quarta-feira, outubro 13, 2021

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


De Como Portugal Foi Chamado á Guerra

 

ANA DE CASTRO OSÓRIO

Lisboa, 1919
Para as Crianças
2.ª edição
212 mm x 134 mm
4 págs. + 100 págs.
subtítulo: História para crianças – Recomendado para leituras civicas pelo Ministerio da Instrução
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Palavras Claras – Razões da Intervenção Militar de Portugal na Guerra Europeia

 

REPUBLICA PORTUGUESA

Lisboa, 1917
Imprensa Nacional
1.ª edição
220 mm x 136 mm
28 págs.
subtítulo: Relatório publicado no «Diário do Govêrno» n.º 9, 1.ª série de 17 de Janeiro de 1917
acabamento com dois pontos em arame
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
desvanecida assinatura de posse no canto superior direito da capa
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Depois da Guerra – Portugal e o Tratado de Paz




[JOÃO LOPES] CARNEIRO DE MOURA

Lisboa, 1918 [aliás, 1919]
Imprensa Nacional
1.ª edição
23,8 cm x 18,3 cm
272 págs.
exemplar estimado, com a capa empoeirada; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra importante para o Direito Internacional, e cuja autoria – Carneiro de Moura foi um advogado que exerceu cargos de chefia no Ministério do Interior até 1927 – nos garante a idoneidade de quem nos legou, entre outras obras, O Século XIX em Portugal – História Política, Literária, Económica, Artística e Militar dos Últimos Cem Anos, ou, outro exemplo, A Mulher e a Civilização – Estudo Histórico, Económico e Jurídico da Evolução Paralela dos Sexos, ou, ainda, A Administração Colonial Portuguesa, ou Direito Industrial Português Sistematizado, etc., etc.

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A Nova Sodoma

 

EDUARDO DE ALMEIDA SALDANHA

Lisboa, 1932
Comp. e Imp. na Tipografia Ingleza, Ltd. [ed. autor]
1.ª edição
245 mm x 158 mm
48 págs.
exemplar estimado, capa um pouco suja; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Exemplo de uma época propícia a falar-se (e, sobretudo, escrever-se) sem papas na língua, sem cobardias postas a salvo na fossa do “politicamente correcto”. Do capítulo de abertura, intitulado «A mentira e a verdade na Administração Colonial»:
«Na carta que no meado de Abril escrevi ao Ministro das Colónias [Armindo Monteiro], publicada na nota às páginas 29-32 do opúsculo – A Obra da Ditadura Militar – enunciei estas modalidades patológicas da política colonial: a de poeira; a de paleio; e a de exibicionismo. A sua recente visita a Angola e a Moçambique justifica que lhes acrescente a de… intrujice.
É esta a mais nociva de todas, porque “a verdade não faz no mundo tanto bem como mal as suas aparências”: “é mais fácil acautelar-nos de um ladrão, do que de um mentiroso”.
[…] Mas não obedecem a altos objectivos as mentiras que vem sendo forjadas com relação às Colónias: pelo contrário, há que tomá-las como verdadeiros crimes – e crimes de alta traição […].» Etc., etc., etc. E as «mentiras» giram à volta da acção perniciosa da Grã Bretanha em Moçambique.

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Desafronta

 

MANUEL JOAQUIM CANÉLAS JUNIOR
pref. Jorge Monteiro


Lisboa, 1945
Edição do Autor
1.ª edição
185 mm x 135 mm
232 págs.
subtítulo: Coisas do boxe português sucedidas com a equipa de Moçambique
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bandeira Nacional


[COLUMBANO, direcção gráfica]

Lisboa, 1910 [aliás, 1911]
Imprensa Nacional
1.ª edição
234 mm x 183 mm
34 págs. (não numeradas)
subtítulo: Modelo approvado pelo Governo (Provisorio) da Republica Portuguesa
exemplar estimado, capa marcada pela exposição à luz; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da memória descritiva da bandeira instituída pela República triunfante, assinalando o corte radical e inequívoco com o regime que lhe era anterior.

