domingo, abril 18, 2021

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


O Clube dos Sete Anões


BRANCO & BARRETO [FRANCISCO A. BRANCO; MASCARENHAS BARRETO]

Lisboa, 1957
Editorial Minerva
1.ª edição
161 mm x 108 mm
224 págs.
subtítulo: Giroflé-giroflá
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um clássico do romance policial português, em parte publicado em folhetins no Diário Ilustrado.

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Os Melhores Contos de […]

 

JOÃO DE ARAÚJO CORREIA
org. e pref. Guedes de Amorim
capa de Victor Palla


Lisboa, 1960
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição (reunida)
210 mm x 143 mm
212 págs.
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Mais Belas Histórias de Amor

 

aa.vv.
org. e trad. Maria Judite de Carvalho
pref. Fernanda Botelho

ilust. Maria Helena Mattos

Lisboa, 1960
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
211 mm x 144 mm
200 págs. + 14 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui contos de Boccaccio, Alphonse Daudet, Machado de Assis, Guy de Maupassant, Anton Tchekhov, Fialho d’Almeida, Jens Peter Jacobsen, Rainer Maria Rilke, Katherine Mansfield, Miguel Unamuno, Erskine Caldwell, Aldous Huxley, Vasco Pratolini e Lygia Fagundes Telles.

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O Amor e o Tempo

 

AUGUSTO DE CASTRO

Lisboa, 1955
Editorial Noticias – Empresa Nacional de Publicidade
2.ª edição
194 mm x 138 mm
260 págs.
exemplar estimado, lombada envelhecida; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Condeixa-a-Nova

 

AUGUSTO DOS SANTOS CONCEIÇÃO
capa de Manuel Filipe


Coimbra, 1941
Edição do Autor (Gráfica de Coimbra)
1.ª edição
190 mm x 126 mm
288 págs. + 24 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado, contracapa suja; miolo no geral limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, abril 15, 2021

Urbe Sub Rosa

 

PAULO DA COSTA DOMINGOS
capa de Maria Santos


Lisboa, 2021
viúva frenesi
1.ª edição
190 mm x 110 mm
100 págs.
exemplar novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Em plena desorientação assistida, por parte da generalidade da população portuguesa, quem sempre escreveu… não perdeu a mão! E assim, desde o início do ano 2020, Paulo da Costa Domingos (nasc. 1953) já criou e tornou públicos 4-livros-4 de versos que reflectem o tempo e as possibilidades que ainda restam aos entes vivos, como indivíduos e como comunidade:
Ilícito, Averno, Lisboa, Maio de 2020
Caligrafia Orográfica à Decifração Angélica, viúva frenesi, Lisboa, Outubro de 2020
Neve Sobre a Roseira, Barco Bêbado, Lisboa, Fevereiro de 2021
e agora… este Urbe Sub Rosa, de onde se extrai uma breve amostra:

O andamento cauteloso de aranha
por entre o espasmo dos noctívagos
apressados assobiando a táxis
no indecoro do trânsito. Varetas
de chapéus sussurradas na chuva
que a noite alta esconde e sèca
entre folhas de um herbário.

A platitude a que chegámos,
estação sem gente ou sonho,
com seu relógio, ponteiros partidos.
Uns, que partem para quem vem
partir à procura do sentido
no vazio de imagens televisivas
de um hiper-real desfocado.

Escapa: o tempo, o modo e o local
na velocidade a que se parte
sem haver sequer domado sílabas.

*

As conversas ganham vida própria
e o que ia sendo um rumor de festa
torna-se sólido, enorme, e sufoca-se
sozinho, apneia d’ um nó na garganta.

Os risos fundem-se no som único de ferro
à travagem sobre um carril, enqüanto
todos os olhares mudos nos envolvem,
como pontos de brilho, casas ainda acesas.

Não há que dizer como é noite,
como se chegou a isto: à urgência
de encerrar o expediente e a porta
e sair à força para o impasse e o vómito.

