domingo, outubro 04, 2026

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Gaticanea, ou Crudelissima Guerra Entre os Cães, e os Gatos



JOAÕ JORGE DE CARVALHO

Lisboa, 1781
Na Officina Patr. de Francisco Luiz Ameno
1.ª edição
165 mm x 105 mm
8 págs. + XII págs. + 128 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto (gravuras)
subtítulo: Decidida em huma sanguinolenta batalha na grande praça da Real Villa de Mafra
ilustrado com três gravuras
encadernação antiga (provavelmente do século XIX) em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
aparado
exemplar estimado; miolo irrepreensível, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alberto Pimentel, no seu Poemas Herói-Cómicos Portugueses (Renascença Portuguesa, Porto 1922), corrobora Inocêncio na ignorância de quem tenha sido o poeta satírico João Jorge de Carvalho, embora tenha sido «[…] homem regularmente instruído, porque intercala no texto versos franceses e espanhóis. Também se vê que conhecia bem a Beira-Baixa, Coimbra, Mafra, Ericeira e os arredores destas duas povoações. […]» «[…] Uma das curiosas particularidades dêste poema é, no canto 3.º, a descrição do convento de Mafra […]».

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Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica


NATÁLIA CORREIA, selecção, pref. e notas
ilustrações do pintor Cruzeiro Seixas
badanas de Luiz Francisco Rebello e David Mourão-Ferreira


Lisboa, s.d. [1965]
Afrodite (Fernando Ribeiro de Mello)
1.ª edição
191 mm x 126 mm
552 págs. + 6 folhas em extratexto
subtítulo: Dos Cancioneiros Medievais à Actualidade
impresso sobre papel superior
capa impressa a prata e relevo seco sobre cartolina de fantasia a imitar de tela
é o n.º 474 de uma tiragem especial de 500 exemplares rubricados (carimbo) pela Autora
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro proibido durante o Estado Novo. Da imprensa da época (Diário de Lisboa, 8 de Janeiro, 1970):
«Julgamento de Escritores por Motivo da Publicação de um Livro Tido por Imoral – No banco dos réus estão, esta tarde, no Plenário Criminal da Boa Hora, os escritores e poetas Mário Cesariny de Vasconcelos, Luís Pacheco, José Carlos Ary dos Santos e Natália Correia e, ainda, o comerciante Fernando Ribeiro de Melo, o empregado de escritório Francisco Marques Esteves e o técnico têxtil Ernesto Geraldes de Melo e Castro, como presumíveis delinquentes no processo movido pelo Ministério Público, em consequência da publicação do livro “Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica”, a qual foi considerada “abuso de liberdade de Imprensa”.
Segundo a acusação, o livro [...] inclui algumas poesias que “ofendem o pudor geral, a decência e os bons costumes”.
Na tribuma do Ministério Público, toma lugar o dr. Costa Saraiva, ajudante do procurador da República; como patronos dos acusados, intervêm os drs. João da Palma Carlos, Luso Soares, José Vera Jardim, Francisco Vicente, Salgado Zenha e António de Sousa.»

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A Fome de Camões



GOMES LEAL

Lisboa, 1880
Editores Empreza Litteraria Luso-Brazileira de A. Sousa Pinto e Livraria Industrial de Lisboa & C.ª
1.ª edição
230 mm x 152 mm
LXVI págs.
subtítulo: Poema em 4 cantos
luxuosa encadernação de Frederico d’Almeida inteira em pele gravada a ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda em papel marmoreado
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, alguns sinais de foxing
PEÇA DE COLECÇÃO
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação por altura do tricentenário da morte de Camões, será talvez Vitorino Nemésio quem melhor sublinhou a importância deste longo poema:
«[…] Se [Gomes Leal] acha o Camões de Garrett “uma obra deliciosa” (!) é talvez pela obcessão do tema, que ele próprio tratou – quanto melhor! – n’ A Fome de Camões. […] À parte o derrame, a impossibilidade de sustentar o grande fôlego em muitas dezenas de oitavas, é um admirável fresco do destino do génio, uma fenomenologia da desgraça contada epicamente. […]»

