quinta-feira, outubro 31, 2019

A Visita do Papa


ALBERTO PIMENTA

Lisboa, Maio de 1982
& etc
1.ª edição
20,3 cm x 16,1 cm
20 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um pormenor, que alguns ignorarão hoje por falta de memória ou de referências, é o lettering na capa, em que, para a palavra Papa, se fez um tratamento gráfico das letras a partir de uma então popular marca de papel higiénico. Também o texto, que alinha pela bitola do repúdio da vinda do sumo-pontífice a Portugal, desenvolve trocadilhos e alusões em torno dessa dita marca.

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Rama, Verdadeiramente

 

ARTUR PORTELA FILHO

Lisboa, 1963
Guimarães Editores
1.ª edição
188 mm x 123 mm
260 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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pcd.frenesi@gmail.com
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Rama, Verdadeiramente



ARTUR PORTELA FILHO

Lisboa, 1963
Guimarães Editores
1.ª edição
18,7 cm x 12,3 cm
260 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Código de Hamurabi


ARTUR PORTELA FILHO

Lisboa, 1962
Guimarães Editores
1.ª edição
18,9 cm x 12,4 cm
304 págs.
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Avenida de Roma

ARTUR PORTELA FILHO

Lisboa, 1961
Guimarães Editores
1.ª edição
198 mm x 125 mm
160 págs.
encadernação de amador inteira em sintético gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Avenida de Roma


ARTUR PORTELA FILHO

Lisboa, 1961
Guimarães Editores
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
160 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Thelonious Monk




ARTUR PORTELA, FILHO

Lisboa, 1962
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18,2 cm x 11,3 cm
168 págs.
interessante capa de autor não identificado
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne duas narrativas distintas, em que sobressai o tom satírico de «O Daguerreótipo»... não por acaso, certamente, dedicada esta a um mestre surrealista do moderno humor negro: Manuel de Lima.

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A Gravata Berrante


ARTUR PORTELA, FILHO
capa de Victor Palla

Lisboa, 1960
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18,1 cm x 11 cm
150 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, papel por vezes com picos de acidez
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, outubro 30, 2019

Marcas de Baton



GREIL MARCUS
trad. Helder Moura Pereira
capa de pcd

Lisboa, 1999
frenesi
1.ª edição [única]
19 cm x 13 cm
544 págs.
subtítulo: Uma História Secreta do Século Vinte
exemplar novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Os desejos não satisfeitos passam pelos anos de insondáveis maneiras e tudo o que depois aparece à superfície não passa de discurso simbólico, algo que fica surdo em relação à fonte de onde nasceu e cego em relação aos objectos a atingir – contudo, esses fragmentos de linguagem, escondidos nas pragas e nas blasfémias de canções como “Anarchy in the UK” ou “God Save the Queen” (“Deus salve a história”, cantava Johnny Rotten, “Deus salve a vossa louca ostentação / Deus, Senhor, tende piedade, já pagámos por todos os crimes / Quando não há futuro, não pode haver pecado”), são a última ligação a noções que há muito prosseguem a sua viagem subterrânea no interior do inconsciente cultural. Tudo o que fica são desejos sem linguagem: tudo o que fica é a história que não foi feita, ou seja, a possibilidade da poesia. E enquanto a poesia vai sendo feita, a linguagem recompõe-se e percebe o seu alvo: a história que foi feita.» (Greil Marcus)

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Livro de Crónicas




ANTÓNIO LOBO ANTUNES
sobrecapa de Mathieu Bourgois (fotog.)

Lisboa, 1999
Publicações Dom Quixote, Lda.
2.ª edição
20,8 cm x 13,4 cm
378 págs.
volume com capa e sobrecapa editoriais
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELO AUTÓGRAFO DO ESCRITOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Crónicas que o autor destinou a uma imprensa periódica, que o não merece. Lição de olhar urbano traduzido em prosa cáustica, é um arremesso bombástico sobre a cidade onde ele nasceu e se criou, na linha estilística de um Alexandre O’Neill.

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Crónicas [junto com] Livro de Crónicas [junto com] Segundo Livro de Crónicas




ANTÓNIO LOBO ANTUNES
sobrecapa [a] de Mathieu Bourgois (fotog.)

