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quinta-feira, abril 16, 2020

Lisboa, Livro de Bordo



JOSÉ CARDOSO PIRES
grafismo de Sara Lima (Atelier Henrique Cayatte)

Lisboa, 1998
Publicações Dom Quixote, Lda. | Parque Expo 98, S.A.*
1.ª edição
289 mm x 245 mm (álbum)
2 págs. + 126 págs.
subtítulo: Vozes, olhares, memorações
profusamente ilustrado a cor
encadernação editorial inteira em tela com cromo polícromo colado na pasta anterior e gravação a branco na mesma pasta e na lombada
exemplar como novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

* Edições simultâneas na Carl Hander Verlag (Alemanha), nas Editions Gallimard (França), na Alianza Editorial (Espanha) e no Feltrinelli Editore (Itália).

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telemóvel: 919 746 089

Lavagante


JOSÉ CARDOSO PIRES
capa de Paulo Condez sobre ilust. Sónia Oliveira

Lisboa, Fevereiro de 2008
Edições: Nelson de Matos
1.ª edição
21 cm x 13,5 cm
96 págs.
subtítulo: Encontro Desabitado
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] Este texto nunca foi publicado em livro.
Uma sua primeira (?) versão, muito reduzida, foi publicada em Dezembro de 1963, no n.º 11 da revista O Tempo e o Modo [...] com o título “Um Lavagante e Outros Exemplares”, com a menção, em Nota de Redacção, de que se tratava de “(...) um capítulo do seu próximo romance, ainda provisoriamente sem título”. Existem outras versões, manuscritas, sem data, uma delas com o título “O Lavagante e a Mulher do Próximo'”. Existem também versões dactilografadas, sem datas. Todas indiciam, pelas emendas, serem posteriores ao texto publicado em 1963.
É também possível perceber que se trata de um texto anterior a O Delfim, publicado pela primeira vez em 1968, pela Livraria Moraes Editores.
Talvez se possa concluir que se trata de um texto cujo trabalho de escrita, tal como se apresenta nesta versão final dactilografada directamente pelo Autor, foi sendo elaborado ao longo de vários anos, mais ou menos entre 1963 e 1968. [...]»

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segunda-feira, fevereiro 17, 2020

Dinossauro Excelentissimo




JOSÉ CARDOSO PIRES
ilust. João Abel Manta

Lisboa / Rio de Janeiro, 1972
Editora Arcádia / Editora Civilização Brasileira S. A. R. L.
1.ª edição
24,7 cm x 17,4 cm
96 págs. + 21 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado em separado
encadernação editorial em sintético com gravação a ouro na pasta dianteira e na lombada, protegida com a mica de origem
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
É O N.º 1 DE UMA TIRAGEM DECLARADA DE 120 EXEMPLARES IMPRESSOS SOBRE PAPEL ESPECIAL DE COR MOSTARDA, ASSINADO PELO ESCRITOR E PELO ILUSTRADOR
peça única, de colecção
1.750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sátira política, escrita de forma desabrida e sem rodeios ou hesitações, ao estilo oitocentista da Viagem à Roda da Parvónia (Gil Vaz, pseud.). O livro caricaturiza Salazar e a parte da nação que o aplaudia e perpetuava numa descarada busca de benesses e privilégios. Caricatura feroz, que João Abel Manta reforça com os seus desenhos igualmente corajosos. As primeiras linhas desta alegoria anunciam desde logo o que vai seguir-se: «[...] não há muito tempo existiu no Reino do Mexilhão um imperador que na ânsia de purificar as palavras acabou por ficar entrevado com a paralisia da mentira. Ainda lá está, dizem. E não é homem nem estátua porque a ele, sim, roubaram-lhe a morte. Não faz parte deste nosso mundo nem daquele para onde costumam ir os cadáveres, embora cheire terrìvelmente. Quando muito é isso, um cheiro. Um fio de peste a alastrar por todas as vilas do império. [...]» O sabor da narrativa espraia-se daí em diante, mesmo os personegens de Cardoso Pires têm nomes de cena que, só por si, dizem tudo, como o Juiz das Causas Combinadas, ou frei Pantaleão das Bulas. É a contemporânea História de Portugal, o seu resumo imediato, desfiando-se como reportagem por dentro do regime sócio-político vigente na altura, e igual a si próprio, até ao capítulo Epílogo, este uma pequena obra-prima da literatura panfletária portuguesa. Lá se lê, com um sorriso amargo e um aperto no estômago, como foi possível mascarar o colapso da governação de Salazar, sem que o próprio disso se apercebesse, após a sua queda da cadeira em Agosto de 1968 e até Julho de 1970, enquanto o seu sucessor, Caetano, contava as espingardas e garantia um lugar na vergonha pátria.

