domingo, setembro 30, 2018

O Pinto


CONDE D’AURORA

Porto, 1935
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
190 mm x 121 mm
192 págs.
subtítulo: Infância, paixões e morte de um cacique eleitoral
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior direito da capa
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Roteiro da Ribeira Lima



CONDE D’AURORA

Porto, 1939
Domingos Barreira - Editor | Livraria Simões Lopes
2.ª edição («revista e muito aumentada»)
18,5 cm x 12,5 cm
264 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de D. Diogo da Casa Marialva
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da «Sinfonia de Abertura» tecida por José de Sá Coutinho da Costa de Sousa de Macedo Sottomayor Barreto, 2.º conde de Aurora, nacionalista e juiz nortenho, tal como figura na 1.ª edição da vertente obra:
«[...] Não me lembro agora onde é que o grande pensador latino Leon Daudet descreve a influencia dos rios na população de suas ribeiras. Mas que importa, se é facto bem demonstrado e sabido que os grandes cursos de agua são directrizes gerais de civilizações. E como é profunda a influencia da beleza e encanto particular de certos rios nas populações de seus vales! Ora de poucos no mundo se póde gabar tanto a formosura como a do Lima, mitologico e lendario.
Nas paginas que vão seguir tentei traçar a ementa do erudito passeio de um dilettanti na Ribeira Lima, peregrinando-a garreteanamente, como dizia Sardinha, o nosso grande emotivo da neo-renascença. [...]»

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Mal Notadas Letras


CONDE D’AURORA

Porto, s.d. [1951]
Livraria Simões Lopes
1.ª edição
19,7 cm x 13,2 cm
224 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994):
«[...] A sua obra, que abrange vários géneros literários, obedece formalmente aos cânones do realismo, ao mesmo tempo que denota a intenção do autor de defender os valores do tradicionalismo cultural, nomeadamente os do regionalismo. [...]»

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Aguarelas de Lisboa


JOSÉ DIAS SANCHES

Lisboa, 1942
Grupo «Amigos de Lisboa»
1.ª edição
26,6 cm x 20,1 cm
24 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o próprio autor, trata-se aqui de «[...] uma despretenciosa palestra sôbre alguns motivos do passado [...]». Começa, pois, a sua intervenção pública com a descrição de uma caçada real setecentista na Tapada da Ajuda, passando logo à notícia de várias procissões, porque as «[...] procissões efectuadas em Lisboa desde a conquista da cidade aos mouros até fins do século XVIII, são preciosos motivos para uma reconstitüição do passado. || Nas procissões estudamos os trajos, os usos, os costumes, os ritos, as pragmáticas, em suma, comparamos as épocas. [...]» E sempre tendo em vista essa busca do passado que fez de nós o que somos no presente, Dias Sanches segue descrevendo a vida nos mercados locais: «[...] É nas ruas da cidade que continuamos a pintar as aguarelas de lisboetas. || É nas ruas que copiamos a vida regional, vida popular, aquela vida que se agita como nervos duma terra que trabalha de sol a sol. || As feiras de Lisboa são belos modelos, são óptimos motivos para hoje reconstituirmos, como admiráveis quadros bairristas, a-pesar dos escassos informes da sua história nos impedirem uma visibilidade lucida e definida. [...]»

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sexta-feira, setembro 28, 2018

Paulo e Virginia


BERNARDIN DE SAINT-PIERRE
trad. Alfredo Alves e Bulhão Pato

Lisboa, 1903
Parceria Antonio Maria Pereira – Livraria Editora
s.i.
27,3 cm x 20 cm
XXX págs. + 2 págs. + 232 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
impresso sobre papel superior
luxuosa encadernação editorial inteira em tela gravada a ouro, negro, vermelho, azul e dois verdes na pasta anterior, gravada somente a ouro na lombada e na pasta posterior
corte das folhas dourado
exemplar muito estimado, contracapa suja; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Com esta obra de grande êxito nos finais do século XVIII, indo ao encontro dos ensinamentos filosóficos de Jean-Jacques Rousseau, Bernardin de Saint-Pierre (1737-1814) viu-se traduzido por quase toda a Europa de então.