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O Campo de São Paulo


VITORINO NEMÉSIO

Lisboa, 1954
Comissão do IV Centenário da Fundação de São Paulo
1.ª edição
267 mm x 209 mm
XVI págs. + 468 págs.
subtítulo: A Companhia de Jesus e o plano português do Brasil
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação recente inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ARQUEÓLOGO [RODRIGO] BANHA DA SILVA
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, outubro 02, 2026

Benilde ou a Virgem-Mãe


JOSÉ RÉGIO
capa de João Tavares


Porto, 1947
Livraria Portugália
1.ª edição
204 mm x 139 mm
184 págs.
subtítulo: Drama em três actos
encadernação inteira em pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR À ACTRIZ MARIA LALANDE
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Memórias de um Ex-Morfinómano


REYNALDO FERREIRA (REPÓRTER X)
pref. Artur Portela
capa de Stuart

Lisboa, 1956
Edição dos Herdeiros
1.ª edição integral
251 mm x 191 mm
200 págs.
encadernação recente inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Suponho que a sua formação ideológica se situava entre um republicanismo radical e o anarco-sindicalismo, o que o levava a comportar-se como franco-atirador.» – Assim o enquadra um seu colega, o jornalista António Valdemar… e trata-se, obviamente, de elogio, atendendo a que a época era então a do nefasto Estado Novo em rota ascendente.
Reinaldo Ferreira, vulgo Repórter X, nascido em 1897, deve ser o caso modelar português de consumpção toxicómana com registo escrito. A morfina, enfraquecendo-lhe as defesas, o levará, por via de uma bronco-pneumonia, a 4 de Outubro de 1935. Não sem, entre os milhares de páginas jornalísticas de sua autoria, nos ter legado estas luminosas Memórias, cujo testemunho da maior dor humana se mistura com o retrato citadino de uma Lisboa nocturna, lúgubre, subterrânea. É a cidade entre duas guerras lá longe, apanhada simultaneamente no falso luxo dos bares dançantes e nas valetas das ruas traseiras, nos átrios iluminados e na penumbra dos cubículos de vão de escada…
«Aos vinte anos é considerado o primeiro repórter português, título que jamais ninguém lhe arrebatará, na vida como na morte!» – escreve Artur Portela no prefácio à edição de 1956. – «Vale dez jornalistas, uma redacção inteira a trabalhar! Sozinho, em mangas de camisa, a gaforina despenteada, com o eterno morrão do cigarro ao canto da boca, do qual nem sequer esparge a cinza porque não perde um segundo, no delírio de escrever – ele tanto faz, de ponta a ponta, um diário de quatro páginas como uma revista de trinta e duas, enchendo-os dos temas mais palpitantes e das imagens mais vibrantes! […]
Um dia, Reinaldo Ferreira aluga o fato esfarrapado, coberto de vérmina, de um pobre, encosta-se a uma esquina do Chiado e, com uns óculos negros de cego, estende a mão à caridade pública.
Ninguém o reconhece. Passam por ele os grandes senhores da fortuna, os ventres dourados da burguesia, os seus camaradas egoístas e distraídos. Há os que lhe dão uma esmola, os que a negam, os que o insultam. Resiste a tudo, como um actor num palco improvisado sofre as vaias dos espectadores.
Um deles é Joshua Benoliel, o melhor fotógrafo desse tempo, bastante avaro, que lhe nega o óbolo, por mais lamúrias que o falso pedinte debite numa voz caracteristicamente rouca e arrastada.
No dia seguinte, a sua crónica flagrante, caricatural, satírica, em que perpassam com os nomes dezenas de figuras conhecidas, faz rir Lisboa inteira!»
É este apenas um curto episódio das suas incomensurável ousadia e boa disposição. A viagem à Rússia dos sovietes, em 1925, com fotografia encenada e tornada pública, de parentes e amigos colunáveis a despedirem-se do jornalista no cais de embarque – que de lá, desse país remoto e mítico, “envia” vinte e cinco artigos para o magazine ABC –, é logro a que nenhum funcionário dos jornais se atreveria hoje, nem como exemplo de coragem criativa, nem de crítica mordaz à “objectividade” da informação.

