segunda-feira, maio 31, 2021

Um Marinheiro Romantico – Como Viveu e Morreu José Carlos da Maia


ROCHA MARTINS
BOURBON E MENEZES

Lisboa, s.d. [circa 1924 ?]
Tipografia e Papelaria America
[1.ª edição]
195 mm x 131 mm
36 págs. + 7 folhas em extra-texto
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Figura destacada no movimento e na governação republicanos, foi assassinado na Noite Sangrenta de 1921. A vertente edição surge no contexto dos esforços da viúva, Berta Maia, para encontrar os responsáveis pelo crime.

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domingo, maio 30, 2021

Os Idolos de Barro II – Julio Dantas


JOSÉ DIAS SANCHO
capa de Bernardo Marques

Lisboa, 1922
Editora Olhanense Limitada
1.ª edição
21,4 cm x 15,9 cm
72 págs.
exemplar estimado, capa vagamente esfolada; miolo limpo
ostenta no frontispício carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Jornalista, ficcionista, crítico e poeta de grande precocidade, escreveu toda a obra entre os 16 e os 31 anos, idade com que faleceu.
Foi conservador do Registo Civil em São Brás e um dos fundadores do jornal Correio do Sul (Faro), onde, a propósito da representação do Algarve no Guia de Portugal, polemicou mais tarde (1928) com Raul Proença, sendo esses os seus últimos artigos. Em Lisboa, dirigiu o jornal A Situação. Tem colaboração poética na revista Contemporânea (n.º 7).
Crítico impiedoso, teve como principais vítimas Júlio Dantas e Albino Forjaz de Sampaio. [...]
Além de poeta e prosador de cunho regionalista e ruralista, quase pagão, foi desenhador e caricaturista. [...]» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)

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Biographia Politico-Litteraria do Visconde de Almeida Garrett

 

DOMINGOS MANUEL FERNANDES

Lisboa, 1873
Typ. Luso-Britannica de W. T. Wood
1.ª edição
170 mm x 122 mm
2 págs. + 292 págs.
encadernação de amador inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, capas de brochura sujas; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Dona Branca ou A Conquista do Algarve




[ALMEIDA GARRETT]

Paris, 1826
Casa de J. P. Aillaud
1.ª edição
191 mm x 116 mm
8 págs. [não num.] + 252 págs.
subtítulo: Obra posthuma de F. E.
soberba encadernação artística recente inteira em seda bordada e com medalhão incrustado, folhas-de-guarda em papel marmoreado
não aparado
exemplar muito estimado; miolo limpo, vaga mancha em algumas folhas, papel sonante
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
280,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alexandre Herculano considerou esta obra, à época e desde logo, «[…] o primeiro passo relevante dado pelas nossas letras nas veredas românticas que imperavam na Europa.»

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Camões

 

[ALMEIDA GARRETT]

Paris, 1825
Na Livraria Nacional e Estrangeira
1.ª edição
190 mm x 113 mm
VIII págs. + 2 págs. + 218 págs.
encadernação inteira em tela com rótulo gravado a ouro e colado na pasta anterior
não aparado
sem capa de brochura (?)
exemplar estimado; miolo limpo, restauro nas duas primeiras folhas sem afectar o texto
PEÇA DE COLECÇÃO
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Juntamente com Dona Branca, está-se perante as obras inaugurais do Romantismo português.

