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quarta-feira, fevereiro 11, 2026

História da Filosofia

 

AUGUST MESSER
trad. Adolfo Casais Monteiro

Lisboa, 1946
Editorial Inquérito Limitada
1.ª edição
254 mm x 192 mm
824 págs. + 57 folhas em extra-texto (algumas das quais impressas frente e verso)
profusamente ilustrado
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior a na lombada, relevo seco em ambas as pastas, folhas-de-guarda em papel marmoreado, corte das folhas carminado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

domingo, fevereiro 23, 2025

O Pintor da Vida Moderna


CHARLES BAUDELAIRE
trad. e nota preliminar de Adolfo Casais Monteiro


Lisboa, 1941
Editorial «Inquérito», Ld.ª
[1.ª edição]
186 m x 123 mm
80 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

O próprio tradutor julga tratar-se do primeiro ensaio do poeta parisiense vertido para português. Seguramente é um conjunto de reflexões importantes acerca até de aspectos das artes plásticas hoje arrumados na sociologia da vida quotidiana e do estilismo, como o «Elogio da Maquilhagem» ou essa caracterização de «O Dândi», que muitos por cá desejaram ter sido mas não passaram da cepa torta do marialvismo fadista.

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sábado, fevereiro 15, 2025

Mundo Literário – Semanário de Crítica e Informação Literária, Científica e Artística


Lisboa, 11 de Maio de 1946 a 3 de Maio de 1947 (52 números); 1 de Maio de 1948 (último número)
dir. Jaime Cortesão Casimiro e Adolfo Casais Monteiro
ed. Luís de Sousa Rebelo
propriedade da Editorial Confluência, Lda.
53 números (colecção completa)
305 mm x 212 mm (estojo)
51 x 16 págs. + 2 x 20 págs.
profusamente ilustrados, texto distribuído por três colunas
acabamento com um ponto em arame
exemplares estimados; miolo limpo
apresentam-se na forma original de comercialização *, fascículos soltos acondicionados num elegante estojo de confecção manual recente
350,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revista literária a que a censura salazarista pôs termo. Passou-se assim, tal como evoca Jaime Cortesão Casimiro (ver Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX – 1941-1974, vol. II, 1.º tomo, Grifo, Lisboa, 1999):
«[...] A escolha dos colaboradores norteava-se por um critério obviamente não declarado, mas que não era difícil de inferir: o de não apoiarem ou colaborarem com o Estado Novo, tendo a maioria deles subscrito as famigeradas listas do MUD contra o Governo.
Não faltaram problemas com a Censura, que me cabia contactar nessas situações e, para evitar uma primeira suspensão, fomos forçados por ela a “Declaração” publicada no n.° 6.
A colaboração era remunerada e, em Maio de 1947, as dificuldades financeiras e dívidas acumuladas impuseram a suspensão, que anunciámos no n.° 52, de 3 de Maio de 1947. Consegui, ao fim de quase um ano, o apoio da Editorial Cosmos, gerida por Manuel Rodrigues de Oliveira, após contacto com o Prof. Bento de Jesus Caraça, e o n.° 53 surgiu em 1 de Maio de 1948, no qual se assinalava que Casais Monteiro abandonara o Corpo Directivo, continuando a dar-nos a sua colaboração. Foi o pretexto para a Censura decidir acabar com o semanário, invocando o que considerava uma intolerável guinada para a esquerda e denunciando em especial a sua falta de confiança no novo corpo directivo e na reportagem “Alfambras, Terras Perdidas” de Maia de Jesus [acerca da miséria da população algarvia]. Desde então, a Censura recusava-se a devolver, visadas ou cortadas, as provas dos textos a publicar. E quando insistíamos por carta para saber as razões da sua atitude, era-nos respondido apenas que confirmavam o que sobre o assunto haviam dito ao director Jaime Casimiro.
Ainda cheguei a procurar António Ferro que me remeteu para Luís Forjaz Trigueiros, salvo erro ao tempo Director do Diário Popular. Ao contactar este último, tornou-se claro que se pretendia tutelar por este meio o Mundo Literário. Desistimos então. [...]»

* Os exemplares que chegaram até nós assim preservados não devem ser aparados, cosidos ou encadernados, dada a importância do seu testemunho físico, enquanto peças para a história das artes tipográficas e editoriais; a sua conservação dentro de estojos, de que o vertente exemplar constitui modelo, é a mais correcta.

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domingo, março 24, 2024

Europa

 

ADOLFO CASAIS MONTEIRO
capa e ilust. António Dacosta

s.l. [Lisboa], 1946
Editorial Confluência
1.ª edição
251 mm x 176 mm
44 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 138 de uma tiragem de apenas 200 exemplares
VALORIZADO PELO AUTÓGRAFO DO ESCRITOR

80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma Europa que o poeta via renascer das cinzas da guerra, num poema à mole humana estropiada, poema de feroz denúncia daquilo em que o nazismo havia transformado a mente e a vida quotidiana dos homens, denúncia daquilo em que se transforma a civilização quando deixamos o ódio apoderar-se do poder.