Nadamos, se nadar é isto: esgracejos.
A muralha de ditos e de saberes
lá continua, inalterável, como se
nunca eu tivesse passado por ali.


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Contos Exemplares


SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Lisboa, 1962
Livraria Moraes Editora
1.ª edição
199 mm x 126 mm
160 págs.
capa impressa a duas cores e relevo seco
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
85,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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Destino

 

GUILHERME DE FARIA

Lisboa, 1927
s.i. [ed. autor] (imp. Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional de Lisboa)
1.ª edição
173 mm x 118 mm
96 págs.
impresso sobre papel superior algodoado
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Tempo [colecção]




aa.vv.
Alexandre Pinheiro Torres, org. ficção
José Tengarrinha, org. ensaio
Luís de Sttau Monteiro, org. teatro
Alexandre O’Neill, org. poesia

Lisboa, s.d. [circa, 1961]
Edições Tempo – Sociedade de Magazines, Lda.
1.ª edição (todos)
10 volumes (completo*)
216 mm x 128 mm (estojo)
[32 págs.] + [56 págs. + 1 encarte] + [40 págs.] + [40 págs. + 1 encarte] + 36 págs. + 40 págs. + [56 págs. + 1 encarte (errata)] + 32 págs. + 36 págs. + 32 págs.
títulos individuais:
1 – Urbano Tavares Rodrigues, Uma Noite e Nunca;
2 – Moniz Barreto, Novos Ensaios;
3 – Harold Pinter (trad. Luís de Sttau Monteiro), O Monta-Cargas;
4 – Carl Sandburg (trad. Alexandre O’Neill), Antologia Poética;
5 – José Gomes Ferreira, Os Segredos de Lisboa;
6 – António Sérgio, Tentativa de Interpretação da História de Portugal;
7 – Miguel de Unamuno (trad. Luís de Sttau Monteiro), Fedra;
8 – Paul Éluard (trad. António Ramos Rosa), Antologia;
9 – Manuela Gouveia Antunes, Alta Tensão;
11 – August Strindberg (trad. Luiz Francisco Rebello), O Pária
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo, alguns por abrir
acondicionados num elegante estojo de fantasia de fabrico recente com adereço metálico e lettering bordado
280,00 eur (IVA e portes incluídos)


* O volume 10 nunca foi publicado, nem nenhum dos outros volumes por vezes anunciados nas contracapas.

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Historia del Surrealismo


MAURICE NADEAU
trad. e prólogo de Raúl Navarro

Buenos Aires, 1948
Santiago Rueda – Editor
[1.ª edição]
22,2 cm x 15 cm
368 págs.
cartonagem editorial, sem a sobrecapa
exemplar manuseado mas aceitável, com pequenas falhas de cartolina na lombada; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Se o interesse pela cultura internacional de vanguarda do século XX estivesse vivo, o vertente livro seria considerado incontornável, nomeadamente esta tradução espanhola, que serviu então de apoio à comunidade poética na América Latina. Em 1938, a figura tutelar do movimento surrealista, André Breton, havia visitado no México a figura tutelar da revolução permanente, Trotski – que será assassinado em 1940 –, encontro que esteve na origem de um importante manifesto conjunto. A difusão de um tal documento atrairá as atenções de centenas de poetas de língua espanhola para esse movimento, cujo surto inicial datava dos anos 20 de Paris. O livro de Nadeau – benquisto entre os surrealistas – vinha, assim, satisfazer uma curiosidade e uma necessidade de correcta informação histórica e teórica.

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De Baudelaire au Surréalisme

 

MARCEL RAYMOND

Paris, 1985
Librairie José Corti
s.i.
texto em francês
228 mm x 143 mm
368 págs. [sem falta de texto, apesar de um erro de alceamento entre as págs. 192 e 193, onde aparece incluído um núcleo de dezasseis páginas que repete o último caderno do livro]
exemplar estimado; miolo limpo, breve sublinhado a tinta na pág. 231
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma história estética da poesia francesa a partir do simbolismo até aos anos 30 do século XX.

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Expressionnistes Allemands

 

LIONEL RICHARD, org. e pref.

