quinta-feira, março 29, 2018

A Amadora dos Fenómenos



ANTONIO FERRO

Porto, 1925
Livraria e Imprensa Civilização – Editora
1.ª edição
20 cm x 12,9 cm
208 págs.
encadernação recente de amador com rótulo gravado a ouro na lombada
por aparar
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

A propósito da ligeireza de estilo na primeira fase da obra literária de António Ferro escreveu, em 1987, Guilherme Castilho (ver fichas de leitura do serviço de Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian, «Intervenção Modernista: Teoria do Gosto – Obras de António Ferro, 1»):
«[...] não se poderá afirmar que a obra de Ferro ultrapasse um certo superficialismo, um notório sensacionalismo, o gosto gratuito de aderir a uma epidérmica modernidade supostamente futurista. Mas o que é certo é que com todos estes “handicaps”, ela é representante de um momento, de uma determinada vertente que existiu na nossa literatura – um documento, em suma, que importa não ignorar. Além do que, não obstante destas facetas negativas que lhe possamos apontar, ela possui, por outro lado, uma inegável originalidade, um vivo poder de criatividade, um humor bastante pessoal e um virtuosismo verbal e conceptual que lhe emprestam, por vezes, um atractivo que torna gratificante e deleitável a leitura de certos trechos desta primeira fase. [...]»

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telemóvel: 919 746 089

O Problema das Casas Económicas



ANTÓNIO FARIA, engenheiro

Lisboa, 1948
Cosmos
1.ª edição
18,8 cm x 12,8 cm
196 págs. + 2 desdobráveis + guardas impressas
na prestigiada colecção Biblioteca Cosmos dirigida por Bento de Jesus Caraça
subtítulo: Esboço de Estudo
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo muito limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)



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O Pão a Culpa a Escrita e outros textos


LUIS MIGUEL NAVA
capa de José Alberto

Lisboa, 1982
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição
20,8 cm x 14,6 cm
88 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
carimbo de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, março 25, 2018

L’Arithmetique du Sr. Barreme ou le Livre Facile pour apprendre l’Arithmétique de foi-même, & fans Maître




N. [NICOLAS] BARREME

Paris, 1747
Chez Gandouin, Nyon, David, Didot, Armand, Savoye, Damonneville
«nouvelle edition» [De l’Imprimerie de Jacques Chardon]
texto em francês
17,2 cm x 10,5 cm
20 págs. (não num.) + 570 págs.
encadernação coeva inteira em pele com elegante gravação a ouro na lombada
corte das folhas carminado
exemplar estimado, lombada com falhas de pele nos topos; miolo limpo, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do mais importante manual prático de aritmética comercial, largamente difundido no século XVIII. Deve-se a François Barrême (1638-1703) a edição original da obra, publicada em 1672, que seu neto Nicolas Barrême (circa 1687-1742) corrigiu e ampliou. Um tal envolvimento familiar deve-se ao facto de a família Barrême ser uma autêntica firma vocacionada para a contabilidade, com notável prestação de serviços no Tribunal de Contas de Paris durante quase um século.

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sexta-feira, março 23, 2018

Os Marialvas


BRAZ FOGAÇA

Lisboa, 1876
Lallemant Frères, Typ.
1.ª edição
18,8 cm x 12,9 cm
80 págs.
subtítulo: Reflexões
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Uma das primeiras utilizações do termo “marialva” como categoria social surge com Braz Fogaça (1876) que publica um folheto intitulado Os Marialvas, no qual descreve as aventuras dos miguelistas e dos menestréis da guitarra, definindo os traços de um “autoritarismo e de uma alienação anti-cultural contra um Portugal europeizado” (Cardoso Pires, Cartilha do Marialva), justamente na época de (e, portanto, em reacção a) Antero e das Conferências do Casino. [...]» (Fonte: Miguel Vale de Almeida, Marialvismo – Fado, Touros e Saudade como Discursos da Masculinidade, da Hierarquia Social e da Identidade Nacional, Net, 1997)

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O Mito de Don Juan e o Donjuanismo em Portugal


URBANO TAVARES RODRIGUES

Lisboa, 1960
Edições Ática
1.ª edição
16,4 cm x 11,9 cm
140 págs.
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de três pequenos ensaios, sendo os dois que completam o livrinho, um acerca de Jean Anouilh e o outro acerca de Castro Alves. Aquele que dá o título pode ser posto a par de um, posterior, de José Cardoso Pires, Cartilha do Marialva, ambos vitais para a compreensão de certas atitudes nacionais homofóbicas e até de violência doméstica.