Lisboa, 1995, 1999 e 2002
Publicações Dom Quixote, Lda.
1.ª, 2.ª e 1.ª edições
20,8 cm x 13,4 cm
160 págs. + 378 págs. + 320 págs.
volume [b] com capa e sobrecapa editoriais
exemplares estimados, vincos na capa de [c]; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Exortação aos Crocodilos


ANTÓNIO LOBO ANTUNES
capa de Emília Abreu
fotografia de Isabel Risques

Lisboa, 1999
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
20,7 cm x 13,5 cm
384 págs.
brochado com capa e sobrecapa
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escrevendo de um ponto de vista narrativo feminino, em que verdade histórica e ficção literária subtilmente se misturam, Lobo Antunes dá-nos os sinais de um pós-Abril com assaltos a sedes de partidos políticos e assassinatos por encomenda. Dos apontamentos do escritor (in Tereza Coelho, António Lobo Antunes – Fotobiografia, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2004):
«[...] Quatro mulheres de “crocodilos” da revolução de Abril, tomando aqui uma liberdade de expressão para bombistas, dizem o que sabem – e o que sabem é o que inventam a partir do que os homens lhes disseram [...]
[...] A história vista por quatro mulheres: por trás da história; apenas sabem dos factos por conversas escutadas apesar do cuidado dos homens, cartas, papéis, segredos roubados, nunca sabem de tudo; presumem, inventam, adivinham, suspeitam. Metade real, metade inventado, sonhos, desejos, desilusões, projectos, frustrações, esperanças, medos [...]»

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terça-feira, outubro 29, 2019

Mulheres da Beira



ABEL BOTELHO

Lisboa, 1898
Empreza Litteraria Lisbonense Libanio & Cunha – Editores
1.ª edição
18,3 cm x 13,2 cm
8 págs. + 292 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação modesta de amador inteira em tela encerada, com rótulos gravados a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, Porto Editora, 15.ª ed., Porto, 1989):
«Abel Botelho [...] representa o ponto extremo até onde chegou entre nós a ficção naturalista da escola de Zola. Pondo de parte as primeiras poesias e as peças teatrais, que produziram escândalo, notemos que a primeira obra deste autor com algum interesse duradoiro é constituída pelos contos reunidos em Mulheres da Beira, 1898, cujo recorte predominantemente passional e cujas tiradas moralistas sentimentais acusam a influência de Camilo, mas, diferentemente do mestre, pretende explicar a fatalidade romântica da paixão em termos de hereditariedade mórbida [...]; e o cenário regional desloca-se do Minho para a Beira contígua ao Douro. Salientemos como dignos de antologia Uma Corrida de Toiros no Sabugal, de uma flagrante visualidade e impressionante desencadeamento trágico, e A Fritada, que, entre várias cenas desconexamente sentimentais ou pitorescas, contém um belo quadro de um rebanho em transumância. [...]»

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A Democracia Nacional



HENRIQUE DE PAIVA COUCEIRO

Coimbra, 1917
Edição e Propriedade do Autor (deposit. França & Arménio)
1.ª edição
24,1 cm x 16,5 cm
4 págs. + 288 págs.
encadernação de amador em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Henrique Mitchell de Paiva Cabral Couceiro (1861-1944), militar com destaque em campanhas coloniais e governador-geral de Angola (1907-1909), encabeçará a resistência à República, nomeadamente nas incursões da monarquia do Norte, com o garbo dos reaccionários e a firmeza de quem julgava poder vir a repor o medievalismo católico integralista.

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segunda-feira, outubro 28, 2019

Da Greve Selvagem à Autogestão Generalizada



RATGEB
trad. Amâncio Augusto Resende
capa de Dorindo Carvalho

Lisboa, Outubro de 1974
Assírio & Alvim – Sociedade Editorial e Distribuidora, Lda.
1.ª edição
20 cm x 12,2 cm
120 págs.
exemplar pouco manuseado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pseudónimo do revolucionário Raoul Vaneigem, num texto programático directamente dirigido à classe operária, e que constitui o seu primeiro escrito de vulto após ter-se demitido da Internacional Situacionista.