Paris, 1974
François Maspero
1.ª edição
bilingue alemão – francês
200 mm x 172 mm
360 págs.
subtítulo: Panorama bilingue d’une génération
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DO POETA SURREALISTA RICARTE-DÁCIO
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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L’Aventure Dada (1916-1922)

 

GEORGES HUGNET, org. e notas
pref. Tristan Tzara

Paris, 1971
Editions Seghers
[2.ª edição]
texto em francês
175 mm x 113 mm
240 págs. + 32 págs. em extra-texto
subtítulo: Essai, dictionnaire et textes choisis
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Monge


[MATTHEW GREGORY] LEWIS
trad. Egito Gonçalves
capa e grafismo de Armando Alves

Porto, 1973
Editorial Inova Sarl
1.ª edição
226 mm x 140 mm
404 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra-prima do romance fantástico, cuja franca licenciosidade custou a Lewis a apreensão policial. Diz-nos Egito Gonçalves na nota de badana:
«[...] Publicado no final do século XVIII [1795], há a anotar a particularidade interessante de ter sido escrito por um moço de vinte anos. [...] Como uma cunha, o pecado instala-se no coração de Ambrósio, inspirado pregador de um convento de dominicanos em Madrid, apreciadíssimo pelo dom da palavra de que é senhor e venerado pela irrepreensível virtude que aparenta. Lewis vai empenhar-se em mostrar como, na conjunção de um certo número de factores, a minúscula fenda instalada na alma do monge é susceptível de fazer periclitar toda a estrutura antes julgada férrea. Tentado por Satã, a “pequena mancha” do orgulho crescerá, crescerá até englobar, primeiro, a bela Matilde, que lhe revela um mundo desconhecido de desvairada sensualidade; depois, uma jovem mulher por quem se sente irresistivelmente atraído e que acabará por violar. Para saciar o apetite despertado e enlouquecido, valer-se-á dos mais torpes estratagemas e dos mais abjectos crimes. Um sopro tempestuoso premonitor do Inferno abre caminho aos seus passos, nem sempre firmes, mas finalmente inexoráveis, sendo as páginas em que Lewis descreve o fogo infernal obras-primas de “horror sagrado”. Fantásticos, realistas ou ingénuos, entrecruzam-se no livro – demónios, assassínios, fantasmas, torturas, lúgubres subterrâneos, encontrando-se subjacente no romance uma potente crítica aos barbarismos de um poder que de espiritual decerto toma o nome. Inúmeros episódios secundários concorrem para criar em O Monge aquele “esplêndido céu de tempestade” referido [pelo surrealista] André Breton.»

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Debaixo do Vulcão


MALCOLM LOWRY
trad. Virgínia Motta
capa de Infante do Carmo

Lisboa, s.d.
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição]
21,8 cm x 15 cm
392 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o romance nuclear na obra literária de Lowry. Foram dez anos de escrita sobre escrita, num polimento insano do texto, para contar o dia final de um alcoólico perdido algures no México – mais propriamente, de um diplomata britânico. Descida aos infernos da violência doméstica psicológica sobre a adúltera, ameaça das memórias do passado como culpa, colapso degradante da personalidade, sob a iminência de uma erupção vulcânica nas proximidades. Num pavoroso monólogo interior, Lowry põe o leitor debaixo do fogo da hora terminal, em que já nada o fingimento pode disfarçar.
Livro que deu ao realizador de cinema John Huston um dos seus mais ricos filmes.

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Ouve-nos Senhor do Céu Que É a Tua Morada

 

MALCOLM LOWRY
trad. Ana Hatherly
capa e grafismo de Henrique Ruivo


Lisboa, 1976
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
210 mm x 130 mm
96 págs.
subtítulo: Através do Canal do Panamá
exemplar estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Quatro Horas em Chatila

 

JEAN GENET
trad. Luiza Neto Jorge
ilust. Jorge Pinheiro

Porto, 1988
O Oiro do Dia
1.ª edição
225 mm x 152 mm
44 págs. + 1 folha em extra-texto
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
conserva a cinta editorial
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Criadas

JEAN GENET
trad. Luiza Neto Jorge
capa de F. C.

