domingo, julho 05, 2020

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Cinéfilo





dir. Fernando Lopes
chefe de redacção António-Pedro Vasconcelos
grafismo de Luís Filipe da Conceição, et alii
Lisboa, 4-10 de Outubro de 1973 a 22-28 Junho de 1974
Sociedade Nacional de Tipografia [O Século]
1.ª edição
37 números (completo)
308 mm x 240 mm (estojos)
37 x 48 págs.
profusamente ilustrados
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
acondicionados em dois estojos próprios de fabrico recente forrados a tela
PEÇA DE COLECÇÃO
330,00 eur (IVA e portes incluídos)

Magazine de referência no seio da frente de intelectuais que contribuíram para o derrube do fascismo em Portugal, sobressaía pela exuberância forte do seu grafismo, tornando atractivos também ao leitor superficial os assuntos sérios ali discutidos. Para além da calendarização semanal dos eventos de cinema, televisão, fotografia, bailado, circo, música, galerias de arte, teatro, espectáculos em geral, etc., o Cinéfilo, através de colaboradores como Eduardo Guerra Carneiro, Fernando Cabral Martins, Adelino Tavares da Silva, Roby Amorim, Nuno Martins, Manuel Jorge Veloso, Eduardo Prado Coelho, Vasco Pulido Valente, João César Monteiro e muitos outros, conseguiu, apesar da malha apertada da censura, pôr em debate na praça pública temáticas que se prendiam sempre com a eficácia na transformação do pensamento intelectual artístico português. Neste aspecto, partilhou na altura o terreno de acção com o magazine & etc, a revista O Tempo e o Modo e o jornal Comércio do Funchal.

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Pateadas de Theatro Investigadas na Sua Origem, e Causas



JOSÉ AGOSTINHO DE MACEDO

Lisboa, 1825
Na Impres. de João Nunes Esteves
[2.ª edição] [a 1.ª edição é de 1812]
140 mm x 84 mm
144 págs.
mimosa encadernação coeva em meia-inglesa gravada a ouro com ferros da época
aparado
sem capas de brochura [?]
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
assinatura de posse no topo do frontispício
67,00 eur (IVA e portes incluídos)

Primeiro ano pós-invasões francesas: 1812. O padre Agostinho de Macedo (1761-1831) – mais conhecido por padre-lagosta, dadas as suas quase constantes iras –, inimigo figadal da Maçonaria, representando esta à época o espírito expansionista e a espionagem da Revolução Francesa, exultava nos ataques a um invasor já derrotado. Como nos diz António Mega Ferreira (Macedo – Uma Biografia da Infâmia, Sextante Editora, Porto, 2011):
«[…] É claro que José Agostinho não foi em nada diferente da esmagadora maioria dos seus contemporâneos, pelo menos em Lisboa, onde, salvo algumas irrupções de contestação popular, tumultos, protestos diversos e escaramuças entre a “soldadesca” e a “populaça”, todos os estratos sociais se conformaram com o domínio de Junot. Mas o seu silêncio, sobretudo quando cotejado com a truculência verbal das manifestações posteriores […].»
No intervalo de fazer o que muitos portugueses sempre fizeram – intrigar e indignarem-se pela calada –, entre um legado de vastíssima obra, investigava o padre as origens do protesto contra dramaturgias falhadas, de que o vertente “estudo” é exemplo hilariante.

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Biographia do Padre Jose Agostinho de Macedo


JOAQUIM LOPES CARREIRA DE MELLO

Porto, 1854
Typ. de Francisco Pereira d’Azevedo
1.ª edição
20,7 cm x 13,1 cm
2 págs. + 1 folha em extra-texto + LVIII págs.
subtítulo: Seguida d’um catalogo alfabetico de todas as suas obras
exemplar estimado, lombada frágil; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Espada de Alexandre



[CAMILO CASTELO BRANCO]