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Dicionário de Rimas



COSTA LIMA
pref. Teófilo Braga

Porto | Lisboa, s.d.
Livraria Lello, Limitada - Editora proprietária da Livraria Chardron | Aillaud & Lellos, Limitada
«nova edição revista e muito ampliada»
190 mm x 125 mm
444 págs.
subtítulo: Para uso de portugueses e brasileiros com uma Poética Histórica Portuguesa
encadernação editorial inteira em tela encerada gravada a branco na pasta anterior e na lombada, relevo seco em ambas as pastas
corte das folhas carminado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se (seg. BNP) de João Pereira da Costa Lima (1836-1897) que «Tendo sido mais um temperamento artístico que um verdadeiro criador, volúvel, inventivo, irrequieto, a sua vida foi uma constante aventura: aprendiz de ferreiro, marçano, saltimbanco, fotógrafo, comerciante, hoteleiro, proprietário de uma empresa funerária, director do Asilo Maria Pia e pagador da Companhia Nacional dos Caminhos de Ferro, empresário teatral e actor. Com estudos pouco aprofundados, mostrou sempre uma acentuada tendência para a poesia e para o teatro [...].
Das poucas obras que publicou salienta-se A Lusa Bambochata – Poema Triste em Verso Alegre por Joanico Mila, satirizando violentamente os vícios da Administração Pública e da política portuguesa em geral.» (vd. Dicionário Cronólogico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990; verbete obviamente fundamentado na longa nota biográfica que consta do dicionário de Esteves Pereira e Guilherme Rodrigues, editado por João Romano Torres & C.ª em 1909)

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O Visconde de Santarém e a Sua Obra Histórica



NUNO DE PALHARES MARINHO FALCÃO

Lisboa, 1950
[Tipografia das Oficinas de S. José]
1.ª edição (fora do mercado)
263 mm x 201 mm
164 págs.
subtítulo: Estudo
exemplar bem conservado, em parte por abrir
COM DEDICATÓRIA ASSINADA PELO VISCONDE DE SANTARÉM FILHO DO OBJECTO DO ESTUDO
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra em torno do grande impulsionador científico – historiador e cosmógrafo – que foi o 2.º visconde de Santarém, de seu nome Manuel Francisco de Barros e Sousa Mesquita Macedo Leitão e Carvalhosa, figura notável da primeira metade do século XIX. Serão os seus Atlas (3 volumes, 1841, 1842 e 1849 [fonte: Joel Serrão, Dicionário de História de Portugal, vol. V, Iniciativas Editoriais, Lisboa, 1979]) o centro a partir do qual irradia todo o saber, porque, segundo ele, «a geografia é um caminho, embora longo, para se chegar à verdade».

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Monumentos de Portugal

IGNACIO DE VILHENA BARBOSA
pref. Pinheiro Chagas


Lisboa, 1886
Castro Irmão – Editores
1.ª edição
246 mm x 174 mm
16 págs. + XIV págs. + 504 págs. + 4 folhas em extra-texto (uma das quais dupla)
subtítulo: Historicos, artisticos e archeologicos
ilustrado
luxuosa encadernação em meia-francesa com cantos em pele gravada a ouro na lombada, folhas-de-guarda em elegante papel de fantasia
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Partida de Sofonisba às Seis e Doze da Manhã


VASCO GRAÇA MOURA
capa de Rogério Petinga


Lisboa, 1993
Quetzal Editores
1.ª edição
230 mm x 129 mm
272 págs.
subtítulo: Romance
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO POLÍTICO PAULO PORTAS
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Aparição


VERGÍLIO FERREIRA
capa do pintor António Charrua

Lisboa, s.d. [1959]
Portugália Editora
1.º edição
193 mm x 131 mm
260 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
carimbo de Oferta dos Editores no ante-rosto
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o livro mais conhecido do Autor, que não o mais importante. Mas foi Prémio Literário Camilo Castelo Branco. E é o livro em que Vergílio mais consistentemente se afasta do neo-realismo.

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quinta-feira, outubro 01, 2026

José de Guimarães


SALETTE TAVARES
[Gillo Dorfles, posf.]