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domingo, outubro 27, 2019

António Corrêa d’Oliveira



MOREIRA DAS NEVES

Lisboa, 1934
Tipografia Portugal
1.ª edição
28,3 cm x 23 cm
48 págs. + 16 cromos (colados ao longo do corpo de texto)
subtítulo: Subsidios para um estudo sôbre o poeta
ilustrado
exemplar estimado, capa com restauros discretos; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, outubro 24, 2019

Expedição Científica à Ilha do Fogo



C. F. TORRE DE ASSUNÇÃO

Lisboa, 1954
Ministério do Ultramar – Junta de Investigações do Ultramar
1.ª edição
25,8 cm x 19,5 cm
156 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (mapa da ilha) + 21 folhas em extra-texto (documentação fotográfica) + 1 folha de errata
subtítulo: Estudos petrográficos (1952-1953)
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ARQUEÓLOGO OCTÁVIO DA VEIGA FERREIRA
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, outubro 23, 2019

Normalização dos Papéis


Lisboa, s.d.
Ministério da Economia | Junta do Fomento Industrial | Comissão Reorganizadora da Indústria de Fabricação de Papel
s.i.
21,3 cm x 15,1 cm
64 págs. (6 das quais desdobráveis)
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do conjunto de normas de corte industrial, que o governo fez entrar em vigor a 1 de Janeiro de 1961, visando a economia de meios, a saber:
«[...] A normalização [...] tem por fim simplificar, ordenar e economizar, tanto no que diz respeito às operações do fabrico, como à transformação e ao consumo. [...]
A normalização dos formatos permite:
Reduzir ao mínimo dos desperdícios (aparas) provenientes de cortes feitos com o fim de atingir um determinado formato;
Embaratecimento do produto devido ao reduzido número de formatos, o que permite o fabrico de grandes quantidades do mesmo papel com um menor número de paragens de máquina;
Menor número de séries de formatos em stock, o que facilita os armazenistas, as tipografias e o próprio consumidor;
Redução do número de tipos de classificadores, de armários, gavetas, capas, etc., o que representa grande economia de espaço e maior comodidade;
Simplificação do empacotamento e seu transporte. [...]»

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segunda-feira, outubro 21, 2019

Reorganização dos Serviços Ultramarinos da Polícia Judiciária




Macau, 1960
Imprensa Nacional
1.ª edição
23,3 cm x 16,4 cm
92 págs.
encadernação elegante em meia-francesa gravada a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui portarias e decretos-lei relativos ao tema.

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Memórias de um Ajudante-de-Campo e Comandante de Polícia


SALGUEIRO REGO, capitão

Lisboa, 1955 e 1967
s.i.
[1.ª edição]
2 volumes
23,7 cm x 16,6 cm
[256 págs. + 12 folhas em extra-texto] + [XVI págs. + 176 págs.]
profusamente ilustrado a sépia o primeiro volume
exemplares estimados; miolo limpo, por abrir o segundo volume
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autobiografia de Joaquim de Lemos Salgueiro Rego (1886-?), cuja importância remete menos para o biografado do que para o seu testemunho acerca das personalidades de quem foi ajudante-de-campo, a saber: Gomes da Costa, Alves Pedrosa, Silva Basto e Carvalho Viegas. Entre os elogios que a ele são tecidos, e que vêm vastamente compilados na parte final do volume, encontramos o de Marcello Caetano, datado de 1942, fazendo este referência ao aplauso de Salgueiro Rego no que dizia respeito à importância do papel da Mocidade Portuguesa no enquadramento da juventude da época.

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Cartilha do Corporativismo


Lisboa, 1940
Edição da União Nacional em colaboração com o S.P.N.
[1.ª edição]
17,7 cm x 11,4 cm
124 págs.
subtítulo: No VII Aniversário da Publicação do Estatuto do Trabalho Nacional
acabamento com dois pontos em arame, corte das folhas arredondado nos cantos
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no canto inferior direito do frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cartilha Corporativa



Lisboa, 1941
Edição da U. N. [União Nacional] – S. P. N. [Secretariado de Propaganda Nacional]
2.ª edição
17,7 cm x 11 cm
124 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Cartilha editada no sétimo aniversário da publicação do Estatuto do Trabalho Nacional.

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Desportos, Educação Física e Estado


EURICO SERRA

Lisboa, 1939
Livraria Bertrand
1.ª edição
18,9 cm x 12,4 cm
140 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, parcialmente por abrir
dedicatória de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eurico Simões Serra (1902-1985), além de inspector de polícia, foi censor na qualidade de presidente da Comissão de Exame e Classificação aos Espectáculos.

