terça-feira, julho 21, 2026
Cartilha do Marialva ou das Negações Libertinas
sábado, julho 11, 2026
Dinossauro Excelentissimo
assinatura de posse no ante-rosto e no rosto
sábado, junho 13, 2026
O Render dos Heróis
assinatura de posse no frontispício
sexta-feira, maio 22, 2026
O Hóspede de Job
JOSÉ CARDOSO PIRES
[sobrecapa de Sebastião Rodrigues]
Lisboa, 1963
Editora Arcádia, limitada
1.ª edição
191 mm x 125 mm
258 págs.
encadernação editorial com sobrecapa
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)
É talvez uma das obras-primas daquilo que Mário Sacramento (in Há uma Estética Neo-Realista?, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1968) designou por «segundo neo-realismo», período literário que só terá em Carlos de Oliveira o outro escritor de eleição.
sábado, maio 16, 2026
Dinossauro Excelentissimo
sábado, março 21, 2026
Alexandra Alpha
(Fonte: Inês Pedrosa, José Cardoso Pires – Fotobiografia, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1999)
segunda-feira, janeiro 26, 2026
Afinidades – Revista de Cultura Luso-Francesa
dir. Francisco Fernandes Lopes; ed. João Romualdo Mascarenhas; red. Lionel de Roulet (até ao n.º 14-15) e Allex Lyoudi e Vasco Vidal (segs.)
20 números em 16 brochuras (colecção completa)
247 mm x 176 mm (estojo)
[96 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [96 págs. + 6 págs. em extra-texto] + [96 págs. + 4 págs. em extra-texto + 16 págs. (anunciantes)] + [98 págs. + 4 folhas em extra-texto + 14 págs. (anunciantes)] + [2 págs. + 1 encarte impresso frente e verso + 104 págs. + 6 págs. em extra-texto + 22 págs. (anunciantes)] + [1 encarte impresso frente e verso + 106 págs. + 4 págs. em extra-texto + 18 págs. (anunciantes)] + [114 págs. + 14 págs. (anunciantes)] + [1 tarjeta impressa a cor com a bandeira francesa + 104 págs. + 6 págs. em extra-texto + 16 págs. (anunciantes)] + [65 págs. + 4 págs. em extra-texto + 7 págs. (anunciantes)] + [78 págs. + 4 págs. em extra-texto + 10 págs. (anunciantes)] + [82 págs. + 2 págs. em extra-texto + 6 págs. (anunciantes) + 1 encarte] + [96 págs. + 2 págs. em extra-texto + 8 págs. (anunciantes)] + [104 págs. + 1 folha em extra-texto + 4 págs. (anunciantes)] + [88 págs. + 2 folhas em extra-texto + 4 págs. (anunciantes)] + [86 págs. + 3 folhas em extra-texto, uma das quais com 1 cromo colado + 6 págs. (anunciantes)] + [106 págs. + 8 págs. em extra-texto + 6 págs. (anunciantes)]
ilustrados
compostos manualmente, com ilustrações em zincogravura
exemplares em bom estado de conservação, acondicionados em estojo próprio de confecção moderna recente; miolo limpo, por abrir do n.º 6 ao n.º 14-15
assinatura de posse na capa do n.º 5
PEÇA DE COLECÇÃO
290,00 eur (IVA e portes incluídos)
Periódico da resistência intelectual à ocupação nazi na Europa, que a comunidade francesa soube manter em Portugal apesar do autoritarismo do Estado Novo. Autores portugueses aí colaboraram; entre muitos outros, destaque para Abel Salazar, Fidelino de Figueiredo, Guilherme de Castilho, Jaime Brasil, João Gaspar Simões, Joel Serrão, José Cardoso Pires, Mário Dionísio, Adolfo Casais Monteiro, Agostinho da Silva, Eduardo Scarlatti, Jaime Salazar Sampaio, João Pedro de Andrade, Luiz Pacheco, Manuel Campos Lima, Manuel da Fonseca, Roberto Nobre, Tomás Kim, etc., etc.
O escritor Luiz Pacheco recorda no seu Diário Selvagem (ver João Pedro George, Puta Que os Pariu! – A Biografia de Luiz Pacheco, Tinta da China, Lisboa, 2011) esses dias em que, como escritor, se iniciava nas lides:
«[...] celebrado o armistício, a França ficou dividida em duas partes. A zona ocupada e a dita zona livre, o Governo de Vichy, o Pétain, o Laval. Pois bem: a grande cagança dos Franceses no seu predomínio cultural levou-os a querer manter o nome da França em todo o Mundo servindo-se aliás de escritores que tinham fugido aos nazis. E eram, resumidamente: Breton na América, Péret no México, Bernanos no Brasil, dos que sei e lembro.
