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sábado, maio 30, 2020

Carta ao Almirante Gago Coutinho sôbre Questões Camoneanas



ROQUE MACHADO

Lisboa, 1936
Centro Tipografico Colonial
1.ª edição
190 mm x 121 mm
48 págs.
subtítulo: Edição Comemorativa do Aniversário da 1.ª Travessia Aérea do Atlântico, realisada em 30 de Março de 1922
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA AFÁVEL DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ENSAÍSTA HENRIQUE DE VILHENA
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de João Carlos Sacadura
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Carta ao Almirante Gago Coutinho sobre Questões Camoneanas



ROQUE MACHADO

Lisboa, 1960
s.i. [ed. autor (Imprensa Artística, Lda.)]
2.ª edição («aumentada e ilustrada»)
191 mm x 121 mm
64 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

quinta-feira, maio 21, 2020

Dou-che-lo vivo, dou-che-lo morto



EDUARDA DIONÍSIO
ANTONINO SOLMER
LUÍS DE CAMÕES
et alii

Lisboa, 1981
Armazém das Letras | Teatro da Cornucópia
1.ª edição
299 mm x 211 mm
2 folhas + 53 folhas (impressão somente numa das faces)
subtítulo: Comédia em quatro partes e um entremês
mimeografado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto para dramaturgia construído como um vasto patchwork de farrapos significantes colhidos sobretudo na obra de Luís de Camões, mas também, entre outros, na de Fernão Mendes Pinto ou na de Garcia de Orta.

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quarta-feira, maio 20, 2020

Lvsitania – Revista de Estvdos Portvgveses



Lisboa, Janeiro de 1924 a Outubro de 1927
dir. Carolina Michaëlis de Vasconcelos
10 fascículos em 9 volumes (colecção completa)
25 cm x 18 cm
[492 págs. (3 primeiros fascículos, numeração contínua) + 10 folhas em extra-texto] + [378 págs. (4.º fascículo, imprecisamente designado «Fasc. I (vol. II)», e o fascículo duplo V e VII, ou «Fascículo Camoniano», numeração contínua) + 6 folhas e 1 desdobrável em extra-textos] + [500 págs. (3 fascículos, numeração contínua) + 23 folhas em extra-texto] + [208 págs. (10.º fascículo, designado «In Memoriam de D. Carolina Michaëlis de Vasconcelos») + 14 folhas em extra-texto]
exemplares em brochura com as respectivas capas, ilustrados no corpo do texto e em separado
bom estado de conservação, miolo limpo em parte por abrir
210,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da alta importância que têm, ainda hoje, artigos eruditos como, logo na abertura da revista, o da directora acerca do judeu Uriel da Costa; ou os dois volumes temáticos – o camoniano e o in memoriam da, entretanto, falecida mentora da revista –; é de chamar a atenção para a polémica aí fervilhante entre António Sérgio e António Sardinha e que se estendeu às páginas da Seara Nova e da Nação Portuguesa.
Contam-se entre os colaboradores da Lvsitania, por exemplo, Jaime Cortesão, Ricardo Jorge, Afonso Lopes Vieira, Jaime de Magalhães Lima, Reinaldo dos Santos, Joaquim de Vasconcelos, Pedro de Azevedo, Wenceslau de Morais, Manuel da Silva Gaio, J. Leite de Vasconcelos, etc.

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quarta-feira, maio 06, 2020

Apontamentos sobre Os Lusiadas





UM CURIOSO OBSCURO [ANTÓNIO AYRES DE GOUVEIA]

Porto, s.d. [1910]
Depositaria Livraria Magalhães & Moniz
1.ª edição
251 mm x 194 mm
4 págs. + 332 págs.
subtítulo: Ensaio de crítica ás críticas do poema nacional
encadernação de amador inteira em sintético gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, papel machado à cabeça nas últimas vinte e cinco folhas
VALORIZADO PELA PRECIOSA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO SOBRINHO-NETO DO AUTOR, IDENTIFICANDO ESTE PELA PRIMEIRA VEZ SEM SOMBRA DE DÚVIDA COMO SENDO D. ANTÓNIO AYRES DE GOUVEIA, ARCEBISPO DE CALCEDÓNIA
110,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, abril 25, 2020

Nova Castro, tragedia […] correcta de muitos erros e augmentada com a brilhante scena da Coroação [junto com] Á Morte de D. Ignez de Castro, cantata […] a que se ajunta o episódio, ao mesmo assumpto, do imortal […] [junto com] Catalogo dos livros, que Antonio Marques da Silva mandou imprimir, e de outros que tem de sortimento, e se vendem na sua loja na Rua Augusta n.º 2 e 3, em Lisboa