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terça-feira, agosto 15, 2023

Europa


ADOLFO CASAIS MONTEIRO
capa e ilust. António Dacosta

Lisboa, 1946
Editorial Confluência
1.ª edição
248 mm x 177 mm
40 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Simples Canções da Terra seguidas de uma Ode a Gomes Leal

 

ADOLFO CASAIS MONTEIRO

Porto, 1948
Cadernos das Nove Musas sob o Signo de «Portvcale» (separata)
1.ª edição
222 mm x 154 mm
32 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, folhas ligeiramente manchadas no bordo superior
assinatura de posse no ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, novembro 14, 2022

Quando os Lobos Julgam a Justiça Uiva

 

[HELIODORO CALDEIRA, advogado constituído]
pref. Adolfo Casais Monteiro


São Paulo, s.d.
Editora Liberdade e Cultura
1.ª edição
155 mm x 114 mm
112 págs.
subtítulo: Texto integral da acusação e defesa no processo de Aquilino Ribeiro
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do texto do advogado de defesa de Aquilino Ribeiro no processo contra si movido pelo Estado Novo, às ordens de Salazar, no sentido de dar seguimento à apreensão policial do livro Quando os Lobos Uivam. A Biblioteca Nacional de Lisboa fez reproduzir, na monografia Aquilino Ribeiro, 1885-1963 (Lisboa, 1985), cópia do mandado de captura do escritor emitido pelo Tribunal da Comarca de Lisboa.

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quinta-feira, novembro 19, 2020

Poesia

 

FERNANDO PESSOA
org. e pref. Adolfo Casais Monteiro


Lisboa, s.d.
Editorial Confluência
s.i. [1.ª edição]
98 págs.
subtítulo: Segundo volume – Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos
exemplar estimado; miolo limpo
é o n.º 90 de uma tiragem especial de apenas 100 exemplares
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, fevereiro 07, 2020

Manuel Bandeira


ADOLFO CASAIS MONTEIRO

Lisboa, 1943
Editorial «Inquérito», Limitada
1.ª edição
191 mm x 122 mm
96 págs.
subtítulo: Estudo da Sua Obra Poética, seguido de uma Antologia [aliás: Estudo sôbre a sua poesia, seguido de uma Antologia]
exemplar estimado, discreto restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, agosto 01, 2017

Paradoxo Sôbre o Actor


[DENIS] DIDEROT
trad. Adolfo Casais Monteiro
capa de Fred Kradolfer

Lisboa, 1941
Editorial «Inquérito», L.da
1.ª edição
18,5 cm x 12,4 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ensaio acerca das artes de palco publicado postumamente, o paradoxo exposto por Denis Diderot (1713-1784) consiste no seguinte: quanto menos o actor sente, melhor faz os outros sentir a sua interpretação.

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quinta-feira, janeiro 15, 2015

Uma Noite de Chuva


RIBEIRO COUTO
pref. Adolfo Casais Monteiro
capa de Paulo Ferreira
ilust. António Dacosta

Lisboa, 1944
Editorial «Inquérito», L.da
1.ª edição
19,1 cm x 12,5 cm
272 págs. + 11 folhas em extra-texto
subtítulo: E Outros Contos
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
é o n.º 95 da tiragem especial sobre papel vergé assinada pelo autor
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, dezembro 26, 2014

Estudos Sôbre a Poesia de Fernando Pessoa



ADOLFO CASAIS MONTEIRO
capa de Fernando Gerardò

Rio de Janeiro, 1958
Livraria Agir Editôra
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
260 págs.
exemplar estimado, com pequena falha de papel na contracapa; miolo limpo, parcialmente por abrir
datação e assinatura de posse do historiador de arte Mário Chicó
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, fevereiro 11, 2013

Sôbre o Romance Contemporâneo



ADOLFO CASAIS MONTEIRO
[capa de Fred Kradolfer]

Lisboa, 1940
Editorial “Inquérito”, Ld.ª
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998):
«[...] Como ensaísta, se, por um lado, os seus textos foram importante e oportuno alimento informativo e formativo numa época marcante para o meio cultural português, [...] traziam, por outro, uma renovada e assumida resposta às inquietações das camadas intelectuais então nascentes. [...]»

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O Romance e os Seus Problemas



ADOLFO CASAIS MONTEIRO

Lisboa / Rio de Janeiro, 1950
Livraria-Editôra da Casa do Estudante do Brasil
1.ª edição
19,4 cm x 13,8 cm
328 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Revendo, ordenando e recompondo ensaios, artigos e notas de critica escritos quase todos ao sabor da ocasião, entre 1928 e 1949, terá apenas a unidade que lhe possa conferir certo número de ideias que por força afloram constantemente. [...]» (do prefácio). E assim, depois de nos pôr a par das grandes generalidades que norteiam o seu pensamento ensaístico e de o aplicar na reflexão acerca de obras dalguns escritores universais de referência, como Tolstoi, Dostoievski, Tchekov, Proust, D. H. Lawrence ou Aldous Huxley, é a vez de juntar a essa lista contemporâneos brasileiros e portugueses, cujos livros lidos se tornam para nós mais claros de situar no tempo e no modo: Lins do Rego, Jorge Amado, Ciro dos Anjos, Régio, Rodrigues Miguéis, Torga, Branquinho da Fonseca, Almada, Redol, Carlos de Oliveira, Manuel da Fonseca, Castro Soromenho, Soeiro Pereira Gomes, e outros.

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