Porto, 1872
Typographia da Casa Real
1.ª edição
228 mm x 143 mm
50 págs.
subtítulo: Corte profundo na questão do homem-mulher e mulher-homem por Um Socio Prendado de Varias Philarmonicas
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, papel manchado no canto superior direito da capa e nas primeiras folhas
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicada sem o nome do autor, mas posteriormente incluída no livro de Camilo Boémia do Espírito, trata-se da sua intervenção num tema da actualidade, em que acabara de ser vertida para português a «[…] obrinha de Alexandre Dumas Filho sobre o adultério feminino, intitulada Homme-Femme, [que] levantara em França acalorada celeuma, que se repercutiu em Portugal. […] Trata-se de uma conversa picaresca sobre o tema em voga[,] entre o autor (o pseudo “sócio prendado de várias filarmónicas”) e o seu vizinho Raimundo (“poeta laureado no Águia de Ouro”). Na opinião de Dumas Filho, a solução para o marido desonrado pelo crime de sua mulher é matá-la. […]» Para Camilo, a questão põe-se de outra maneira «[…] questionando o vizinho Raimundo: “Que é o adultério? / É a razão insurgida contra o absurdo do vínculo indissolúvel. / A mulher que morre no acto da sua rebelião, que é? Hoje, é uma criminosa que uns deploram, e outros improperam na sepultura. Daqui a cem anos será celebrada como holocausto da emancipação.” […]» (Fonte: Alexandre Cabral, Dicionário de Camilo Castelo Branco, Editorial Caminho, Lisboa, 1988)

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No Bom Jesus do Monte



CAMILLO CASTELLO BRANCO

Porto, 1864
Em Casa de Viuva Moré – Editora
1.ª edição
191 mm x 127 mm
XXII págs. + 222 págs.
exemplar estimado, capa suja e com restauros; miolo limpo
145,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[…] Trata-se de paginas de recordações – saudades de dias tristes e dias alegres, que o auctor sentiu com o seu coração e o seu espirito em diversas épocas da vida, na formosa estancia assombrada e gorgeiada, que atravessando cinco seculos, foi por de certo das melhores bôas obras que deixou a perpetuar-lhe a memoria o Arcebispo D. Jorge da Costa, o celebre Cardeal Alpedrinha […].» (Fonte: Sérgio de Castro, Camillo Castello Branco – Typos e episodios da sua galeria, vol. III, Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1914)

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Chronica do Cardeal Rei D. Henrique, e Vida de Miguel Moura



[ANÓNIMO]
MIGUEL MOURA

Lisboa, 1840
Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Uteis
1.ª edição
208 mm x 137 mm
2 págs. + XII págs. + 2 págs. (cortina) + 186 págs.
boa encadernação em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar muito estimado, capa da brochura espelhada; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de dois manuscritos que se encontravam inéditos, e que ajudam a clarificar a História de uma época.

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O Mosteiro de Odivellas



A. C. BORGES DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1889
Livraria Ferreira
1.ª edição
197 mm x 136 mm
8 págs. + 312 págs. (último cad. com sequência das págs. errada, mas completo) + 1 desdobrável em extra-texto (planta do mosteiro) + 4 folhas em extra-texto (reprod. fotog.)
subtítulo: Casos de reis e memorias de freiras
ilustrado
encadernação inteira em sintético gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar estimado, restauros pontuais sem afectar o texto; miolo limpo, papel acidulado
ostenta no ante-rosto o selo branco ex-libris de Gerhard Doderer | Cremilde Rosado Fernandes
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fontes Pereira de Mello e os Seus Colaboradores



EDUARDO DE NORONHA

Porto, 1926
Companhia Portuguesa Editora, L.da
1.ª edição
200 mm x 132 mm
298 págs.
subtítulo: Complemento do livro A Regeneração – Mais subsídios para a história da política portuguesa no século XIX
belíssima encadernação em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR ALBERTO XAVIER
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Heroes e Martyres



EDUARDO DE NORONHA
capa de Roque Gameiro

Lisboa, 1905
Livraria Moderna – Editora
1.ª edição
21,4 cm x 13,7 cm
404 págs. + 20 folhas em extra-texto
subtítulo: A Infantaria Portuguêsa (Paginas gloriosas do nosso povo)
ilustrado
composto manualmente em Elzevir
encadernação inteira em sintético gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar estimado, capa de brochura com restauros; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Episódios bélicos da História de Portugal, aqui ficcionados num género literário ainda hoje muito cultivado por escritores vocacionados para a hipérbole dos factos, e menos dotados para a criação literária isenta. São muito úteis para nos incentivar ao conhecimento da gesta nacional nas páginas, por exemplo, de um Alexandre Herculano.

