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domingo, setembro 14, 2025

Persépolis

 


RUY CINATTI
grafismo de Licínio de Melo


Lisboa, 1965
Sociedade de Geografia de Lisboa
1.ª edição (separata da revista Geographica)
237 mm x 170 mm
18 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel couché
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do encapamento em separado das páginas de um artigo de História, de Ruy Cinatti, destacadas do corpo geral da referida revista.

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telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

terça-feira, setembro 12, 2023

Nós Não Somos Deste Mundo

 

RUY CINATTI
pref. Helena Cidade Moura
capa de Almada Negreiros


Lisboa, 1960
Edições Ática Limitada
2.ª edição
197 mm x 142 mm
2 págs. + 122 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, março 27, 2023

Cadernos de Poesia





Lisboa, 1940 a 1953
dir. Tomaz Kim, José Blanc de Portugal e Ruy Cinatti; mais tarde, também Jorge de Sena e José-Augusto França, tendo saído Tomaz Kim
colecção completa (15 números distribuídos por 3 séries [5 + 7 + 3 fascículos] em 1 volume)
23,7 cm x 18 cm
100 págs. (numeração contínua, primeira série) + 152 págs. (numeração contínua, segunda série) + [24 págs. + 2 x 32 págs. (terceira série)]
compostos manualmente
encadernação em meia-francesa em pele, cantos em pele, gravação a ouro na lombada,
conserva todas as capas de brochura
aparado e carminado somente à cabeça
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELAS DEDICATÓRIAS MANUSCRITAS DE ALBERTO DE LACERDA E FERNANDO LEMOS AO POETA LUÍS AMARO
PEÇA DE COLECÇÃO E GRANDE RARIDADE QUANDO COMPLETA
1.300,00 eur (IVA e portes incluídos)

Vasto é o número de colaboradores reunidos ao longo dos anos que durou a publicação, e tudo escritores já então de referência na cultura nacional, como sejam Afonso Duarte, Vitorino Nemésio, Almada Negreiros, Sofia de Mello Breyner Andresen, José Gomes Ferreira, Edmundo Bettencourt, Mário Dionísio, Pedro Homem de Mello, Eugénio de Andrade, Miguel Torga, Merícia de Lemos, José Régio, Manuel Ribeiro Pavia, Alfredo Margarido, António Ramos Rosa, Raul de Carvalho, etc.
A partir da segunda série, a publicação ganha o hábito de dedicar alguns dos seus números a um único escritor, pelo que temos aí em primeira edição A Poesia de Camões – Ensaio de Revelação da Dialéctica Camoneana por Jorge de Sena; um conjunto inédito de Poemas por Alberto de Lacerda; o estudo Fernando Pessoa e a Crítica por Adolfo Casais Monteiro; dois livros seminais da corrente surrealista, a saber, Tempo de Fantasmas por Alexandre O’Neill e Teclado Universal por Fernando Lemos; e ainda notas sobre seis pintores, Da Poesia Plástica, por José-Augusto França, e o importante fascículo inteiramente dedicado a Teixeira de Pascoaes, que inclui um poema inédito do mesmo e uma carta e este dirigida, também inédita, por Fernando Pessoa, assim como a intervenção em homenagem, entre outros, de António Pedro, António Sérgio, Eduardo Lourenço, José Marinho, Óscar Lopes.

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quarta-feira, fevereiro 05, 2020

Ruy Cinatti


JOAQUIM MANUEL MAGALHÃES [org. e posf.]

Lisboa, 1986
Editorial Presença
1.ª edição
21 cm x 14 cm
320 págs. + 4 págs. em extra-texto
subtítulo: Antologia Poética
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Senhor, Eu Não Sou Digno», o “posfácio” de Joaquim Manuel Magalhães, é, afinal, um dos mais notáveis poemas do século XX português. Numa dúzia de páginas, em defesa e louvor de Cinatti, dá Manuel Magalhães (aos que se interessam pelos destinos da língua escrita) uma lição de medida e ritmo invulgares, sem que por um segundo nos distraia com chavões líricos ou estopa retórica.

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quinta-feira, novembro 14, 2019

Critério – Revista Mensal de Cultura



Lisboa, Novembro de 1975 a Novembro de 1976
dir. João Palma-Ferreira e Alexandre O’Neill (até ao n.º 6)
dir. Cardoso Ferreira (n.º 7 e n.º 8)
8 números (colecção completa)
29,3 cm x 22 cm (estojo)
8 x 64 págs.
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
acondicionados em elegante estojo próprio de fabrico recente
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, de Vitorino Magalhães Godinho, Miguel Torga, António José Saraiva, Vergílio Ferreira, José Martins Garcia, Antonio Tabucchi, Jorge de Sena, Eduardo Lourenço, José-Augusto França, Vaclav Havel, Ruy Cinatti, Fraústo da Silva, David Mourão-Ferreira, Álvaro Guerra, Mário Cesariny, Orlando Ribeiro, João Gaspar Simões, Iva Delgado, Sophia de Mello Breyner Andresen, J. S. da Silva Dias, Helder Godinho, Carlo Vittorino Cattaneo, Nora Mitrani, etc.