Almansil – São Lourenço, 1985
Centro Cultural São Lourenço – Marie & Volker Huber
1.ª edição
215 mm x 245 mm (oblongo)
70 págs.
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA
150,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bains de Mer Bains de Rêve


PAUL MORAND

Lausana (Suíça), 1960
La Guilde du Livre
«Edition originale corrigée par les soins de l’ auteur» | «Edition hors commerce»
texto em francês
182 mm x 244 mm (oblongo)
130 págs.
profusamente ilustrado a negro e a cor
texto impresso a duas colunas
cartonagem editorial
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 994 de uma ampla tiragem
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO MÉDICO ANTERO [DA] PALMA CARLOS, FILHO DE ADELINO DA PALMA CARLOS E DE ELINA GUIMARÃES
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, setembro 30, 2026

João Brandão

 

J. M. DIAS FERRÃO

Porto, 1928
Litografia Nacional
1.ª edição
257 mm x 175 mm
IV págs. + 534 págs. + XVI págs. em extra-texto + VIII págs. em extra-texto + 6 folhas em extra-texto
ilustrado
encadernação inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta colado no frontispício o ex-libris de Alberto Virginio Baptista
130,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Julgamento de João Brandão (de Midões)


Lisboa, 1869
Typographia Universal de Thomaz Quintino Antunes
1.ª edição
226 mm x 152 mm
48 págs.
subtítulo: Nos dias 31 de Maio, 1, 2 e 3 de Junho de 1869 na Comarca de Taboa
exemplar estimado, pequenas falhas de papel na capa; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
85,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Sistema Filosófico de Leonardo Coimbra


ÂNGELO ALVES
pref. M. Álvaro V. de Madureira


Porto, 1962
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
215 mm x 165 mm
260 págs.
subtítulo: Idealismo criacionista
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, setembro 29, 2026

Portugal Maio de Poesia 61


JORGE FERNANDES DA SILVEIRA

Lisboa, 1986
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição
240 mm x 150 mm
336 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Questões Práticas de Linguagem Portugueza


CANDIDO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1891
Imprensa Minerva
1.ª edição
187 mm x 133 mm
306 págs. + XVIII págs. (papel azul*)
título no frontispício: Lições Práticas […]
subtítulo: Cartas de Caturra Junior á redacção do Portuguez
magnífica encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a negro e ouro na pasta anterior e na lombada, folhas-de-guarda em papel de lustro azul-ultramarino
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

* Caderno em extra-texto com a listagem dos nomes das «Excellentissimas Senhoras […] E os Senhores» que pagaram adiantadamente o seu exemplar da obra, na qualidade de assinantes.

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Grupos Populares de Promoção Social


HORÁCIO DE MOURA

Coimbra, 1970
Edição do Governo Civil de Coimbra – Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
186 mm x 125 mm
272 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nada


JULIO DANTAS
pref. Henrique Lopes de Mendonça


Lisboa, 1912
Parceria Antonio Maria Pereira – Livraria Editora
2.ª edição
197 mm x 140 mm
XVIII págs. + 1 folha em extra-texto + 158 págs.
ilustrado com o retrato do autor
belíssima encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a rosa e ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Le Réveillon des Cardinaux


JULIO DANTAS
trad. Celestino Soares


Lisboa, 1903
J. A. Rodrigues & C.ie Éditeurs
1.ª edição
texto em francês
185 mm x 121 mm
32 págs.
exemplar com a capa envelhecida mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, setembro 27, 2026