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Estancias ao Infante D. Henrique

 

M. [MANUEL] DUARTE D’ ALMEIDA

Porto – Lisboa, 1889
Casa Editora Alcino Aranha & C.ª
1.ª edição
304 mm x 200 mm
32 págs.
subtítulo: Recitadas pelo auctor em sessão solemne da Sociedade de Instrucção do Porto, realisada em 3 de Abril de 1889 em honra do infante D. Henrique
impresso a duas cores directas e profusamente ilustrado com vinhetas tipográficas
elegante encadernação inteira em papel gofrado com rótulo gravado a ouro na pasta anterior
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DO VISCONDE DE S. BOAVENTURA
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manuel Duarte de Almeida (1844-1914), segundo o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins 1990):
«Licenciado em Farmácia, profissão que muito cedo trocou pelas letras e pelo jornalismo, foi, durante toda a vida, um modesto funcionário de uma repartição dos Correios no Porto, cidade que “de muito se tornara um segundo Parnaso, manancial de versos e criadoiro de versejadores”, segundo as palavras de Ricardo Jorge […]. Discípulo e grande admirador de Antero e de João de Deus, foi colaborador de A Folha (revista aberta a todas as correntes de arte – desde os “metrificadores do ai” aos “sacerdotes da ideia vaga” –, românticos ou seguidores da escola coimbrã). […]
Apesar da grande quantidade de efeitos fáceis e banalidades sentimentais ao gosto da época, encontram-se igualmente na sua poesia certos apuramentos formais, certas imagens de forte sensualidade, que o destacam de outros poetas da sua geração. […]»

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Elegia Pantheista a uma Mosca Morta

 

M. [MANUEL] DUARTE D’ ALMEIDA

Porto – Lisboa, 1889
Casa Editora Alcino Aranha & C.ª
1.ª edição
269 mm x 177 mm
18 págs.
subtítulo: 1874-1889
impresso a azul e ilustrado com vinhetas tipográficas
elegante encadernação inteira em papel gofrado com rótulo gravado a ouro na pasta anterior
não aparado
sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Notícia Sobre Moçambique

 

REPARTIÇÃO TÉCNICA DE ESTATÍSTICA
capa de M. Figueiredo

Lourenço Marques, s.d. [circa 1950]
Imprensa Nacional de Moçambique
2.ª edição
203 mm x 134 mm
124 págs.
ilustrado
exemplar estimado, restauros na lombada; miolo limpo
carimbos da TAP na capa
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bartolomeu Marinheiro




AFONSO LOPES VIEIRA
ilustr. de João Carlos

Lisboa, 1955
Livraria Bertrand
2.ª edição (emendada)
257 mm x 205 mm
48 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel superior algodoado
cartonagem editorial
exemplar estimado, sujidade na capa; miolo irrepreensível
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Bartolomeu entrou na Flor do Mar
e abriu as velas – asas para voar.

Deu-lhes um beijo logo a fresca aragem
e o Tejo desejou-lhes – Boa viagem!

Oh! que lindo que vai esse navio
a largar pelo azul do belo rio! [...]»

E lá foi Bartolomeu Dias, que – diz a lenda pátria – viu e venceu o tenebroso gigante Adamastor, ou, pelo menos, dobrou o Cabo das Tormentas, como tal rebaptizado Cabo da Boa Esperança. Lopes Vieira, no seu estilo doce, conta aqui em versos para jovens leitores esse episódio dos Descobrimentos. Edição particularmente atraente devido à mestria gráfica do ilustrador.

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Viagem ao Fim da Noite


LOUIS-FERDINAND CÉLINE
trad. Aníbal Fernandes
capa de Rocha de Sousa

Lisboa, 1966
Editora Ulisseia
2.ª edição (1.ª edição desta nova tradução)
186 mm x 131 mm
508 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Céline vertido para português, pela primeira vez de forma correcta. A anterior tradução, de 1944, pelo anarco-sindicalista Campos Lima, não tinha pés nem cabeça, além de vir largamente reduzida. É uma curiosidade para coleccionadores, este Céline colaboracionista e descarado anti-semita. Aqui, no início de 1966, mandado retraduzir pelo editor Vitor Silva Tavares, e posto no mercado a título de provocação anticolonial no auge de uma guerra infame. Mas a polícia política, sensível a tudo quanto pudesse pôr Portugal a raciocinar, acorreu a apreender a edição.

