terça-feira, outubro 30, 2018

Os de Paris a João de Deus


aa.vv.
org. Xavier de Carvalho

Paris–Lisboa, 1895
Guillard, Aillaud & Cia
1.ª edição [número único]
32,6 cm x 24,8 cm
28 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Homenageando o lírico algarvio João de Deus (1830-1896), abre a publicação o magnífico Eça de Queirós, seguido de outros escritores como Jayme de Séguier, Moniz Barreto, Silva Lisboa ou António Nobre; e de ilustradores como Sousa Pinto ou Teixeira Lopes. Do compositor Óscar da Silva é reproduzida a sua notação musical para o poema Engeitadinha de João de Deus.

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telemóvel: 919 746 089


Os de Paris a João de Deus



aa.vv.
org. Xavier de Carvalho

Paris–Lisboa, 1895
Guillard, Aillaud & Cia
1.ª edição [número único]
34 cm x 25,8 cm
28 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel superior
encadernação inteira em sintético gravada a ouro na pasta anterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, pequenos restauros periféricos na capa da brochura; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Antero de Quental – Fotobiografia


ANA MARIA ALMEIDA MARTINS
grafismo de J. Marques de Abreu

Lisboa, 1986
Imprensa Nacional – Casa da Moeda, E.P.
1.ª edição
28,6 cm x 19,1 cm
336 págs.
profusamente ilustrado
impresso sobre papel mate superior
sobrecapa igual à capa, rótulo das Publicações Europa-América colado nas costas
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
75,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, outubro 23, 2018

Xavier de Paiva


RAUL ESTEVES DOS SANTOS

Lisboa, 1949
Edição da Associação dos Antigos Alunos de A Voz do Operário
1.ª edição
21,3 cm x 15,7 cm
52 págs.
subtítulo: O primeiro grande poeta vindo das classes proletárias
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
rara publicação «fora do mercado»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência – seguida de breve antologia de poemas do algarvio Xavier de Paiva (1848-1882) – realizada no Museu Pedagógico, Bibliográfico e Artístico João de Deus por altura do centenário do nascimento do poeta-operário republicano.
Encontra-se referido no Catálogo I do Arquivo Histórico-Social, org. João Freire e Maria Alexandre Lousada (Centro de Estudos Libertários, Lisboa, 1984).

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Assim Cantava um Cidadão do Mundo



ROBERTO DAS NEVES
ilust. Arcindo Madeira, Fernando Dias da Silva, Joaquim Mendes, et alii

Rio de Janeiro, 1952
Editora Germinal
1.ª edição
18,8 cm x 14,4 cm
160 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Poemas que levaram o autor treze vezes aos cárceres do santo ofício de Salazar
ilustrado
encadernação em meia-inglesa com cantos em pele, elegante gravação a ouro na lombada
aparado e carminado à cabeça
conserva a capa anterior de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no topo do ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Roberto Barreto Pedroso Neves (1907-1981), formado em filosofia e pedagogia, foi jornalista e professor em Portugal, Espanha e Brasil, e um dos grandes impulsionadores da difusão do esperanto. Tendo sido uma das primeiras vítimas da polícia do Estado Novo, desde que foi preso no 1 de Fevereiro de 1927 nunca mais deixou de sofrer com as perseguições que lhe foram movidas. Terão sido as suas muitas sátiras político-sociais o grande motivo de alarme por parte do poder... que assim se mostrava vulnerável à verdade anarquista e anticlerical. Acabando por se exilar no Brasil, Roberto das Neves fundou a Editora Germinal, que deu voz a escritores como Tomás da Fonseca, Edgar Rodrigues, Fernando Queiroga, etc.