Au Pays des Antiquaires



ANDRÉ MAILFERT

Paris, s.d.
Flammarion, Éditeur
s.i. [1.ª edição: 1929]
texto em francês
213 mm x 153 mm
170 págs. + 20 págs. em extra-texto
subtítulo: Confidences d’un «maquilleur» professionel
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aproveitando-se da douta ignorância e da credulidade de coleccionadores e curadores de museus, o industrial-antiquário André Mailfert (1884-1943) espalhou por toda a França falsas peças de estilo, de tal modo notáveis no ofício, que passaram por ser oriundas de uma tal Escola de La Loire, na linha estética de um artista-marceneiro do século XVIII – Jean-François Hardy –, personagem completamente inventado. Mas Mailfert não guardou para si o segredo do ludíbrio, como comprova este seu livro de memórias, correctamente redigido e eivado de fino humor.
Um excerto:
«[...] Le fonds bourgeois qui domine en France, l’amour de la propriété, le sentiment de l’ordre, l’esprit du classement et tout ce qui, en un mot, a forgé dans notre race l’apothéose de ce fonctionnarisme qui la tue, ont, fort heureusement, par contre, développé chez le Français l’esprit de la conservation et celui, plus prudhommesque, de la collection. [...]
Le goût de la collection des meubles et bibelots anciens vint compléter celui des tableaux – celui-là a existé de tous temps – et c’est alors que, la marchandise se faisant rare, il vint à l’idée de certains antiquaires de compléter, par des reconstitutions, ce qui manquait en authentique.
On fit de timides transformations, puis, des meubles entiers!
[...] Mais il est peut-être plus amusant pour vous, lecteur, de jeter un coup d’œil indiscret sur la technique de cette curieuse et si moderne fabrication “d’ancien”, de soulever le voile qui masque certaines “trop belles” opérations, réussies par les praticiens notoires du truquage, que de chercher à démêler les raisons psychologiques qui ont conduit une bonne partie de l’élite de nos intelectuels à vider ses goussets dans l’escarcelle béante d’avides antiquaires... [...]»

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Ensaio Biographico-Critico Sobre os Melhores Poetas Portuguezes

 

JOSÉ MARIA DA COSTA E SILVA

Lisboa, 1850-1855
Na Imprensa Silviana (ed. João Pedro da Costa após o tomo VI)
1.ª edição
10 tomos enc. em 5 volumes (completo)
204 mm x 132 mm
[(302 págs. + 1 folha em extra-texto) + 334 págs.] + [342 págs. + 334 págs.] + [336 págs. + 370 págs.] + [330 págs. + 314 págs.] + [320 págs. + 376 págs.]
ilustrado com gravura-retrato do autor no tomo I
encadernações homogéneas coevas em meias-inglesas elegantemente gravadas as ouro nas lombadas
pouco aparados, sem capas de brochura
exemplares muito estimados; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO E ESTUDO
380,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Inocêncio Francisco da Silva, no Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo V, Imprensa Nacional, Lisboa 1861):
«José Maria da Costa e Silva, natural de Lisboa, e nascido a 15 de Agosto de 1788 […]. Destinava‑se ao estudo da medicina, sciencia de sua particular predilecção; porém circumstancias de familia, e a morte prematura de seu pae, obstaram a que realisasse aquelle projecto.
Começou desde a adolescencia a cultivar a poesia, e tinha, segundo elle affirma, dezesepte annos quando compoz o seu poema intitulado o Passeio. Pelo mesmo tempo consta que escrevêra algumas tragedias, porém foi pouco feliz n’esses ensaios […]. De genio algum tanto taciturno, caracter indolente e desambicioso, e por natureza avêsso a qualquer subjeição ou constrangimento, havia em si uma formal negação para o exercicio de cargos publicos; e bem o mostrou quando admittido como Official papelista, ou praticante na secretaria do tribunal da Meza da Consciencia e Ordens, ao cabo de poucos dias se desgostou, a ponto de não mais voltar á repartição, abandonando o logar, e não curando de procurar outro. Como occupação mais independente e analoga aos seus habitos deu‑se a escrever para o theatro, e d’ahi tirou por mais de vinte annos os recursos para a sua parca sustentação, fazendo representar n’esse intervalo mais de duzentos dramas imitados, ou traduzidos de diversas linguas, entre elles alguns originaes, e uma immensidade de elogios dramaticos, genero que andava n’aquelle tempo muito em voga.
No principio de 1834 foi convidado para redigir a Chronica Constitucional de Lisboa, e desempenhou este encargo durante alguns mezes, se não me engano até que este jornal passou a intitular‑se Gazeta Official do Governo. […]

