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sexta-feira, novembro 08, 2019

Proclamação do General Humberto Delgado – Candidato à Presidência da República [junto com] arquivador de imprensa




HUMBERTO DELGADO
et alii

Luanda, 1958
Editado pelos Serviços da Candidatura em Angola
1.ª edição
[20,5 cm x 13,7 cm (brochura)] + [32,5 cm x 25 cm (arquivador com 23 jornais)]
36 págs. (brochura) + 48 págs. (jornais diversos*)
ilustrados
capa da brochura impressa retro e verso, acabamento com um ponto em arame
exemplares manuseados mas aceitáveis; miolo limpo
acondicionados num belo estojo próprio de fábrica recente
PEÇA DE COLECÇÃO
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Brochura constituída pela proclamação, pelo currículo intelectual, político e militar do general e pela circular de apresentação da candidatura, visando recolher apoios para a mesma.

* Imprensa da época, datada entre 9 e 31 de Maio de 1958, dando notícia da campanha nos jornais República, Diário Ilustrado, Diário Popular, Diário de Lisboa, Diário de Notícias, O Século, Diário do Norte e O Primeiro de Janeiro.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


domingo, outubro 06, 2019

Da Pulhice do «Homo Sapiens»


HUMBERTO DELGADO, tenente aviador

Lisboa, 1933
Casa Ventura Abrantes – Livraria Depositária
1.º milhar
19,2 cm x 12,1 cm
272 págs.
subtítulo: Da Monarquia de vigaristas pela República de bandidos – à Ditadura de papa
composto manualmente
exemplar estimado, restauros na capa; miolo limpo
assinaturas de posse no ante-rosto e no frontispício
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Passando monárquicos e republicanos pelo mesmo pente fino, neste seu livro de memórias “panfletárias” com grande interesse histórico e político, Delgado surge-nos como um defensor da ditadura militar e do encerramento da Assembleia. Entre as figuras visadas, Cunha Leal (que publicara em 1930 violenta crítica à gestão financeira de Salazar) é basto motivo de repetidos ataques de Delgado... A História veio a dar razão a Leal.

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terça-feira, outubro 16, 2018

Humberto Delgado Antes... e Depois...


[ANÓNIMO]

Lisboa, 1961
s.i.
[1.ª edição ?]
20,3 cm x 14,1 cm
40 págs.
ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, restauros na folha exterior; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Caderno seguramente editado pelo governo salazarista, cumprindo a função contra-informativa do regime ao opositor Humberto Delgado, que fôra candidato a presidente em 1958. Preparava-se, assim, o terreno para o assassinato do «general sem medo».
No vertente exemplar, ainda é visível parte da marca-do-dia dos correios (4.61.21H – LISBOA).

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telemóvel: 919 746 089


Memórias



HUMBERTO DELGADO
trad. Ricardo Madeira Romão

Lisboa, Setembro de 1974
Edições Delfos
[1.ª edição]
20,7 cm x 15 cm
368 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] Abrange o período da vida atribulada da primeira República Portuguesa, e vai até Março de 1962, com especial relevo para o período negro da História de Portugal, o império da P.I.D.E. [...]»

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Missão em Portugal


ÁLVARO LINS

Lisboa, 1974
Centro do Livro Brasileiro
s.i. [1.ª edição brasileira: Rio de Janeiro, 1960]
21 cm x 15 cm
XXVI págs. + 538 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Álvaro Lins (1912-1970), advogado, jornalista, crítico literário, foi embaixador do Brasil em Lisboa no final dos anos 50, altura em que conseguiu estabelecer as pontes necessárias ao exílio brasileiro de Humberto Delgado. O vertente livro é das mais importantes referências no memorialismo da época, escrito numa linguagem franca, acusatória, quer relativamente ao seu país, quer relativamente a Portugal, sem tréguas para todas as formas de ditadura.

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