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segunda-feira, outubro 22, 2018

Bases para Orçamentos



DAVID XAVIER COHEN

Lisboa, 1913
J. Rodrigues & C.ª – Editores | Livraria Nacional e Estrangeira
3.ª edição («correcta e muito aumentada»)
19,5 cm x 13,1 cm
692 págs. + XXXVI págs. em extra-texto, capa e folhas-de-guarda incluídas (anunciantes)
encadernação editorial inteira em tela gravada a negro e vermelho nas pastas e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
pertenceu à «Fábrica Vulcano Lisboa Carlos Alves & Cia. Suc.», como pode ler-se no carimbo nos cortes superior e frontal das folhas
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Horta


JOAQUIM CASIMIRO BARBOSA

Porto, s.d.
Livraria Chardron de Lélo & Irmão – Editores
3.ª edição
22 cm x 15,9 cm
X págs. + 410 págs.
subtítulo: Tratado das hortaliças e outras plantas hortenses – Sua descrição, multiplicação e cultura
profusamente ilustrado no corpo do texto
cartonagem editorial em tela encerada com gravação a negro e vermelho nas pastas e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Como Deve Cultivar as Suas Plantas


JOAQUIM MOREIRA DA SILVA
pref. Américo Pires de Lima

Porto, 1955
Edição de Alf.º Moreira da Silva & Filhos, L.da
1.ª edição
23,3 cm x 16,2 cm
88 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Hydraulica Agricola


ALVARO DA SILVA SIMÕES

Lisboa, 1905
Imprensa Nacional
1.ª edição
23,3 cm x 14,6 cm
16 págs.
subtítulo: Discurso pronunciado na sessão de 6 de Setembro de 1905
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
assinaturas de posse na capa e no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, outubro 19, 2018

Relato do Peregrino


INACIO DE LOYOLA
pref. padre Jerónimo Nadal e padre Luís Gonçalves da Câmara
trad. Maria da Graça Morais Sarmento
capa de Henrique Ruivo

Lisboa, 1976
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
21 cm x 12,8 cm
92 págs.
exemplar muito estimado, sem qualquer quebra na lombada; miolo irrepreensível
conserva a cinta promocional de origem
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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História do Colégio de Campolide da Companhia de Jesus


[M. BORGES GRAÍNHA, prof. (trad. e prefácio)]

Coimbra, 1913
Imprensa da Universidade
1.ª edição
23,2 cm x 14,8 cm
LXXVI págs. + 148 págs. + 20 extra-textos + 11 desdobráveis
subtítulo: Escrita em Latim pelos Padres do Mesmo Colégio Onde Foi Encontrado o Manuscrito
exemplar estimado, capa de brochura com falhas de papel; miolo irrepreensível, por abrir
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

De altíssima importância histórica. Permite-nos, por exemplo, perceber por que expulsou o marquês de Pombal os jesuítas, ou por que os perseguiu a República.
Avulso, apenas dois títulos de capítulo esclarecedores: «Colégios para pobres transformados em Colégios para ricos e relutância dos jesuítas em gastar dinheiro com o ensino de crianças pobres», é o IV capítulo; outro, o V: «Antipatriotismo dos jesuítas portugueses. Algumas das suas casas colocadas sob nomes de estranjeiros e resultados pitorescos e aflitivos dessa manigância»; etc.

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quinta-feira, outubro 18, 2018

O Rei do Barué Manuel António de Sousa


RODRIGUES MATIAS
capa e ilust. Júlio Gil

Lisboa, s.d.
Editorial Logos, L.da
1.ª edição
25,5 cm x 19 cm
56 págs.
profusamente ilustrado
texto impresso a duas colunas
exemplar estimado, discreto restauro na capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da série Grandes Aventuras Portuguesas, «publicação recomendada pelo S. N. I. e pela M. P.». No tempo dos Descobrimentos tiveram os portugueses, no reino do Barué, a feitoria de Sena, que foi base de abastecimento para a grande feitoria de Tete (Moçambique). São os conflitos criados pela presença portuguesa o que aqui é convertido em idílica aventura literária, para educação da juventude sob o regime do Estado Novo. O contexto é o da vida do negociante de marfim Manuel António de Sousa (1835-1892), que veio a ser peça fundamental na preparação das campanhas de pacificação dos negros levadas a cabo, entre 1891 e 1902, por João de Azevedo Coutinho.