Lisboa, 1972
Editorial Presença
1.ª edição
186 mm x 118 mm
128 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, abril 14, 2021

Timor Leste na Encruzilhada da Transição Indonésia

 

ANTÓNIO BARBEDO DE MAGALHÃES
grafismo de Atelier Henrique Cayatte


Lisboa, 1999
Fundação Mário Soares | Gradiva Publicações, Lda.
1.ª edição
180 mm x 111 mm
184 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Rã no Pântano

 

ANTÓNIO DE ALMEIDA SANTOS
capa e ilust. Tóssan

Lisboa, 1959
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
195 mm x 146 mm
136 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Guinéus


ALEXANDRE BARBOSA

Lisboa, 1962
edição do Autor
1.ª edição
178 mm x 135 mm
128 págs.
subtítulo: Contos, narrativas, crónicas
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro muito popular na Guiné, na época em que foi escrito e distinguido com o Prémio Literário Fernão Mendes Pinto. Testemunhos vivos ainda se lembram dele à venda nas tabacarias locais, sítio por onde nenhuma escrita da resistência nacionalista apareceu... Deve-se o êxito a Barbosa retratar o sul da colónia antes do eclodir da guerra, numa idílica perspectiva paternalista e de incursão-safari. Obviamente, veio a ser reeditado na metrópole sob a égide da Agência-Geral do Ultramar, em 1968, enriquecido então com uma “reportagem” fotográfica.

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Terra Com Sede


PAPINIANO CARLOS
capa do pintor [Júlio] Pomar

Porto, 1946
Livraria Portugália
1.ª edição
194 mm x 126 mm
268 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor neo-realista a que se deve a co-direcção de Notícias do Bloqueio - Fascículos de Poesia, com Egito Gonçalves, Daniel Filipe, António Rebordão Navarro e Luís Veiga Leitão.


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terça-feira, abril 13, 2021

O Fadinho Aristocrata

 

FERREIRA D’ALMEIDA, texto
MANOEL BENJAMIN, música


Porto, s.d.
Livraria Editora – Papelaria, Typographia e Encadernação A. J. d’Almeida
1.ª edição
163 mm x 121 mm
8 págs.
subtítulo: Cançoneta comica
capa impressa frente e verso
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Linguagem Moderna

 

A. FELICIANO CORRÊA

Lisboa, s.d.
Livraria Economica de F. Napoleão de Victoria
1.ª edição
164 mm x 110 mm
12 págs.
subtítulo: Imitação á cançoneta São Horas Vou-me Raspando cantada pelo actor Roque no theatro da Rua dos Condes
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Dança e o Ballet no Passado e no Presente


TOMAZ RIBAS

Lisboa, 1959
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
210 mm x 143 mm
316 págs. + 6 págs. em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Professor de história da dança na Escola de Bailado Clássico do Teatro Nacional de São Carlos, romancista e crítico musical, Tomaz Ribas dá-nos, neste extenso ensaio, «[...] uma introdução geral aos principais problemas estéticos e à evolução histórica da matéria que versa. [...]» (da nota de contracapa).

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Que É o Ballet



TOMÁS RIBAS

Lisboa, 1959
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
179 mm x 108 mm
256 págs. + 8 págs. em extra-texto
corte das folhas carminado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Professor de história da dança na Escola de Bailado Clássico do Teatro Nacional de São Carlos, romancista e crítico musical, Tomás Ribas dá-nos, neste breve texto, «[...] um pequeno manual que ao mesmo tempo que ao mesmo tempo os iniciasse [aos espectadores de ballet] nos problemas baléticos e lhes fornecesse elementos básicos que servissem de ponto de partida para uma cultura mais especializada [...]» (da nota de contracapa).