Em 22 de Fevereiro de 1836 alguns seus amigos, que eram então vereadores da Camara Municipal de Lisboa, lembraram‑se de premiar o seu merito litterario, e de proporcionar‑lhe mais azada subsistencia, conferindo‑lhe, sem que o requeresse, o logar de Director da secretaria da mesma Camara: serviu como tal durante alguns annos, até que vagando o logar d’Escrivão da municipalidade, para elle foi nomeado em 17 de Agosto de 1841, e confirmado por carta regia de 17 de Dezembro do mesmo anno, sem que tambem d’esta vez intervisse para isso alguma diligencia da sua parte.
Vivendo sempre mais para as letras que para o emprego, e tractando comtudo de preencher as suas obrigações tanto quanto as forças e a saude lh’o permittiam, viu correr menos mal os ultimos annos da vida, apenas annuveados por alguns dissabores domesticos passageiros. Atacado de molestia subita, expirou quasi de repente na manhã de 25 de Abril de 1854 […]. Foi sepultado no cemiterio dos Prazeres. Legou por unica herança a seus filhos a reputação de homem probo, desinteressado e verdadeiro cultor das letras. Os seus bens todos consistiam, além da mobilia indispensavel da casa, na pequena livraria do seu uso, constante de uns mil e seiscentos volumes, quasi todos de obras poeticas em diversas linguas […]. Deixou tambem alguns trabalhos de propria composição, ainda ineditos; parte dos quaes existirão talvez em mão da sua viuva, e a continuação do Ensaio Biographico em poder do falecido guarda‑mór da Camara Municipal João Pedro da Costa, e hoje do filho d’este, successor no mesmo emprego. […]»

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Casa na Duna


CARLOS DE OLIVEIRA
capa de Manuel Ribeiro Pavia


Coimbra, 1944
Coimbra Editora, Limitada
2.ª edição
192 mm x 137 mm
216 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Como sempre, num Autor da craveira de Carlos de Oliveira, trata-se de um texto recriado a partir da edição anterior, trabalho literário que nunca findará ao correr das sucessivas edições posteriores.
Chama-se a atenção em particular para a força gráfica da capa.

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D. Carlos



TEIXEIRA DE PASCOAES

Lisboa, 1925
D. Manuel de Castro e Guilherme de Faria Editores
1.ª edição
177 mm x 121 mm
152 págs.
subtítulo: Drama em verso
impresso sobre «papel do Japão»
encadernação em meia-inglesa com cantos
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 128 de uma tiragem de apenas 155 exemplares assinados pelo autor
PEÇA DE COLECÇÃO
130,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Vizinhos do Mar


JULIÃO QUINTINHA

Lisboa, 1929
Editora Portugal Ultramar – Limitada
3.ª edição
190 mm x 122 mm
144 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Visinhos do Mar




JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques

Lisboa, 1921
Imprensa de Manuel Lucas Torres
1.ª edição
205 mm x 140 mm
160 págs.
luxuosa encadernação com o selo de Frederico de Almeida em meia-francesa com cantos em pele gravada a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Pátria Minha. Desespero da Piedade. Poema Enjoadinho

 

VINICIUS DE MORAES

s.l. [Lisboa], 1971
Edições ITAU
s.i.
103 mm x 144 mm (oblongo)
32 págs.
impresso a azul sobre papel azul
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no verso da capa
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Poema a Galileo

 

ANTÓNIO GEDEÃO

s.l., s.d. [Lisboa, circa 1971]
Edições ITAU
s.i.
105 mm x 160 mm (oblongo)
8 págs.
impresso a creme
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no verso da capa
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Ganhar o Futuro


ANÍBAL CAVACO SILVA

s.l. [Lisboa], 1991
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição
238 mm x 151 mm
344 págs.
subtítulo: Discursos proferidos durante a vigência do XI Governo Constitucional
impresso sobre papel superior avergoado creme
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Brevíssimo Inventário

 

MARCELLO DUARTE MATHIAS
capa e grafismo de Rita Múrias (Atelier Henrique Cayatte)


Alfragide, 2010
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
192 mm x 124 mm
176 págs.
subtítulo: Aforismos
encadernação editorial com sobrecapa
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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No Devagar Depressa dos Tempos


MARCELLO DUARTE MATHIAS

Rio de Janeiro, 1988
Editora Bertrand Brasil S.A.
1.ª edição [no Brasil]
207 mm x 139 mm
184 págs.
subtítulo: Notas de um diário, 1962-1969
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Doze Sonetos e Uma Canção