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Acampamento Internacional Infante D. Henrique



Lisboa, 1960
Serviço de Publicações da M. P. [Mocidade Portuguesa]
[1.ª edição]
trilingue português-francês-inglês
19,2 cm x 14 cm
128 págs.
subtítulo: Vale do Jamor – Lisboa – Agosto-1960
ilustrado a cor no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, página de identificação do filiado por preencher
PEÇA DE COLECÇÃO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Tronco em Flor...



JOÃO CARLOS BECKERT D’ASSUMPÇÃO
ilust. Júlio Gil

Lisboa, 1944
Edições da Mocidade Portuguesa
1.ª edição
18,8 cm x 13,5 cm
8 págs. + 344 págs. + 3 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto a negro e em separado a cor
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma obra-modelo de propaganda fascista para a juventude, redigida no tom pedagógico-paternal e blandicioso dos comandantes de castelo e dos comissários da Mocidade Portuguesa. O próprio título do livro colhe a lição no hino dessa organização para-militar.

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Têas de Aranha



EDUARDO SEQUEIRA
ilust. Alfredo Keil, José Joaquim Teixeira Lopes, António Teixeira Lopes, Sebastião Sanhudo, Veloso Salgado, et alii

Porto, 1905
Livraria Magalhães & Moniz – Editora
1.ª edição
17,2 cm x 12,3 cm
8 págs. + 288 págs.
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto
impresso sobre papel superior
exemplar envelhecido mas aceitável, sinais de foxing na capa; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Que fazer de nossos filhos? Qual a melhor carreira a dar-lhes?


EDUARDO SEQUEIRA

Porto, 1899
Magalhães & Moniz – Editores
1.ª edição
21,2 cm x 14,8 cm
58 págs.
exemplar envelhecido, restauro tosco na lombada; miolo limpo
assinaturas de posse no frontispício e na pág. 29
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Brinde de “Civilização”




FIDELINO DE FIGUEIREDO
LOURENÇO CAYOLLA
FERREIRA DE CASTRO
ARMANDO FERREIRA
CAMPOS MONTEIRO
capas e ilust. Roberto Nobre

Porto, 1929
Civilização – Grande Magazine Mensal
1.ª edição [única]
5 fascículos (completo)
18,2 cm x 11,8 cm (fascículos) / 19,1 cm x 12,1 cm (estojo)
5 x 32 págs.
títulos: 1 – Revoada Romantica; 2 – Esfinge; 3 – Carta de Reabilitação; 4 – Mentir; 5 – A Promessa
ilustrados
acabamento com um ponto em arame
exemplares estimados; miolo limpo
voluminhos acondicionados em estojo de manufactura recente
peça de colecção
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto significativo de textos literários de autores que de alguma maneira marcaram a época.

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domingo, outubro 20, 2019

Anti-Semitismo – Anti-Judaísmo – Anti-Humanismo



ALEX MOŠKOVIČ
pref. Augusto d’Esaguy

Lisboa, 1960
Editorial Império, Lda.
1.ª edição
19,3 cm x 13 cm
IV págs. + 80 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do Proémio de Augusto d’Esaguy:
«[…] O anti-semitismo é – e continuará a ser – o sentido psíquico da revolta pagã contra a unidade integral, testemunhada pela vivência judaica. Mais do que uma constante histórica é, sem dúvida, uma constante divina, a ensombrada nostalgia do homem contra o Verbo e a Lei.
É, ainda, a tentação dos inúteis, escolha negativa, trunfo fácil em mãos pouco escrupulosas, amálgama de complexos gerados pela lição irrefutável da “presença” de Israel. […]»

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Orfeu



dir. Fred Pinheiro e Fernando Ferreira [de Loanda]
Penha (Brasil), Outono de 1952
n.º 8 (somente este fascículo)
18,6 cm x 13,8 cm
68 págs. + 6 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume deste periódico modernista brasileiro, com representação de dois dos melhores escritores portugueses, à época, embora a sua actividade estética esteja completamente fora do espírito de um modernismo que, em Portugal, se fazia representar por nomes fortes como Fernando Pessoa, ou Almada Negreiros, ou Mário de Sá-Carneiro... Assim: tanto Miguel Torga como Branquinho da Fonseca (ilust. Bernardo Marques) alinhavam pelo diapasão contra-modernista do grupo croimbrão da presença. No caso de Torga, o que aqui figura nem é obra literária, mas o seu discurso lido na Bélgica, nesse ano, nos Encontros Europeus de Poesia. Todavia, já a colaboração de Branquinho da Fonseca, com o conto «Maresia», anteriormente publicado na revista Litoral em 1944, nos surge como «[…] um bom exemplo da fluidez de contornos da identidade literária de António Madeira [pseud. B. F.], pois o conto é um texto que, com algumas modificações, constituirá uma parte essencial do capítulo décimo de Mar Santo, livro publicado por Branquinho da Fonseca em 1952, mas cujo primeiro manuscrito é finalizado em 1947, tendo havido antes um aturado trabalho de pesquisa na Nazaré, entre 1937 e 1940.» [Fonte: António Manuel dos Santos Ferreira, A Narrativa de Branquinho da Fonseca: Os Lugares do Conto, Universidade de Aveiro, 2000]

