quarta-feira, julho 24, 2013

O Mundo Árabe e as Suas Relações Económicas com Portugal


JOSÉ FERNANDO TRINDADE MARTINEZ
pref. J. da Silva Cunha

Lisboa, 1958
Ministério do Ultramar – Junta de Investigações do Ultramar
1.ª edição
volume I [único publicado]
25,6 cm x 19,8 cm
328 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


O Mundo Árabo-Islâmico e o Ultramar Português


JOSÉ JÚLIO GONÇALVES

Lisboa, 1958
Ministério do Ultramar – Junta de Investigações do Ultramar
1.ª edição
25,6 cm x 19,4 cm
XVI págs. + 304 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estudo realizado no âmbito da cadeira de Política Ultramarina, regida à época por Adriano Moreira, no Instituto Superior de Estudos Ultramarinos.

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segunda-feira, julho 22, 2013

Cem Anos em Defesa da Economia Nacional, 1834-1934



JOAQUIM ROQUE DA FONSECA
capa do pintor Martins Barata
fotos de Mário Novais

Lisboa, 1934
s.i. (Associação Comercial de Lisboa ?)
1.ª edição
volume I [único publicado] (completo)
23,6 cm x 16,8 cm
400 págs. + 18 folhas em extra-texto
subtítulo: História da Associação Comercial de Lisboa
impresso sobre papel superior avergoado, ilustrações impressas em rotogravura a sépia
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo, parcialmente por abrir, com sinais de antiga mancha húmida no bordo inferior das últimas folhas
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Fundada em 1834 sob o nome Associação Mercantil Lisbonense, tendo sido a primeira corporação económica do país (segundo Roque da Fonseca, que todavia refere o reinado de D. Dinis como data da «primeira manifestação de princípio associativo entre comerciantes»...), aqui se faz o historial de uma «[...] vida, ininterruptamente consagrada à defesa do Comércio e da Economia Nacional [...]».

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domingo, julho 14, 2013

Arqueologia Scalabitana


FRANCISCO NOGUEIRA DE BRITO
capa de Alberto de Sousa

Lisboa, 1917
Associação dos Arqueologos Portuguezes
1.ª edição
25,4 cm x 18,3 cm
28 págs. + 6 folhas em extra-texto
subtítulo: Relatorio da Excursão Que a Associação dos Arqueologos Portuguezes Fez a Santarem no Dia 9 de Julho de 1916
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
17,00 eur

Acervo de património em apoio à Comissão de Salvação dos Monumentos de Santarém.

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Santarém – Princesa das Nossas Vilas


A. AREOSA FEIO
pref. [Gustavo de] Matos Sequeira
desenhos de F. Vilela

Santarém, 1929
J. Cardoso da Silva
1.ª edição
25,1 cm x 18 cm
104 págs. + 25 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado, com restauro na lombada; miolo limpo
20,00 eur

Minucioso guia para o visitante com interesse erudito pela História.

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segunda-feira, julho 01, 2013

A Feira da Ladra no Séc. XVI e na Actualidade



LUIZ ROBERTO DE BARROS MOTT

Lisboa, 1973
Ocidente
1.ª edição
24 cm x 17,6 cm
48 págs.
exemplar como novo
20,00 eur

Separata da revista Ocidente, fundada por Manuel Múrias e Álvaro Pinto e então dirigida por Maria Amélia de Azevedo Pinto. Periódico que «[...] Deu à luz inéditos de autores consagrados, organizou dossiers de relevo [entre os quais o vertente é de crucial importância, por levar em conta o estudo histórico de um dos mais relevantes e genuíno ponto de encontro do pequeno comércio popular que os pobres destinam, afinal, a outros pobres], ilustrou as suas páginas com iconografia notável. Foi, porém, insensível aos movimentos literários seus contemporâneos [facto que se deveu ao conservadorismo dos seus colaboradores e à sua respectiva pretensão ao estatuto de “alta cultura”] – o neo-realismo e, especialmente, o surrealismo, por exemplo, foram silenciados, devido à sua postura estético-política, de sinal contrário ao dos responsáveis pela revista. [...]» (fonte: Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX – 1941-1974, vol. II, 1.º tomo, Grifo, Lisboa, 1999).

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Tempo de Vésperas


ADRIANO MOREIRA

Lisboa, 1971
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
18,9 cm x 12,2 cm
200 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur


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Universidade Nova



MARCELO CAETANO

Coimbra, 1943
Separata de “Estudos”
1.ª edição
23,4 cm x 16,2 cm
28 págs.
subtítulo: O Problema das Relações entre Professores e Estudantes
exemplar estimado, com discreto restauro na lombada; miolo limpo
carimbos de posse do médico Gil Cabral na capa e, no ante-rosto, do Centro Universitário da Mocidade Portuguesa de Coimbra
17,00 eur

Ainda recentemente com razão afirmou Adriano Moreira, num telejornal, que a atitude do Estado perante o ensino estava a reduzir-se à gestão de relações mercantis entre um prestador de um serviço – o Ministério da Educação – e uma clientela específica – o conjunto dos alunos; e que, por este vil caminho, perder-se-á de uma vez por todas o sentido e obrigação de formar gente apta por via da passagem do conhecimento. Marcello, que semelhantemente fez parte do mesmo escol de princípios ideológicos, dizia mais ou menos isso há sete décadas: «[...] Nesta hora angustiosíssima em que uma crise gigantesca ameaça os destinos da nobre Europa que durante milénios ditou ao Mundo as leis do espírito, as nossas Universidades não poderiam deixar-se reduzir a frias repartições onde professores-funcionários se dedicassem à preparação técnica de umas centenas de simples candidatos a funcionários também. [...]»

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Páginas Inoportunas



MARCELO CAETANO

Lisboa, s.d. [1959 ?]
Livraria Bertrand
[1.ª edição]
19,1 cm x 12,4 cm
XVI págs. + 348 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
25,00 eur

Livro que reúne ideias políticas que importa conhecer, até porque o ideólogo, na década seguinte, substituiu Salazar dando-lhe continuidade.

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