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Terra Fria [junto com cartaz da adaptação cinematográfica]



FERREIRA DE CASTRO
António Campos, realizador

Lisboa, 1934 (livro) e 1991 (filme)
Editorial «Seculo» | Inforfilmes
1.ª edição
[18,4 cm x 11,9 cm (livro)] + [99 cm x 68 cm (cartaz)]
352 págs. + 1 cartaz
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a relevo seco e ouro nas pastas e na lombada, autenticada Santos Encadernador na pasta posterior
conserva a capa anterior da brochura
cartaz impresso em serigrafia
exemplares estimados; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do Pórtico, redigido pelo autor:
«[...] É, especialmente, nas gentes que vivem entre cadeias de montanhas que vamos encontrar, de novo, o homem metido em si proprio, o homem que reduziu o enigma do infinito a uma simples crença, e a colocou ao canto da alma como um bordão, para se servir dela nos momentos de vicissitude ou quando a morte lhe bate á porta. Tradicionalista, página viva de antropologia, a sua atitude ante o mundo de hoje dir-se-á igual á dos seus maiores perante o mundo de ontem e de todos os dias que já se perderam no cinerario do tempo. Mas não é assim. Agora e logo, nêste raciocinio, naquela fala, no desenrolar das ambições e dos intentos, descobre-se a força da evolução que o vai penetrando, hoje um pouco,  amanhã mais, num trabalho lento de pua furando granito.
[...] Dir-se-á que encontramos, nesses homens, farrapos da vida de todos nós, que foram abandonados ao longo da inermina jornada, de geração para geração, de século para século, porque todos nós, um dia, teriamos sido assim. E surge, então, como que um sentimento de preterita fraternidade, que se projecta no presente, abrindo-se em compreensão e em amôr. [...]»

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terça-feira, setembro 25, 2018

O Mistério do Graal


JULIUS EVOLA
trad. Maria Luísa Rodrigues de Freitas

Lisboa, 1978
Editorial Vega
1.ª edição
20,3 cm x 14,5 cm
260 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Barão Giulio Cesare Andrea Evola (1898-1974), filósofo esotérico italiano, ficou também conhecido como mentor do neofascismo europeu.

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domingo, setembro 23, 2018

Malta Brava



ALEXANDRE CABRAL
ilust. Júlio Pomar

Lisboa, 1955
ed. Autor / Centro Bibliográfico – Distribuidores
1.ª edição
19,4 cm x 14 cm
200 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alexandre Cabral, e por vezes Z. Larbak, foram pseudónimos de José dos Santos Cabral (1917-1996), que não apenas se destacou como camilianista, tendo sido também um nome tido em conta nos meios estéticos e políticos neo-realistas.

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Tauromagia


ALBERTO DE LACERDA
ilust. Júlio Pomar

Lisboa, 1981
Contexto, Editora, Lda.
1.ª edição
22,1 cm x 15,5 cm
40 págs.
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Aforismos Mágicos | D. Quixote e os Touros


ANTÓNIO OSÓRIO
JÚLIO POMAR

Mafra, 1998
Edições ELO
2.ª edição [1.ª edição conjunta ilustrada]
24 cm x 17 cm
152 págs.
ilustrado
exemplar como novo
VALORIZADO PELAS ASSINATURAS DOS DOIS AUTORES
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reedição conjunta dos livros Aforismos Mágicos, originalmente publicado no Porto pela Gota de Água, em 1985, e Ofício dos Touros, antes publicado em Lisboa pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em 1991.