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Cartilha do Marialva ou das Negações Libertinas



JOSÉ CARDOSO PIRES
[capa e grafismo de Sebastião Rodrigues]

Lisboa, 1960
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
18,9 cm x 11,5 cm
128 págs.
subtítulo: Redigida a propósito de alguns provincianismos comuns e ilustrada com exemplos reais
encadernação editorial com sobrecapa a duas cores
exemplar como novo
tiragem de apenas 400 exemplares numerados e assinados pelo Autor
380,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Cartilha do Marialva é um ensaio sobre a via errada, seguida por Portugal, que optou pelo irracionalismo e pelo imobilismo, actualizados e enaltecidos pelo regime salazarista. A figura do marialva, privilegiado em nome da sua família e dos seus haveres patrimoniais, encarna a espécie de provincianismo português que o autor caracteriza em traços negros e caricaturais de modo a fustigá-lo para melhor o erradicar do país. [...]» (Eunice Cabral, José Cardoso Pires, Centro Virtual Camões, pág. electrónica)

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domingo, setembro 23, 2018

O Burro-em-pé


JOSÉ CARDOSO PIRES
capa de Sebastião Rodrigues
ilust. Júlio Pomar

Lisboa, 1979
Moraes Editores
1.ª edição
24 págs. + 15,7 cm
176 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, março 23, 2018

Cartilha do Marialva ou das Negações Libertinas


JOSÉ CARDOSO PIRES
[capa de Sebastião Rodrigues]

Lisboa, 1966
Editora Ulisseia Limitada
2.ª edição
19,1 cm x 12 cm
194 págs.
subtítulo: Redigida a propósito de alguns provincianismos comuns e ilustrada com exemplos reais
encadernação editorial com sobrecapa a duas cores
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Alexandra Alpha


JOSÉ CARDOSO PIRES
capa de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1987
Publicações Dom Quixote, Lda.
1.ª edição
20,9 cm x 13,5 cm
450 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, junho 17, 2015

De Profundis, Valsa Lenta


JOSÉ CARDOSO PIRES
introdução de João Lobo Antunes
capa (desenho) de Mário Eloy
grafismo de Emília Abreu

Lisboa, 1997
Publicações Dom Quixote, Lda.
1.ª edição
23,3 cm x 14,2 cm
72 págs.
ilustrado
encadernação editorial em tela com sobrecapa impressa sobre papel avergoado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim começa este livro muito especial, tanto para um escritor maior da cultura portuguesa como para o vulgar cidadão do mundo:
«[...] Ainda hoje estou a ouvir aquele “é”. Espantoso como bruscamente o meu eu se transformou ali noutro alguém, noutro personagem menos imediato e menos concreto.
Nesta introdução à perda de identidade que um transtorno do cérebro tinha acabado de desencadear, o que me parece desde logo implacável e irreversível é a precisão com que em tão rápido espaço de tempo fui desapossado das minhas relações com o mundo e comigo próprio. Como se acabasse de dar início a um processo de despersonalização, eu tinha-me transferido para um sujeito na terceira pessoa (Ele, ou o meu nome, é) que ainda por cima se tornava mais alheio e mais abstracto pela imprecisão parece que. Além disso, a circunstância de ter respondido à Edite com o apelido e não com o meu primeiro nome, o mais cúmplice entre marido e mulher e o único que nos era natural, é outro indício do distanciamento provocado pelo golpe de azar que me destituíra de memória e de passado. [...]»
Na linha de tradição cultural dos escritores que fizeram da sua biografia profissão de fé, Cardoso Pires conta, após um acidente vascular cerebral, o seu regresso do vazio absoluto, do nada, ao equilíbrio das faculdades humanas que nos permitem verbalizar o ser.

