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sexta-feira, janeiro 03, 2020

Sonetos



ANTERO DE QUENTAL
org., pref. e notas de António Sérgio

Lisboa, 1979
Livraria Sá da Costa Editora – Augusto Sá da Costa, Lda.
6.ª edição [neste editor]
19,2 cm x 12,5 cm
LXXXVIII págs. + 288 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

quarta-feira, outubro 05, 2016

Em tôrno da designação de Monarquia Agrária dada à primeira época da nossa História



ANTÓNIO SÉRGIO

Lisboa, 1941
Livraria Portugália
1.ª edição
22,6 cm x 15,3 cm
72 págs.
exemplar estimado, capa levemente manchada; miolo limpo, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Referindo-se a designação à dinastia dos Borgonha e ao regime dos primeiros anos da nação portuguesa, Sérgio no essencial discorda: «[...] direi que o letreiro de “monarquia agrária” me não soa como coisa muito posta em razão, pois julgo ter motivos para aventurar a hipótese de que a economia do mar foi de facto importante nesse primeiro ciclo da existência pátria, – e històricamente mais momentosa do que a actividade rural de produção agrícola; para pensar que a obra da expansão oceânica, na fase dos descobrimentos e do comércio com os Trópicos, não foi o resultado de uma viragem célere – de uma radical mudança de uma mutação social, de um inflectir subitâneo, – em relação ao que fôramos no primeiro estádio [...]»

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segunda-feira, julho 04, 2016

Cultura e Analfabetismo


ADOLPHO COELHO
pref. António Sérgio

Porto, 1916
Edição da «Renascença Portuguesa»
1.ª edição (na presente forma)
19 cm x 12,1 cm
112 págs.
exemplar muiot estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Francisco Adolfo Coelho (1847-1919), professor de Filologia Românica e de Filologia Portuguesa, mais conhecido pela polémica suscitada aquando da sua conferência no Casino Lisbonense em 1871, subordinada ao tema do Ensino, foi um dos muitos defensores da sua laicização. Neste importante livro – que reimprime parte da colaboração de Adolfo Coelho no Boletim da Assistência Nacional aos Tuberculosos em 1910 – é defendida a ideia de que a escrita e a leitura não estão necessariamente no cerne da formação cultural dos indivíduos. Diz-nos ele, a dado passo: «[...] A arte delicada e a nobre architectura de Mycenas, os cantos immortaes dos poetas homericos, o extenso comercio da idade do bronze pertenciam todos a gente que nunca leu nem escreveu. [...]»

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terça-feira, março 20, 2012

Antígona



SÓFOCLES
[António Sérgio]

Porto, 1930
Edição da República
[1.ª edição]
19,4 cm x 13,4 cm
124 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur


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