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Jornadas em Portugal



ANTERO DE FIGUEIREDO

Paris-Lisboa | Rio de Janeiro, 1918
Livrarias Aillaud e Bertrand | Livraria Francisco Alves
2.ª edição («revista»)
19 cm x 12,1 cm
8 págs. + 400 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
autenticado com o carimbo do autor
assinatura de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Miradouro



ANTERO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1934
Livraria Bertrand
1.ª edição
18 cm x 12,2 cm
320 págs.
subtítulo: Tipos e Casos
encadernação editorial inteira em tela encerada, gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
autenticado com o carimbo do autor
ostenta colado na primeira folha-de-guarda o ex-libris de Eduardo Correa de Barros
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Toledo


ANTERO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1932
Livraria Bertrand
1.ª edição
18,9 cm x 12,2 cm
8 págs. + 228 págs.
subtítulo: Impressões e Evocações
exemplar estimado, manchas na capa e nas duas primeiras folhas; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
autenticado pelo carimbo do autor
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma admirável passagem do texto:
«[...] Moralmente, o meu previsto Toledo era um heterogénio amontoado de povos – celtiberos, romanos, godos, árabes; de raças, sôbre raças, de instituïções vivas erguidas sôbre instituïções mortas, no embate violento de credos religiosos e de sociedades civis antagónicas. Na sobreposição, digamos, nas profanações e secularizações diversas (mesquitas que passaram a catedrais, sinagogas a capelas) as arquitecturas acomodaram-se, apropriaram-se, sem escrúpulo e sem cerimónia: as que serviram o Islam passaram a servir o Cristianismo; nos harens instalaram-se conventos; nos alcáçares, paços imperiais e escolas militares.
Enfim, uma cidade-cemitério onde há o pó dos fanáticos do Corão e o pó dos obcecados do Evangelho; pó, caído e morto, que, em certas noites de ardentia, se ergue e revive, espectralmente, em rondas macabras, no baile opala e verde dos fogos-fátuos. Então, árias dansam com semitas, cristãos com sultanas, alcaides com freiras! [...]»

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Toledo



ANTERO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1932
Livraria Bertrand
1.ª edição
18,7 cm x 12,3 cm
8 págs. + 228 págs.
subtítulo: Impressões e Evocações
exemplar estimado, contracapa suja; miolo limpo
autenticado pelo carimbo do autor
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Romanceiro para o Povo e para as Escolas


AUGUSTO CÉSAR PIRES DE LIMA
ALEXANDRE LIMA CARNEIRO

Porto, s.d. [1949, seg. BNP]
Editorial Domingos Barreira
1.ª edição
24,3 cm x 19,2 cm
84 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Portugal (Livro de Leitura)


AUGUSTO C. PIRES DE LIMA
capa de António Lima

Porto, 1925
Edição do Autor
4.ª edição
18,5 cm x 13 cm
260 págs.
cartonagem editorial
primeira folha-de-guarda impressa
exemplar estimado; miolo limpo
autenticado pelo carimbo do autor
ostenta colado nas costas da pasta anterior o ex-libris de José Coelho
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Portugal (Livro de Leitura)


AUGUSTO C. PIRES DE LIMA
capa de António Lima

Porto, 1936
Edição do Autor
s.i.
20 cm x 13,2 cm
360 págs.
subtítulo: Classes I e II
cartonagem editorial
primeira folha-de-guarda impressa
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
autenticado pelo carimbo do autor
ostenta colado nas costas da pasta anterior o ex-libris de José Coelho
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Portugal (Livro de Leitura)


AUGUSTO C. PIRES DE LIMA
capa de António Lima

Porto, 1947
Marânus (Depositária: Porto Editora, L.da)
s.i.
19,7 cm x 13,8 cm
356 págs.
subtítulo: Primeiro Ciclo (Anos 1.º e 2.º)
cartonagem editorial
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
autenticado pelo carimbo do autor
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de José Coelho
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, outubro 17, 2018