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Jogos de Azar


JOSÉ CARDOSO PIRES
[capa de Sebastião Rodrigues]

Lisboa, 1963
Arcádia
1.ª edição
19,2 cm x 12,3 cm
244 págs.
encadernação editorial com sobrecapa, cuja criação se encontra referenciada no catálogo Sebastião Rodrigues, Designer (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1995)
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o analista Liberto Cruz:
«[...] Apercebendo-se da destruição que parece suspender-se, inexoravelmente, nos ombros do homem, de certo tipo de homem, destruição causada, é evidente, por toda uma estrutura social deformada e deformante, o escritor ao descrever essa amputação, esse aniquilamento do homem, mais não faz do que chamar a atenção para uma sociedade onde isso é possível. Compreende-se assim que o ficcionista queira descrever e analisar, acima de tudo, a atmosfera onde as personagens se movem. Conhecendo o jogo e as regras que o regem, fácil se torna para o utente da obra agarrar e compreender o porquê das personagens e da sua maneira de agir. [...]» (José Cardoso Pires, Análise Crítica e Selecção de Textos, Arcádia, Lisboa, 1972)

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O Hóspede de Job


JOSÉ CARDOSO PIRES
[capa de Sebastião Rodrigues]

Lisboa, 1963
Editora Arcádia, limitada
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
258 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
na folha de ante-rosto surge colada uma targeta assinalando a vertente obra como Prémio "Camilo Castelo Branco" atribuído pela Sociedade Portuguesa de Escritores e pelo Grémio Nacional dos Editores e Livreiros para o ano de 1963
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

É talvez uma das obras-primas daquilo que Mário Sacramento (in Há uma Estética Neo-Realista?, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1968) designou por «segundo neo-realismo», período literário que só terá em Carlos de Oliveira o outro escritor de eleição.


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O Anjo Ancorado



JOSÉ CARDOSO PIRES
capa de Sebastião Rodrigues sobre fotografia do arquitecto António Sena da Silva

Lisboa, 1958
Editora Ulisseia, Limitada
1.ª edição
18,8 cm x 12,5 cm
132 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Liberto Cruz (vd. José Cardoso Pires – Análise Crítica e Selecção de Textos, Arcádia, Lisboa, 1972): «[...] Em O Anjo Ancorado o ambiente ressalta do contraste entre o casal e o automóvel e a aldeia e seus habitantes. Nos últimos tudo é primitivo, a começar pela fome, enquanto nos primeiros – burgueses palavrosos de má consciência – a modernidade da técnica lhe aumenta o conforto. Suave descida aos infernos (atente-se na descrição da travessia da aldeia e nos comentários de Guida Sampaio) há tanta soberba e distância entre os dois passageiros e os aldeões como entre o carro e “os casinhotos de S. Romão”. [...]»

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Histórias de Amor


JOSÉ CARDOSO PIRES
capa de Victor Palla

Lisboa, 1952
Editorial Gleba, Ld.ª
1.ª edição
16,1 cm x 11,4 cm
174 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
carimbos de posse de «Carlos Nandin de Carvalho | engenheiro civil | Avenida Gomes Freire, 3 | Lourenço Marques»
PEÇA DE COLECÇÃO
185,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro proibido pela censura salazarista – e não era o primeiro que Cardoso Pires via fora do mercado –, republicado condignamente apenas dez anos após a morte do escritor, pelo editor Nelson de Matos, que juntou ao texto integral a carta-protesto de imediato dirigida por Cardoso Pires ao director dos Serviços de Censura (ver Edições Nelson de Matos, Lisboa, 2008).

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Os Caminheiros e outros contos


JOSÉ CARDOSO PIRES
capa de Júlio Pomar

Lisboa, 1949
Edição do Centro Bibliográfico
1.ª edição
19,3 cm x 13,8 cm
156 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
170,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Corpo-Delito na Sala de Espelhos


JOSÉ CARDOSO PIRES
prefácio de Eduardo Lourenço
fotografias de Eduardo Gageiro

Lisboa, 1980
Moraes Editores
1.ª edição
19,8 cm x 14,1 cm
160 págs.
ilustrado
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