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Aforismos Mágicos | D. Quixote e os Touros


ANTÓNIO OSÓRIO
JÚLIO POMAR

Mafra, 1998
Edições ELO
2.ª edição [1.ª edição conjunta ilustrada]
24 cm x 17 cm
152 págs.
ilustrado
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cidade Solitária


FERNANDO NAMORA
capa e sobrecapa de V. Palla

Lisboa, 1959
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
19,9 cm x 12,3 cm
300 págs.
encadernação editorial impressa com sobrecapa polícroma
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, setembro 21, 2018

Voyage Autour de Ma Chambre, suivi du Lépreux de la Cité d’Aoste



[XAVIER DE MAISTRE]

São Petersburgo, 1812 e 1811
Imprimerie de Pluchard et Comp.
[1.ª edição conjunta dos dois livros, sendo 1.ª edição absoluta do segundo livro]
2 livros em 1 volume (ambos publicados sem nome de autor)
15,1 cm x 10,3 cm
194 págs. + 66 págs.
encadernação inteira em pele com nervuras muito pronunciadas e ferros a ouro na lombada, folhas de guarda em papel de fantasia debruadas com filete a ouro; assinada Invicta Livro no bordo inferior do verso da pasta dianteira
pouco aparado
exemplar muito estimado, com discreto restauro nas primeiras folhas
ex-libris do escritor Joaquim Pessoa colado no verso da primeira folha de guarda
peça de colecção
300,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o prefaciador [Vitor Silva Tavares] da moderna tradução portuguesa (& etc, Lisboa, 2002) ao pô-lo de par com Laurence Sterne:
«[...] Um pouco adiantado ao espírito da época, que em breve seria já decididamente “romântico” até por imperativos “revolucionários”, não é de espantar que Xavier de Maistre e, sobretudo, a sua Viagem à Roda do Meu Quarto viessem a influenciar o nosso Almeida Garrett: visite-se as Viagens na Minha Terra (de 1846, isto é, cinquenta e um anos depois da Viagem do outro) e lá veremos em epígrafe e depois comentada logo no início do primeiro capítulo a obra de De Maistre, entretanto largamente difundida por toda a Europa culta.
Novo e mais amplo salto no tempo: numa linha que parece outra já distante do romantismo enquanto movimento literário e artístico, também José Cardoso Pires vem a estabelecer, n’O Delfim, uma (tornada óbvia) comparação com a viagem do diletante aristocrata: o parto narrativo do romance tem lugar, em boa medida, no quarto de pensão onde se aloja o narrador-escritor, posto este se distancie do “onanismo literário” atribuível àquele – ou àqueles que vieram a glosar em sequelas o modelo narrativo elaborado por De Maistre no seu texto inaugural.
O Leproso, esse, quer pelo “décor” (uma torre semi-arruinada), quer pelo estigma que pesa sobre o protagonista e o marginaliza socialmente, é já um texto marcadamente “romântico”, até pelo excesso. O seu sabor especial acentua, de certo modo, o espírito que já estava enunciado, com outra frescura, na Viagem

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Viagens na Minha Terra


ALMEIDA GARRETT
pref. e notas de José Pereira Tavares

Porto, 1974
Livraria Sá da Costa Editora
3.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
XXXIV págs. + 334 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
carimbo de oferta da Secretaria de Estado da Cultura no ante-rosto
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência, da autoria de um liberal bem intencionado. Uma passagem de um dos primeiros capítulos:
«[...] Andai, ganha-pães, andai; reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai. – No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana? Que há mais umas poucas de dúzias de homens ricos. E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico? [...]»
É pacífico concluir que a eficácia narrativa das Viagens consiste tanto no novo modelo verbal, inspirado na coloquialidade da fala «vulgar e corriqueira» (disse Aquilino Ribeiro), como no impressionismo pictórico que caracteriza o esboço de locais e horizontes. De facto, ele provou que a relação física do escritor com o espaço, com um ver deambulatório, com um trabalho de campo quase etnográfico e arqueológico, traz resultados positivos, sobremaneira naqueles períodos em que a escrita se converteu num estendal de truques retóricos e chavões estilísticos.