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Fado da Sombra [partitura]

 

JOSÉ GALHARDO, letra
FREDERICO VALÉRIO, música


Lisboa, s.d. [1947]
Canções Populares Portuguesas
3.ª edição
322 mm x 239 mm
4 págs.
subtítulo: Criação da querida vedeta Amalia Rodrigues
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma das canções incluídas no guião do filme Capas Negras, realizado por Armando de Miranda.

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Sonho d’Amor [partitura]

 

SILVA TAVARES, versos
ANTÓNIO MELO, música
capa de Magui


Lisboa, 1944
Edições Sassetti
1.ª edição
327 mm x 260 mm
4 págs.
subtítulo: Criação da gentil vedeta Maria Eugénia – Valsa-canção
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma das canções incluídas no guião do filme A Menina da Rádio, realizado por Artur Duarte.

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Canção da Roupa Branca [partitura]

 

RAMADA CURTO, letra
CHIANCA DE GARCIA, letra
RAUL PORTELA, música
capa de Stuart


Lisboa, 1938
Edições Neuparth – Valentim de Carvalho
1.ª edição
334 mm x 268 mm
4 págs.
subtítulo: Criação de Beatriz Costa – Canção–One-step
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma das canções incluídas no guião do filme Aldeia da Roupa Branca, realizado por Chianca de Garcia.

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O Mundo da Música

 

LEONARD BERNSTEIN
trad. Manuel Jorge Veloso
capa de Lima de Freitas


Lisboa, s.d. [1957]
Edição «Livros do Brasil»
1.ª edição
218 mm x 150 mm
320 págs.
subtítulo: Os seus segredos e a sua beleza
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Rouget de Lisle et La Marseillaise

 

LOUIS GARROS
capa de J.-E. Bulloz

Paris, 1936
Librairie Plon – Les Petits-Fils de Plont et Nourrit – Imprimeurs-Éditeurs
1.ª edição
texto em francês
207 mm x 145 mm
96 págs.
exemplar estimado, pequenas falhas de papel na capa; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, abril 12, 2021

«Que espécie de povo julgam êles que nós somos?!»

 

WINSTON CHURCHILL

Lisboa, 1942
Centro Tip. Colonial
[1.ª edição]
215 mm x 148 mm
20 págs.
subtítulo: Dois discursos históricos do Snr. Winston Churchill, Primeiro Ministro da Grã-Bretanha
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

A rainha… a rainha… a rainha… Mas quem salvou do nazismo o Reino Unido foi este senhor Winston Churchill. Nessa altura, a aristocracia inglesa, na sombra, negociava com Hitler, como muito bem desenha o momento o cineasta James Ivory (baseando-se no livro The Remains of the Day, de Kazuo Ishiguro).

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The Second World War



WINSTON S. CHURCHILL

Londres – Toronto – Melburne – Sidnei – Wellington, 1949-1954
Cassell & Co. Ltd
1.ª edição [todos, excepto os vol. I e VI (2.ª edição)]
6 volumes (completo)
texto em inglês
21,7 cm x 15 cm
[XX págs. + 724 págs.] + [XVIII págs. + 684 págs. + 3 desdobráveis em extra-texto] + [XVIII págs. + 818 págs. + 3 desdobráveis em extra-texto] + [XVIII págs. + 918 págs. + 5 desdobráveis em extra-texto] + [XVIII págs. + 674 págs. + 4 desdobráveis em extra-texto] + [XVIII págs. + 718 págs. + 11 desdobráveis em extra-texto]
subtítulos: vol. I – The Gathering Storm; vol. II – Their Finest Hour; vol. III – The Grand Alliance; vol. IV – The Hinge of Fate; vol. V – Closing the Ring; vol. VI – Triumph and Tragedy
encadernações em meia-inglesa homogéneas, excepto a encadernação editorial inteira em tela do vol. II, gravações a ouro nas lombadas, corte carminado à cabeça
exemplares muito estimados; miolo limpo
detectadas assinaturas de posse em dois volumes
470,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Quadro Sinóptico dos Principais Acontecimentos nas Relações de Amizade e Aliança entre Portugal e a Grã-Bretanha desde os Alvores da História até ao Presente

 

CARLOS ESTORNINHO, org.