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Viagem ao Fim da Noite


LOUIS-FERDINAND CELINE
trad. Campos Lima

capa de Amorim

Lisboa, 1944
Editorial Século
1.ª edição
188 mm x 124 mm
552 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Mulher na Sala e na Cozinha


LAURA SANTOS

Lisboa, s.d. [circa 1950-60]
Editorial Lavores Lavores
8.ª edição (aliás, 9.ª edição)
186 mm x 127 mm
336 págs.
subtítulo: Etiqueta – Cozinhados – Bolos – Doces – Pudins – Souflets – Cocktails, etc.
encadernação editorial em tela e papel com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar muito estimado, lombada descolorida pela acção da luz; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

«A Editorial Lavores, com sede em Lisboa até há duas dezenas de anos, foi fundada por uma pequena grande mulher chamada Laura Santos, já lá vão perto de 100 anos.
Laura Santos começou por exercer a sua actividade ligada aos livros numa pequena tabacaria de Alvalade, em Lisboa, de onde partiu rumo a todos os recantos do nosso país, recolhendo do coração do povo, a mais completa carteira de arte culinária. Esta dedicada e apaixonada  recolha permitiu a edição de variados títulos de cozinha, os quais fizeram desta editora líder de mercado nesta área, destacando-se alguns títulos como êxitos editoriais permanentes como são os casos de O Mestre CozinheiroA Mulher na Sala e na CozinhaCulinária PráticaLivro de Ouro da Doçaria TradicionalArte Culinária Portuguesa, entre outros.
Laura Santos era também uma apaixonada pela arte das rendas e bordados, vindo a criar mais tarde uma revista da especialidade. [...]» (Fonte: página electrónica da MEL Editores)

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O Processo das Virgens


[MARTA CASTRO ALVES, selecção, coord. e nota prévia]
comentários de José Augusto Seabra, José Carlos Ferreira de Almeida, José Martins Garcia e Maria Alzira Seixo
capa de Henrique Manuel

Lisboa, 1975
Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite
1.ª edição
210 mm x 148 mm
360 págs.
subtítulo: Aventuras, venturas e desventuras sexuais em Lisboa, nos ultimos anos do fascismo
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Socorrendo-nos da imprensa clandestina da época, assim noticiava o Portugal Socialista no dia 1 de Janeiro de 1968, num artigo intitulado «Ballet Rose»:
«Por Ballet Rose ficou conhecido e foi divulgado o último “escândalo sexual”, ocorrido em Lisboa, na primavera passada, com a participacão de alguns “profissionais do vício”, de mistura com destacados membros da nobreza (marquês da Graciosa, condes de Caria e da Covilhã), homens da alta finança (Espírito Santo, Miguel Quina e Teodoro dos Santos) e o portentoso e “atiradiço” Ministro da Economia (Dr. Correia de Oliveira) já apelidado de “Profumosinho português”...
Para o Ballet Rose, e por intermédio de consabidos proxenetas, eram atraídas raparigas de menoridade, “filhas-famílias”, primeiro como assistentes e depois como comparsas do regabofe e da prática das mais variadas perversões sexuais. [...]»
Maria Alzira Seixo, ao concluir da leitura dos processos jurídicos que constituem o vertente livro, sublinha como este «[...] recorda imediatamente uma realidade próxima e abafada, e que assim assume ao mesmo tempo a condição de denúncia política e de análise objectiva da sociedade contemporânea como Zola a enunciaria. [...]» Prosseguindo mais adiante: «[...] Na verdade, e se descontarmos a monotonia repetitiva das fórmulas de inquirição, toda esta série se pode ler como se de um romance se tratasse, romance “sui generis” mas que, quer pela expressão, quer pelo conteúdo, tem antecedentes aproximados na história da literatura. Não me refiro apenas à matéria de natureza erótica veiculada por meios de depravação susceptíveis de sujeição penal mas, sobretudo, a um processo indirecto de narração que poderemos aproximar do romance epistolar do século XVIII, do tipo de As Ligações Perigosas [...].»
Trabalho exemplar de recolha e denúncia levado a cabo por Marta Castro Alves, pseudónimo do escritor Amadeu Lopes Sabino.

