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domingo, novembro 26, 2023

O Silêncio dos Poetas


ALBERTO PIMENTA
capa e grafismo de J. M. Serrano

Lisboa, 1978
A Regra do Jogo, Edições
1.ª edição
211 mm x 128 mm
204 págs.
subtítulo: Precedido de Reflexões Sobre a Função da Arte Literária
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do livro mais importante do poeta Alberto Pimenta: uma invulgar reflexão ensaística acerca da Arte Poética nos dias actuais. Invulgar, porque assim como os actuais poetas são avessos a leituras públicas das suas obrinhas, e portanto avessos à prova de fogo de uma fonética operativa, na mesma proporção têm-se mostrado incapazes do exercício teórico, e até adversários do memorialismo literário.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sábado, junho 26, 2021

Musa Anti-pombalina


ALBERTO PIMENTA, org. e pref.

Lisboa / Porto, 1982
A Regra do Jogo
1.ª edição
184 mm x 111 mm
88 págs. + 4 págs. em extra-texto
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do texto introdutório do compilador:
«[...] como entender o acto estético senão como a asserção duma individualidade e das suas imagens do mundo contra as imagens colectivas, ou totalitárias, desse mesmo mundo? [...]
A questão com Pombal não é apenas a do seu despotismo, nem só a da sua tentativa de alterar certos hábitos de classe, o que já não seria pouco; é sobretudo o facto de Pombal não ser o rei e agir como se o fosse, o que em si mesmo simbolizava (ou prenunciava) já a mudança social em curso.
[...] À semelhança das vidas dos santos (ou das dos bandidos célebres), que raras vezes apresentam uma imagem de conjunto coerente, mas são feitas de retalhos (uma visão, um milagre, uma tentação, ou um assalto, uma perseguição, etc.), assim se foi criando um mosaico mítico da vida e obra do Marquês: o Marquês do terramoto, o Marquês da expulsão dos Jesuítas, o Marquês do atentado e respectivo processo, etc., etc.
[...] as sátiras que surjiram em enorme quantidade logo após a sua queda (e anónimas na quase totalidade, datáveis porém de 1777/78, de qualquer modo sempre antes da morte do Marquês em 1782) incidem sempre nos mesmos pontos: a brutalidade despótica e caprichosa e a corrupção por peculato e nepotismo. [...]
Aqui se apresentam pois os exemplos considerados mais interessantes deste género de monumento imperecível ao déspota: a sátira. [...]»

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sábado, abril 10, 2021

& Piimba!

 

Fundão, Janeiro a Dezembro de 1998
dir. Manuel da Silva Ramos
ed. Jornal do Fundão
n.os 1, 3, 4 e 5
307 mm x 214 mm
4 x 16 págs.
subtítulo: Couve Literária do Jornal do Fundão “JF”
folhas alceadas e acondicionadas numa modesta pasta de cartolina
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação de cariz satírico-cultural inserta como suplemento ao Jornal do Fundão, saíram somente cinco números, estando a vertente com falta do n.º 2. Para além da vasta intervenção do próprio escritor Manuel da Silva Ramos, colaboraram, entre outros, Arnaldo Saraiva, Alberto Pimenta, Amadeu Baptista, Adília Lopes, Fernando Cabral Martins, Mário Mesquita, e um vasto conjunto de escritores moçambicanos, que preenche todo o último número, a saber: Paulina Chiziane, José Craveirinha, Noémia de Sousa, Sebastião Alba, Rui Knopfli, Luís Carlos Patraquim, Nataniel Ngomane, Grabato Dias, Mia Couto, etc.
No primeiro número, fingindo estabelecer uma ponte com o histórico & etc…, que foi também suplemento desse mesmo Jornal do Fundão, nos perigosos anos 67-71 do século XX, surge uma mini-entrevista com Vitor Silva Tavares.

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