JOÃO BAPTISTA GOMES JUNIOR
JOSÉ JOAQUIM BORDALO
MANOEL MARIA BARBOSA DU BUCAGE
LUIZ DE CAMÕES

Lisboa, 1826 | Lisboa, 1824 | Lisboa, Setembro 1847
Na Imprensa da Rua dos Fanqueiros n.º 129 B | Na Typographia Rollandiana
5.ª edição e 2.ª edição
2 obras e 1 catálogo enc. em 1 vol.
161 mm x 106 mm
[82 págs. + 1 folha em extra-texto (gravura)] + 24 págs. + 48 págs.
encadernação recente de amador inteira em sintético gravada a ouro na pasta anterior
não aparado, carminado no corte
conserva a capa de protecção
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel por vezes manchado
PEÇA DE COLECÇÃO
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo III, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«João Baptista Gomes Junior, natural do Porto. Seguiu ahi a profissão do Commercio, e foi (segundo creio) Guarda-livros de uma casa de negócio. M. em edade ainda verde, a 30 de Dezembro de 1803, e foi sepultado no convento de S. Francisco. [...]
João Baptista Gomes Junior tirou para esta composição [a Nova Castro] grande partido da peça que do mesmo argumento escrevêra Domingos dos Reis Quita [...]; e aproveitou d’ella tudo quanto pôde, como facilmente verá quem confrontar uma e outra. É para admirar, que ninguem que me conste, fizesse até agora esse reparo, pois as imitações na substancia e na fórma são tão characteristicas e pronunciadas, que para logo saltam aos olhos. Já houve quem não duvidou chamar a Gomes o nosso primeiro tragico; porém este conceito accusa ou notavel parcialidade, ou mui pouca intelligencia e conhecimento da arte em quem o aventou. Ultimamente ha sido moda desdenhar da Castro e do seu auctor, cahindo os que assim ajuizam no extremo opposto, e mostrando-se invejosos depreciadores do merito verdadeiro, contra o qual não prevalecem de certo os seus epigrammas.
Garrett, que não será tido n’este caso por suspeito, havia o seu patricio em maior conta. [...]»
Quanto à cantata de Bocage, Inocêncio apenas refere (op. cit., tomo VI, n.º 1.035) que «É transcripta do que anda no tomo II das Rimas do auctor» publicadas em 1799.

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sexta-feira, abril 24, 2020

Manual de Citações Camoneanas


NARCISO JOSÉ DE MORAES (1826-?)

Porto, 1884
Livraria Portuense de Clavel & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12 cm
80 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável, falhas de papel na lombada; miolo limpo com ocasionais picos de acidez
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 02, 2020

Os Lusiadas e o Cosmos ou Camões Considerado por Humboldt como Admiravel Pintor da Natureza


JOSÉ SILVESTRE RIBEIRO

Lisboa, 1858
Imprensa Nacional
2.ª edição («correcta e augmentada»)
18,6 cm x 11,5 cm
X págs. + 126 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta colados na capa dois rótulos do antigo proprietário
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Silvestre Ribeiro (1807-1891), segundo o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990), foi «Escritor, político e jornalista que exerceu notável influência nos meados do século passado. Foi governador civil de Portalegre, de Beja e de Angra do Heroísmo, ministro da Justiça e conselheiro de Estado, vogal do Supremo Tribunal Administrativo e sócio da Academia das Ciências de Lisboa e da Associação dos Arqueólogos. Era formado em Cânones pela Universidade de Coimbra, mas interrompeu o curso para se alistar no Batalhão Académico, tendo estado exilado em Inglaterra e desembarcado com o exército liberal no Mindelo. Colaborou em vários jornais, como A Revolução de Setembro, O Panorama, Arquivo Pitoresco, Diário de Notícias, Jornal do Comércio, etc. [...]»
A sua obra mais conhecida é a História dos Estabelecimentos Científicos, Literários e Artísticos de Portugal, embora nos tenha legado intervenções pioneiras como sejam a que refere a sua atenção para os “direitos” dos animais, ou a sua breve história do Observatório Astronómico de Lisboa.