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sexta-feira, maio 28, 2021

Strangvlatorivm

RUI BAIÃO, texto
JOÃO JACINTO, desenhos

Lisboa, 2021
Barco Bêbado
1.ª edição
226 mm x 169 mm
112 págs.
ilustrado a cor
encadernação editorial inteira em imitação de tela
exemplar novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um livro de versos que abre com:

«Volta não volta,
intensivistas ventosos
à cata de rede […]»

e que, após intenso delírio imagético, fecha assim:

«[…] Qual o jogo nesses jorros parasitas?
Qual os seus demónios favoritos?
Às armas e aos barões assimilados,
por um astro às camadas –
um colar de escamas vivas,
pelas montanhas da reedição:
tenham calma, gandulos.
Vai haver tatuagens
para todos!»

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Paciente Zero


RUI BAIÃO
capa do autor
grafismo de Paulo da Costa Domingos

Lisboa, Junho de 2020
Barco Bêbado
1.ª edição
210 mm x 130 mm
48 págs.
exemplar novo
15,00 eur (IVA e portes incluídos)

Porque ainda há escritores e editores que não ficaram alapados no sofá na exígua imobilidade, surge no mercado o livro de um poeta já com alguns, não poucos, títulos de referência: Quiasma (frenesi, 1982), Aqueduto (& etc, 1985), Maligno (frenesi, 1991), Nuez (com Paulo Nozolino, frenesi, 2003), Rude (Averno, 2012), Noizz (Companhia das Ilhas, 2016), etc., etc. É co-antologiador (com Al Berto e Paulo da Costa Domingos) de Sião (frenesi, 1987). Este seu Paciente Zero dá-nos a verdadeira profundidade da actual pandemia. Um exemplo:

«nem deus entese,
nem o tempo amolece.
como a dezanove, o leve
omnívoro – paciente
zero. à desgarrada,
habitat superlativo
: frases soltas,
veres-me outra vez,
pó de sobra –
medula das seitas
à ilha do afã.
ruínas batendo-se
por um mísero farnel»

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quinta-feira, maio 27, 2021

Religiões Primitivas


FLAUSINO TÔRRES

Lisboa, 1944
Edições Cosmos
1.ª edição
vol. I (único publicado, seg. BNP)
193 mm x 132 mm
260 págs.
exemplar estimado, lombada com restauro em tela preta; miolo limpo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Abre assim o prefácio do autor:
«Êste volume é uma espécie de complemento das “Civilizações Primitivas”, já publicado nesta Biblioteca [Cosmos]. Nêle se pretende estudar as mais longínquas origens do fenómeno religioso. […]»

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Civilizações Primitivas


FLAUSINO TÔRRES

Lisboa, 1943
Edições Cosmos
1.ª edição
194 mm x 136 mm
176 págs. + 1 desdobrável em extra-texto + 8 págs. em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
capa impressa frente e verso
exemplar estimado, lombada gasta; miolo limpo
carimbo de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, maio 26, 2021

As Maravilhas do Cinema


GEORGES SADOUL
trad. Salette Tavares
capa de Carlos Rafael

Lisboa, 1959
Publicações Europa-América
1.ª edição
18,5 cm x 12,8 cm
296 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do poeta Fausto José
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um dos livros de referência para amadores interessados e estudantes da cadeira de cinema. Aqui se faz um pouco da história da sua técnica, com exemplos práticos, assim como não foram esquecidos os nomes daqueles que o firmaram como Sétima Arte.