O Meu Sonho de Papel



ALICE OGANDO
capa de Maria Vasconcellos

Porto, 1938
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
20 cm x 13,3 cm
262 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Eu Sou um Homem Ilustre


ALICE OGANDO
capa de Júlio [de Sousa (1906-1966)]

Lisboa, 1942
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,6 cm
204 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, pequenas falhas de papel na lombada; miolo limpo, sinais de foxing nas primeiras e últimas folhas
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998):
«Mulher do contista e comediógrafo André Brun, Alice Ogando [1900-1981] foi actriz, tradutora e prolixa escritora dos mais diversos géneros literários. Utilizou, entre inúmeros pseudónimos, os de A. H. de Almeida, Marge Grey, Henry Marcel, Jane O’Brien, mas o que a tornaria mais famosa seria o de Mary Love, sob o qual publicou dezenas de romances e novelas “cor-de-rosa”, ao gosto do sentimentalismo popular da época. Foi ainda autora de textos radiofónicos no mesmo tom (Rádio Drama, na ex-Emissora Nacional) e dedicou-se também ao teatro declamado. [...] Traduziu obras de Stephan Zweig, entre outras. [...]» É de acrescentar que só talvez razões comerciais terão ditado o recurso à pseudonimia, pois a sua obra autógrafa não difere muito, estilisticamente, de tudo o mais que escreveu.

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A Prima Tança


ALICE OGANDO
capa de Julio [de Sousa (1906-1966)]

Porto, 1936
Livraria Civilização, Editora
1.ª edição
18,6 cm x 12 cm
capa impressa a uma cor sobre cartolina marfim, com sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Peça teatral escrita para a actriz Ilda Stichini, em que a própria Alice Ogando aparece consignada no elenco.

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Dicionário de Segredos


JÚLIO EVANGELISTA
ilust. António Vaz Pereira

s.l. [Vila Nova de Famalicão], 1953
Colecção Búzio
1.ª edição
20,5 cm x 15,8 cm
56 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Foi braço direito de Marcello Caetano, o poeta, jornalista e homem político Júlio Evangelista (1927-2005) aparece ligado à geração que impulsionou a revista Távola Redonda, escritores como António Manuel Couto Viana, Luís de Macedo, ou David Mourão-Ferreira.

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Programa Alterado


JÚLIO EVANGELISTA
capa de Mário Garção
ilust. Júlio Gil

Lisboa, 1949
Colecção Búzio
1.ª edição
20,4 cm x 15,9 cm
4 págs. + 52 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Pequena História do Japão


J. [JOHN] INGRAM BRYAN
trad. Hugo Manuel
capa de Fred Kradolfer

Lisboa, 1942
Editorial “Inquérito”, Ld.ª
1.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
88 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Muito breve panorâmica histórica do Japão, desde os tempos remotos de 660 a.C. até 1928.

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O Japão Através da Sua Literatura


CÉSAR DOS SANTOS

Lisboa, Setembro de 1945
Edições Cosmos
1.ª edição
18,6 cm x 12,7 cm
176 págs.
cartonagem editorial com folhas-de-guarda impressas
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de abertura do autor:
«[...] das nações sedentas de conquistas, que se lançam na desvairada aventura imperialista e humilham e escravizam multidões pacíficas, indefesas, quando tombam do seu ilusório poderio e são esmagadas sob o peso das próprias ambições, se alguma coisa fica e não se afunda com as ignomínias é o produto do labor científico, são os reflexos da sua cultura, quando esta atinge elevada expressão característica, as tradições artísticas e literárias – as reminescências espirituais, através da Literatura em que se espelha a mentalidade dos povos e onde se retrata fielmente a alma das nações. [...]»
(O Japão havia acabado de ser punido, com duas bombas atómicas, pela sua adesão ao nazismo, mas as palavras de César dos Santos servem a todo e qualquer outro colonialismo, a todo e qualquer outro quinto império...)
E segue o jornalista e ficcionista César dos Santos (1907-1974), na bem informada defesa daquilo que desse povo “imperial” devemos apreciar:
«O que vulgarmente se conhece do estranho País do Sol Nascente [Dai Nipon], regado com sangue de europeus martirizados e onde os alicerces de algumas cidades orgulhosas assentam sôbre os ossos de legiões de párias, o que sempre despertou a curiosidade e o interêsse contemplativo dos ocidentais são as pinturas dos seus artistas famosos, como Konaoka, Hokusai ou Otamaro, e os versos dos seus celebrados poetas, breves composições, de concisão prodigiosa e requintado lirismo – verdadeiramente o que há de original na Literatura Japonesa. [...]»