Lisboa, 1957
Portugália Editora
1.ª edição
212 mm x 150 mm
40 págs.
subtítulo: Publicação Comemorativa da Visita de Sua Majestade a Rainha Isabel II e do Duque de Edimburgo a Portugal
acabamento com laçada de passamanes
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Solos da Ilha de Santiago

 

FERNANDO XAVIER DE FARIA

Lisboa, 1970
Junta de Investigações do Ultramar
1.ª edição
[232 mm x 171 mm (livro)] + [1.200 mm x 830 mm (mapa aberto)]
160 págs. + 1 desdobrável destacado («Carta dos solos da ilha de Santiago»)
subtítulo: Arquipélago de Cabo Verde
exemplar estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Festividades Cíclicas em Portugal

 

ERNESTO VEIGA DE OLIVEIRA

Lisboa, 1995
Publicações Dom Quixote, Lda.
2.ª edição
235 mm x 166 mm
360 págs.
profusamente ilustrado
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, abril 11, 2021

Noite Rebelde


JOSÉ FERREIRA MONTE
capa de Fernando Namora

Coimbra, 1940
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
19,4 cm x 13 cm
48 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA ENIGMÁTICA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR DATADA DE 1951: «APONHO AQUI A MINHA ASSINATURA SEM UM LEVE VISLUMBRE DE SAUDADE!»*
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro de José Ferreira Monte (1922-1985), que fez parte do primitivo grupo de Coimbra dos neo-realistas. Amigo próximo do compositor Fernando Lopes Graça, para quem escreveu versos destinados a serem musicados, foi na resvista Vértice que prestou relevantes serviços à cultura nacional de resistência.

* Exemplar que pertenceu a Laureano de Barros, tendo sido entregue ao mercado livreiro em Janeiro de 2010, no Porto, num leilão público a cargo da Livraria Manuel Ferreira (cat. ref. n.º 3.609).

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As Frias Madrugadas

 

FERNANDO NAMORA

Lisboa, s.d. [1959]
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição [toda a poesia reunida]
194 mm x 125 mm
160 págs.
encadernação editorial inteira em tela encerada impressa a negro na pasta anterior e na lombada, sobrecapa impressa a três cores directas
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Voz Velada


ARQUIMEDES DA SILVA SANTOS

Coimbra, 1958
Edição do Autor (Textos Vértice)
1.ª edição
192 mm x 132 mm
78 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cantos Cativos

 

ARQUIMEDES DA SILVA SANTOS

Lisboa, 1967
Portugália Editora
1.ª edição
202 mm x 142 mm
216 págs.
ilustrado com reprodução de um poema manuscrito do autor
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Manifesto da SCUM

 

VALERIE SOLANAS
trad. J. F. Reismaria
posf. Joëlle Ghazarian
nota de Júlio Henriques
grafismo de João Bicker


Lisboa, 2001
Fenda Edições
s.i.
210 mm x 140 mm
56 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, as págs. 43 e 46 mostram ténues sublinhados
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

SCUM, sigla para Society for Cutting-Up Men, teve neste manifesto-unipessoal, datado de 1967, a radical afirmação feminista de Valerie Solanas (1937-1989), de um feminismo sufocante e assassino. Todavia, somente em Junho de 1968, esta senhora, a quem ninguém até então havia prestado atenção, saltou para a ribalta da boémia estulta nova-iorquina no dia em que cometeu homicídio tentado na pessoa do cineasta e artista plástico Andy Warhol. Estava fácil, ao alcance dela, que, como actriz da Factory, tinha acesso próximo ao mentor desse espaço multidisciplinar da cultura norte-americana. Mas foi um acto cobarde e desprovido de sentido, se se visa o machismo ou a homofobia. Por que não dois tiros em Kissinger, que estava à mão de se lhe chegar a roupa ao pêlo, visto que frequentava esses mesmos espaços públicos de laser?!... (como pode verificar-se no álbum fotográfico Andy Warhol’s Exposures, Arrow Books, Londres 1980).