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Dictionnaire des Cinéastes

 

GEORGES SADOUL

Paris, 1965
Éditions du Seuil
[1.ª edição]
texto em francês
179 mm x 121 mm
256 págs. + 1 encarte publicitário
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Jangada de Pedra [junto com cartaz da adaptação cinematográfica]



JOSÉ SARAMAGO
George Sluizer, realizador

Lisboa – Portugal | Índia, 1986 (livro) e 2002 (filme)
Editorial Caminho | MGS Film
1.ª edição
[21 cm x 13,5 cm (livro)] + [97 cm x 68 cm (cartaz)]
332 págs. + 1 cartaz
cartaz impresso em offset
exemplares estimados; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do discurso pronunciado na Academia Sueca por altura da atribuição do Prémio Nobel:
«[...] Fruto imediato do ressentimento colectivo português pelos desdéns históricos da Europa (mais exacto seria dizer fruto de um meu ressentimento pessoal...), o romance que então escrevi – A Jangada de Pedra – separou do continente europeu toda a Península Ibérica para a transformar numa grande ilha flutuante, movendo-se sem remos, nem velas, nem hélices[,] em direcção ao Sul do mundo, “massa de pedra e terra, coberta de cidades, aldeias, rios, bosques, fábricas, matos bravios, campos cultivados, com a sua gente e os seus animais”, a caminho de uma utopia nova: o encontro cultural dos povos peninsulares com os povos do outro lado do Atlântico, desafiando assim, a tanto a minha estratégia se atreveu, o domínio sufocante que os Estados Unidos da América do Norte vêm exercendo naquelas paragens... [...]»
A versão cinematográfica, entregue ao realizador alemão George Sluizer (1932-2014), foi produzida pela MGS Film, uma fábrica desses filmes indianos que inundam o mercado oriental (e por todo o mundo onde aterrem hindus), esse género xaroposo cor-de-rosa conhecido por bollywood.

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Ensaio Sobre a Cegueira

 

JOSÉ SARAMAGO

Lisboa, 1995
Editorial Caminho, SA
1.ª edição
210 mm x 134 mm
312 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um dos livros de José Saramago a estar na origem de criações cinematográficas, no caso vertente o filme homónimo, de 2008, do realizador brasileiro Fernando Meirelles, com a participação dos reconhecidos actores Julianne Moore, Mark Ruffalo e Danny Glover. De sublinhar que o tema do livro tem como raiz de desenvolvimento uma pandemia…

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terça-feira, maio 25, 2021

Roteiro em que se contem a viagem que fizeram os Portuguezes no anno de 1541, partindo da nobre cidade de Goa atee Soez, que he no fim, e stremidade do Mar Roxo. Com o sitio, e pintura de todo o syno Arabico



DOM IOAM DE CASTRO

Paris, 1833
Baudry e Theoph. Barrois o Moço, Mercadores de Livros
1.ª edição
22 cm x 13,8 cm
4 págs. + liv págs. + X págs. + 336 págs. + 2 folhas em extra-texto (retratos de D. João de Castro e de D. Estêvão da Gama) + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Tirado a luz pela primeira vez do manuscrito original, e acrescentado com o Itinerarium Maris Rubri, e o retrato do author, etc., etc. pelo Doutor Antonio Nunes de Carvalho, da cidade de Vizeu, professor de philosophia rac. e moral, e de jurisprudencia civil na Universidade de Coimbra. À custa de huma sociedade de portuguezes.
encadernação coeva em meia-francesa com gravação a ouro na lombada
aparado e carminado no corte das folhas, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação, fêsto anterior fragilizado; miolo limpo, papel sonante
valorizado pela dedicatória manuscrita na folha de protecção da guarda: «Ao Ill.mo Snr. Nuno Barboza de Figd. Offerta do Editor»
PEÇA DE COLECÇÃO
720,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Roteiro da Viagem de Vasco da Gama em MCCCCXCVII



[ÁLVARO VELHO]
«algumas observações principalmente philologicas por» A. [Alexandre] Herculano e o barão do Castelo de Paiva

