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sábado, maio 16, 2026

Feira Cabisbaixa




ALEXANDRE O’NEILL
pref. António Alçada Baptista
capa e grafismo de Espiga Pinto

Lisboa, 1965
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
184 mm x 104 mm
L págs. + 62 págs.
corte das folhas pintado, sobrecapa impressa a três cores directas sobre kraft-alcatrão
é o n.º 6 da prestigiada Colecção Poesia e Ensaio, criada e dirigida por Vitor Silva Tavares aquando da sua passagem pela Ulisseia na qualidade de editor literário
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR (NÃO ASSINADA, CALIGRAFIA CONFRONTADA COM O MANUSCRITO QUE SE ENCONTRA NA BIBLIOTECA NACIONAL COM A COTA «BN Esp. E15/2604» E QUE ESTÁ REPRODUZIDO NA OBRA DE REFERÊNCIA AS MÃOS DA ESCRITA, BNP, LISBOA 2007)
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro que a censura do Estado Novo, a censura do «nhurro país que nunca se desdiz», brindou com a respectiva proibição, embora – como a tantos outros escritores menores da época! – não necessitasse Alexandre O’Neill de um tal selo de garantia. Sim, basta lê-lo, na sua acutilante esgana poética:

«[…] Mas eu, Tejo continuado, nesta praça
minist’rial que mais te posso dar,
a ti que vens de Albarracim, meu espanhol,
que passaste Almourol,
que passaste Pereira Gomes e Redol,
senão a frase sim ou não ouvida,
com este meu ouvido, com esta minha vida,
a um rapaz que, sem malícia, veio,
da sombra sei lá de que sobreiro,
para dar em alguém, cá na cidade:

Ser da polícia,
dá cantina, barbeiro, autoridade

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pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

domingo, junho 29, 2025

Instintos e Sociedade


ROGER CAILLOIS
trad. Alexandre O’Neill

Lisboa, 1976
Editorial Estúdios Cor, S.A.R.L.
1.ª edição
186 mm x 117 mm
216 págs.
subtítulo: Ensaios de Sociologia Contemporânea
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio de antropólogo e sociólogo francês Roger Caillois (1913-1978):
«[...] O homem de Estado procura manter um equilíbrio entre as forças díspares e indisciplinadas. Tenta canalizá-las ou faz de conta que não existem. Por vezes, escolhe servir-se delas e aproveitar-lhes o ímpeto, ao qual, aliás, logo se vê obrigado a ceder. Ora, estas forças ressurgem quando são perseguidas. Reprimidas, cedo ou tarde explodem. Por pouco que um aprendiz de feiticeiro as encorage ou convoque, ei-las prontas a tudo arrastar como uma súbita avalanche. [...]»

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sexta-feira, janeiro 31, 2025

Teatro




BERTOLT BRECHT
trad. Ilse Losa, Jorge de Sena, Alexandre O’Neill (I e II), Yvette Kace Centeno (III e V), Fiama Hasse Pais Brandão (IV e VI)
capa e ilust. Tóssan (I, II, III, IV e V) e Dorindo de Carvalho (VI)

Lisboa, s.d. [1961, seg. BNP], 1963, 1965, 1966, 1970 e s.d.
Portugália Editora
1.ª edição (todos os volumes)
6 volumes (completo)
195 mm x 145 mm (I a IV) e 185 mm x 130 mm (V e VI)
260 págs. + 248 págs. + 208 págs. + 336 págs. + 224 págs. + 144 págs.
subtítulos: I – Ti Coragem e os Seus Filhos | A Boa Alma de Sé-Chuão; II – O Círculo de Giz Caucasiano | Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny; III – O Julgamento de Lúculo | A Excepção e a Regra | Baal; IV – Tambores na Noite | Homem Morto, Homem Posto | O Senhor Proprietário e o Seu Criado; V – Vida de Galileu; VI – O Terror e a Miséria no Terceiro Reich
exemplares estimados; miolo limpo
carimbo de posse no vol. V
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trabalho de fundo, este conjunto de traduções, de crucial importância para o desenvolvimento da própria história do teatro português, dado o ascendente técnico, estético e ideológico de Brecht sobre encenadores, actores, cenógrafos, etc.

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sábado, dezembro 28, 2024

Incitamento ao Nixonicídio e Louvor da Revolução Chilena


PABLO NERUDA
trad. Alexandre O’Neill

Lisboa, 1975
Agência Portuguesa de Revistas
1.ª edição
184 mm x 114 mm
104 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Neftalí Ricardo Reyes Basoalto (Pablo Neruda, 1904-1973), poeta chileno marxista, falecerá ao mesmo tempo que a sua pátria se afundava num banho de sangue genocida capitaneado por Pinochet às ordens do imperialismo norte-americano. Ditou-lhe a consciência revolucionária que uma única solução havia para a guerra civil então em curso no Chile: o assassinato selectivo do mandante capitalista. Os seus versos perderam aqui a doçura dorida de, por exemplo, Canto General, para se tornarem dentes incisivos cravados no coração da besta.