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Janelas de Lisboa



FERREIRA DE ANDRADE
capa de Mário Novais
grafismo de José Espinho
ilust. (fotog.) Armando Serôdio

Lisboa, s.d.
Edição da Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
trilingue português – francês – inglês
17 cm x 11,8 cm
52 págs. + 40 págs. em extra-texto
ilustrado com reproduções fotográficas impressas em rotogravura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, outubro 19, 2019

Poetas d’Hontem



BRANCA DE GONTA COLAÇO

Lisboa, 1915 [aliás, 1916]
Typographia Castro Irmão
1.ª edição
27,7 cm x 21,3 cm
88 págs.
subtítulo: Conferencia realisada na sede da Liga Naval, na tarde de 22 de maio de 1914
impresso luxuosamente a três cores directas sobre papel superior de linho
exemplar estimado; miolo limpo
é o n.º 182 de uma tiragem especial de 525 exemplares
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA NOMINAL DA AUTORA
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Achegas para a Bibliografia de Moçambique



FILIPE GASTÃO [DE MOURA COUTINHO] DE ALMEIDA DE EÇA

Lisboa, 1949
Agência Geral das Colónias
1.ª edição
22,6 cm x 16,3 cm
136 págs.
subtítulo: Novos subsídios para um estudo completo
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Verdade Sobre o Comissariado Geral Portuguez na Exposição Internacional do Rio de Janeiro


A. [ALFREDO] A. [AUGUSTO] LISBOA DE LIMA

Lisboa, Janeiro de 1924
[ed. Autor]
1.ª edição
22,4 cm x 14,3 cm
LXII págs. + 2 págs. + 5 folhas em extra-texto, uma das quais desdobrável + 160 págs.
subtítulo: Prólogo á Historia da Representação de Portugal na Exposição do Rio de Janeiro de 1922-1923
exemplar manuseado mas aceitável, pequenos defeitos na lombada; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Levy Marques da Costa
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

O tema versa os escândalos de corrupção e desvio de dinheiro destinado à presença de Portugal na exposição comemorativa do primeiro centenário da independência do Brasil. Acerca disto, era já muito crítica a imprensa monárquica logo em 1922, como por exemplo o ABC (n.º 113, Lisboa, 14 de Setembro, 1922) no artigo «Os Desastres da Exposição Portuguesa do Rio de Janeiro»:
«A queda da torre do pavilhão português na Exposição do Rio de Janeiro veiu trazer á clara luz da critica toda a série de desleixos imperdoaveis de foi constituida essa iniciativa que devia honrar Portugal aos olhos dos seus irmãos de além-mar.
[...] Do que foi o atrabiliário, o apressado, o balburdianto disse mais de que tudo o embarque dos objectos para o navio que os devia conduzir e que finalmente viu chegar cacos. Algumas das peças ficaram pelo cais da Alfandega em estilhas. [...]
Um dos delegados do comissariado da exposição do Rio de Janeiro é o antigo barbeiro do dr. Afonso Costa que muito se salientou em revolucionarismos da rua, e cuja paga recebeu agora com três libras em ouro por dia. [...]
Nenhum dos trabalhos da exposição estará pronto a tempo porque outras incompetências se estadearam no Rio a dirigirem os trabalhos. Daí a derrocada da torre do pavilhão, a maus alicerces, todo o vergonhoso espectaculo que demos nesse país tão prospero e onde os engenheiros e arquitectos portugueses lá residentes têem sempre honrado o nome da pátria.
O govêrno português no acaso da sua politica de favoritismo nomeou o engenheiro militar Ventura Malheiro Reymão que nunca fizera um trabalho notavel de engenharia nem demonstrara em conferências, artigos ou trabalhos a sua sapiência que as grans cruzes não proporcionam. [...]»
Ventura Reymão foi atempadamente substituído pelo vertente Lisboa de Lima, que, denunciando as irregularidades, os roubos e a incompetência do antecessor, irá ver-se envolvido num processo judicial, acusado de ter sido ele o responsável por gastos sumptuosos e de não acatar ordens no sentido de levar a cabo obra de mais modestas proporções. Vem, assim, defender-se o injuriado.