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Frei Luiz de Sousa




VISCONDE DE ALMEIDA-GARRETT
posf. L. A. Rebello da Silva

Lisboa, 1860
Imprensa Nacional
3.ª edição
158 mm x 114 mm
VIII págs. + 236 págs.
encadernação da época inteira em tela encerada com gravação a ouro na lombada e em relevo seco nas pastas
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar envelhecido, restauro na lombada; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089

Frei Luís de Sousa



ALMEIDA GARRETT
pref. Pedro Calmon
ilust. Antonio Valverde

Porto, 1965
Livraria Tavares Martins
[1.ª edição ?]
15,4 cm x 10,7 cm
2 págs. + 246 págs. + 7 folhas em extra-texto (policromias)
ilustrado
impresso sobre papel superior a duas cores
encadernação editorial em plástico relevado e gravado a ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda impressas
conserva as capas de brochura
capa anterior de brochura impressa a cor e relevo seco
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na contracapa da brochura
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Se a corrente literária designada por romantismo chegou a Portugal, em finais do século XVIII, principalmente por intermédio da marquesa de Alorna, é com o Catão de Garrett e, sobretudo, com a sua obra-prima Frei Luís de Sousa que, não só ele “inventa” o moderno teatro português, um género pedagógico eivado de nacionalismo, como firma a sua visão de homem político derrotado por um país cabralista de barões. «[...] Porque no Frei Luís de Sousa, e isto é muito importante, Garrett [...] faz também o processo do “sebastianismo”, demonstrando pelo absurdo os seus efeitos catastróficos. [...] Nenhum clarão de esperança brilha no fim solene do Frei Luís de Sousa: o mundo antigo esmaga o mundo novo quando este se constrói sobre um equívoco – quer dizer, quando não chega a criar as suas próprias estruturas. [...]» (José-Augusto França, O Romantismo em Portugal, vol. 1, Livros Horizonte, Lisboa, 1974)

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Morte di Camoens


ALMEIDA-GARRETT
trad. Domenico Perrero
pref. Joaquim de Araújo

Parma, 1898
Tipographia L. Battei
s.i. [1.ª edição em livro]
texto em italiano
18,3 cm x 12 cm
16 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO PREFACIADOR «AO DISTINCTO BIBLIOGRAPHO MARTINHO DA FONSECA»
ostenta no rosto o selo-branco de José Caetano Mazziotti Salema Garção
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Domenico Perrero (1820-1899), conhecido historiador italiano, foi também um admirador da cultura portuguesa, embora haja vertido para italiano esta obrinha de Garrett (que a publicou sob anonimato) no puro desconhecimento da respectiva autoria. Joaquim de Araújo (1858-1917) esclarece num sucinto prefácio a circunstância e elogiando-lhe o estilo.

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quinta-feira, setembro 20, 2018

História Secreta de Portugal


ANTÓNIO TELMO
pref. António Carlos Carvalho

Lisboa, 1977
Editorial Vega
1.ª edição
20,3 cm x 14,4 cm
168 págs. + 10 págs. em extra-texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, setembro 13, 2018

Notas Histórico-Pedagógicas sobre o Instituto Superior Técnico [resumo]


ALFREDO BENSAÚDE

Lisboa, 1949
Edição da «Técnica» – Revista de Engenharia dos Alunos do I. S. T.
s.i.
21,3 cm x 16 cm
XXVIII págs. + 2 págs. + 104 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato)
subtítulo: Extracto da edição publicada em 1922
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bases Regulamentares do Instituto Superior Technico



MINISTERIO DO FOMENTO

Lisboa, 1911
Imprensa Nacional
«edição rectificada»
23,3 cm x 14,7 cm
40 págs.
subtítulo: Decreto de 14 de Julho de 1911
exemplar estimado, capa frágil; miolo limpo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Projecto de Reforma do Ensino Technologico para o Instituto Industrial e Commercial de Lisboa



[ALFREDO BENSAUDE]

Lisboa, 1892
Typographia da Academia Real das Sciencias
1.ª edição
22,2 cm x 15,1 cm
60 págs.
subtítulo: Parecer separado de […]
cartonagem editorial
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Homem e a Cidade