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A Cidade das Mil Cores


CÉSAR DOS SANTOS
capa de Moura

Lisboa, s.d.
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
184 págs.
subtítulo: Crónicas e Reportagens de Lisboa
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Como jornalista, para além das reportagens no Japão, é, para o também romancista César dos Santos (1907-1974), Lisboa o lugar de eleição de notícia e crónica, de que o vertente livro dá prova.

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Terra Morena


CÉSAR DOS SANTOS

Lisboa, 1965
Início
1.ª edição
21,5 cm x 14,8 cm
552 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Rigorosamente, este livro é um poema de amor filial: o hino erguido por um Algarvio à terra que lhe foi berço e ao contacto da qual, como Anteu, revigora o seu magnífico talento de homem de letras.
Romance seria a palavra justa, se lhe não andasse adstrita a ideia da invenção. Mas nada neste livro é inventado. Pelo contrário, se algum propósito teve o autor, foi o de retratar fielmente o Algarve em tudo quanto ele tem de feiticeiro.»

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Um Lugar nos Olhos [catálogo]



LUIS MANUEL GASPAR
pref. Helder Moura Pereira e João Paulo Cotrim
grafismo de Tiago Manuel

Viana do Castelo, 2011
Ao Norte – Associação de Produção e Animação Audiovisual
1.ª edição [em livro]
21 cm x 15,3 cm
32 págs.
ilustrado a cor
acabamento com dois pontos em arame
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Luis Manuel Gaspar (n. 1960), artista plástico e poeta, tem sido o mais incansável bom companheiro da cultura viva dos séculos XX e XXI, quer com os seus desenhos ilustrativos, de uma minúcia de execução única, quer mediante leituras atentas de revisor tipográfico e conselheiro editorial. A vertente brochura documenta o seu labor de anos a dar forma gráfica (não se pode chamar-lhe «banda desenhada», que é um género menor) a escritores como, entre outros, Nemésio, O’Neill, Aquilino, Sophia, Raul Brandão, Miguéis, Almada, Assis Pacheco, etc.

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Retrato de Família



FAURE DA ROSA

Lisboa, 1952
Guimarães & C.ª Editores
1.ª edição
18,8 cm x 13 cm
240 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo a História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, 15.ª ed., Porto Editora, 1989), Faure da Rosa (1912-1985) «apropria a intuição psicológica a um realismo crítico que incide penetrantemente sobre a degradação da família burguesa e sobre os meandros da sensibilidade religiosa na classe média. [...] Está muito próximo da sensibilidade neo-realista.»

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terça-feira, outubro 16, 2018

Humberto Delgado Antes... e Depois...


[ANÓNIMO]

Lisboa, 1961
s.i.
[1.ª edição ?]
20,3 cm x 14,1 cm
40 págs.
ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, restauros na folha exterior; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Caderno seguramente editado pelo governo salazarista, cumprindo a função contra-informativa do regime ao opositor Humberto Delgado, que fôra candidato a presidente em 1958. Preparava-se, assim, o terreno para o assassinato do «general sem medo».
No vertente exemplar, ainda é visível parte da marca-do-dia dos correios (4.61.21H – LISBOA).

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Memórias



HUMBERTO DELGADO
trad. Ricardo Madeira Romão

Lisboa, Setembro de 1974
Edições Delfos
[1.ª edição]
20,7 cm x 15 cm
368 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] Abrange o período da vida atribulada da primeira República Portuguesa, e vai até Março de 1962, com especial relevo para o período negro da História de Portugal, o império da P.I.D.E. [...]»