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Nhamacurra

 

CARLOS LEMONDE DE MACEDO

Lisboa, 1981
Separata da Revista Militar
1.ª edição
230 mm x 164 mm
136 págs.
subtítulo: Caderno de guerra e de paz
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim abre o texto:
«Uma primeira ideia do que foi a nossa participação africana na 1.ª guerra mundial ressalta dos números estatísticos que ilustram as perdas portuguesas. Eles nos dão imediatamente o “tonus” da estranha guerra de Moçambique. […]»
E prossegue o autor (que foi diplomata, e poeta do grupo da revista Távola Redonda) na divulgação de um tempo histórico português «insuficientemente conhecido».

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sábado, abril 10, 2021

Dissertação | Critico-Filologico-Historica | Sobre o verdadeiro anno, manifestas causas, e attendiveis circumstancias | da erecção do Tablado e Orquestra do antigo Theatro Romano, des- | coberto na excavação da Rua de São Mamede perto do Castel- | lo desta Cidade, com a intelligencia da sua Inscripção em | honra de Nero, e noticia instructiva d’outras Memorias | alli mesmo achadas, e atégora apparecidas [...]



LUIZ ANTONIO DE AZEVEDO

Lisboa, 1815
Na Nova Impressão da Viuva Neves e Filhos
1.ª edição
26,1 cm x 20 cm
12 págs. (não num.) + LVI págs. + 54 págs. + 10 folhas [«estampas»] em extra-texto (1 das quais desdobrável)
subtítulo: Composta, e dirigida | ao Illustrissimo e Excellentissimo | Senhor | D. Antonio Maria de Castello-Branco | Marquez de Bellas | Cetera | por [...]
ilustrado em separado
exemplar muito estimado, falhas menores de papel nos bordos inferiores da capa e na lombada; miolo irrepreensível, papel sonante
encontra-se em brochura e com a folha de protecção que servia de capa acondicionado numa pasta de cartolina recente
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
300,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da lição de Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo V, Imprensa Nacional, Lisboa, 1861):
«Luis Antonio de Azevedo, Professor regio de grammatica e lingua latina, ultimamente com exercicio no Real Estabelecimento do bairro de Alfama. – N. em Lisboa no anno de 1755, e consta que seu pae fôra de profissão livreiro. Applicou‑se aos estudos de humanidades e philologia, e mais particularmente aos das linguas grega e latina, adquirindo de uma e outra profundo conhecimento. Não era menor o que havia da portugueza, que toda a vida cultivou com especial e dedicada predilecção. Era de um puritanismo ferrenho em linguagem, e timbrava de imitar os escriptores vernaculos do seculo XVI, cuja leitura e analyse constituiam desde muitos annos uma de suas mais agradaveis occupações. Posto que não se dedignava de usar ás vezes nas suas obras de archaismos ou vocabulos obsoletos; comtudo, no tocante á construcção da phrase, cumpre confessar por verdade que foi regular e corrente, sem deixar‑se levar do exemplo de Farinha, e de outros taes cégos imitadores, e idolatras do quinhentismo. – Viveu ao que parece celibatario, sempre desalinhado no trage, e curando pouco do aceio; andava por toda a parte rodeado de uma inseparavel matilha de cães, proprios e alheios, que o seguiam pelo engodo dos bolos que trazia na algibeira, e que com elles repartia charitativamente! Tendo assistido largos annos na rua da Figueira, proximo á egreja dos Martyres, mudou‑se a final para o largo da Graça, onde morreu entre os annos de 1818 e 1820, segundo o que pude apurar. [...]
[A Dissertação Crítico-Filológico-Histórica] É a unica memoria que ficou d’aquelle celebre monumento, cujas reliquias e fragmentos se deixaram perder de todo, ao que parece, pela proverbial incuria com que estas cousas foram sempre tractadas entre nós. [...]»

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& Piimba!