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Colectânea Jornalística


AFONSO SERRA

Lisboa, 1965
s.i. [ed. Autor ?]
[1.ª edição]
19 cm x 14,1 cm
200 págs.
exemplar como novo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de vinte e cinco anos de colaboração jornalística com o reaccionaríssimo jornal católico Novidades, que o padre Moreira das Neves ainda elogiava, no fim do século passado, nos seguintes termos:
«[...] Recorde-se que as Novidades e a Rádio Renascença foram sempre inteiramente solidárias, como órgãos de comunicação social irmanados e comprometidos na mesma causa: a de alargar e revitalizar no mundo moderno o reino de Cristo, servindo, n’Ele e por Ele, o homem em todos os seus projectos e em todas as suas aspirações. Das Novidades saiu Monsenhor Lopes da Cruz para pôr de pé, com a sua vontade heróica, a Emissora Católica Portuguesa, de que José Maria de Almeida foi entusiástico e generoso colaborador.
Quem sabe se da Rádio Renascença sairá, um dia, o pulso dinamizador do novo diário católico que Portugal espera?» (José Maria de Almeida, Subsídios para a História do Jornal “Novidades”, Rádio Renascença, Lisboa, 1989)

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Sehura

 

RODRIGUES JÚNIOR

Lisboa, 1944
s.i. [ed. autor]
1.ª edição
192 mm x 134 mm
224 págs.
subtítulo: Romance Moçambicano
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, outubro 12, 2021

Lettre aux Américains

 

JEAN COCTEAU

Paris, «15 Mars 1949»
Librairie Bernard Grasset
1.ª edição
texto em francês
172 mm x 112 mm
108 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto de Jean Cocteau (1889-1963) redigido durante a noite de 12 para 13 de Janeiro de 1949, no avião, no regresso de Nova Iorque, onde estivera a apresentar o seu livro L’Aigle à Deux Têtes. Uma breve passagem das suas reflexões:
«Américains, [...] Il vous faudra ne plus envisager l’art comme une distraction, mais comme un sacerdoce».

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Les Fleurs du Mal


CHARLES BAUDELAIRE

Paris, 1963
Aux Quais de Paris
s.i.
texto em francês
193 mm x 125 mm
224 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Por um lado, Baudelaire ter-se-á descoberto a si próprio como poeta “maldito” enquanto vertia para francês Edgar Allan Poe. Mas a sua “maldição” radicava no seu envolvimento solidário nas barricadas revoltosas de 1848, na sua crença feroz na divisa Tudo pelo povo, tudo para o povo; e depois, após a derrota popular, na sua devoção à aristocracia. Porque, disse ele algures: «Je comprends qu’on déserte une cause pour savoir ce qu’on éprouve à en servir une autre.» De certo modo, o ódio que, na época, a França votou aos seus versos, perseguindo-o, fazendo dele – pela negativa – o inovador solitário por excelência da poética corrente, está na raiz do movimento simbolista ateado por Verlaine, Mallarmé, Rimbaud, Lautréamont.

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O Reino da Estupidez, I e II



JORGE DE SENA

Lisboa, 1979 e 1978
Livraria Morais Editora
2.ª edição (aumentada) e 1.ª edição
2 volumes (completo)
200 mm x 141 mm
240 págs. + 200 págs.
exemplares estimados, pequenos restauros nos topos das lombadas; miolo limpo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Não muitas vezes os poetas arvoram-se também em acusadores do que os rodeia socorrendo-se de modalidades literárias que não deixam grande margem para a alusão, a metáfora ou dizeres elípticos. E terra a terra – nem escondendo até a brutalidade da sua irritação – nos trata Sena nestas suas colectâneas de artigos que andavam dispersos por publicações periódicas.