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domingo, novembro 12, 2023

Alexandre O’Neill – Uma Biografia Literária

 

MARIA ANTÓNIA OLIVEIRA
capa de António Neu
grafismo do Atelier Henrique Cayatte

Lisboa, 2007
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
235 mm x 155 mm
348 págs. + 16 págs. em extra-texto (fotografias)
ilustrado
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, março 27, 2023

As Andorinhas Não Têm Restaurante


ALEXANDRE O’NEILL

Lisboa, 1970
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
181 mm x 110 mm
96 págs.
são conhecidos alguns poucos exemplares revestidos com sobrecapa, o que não é o caso presente
exemplar estimado, sem quebras na lombada; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para Eduardo Prado Coelho, a «[...] homogeneidade deriva essencialmente do extraordinário domínio no exercício da linguagem que estas prosas revelam. [...]
Valerá a pena, contudo, indicar até que ponto a integração do calão no texto introduz um princípio de subversão do discurso literário tradicional que vê agora a sua dignidade desmantelada. O calão visa um efeito destrutivo em relação à linguagem cultural, produzindo um insistente mecanismo de desvalorização. [...]» (Colóquio / Letras, n.º 3, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Setembro de 1971)

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Cadernos de Poesia





Lisboa, 1940 a 1953
dir. Tomaz Kim, José Blanc de Portugal e Ruy Cinatti; mais tarde, também Jorge de Sena e José-Augusto França, tendo saído Tomaz Kim
colecção completa (15 números distribuídos por 3 séries [5 + 7 + 3 fascículos] em 1 volume)
23,7 cm x 18 cm
100 págs. (numeração contínua, primeira série) + 152 págs. (numeração contínua, segunda série) + [24 págs. + 2 x 32 págs. (terceira série)]
compostos manualmente
encadernação em meia-francesa em pele, cantos em pele, gravação a ouro na lombada,
conserva todas as capas de brochura
aparado e carminado somente à cabeça
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELAS DEDICATÓRIAS MANUSCRITAS DE ALBERTO DE LACERDA E FERNANDO LEMOS AO POETA LUÍS AMARO
PEÇA DE COLECÇÃO E GRANDE RARIDADE QUANDO COMPLETA
1.300,00 eur (IVA e portes incluídos)

Vasto é o número de colaboradores reunidos ao longo dos anos que durou a publicação, e tudo escritores já então de referência na cultura nacional, como sejam Afonso Duarte, Vitorino Nemésio, Almada Negreiros, Sofia de Mello Breyner Andresen, José Gomes Ferreira, Edmundo Bettencourt, Mário Dionísio, Pedro Homem de Mello, Eugénio de Andrade, Miguel Torga, Merícia de Lemos, José Régio, Manuel Ribeiro Pavia, Alfredo Margarido, António Ramos Rosa, Raul de Carvalho, etc.
A partir da segunda série, a publicação ganha o hábito de dedicar alguns dos seus números a um único escritor, pelo que temos aí em primeira edição A Poesia de Camões – Ensaio de Revelação da Dialéctica Camoneana por Jorge de Sena; um conjunto inédito de Poemas por Alberto de Lacerda; o estudo Fernando Pessoa e a Crítica por Adolfo Casais Monteiro; dois livros seminais da corrente surrealista, a saber, Tempo de Fantasmas por Alexandre O’Neill e Teclado Universal por Fernando Lemos; e ainda notas sobre seis pintores, Da Poesia Plástica, por José-Augusto França, e o importante fascículo inteiramente dedicado a Teixeira de Pascoaes, que inclui um poema inédito do mesmo e uma carta e este dirigida, também inédita, por Fernando Pessoa, assim como a intervenção em homenagem, entre outros, de António Pedro, António Sérgio, Eduardo Lourenço, José Marinho, Óscar Lopes.

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terça-feira, agosto 02, 2022

No Reino da Dinamarca

 

ALEXANDRE O’NEILL

Lisboa, Maio de 1974
Guimarães & C.ª Editores
2.ª edição [muito aumentada]
215 mm x 157 mm
224 págs.
subtítulo: Obra Poética (1951-1969)
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, novembro 23, 2021

De Ombro na Ombreira

 

ALEXANDRE O’NEILL
capa de Fernando Felgueiras


Lisboa, 1969
Publicações Dom Quixote
2.ª edição
180 mm x 110 mm
80 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, abril 15, 2021

Tempo [colecção]




aa.vv.
Alexandre Pinheiro Torres, org. ficção
José Tengarrinha, org. ensaio
Luís de Sttau Monteiro, org. teatro
Alexandre O’Neill, org. poesia