HENRI LABORIT
trad. Wanda Ramos
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1973
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
20,5 cm x 15 cm
280 págs.
subtítulo: O urbanismo, problema de interesse geral
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota editorial na contracapa:
«A finalidade de qualquer estrutura viva é a manutenção da própria estrutura: um grupo social representa uma estrutura viva de um certo nível de complexidade. Henri Laborit demonstra neste livro que a cidade é um dos meios utilizados pelo grupo social com o fim de manter a sua estrutura. Com efeito o homem, que até uma época recente apenas descobrira a Física utilizando-a para aumentar uma potência técnica capaz de permitir o domínio de certos indivíduos ou grupos humanos sobre outros (frequentemente por intermédio do lucro), utilizou a cidade com este mesmo objectivo. Nela tudo se conjuga para assegurar a defesa da propriedade dos objectos, dos seres, dos meios de produção, dos níveis hierárquicos.
A destruição progressiva do meio ambiente e o desaparecimento da espécie humana (aos quais poderá conduzir este tipo de comportamento de poder) serão talvez o fundamento de um grande receio, que levará o homem à transformação da finalidade dos grupos sociais, em “benefício” apenas da espécie humana. A participação da cidade no todo desta evolução demonstra que o urbanismo não é somente um problema de especialistas, mas o problema da vida humana no seu conjunto.»

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Curso de Linguística Geral


FERDINAND DE SAUSSURE
org. Charles Bally, Albert Sechehaye e Albert Riedlinger
trad. José Victor Adragão
capa e grafismo de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1976
Publicações Dom Quixote
2.ª edição
21 cm x 13,5 cm
396 págs.
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Mal sabiam os alunos que resgataram os apontamentos colhidos nas aulas ministradas pelo suíço Ferdinand de Saussure (1857-1913) como iria esse corpo único de textos fundamentar o que veio a ser, nessa época, o estruturalismo. Nem sonharam eles a sua responsabilidade nas fortes limitações filosóficas e analíticas lançadas, a partir daí, um pouco por todo o mundo académico.

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terça-feira, setembro 11, 2018

A Toca do Lobo


TOMAZ DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1947
Edições Ática
1.ª edição
21,5 cm x 14,3 cm
240 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Primeiro romance do autor, que o regime salazarista, numa tentativa de ter também o seu aquilinozinho arrevesado, catapulta desde logo. Coisa que Aquilino nunca terá perdoado nem ao regime nem ao artista, e até se conta que, passados anos, certa vez, por alturas da Rua Garrett, lhe terá chegado a roupa ao pêlo. Não terá sido um gesto bonito, mas os tempos eram outros.

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O Gavião


TOMAZ DE FIGUEIREDO
ilust. José Nunes e Duarte Leite Pimentel

Lisboa, 1964
s.i.
1.ª edição
18,9 cm x 14,9 cm
32 págs.
ilustrado
acabamento com três pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um conto infantil extraído da obra então inédita Tiros de Espingarda.

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Médecine Portative, ou Guide de Santé, a l’Usage de tout le Monde



aa.vv.
trad. D...

Paris, ano XII [1804]
Chez Pironnet, Libraire
2.ª edição
texto em francês
16,5 cm x 9,6 cm
4 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato do médico John Brown) + 2 págs. + 178 págs.
subtítulo: Par une Société de Médecins de Vienne
encadernação coeva inteira em pele, gravação a ouro na lombada
exemplar estimado, charneiras frágeis; miolo limpo, papel azulado
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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London and Its Environs




KARL BAEDEKER

Leipzig | Londres | Nova Iorque, 1930
Karl Baedeker, Publisher | George Allen & Unwin Ltd. | Chas. Scribner’s Sons
19.ª edição («revised edition»)
texto em inglês
16 cm x 11,3 cm
XL págs. + 522 págs. + 1 folha cartonada (cortina) + 64 págs. + 1 folha cartonada (cortina) + 2 págs. + 25 folhas em extra-texto + 14 desdobráveis em extra-texto (alguns grande formato)
subtítulo: Handbook for travellers
profusamente ilustrado
cartonagem editorial gravada a seco e a ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda impressas, marmoreado decorativo no corte das folhas
exemplar muito estimado; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Londres et Ses Environs