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Cartilha do Marialva ou das Negações Libertinas


JOSÉ CARDOSO PIRES
[capa de Sebastião Rodrigues]

Lisboa, 1966
Editora Ulisseia Limitada
2.ª edição
19,1 cm x 12 cm
194 págs.
subtítulo: Redigida a propósito de alguns provincianismos comuns e ilustrada com exemplos reais
encadernação editorial com sobrecapa a duas cores
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Alexandra Alpha


JOSÉ CARDOSO PIRES
capa de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1987
Publicações Dom Quixote, Lda.
1.ª edição
20,9 cm x 13,5 cm
450 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Esboço para um Retrato do Verdadeiro Libertino


ROGER VAILLAND
trad. e pref. Vitor Silva Tavares
capa de José Cândido

Lisboa, 1976
& etc – Publicações Culturais Engrenagem, Lda.
1.ª edição [única]
17,4 cm x 15 cm
56 págs. + 1 folha em extra-texto
impresso sobre papel superior
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
67,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota introdutória de Vitor Silva Tavares (1937-2015), simultaneamente tradutor e editor do vertente livro:
«[...] obra exemplarmente reveladora da exactidão mental e formal de um dos mais legítimos herdeiros dos grandes libertinos do séc. XVIII, tanto pela audaciosa “austeridade” das relações amorosas como pelo empenhamento político vincadamente progressista. [...]»

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A Roda da Fortuna


ROGER VAILLAND
trad. Augusto Abelaira
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1961
Editora Ulisseia, Limitada
1.ª edição
18,9 cm x 12,5 cm
188 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicado em Portugal por altura da sua passagem ao cinema, no brilhante desempenho da actriz Simone Signoret, era este o segundo romance de Roger Vailland (1907-1965), desenvolvendo o tema do ciúme e da apropriação amorosa.

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quinta-feira, março 22, 2018

Ritmo Novo


MARTINHO NOBRE DE MELLO
pref. Tristão de Athayde

Rio de Janeiro, 1932
Schmidt, Editor
1.ª edição
19,2 cm x 14 cm
68 págs.
subtítulo: Palavras de um Portuguez ao Brasil
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da portada:
«Discurso pronunciado pelo Embaixador Martinho Nobre de Mello no grande banquete que lhe offereceram os intelectuaes e jornalistas brasileiros, aos 30 dias do mez de Outubro de 1932, no Casino Beira-Mar.»

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quarta-feira, março 21, 2018

Carta dos Estudantes Expulsos à Universidade


[ANÓNIMO]

s.l. [Lisboa], Março de 1966
s.i.
[1.ª edição]
20,5 cm x 14 cm
40 págs.
subtítulo: Amnistia para os estudantes expulsos
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim abre o protesto dos estudantes ao então ministro da Educação, Inocêncio Galvão Teles:
«É num momento grave da vida da Universidade que são castigados, duma assentada, 181 estudantes; – não fora a anterior e comprovada crise universitária, bastaria este facto para mostrar aos cépticos – ou aos demasiado convencidos – que alguma coisa está mal na Universidade Portuguesa. Os 181 estudantes agora punidos, conscientes de que “algo vai mal”, trabalharam para construir uma Universidade nova e melhor, uma Universidade capaz de servir os que nela estudam e o País que a sustenta.
Esta carta tem por fim único permitir à Universidade – aos Universitários – e ao País, chegar a uma conclusão sobre a crise universitária portuguesa, sobre o que é que está mal numa Universidade que castiga 181 dos seus alunos; numa Universidade que em vez de formar quadros os impede de se formarem. [...]
Desde há alguns anos para cá, o Governo tem encarado a Universidade e as Associações de Estudantes como inimigos que é necessário combater a todo o transe e até à exaustão. [...]
Não se pense porém que as A. E. – e os estudantes – são as únicas vítimas da repressão: desde 1933 até 1965 foram expulsos da Universidade Portuguesa – e sempre por órgãos extra-universitários, cerca de 40 professores entre os quais nomes prestigiosos da Ciência e da Cultura portuguesa como Egas Moniz (Prémio Nobel), Bento Caraça, Pulido Valente, Fernando da Fonseca, Manuel Valadares, Rodrigues Lapa, Magalhães Vilhena, Magalhães Godinho [...].»