MARCELLO MATHIAS

Lisboa, 1947
Edições Dois Mundos
3.ª edição
178 mm x 128 mm
48 págs. + 8 págs. (encarte)
título do encarte: Doze Sonetos e Uma Canção – Algumas Opiniões da Crítica sobre as Edições Brasileiras Deste Livro
exemplar estimado, capa com vagos sinais de foxing; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO CRÍTICO LITERÁRIO LUIZ FORJAZ TRIGUEIROS
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Morte de D. João


GUERRA JUNQUEIRO

Lisboa, 1914
Parceria Antonio Maria Pereira - Livraria Editora
9.ª edição
191 mm x 133 mm
XX págs. + 1 folha em extra-texto + 324 págs.
ilustrado com retrato do autor
impresso sobre papel superior
magnífica encadernação editorial inteira em tela gravada a negro, azul, prata e ouro nas pastas e na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse nas costas da gravura
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Lagrima


GUERRA JUNQUEIRO

Porto, 1898
Livraria Chardron de Lello & Irmão, Editores
3.ª edição
164 mm x 114 mm
14 págs.
impresso sobre papel superior algodoado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na capa
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Victoria da França


GUERRA JUNQUEIRO

Porto, 1905
Livraria Chardron de Lello & Irmão – Editores
2.ª edição
190 mm x 123 mm
20 págs.
subtítulo: 4 de Setembro de 1870
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, setembro 24, 2026

Os Suppliciados na Praça Nova nos Dias 7 de Maio e 9 de Outubro de 1829


[ANÓNIMO]

Porto, 17 de Julho de 1878
s.e.
1.ª edição
188 mm x 130 mm
16 págs.
exemplar estimado, restauro na dobra; miolo limpo
acondicionado numa modesta pasta de cartolina
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Folheto celebratório da memória dos liberais mandados enforcar no Porto, na Praça Nova (hoje Praça da Liberdade), pelo absolutista D. Miguel, na sequência da Revolução de Maio em 1828.

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Do Tempo e da História

 

dir. Virgínia Rau
secret. Jorge Borges de Macedo
Lisboa, 1965-1968-1970-1971-1972
Instituto de Alta Cultura – Centro de Estudos Históricos
1.ª edição
5 volumes (completo)
240 mm x 172 mm
[220 págs. + 1 desdobrável (mapa)] + 178 págs. + [202 págs. + 10 págs. em extra-texto + 7 desdobráveis em extra-texto] + [244 págs. + 1 folha em extra-texto + 2 desdobráveis em extra-texto (mapas)] + [268 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto + 4 folhas em extra-texto]
ilustrados
capas impressas frente e verso
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[…] Do Tempo e da História foi uma revista com uma vasta abrangência temática, acolhendo um conjunto total de trinta e quatro estudos científicos e vinte notas bibliográficas que têm como denominador comum um método historiográfico e a incidência na história medieval e moderna de Portugal.
No periódico […] foram publicados os resultados das investigações individuais e colectivas dos seus colaboradores e de autores estrangeiros, associadas às três principais linhas de pesquisa [do ref. Centro de Estudos Históricos]: a história das estruturas da sociedade, a demografia histórica e a história da diplomacia e das relações externas portuguesas.
Reúne textos em língua portuguesa e francesa relativos sobretudo ao período entre os séculos XIII a XVIII, recebendo maior destaque as problemáticas ligadas ao monaquismo e a instituições eclesiásticas, à economia e ao comércio dos descobrimentos e da expansão portuguesa, à história intelectual de Quatrocentos, aos estudos antroponímicos e à teoria política e económica seiscentista. As secções de notas bibliográficas revestem-se de variedade centrífuga, sendo alvo de comentário crítico diversas monografias de autores espanhóis, italianos, franceses e ingleses. […]»
(Fonte: página electrónica do Centro de História da Universidade de Lisboa)
Entre os autores participantes com estudos, são de sublinhar, para além de Virgínia Rau, nomes como os de José Mattoso, Martim de Albuquerque, Isaías da Rosa Pereira, etc.

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