KARL BÆDEKER

Leipzig – Paris, 1913
Karl Bædeker / Librairie Ollendorff
12.ª edição
texto em francês
16,2 cm x 11,2 cm
XXXVIII págs. + 408 págs. + 64 págs. + 26 folhas em extra-texto + 16 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Manuel du Voyageur
ilustrado no corpo do texto e em separado
cartonagem editorial semiflexível em tela encerada elegantemente gravada a seco e ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda impressas
corte das folhas marmoreado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Karl Ludwig Johannes Bædeker (1801-1859), editor alemão, é considerado um modelo de referência para toda a literatura turística. Os seus inúmeros guias portáteis, sucessivamente actualizados, são ainda hoje preciosos auxiliares de viagem, sendo as edições primitivas igualmente importantes como documento para acompanhar a evolução histórica e urbana dos respectivos lugares. O vertente, por datar de 1913, patenteia-nos uma cidade que veio a ser arrasada pelos bombardeamentos aéreos da II Guerra Mundial.

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The Guide to Israel



ZEV VILNAY

Jerusalém, 1962
Central Press
5.ª edição [«Revised and enlarged»; «Special print»]
texto em inglês
[16,8 cm x 12,4 cm (livro)] + [99 cm x 41,5 cm (mapa)]
596 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (mapa)
profusamente ilustrado no corpo do texto
cartonagem editorial com folhas-de-guarda impressas, gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um roteiro preponderantemente histórico e arqueológico, a que qualquer turista poderá recorrer, na sua superficialidade de viajante munido de máquina fotográfica e uma lapiseira para pôr vistos, sem prejuízo dos bons serviços prestáveis a estudiosos encartados ou a autodidactas.

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Guia do Exportador e do Importador



BANCO PORTUGUÊS DO ATLÂNTICO

Lisboa, 1965
Banco Português do Atlântico
[1.ª edição]
25,3 cm x 17,3 cm
172 págs.
luxuosa encadernação inteira em pele com gravação a ouro nas pastas, na lombada e nas seixas
conserva as capas de brochura e a respectiva lombada
corte das folhas carminado somente à cabeça
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Boletim da Federação Nacional dos Industriais de Moagem




Número Comemorativo do XXV Aniversário da F.N.I.M.

Lisboa, Ano II - n.º 8, Outubro de 1959
dir. e ed. A Direcção da F.N.I.M.
[edição única]
28 cm x 20 cm
106 págs. + 38 págs. em extra-texto com fotografias a preto e branco, e 1 folha a cor em extra-texto com o retrato de Américo Thomaz (almirante), imagem protegida por cortina inteira em papel de cristal
encadernado em inteira de pele com ferros dourados nas duas pastas, guardas em seda com charneira também em pele, e bordadura dourada com florália; dourado à cabeça; com estojo de protecção em sintético
encadernação assinada «João César, Ld.ª – Encadernadores e Douradores»
exemplar literalmente novo, irrepreensível de conservação
com enorme interesse para a história industrial e agrícola, e jurídica, no Estado Novo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, dos engenheiros-agrónomos F. Santos Nunes, António Cunha Monteiro, Pedro Bello e Fernando Costa. Inclui a legislação em vigor relativa às indústrias de moagem e de panificação, assim como a doutrina de política cerealífera. As fotos, num leque que vai de 1934 a 1959, documentam comparativamente a evolução das unidades industriais de moagem espalhadas pelo país.