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Prisões e Presos em Portugal


[EDWARD RUSSELL] LORD RUSSELL OF LIVERPOOL

s.l., s.d. [Lisboa, 1963]
s.i.
[1.ª edição]
19,6 cm x 13,1 cm
20 págs.
subtítulo: Um Inquérito Independente
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, discreto restauro no canto superior da primeira folha; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial:
«O autor [1895-1981] deste relatório independente foi juiz militar adjunto ao Quartel-General do Primeiro Exército britânico (1942-43); ao Quartel-General das Forças Aliadas (1943-1945); ao Quartel-General das Forças Britânicas no Próximo Oriente (1945-46) e ao do Exército do Reno (1946-47); foi ainda juiz conselheiro dos Serviços Jurídicos do Exército (1951-54).
Entre as suas obras publicadas contam-se “O Flagelo da Suástica” e “O Julgamento de Adolfo Eichmann”.»

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A Revolução Continua


[ANÓNIMO]

Lisboa, 1943
Edições SPN [Secretariado da Propaganda Nacional]
[1.ª edição]
21,5 cm x 15,8 cm
64 págs.
subtítulo: União Nacional – Mocidade – Legião
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Estado Novo e a Agricultura


[LUIZ QUARTIN GRAÇA]

Lisboa, 1938
Edições SPN
1.ª edição
20,5 cm x 15,2 cm
72 págs. + 3 desdobráveis em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Alcorão


MUHAMAD
trad. da versão inglesa de Marmaduke Pickthal por Bento de Castro


Lourenço Marques, 1964
[ed. tradutor]
Oficinas Gráficas de J. A. Carvalho & Companhia, Limitada
1.ª edição
24,1 cm x 17,8 cm
736 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
ostenta no frontispício a assinatura de posse do ex-ministro dos Assuntos Sociais, o falecido médico C[arlos Matos Chaves Mascarenhas de] Macedo
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da Nótula do tradutor Bento de Castro (Constantino de Castro Lopo):
«[...] Esta edição destina-se aos Muslins portugueses de origem árabe, e aos de origem africana, isto é: africanos, que na sua grande parte são naturais dos territórios de Moçambique, falam e escrevem a língua portuguesa usando-a no seu convívio social, nas suas relações comerciais e também nos seus próprios lares. De maneira geral os primeiros não falam o Arábico dos textos sagrados em que recitam alguns trechos que decoraram e de que não têm um sentido perfeito; estes, estão porém mais ou menos familiarizados com o texto das edições em Guzarate que é a língua dos seus pais e que falam com a mesma proficiência e desembaraço que mostram ao falar português. Quanto aos segundos, esses não estão em tão boas condições pois que não conhecem o Arábico nem o Guzarate, salvo um reduzido número que tem sido educado nas escolas e universidades estrangeiras. [...]»
Por esta passagem de texto fácil nos é deduzir quão expressiva foi a comunidade muçulmana na ex-colónia portuguesa, para justificar-se uma tradução do texto sagrado.

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A Vida de Harun Al-Rachid


GABRIEL AUDISIO
trad. José Saramago

Lisboa, Março de 1965
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
21 cm x 14 cm
208 págs.
variante “pobre” da capa
exemplar muito estimado, sem qualquer quebra na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Harun Al-Rachid, remoto califa do espaço geográfico hoje ocupado pelo Iraque, então uma terra de alta prosperidade e altos desígnios científicos e artísticos, ao seu nome e ao do seu reinado ficaram ligadas as mais belas histórias da tradição oral sarracena – as Mil e Uma Noites. Gabriel Audisio (1900-1978), seu poeta-biógrafo, activista da Resistência francesa durante a ocupação nazi, para além do legado de uma vasta obra literária multifacetada foi o director do periódico marselhês Cahiers du Sud.