 

Fundão, Janeiro a Dezembro de 1998
dir. Manuel da Silva Ramos
ed. Jornal do Fundão
n.os 1, 3, 4 e 5
307 mm x 214 mm
4 x 16 págs.
subtítulo: Couve Literária do Jornal do Fundão “JF”
folhas alceadas e acondicionadas numa modesta pasta de cartolina
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação de cariz satírico-cultural inserta como suplemento ao Jornal do Fundão, saíram somente cinco números, estando a vertente com falta do n.º 2. Para além da vasta intervenção do próprio escritor Manuel da Silva Ramos, colaboraram, entre outros, Arnaldo Saraiva, Alberto Pimenta, Amadeu Baptista, Adília Lopes, Fernando Cabral Martins, Mário Mesquita, e um vasto conjunto de escritores moçambicanos, que preenche todo o último número, a saber: Paulina Chiziane, José Craveirinha, Noémia de Sousa, Sebastião Alba, Rui Knopfli, Luís Carlos Patraquim, Nataniel Ngomane, Grabato Dias, Mia Couto, etc.
No primeiro número, fingindo estabelecer uma ponte com o histórico & etc…, que foi também suplemento desse mesmo Jornal do Fundão, nos perigosos anos 67-71 do século XX, surge uma mini-entrevista com Vitor Silva Tavares.

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António Quadros – O Sinaleiro das Pombas [catálogo]

 

AMÉLIA MUGE
ANTÓNIO CABRITA
BERNARDO PINTO DE ALMEIDA
JOSÉ FORJAZ
grafismo de Humberto Nelson

Porto, 2001
Árvore – Cooperativa de Actividades Artísticas, C.R.L. | BPI
1.ª edição
298 mm x 248 mm
248 págs.
profusamente ilustrado a cor
encadernação editorial inteira em tela gravada a seco com sobrecapa polícroma
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de António Augusto de Melo Lucena e Quadros (1933-1994), que foi pintor, escultor e poeta surrealista, tendo assinado a sua intervenção literária sobretudo com o pseudónimo João Pedro Grabato Dias, mas também Mutimati Barnabé João.

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Eu, o Povo



MUTIMATI BARNABÉ JOÃO
[João Pedro Grabato Dias, (aliás) frey Ioannes Garabatus, (aliás) António Quadros]


Lourenço Marques, 1975
Edição da Frelimo
1.ª edição
206 mm x 149 m
32 págs. (não num.)
subtítulo: Poemas da Revolução
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, capa oxidada pela exposição à luz; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome completo António Augusto de Melo Lucena e Quadros, este reconhecido filho de Viseu, que também foi pintor, escultor e poeta surrealista, na linha verrinosa das cantigas de escárnio e maldizer, só comparável, em poeta moderno, a Alexandre O’Neill, surge aqui expandindo a sua heteronimia numa “homenagem” à terra que o acolheu durante um quarto de século. Companheiro de Rui Knopfli, com quem co-editou os cadernos de poesia Caliban, à sua pérfida maneira celebra aqui a independência da ex-colónia, sob nome que – diz ele – «[...] é a voz individual que corporiza a voz colectiva [...]», posto que, «[...] na realidade Mutimati fosse o nome do seu criado, Barnabé o do seu gato e João o do seu filho [...]» (in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. 6, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2001).
Leia-se, por exemplo, poema «Relatório», que abre o caderno:
«Pus o meu irmão debaixo da Terra
Porque desde ontem o meu irmão não falava mais
E não queria comer, não queria limpar a Kalashnikoff
Com os olhos muito abertos e leves de sono.

Este meu irmão ficou ontem muito diferente
Quando uma pequena ave imperialista
Um simples assobio cego e sem penas
Que vinha voando do outro lado da Alegria
Resolveu estupidamente ninhar naquele coração
Quando meu irmão estava mesmo na metade mesmo
De um passo, Camarada Comandante.

Está aqui tudo o que não era meu irmão
O cinturão, o camuflado, dois carregadores, a arma boa
O bornal, o cantil, o facão, esta pequena moeda estrangeira.

Está tudo em muito perfeito estado de conservação.
Faz favor dá Ordem para pôr dentro outro Irmão
Camarada Comandante.»

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