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segunda-feira, setembro 10, 2018

Graal – Poesia. Teatro. Ficção. Ensaio. Crítica




Lisboa, Abril-Maio de 1956 a Dezembro (1956)-Julho de 1957
dir. António Manuel Couto Viana e António Vaz Pereira
colecção completa (4 números)
25,5 cm x 18,5 cm
410 págs. (numeração contínua) + 3 folhas em extra-texto
ilustrados em separado e no corpo do texto por, entre outros, António Vaz Pereira, J. Bastos Coelho, Manuel Cargaleiro, José Escada, René Bértholo, Fernando Lanhas, etc.
exemplares estimados, apresentando-se apenas o n.º 3 um pouco envelhecido mas muito razoável
acondicionados em estojo artístico de fabrico recente
170,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração literária, entre outros, Fernando Guedes, Fernanda Botelho, Henrique Segurado, David Mourão-Ferreira, Urbano Tavares Rodrigues, Maria de Lourdes Belchior, Fernando Echevarria, Matilde Rosa Araújo, Tomaz Kim, Ester de Lemos, Goulart Nogueira, Jacinto do Prado Coelho, Ruy Cinatti, João Palma-Ferreira, António Quadros, José Blanc de Portugal, Herberto Helder – cujo longo poema «Ciclo» ainda aparece aqui sob o título original «Para um Ciclo de Amor» –, Manuel Breda Simões, Agustina Bessa-Luís, etc.

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A Serpente – Fascículos de Poesia

Porto, Janeiro a Março de 1951
dir. Egito Gonçalves
colecção completa (3 fascículos)
25,7 cm x 19,4 cm
3 x 16 págs. [numeração consecutiva]
exemplares que sofreram o natural envelhecimento do papel, o primeiro, apesar de frágil, está parcialmente por abrir, os outros dois nunca foram abertos
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração absolutamente fora de série, entre outros, de José Gomes Ferreira, Cecília Meireles, Adolfo Casais Monteiro, Eugénio de Andrade, Alexandre Pinheiro Torres, Sofia de Melo Breiner Andresen, Carlos Eurico da Costa, José Fernandes Fafe, Jorge de Lima, Jorge de Sena, Mário Eloy, Carlos Drumond de Andrade, Henrique Risques Pereira, Carlos de Oliveira, José Blanc de Portugal, Mário Cesariny, etc.
Para o 4.º fascículo – nunca editado – a intervenção estender-se-ia a Alberto Serpa, Alexandre O’Neill, Vitorino Nemésio, Câmara Leme, o que confirma a vontade «menos formalista» que Egito Gonçalves quis imprimir à publicação, «atenta aos problemas de uma poesia de resistência, que se queria com nitidez fora do regime político vigente», nascida por antítese doutra sua congénere, a Távola Redonda, e antecipando o que virá a ser a Árvore. (Fonte para as declarações de Egito Gonçalves: Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1941-1974), vol. II, 2.º tomo, Grifo, Lisboa, 2000)

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Sísifo – Fascículos de Poesia e de Crítica



Coimbra, 1951-1952
dir. Manuel Breda Simões
Atlântida, Livraria Editora, L.da
colecção completa (4 números em 3 fascículos)
22,1 cm x 15,3 cm
16 págs. + [32 págs. + 1 extra-texto (reprodução a preto e branco de um óleo de Júlio Resende)] + 16 págs.
exemplares em excelente estado de conservação, o segundo fascículo encontra-se por abrir
tiragem não declarada mas numerada, sendo: fascículo 1 é o «Exemplar n.º 77», fascículo duplo 2-3 é o «Exemplar n.º 129» e o fascículo 4 é o «Exemplar n.º 183»
peça de colecção
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Capas desenhadas por A. Alves Martins, Júlio Resende e Mário Soares (pintor). Reúne colaboração, entre outros, do próprio Breda Simões e de Lêdo Ivo, Aureliano Lima, António Ramos Rosa (que só se estreará em livro sete anos depois), Eugénio de Andrade, Tomás Ribas, Sebastião da Gama, Carlos Wallenstein, António Manuel Couto Viana, José Bento, etc.
O fascículo 4, num sentido artigo, regista a recente morte de Sebastião da Gama e inclui-lhe dobrada colaboração.

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