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sexta-feira, fevereiro 14, 2020

Á Porta da Havanesa


EDUARDO DE NORONHA

Porto, 1911
Magalhães & Moniz, L.da – Editores
1.ª edição
18,1 cm x 12,7 cm
442 págs.
subtítulo: Da Thomarada á Republica – Narrativa dramatica dos ultimos cincoenta annos da existencia nacional ornada com quarenta e oito gravuras
ilustrado
encadernação editorial em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
conserva a capa anterior da brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse à cabeça da pág. 7
ostenta colado no verso da pasta o ex-libris do olisipógrafo Luiz Pastor de Macedo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089

Á Porta da Havanesa




EDUARDO DE NORONHA

Porto, 1911
Magalhães & Moniz, L.da – Editores
1.ª edição
198 mm x 130 mm
440 págs.
subtítulo: Da Thomarada á Republica – Narrativa dramatica dos ultimos cincoenta annos da existencia nacional ornada com quarenta e oito gravuras
ilustrado
encadernação de amador em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

O Passado...


EDUARDO DE NORONHA

Porto, 1912
Magalhães & Moniz, L.da – Editores
1.ª edição
19,4 cm x 13 cm
376 págs.
subtítulo: Reminiscencias anedocticas dos tempos idos. Alguns annos de fita animatografica da vida
encadernação recente de amador em sintético com gravação a ouro na lombada
aparado somente à cabeça
conserva as capas de brochura e a respectiva lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de memórias de ocorrências e costumes, que vão do Passeio Público oitocentista à visita do príncipe de Gales a Lisboa, junto com o relato de viagens marítimas que o levaram à ilha da Madeira, Luanda e Cidade do Cabo.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


domingo, janeiro 27, 2019

Heroes e Martyres



EDUARDO DE NORONHA
capa de Roque Gameiro

Lisboa, 1905
Livraria Moderna – Editora
1.ª edição
21,4 cm x 13,7 cm
404 págs. + 20 folhas em extra-texto
subtítulo: A Infantaria Portuguêsa (Paginas gloriosas do nosso povo)
ilustrado
composto manualmente em Elzevir
encadernação inteira em sintético gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar estimado, capa de brochura com restauros; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Episódios bélicos da História de Portugal, aqui ficcionados num género literário ainda hoje muito cultivado por escritores vocacionados para a hipérbole dos factos, e menos dotados para a criação literária isenta. São muito úteis para nos incentivar ao conhecimento da gesta nacional nas páginas, por exemplo, de um Alexandre Herculano.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

quinta-feira, janeiro 25, 2018

Ruy Freire


EDUARDO DE NORONHA

Lisboa, 1906
Livraria Moderna / Empreza da Historia de Portugal – Sociedade Editora
1.ª edição
21 cm x 13,3 cm
320 págs.
subtítulo: Episodio da guerra com os inglezes
ilustrado
exemplar muito estimado, restauros na lombada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto de abertura do autor:
«[...] Ruy Freire de Andrade [? -1633] é uma das figuras mais refulgentes e grandiosas das nossas titanicas luctas de alem-mar. [...]»

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telemóvel: 919 746 089


sexta-feira, junho 26, 2015

Duarte Pacheco Pereira


EDUARDO DE NORONHA

Porto, 1913
Magalhães & Moniz, L.da – Editores
1.ª edição
18,9 cm x 12,5 cm
224 págs.
subtítulo: Um Homem de Caracter – Quadro Épico da Historia Nacional
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Esboços e Perfis


EDUARDO DE NORONHA

Coimbra, 1913
F. França Amado, Editor
1.ª edição
19,4 cm x 12,9 cm
200 págs.
subtítulo: Extractos e Compilações dos Acontecimentos e Livros de Maior Sensação dos Ultimos Tempos
encadernação modesta em tela com ferros a ouro na lombada, guardas em papel kraft, muito pouco aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma miscelânea de crónicas em que os assuntos – seja um episódio da vida de Cleópatra, sejam os eventos históricos do 9 Termidor, sejam as coscuvilhices de alcova de madame Pompadour – são todos tratados no estilo ligeiro e descontraído de almanaque. O seu autor, aliás, foi essencialmente jornalista.
Bruxas e o «sabbado da bruxaria», por exemplo, são matéria de algumas páginas deliciosas acerca da Inquisição:
«[...] Outr’ora em qualquer paiz, pela menor suspeita, por causa de um animal doente, de uma meda de palha que ardera, denunciava-se... toda a gente. E quando os tribunaes tinham alguem seguro, a repressão era terrivel. Os juizes submettiam primeiro o accusado á tortura. Á terceira ou quarta cunha, confessava.
Mas como acreditar na palavra de um christão que se entregara ao diabo? Tornavam-se necessarias outras provas. Principiava-se por lardear o paciente com picadas de agulha por todo o corpo até se descobrir “a marca”, o logar insensível que era de alguma forma a assignatura de Satanaz. Achava-se sempre. Só depois d’isso a bruxa ou o lobishomem, devidamente persuadidos, eram condemnados a ser queimados vivos.
[...] no começo do seculo XVIII, no prebostado de la Marche, um accusado, Thomas Gaudel, intimado a revelar os nomes dos seus companheiros de regalorios diabolicos, [teve] a ingenuidade de denunciar os seus juizes: vira, n’uma reunião sabbatica, comendo fraternalmente com o demonio, todos os magistrados presentes na audiencia, desde o procurador geral até o escrivão. E, como jurava pela sua saúde eterna que dizia a verdade, foi preciso suspender a audiencia. O caso apresentava-se tão embaraçoso que o submetteram aos mais afamados sabios da visinhança. Thomas Gaudel não subiu ao cadafalso e o seu estratagema esfriou muito o excessivo zelo dos juizes inquisidores.
Desde essa época queimaram-se menos bruxas, e – coincidencia singular! – tambem houve menos affluencia aos diabolicos saraus. [...]»
Livro interessante, na celebração dos 150 anos do seu nascimento.

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telemóvel: 919 746 089

O Exterminio de um Povo


EDUARDO DE NORONHA

Lisboa, 1905
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
19,3 cm x 12,4 cm
392 págs. + 6 folhas em extra-texto
subtítulo: Romance de Costumes Transvaalianos
ilustrado
exemplar estimado, capa envelhecida, com delicados restauros; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Romance que retrata, tendo como pano de fundo os amores de um português com uma inglesa, a Primeira Guerra Boer (1880-1881) entre os britânicos e os colonos de origem holandesa, francesa e alemã (chamados de boeres ou afrikaners), na então conhecida região do Transvaal. [...]
Esta obra é um dos casos paradigmáticos em que a aplicação do critério temporal a excluiria do género histórico, tendo em consideração a proximidade dos acontecimentos relatados e a data da publicação. No entanto, a importância histórica desses acontecimentos, a base documental que lhe está associada, bem como o estilo adoptado pelo autor, fazem com que possa ser considerada um romance histórico.» (Pedro Almeida Vieira, página on-line)

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De Automovel


EDUARDO DE NORONHA

Coimbra, 1907
França Amado, Editor
1.ª edição
18,5 cm x 12 cm
212 págs.
encadernação modesta de amador com gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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telemóvel: 919 746 089