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Missão em Portugal


ÁLVARO LINS

Lisboa, 1974
Centro do Livro Brasileiro
s.i. [1.ª edição brasileira: Rio de Janeiro, 1960]
21 cm x 15 cm
XXVI págs. + 538 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Álvaro Lins (1912-1970), advogado, jornalista, crítico literário, foi embaixador do Brasil em Lisboa no final dos anos 50, altura em que conseguiu estabelecer as pontes necessárias ao exílio brasileiro de Humberto Delgado. O vertente livro é das mais importantes referências no memorialismo da época, escrito numa linguagem franca, acusatória, quer relativamente ao seu país, quer relativamente a Portugal, sem tréguas para todas as formas de ditadura.

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Ensaio Sobre Camões e a Epopeia como Romance Histórico


ÁLVARO LINS

Porto, 1972
Brasília Editora
1.ª edição (póstumo)
24,2 cm x 16,8 cm
104 págs. + 8 folhas em extra-texto
ilustrado em separado
impresso sobre papel de gramagem superior
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Álvaro Lins (1912-1970), para além do assíduo exercício como crítico literário, foi embaixador do Brasil em Lisboa, numa época particularmente conturbada em que foi determinante a sua protecção de intelectuais portugueses perseguidos pelo regime de Salazar. Desta experiência legou-nos incontornável livro de memórias, Missão em Portugal, editado no Brasil em 1960.

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segunda-feira, outubro 15, 2018

A Lume [junto com] Homenagem a Luiza Neto Jorge

LUIZA NETO JORGE
capa e arranjo gráfico de António Lobo

Lisboa, 1989
Assírio & Alvim – Cooperativa Editora e Livreira, CRL
Cinemateca Portuguesa
1.ª edição
20,5 cm x 15,1 cm
96 págs. + pasta com 6 folhas soltas
na pasta: textos dos realizadores Margarida Gil, Jorge Silva Melo, Solveig Nordlund, Paulo Rocha e Alberto Seixas Santos
exemplares em muito bom estado de conservação
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro póstumo, intensamente rasurado, que coube ao seu companheiro – o escritor Manuel João Gomes – clarificar e pôr a limpo já na ausência da poeta. Escrúpulo induvidável e meritório.
Dela, quem a conheceu pode também dizer:
«Vi num traço a lume oposto
ao ponteiro das horas
a cauda de um fóssil
varrer o céu».
A pasta colige textos de homenagem da Cinemateca à falecida escritora, e tradutora, e guionista.

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quinta-feira, outubro 11, 2018

Contos Carcomidos


JORGE LISTOPAD
capa e grafismo de Júlio Navarro
ilust. João Vieira

Lisboa, s.d. [1974]
Plátano Editora, S.A.R.L.
1.ª edição
10,1 cm x 28,9 cm (oblongo)
24 págs.
ilustrado
texto a três colunas
impressão azul ultramarino sobre papel superior creme
exemplar muito estimado, capa com sinais de continuada exposição à luz; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

František Listopad (1921-2017), nascido checo, figura de proa europeia junto da resistência ao nazismo, dito Jorge Listopad para português ler, foi escritor, crítico literário, encenador teatral, realizador televisivo, etc., etc., cuja obra de prosador oscila entre o conto, o apontamento ensaístico e a crónica jornalística. Viveu em Portugal desde 1958, tendo-se naturalizado já nos anos 60.

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Secos e Molhados


JORGE LISTOPAD
pref. Mário Mesquita
capa de Vitorino Martins

Lisboa, s.d. [1982]
Numar Edições
1.ª edição
20,6 cm x 14,4 cm
192 págs.
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Fim de Chandra Lal


W. SOMERSET MAUGHAM

Berlim, 1941
Serviço Alemão de Informações
s.i.
20,8 cm x 14,7 cm
44 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um episódio da espionagem inglesa ocorrido na Alemanha durante a I Guerra Mundial, em que Somerset Maugham põe a sua experiência nos serviços secretos ingleses ao serviço da efabulação literária, e aqui difundido pela Embaixada Alemã, durante a II Guerra Mundial, certamente com um intuito de contra-informação e propaganda anti-britânica.