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O Doge


ALEXIS-CHRISTIAN VON RÄTSELHAFT UND GRIBSKOV, arquiduque
trad. de M. S. Lourenço

Lisboa, 1962
Livraria Morais Editora
1.ª edição
198 mm x 128 mm
100 págs.
capa impressa a duas cores e relevo seco
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Veneza, a Sereníssima, na época de Carlos V, é aqui evocada num breve relâmpago de prosa poética, que o filósofo e poeta M. S. Lourenço – disfarçado sob a capa do dito arquiduque –, neste seu segundo livro, utiliza como suporte cénico renascentista para uma intriga de amor libertino.

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Pássaro Paradípsico


MANUEL LOURENÇO [ou M. S. Lourenço]
capa e ilustr. Mário Cesariny

Lisboa, 1979
Editora Perspectivas & Realidades, Artes Gráficas, Lda.
1.ª edição
234 mm x 155 mm
172 págs. (inclui 3 cromos colados respectivamente nas págs. 9, 75 e 123)
ilustrado
exemplar muito estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; com resíduos de antiga fita-gomada no verso da cartolina das capa e contracapa; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto surrealizante, cujas ilustrações de Mário Cesariny só confirmam, embora Manuel Lourenço – já então com obra poética e filosófica firmada – nunca antes haja saído de uma escrita conceptual em tudo avessa ao acaso onírico.

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Dicionário Crítico de Algumas Ideias e Palavras Correntes


ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA

Lisboa, 1960
Publicações Europa-América
1.ª edição
190 mm x 127 mm
216 págs.
exemplar como novo, quase integralmente por abrir, sem sinais de quebras na lombada
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de imediato proibido e apreendido pela polícia do governo da ditadura [ver Livros Proibidos no Estado Novo, Assembleia da República, Lisboa 2005], dada a contundência das suas observações acerca das matérias tidas por tabu nesse século passado... Muitas delas ainda hoje se manterão sob idêntica ou renovada reserva, a saber, por exemplo, o «Laicismo
[...] Importa entendermo-nos sobre esta expressão “laico” e derivadas. “Laico” não quer dizer “ateu”. Há Estados e até religiões ateias. Mas não é esse o caso dois numerosos Estados que seguiram nas relações com o culto o paradigma do Estado francês pós-revolucionário. “Estado laico” é aquele que considera como assunto privado o culto e as opiniões religiosas dos cidadãos. Melhor do que “ateu”, a palavra “tolerante” caracteriza a expressão “laico” quando referida a Estado. Mas, na medida em que estabelece a igualdade dos cidadãos perante a lei, destrói os privilégios feudais, centraliza e unifica a autoridade, o novo Estado torna impossível a dualidade de poderes. Dentro do Estado laico, a Igreja deixa de ser um poder, uma entidade com jurisdição, autoridade pública, direito a cobrar impostos, etc. Deixa de haver dualismo, não porque o poder civil absorvesse o poder eclesiástico, mas porque deixou de haver poder eclesiástico, porque as questões religiosas passaram a ser assunto privado, porque existe uma única jurisdição aplicável a todos os cidadãos.
Em resultado desta evolução, resumidamente exposta, o Estado laico, isto é, o Estado que reconhece por igual a cada um dos cidadãos o direito a praticar o seu culto, sem reconhecer a qualquer deles privilégios particulares, tornou-se, durante o século passado e o presente, uma das feições mais características da chamada “civilização ocidental”. [...]»

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História da Enfermagem

 

JEAN McKINLAY CALDER
et alii
trad. anónima
ilust. Roy Spencer (no texto), Nuno Tavares (capa e folhas-de-guarda)


Porto, 1960
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
182 mm x 124 mm
180 págs.
cartonagem editorial
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
carimbos de posse no frontispício e na última página
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Poesias