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quarta-feira, abril 18, 2018

O a Fazer, Faz-se [...]


RUY CINATTI
vinheta de Maluda

Lisboa, 1974 [aliás, Fevereiro de 1976]
ed. Autor [Grafilarte, Artes Gráficas, Lda. – Águeda]
[1.ª edição]
21,5 cm x 16 cm
40 págs.
subtítulo: [...] antes que o Cálculo nos disfarce & digamos que não é bem assim o que foi assim mesmo & O a fazer deixe de fazer-se & O que escrevi sobre esta modesta Meditação quotidiana deixe de publicar-se & Ninguém saiba o que um Poeta está ruminando sobre os pós-Tempos do 25 de Abril & os verídicos & fantasiosos Acontecimentos que Os preencheram. Com variadas Modalidades a-propósito – Pessoas, Coisas, Animais – & outras Considerações oportunas e proféticas Tudo disposto para Referência aos Momentos cronológicos & corrigido em Estilo poético pelo dito Ruy Cinatti Testemunha atenta, veneradora e obrigada Cidadão Eleitor desta Cidade com Firma na Ilha de Timor Comparticipante em dois Movimentos & Autor de Borda d’Alma e Cravo Singular
capa impressa retro e verso
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Por vezes os escritores excedem tudo quanto se esperava deles. Para bem deles e dos leitores, mas, por vezes, também para mal de toda a gente. O seu radicalismo, o mais das vezes, se não consegue ser esteticamente complementado, joga do lado do ideólogo enganador. Ezra Pound, Céline, Cioran e até o nosso Pessoa apostaram na pior política das suas épocas – mas nem isso os diminuiu à luz de uma leitura menos redutora e menos maniqueísta. Ruy Cinatti é um caso assim. A sua opção histórica, que o levou a pôr a arte poética ao serviço do panegírico bélico do militar Jaime Neves, usando de uma linguagem ressabiada de retornado, mesmo assim não o apeou do lugar que por direito lhe pertence na cultura nacional. A vertente obra pertence a esse triste núcleo de folhetos que o poeta, nos anos 1974-1976, andava pelas ruas e pelos cafés de Lisboa a impingir a quem lhe dava troco.

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RUY CINATTI
vinheta de Maluda

Lisboa, 1974 [aliás, Fevereiro de 1976]
ed. Autor [Grafilarte, Artes Gráficas, Lda. – Águeda]
[1.ª edição]
21,4 cm x 16 cm
36 págs.
subtítulo: Memória descritiva & caderno de encargos dos Factos, Argumentos, Suposições, Hipóteses, Boatos, Etc. que os pós-Tempos do 25 de Abril estão suscitando a muitos Portugueses e Estrangeiros com variadas Modalidades a propósito – Pessoas, Coisas e Animais – Contas à vida, adrede Fantasias & outras Considerações oportunas e proféticas Tudo disposto para Referência aos Momentos cronológicos, dialécticos e emocionais & redigido em Estilo poético pelo dito Ruy Cinatti Afiliado a dois Movimentos & a nenhum Partido, por enquanto, mas Cidadão eleitor desta Cidade com Firma na Ilha de Timor para sempre Autor entre outros Escritos éditos & inéditos de Borda d’Alma, Cravo Singular & O a Fazer, Faz-se
capa impressa retro e verso
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, agrafos oxidados; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 11, 2018

Conversa de Rotina


RUY CINATTI

Lisboa, 1973
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
21 cm x 15,8 cm
104 págs.
capa de Júlio Gil
exemplar novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Cinatti, que, sendo engenheiro agrónomo e etnólogo, nos anos 40 e 50 do século XX colaborou com o regime colonial na qualidade de chefe de gabinete do Governo de Timor e de chefe dos Serviços de Agricultura nessa colónia, surge-nos aqui como o poeta «[...] de um humor subtil e uma ironia originalíssima verdadeiramente conseguidos [...]» (da nota de badana). Não será, entretanto, fácil esquecer a sua imagem vagabunda, na Lisboa pós-25 de Abril, de vociferador contra-revolucionário em missão de catequizar o alfacinha atónito, à força de poemas avulsos distribuídos pelas mesas dos cafés.

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Memória Descritiva


RUY CINATTI
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1971
Portugália Editora
1.ª edição
20,4 cm x 14 cm
140 págs.
reproduz em zincogravura um poema manuscrito do Autor
exemplar muito estimado, apenas com sinais de fita-gomada no verso da capa e nas primeira e última folhas
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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