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Fábricas da Liberdade


SERVIÇOS DE IMPRENSA E INFORMAÇÃO DA EMBAIXADA BRITÂNICA

Lisboa, s.d. [circa 1939-1945]
Bertrand (Irmãos) Lda.
[1.ª edição]
23,3 cm x 17 cm
32 págs.
profusamente ilustrado
impresso em rotogravura
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo, sinais de ferrugem nas perfurações dos agrafos
peça de colecção
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na altura em que as indústrias ocidentais saíam do marasmo e do colapso capitalista, através da habitual modalidade de salvação – a economia de guerra, que faz sempre rejuvenescer ambos os lados da barricada –, e que Portugal tomava as suas distâncias rurais de campónio cobarde e envergonhado das suas simpatias pelos nazis, lá se iam publicando umas brochuras de propaganda dos aliados, dando satisfação, sobretudo, à Embaixada britânica em Lisboa. Só assim se compreende como puderam circular, sem serem apreendidos pela polícia política salazarista, 80.000 exemplares impressos sob a marca dos Bertrand. Aliás, Salazar ocupava-se então na “magna” festarola da Exposição do “pacato” Mundo Português!

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A Perseguição Feita à Igreja Católica na Polónia Ocupada pelos Alemães


aa.vv.
pref. cardial Hinsley, arcebispo de Westminster

Lisboa, 1941
Burns Oats (Londres) / Serviços de Imprensa e Informação da Embaixada Britânica
s.i. [1.ª edição]
19,5 cm x 12,9 cm
XII págs. + 120 págs. + 6 folhas em extra-texto
subtítulo: Relatórios apresentados por Sua Eminência, o Cardial Hlond, Primaz da Polónia, ao Papa Pio XII, emissões da Rádio Vaticano e outros testemunhos de confiança
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Alemanha Actual


JOÃO FALCATO
capa de Victor Palla

Coimbra, 1957
Coimbra Editora, Limitada
1.ª edição
19,7 cm x 14,3 cm
8 págs. + 320 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Baleeira


JOÃO FALCATO
capa de Figueiredo Sobral

Lisboa, 1958
Publicações Europa-América
1.ª edição
16,1 cm x 11 cm
188 págs.
é o n.º 12 da colecção Os Livros das Três Abelhas
exemplar em bom estado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da contracapa original:
«No rasto da baleeira o mar é uma estrada vermelha de sangue. Ao longo de três longas noites e três longos dias as mãos em chaga do 3.º piloto estiveram ocupadas na tarefa macabra de deitar companheiros ao mar. Quando, horrorizado, desviava os olhos do espectáculo atroz dos tubarões rasgando as carnes do último cadáver lançado às águas, a sua atenção ia cair sobre os restos dos companheiros moribundos. Os que a sua coragem aniquilada não teve de deitar ao mar teve de os prender às tábuas da baleeira como animais enfurecidos. Estavam loucos. Três longos dias e três longas noites a lutarem com a morte, com o medo e com a loucura nas tábuas duma baleeira perdida na imensidade do mar, marcam para sempre quem os viveu.
João Falcato trouxe para as páginas deste livro a história trágica desses dias e dessas noites.»

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domingo, outubro 07, 2018

O Estudo da Falla


ERNESTO LEGOUVÉ
trad. abade d’Arcozello [Candido J. A. de Madureira]

Porto, 1882
Livraria Portuense de Clavel & C.ª Editores
1.ª edição
19,2 cm x 12,2 cm
VIII págs. + 88 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ernest Legouvé (1807-1903) foi sobretudo dramaturgo e, acima de tudo, um defensor do acesso das mulheres à educação. A vertente obra faz o elogio da correcção na leitura como fonte de conhecimento preciso daquilo que se lê.