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sábado, julho 04, 2020

Ripanso ou Officio da Semana Santa em Portuguez [encadernação]




s.l. [Lisboa], s.d. [1820, seg. Gazeta de Lisboa, n.º 61, 11 de Março, 1820]
Com Licença da Meza do Dezembargo do Pafso
s.i. [1.ª edição]
134 mm x 77 mm
2 págs. (rosto) + 1 folha em extra-texto (gravura) + 516 págs.
subtítulo: Com Oraçoéns para a Confifsão e Sagrada Communhão, vesitas das Igrejas em Quinta feira Santa e novena das Almas
luxuosa encadernação coeva inteira em pele gravada a ouro nas pastas e na lombada
corte das folhas dourado
exemplar estimado; miolo limpo
ASSINATURAS DE POSSE DO HISTORIADOR ISAÍAS [DA] R. [ROSA] PEREIRA
peça de colecção
230,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Je Construis des Bateaux



YAN-KRISS

Paris, 1958
Éditions Fleurus
2.ª edição
texto em francês
218 mm x 155 mm
64 págs.
subtítulo: Modèles réduits
profusamente ilustrado no corpo do texto
impresso a castanho sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Paciente Zero


RUI BAIÃO
capa do autor
grafismo de Paulo da Costa Domingos

Lisboa, Junho de 2020
Barco Bêbado
1.ª edição
210 mm x 130 mm
48 págs.
exemplar novo
15,00 eur (IVA e portes incluídos)

Porque ainda há escritores e editores que não ficaram alapados no sofá na exígua imobilidade, surge no mercado o livro de um poeta já com alguns, não poucos, títulos de referência: Quiasma (frenesi, 1982), Aqueduto (& etc, 1985), Maligno (frenesi, 1991), Nuez (com Paulo Nozolino, frenesi, 2003), Rude (Averno, 2012), Noizz (Companhia das Ilhas, 2016), etc., etc. É co-antologiador (com Al Berto e Paulo da Costa Domingos) de Sião (frenesi, 1987). Este seu Paciente Zero dá-nos a verdadeira profundidade da actual pandemia. Um exemplo:

«nem deus entese,
nem o tempo amolece.
como a dezanove, o leve
omnívoro – paciente
zero. à desgarrada,
habitat superlativo
: frases soltas,
veres-me outra vez,
pó de sobra –
medula das seitas
à ilha do afã.
ruínas batendo-se
por um mísero farnel»

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Poesia da Infância




ALICE GOMES, org.
grafismo de Cruzeiro Seixas

Lisboa, 1966
Editora Ulisseia, Limitada
1.ª edição
241 mm x 165 mm
104 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado a cor com «trabalhos espontâneos de crianças da Escola de Arte de Cecília Menano»
impresso sobre papel superior
capa em cartolina sem impressão, sobrecapa polícroma
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA LONGA E AFECTUOSA DEDICATÓRIA DA ANTOLOGIADORA À ESCRITORA NATÉRCIA FREIRE
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, julho 03, 2020

Cantemos Alegremente!...



MANUEL TINO
capa de Laura Costa

Porto, s.d. [circa 1960]
Porto Editora | Empresa L. Fluminense, L.da
1.ª edição
205 mm x 151 mm
64 págs.
subtítulo: Educação musical para o ensino primário de harmonia com os novos programas
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma colecção de cantigas e hinos, com a respectiva notação musical, de âmbito religioso, folclórico e patriótico, destinada às aulas de canto coral nas escolas.