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Poesias Lyricas Selectas



LUIZ DE CAMÕES
org. V. de V. M. [Viscondessa de Vila-Maior]

Coimbra, 1876
Imprensa da Universidade
1.ª edição
18,2 cm x 12,1 cm
4 págs. + XL págs. + 228 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Les Sonnets



[LUIZ DE] CAMOENS
trad. F. d’Azevedo

Lisboa, 1913
Livraria Ferreira – Editora
1.ª edição
texto em francês
17,7 cm x 11,9 cm
8 págs. + IV págs. + 336 págs.
exemplar muito estimado, discreto restauro no topo da lombada; miolo irrepreensível, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, outubro 10, 2019

O Caracter Religioso dos Lusiadas de Luiz de Camões



ONORATI, padre

Lisboa, 1880
Typographia Editora de Mattos Moreira & C.ª
1.ª edição
18,9 cm x 13,6 cm
144 págs.
subtítulo: Documentos e reflexões de um professor do Collegio de Maria Sanctissima Immaculada em Campolide
elegante impressão das páginas com o texto a negro e todas com cercaduras em duplo filete a vermelho
encadernação inteira em tela encerada, gravação a ouro na pasta anterior, selo de Paulino Encadernador colado no verso da primeira folha-de-guarda
corte das folhas dourado somente à cabeça
exemplar estimado; miolo limpo
pequeno rótulo de «Premio de Comportamento» do referido colégio de Campolide, datado de 20 de Fevereiro de 1909, colado no frontispício
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, agosto 22, 2019

Alguma Poesia Portuguesa



EUGÉNIO DE ANDRADE
LUÍS DE CAMÕES
EGITO GONÇALVES
LUÍS VEIGA LEITÃO
PAPINIANO CARLOS
et alii
capa e grafismo de Armando Alves
ilust. José Rodrigues

Porto, 1972-1973
Editorial Inova
1.ª edição
22,3 cm x 14,3 cm
92 págs. + 88 págs. + 100 págs. + 94 págs. + 16 págs.
inclui os volumes 13, 26, 7 e 16 da Colecção Duas Horas de Leitura:
1 – Eugénio de Andrade, Antologia Breve;
2 – Eugénio de Andrade (org.), Variações Sobre um Corpo;
3 – Luís de Camões (Eugénio de Andrade, org.), Versos e Alguma Prosa;
4 – Egito Gonçalves | Luís Veiga Leitão | Papiniano Carlos, Sonhar a Terra Livre e Insubmissa
encadernação editorial inteira em tela encerada, gravação a negro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 17, 2019

«as mais belas poesias da língua portuguesa» [colecção]






escolhidas por JOSÉ RÉGIO:
1. CAMÕES, os mais belos sonetos
2. BOCAGE, os mais belos sonetos
3. CRISFAL, a mais bela écloga portuguesa
4. RODRIGUES LOBO, as mais belas poesias
5. TROVADORESCAS, as mais belas poesias
6. TOMÁS ANTÓNIO GONZAGA, as mais belas poesias
7. SÁ DE MIRANDA, as mais belas poesias
8. ANTÓNIO FERREIRA, as mais belas poesias
9. CANCIONEIRO GERAL DE GARCIA DE RESENDE, as mais belas poesias
10. DIOGO BERNARDES, as mais belas poesias
11. CAMÕES, as mais belas redondilhas
12. FREI AGOSTINHO DA CRUZ, as mais belas poesias
13. CAMÕES, as mais belas canções e odes
14. GONÇALVES DIAS, os mais belos cantos
15. GONGÓRICAS, as mais belas poesias
16. CASTRO ALVES, as mais belas poesias
17. OLAVO BILAC, as mais belas poesias
18. ANTERO, os mais belos sonetos
19. BERNARDIM RIBEIRO, as mais belas poesias

Lisboa, 1958 a 1967
Realizações Artis
1.ª edição
24,6 cm x 21,4 cm
[40 págs. + 40 págs. + 64 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 68 págs. + 52 págs. + 56 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 52 págs. + 56 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 56 págs.] + 4 extra-textos em cada volume
19 volumes (completo)
ilustrações em heliogravura de João Abel Manta, Júlio Pomar, Lima de Freitas, Manuel Lapa, Rogério Ribeiro, Alice Jorge, Maria Keil e Sá Nogueira
capas impressas a duas cores e relevo seco
miolo impresso a preto e laranja sobre papel superior (semi-cartolina)
compostos manualmente
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
os volumes 2 e 16 são da tiragem especial numerada e assinada por José Régio, respectivamente n.º 71 e n.º 82
PEÇA DE COLECÇÃO
300,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, outubro 16, 2018

Ensaio Sobre Camões e a Epopeia como Romance Histórico


ÁLVARO LINS

Porto, 1972
Brasília Editora
1.ª edição (póstumo)
24,2 cm x 16,8 cm
104 págs. + 8 folhas em extra-texto
ilustrado em separado
impresso sobre papel de gramagem superior
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Álvaro Lins (1912-1970), para além do assíduo exercício como crítico literário, foi embaixador do Brasil em Lisboa, numa época particularmente conturbada em que foi determinante a sua protecção de intelectuais portugueses perseguidos pelo regime de Salazar. Desta experiência legou-nos incontornável livro de memórias, Missão em Portugal, editado no Brasil em 1960.