Num país neutral, que servia de porta de fuga aos refugiados, Portugal (que para alguma coisa tem de servir), a França estabeleceu em Lisboa duas bases, e foi com estas que eu sem saber de nada aprendi alguma coisa, na tentativa de começar a revelar os meus “espantosos” dotes literários. A saber: uma revista de cultura luso-francesa, Afinidades, e um quinzenário, O Globo, entre magazine e suplemento cultural. Ora não havia ao tempo muito que ler em Lisboa e eu lia ou procurava ler tudo. Conheci O Globo, era barato, e fui lá oferecer-me para colaborar (tinha feito o mesmo no Diário Popular, mas a recepção, aliás benevolente, do Ramiro Valadão, intimidou-me). E descobri então que O Globo e Afinidades giravam na órbita de um sujeito, Lionel de Roulet, marido de uma Hélène de Beauvoir, irmã da Simone, que o Roulet era membro da Resistência, isto é, tinha contactos, e no Instituto Francês, então na rua das Praças, regia um Pierre Hourcade, um arranjista perto da Presença, colaborador e amigalhaço, tipo de bagagem literária e forte sacana.
Com artiguinhos de minha lavra, metendo ao barulho tipos amigos, o Pires, o Salazar Sampaio, o Mário Dionísio, o Joly [Braga Santos], eu ia trabalhando nos dois órgãos, onde mandava na parte portuguesa o Vasco Vidal, tipo simpático, amigo da malta nova. [...]»
pedidos para:
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
sábado, janeiro 17, 2026
Jogos de Azar
JOSÉ CARDOSO PIRES
[capa de Sebastião Rodrigues]
Lisboa, 1963
Arcádia
1.ª edição
191 mm x 123 mm
244 págs.
encadernação editorial com sobrecapa, cuja criação se encontra referenciada no catálogo Sebastião Rodrigues, Designer (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1995)
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)
Diz-nos o analista Liberto Cruz:
«[...] Apercebendo-se da destruição que parece suspender-se, inexoravelmente, nos ombros do homem, de certo tipo de homem, destruição causada, é evidente, por toda uma estrutura social deformada e deformante, o escritor ao descrever essa amputação, esse aniquilamento do homem, mais não faz do que chamar a atenção para uma sociedade onde isso é possível. Compreende-se assim que o ficcionista queira descrever e analisar, acima de tudo, a atmosfera onde as personagens se movem. Conhecendo o jogo e as regras que o regem, fácil se torna para o utente da obra agarrar e compreender o porquê das personagens e da sua maneira de agir. [...]» (José Cardoso Pires, Análise Crítica e Selecção de Textos, Arcádia, Lisboa, 1972)
quinta-feira, outubro 02, 2025
E Agora, José?
O Burro-em-pé
cartonagem editorial com sobrecapa em acetato impresso
Volume constituído por cinco narrativas, uma das quais, Dinossauro Excelentíssimo, já antes publicada em volume autónomo.
* Existe uma outra versão, na Moraes Editores, simultânea, brochada e com capa diferente.
sexta-feira, agosto 29, 2025
Lisboa, Livro de Bordo
quinta-feira, julho 17, 2025
Histórias de Amor
JOSÉ CARDOSO PIRES
capa de Paulo Condez, e Sónia Oliveira
Lisboa, 2008
Edições Nelson de Matos
2.ª edição
210 mm x 135 mm
192 págs.
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)
Livro proibido pela censura salazarista – e não era o primeiro que Cardoso
Pires via fora do mercado –, aqui republicado condignamente apenas dez anos
após a morte do escritor, a que o editor Nelson de Matos juntou, ao texto
integral, a carta-protesto de imediato dirigida por Cardoso Pires ao director
dos Serviços de Censura.
Da nota editorial:
«[…] Tendo sido possível utilizar o exemplar onde estão sublinhadas a lápis
azul as partes do texto que motivaram a fúria do Censor e a apreensão da
edição, indicam-se nesta edição esses sublinhados, mediante a sobreposição de
uma rede de cinzento sobre o texto original, mantido sem cortes. […]»
pedidos para:
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sexta-feira, abril 07, 2023
O Delfim
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
sábado, julho 09, 2022
Notícias de Amor
ODYLO COSTA, FILHO
Rio de Janeiro (Brasil), 1974
Editora Artenova S. A.
1.ª edição
155 mm x 115 mm
48 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA AO ESCRITOR JOSÉ CARDOSO PIRES
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
Do cólofon:
«Esta edição de poemas de Odylo Costa, filho foi feita em tiragem limitada,
fora do mercado, de 500 exemplares, e com a qual a Editora Artenova S. A.
homenageia e comemora os 60 anos do autor, na cidade de S. Sebastião do Rio de
Janeiro, em 14 de dezembro de 1974.»
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quinta-feira, abril 16, 2020
A República dos Corvos
JOSÉ CARDOSO PIRES
Lisboa, 1988
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
210 mm x 135 mm
224 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
Porque de um bestiário nacional se trata, neste livro carregado de alegoria e fábula, alguma moral e apelo à consciência das bestas seria o mínimo de esperar. Mas não. «As Baratas», a terceira narrativa do volume, é mesmo disso ilustrativa: o judeu engenheiro de minas, que em 1942 foge às garras do Führer e vem para Portugal, acaba, obrigado pela polícia política, a trabalhar nas minas de volfrâmio que forneciam o mesmo Führer, exterminador de suas irmãs e mulher nos fornos crematórios dos campos de concentração.
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