [...]
O barco é de negro e de prata; o negro simboliza a terra e significa firmeza e honestidade; a prata denota humildade e riqueza.
O campo das armas é de ouro, por ser o metal mais rico na heráldica e significar nobreza, fidelidade, constância, poder e liberalidade.
O mar representa-se heràldicamente por faixas ondadas de prata e de verde. O esmalte verde significa esperança e fé.
E assim, com estas peças e êstes esmaltes fica representado o valor da cidade e a índole dos seus naturais. [...]» –
Ora aqui está uma memória descritiva de que os actuais “designers” gráficos não percebem patavina!... Aliás, hoje em dia, na ânsia de se estar em voga e de dar emprego a uns ignorantes com ideias garridas, aquilo que representa o município está esvaziado de qualquer simbologia, tanto pode representar a capital de um país com oito séculos de existência como uma efémera marca de peúgas.

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Brasão de Armas, Selo e Bandeira da Cidade e Município de Lisboa


JAIME LOPES DIAS

Lisboa, 1968
Imprensa Municipal de Lisboa
2.ª edição
24,7 cm x 18,9 cm
24 págs. + 8 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, fevereiro 10, 2018

Historia dos Estabelecimentos Scientificos Litterarios e Artisticos de Portugal nos Sucessivos Reinados da Monarchia

 

JOSÉ SILVESTRE RIBEIRO
Eduardo Augusto da Rocha Dias [tomo XVIII]

Lisboa, 1871 a 1893
Typographia da Academia Real das Sciencias
1.ª edição (todos)
18 volumes
25,5 cm x 17 cm
[XII págs. + 528 págs.] + [2 págs. + XIV págs. + 480 págs.] + [2 págs. + XIV págs. + 480 págs.] + [2 págs. + XIV págs. + 492 págs.] + [2 págs. + XIV págs. + 480 págs.] + [XVI págs. + 480 págs.] + [2 págs. + XIV págs. + 480 págs.] + [VIII págs. + 496 págs.] + [XVI págs. + 496 págs.] + [2 págs. + XXII págs. + 516 págs.] + [VIII págs. + 496 págs.] + [VIII págs. + 490 págs.] + [8 págs. + 464 págs.] + [VIII págs. + 576 págs.] + [VIII págs. + 480 págs.] + [8 págs. + 504 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto] + [VIII págs. + 660 págs. + 1 desdobrável em extra-texto] + [4 págs. + 370 págs.]
boas encadernações recentes de amador em meia-inglesa com gravação a ouro nas lombadas
não aparados, à excepção do tomo IX
conservam as capas de brochura, à excepção dos tomos I, XIV e XVI
exemplares muito estimados, pontuais restauros nas capas de brochura; miolo limpo, quase sempre por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
900,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Silvestre Ribeiro (1807-1891), para além de historiador e político, notabilizou-se por ter pertencido ao grupo de bravos que desembarcaram no Mindelo e depois vieram defender a Serra do Pilar dos avanços dos miguelistas. Mas não será a sua vida ao serviço do poder liberal o que aqui interessa, seja como ministro da Justiça seja como conselheiro de Estado ou como vogal do Supremo Tribunal Administrativo, e sim a sua obra científica e literária na Academia Real das Ciências, de que foi sócio efectivo e assíduo presidente das respectivas comissões de exames, assim como na Associação dos Arquitectos Civis e Arqueólogos Portugueses. A magnitude dos vertentes Estabelecimentos são disso prova.
Tanto a Madeira como os Açores lhe devem, na qualidade de governador dessas regiões, o muito que fez pelo seu desenvolvimento. Também os animais em geral lhe devem a sua Sociedade Protectora.

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