A. [ALEXANDRE] HERCULANO

Lisboa, 1850
Em Casa da Viuva Bertrand e Filhos
1.ª edição (obra reunida)
157 mm x 113 mm
4 págs. + 328 págs.
encadernação antiga, meia-francesa em pele e papel de fantasia, cantos em pele, remates com filete em ouro e gravação na lombada com vinhetas ao estilo romântico
pouco aparado e carminado à cabeça
sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo e fresco, apresentando dois marcadores a tinta na pág. 143
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne o volume obras poéticas várias do historiador, tais como A Harpa do Crente e, na vária, «A Perda d’Azilla», «Tristezas do Desterro», «O Mosteiro Deserto», ou «A Volta do Proscripto». Elogiando-lhe o estilo, dizem-nos António José Saraiva e Óscar Lopes na sua História da Literatura Portuguesa (Porto Editora, 15.ª ed., Porto, 1989):
«[...] Desde as primeiras produções conhecidas, a poesia de Herculano insere-se em pleno ambiente romântico. A mais antiga composição, Semana Santa, procura erguer-se a uma solenidade de profeta bíblico visionando a catástrofe para os tiranos e as turbas envilecidas, e exaltando a identificação dos ideais cristãos e dos liberais [...].
Herculano nunca se afastou do tipo de poesia definido na sua mais antiga composição conhecida: uma meditação a propósito de uma paisagem, de um facto, de um monumento ou de ruínas como a da Cruz Mutilada; reflexões muito explícitas sobre a morte, sobre Deus, sobre a liberdade, sobre o contraste entre a transitoriedade humana e o infinito que a transcende. Estas meditações têm por testemunha uma paisagem, que infunde o sentimento da infinidade e da solidão [...]»

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A Filha do Doutor Negro

 

CAMILLO CASTELLO BRANCO

Lisboa, s.d. [1870*]
Livrarias de Campos Junior – Editor
2.ª edição («revista e correcta pelo author»)
201 mm x 134 mm
4 págs. + 252 págs.
encadernação inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

* Data provável, atribuída por Manuel dos Santos na Revista Bibliografica Camiliana (Livraria Manoel dos Santos, Lisboa 1917).

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La Liberté


BAKOUNINE
pref. e notas de François Munoz

Paris, 1965
Jean-Jacques Pauvert éditeur
1.ª edição
texto em francês
180 mm x 90 mm
336 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

O anti-autoritário russo Mikhail Bakunine, que viveu entre 1814 e 1876, é, acima de tudo, conhecido pelo papel que desempenhou no seio da Associação Internacional dos Trabalhadores (dita I Internacional). Sobretudo, é muito citada, quer por marxistas quer por anarquistas, a sua ruptura ideológica com Karl Marx, culminando na cisão da Internacional em duas tendências. Deve-se isso ao facto de o mundo das lutas operárias, de então para cá, nunca mais ter deixado de carburar a dois tempos, cabendo o tempo morto dos adiamentos reformistas aos partidários de Marx…

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Mickey Mouse’s Picnic

 

JANE WERNER
ilust. Walt Disney Studio


Nova Iorque, 1950
Simon and Schuster
[1.ª edição]
texto em inglês
202 mm x 169 mm
28 págs.
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial, capa impressa no verso
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no verso da capa
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Pluto Héros de la Mer

 

[ANÓNIMO (Walt Disney)]

Paris, 1953
Les Albums Roses [Hachette]
1.ª edição
texto em francês
197 mm x 165 mm
28 págs.
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, outubro 11, 2021

Almanaque

 