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sexta-feira, outubro 05, 2018

Depois do Petróleo, o Dilúvio


AFONSO CAUTELA

Lisboa, Março de 1974
Editorial Estúdios Cor S.A.R.L.
1.ª edição
18,4 cm x 11,5 cm
116 págs.
subtítulo: Ecologia e Dialéctica da Crise
exemplar estimado, capa gasta, mas sem sinais de quebra na lombada; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota editorial na contracapa:
«Resolvido a não transigir com as mitologias vigentes na “sociedade do desperdício”, o autor do presente ensaio escolheu o petróleo e as crises (a real e a fictícia) em nome dele proclamadas para expor uma questão de método: ir até onde as críticas mais radicais normalmente vão, mas, não se ficando por aí, radicalizá-las. Ao Biocídio que o modelo de crescimento tecnoburocrático tem perpetrado – e que ameaça conduzir a Humanidade à sua própria destruição – opõe o autor, talvez ingenuamente, os conceitos básicos da Ecologia Humana, um tipo de utopia personalista. Fazendo da luta ecológica um método de análise crítica da Abjecção e simultaneamente de pesquisa prospectiva, de diagnóstico e de prognóstico, assume a posição pouco popular, nada confortável, do franco-atirador. Citando Ivan Illich (em poucos autores mais poderia fundamentar as suas teses), num estilo ensaístico já quase esquecido, fora de moda, mas que o autor reclama de António Sérgio, este livro procura ser um recado às gerações que terão o raro privilégio e o terrível encargo de construir o difícil futuro, o possível / impossível Ano 2000.»

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“Brutos”[,] “Saloios” e “Pulhas”


JOAQUIM DE OLIVEIRA

Lisboa, 1955
Edição do Autor
1.ª edição
20,5 cm x 14,8 cm
98 págs.
capa em cartão com cromo colado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR E PELA ASSINATURA DO MESMO NO CÓLOFON
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dramaturgo e, no vertente caso, ensaísta, Joaquim Reis de Oliveira (1897-1980) esteve sempre relegado para a sombra da cultura, dadas as suas simpatias republicanas anti-sidonistas e democráticas anti-salazaristas.

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Memoria Sobre Lourenço Marques (Delagoa Bay)





LEVY MARIA JORDÃO, visconde de Paiva Manso

Lisboa, 1870
Imprensa Nacional
1.ª edição
22 cm x 14,5 cm
XC págs. + 150 págs. + 2 desdobráveis (mapas)
subtítulo: Africa Oriental Portugueza
encadernação modesta de época meia-inglesa com ferros a ouro na lombada
sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um detalhadíssimo relatório elaborado a pedido do governo ao Ministério da Marinha e Ultramar, em que todos os aspectos – geográfico, populacional, económico-financeiro, administrativo, climatérico, etc. – são descritos, sendo assim um complemento pioneiro aos relatos de viagem deixados por Serpa Pinto, Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens. E porque Portugal iria, pelas potências europeias cobiçosas de um lugar na África, ser acusado de não ocupar os territórios que tradicionalmente reclamava, já aqui podemos ler acutilantes considerações de ordem crítica à governação local, como por exemplo logo na Introdução:
«[...] O governo imposto pelas metropoles ás suas colonias, geralmente designado por systema colonial, reduzia-se a um tecido de monopolios e de prohibições em proveito da mãe patria, qualificando-se, por uma prodigiosa illusão, de protecção concedida ás possessões a unica liberdade de venderem os productos no mercado da metropole em condições menos duras do que os concorrentes estrangeiros. [...]
Uma das principaes causa da decadencia das colonias proveiu sempre da ignorancia ou desconhecimento dos verdadeiros principios da sciencia da colonisação e da economia e administração colonial.
[...] póde dizer-se afoutamente que não se tem attendido a que a colonisação, sendo na sua essencia a fundação de novas sociedades, não póde ser encerrada no quadro tão estreito da rotina. Se é uma arte pelos processos praticos que emprega, é uma sciencia pelas leis que formula. [...]»

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