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Thèmes et Motifs des Mille et Une Nuits


NIKITA ELISSÉEFF

Beirute, 1949
Institut Français de Damas
1.ª edição
25,2 cm x 17,6 cm
8 págs. + 244 págs. + 3 desdobráveis (grande formato) em extra-texto
subtítulo: Essai de Classification
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nascido em São Petersburgo, herói da Resistência francesa, Nikita Elisséeff (1915-1997) diplomou-se em árabe na Escola Prática de Altos Estudos, onde estudava epigrafia, arquitectura e história muçulmana medieval. Foi precisamente este trabalho a sua tese, que continua de grande utilidade para a compreensão dessa obra-prima da cultura universal, que é As Mil e Uma Noites.

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As Mil e Uma Noites


MARIA CELESTE
capa de Irene Mariares

Porto, 1960
Livraria Cilização
s.i.
18,6 cm x 12,7 cm
208 págs.
subtítulo: Contadas ás crianças por [...]
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Singela versão simplificada do clássico oriental, expurgada de conotações eróticas.

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Nome de Guerra


JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS
pref. J. G. S. [João Gaspar Simões]

Lisboa, s.d. [1938]
Edições Europa
1.ª edição
19,2 cm x 12,8 cm
256 págs.
é o n.º 1 da Colecção de Autores Modernos Portugueses dirigida por João Gaspar Simões
capa impressa a preto sobre cartolina vermelha com uma cinta em papel branco impresso a preto e vermelho
exemplar com a capa envelhecida mas aceitável; miolo limpo
ostenta na pág. 4 o carimbo com a assinatura do Autor
190,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Maria Teresa Arsénio Nunes (ver Almada: o Escritor – o Ilustrador, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, Lisboa, 1993):
«[...] “Rigor, sinceridade, pureza – mas sinceridade fiscalizada, pureza culta, rigor enfim” – é como Vitorino Nemésio resume, com, aliás, uma admirável, amorosa capacidade estilística de se deixar contaminar pelo texto que analisa, a lúcida sensibilidade com que Nome de Guerra se escreve. (Vitorino Nemésio, in Revista de Portugal, Coimbra, Abril 1938). De notar, entretanto, as considerações que aí faz sobre a geometria do desenho e a mesma “linearidade prodigiosa” da prosa de Almada Negreiros. Com o que se relacionaria a naturalidade coloquial e o tom às vezes mesmo infantil da narrativa.
Curioso que deste modo lucidez, geometria, linearidade se associem para designar o que em Almada é sobretudo ritmo, vigor e sensualidade da expressão. Mas a suprema arte da escrita de Nome de Guerra está provavelmente no difícil equilíbrio que resulta dessa simbiose. [...]»
E pode dizer-se, complementando, que se trata do mais alto prodígio do romance nacional do início do século XX; trata-se da viragem radical de uma cultura mergulhada em preocupações rurais mas que, finalmente, sacode a lama das botas e entra na cidade para acompanhar o passo já marcado pela poética de Cesário Verde.

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Nome de Guerra


JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS

Lisboa, 1956
Edições Ática
2.ª edição
19,7 cm x 13,1 cm
256 págs.
capa impressa a preto e vermelho, cercadura em relevo seco
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, março 20, 2018

História do Culto de Nossa Senhora da Veiga em Vila Nova de Foz Côa


JOSÉ ANTÓNIO MARRANA, cónego

Porto, 1959
Casa Nun’Alvares
1.ª edição
17,8 cm x 11,8 cm
224 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Entre Olivais e Vinhedos...


JOSÉ A. VERMELHO
pref. Levi Vermelho

Almeirim, 1956
Edição dos Serviços Culturais da Casa do Povo de Almeirim
1.ª edição
22,9 cm x 15,7 cm
48 págs.
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Monografia de Cascais


[ANÓNIMO]

Cascais, 1969
Edição da Câmara Municipal de Cascais
1.ª edição
24,9 cm x 18,9 cm
282 págs. + 3 folhas em extra-texto + 3 desdobráveis em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Lo Spirito Romanzo


EZRA POUND
trad. e pref. Sergio Baldi

Firenze, 1959
Vallecchi Editore
1.ª edição
texto em italiano
20,6 cm x 13,5 cm
352 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Do Caos à Ordem


EZRA POUND
trad. e pref. Daniel Pearlman e Luísa Campos
capa de Manuel Rosa

Lisboa, 1983
Assírio e Alvim – Cooperativa Editora e Livreira, CRL
1.ª edição
18,6 cm x 11,4 cm
56 págs.
subtítulo: Visões de Sociedade dos Cantares de Ezra Pound
composição linotipada
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
peça de colecção
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

A tradução desta escolha improvisada nos Cantos de Pound constituiu, nas tolas noites dos anos 80 alfacinhas, motivo de risota e de trocadilhos, um dos quais – sublinhando a alarvidade do termo «almorróidas» – engraçadíssimo: que se tratava do hemorroidal da alma...! Coisas que só acontecem nas casas editoras audaciosas...