Lisboa, Outubro de 1959 a Maio de 1961
dir. J. A. de Figueiredo Magalhães
propriedade da Sociedade Comercial Abel Pereira da Fonseca / Editora Ulisseia
18 números (completo)
253 mm x 173 mm
[176 págs. + 32 págs.] + [178 págs. + 30 págs.] + [194 págs. + 30 págs. + 1 bilhete-postal em extra-texto] + [194 págs. + 14 págs.] + [178 págs. + 14 págs.] + [166 págs. + 30 págs. + 1 desdobrável (grande formato) em encarte] + [176 págs. + 16 págs.] + [186 págs. + 14 págs. + 1 desdobrável (grande formato) em extra-texto] + [170 págs. + 14 págs. + 1 tríptico em extra-texto] + [178 págs. + 14 págs.] + [162 págs. + 30 págs.] + [152 págs. + 32 págs.] + [154 págs. + 54 págs.] + [156 págs. + 78 págs.] + [184 págs. + 1 folha em extra-texto + 1 desdobrável em encarte] + [128 págs. + 1 marcador em extra-texto (ficha técnica)] + [134 págs. + 1 marcador em extra-texto (ficha técnica) + 16 págs. (separata)] + [192 págs. + 1 marcador em extra-texto (ficha técnica)]
profusamente ilustrado
impresso a negro e a cor
exemplares como novos, excepto o último; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
370,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1941-1974) de Daniel Pires (vol. II, 1.º tomo, Grifo, Lisboa, 1999):
Revista «[...] dinamizada por José Cardoso Pires e, eventualmente, por Luís de Sttau Monteiro [...]. O conselho de redacção era constituído por aqueles dois escritores e por José Cutileiro, Baptista-Bastos, Augusto Abelaira e Alexandre O’Neill, cabendo a orientação gráfica a Sebastião Rodrigues, coadjuvado, mais tarde, por João Abel Manta. As capas [couberam] maioritariamente a Sebastião Rodrigues. Contou com Pilo da Silva como redactor-paginador, com as fotografias de Armando Rosário, Eduardo Gageiro, Mário Novais, João Martins e João Cutileiro[,] e ainda com os desenhos de João Abel Manta, Câmara Leme e de Pilo da Silva [mas também o surrealista João Rodrigues]. [...]
José Cardoso Pires, na biografia redigida por Liberto Cruz, evoca esta publicação do seguinte modo: “O programa era simples: ridicularizar os provincianismos culturais, cosmopolitizados ou não, sacudir os bonzos contentes e demonstrar que a austeridade é a capa do medo e da ausência de imaginação.” [...]
Vasco Pulido Valente, por sua vez, assinala: “Assim que abriu, o Almanaque, estrategicamente situado na Rua da Misericórdia, passou a ser uma espécie de clube, onde as pessoas iam de manhã diluir o álcool da véspera e combinar almoços e, no fim da tarde, se encontravam como num café, para pôr em dia os boatos e as conspirações correntes. (...)”
Apresentava o eclectismo inerente a um verdadeiro almanaque: efemérides, actualidades (amplamente ilustradas), divulgação científica, política, caça, pesca, literatura (conto, poesia), pintura, cinema, divulgação da realidade de outros países, astrologia, quirologia, caracteriologia, passatempos, paciências, palavras cruzadas, testes, anedotas, canasta, etc. [...]
O universalismo que reflectia, num país que tinha muito de claustrofóbico, foi amplamente reforçado com as reportagens mensais sobre países e povos exóticos, com maneiras distintas de estar no mundo [...]. O dar a conhecer o que se passava além-fronteiras, numa época em que a televisão em Portugal era incipiente, foi também a pedra de toque [...].
A revista constituiu uma radiografia rigorosa dos acontecimentos que marcaram uma época. [...]»
A lista completa dos sucessivos colaboradores, quer da vertente revista quer da casa editora Ulisseia, é absolutamente impressionante, sendo que a cultura ficou a dever, na época, à firma Abel Pereira da Fonseca, a excelência exemplar da aplicação de dinheiro dos lucros de uma actividade merceeira. Hoje em dia, um comerciante ou um industrial de sucesso mais facilmente financia os partidos políticos...

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Pecado

 

PEDRO HOMEM DE MELLO
pref. José Régio

Lisboa, 1942
Edições Gama
1.ª edição
177 mm x 127 mm
128 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinaturas de posse no ante-rosto e no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cantigas de Mal-Dizer

 

SILVA TAVARES
capa de Maria Leonor


Lisboa, 1942
Parceria A. M. Pereira
1.ª edição
146 mm x 110 mm
112 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, outubro 07, 2021

A Princeza Muda

 

ANA DE CASTRO OSORIO, texto
LEAL DA CAMARA, ilust.