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sexta-feira, setembro 21, 2018

Morte di Camoens


ALMEIDA-GARRETT
trad. Domenico Perrero
pref. Joaquim de Araújo

Parma, 1898
Tipographia L. Battei
s.i. [1.ª edição em livro]
texto em italiano
18,3 cm x 12 cm
16 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO PREFACIADOR «AO DISTINCTO BIBLIOGRAPHO MARTINHO DA FONSECA»
ostenta no rosto o selo-branco de José Caetano Mazziotti Salema Garção
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Domenico Perrero (1820-1899), conhecido historiador italiano, foi também um admirador da cultura portuguesa, embora haja vertido para italiano esta obrinha de Garrett (que a publicou sob anonimato) no puro desconhecimento da respectiva autoria. Joaquim de Araújo (1858-1917) esclarece num sucinto prefácio a circunstância e elogiando-lhe o estilo.

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segunda-feira, agosto 27, 2018

Louis de Camões



RAMALHO ORTIGÃO
trad. F. F. Steenackers

Lisboa, 1880
Mattos Moreira & Cie., Imprimeurs-Editeurs
1.ª edição
17,5 cm x 12,5 cm
152 págs.
subtítulo: La Renaissance et les Lusiades
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, com falhas de papel na capa; miolo limpo, restauro nas págs. 89-90
50,00 eur (IVA e portes incluídos )

Do Diccionario Bibliographico Portuguez (Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, tomo XV, Imprensa Nacional, Lisboa, 1888):
«[...] Esta versão é a do prologo escripto pelo sr. Ramalho Ortigão para a edição especial dos Lusiadas feita em Lisboa por conta da directoria do gabinete portuguez de leitura, do Rio de Janeiro [...]. O traductor, sr. Steenackers, que fôra membro do parlamento francez e era homem de letras mui esclarecido, estava então em Lisboa. [...]»

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quarta-feira, agosto 22, 2018

Camões Não Foi Bem Como Aquilino o Viu



NORBERTO DE ARAUJO

Lisboa, 1949
[ed. Autor ?]
1.ª edição
19,6 cm x 13 cm
64 págs. + 6 folhas em extra-texto
subtítulo: Conferência proferida na Camara Municipal de Lisboa em 4 de Julho de 1949
ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve ensaio em torno do grande Lírico, cuja vida Aquilino muito pejorativamente efabulou: «[...] Aquilino Ribeiro, em quarenta páginas de “D. Constantino de Bragança”, traçou um Camões que ele encontrou ou julgou encontrar em si, nas suas leituras, durante o passeio pelas alamedas da História, e pelas ilhas dos amores do poeta. Julgo que não foi feliz.
Mas, depois, insistiu. Numa centena de páginas de “Camões, Camilo, Eça e alguns mais” [...] Aquilino apresenta o mesmo Camões, pelas mesmas ruas da amargura, como se a Camões não houvesse sobejado amargura.
[...] Aquilino dá-nos agora um Camões, mais do que desgraçado – miserável, a roçar pela indignidade, e, para tanto, ele, Aquilino, rebusca, escabicha, profunda com uma lâmpada de mau azeite, escalpeliza cruelmente, ainda que com bisturi de ouro. [...]»
Norberto Araújo, por seu turno, clarifica e nobilita a vida de miséria, sim: de miséria que levou Camões, a poucos meses de falecer, confessar por carta a D. Francisco de Almeida: «[...] assim acabarei a vida, e verão todos que fui tão afeiçoado à minha Pátria, que não sòmente me contentei de morrer nela, mas de morrer com ela.»

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quarta-feira, março 14, 2018

Carta ao Ill.mo Snr. Thomaz Norton, sobre a situação da Ilha de Venus, e em defeza de Camões contra uma arguição, que na sua obra intitulada Cosmos, lhe faz o Snr. Alexandre de Humboldt


JOSÉ GOMES MONTEIRO

Porto, 1849
Na Typographia de S. J. Pereira
1.ª edição
20,6 cm x 13,8 cm
84 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Gomes Monteiro (1807-1879), intelectual nortenho radicado em Hamburgo, onde, em paralelo com obrigações comerciais, se entregou à busca cultural, daí resultando edições críticas quer de Gil Vicente, quer de Camões.

