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quarta-feira, agosto 07, 2019

Ó-Ai-San




CELESTINO GOMES
capa de Cândido Craveiro
ilust. Silvina V. Gomes e João Carlos [Celestino Gomes]

Porto, s.d. [circa 1931]
Companhia Portuguesa Editora, L.da
1.ª edição
22,2 cm x 15 cm
88 págs.
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sábado, janeiro 13, 2018

Fernando Pessoa e os do Seu Tempo nas Encruzilhadas do Mundo e do Tempo


FERNANDO PESSOA
et alii
org. e posf. Petrus

Porto, s.d.
Selecções “Périplo” [Petrus (Pedro Veiga)]
1.ª edição [conjunta]
20,3 cm x 13,3 cm
256 págs. + 1 encarte (folha 98-A)
subtítulos: Subsidio Para Outra Civilização – Escritos Públicos
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante reunião de manifestos literários que definiram uma certa modernidade em Portugal. Inclui os seguintes documentos:
[1] Ultimatum, de Álvaro de Campos; [2] Manifesto Anti-Dantas, de Almada-Negreiros; [3] Sátira Académica, de Bernardo Marques; [4] Primeira Descoberta de Portugal na Europa no Século XX, e [5] 1.ª Conferência Futurista, ambos de Almada-Negreiros; [6] Sátira Literária – A Literatura Oficial Contempla o Orpheu; [7] Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX, por Almada-Negreiros; [8] O Elogio da Loucura – Reportagem da 1.ª Conferência Futurista (A Capital); [9] A Ideia Futurista na Ribalta, de Almada-Negreiros; [10] Sátira Social – Monumento ao Drama Humano, de Arlindo Vicente; [11] Negreiros – Dantas, uma Página para a História da Literatura Nacional, por Francisco Levita; [12] Sátira Política, de Augusto Gomes; [13] Nós, de António Ferro; [14] Aviso por Causa da Moral, de Álvaro de Campos; [15] Manifesto, de Mário Coutinho, Celestino Gomes, Abel Almada e António Navarro; [16] Literatura Viva, e [17] Literatura Livresca e Literatura Viva, ambos de José Régio; [18] Cartaz, de Almada-Negreiros; [19] Presença da “presença” na Literatura e na Crítica do Nossso Tempo, de João Gaspar Simões e José Régio; [20] A Dissidência Presencista, de Adolfo Rocha, Edmundo Bettencourt e Branquinho da Fonseca; [21] Imagens do Movimento Presencista, de Edmundo de Bettencourt, Albano Nogueira e José Régio; [22] Apoteose ao Lirismo Provinciano; [23] Assuada ao Templo das Múmias; [24] Carta Aberta aos Imortais, e [25] Manifesto, ambos de Artur Augusto; [26] História Muda; [27] Fora o Neo-Classicismo; [28] Do Modernismo, de Armando de Basto; [29] Manifesto Resumo do Dimensionismo, e [30] Manifesto do 1.º Salão dos Independentes, ambos de António Pedro.

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quarta-feira, agosto 09, 2017

O Triunfo da Morte


GABRIELE D’ANNUNZIO
trad. Celestino Gomes
[capa de João Carlos (Celestino Gomes)]

Lisboa, 14 de Agosto de 1945
Editorial «Gleba», L.da | Centro Tip. Colonial
2.ª edição*
18,8 cm x 13 cm
408 págs.
encadernação de amador muito modesta inteira em tela encerada, gravação a ouro na lombada
aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, julho 17, 2017

A Maratona das Novidades


CELESTINO GOMES

Coimbra, 1958
Atlântida
1.ª edição
21,2 cm x 15,3 cm
208 págs.
exemplar muito estimado, pequena falha de papel na contracapa; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de grande interesse para a vulgarização médica. João Carlos Celestino Gomes (1899-1960), pintor modernista e prosador, foi também médico preocupado com a divulgação dalguns conhecimentos científicos junto do público leigo, sendo que nos deixou não só inúmeros artigos na imprensa periódica, como chegou mesmo a ter um programa televisivo com o sugestivo nome Haja Saúde.

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Esta Vida São Dois Dias


CELESTINO GOMES

Lisboa, s.d. [1949]
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,5 cm x 13,3 cm
260 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de breves artigos de vulgarização médica.

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Medicina – Higiene – Beleza


CELESTINO GOMES

Lisboa, 1939
Editorial “O Século”
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
176 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Arte de Não Ser Doente


CELESTINO GOMES

Fundão, 1956
«Jornal do Fundão»
1.ª edição
18,4 cm x 12,2 cm
224 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo, parcialmente por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sinfonia Muito Incompleta


CELESTINO GOMES
ilust. Eduardo Malta

Coimbra, 1958
Atlântida
1.ª edição
21,8 cm x 14,8 cm
200 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, setembro 15, 2016

Fonte de Amores


CELESTINO GOMES
capa de Cândido Costa Pinto

Montijo, s.d. [1940]
Oficinas da «Gazeta do Sul»
1.ª edição
19,2 cm x 12,2 cm
120 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no ante-rosto
ostenta no ante-rosto o carimbo «Gazeta do Sul | Vultos Célebres | das letras portuguesas – Concurso do Natal de 1945»
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Modernos Artistas Portugueses – Carlos Aguiar


CELESTINO GOMES

s.l., 1939
Edições Momento
1.ª edição
21,3 cm x 16,6 cm
16 págs. (texto) + 16 págs. (imagens)
dois cadernos encasados sem costura
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Expressão Meta-Cromática na Pintura de Eduardo Malta


CELESTINO GOMES

Lisboa, 1937
Editorial “Inquérito”
1.ª edição
21,2 cm x 16,4 cm
60 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estiamdo, discreto restauro no bordo interior da capa; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 11
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, novembro 15, 2013

Fumos de Ópio


CLAUDE FARRÈRE
trad. e pref. de Teixeira Leite

capa de João Carlos [Celestino Gomes]

Lisboa, 1949
Editorial Enciclopédia, Lda.
[1.ª edição]
19 cm x 12,5 cm
216 págs.
exemplar em muito bom estado
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Pseudónimo de Frédéric-Charles Bargone. Trata-se do segundo livro do autor, que, por um outro título seu, veio a receber o Prémio Goncourt no ano seguinte (1905).
Uma passagem:
«[...] O pesadelo. Ninguém, a não ser o fumador de ópio, sabe o que é o pesadelo.
Sei de pessoas que dizem: Esta noite tive um sonho terrível: as paredes aproximavam-se uma da outra e esmagavam-me. Ou, então: caía num precipício. Ou, ainda: via minha mulher e meus filhos torturados, sem que eu os pudesse socorrer. – E essas pessoas põem as mãos diante dos olhos, e exclamam horrorizadas: Que pesadelo!
No meu pesadelo, não há precipício, nem paredes, nem mulher, nem filhos. Não há nada. Há o vácuo, o nada e a escuridão. Há a assustadora realidade da morte – tão próxima, tão próxima, que o condenado que espera a guilhotina, não vê a eternidade tão próxima como eu. [...]»

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