Lisboa, s.d. [1921, seg. BNP]
Casa Editora “Para as Crianças”
1.ª edição
239 mm x 162 mm
20 págs.
profusamente ilustrado com desenhos elegantemente aguarelados
exemplar muito manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinaturas de posse nas págs. 1 e 2, pequenas estampas coloridas coladas na pág. 2
PEÇA DE COLECÇÃO
110,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Dez Anõesinhos da Tia Verde-Agua

 

ANA DE CASTRO OSORIO, texto
LEAL DA CAMARA, ilust.


Lisboa, s.d. [1906, seg. BNP]
[Casa Editora] “Para as Crianças”
1.ª edição
253 mm x 165 mm
20 págs.
profusamente ilustrado com desenhos elegantemente aguarelados
capa impressa a uma cor directa sobre papel grosseiro com gravura polícroma colada
exemplar muito manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinaturas de posse nas págs. 1 e 2, pequenas estampas coloridas coladas na pág. 2
PEÇA DE COLECÇÃO
110,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Zézito dos Jornais

 

GABRIEL FERRÃO, texto e ilust.

Lisboa, s.d. [circa 1955]
Agência Portuguesa de Revistas
[1.ª edição]
240 mm x 173 mm
8 págs.
ilustrado a cor
corte das folhas recortado à cabeça, cantos inferiores redondos
acabamento com dois pontos em arame substituído por linha
exemplar muito manuseado mas aceitável; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante historinha do ponto de vista pedagógico, na medida em que, para além das múltiplas referências a Lisboa e à imprensa periódica, difunde os princípios miserabilistas do Estado Novo: “pobrete mas alegrete”, e o triunfo da “minha alegre casinha”.

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Era uma Vez um Pintaínho Toleirão

 

GABRIEL FERRÃO, texto e ilust.

Lisboa, s.d. [circa 1955]
Agência Portuguesa de Revistas
[1.ª edição]
247 mm x 181 mm
8 págs.
ilustrado a cor
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito manuseado mas aceitável; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Fantoches do Garatuja

 

ILDA CORRÊA LEITE, texto
FERNANDO BENTO, ilust.


Lisboa, 1953
Livraria Bertrand
1.ª edição
220 mm x 161 mm
20 págs. + 4 folhas de cartolina recortáveis
profusamente ilustrado a negro e a cor
cartonagem editorial com lombada em tela encerada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sola Sapato Rei Rainha

 

ADOLFO SIMÕES MÜLLER
ilust. José de Lemos


Lisboa, 1982
Editorial Verbo
1.ª edição
210 mm x 147 mm
96 págs.
subtítulo: […] e outros contos em que há sempre uma pedra no sapato
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
carimbo de posse da Escola Preparatória de Colares
é o n.º 8 da Colecção Picapau
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Príncipe Que Guardava Ovelhas

 

LUÍSA DACOSTA
ilust. Jorge Pinheiro
grafismo de Armando Alves


Porto, 1971
Livraria Figueirinhas
1.ª edição
215 mm x 155 mm
28 págs.
profusamente ilustrado a cor
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
inclui a cinta editorial alusiva ao prémio do International Board on Books for Young People
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, outubro 06, 2021

Sobre as Horas


FERNANDO ECHEVARRIA
[capa de Escada]

Lisboa, 1963
Livraria Morais Editora
1.ª edição
19,9 cm x 15,5 cm
56 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, outubro 04, 2021

Alguns Problemas Sociológico-Missionários da África Negra


A.[NTÓNIO] DA SILVA REGO

Lisboa, 1960
Junta de Investigações do Ultramar
1.ª edição
25,7 cm x 19,4 cm
140 págs.
impresso sobre papel avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Os problemas da presença do homem branco cristão numa África sob aliciação de todos os quadrantes – religiosos, políticos, sexuais, mercantis, braçais, etc. –, relato de que o chefe da missão para o estudo da presença missionária colonial conclui:
«[...] tarefa a que a Igreja está habituada é a de vivificar culturas, a de elevar civilizações, a de conduzir povos.
A Igreja espera a sua hora – em África.»