Lisboa, s.d. [circa, 1961]
Edições Tempo – Sociedade de Magazines, Lda.
1.ª edição (todos)
10 volumes (completo*)
216 mm x 128 mm (estojo)
[32 págs.] + [56 págs. + 1 encarte] + [40 págs.] + [40 págs. + 1 encarte] + 36 págs. + 40 págs. + [56 págs. + 1 encarte (errata)] + 32 págs. + 36 págs. + 32 págs.
títulos individuais:
1 – Urbano Tavares Rodrigues, Uma Noite e Nunca;
2 – Moniz Barreto, Novos Ensaios;
3 – Harold Pinter (trad. Luís de Sttau Monteiro), O Monta-Cargas;
4 – Carl Sandburg (trad. Alexandre O’Neill), Antologia Poética;
5 – José Gomes Ferreira, Os Segredos de Lisboa;
6 – António Sérgio, Tentativa de Interpretação da História de Portugal;
7 – Miguel de Unamuno (trad. Luís de Sttau Monteiro), Fedra;
8 – Paul Éluard (trad. António Ramos Rosa), Antologia;
9 – Manuela Gouveia Antunes, Alta Tensão;
11 – August Strindberg (trad. Luiz Francisco Rebello), O Pária
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo, alguns por abrir
acondicionados num elegante estojo de fantasia de fabrico recente com adereço metálico e lettering bordado
280,00 eur (IVA e portes incluídos)


* O volume 10 nunca foi publicado, nem nenhum dos outros volumes por vezes anunciados nas contracapas.

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quinta-feira, novembro 14, 2019

Critério – Revista Mensal de Cultura



Lisboa, Novembro de 1975 a Novembro de 1976
dir. João Palma-Ferreira e Alexandre O’Neill (até ao n.º 6)
dir. Cardoso Ferreira (n.º 7 e n.º 8)
8 números (colecção completa)
29,3 cm x 22 cm (estojo)
8 x 64 págs.
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
acondicionados em elegante estojo próprio de fabrico recente
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, de Vitorino Magalhães Godinho, Miguel Torga, António José Saraiva, Vergílio Ferreira, José Martins Garcia, Antonio Tabucchi, Jorge de Sena, Eduardo Lourenço, José-Augusto França, Vaclav Havel, Ruy Cinatti, Fraústo da Silva, David Mourão-Ferreira, Álvaro Guerra, Mário Cesariny, Orlando Ribeiro, João Gaspar Simões, Iva Delgado, Sophia de Mello Breyner Andresen, J. S. da Silva Dias, Helder Godinho, Carlo Vittorino Cattaneo, Nora Mitrani, etc.

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terça-feira, julho 11, 2017

Romeu, Julieta e as Trevas


JAN OTCHENACHEK
pref. Aragon
trad. Alexandre O’Neill
capa de Noémia Delgado

Lisboa, 1961
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18 cm x 11 cm
190 págs.
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Romeu, Julieta e as Trevas


JAN OTCHENACHEK
pref. Aragon
trad. Alexandre O’Neill
capa de Cidália de Brito [Pressler]

Lisboa, 1967
Editora Arcádia Limitada
2.ª edição
18,9 cm x 12,3 cm
228 págs.
encadernação editorial em tela encerada impressa a negro na pasta anterior e na lombada, sobrecapa polícroma
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 19, 2017

Tomai Lá do O’Neill!


ALEXANDRE O’NEILL
selec. e pref. Antonio Tabucchi
fotografias de Alexandre Delgado O’Neill

Lisboa, 1986
Círculo de Leitores
1.ª edição
24,6 cm x 16,2 cm
296 págs.
cartonagem editorial, sobrecapa polícroma, folhas-de-guarda impressas
exemplar como novo
é o n.º 3.383 de uma tiragem não declarada
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Antologia que o escritor italiano Antonio Tabucchi nos apresenta revertida, dos poemas mais recentes para os mais antigos. Esplendor da palavra surrealista, que, não deixando de o ser, surge em O’Neill liberta da ortodoxia. As reproduções fotográficas, da autoria do filho do poeta, vão pontuando os principais núcleos temáticos da escrita do pai.

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Coração Acordeão


ALEXANDRE O’NEILL
selec. e pref. Vasco Rosa
capa de André Carrilho

Lisboa, 2004
O Independente
1.ª edição [em livro]
22,2 cm x 15,7 cm
192 págs.
encadernação editorial com sobrecapa
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de dispersos avulsos na imprensa periódica. O nome do organizador, Vasco Rosa, é garantia suficiente para a qualidade da edição e o escrúpulo na busca e na transcrição das fontes primárias.

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sábado, abril 23, 2016

Antologia Poética


CARL SANDBURG
selecção e trad. de Alexandre O’Neill

Lisboa, s.d. [circa 1961]
Edições Tempo – Sociedade de Magazines, Lda.
1.ª edição
20,1 cm x 12,3 cm
40 págs. + 1 folha em extra-texto
colecção Tempo de [Ficção, Ensaio, Teatro, Poesia]
inclui a folha-volante* da autoria do tradutor e responsável pela série de poesia com as respectivas declarações de intenção, à semelhança das outras três séries cujas folhas são assinadas por Alexandre Pinheiro Torres, José Tengarrinha e Luís de Sttau Monteiro
exemplar novo, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sandburg, que ainda nasceu no século XIX, pertencerá de direito à grande tradição whitmaneana dos poetas caminhantes. E nessa vagabundagem sedimentou as suas ideias de um socialismo genuíno e de uma poética de superação do estetismo agrário. A geração beat com felicidade irá descobri-lo.

* Encarte por vezes comercializado, abusivamente, em separado.


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