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segunda-feira, março 19, 2018

Retratos e Retratados



EDUARDO MALTA
pref. e entrevista de Luiz Norton

Rio de Janeiro, 1938
Edição de “A Noite”
1.ª edição
24,1 cm x 18,7 cm
192 págs. (não numeradas)
profusamente ilustrado
luxuosa encadernação inteira em pele com gravação a ouro nas pastas, na lombada e nas seixas
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas e a lombada da brochura
exemplar em bom estado de conservação, fêstos frágeis; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO POETA SILVA TAVARES
150,00 eur (IVA e portes incluídos)


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No Mundo dos Homens


EDUARDO MALTA

Lisboa, 1940
Edições de Francisco Franco
2.ª edição
18,5 cm x 13,2 cm
196 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Aviso com que o pintor Eduardo Malta (1900-1967) antecede, na 1.ª edição, o seu romance:
«Nêste livro conta-se, combatendo-a, a má educação amorosa da mocidade masculina portuguesa. E assim, sendo um livro moral, tem algumas páginas impróprias para menores.»

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sábado, março 17, 2018

Indignação


ALBERTO ESTANISLAU

Lisboa, 1881
Typographia Nova Minerva
1.ª edição
15,6 cm x 10,9 cm
40 págs.
subtítulo: Resposta á Traição – Carta a S. M. El-Rei o Senhor D. Luiz I
exemplar estimado, pequenas falhas no papel da capa; miolo limpo ocasionalmente oxidado nas primeiras e nas últimas folhas
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Gomes Leal, no calor da ascensão das ideias republicanas, havia publicado um panfleto político em versos ferozmente sarcásticos intitulado A Traição – Carta a El-Rei D. Luiz sobre a venda de Lourenço Marques, visando o rei por haver negociado com Inglaterra a venda de Lourenço Marques. Alberto Estanislau, entre outros, não tomando partido contrário, vem à liça em tom reprovador dos métodos e da linguagem usados pelos revolucionários:
«[...] Faz lastima e causa dó vêr intelligencias robustas xafurdarem no lodaçal das miserias, das paixões e dos espiritos rebeldes.
É uma TRAIÇÃO a perda de Lourenço Marques, mas não deixam de o ser igualmente os arruaceiros do republicanismo, na imprensa, na tribuna e na rua, despertando os ignorantes para a anarchia. [...]»

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Aves de Rapina



ALBERTO ESTANISLAU

Lisboa, 1885
Typographia de Eduardo Roza
1.ª edição
20,3 cm x 13,2 cm
48 págs.
subtítulo: Carta Contra a Companhia de Jesus dedicada a todos os homens liberaes sem distincção de côr politica
modesta encadernação inteira em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior
pouco aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do panfleto:
«[...] Está travada a lucta.
O jezuita, chacal velho e raivoso, esconde-se por detraz dos parapeitos venerandos da religião que desfigura, e atira ás faces dos homens liberaes com blasphemias e maldições.
Não ha quem não conheça a indole reaccionaria das Associações Catholicas, erigidas por toda a parte com auxilio dos ultramontanos em odio á liberdade e ao progresso. [...]»

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O Pobre Tolo


TEIXEIRA DE PASCOAES
pref. Jacinto do Prado Coelho

Amadora, 1973
Livraria Bertrand
1.ª edição*
19,3 cm x 12,4 cm
224 págs.
subtítulo: Versão Inédita – Obras Completas: IX volume | Prosa III
exemplar muito estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo irrepreensível, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nome literário do advogado e, depois, juiz Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos. Foi o espírito tutelar do grupo nacionalista Renascença Portuguesa que teve expressão alargada na revista A Águia (1910-1932). Do grande poeta que foi Pascoais diz-nos Alfredo Margarido (Teixeira de Pascoaes, Editora Arcádia, Lisboa, 1961):
«[...] A linguagem despoja-se de qualquer possível vestígio de convencionalismo, pois o Verbo, em Pascoaes, apela para uma fonte cristalina, jorrando permanentemente no íntimo do homem (e é este jorro cristalino que permite o acesso do homem às coisas, ao domínio da palavra enquanto ela revela os sentidos das coisas). [...]
E Pascoaes, sem dúvida é um poeta da palavra escrita, ou antes, de uma palavra que pode ser lida, pois nela está a revelação. [...]»