Lisboa, 1861
Imprensa Nacional
2.ª edição («correcta e augmentada»)
240 mm x 150 mm
2 págs. + XLIII págs. + 182 págs. + 2 folhas em extra-texto + 2 desdobráveis em extra-texto
ilustrado
encadernação recente inteira em sintético gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa de brochura anterior
exemplar estimado, restauros periféricos na capa da brochura; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO BARÃO DO CASTELO DE PAIVA (ANTÓNIO DA COSTA PAIVA, 1806-1879)
peça de colecção
180,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Roteiro da Primeira Viagem de Vasco da Gama



ÁLVARO VELHO
pref. A. Fontoura da Costa

Lisboa, 1960
Agência Geral do Ultramar
2.ª edição («edição comemorativa do V centenário da morte do infante D. Henrique»)
223 mm x 159 mm
XXIV págs. + 242 págs. + 2 cartonados em extra-texto + 2 vegetais de protecção (legendas impressas) + 4 folhas em extra-texto + 9 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: 1497-1499
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Viagem de Vasco da Gama

 

[LUIZ DE CAMÕES]
ERNESTO MOREIRA DE SÁ
, org. e pref.


Lisboa, 1898
Typographia Castro Irmão
1.ª edição
texto em «hespanhol, italiano, francez, allemão e inglez»
265 mm x 188 mm
496 págs. + 6 folhas em extra-texto (gravuras) + 1 desdobrável em extra-texto (mapa)
subtítulo: De Portugal á India – Trechos que mais se prendem com o assumpto, tirados do poema de Luiz de Camões «Os Lusiadas»
ilustrado em separado
encadernação inteira em imitação de pele elegantemente gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Roteiro da Viagem de Vasco da Gama e a Sua Versão nos “Lusíadas”

 

GAGO COUTINHO

Lisboa, 1930
Portvgalia Editora
1.ª edição
255 mm x 195 mm
48 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
ilustrado mapa da viagem
impresso sobre papel superior algodoado
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo, por abrir
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Historia do Descobrimento, e Conquista da India pelos Portuguezes

 

FERNÃO LOPEZ DE CASTANHEDA
Francisco José dos Santos Marrócos, org.


Lisboa, 1797
Na Offic. de Simão Thaddeo Ferreira
2.ª edição [seg. Inocêncio]
2 tomos enc. 1 volume (completo)
183 mm x 123 mm
[XXVI págs. + 2 págs. (erratas) + 216 págs.] + [XII págs. + 254 págs.]
elegante encadernação inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
carimbo de posse no frontispício
PEÇA DE COLECÇÃO
550,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, maio 24, 2021

Fabulas

 

Esopo
trad. Manoel Mendes da Vidigueira


Lisboa, 1791
Na Typographia Rollandiana
2.ª edição («correcta, e emendada»)
150 mm x 100 mm
XXXII págs. + 134 págs. + 4 págs. (não num.: «Indice») + 6 págs. (não num.: catálogo editorial)
subtítulo: Com applicações moraes a cada fabula
sóbria encadernação inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
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The Cocktail Party

 

T. S. ELIOT

Londres, 1958
Faber and Faber Ltd
8.ª edição
texto em inglês
222 mm x 148 mm
176 págs.
subtítulo: A Comedy
encadernação editorial inteira em tela gravada a ouro na lombada
sobrecapa impressa a duas cores directas
exemplar estimado, discretos restauros na sobrecapa; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DA ESCRITORA TEOLINDA GERSÃO
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Assassínio na Catedral

 

T. S. ELIOT
trad. e posf. José Blanc de Portugal


Lisboa, 1960
Delfos
1.ª edição
204 mm x 142 mm
136 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Entre Camponeses

 

ERRICO MALATESTA

s.l. [Lisboa], 1922
Luz do Povo – Biblioteca America
s.i. [1.ª edição]
181 mm x 98 mm
48 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Liberdade

 

BERNARDO LAZARE

Lisboa, s.d. [circa 1924]
Edição de A Sementeira
s.i. [1.ª edição]
155 mm x 113 mm
32 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no verso do frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Bastidores das Guerras

 

PEDRO KRAPÓTKINE

Lisboa, s.d. [circa 1922]
A Sementeira
s.i. [1.ª edição]
160 mm x 105 mm
24 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no verso da capa
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, maio 23, 2021

Estudante Bargante

 

ALBINO [ROIZ] RODRIGUES DE SOUZA
ilust. João Valério, Teixeira Cabral, e Amarelhe


Lisboa, 1945
Edições Pro Domo
1.ª edição
184 mm x 128 mm
368 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um conjunto de memórias estudantis coimbrãs.

