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sexta-feira, outubro 09, 2026

O Cinema Italiano do Após-Guerra e o Neo-Realismo


MANUEL DE AZEVEDO

s.l., 1957
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
194 mm x 144 mm
168 págs. + 8 págs. em extra-texto (reprod. fotog.)
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Charlie Chaplin


VASCO VIDAL

s.l., 1954
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
198 mm x 147 mm
96 págs. + 16 págs. em extra-texto (reprod. fotog.)
subtítulo: O artista e a sua obra
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos de posse
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, julho 21, 2026

Luiz Pacheco 1925-2008: 1 Homem Dividido Vale por 2 | Contraponto: Bibliografia [catálogo]




luiz pacheco
Vitor Silva Tavares
António José Forte
Virgílio Martinho
Ricarte-Dácio de Sousa
Manuel de Freitas
et alii
grafismo de Jorge Silva

Lisboa, Novembro de 2009
BNP – Biblioteca Nacional | Publicações Dom Quixote
1.ª edição [única]
220 mm x 160 mm
205 págs. + 175 págs.
profusamente ilustrado
exemplar como novo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Catálogo iconobiobibliográfico elaborado por ocasião da mostra de alguns dos espécimes referenciados, na Biblioteca Nacional. Encontra-se dividido em dois núcleos, um para a obra literária do escritor Luiz Pacheco, outro para a sua produção enquanto editor da verdadeira* Contraponto. Sublinhe-se a revelação de um longo conjunto inédito de cartas de Luiz Pacheco a Jaime Aires Pereira, assim como os dois textos-testemunho do também editor Vitor Silva Tavares.

* Há que referir sempre a editora Contraponto de Luiz Pacheco como a aventura original e de referência para a história do surrealismo português, visto que, aproveitando-se da falta de registo oficial desta, gente oportunista e de má fé veio depois parir as suas contrapontozinhas de trazer por casa numa vil atitude de vizinhas boçais num desafinado pátio de cantigas.

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segunda-feira, dezembro 15, 2025

O Libertino Passeia por Braga, a Idolátrica, o Seu Explendor


LUIZ PACHECO

s.l., s.d. [Lisboa, 1970 (seg. BNP)]
Contraponto [de Luiz Pacheco]
[2.ª edição]
215 mm x 164 mm
32 págs.
acabamento com dois pontos em arame
impressão a verde sobre papel dito “manteigueiro”
exemplar envelhecido, restauro na dobra, capa manchada; miolo limpo
assinatura de posse do historiador Joaquim Oliveira Caetano
contrariamente a muitos dos exemplares postos à venda, no vertente caso o Autor / Editor não emendou à mão o erro na palavra esplendor
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Confessa Mário Soares em texto laudatório incluído no catálogo da Biblioteca Nacional, Luiz Pacheco: 1 Homem Dividido Vale por 2 (BNP / Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2009):
«[...] Confesso que até ao seu livro O Libertino Passeia por Braga, a Idolátrica, o Seu Esplendor nunca tinha lido nada de Luís Pacheco. Nem artigos nem polémicas, em que estava envolvido, embora soubesse que circulava nos meios intelectuais e literários e que era bastante considerado, sobretudo nos círculos surrealistas.
Foi o meu filho João que me falou, com imenso entusiasmo, do seu livro O Libertino Passeia por Braga, e me levou a lê-lo. Apesar do título esdrúxulo e de um estilo um pouco cru, acho que é um livro original e que marca uma época da nossa literatura, quando havia um certo vazio nas letras portuguesas, após o domínio dos neo-realistas. [...]»

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Comunidade [junto com] 2 Textos à Pressão [junto com cartaz]





LUIZ PACHECO
VITOR SILVA TAVARES
CARLOS FERREIRO

Lisboa, 1970
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
2 brochuras e 1 cartaz (completo)
[218 mm x 164 mm] + [250 mm x 176 mm] + [368 mm x 252 mm]
28 págs. + 12 págs. + 1 folha
ilustrados
textos impressos a violeta
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, as costas do cartaz apresentam à cabeça sinais de arrancamento sem prejuízo da peça
são o n.º III da tiragem especial de apenas 300 exemplares assinados pelos escritores
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.750,00 eur (IVA e portes incluídos)

No texto de apresentação, de Vitor Silva Tavares:
«Comunidade é uma obra-prima.
Nada arrisco em afirmá-lo, só risco havendo perante uma Literatura (caixa alta, reverência) feudo de literatos, de escritores com banca e atestado (e pópó e coroa de louros), dos eruditos seus críticos e demais panegiristas profissionais das Letras, de toda essa inteligentzia que embalada não sei por que espírito de missão (ai Portugal, tão à mercê de tais heróis!) se furta ao bisturi do conhecimento próprio (incapacidade, medo, conveniências...) e julga poder reflectir os outros, ser a voz autorizada (por quem?, porquê?) de um povo e da sua marcha. [...]»
No segundo texto, «à pressão», é o ilustrador e pintor Carlos Ferreiro tratado como príncipe da imagem gráfica, que sempre foi – não por acaso, veio ele a ser autor das melhores capas da futura editora & etc:
«[...] simples vinheta ou ilustração de texto – mas sem obediência, sem premeditação, sem flor de estilo. Um sonho a explodir em negro tipográfico, a cidade tal qual é por sobre e sob a aparência que o olho fotográfico regista, enganando-se.
A moda passa de lado, como no autocarro da Charneca. A crueldade exposta não é para digerir pelos bestuntos elegantes, é fruto de uma digestão dolorosa, digestão de pavores vividos e de pavores latentes, digestão lenta, obscura, direi misteriosa, porém determinada.
Os bonecos de Ferreiro devolvem à cidade o seu rosto verdadeiro.»