* Da Nota Prévia de Jacinto do Prado Coelho: «O texto da presente edição diverge muito do da primeira, pois integra todas as alterações (supressões, acrescentos, substituições) que o Autor deixou, manuscritas, num exemplar em que escreveu: “corrigido para nova edição” [...].»

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Guerra Junqueiro


TEIXEIRA DE PASCOAES
ilust. António Carneiro

s.l. [Porto], 1950
[ed. Autor]
1.ª edição
21,8 cm x 15,8 cm
40 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência proferida no Teatro Amarantino, cujo produto das vendas do impresso deveriam reverter para a Associação dos Bombeiros Voluntários de Amarante.

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Duplo Passeio


TEIXEIRA DE PASCOAES

Porto, 1942
Tipografia Civilização
1.ª edição
17,7 cm x 12,1 cm
248 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se menos de uma vulgar passeata aos ermos trasmontanos do que um exercício de peregrinação interior; o automóvel que o leva não o leva – transporta-o, como se fôra uma oficina catártica, um cápsula onde o pensamento se desdobra e a consciência sensorial do poeta acciona o diálogo do futuro com o passado, diálogo do efémero humano com o Perene. Temos, portanto, que a verdadeira viagem para que aponta todo o texto de Pascoaes está-nos reservada a nós, leitores, mais como acompanhantes desse cicerone do invisível do que como protagonistas convidados a deleitar-se na geografia do norte do país. Visitação da divindade e da sua corte de anjos e demónios, a pretexto do lugar circundante, algures.

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João Lúcio



TEIXEIRA DE PASCOAES

Lisboa, 1973
Edições Brotéria
1.ª edição (inédito póstumo)
22,5 cm x 15,8 cm
16 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial:
«Esta conferência de Pascoaes nunca chegou a ser proferida. Embora o Poeta diga, no texto, que se encontra em Faro, no mês de Junho de 1951, não pôde, de facto, deslocar-se ao Algarve, devido ao seu estado de saúde. [...] Cremos que a conferência, na sua última redacção, que é esta que apresentamos, datada de 19 de Maio de 1951, está completa, e publicamos assim, pela primeira vez, o seu texto integral e definitivo. [...]
[O poeta] João Lúcio Pousão Pereira, sobrinho do pintor Henrique Pousão, nasceu em Olhão a 4/7/1880 e faleceu, na sua terra natal, a 27/10/1918. Formou-se em Direito (Coimbra, 1902), e foi deputado, durante o governo de João Franco e numa das primeiras legislaturas da República, eleito pela minoria monárquica. [...]»

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quinta-feira, março 15, 2018

Almanach do Professor Primario [para] 1903 (1.º anno)


[ARLINDO VARELLA]

Lisboa, 1902
Livraria de Avellar Machado
1.ª edição
número único [seg. BNP*]
20 cm x 13 cm
4 págs. + 100 págs. + VIII págs. (caderno vermelho)
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante resenha, diz o autor na apresentação, «[...] não só por apresentar, reunidas em poucas paginas, muitas providencias de carácter governativo, até agora disseminadas por differentes numeros da folha official, como tambem, e principalmente, por inserir alguns esclarecimentos e noticias ácerca do que, em materia de instrução primaria, se passa nos principaes paises estranjeiros. [...]»

* Referido em Os Sucessores de Zacuto – O Almanaque na Biblioteca Nacional do Século XV ao XXI, de Rosa Maria Galvão (coord.), Lisboa, 2002.