No notável texto de abertura, afirma Eduardo Lourenço:
«[...] Sob o desfile unanimista do l.º de Maio de 1974, quem tivesse colado o ouvido ao asfalto de onde o rumor exaltante subia, teria surpreendido um silêncio singular. Escutando melhor, teria percebido até que esse universal rumor era quase só esse silêncio, com cinquenta anos de espessura, antigo silêncio dissolvido na alegria do presente como açúcar. Num só dia, a bondade dos nossos costumes apagara os gritos estrangulados de meio século, os cadáveres escamoteados, as noites sem pálpebras, a vergonha de ter um rosto de homem numa paisagem deserta de olhos para aceitar com a naturalidade do nascer do sol e da luz do dia. Todavia, por essa hora, se havia esperado-desesperado para saber, sobretudo para proclamar, enfim, a Verdade, ou antes, a sua atroz inversão. Os surdos voluntários, os cegos de olhos extasiados, os executores da sombra, os peritos em terror seráfico, os caluniadores impunes seriam então tardiamente iluminados pela revelação da sua inumanidade cultivada, envergada como um fato de domingo para a glória e honra da antiquíssima, venerável e santa Ordem Moral. Da sua noite, cegos sem metáfora, silenciados a cavalo-marinho, crucificados contra os muros da vertigem, sombras recortadas apenas pela lembrança dos vivos, sairiam num cortejo sem ódio para exigir uma desculpa, e os menos inconformados, uma explicação. Era esquecer que a longa noite partilhada pelos carrascos e as vítimas havia tido tempo de converter uns e outros em fantasmas destinados a mudar de forma e consistência, por vezes a trocar de lugares quando chegasse a hora da libertação. A hora chegou, mais do que tardia, póstuma. Quando as vítimas se voltaram para ver melhor o rosto dos seus suaves algozes não havia ninguém. Nunca tinha havido ninguém. Como pôr em cena esta absoluta teatralidade? Como invocar o inevocável? Os algozes descobriam-se dedicados missionários da rotina. As vítimas não tinham público. [...]
Sem dúvida que Cardoso Pires desejou evitar a exploração teatral do tema da “tortura” e da “confissão”, como se desinteressou também do laço dialéctico tão glosado entre “vítima” e “carrasco”. É simbolicamente que a vítima ocupa o centro da cena e nunca como parceiro de um jogo trágico. É a sua situação que se recorta numa luz de sofrimento ou obstinada resistência, como um dado aceite pelo sujeito deles e o funcionário da máquina anónima do terror de Estado. Na realidade a única questão que preocupa Cardoso Pires em Corpo-Delito não é a da tortura, nem das relações sadomasoquistas tantas vezes descritas entre o carrasco e a vítima, mas a da inscrição do delito na realidade-corpo-alma do sujeito dele. Cardoso Pires tem razão ao recusar para a sua peça a conotação “política” que acode imediatamente ao espírito dada a sua temática. O universo é o da Pide e os seus fantasmas, o momento o da Revolução que chega para perturbar o mecanismo perfeito e “natural” da repressão, mas não é enquanto mecânica diabólica e perversa que eles interessam Cardoso Pires nem mesmo enquanto microcosmo patológico de um Regime totalitário. A Pide e o seu cenário interessam-no como lugar superlativo de uma representação que pertence à essência da realidade social. Não é um microcosmo, é um macrocosmo. No limite, é o Macrocosmo.
De quê? De uma sociedade de reflexos [...].»

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O Render dos Heróis


JOSÉ CARDOSO PIRES
[capa de Sebastião Rodrigues]

Lisboa, 1965
Editora Arcádia, Limitada
3.ª edição [1.ª edição ilustrada]
19 cm x 12,2 cm
256 págs. + 7 folhas em extra-texto
ilustrado com reproduções fotográficas de cena aquando da encenação de Fernando Gusmão para o Teatro Moderno de Lisboa em Janeiro de 1965
encadernação editorial com sobrecapa impressa
exemplar estimado; miolo limpo, por vezes com manchas no verso do couché das ilustrações
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Narrativa dramática evocando o levantamento popular da Maria da Fonte contra o governo cartista de Costa Cabral, na linha do teatro épico de Bertold Brecht.

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Viagem à Ilha de Satanás


JOSÉ CARDOSO PIRES
ilust. e grafismo de Luís Filipe Cunha

Lisboa, 1997
Expo’98
1.ª edição
14 cm x 10,5 cm
60 págs.
texto impresso a azul
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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E Agora, José?


JOSÉ CARDOSO PIRES

Lisboa, 1977
Moraes Editores
1.ª edição
18,8 cm x 12,6 cm
336 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro de livro de Cardoso Pires após o 25 de Abril.

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