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domingo, setembro 21, 2025

Desescrita



MARIA VELHO DA COSTA
grafismo de Cristina Braga da Cruz

Porto, 1973
Afrontamento [ed. autora]
1.ª edição
185 mm x 125 mm
96 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, julho 17, 2025

Novas Cartas Portuguesas


MARIA ISABEL BARRENO
MARIA TERESA HORTA
MARIA VELHO DA COSTA

Lisboa, Maio de 1974
Editorial Futura - Carlos & Reis, Lda.
2.ª edição
184 mm x 122 mm
392 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro que esteve na origem de um dos últimos vergonhosos julgamentos de intelectuais em Tribunal Plenário pouco tempo antes da queda da longa “primavera marcelista”. Construído à luz estilística da epistolografia de soror Mariana, põe em jogo, a três vozes, legítimas preocupações femininas por uma sociedade que teimava em modernizar-se e permitir que a mulher entrasse no mercado do trabalho em paridade com o homem, nomeadamente na repartição de tarefas e proventos; ou que a mulher tivesse sobre o seu corpo direitos próprios; etc.
O seu afrontamento ao Estado não conseguiu, todavia, que Ana Barradas incluísse qualquer das autoras no Dicionário Incompleto de Mulheres Rebeldes (Edições Antígona, Lisboa, 1998)...

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domingo, janeiro 07, 2024

Maina Mendes


MARIA VELHO DA COSTA
pref. Eduardo Lourenço

Lisboa, 1977
Moraes Editores
2.ª edição
200 mm x 141 mm
242 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio de Eduardo Lourenço:
«[...] mundo de frustração [...], mundo de sufocação [...], a genérica condição da mulher portuguesa [...], [constitui] só por si um acontecimento na história real e textual da moderna consciência feminina, assinalando nela a passagem da mulher como “objecto” à sua conversão em “sujeito”.
Sujeito da história, da sua própria história e das “histórias” que consagram essa conquista do seu reino [...]
[...] Nenhum dos nossos livros contemporâneos redistribui com tanto sucesso as experiências mais criadoras da prosa portuguesa, de Fernão Lopes a Guimarães Rosa, paisagens atravessadas e recriadas, a par de outras, com uma originalidade absoluta. Não é a sua visão, nem desorbitada como a de Herberto Helder, nem irrepressível e aleatória como a de Bessa Luís. Exprime-se com contenção e reserva, em parágrafos tensos para melhor explodir a ira informe mas controlável que a habita como herança sua e da longa linhagem que do castro ibérico até ao interior morto da sala burguesa se metamorfoseou em história e natureza. [...]»

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