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quarta-feira, julho 01, 2020

Obras Escolhidas




ANTÓNIO VIEIRA, padre
pref. e notas de António Sérgio e Hernâni Cidade

Lisboa, 1951 a 1954
Livraria Sá da Costa – Editora
1.ª edição
12 volumes (completo)
190 mm x 125 mm
[CX págs. + 2 págs. + 258 págs.] + [4 págs. + 292 págs.] + [XXXVI págs. + 288 págs.] + [LXIV págs. + 252 págs.] + [XXIV págs. + 364 págs.] + [LXVIII págs. + 260 págs.] + [XXIV págs. + 236 págs.] + [LII págs. + 272 págs.] + [4 págs. + 278 págs.] + [XXXVI págs. + 272 págs.] + [XX págs. + 300 págs.] + [XXXVI págs. + 266 págs.]
subtítulos: vol. I – Cartas (I); vol. II – Cartas (II); vol. III – Obras várias (I); vol. IV – Obras várias (II); vol. V – Obras várias (III); vol. VI – Obras várias (IV); vol. VII – Obras várias (V); vol. VIII – História do Futuro (I); vol. IX – História do Futuro (II); vol. X – Sermões (I); vol. XI – Sermões (II); vol. XII – Sermões (III)
exemplares estimados; miolo limpo, quase todos como novos, por abrir
assinaturas de posse nos vols. III e XII
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, junho 30, 2020

Cañero Nunca Existiu




PÉPE LUÍS

Lisboa, 1925
Papelaria e Tipografia «Paleta d’Ouro»
1.ª edição
196 mm x 140 mm
116 págs.
subtítulo: Crítica – Impressões – Notas – Comentários
ilustrado
encadernação em meia-inglesa gravada a ouro na lombada e nos remates
aparado e carminado somente à cabeça, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
além dos selos do livreiro Manuel Ferreira (Porto), ostenta o ex-libris de D. Diogo de Bragança VIII marquês de Marialva colado no verso da pasta anterior
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Ao Estribo


PEPE LUIZ

Lisboa, 1946
Livraria Popular de Francisco Franco
2.ª edição
19,3 cm x 12,3 cm
304 págs. + 64 págs. em extra-texto
subtítulo: Impressões Tauromáquicas
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu verdadeiro nome José Luís Ribeiro (1890-1962), reúne no vertente livro valiosas apreciações para a história do toureio a cavalo.

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Elogio Academico de Sua Majestade o Senhor D. Carlos I Presidente da Academia Real das Sciencias de Lisboa […]



ALBERTO ARTHUR ALEXANDRE GIRARD

Lisboa, 1909
Por ordem e na Typographia da Academia
1.ª edição
240 mm x 174 mm
28 págs.
subtítulo: […] proferido na sessão publica de 20 de Junho de 1909
impresso sobre papel superior avergoado do Prado
exemplar muito estimado, pequena falha de papel no canto inferior direito da capa; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[…] D. Carlos tinha a colaboração de apenas um cientista: Albert Arthur Alexandre Girard […]. Nasceu em Nova Iorque (1860), no seio de uma família francesa, e veio para Portugal ainda criança. Licenciou-se em Engenharia mas a sua principal paixão era a história Natural. Começou a sua carreira no Museu de Zoologia da Escola Politécnica em Lisboa (actual Museu Bocage). Mais tarde foi nomeado membro da Comissão das Pescas e começou a trabalhar ao serviço de Rei, sendo o curador das colecções reais no Palácio das Necessidades. Esteve sempre com o monarca nas suas investigações no mar. Estudava o material recolhido, organizava as colecções e preparava os resultados para publicação. […]»
(Fonte: Luiz Saldanha, D. Carlos de Bragança, Pai da Oceanografia Portuguesa, Instituto Camões, pág. electrónica, 2006)

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S. M. El-Rei D. Carlos I e a Sua Obra Artistica e Scientifica