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terça-feira, março 13, 2018

Grandeza e Virtudes da Arte Moderna


ANTONIO PEDRO

Lisboa, Abril de 1939
[ed. Autor]
1.ª edição
17,4 cm x 11,5 cm
2 págs. + 26 págs.
subtítulo: Resposta à agressão do Sr. Ressano Garcia
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O caricaturista, professor doutor e coronel Arnaldo Cardoso Ressano Garcia é aqui tratado como cavalgadura perniciosa. Aquando dos preparativos para a Exposição do Mundo Português a opção estética tomada pelos responsáveis do regime para as comemorações – António Ferro à cabeça – suscitou nefastas críticas por parte dos artistas académicos, liderados pelo à data presidente da Sociedade Nacional de Belas-Artes, o dito coronel. Proferindo este duas conferências locais, em que, entre outros dislates, apodava os artistas modernos de comunistas merecedores de procedimento à Hitler, que – aplaude Ressano Garcia –, varrendo os museus de todas as imundícies artísticas, «[...] [mandou queimar] na praça pública com indignação da Europa civilizada, as obras que fazem engulhos à sua incompreensão. [...]» Numa fase do regime ditatorial português, em que as artes eram descaradamente postas ao serviço da propaganda política, os académicos ficariam definitivamente postos fora da ribalta cultural; e por académicos entenda-se os cultores de um decorativismo «[...] sem significado nem grandeza – máquinas de fazer pêssegos e tijelas, os mesmos pêssegos e tijelas internacionais de todos os falecidos academistas do mundo [...]» (António Pedro) Após discorrer acerca das linhas mestras do vanguardismo artístico europeu da altura, António Pedro contra-ataca:
«[...] Se S. Ex.ª o Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor Arnaldo Ressano Garcia, Ilustríssimo Presidente da Ilustríssima Sociedade dita nacional e de Belas Artes, não fôsse além de mal intencionado, tão profundamente ignorante daquilo que o Estado Português, ou um dos seus organismos, lhe pagou para aprender, não devia desconhecer o que acabo de deixar ao simples comentário do leitor. [...]
A conferência do Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor Arnaldo Ressano Garcia durou dois dias e teve duas partes, desiguais nos insultos por via do susto, iguais na intenção por via da encomenda, semelhantes na estupidez por via do autor.
Pela primeira e pela segunda parte correram as aleivosias que acabo de demonstrar. Na primeira, em especial, pretendeu o insultador fazer doutrina. Na segunda, em particular, contou anedotas. [...]»
O vertente livrinho é constituído pela conferência que António Pedro se viu impedido de proferir no mesmo sítio onde o coronel fizera de tribuno.

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O Complexo Conceptual


CANDIDO COSTA PINTO

Lisboa, 1946
[ed. Autor]
1.ª edição
17,4 cm x 12 cm
64 págs.
subtítulo: Excerto de uma conferência realizada em 27 de Junho de 1945, em Lisboa
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR ROUSSADO PINTO (ROSS PYNN)
peça de colecção
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Cândido Costa Pinto (1911-1976), pintor inicialmente ligado ao grupo surrealista de Lisboa, apesar das suas participações quer na Exposição do Mundo Português, em 1940, quer em mostras plásticas no SPN / SNI. Aliás, estas suas colaborações com o regime do Estado Novo estiveram na origem da sua irradicação dos meios vanguardistas na esfera intelectual de Mário Cesariny. Também como ilustrador / capista é-lhe reconhecido o mérito das melhores capas das populares colecções Vampiro e Argonauta.

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domingo, março 11, 2018

O Municipio no Seculo XIX


J. [JOSÉ] FELIX HENRIQUES NOGUEIRA
rev. e notas de Agostinho Fortes

Lisboa, s.d. [1914]
Edição da Typographia de Francisco Luiz Gonçalves
2.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
240 págs. + 20 págs. (publicidade)
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Acerca de Henriques Nogueira (1823-1858) diz-nos, a 3 de Fevereiro de 1881, o periódico de Rafael Bordalo Pinheiro O António Maria: «[...] lavrador abastado, espirito cultivadissimo em vastas leituras e em longas viagens em Hespanha, em França, na Belgica, na Allemanha e em Inglaterra, elle foi em Portugal o mais puro representante das idéas revolucionarias espalhadas na Europa de 1848 por Mazzini, por Kossuth, por Mickiewicz e por Ledvu-Rollin. Foi elle que iniciou em Portugal as associações operarias e a theoria politica da federação. [...] Os seus livros, o Almanach democratico e o Almanach do cultivador lembram a vigorosa penna e rural de Paulo Luis Courrier, o escriptor com que elle tem mais affinidades de espirito e de caracter. A sua obra intitulada Estudos sobre a Reforma em Portugal basta para immortalisar o nome de Henriques Nogueira, revelando do modo mais brilhante a sua profunda intelligencia como philosofo e como politico e o seu magnanimo coração como democrata e como patriota. [...]»
Devemos acrescentar, referindo o vertente livro, que Henriques Nogueira viu no municipalismo um meio pragmático para a consolidação no terreno das suas ideias federalistas.