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quarta-feira, julho 02, 2025

Noites Brancas

 


DOSTOIEWSKI
trad. José Marinho
ilustr. Manuel Ribeiro de Pavia


Palmela, 1998
Contraponto [de Luiz Pacheco]
contrafacção (fac-similado da edição original na Inquérito de Emílio Guerra Salgueiro*)
164 mm x 121 mm
116 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

* Para além de ser uma publicação pirateada, género a que Luiz Pacheco era muito dado, nem sequer respeita a reprodução a cor do primeiro desenho de Pavia.

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quarta-feira, maio 07, 2025

A Minha Mulher


ANTON TCHEKOV
trad. Luiz Pacheco
ilust. Luís Filipe [Abreu]

s.l. [Setúbal], 1996
Contraponto [de Luiz Pacheco]
2.ª edição [fac-símile da 1.ª edição]
164 mm x 122 mm
120 págs.
ilustrado a negro no corpo do texto
exemplar como novo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma das primeiras, e raras, traduções do escritor Luiz Pacheco. Não terá sido do russo, terá sido por interposta língua, o francês necessariamente; é, sem dúvida, um bom texto na língua de chegada. Quanto ao "trabalho" da vertente edição, estamos perante um exemplo da absoluta preguiça e do oportunismo, que também foram moeda muito de uso pelo Luiz Pacheco, em que, como editor tão querido de uns actuais jovens ignorantes e sem códigos de conduta, se limitou a "fotocopiar" a belíssima edição original da Inquérito e a encapá-la, sem o mínimo gosto, com uma cartolina manhosa, das que os miúdos levam para os trabalhos manuais nas escolas.

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Fala do Homem Lésbico


MANUEL GRANGEIO CRESPO
pref. Adelino Dias Cardoso
capa e ilust. Rogal

s.l., 1983
Super Visão / Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
210 mm x 150 mm
16 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar como novo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fernando Pessoa, Poeta da Hora Absurda


MÁRIO SACRAMENTO

Lisboa, s.d. [1959]
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
180 mm x 126 mm
192 págs.
inclui a folha em extra-texto «Errata Final»
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Recorda Luiz Pacheco no seu Memorando, Mirabolando (Contraponto, Setúbal, 1995):
«[...] Nunca vi o dr. Mário Sacramento, apenas fotos suas nos jornais. Durante a atribulada edição do livro, que demorou anos [entre 1953 e 1959], apenas nos correspondíamos por carta e ele tanto me remetia o original e provas de Aveiro como do Forte de Caxias, nas muitas perseguições que a PIDE lhe moveu. [...]»
Consta – o que torna este ensaio acerca da obra de Pessoa uma obra de culto – que o Autor, à falta de livros de apoio na cadeia, o terá redigido socorrendo-se apenas da memória para as citações que justificam o seu raciocínio e o ilustram.

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Malaquias ou a História de um Homem Bàrbaramente Agredido


MANUEL DE LIMA

Lisboa, 1953
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
174 mm x 114 mm
268 págs.
capa impressa frente e verso
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manuel de Lima (1918-1976) foi crítico musical e literário, mas sobretudo ficcionista na esfera do melhor surrealismo em português. Companheiro próximo de Cesariny, Luiz Pacheco e Natália Correia, a Antologia do Humor Português trata-o justamente assim:
«[...] Que é o humor de Manuel de Lima? Resposta na página quinze do Malaquias: “Um grão de areia na mais pequena roda de uma engrenagem a fazer parar um sistema perfeito”. Portanto a engrenagem é a causa, é a interrogação, é o tablado onde se desenrolam os jogos contraditórios, as fábulas, as diversões. O humor está aqui, extravasa-se no delírio, no absurdo, numa escrita de expressão explicativa, com cores inesperadas, no rocambolesco, onde a imaginação-impacto é o factor um, fonte donde emana o caudal humorístico dos gestos, da vocação singular de Manuel de Lima para nos fazer sonhar a história de Malaquias, a história de Valeriano, a história de Olímpia, a história de Natália, a história de Maquiavelicus, numa gesta de heróis de banda desenhada, numa sucessão lanterna-mágica em que enganados e enganadores recìprocamente desfrutam da razão e da glória da luta, têm ao jogo a sorte que merecem.» (Edições «Afrodite» – Fernando Ribeiro de Mello, Lisboa, 1969)

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Cinco Histórias Sem Classificação Especial

 

CARLOS WALLENSTEIN

Lisboa, 1953
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
231 mm x 165 mm
52 págs.
composição tipográfica manual, impresso a sanguínea
luxuosa encadernação inteira em pele gravada a ouro nas pastas, na lombada e nas seixas
muito pouco aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
é o n.º 244 de uma tiragem não declarada
valorizado pela assinatura do autor
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Carlos Wallenstein (1926-1990), para além de dramaturgo, ficcionista e poeta, destacou-se sobretudo como actor.

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