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Memórias de um Caçador de Elefantes

 

JOÃO TEIXEIRA DE VASCONCELOS
pref. Raul Brandão

Porto, 1924
Edição de Maranus
1.ª edição
190 mm x 125 mm
192 págs.
subtítulo: Com 32 fotogravuras
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma obra rara de João Teixeira de Vasconcelos (1882-1965), irmão de Teixeira de Pascoais, e simpaticamente prefaciada por Raul Brandão.

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Miscelânea Radiofónica

 

JOSÉ DE OLIVEIRA COSME
capa de Zeco

Sintra, 1939
Edição de: Sintra Gráfica, de A. Medina Júnior
1.ª edição
214 mm x 158 mm
200 págs.
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui – entre versos para canções, anedotas, etc. – os diálogos humorísticos do popular menino Tonecas, e a correspondência do «Siô Pirêra» com o compadre Serafim.

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A Vida Sexual



EGAS-MONIZ

Lisboa, 1929
Livraria Editora Casa Ventura Abrantes
8.ª edição («revista e aumentada»)
223 mm x 143 mm
XXXVI págs. + 580 págs.
subtítulo: Fisiologia e patologia
ilustrado
modesta encadernação de amador em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra proibida durante o regime salazarista.

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Sonetos



FLORBELA ESPANCA

Porto, 1968
Livraria Tavares Martins
12.ª edição
220 mm x 157 mm
192 págs. + 9 folhas em extra-texto (uma das quais desdobrável em papel azul reproduzindo a Certidão de baptismo de Flor Bella)
profusamente ilustrado, folha de rosto impressa a duas cores
luxuosa encadernação inteira em pele gravada a ouro nas pastas e na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas e a lombada de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
rubrica de posse no ante-rosto
autenticado pela representante dos herdeiros da autora, Henriqueta da Conceição Almeida Leitão
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui o Livro de Mágoas, o Livro de Soror Saudade e Charneca em Flor, daquela que afirmou abertamente «Sou pagã e anarquista, como não poderia deixar de ser uma pantera que se preza...». É um dos pontos altos da escrita portuguesa no feminino.

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domingo, outubro 03, 2021

Cada Pessoa Traz em Si uma Vida


MARIA NATÁLIA DUARTE SILVA TEOTÓNIO PEREIRA
org. e ed. Nuno Teotónio Pereira

Porto, 1973
Afrontamento
1.ª edição
204 mm x 114 mm
208 págs.
subtítulo: Escritos e poemas de Maria Natália Duarte Silva Teotónio Pereira e de alguns amigos sobre a sua vida e a sua morte
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reconhecida militante católica antifascista, Maria Natália Duarte Silva Teotónio Pereira (1930-1971), companheira do arquitecto Nuno Teotónio Pereira (1922-2016), tem neste breve volume a justa homenagem biográfica, política e literária.

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O Dia dos Prodígios


LÍDIA JORGE

Mem Martins, s.d. [1980]
Publicações Europa-América
1.ª edição
209 mm x 140 mm
176 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Primeira obra da escritora, este romance valeu-lhe o Prémio Ricardo Malheiros, da Academia das Ciências de Lisboa. «[...] Esta sua primeira obra publicada deve um impulso à revolução de Abril de 1974. O Dia dos Prodígios constrói-se como uma alegoria do país fechado e parado que Portugal era sob a ditadura, permanentemente à espera de uma força que o transformasse. O romance teve grande impacto junto do público e da crítica e Lídia Jorge foi de imediato saudada como uma das mais importantes revelações das letras portuguesas e uma renovadora do nosso imaginário romanesco. [...]» (Fonte: página electrónica da Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.)

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