RAMALHO ORTIGÃO
ALBERTO GIRARD

Lisboa, 1908
Editor – Antonio Palhares [capilha da Livraria Editora – Guimarães & C.ª]
1.ª edição
30,1 cm x 22 cm (brochura)
96 págs.
brochura por aparar acondicionada num estojo próprio de fabrico recente
exemplar estimado; miolo limpo
115,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da abertura de Ramalho:
«[...] Não; nenhum dos provocantes atractivos de moda, de elegancia, de luxo cosmopolita de castello ou de casino, de villegiatura rica, de garden-party, de batalha de flores ou de concurso hippico, seduzem o vernaculo portuguezismo da sua [D. Carlos] indole affectuosa e modesta, ternamente fiel aos usos, aos costumes, á tradição do seu lar.
O que elle elege do mundo e da natureza para no afago da transcrição artistica concretisar a sua pessoal maneira de sentir e de pensar perante a misteriosa sugestão das coisas, é o mar da costa de Portugal, é o estuario do Tejo, é a bahia de Cascaes e é a sua provincia do Alemtejo na mais rustica e mais popular expressão da simples vida agraria. [...]»

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S. M. El-Rei D. Carlos I e a Sua Obra Artistica e Scientifica


RAMALHO ORTIGÃO
ALBERTO GIRARD

Lisboa, 1908
Editor – Antonio Palhares
1.ª edição
29,8 cm x 21,4 cm
96 págs.
encadernação editorial (A. [Alfredo] David Enc.) em tela encerada com gravação a ouro e a branco na pasta anterior e a negro na pasta posterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, pequenos restauros nas capas de brochura; miolo limpo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Itinéraire Historique du Portugal



VIRGINIA DE CASTRO E ALMEIDA
notas de Fernando de Pamplona
capa de Cunha Barros

Lisboa, 1940
Comité Exécutif des Centenaires – Section de Propagande et Réception [SPN]
1.ª edição
texto em francês
232 mm x 170 mm
112 págs. + 18 folhas em extra-texto (reprod. fotográficas)
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, junho 29, 2020

Uma Vida Violenta


PIER PAOLO PASOLINI
trad. José Manuel Calafate e João da Fonseca Amaral
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1965
Portugália Editora
1.ª edição
194 mm x 135 mm
360 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Peer Gynt – Ibsen e Grieg



AARÃO LACERDA

Coimbra, s.d. [1912]
Editores: F. França e Armenio Amado
1.ª edição
20 págs.
subtítulo: Estudo critico
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma separata do n.º 3 da revista Dionysos, de que Aarão Lacerda (1890-1947) era director.

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Zoologia Elementar Agricola



PAULO DE MORAES

Lisboa, 1897
Empreza Editora Francisco Pastor
1.ª edição
228 mm x 160 mm
822 págs. + X págs.
subtítulo: Constando de duas partes: Zoologia Geral e Zoologia Especial segundo os methodos de S. Schilling, dr. Noll, Leunis, H. Ludwig e Pokorny dedicada á mocidade estudiosa das escolas agricolas de Portugal
«obra illustrada com mais de 700 gravuras»
encadernação antiga inteira em tela gravada a ouro na lombada e relevo seco nas pastas
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Tumores Adenoides da Pharynge Nasal



JOAQUIM HENRIQUE DE MORAES SARMENTO

Lisboa, 1896
Typographia Mattos Moreira & Pinheiro
1.ª edição
218 mm x 147 mm
22 págs. + 78 págs.
subtítulo: Dissertação inaugural
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sobre Tratamento de Tuberculosos



MANOEL ROSADO FERNANDES GIÃO

Lisboa, 1899
Typographia de Christovão Augusto Rodrigues
1.ª edição
267 mm x 192 mm
82 págs.
subtítulo: Dissertação inaugural – Apresentada e defendida perante a Escola Medico-Cirurgica de Lisboa
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, junho 28, 2020

Método Singer de Corte e Costura



s.l. [Brasil], 1948
Singer Sewing Machine Company
3.ª edição
280 mm x 213 mm
176 págs.
profusamente ilustrado
encadernação editorial inteira em tela encerada, gravação a ouro na pasta anterior
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um manual minucioso e detalhado, com quase uma centena de moldes, para uso de costureiras e alfaiates, mesmo para aqueles que, hoje em dia, se auto-intitulam «estilistas».