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quinta-feira, agosto 31, 2017

Pretidão de Amor



XAVIER DA CUNHA
[Luís de Camões]

Lisboa, 1893 e 1894
Imprensa Nacional
1.ª edição
29,5 cm x 22,2 cm
12 págs. + 860 págs. + [4 págs + 16 págs (trad. grega)]
subtítulo: Endechas de Camões a Barbara Escrava seguidas da respectiva traducção em varias linguas e antecedidas de um Preambulo
cartonagem editorial
não aparado
da tiragem especial de 300 exemplares fora do mercado é o n.º 82, em papel de linho azul, atribuído pelo Autor a Francisco de Salles Lencastre
inclui apensa a separata com a tradução para grego levada a cabo por Pedro Augusto de Mello de Carvalho Monteiro
exemplar muito estimado, pastas um pouco gastas, lombada e folhas-de-guarda restauradas; miolo limpo, parcialmente por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
470,00 eur (IVA e portes incluídos)

Xavier da Cunha «[...] nasceu em Evora aos 14 de fevereiro 1840, quando seu pae Estevam Xavier da Cunha, um dos nossos mais distinctos jornalistas, ali exercia o logar de secretario da administração geral do districto. Aos nove annos de edade veiu para Lisboa frequentar disciplinas de instrucção secundaria; e em 1865 terminou o curso da Escola medico-cirurgica, recebendo no “acto grande” a classificação de “approvado plenamente com louvor”. Em 1886 foi provido, precedendo concurso de provas publicas, no logar de segundo conservador da Bibliotheca nacional de Lisboa, e em 1902 houve por bem sua majestade a rainha regente nomea‑lo director da mesma bibliotheca. [...]»
«[...] a impressão d'este livro começou a 10 de junho de 1893, commemorando o 313.º anniversario do passamento de Luiz de Camões, e finalisou em 31 de dezembro de 1895, commemorando-se tambem por esta fórma a empreza do livreiro-editor Estevam Lopes em mandar imprimir no prelo de Manuel de Lyra, em 1595, pela primeira vez, as Rhytmas de Lvis de Camões. [...]»
(Fonte: Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomos XX e XVIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1911 e 1906)

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quinta-feira, fevereiro 09, 2017

Anedotas Portuguesas e Memórias Biográficas da Corte Quinhentista


[ANÓNIMO]
leitura do texto, introd., notas e índices de Christopher C. Lund

Coimbra, 1980
Livraria Almedina
1.ª edição
26,2 cm x 19,7 cm
220 págs.
subtítulos: Istorias e ditos galantes que sucederaõ e se disseraõ no paço – Contendo matéria biobibliográfica inédita de Luís de Camões e outros escritores do século XVI
impresso sobre papel superior creme
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da publicação de um códice manuscrito encontrado pelo professor norte-americano Christopher Carson Lund, em 1976, na Biblioteca do Congresso nos Estados Unidos. Conforme a sua descrição, tem «[...] encadernação actual, em bezerro, [...] executada por Lesort em Paris, provavelmente nos fins do século XIX, e traz na capa as armas do 2.º Conde de Olivais e Penha Longa (José de Araújo Pinto Leite, 1871-1956) estampadas em ouro. [...]» Tudo indica ser uma cópia seiscentista, cuja autoria aponta na direcção de Rui Lourenço de Távora. Quanto à validade deste género literário, ele «[...] surge modernamente nos séculos XV e XVI, como uma das actividades satélites no desenvolvimento do humanismo, praticada principalmente entre os italianos [...]», e pode afirmar-se que «[...] “sem o uso da anedota literária é vão tentar a biografia literária”. [...]» E acrescenta Lund, em defesa da sua descoberta:
«[...] Grande foi o nosso alvoroço quando descobrimos que, além de anedotas biográficas não conhecidas do autor d’Os Lusíadas, havia também entre elas poesias desconhecidas atribuídas a Camões e, se atendermos ao seu contexto ingénuo e aparentemente autêntico, a ele certamente atribuíveis. [...] Camões não é o único autor escondido entre as folhas da obra. Nomes já consagrados na história e na literatura de Portugal como D. Francisco de Portugal, Jorge de Montemayor, Fr. Bartolomeu dos Mártires, D. António de Ataíde, Pantalião de Sá, Cristóvão de Moura, Tomás Jordão de Noronha, o Duque de Bragança, etc., saltam à vista a cada folha, junto a nomes menos conhecidos, mas em anedotas igualmente interessantes. [...]»

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