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Ocupação do Bairro do Bom Sucesso em Odivelas por 48 Familias de Barracas


ANA BARBOSA
FRANCISCO SILVA ALVES
JOSÉ AZEVEDO
MARGARIDA SOUSA LOBO
PEDRO VILLAS-BOAS
grafismo de João Machado

Porto, 1972
Afrontamento (ed. José João Louro)
1.ª edição
20,6 cm x 11,6 cm
144 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da Introdução:
«Na noite 11 para 12 de Maio de 1970, quarenta e oito famílias na sua maioria habitantes de barracas invadiram um conjunto de casas pré-fabricadas no Bairro do Bom Sucesso em Odivelas – que se encontravam desocupadas há cerca de três meses.
Face à invasão que as autoridades declararam “abusiva”, foi desencadeado um processo repressivo [...]», etc., etc., etc... «É esta luta e esta vitória, com as suas limitações e com tudo o que nos trazem de novo, que não podemos nem queremos guardar para nós. [...]»

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quinta-feira, março 08, 2018

La Lumière de Stendhal


ARAGON

Paris, 1954
Éditions Denoël
1.ª edição
18,7 cm x 12 cm
272 págs.
exemplar em bom estado
com interesse para a história da deserção das fileiras surrealistas
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui ensaios acerca das obras de Stendhal, Prosper Mérimée, Kleist, Zola, etc.

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quarta-feira, março 07, 2018

Civilisation Grecque


ANDRÉ BONNARD

Lausana, 1954-1959
La Guilde du Livre
«édition hors commerce réservée aux membres de La Guilde du Livre»
3 volumes (completo)
texto em francês
23,7 cm x 17,6 cm
[240 págs. + 32 págs. em extra-texto] + [308 págs. + 1 folha em extra-texto + 32 págs. em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto] + [356 págs. + 1 folha em extra-texto + 36 págs. em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto]
subtítulos: 1 – De l’Iliade au Parthénon; 2 – D’Antigone à Socrate; 3 – D’Euripide à Alexandrie
ilustrado
imagens impressas em rotogravura
cartonagem editorial
exemplares como novos
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Helenista de renome, o suíço André Bonnard (1888-1959) veio a tornar-se um propagandista do estalinismo. A vertente obra constitui o ponto mais alto do seu legado intelectual.

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O Processo


FRANZ KAFKA
André Gide
Jean-Louis Barrault
trad., pref., posf. e notas de José Estêvão Sasportes
capa de A. Dias

Lisboa, 1962
Editorial Presença
1.ª edição
19,2 cm x 12,4 cm
264 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
ostenta o ex-libris e carimbos de posse da Biblioteca do Conservatório Nacional
conserva a etiqueta original para a reposição em livraria
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da versão teatral do romance de Kafka (1883-1924), criada pelos franceses André Gide (1869-1951) e Jean-Louis Barrault (1910-1994).

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Isabel


ANDRÉ GIDE
trad. de João Pedro de Andrade
capa de Paulo Guilherme

Lisboa, 1958
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,6 cm x 14,5 cm
176 págs.
é o n.º 26 da Colecção Latitude, dirigida por Nataniel Costa
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Gide, prémio Nobel em 1947, foi o fundador, no início do século XX, da Nouvelle Revue Française, a célebre nrf, ainda hoje preservada na memória em nome de colecção nas edições Gallimard.

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terça-feira, março 06, 2018

Diccionário de las Industrias Minera y Metalúrgica Español-Alemán-Francés-Inglés


MAXIMILIANO VENATOR

Leipzig, 1905
Verlag von A. Twietmeyer
[1.ª edição]
prólogo em castelhano
23,9 cm
4 págs. + 92 págs.
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro e negro na pasta anterior
corte das folhas carminado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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