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O Festival de João de Deus


aa.vv.

Lisboa, 1905
Antiga Casa Bertrand – José Bastos – Editor
1.ª edição [única]
201 mm x 147 mm
XXXII págs. + 508 págs. + 3 extra-textos (sendo o que vem junto da portada uma caricatura do Poeta da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro)
subtítulo: Poesias, Estudos litterarios, manifestações da Imprensa e collectividades scientificas, na Celebração do LXV anniversario do Poeta, pela Mocidade das Escholas com um Escorso biographico de João de Deus por Theophilo Braga
encadernação modesta de amador inteira em imitação de pele com gravação a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião das participações com que, pelos 65 anos de idade, homenagearam o poeta algumas escolas e colectividades do país, e intelectuais como, à cabeça Teófilo Braga, Tomás Ribeiro, Eugénio de Castro, Gonçalves Crespo, Alberto Pimentel, Júlio Dantas, Guerra Junqueiro, Sampaio Bruno, Heliodoro Salgado, Magalhães Lima, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Diogo de Macedo ou António Nobre. A edição em livro desse reconhecimento colectivo acabou por ser póstumo.
Para além do «[...] seu apostolado do ensino popular, [as] luctas ferrenhas contra a Cartilha Maternal, tendo de reagir com réplicas em prosa e verso aos professores rotineiros, fizeram que se esquecesse o poeta das Flores do Campo e das Folhas Soltas, para admirarem o luminoso pedagogista. [...]» (da nota de abertura) Mas também a ele se deve um passo para a modernidade, contra o intocável António Feliciano de Castilho, a ele se deve, pois, «[...] a primeira condenação pública da escola ultra-romântica, defendendo um lirismo “purificado”, ligado à tradição dos cancioneiros galego-portugueses, às cantigas populares do romanceiro e a certos aspectos do Camões lírico. [...]» (in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990)

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sexta-feira, maio 21, 2021

O Parque Mayer


ALBANO ZINK NEGRÃO
pref. Luís de Oliveira Guimarães
capa de Velez
ilust. Fernando Neves

Lisboa, s.d. [1972, seg. BNP]
Editorial Notícias
1.ª edição
200 mm x 137 mm
142 págs.
subtítulo: Cinquenta Anos de Vida
ilustrado com diversas caricaturas de personagens ligados ao mundo do teatro
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, maio 19, 2021

Elogios Historicos dos Senhores Reis de Portugal

 

BERNARDO DE BRITO, frei
D. JOSÉ BARBOSA, padre


Lisboa, 1786
Na Typographia Rollandiana
4.ª edição
150 mm x 103 mm
176 págs.
sóbria encadernação recente inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
pouco aparado somente à cabeça
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Inocêncio Francisco da Silva, no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo I, Imprensa Nacional, Lisboa 1858):
«Fr. Bernardo de Brito, chamado no seculo Balthasar de Brito de Andrade, Monge Cisterciense, cuja cogula vestiu no mosteiro de Alcobaça em 1585, Doutor em Theologia pela Univ. de Coimbra, Chronista da sua Congregação, e Chronista mór do Reino, nomeado por Filippe II de Portugal em 1616 por obito de Francisco de Andrade. – N. na villa e praça d’Almeida a 20 de Agosto de 1569, e m. em [Almeida] a 27 de Fevereiro de 1617, contando como se vê, menos de 48 annos d’edade. […]
Se todos os seus biographos e os mais philologos e criticos portuguezes, que d’elle se occuparam, são unanimes em ajuizar superiormente dos quilates do seu merito como escriptor, no tocante aos dotes do estylo, clareza do discurso, perspicuidade e elegancia da locução, collocando‑o sem contestação na primeira plana dos classicos da nossa lingua, são todavia mui pouco conformes entre si, quando tratam de aprecial-o como historiador, pelo que diz respeito á sua sinceridade, e ao credito que devem merecer os factos por elle narrados. [...]