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A Tragédia Biológica da Mulher



A. W. NEMILOW
trad. Rodrigo Ferreira
capa de Roberto Nobre

Lisboa, s.d. [1943, seg. BNP]
Livraria Editora Guimarães & C.ª
3.ª edição
19 cm x 12,4 cm
152 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra escrita circa 1925, num contexto de formação “científica” da classe operária em ascensão na Rússia (pouco ou nada mesmo) soviética.

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Memórias de uma Máquina de Escrever



AUGUSTO JOSÉ TEIXEIRA LOPES
capa de Guerra

Lisboa, 1967
s.i. [ed. autor]
1.ª edição
21,2 cm x 15,2 cm
112 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve obra de ficção publicada para assinalar o centenário da máquina de escrever. É, curiosamente, redigida do ponto de vista da própria máquina, a «César», e aproveita o motivo para ir contando a história da sua invenção e as atribulações do seu funcionamento.

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Entre a Cortina e a Vidraça

ALEXANDRE O’NEILL

Lisboa, 1972
Editorial Estúdios Cor, S.A.R.L.
1.ª edição
18,9 cm x 20,5 cm (oblongo) + Ø 17,5 cm
72 págs. + 1 disco de vinyl (45 r.p.m.)
capa impressa a três cores e relevo seco
exemplar bem conservado; miolo irrepreensível; disco como novo
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poemas do centro urbano, e cosmopolita!, repassados de um agressivo sarcasmo muitas vezes – segundo a crítica encartada – alusivo ao grande Nicolau Tolentino. Esta é das fáceis; que O’Neill, ele mesmo, assiduamente compilou, ou antologiou, ou somente fez arrumação em livro, da obra do poeta setecentista. Mas O’Neill foi mais longe, como escritor que em primeira mão trouxe para Portugal, e a outros deu a ler, um exemplar da Histoire du Surréalisme de Maurice Nadeau. Leiamo-lo, «Pois*»... ao O’Neill:

«O respeitoso membro de azevedo e silva
nunca perpenetrou nas intenções de elisa
que eram as melhores. Assim tudo ficou
em balbúrdias de língua cabriolas de mão.

Assim tudo ficou até que não.

Azevedo e silva ao volante do míni
vê a elisa a ultrapassá-lo alguns anos depois
e pensa pensa com os seus travões
Ah cabra eram tão puras as minhas intenções.

E a elisa passa rindo dentadura aos clarões.»

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sexta-feira, outubro 18, 2019

Perfis Contemporaneos – Retratos, Biographias e Litteratura



dir. Jayme Victor, Ernesto Bartholomeu e Lorjó Tavares
Lisboa, s.d. [1895, seg. BNP]
vol. I (os 40 primeiros fascículos [de 66, seg. BNP] enc. 1 volume)
31 cm x 23,5 cm (álbum)
4 págs. + 162 págs. (num. cont.) + 41 folhas em extra-texto (retratos com as respectivas folhas de cristal protectoras) + 74 págs. em extra-texto («Realidades e Phantasias») + 3 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Revista illustrada – sae nos dias 1 e 16 de cada mez
profusamente ilustrado
requintada impressão a sanguínea e azul
encadernação editorial inteira em tela encerada luxuosamente gravada a ouro, negro e rosa na pasta anterior e na lombada, relevo seco na pasta posterior
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
170,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colecção de figuras da elite política e intelectual na época, aqui representadas pelos seus retratos, impressos em separado sobre papel couché, e biografias individuais redigidas a propósito.

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quinta-feira, outubro 17, 2019

Os Olhos do Amor



ANTÓNIO BOTTO
capa e ilust. Alfredo Moraes

Lisboa, s.d.
Empresa Literária Universal
[1.ª edição]
14,7 cm x 10,2 cm
48 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Raro livro infantil de António Botto, não consta da monografia-catálogo elaborada pela Biblioteca Nacional, António Botto – 1887-1959 (Luís Amaro [org.], Lisboa, 1999).

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