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Península – Cadernos Culturais




dir. José de Azevedo (substituído mais tarde por Manuel Armando Quirós) e J. Santos Chambino
Lisboa, Dezembro de 1968 a Dezembro de 1970
1.ª edição
5 números (completo)
250 mm x 17,5 mm (estojo)
5 x 48 págs.
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
acondicionados num estojo próprio de fabrico recente forrado a papel de fantasia
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conta com colaboradores, entre outros, como Félix Cucurull, Armando Castro, Eduardo Prado Coelho, Urbano Tavares Rodrigues, Antunes da Silva, Fernando Namora, João Palma-Ferreira, Fernando Assis Pacheco, etc. O último número, com piores colaboradores, exibe já um dogmatismo estalinista em que avultam disparates como os de um tal Carlos Manuel Rodrigues acerca do teatro dito «de ruptura»: começando por avacalhar a dramaturgia de Bertolt Brecht e seus seguidores, finca-se numa grelha de tópicos do «teatro burguês» («arte», «belo», «literário», «bom gosto», etc.) que um «teatro de ruptura» pretende destronar com o «jogo», o «feio», o «ordinário», o «mau gosto», etc. A ideia de teatro, aqui, provinha de um underground muito mal digerido, com couratos assados no átrio de Conservatório e texto improvisado para comício.

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Monumento a Camilo Castelo Branco




Lisboa, 1926
Edição da Comissão do Primeiro Centenário e do Monumento de Camilo
1.ª edição
228 mm x 149 mm
8 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Programa do novo concurso
ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante documento onde se vê uma planta alternativa ao que conhecemos hoje como Parque Eduardo VII.

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Os Povos Primitivos da Lusitânia



MENDES CORRÊA

Porto, 1924
Casa Editora de A. Figueirinhas (Fernando Machado & C.ª L.da, depositarios)
1.ª edição («2.º milhar»)
238 mm x 167 mm
392 págs.
subtítulo: Geografia, Arqueologia, Antropologia
profusamente ilustrado
encadernação modesta inteira em tela encerada, gravação a ouro na lombada
pouco aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do filólogo reitor do Liceu de Alves Martins (Viseu), Álvaro Júlio da Costa Pimpão, a uma aluna que se distinguiu nos estudos
110,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Historia da Civilisação Iberica




J. P. OLIVEIRA MARTINS

Lisboa, 1879
Livraria Bertrand – Viuva Bertrand & C.ª successores Carvalho & C.ª
1.ª edição
17,6 cm x 12 cm
256 págs.
encadernação inteira em pano de fantasia com rótulo em pele gravado a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, papel acidulado
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

Historia da Luzitania e da Iberia [...]


JOÃO BONANÇA

Lisboa, 1891
Imprensa Nacional
Empresa da Historia da Luzitania e da Iberia
1.ª edição [única]
volume I [único publicado apesar de na contracapa ser anunciado o volume seguinte]
29 cm x 20 cm [in 4.º]
2 págs. + 900 págs. + 2 págs. + 5 folhas em extra-texto
subtítulo: [...] Desde os Tempos Primitivos ao Estabelecimento Definitivo do Dominio Romano. Parte fundada em documentos até ao presente indecifraveis
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, que chegou a ser candidato republicano à presidência, começou por fazer-se notar enquanto redactor de artigos em prol da abolição da pena de morte, do casamento civil ou da liberdade de imprensa, causas que mereceram o apoio de Alexandre Herculano [fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990]. Na vertente obra, de crucial importância para a compreensão geológica, paleontológica e histórica da Península Ibérica, dá-se pela primeira vez conta de um olhar científico, e sem complexos, do homem moderno sobre aquilo que o rodeia. Faz parte do legado da burguesia do século XIX, enquanto classe empreendedora e, ainda, motor da História.
Sublinhe-se um detalhe inédito, ou pelo menos raro, de ordem tipográfica: a utilização da própria lombada do volume para anunciar as modalidades de comercialização do mesmo.

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