Elogios dos Reis de Portugal com os mais verdadeiros retratos que se poderam achar. Dirigidos ao Catholico Rei D. Filippe, terceiro do nome. Lisboa, por Pedro Craesbeeck 1603. [In] 4.º Edição rara, de que vi vender um exemplar por 960 réis. – Sahiram addiccionados por D. José Barbosa até o reinado d’elrei D. João V, Lisboa oriental, na Off. Ferreiriana 1726 [in] 4.º de X‑246 pag. – E novamente, Lisboa na Off. de Manuel Antonio Monteiro 1761. [In]
8.º – & ibi, na Typ. Rollandiana, 1786. [In] 8.º, e 1825. [In] 12.º
A edição de 1726 faz já alguma differença da primeira, notando‑se n’ella varias omissões e transposições de palavras e phrases etc. – Na de 1786 supprimiu o editor o prologo de Fr. Bernardo de Brito, que andava nas anteriores. Em todas as de 8.º faltam os retratos dos reis. […]»


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O Trabalho

 

ARMANDO CERQUEIRA, org.
JOAQUIM PESSOA, org.
JOSÉ DO CARMO FRANCISCO, org.


Lisboa, 1985
Edição do Sindicato dos Bancários do Centro, Sindicato dos Bancários do Norte, Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas
1.ª  edição
233 mm x 154 mm
216 págs.
subtítulo: Antologia poética
exemplar estimado, vinco na contracapa; miolo irrepreensível, título escrito a tinta na lombada
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne cerca de cento e meio de poetas, a um poema por cabeça... Ninguém poderá assegurar da falta de préstimo de uma dita «antologia poética» amanhada por três sumidades bancárias, e sindicais, subordinada a tema, em que nenhum conseguiu esboçar prefácio ou nota breve, que nos esclarecesse quanto a escolhas ou arrumação. Aliás, mesmo não sabendo como foi ali parar, cada poema de per si afirma-se sacudindo de cima outros que em nada lhe digam respeito. São situações que só servem para uns poetas de quinta ordem “brilharem” no meio dos fulgores de outrem. Faz lembrar a conhecida anedota dos três polícias que andam sempre juntos: um, sabe ler; outro, sabe escrever; o terceiro gosta de conviver com intelectuais.

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Cooperação entre o Sindicalismo e o Anarquismo

 

MAX NETLAU

Lisboa, 1932
Edições do Pensamento Acrata
1.ª edição
155 mm x 116 mm
16 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo, papel frágil
PEÇA DE COLECÇÃO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Do Reformismo, do Estado e do Federalismo

 

PEDRO ESTEVE
trad. e notas de Francisco Quintal


Lisboa, 1931
Edição da Comissão Escolar e de Propaganda do Sindicato do Pessoal de Câmaras da Marinha Mercante Portuguesa
1.ª edição
190 mm x 124 mm
116 págs.
subtítulo: Artigos publicados na «Cultura Obrera», de Nova-York em 1922
exemplar estimado, pequena esfoladela na capa; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Falsa Redenção

 

SEBASTIÃO FAURE
trad. J. S. Lopes


Lisboa, 1932
Grupo Editorial “O Argonauta”
1.ª edição
166 mm x 122 mm
48 págs.
subtítulo: Conferência pronunciada em Paris, a 16 de Novembro de 1920, no Salão da União dos Sindicatos
exemplar estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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