quarta-feira, julho 17, 2019

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Uma Rosa na Tromba de um Elefante



ANTÓNIO JOSÉ FORTE
capa e ilust. Carlos Ferreiro

Lisboa, 1971
Edições Afrodite – Fernando Ribeiro de Mello
1.ª edição
20,6 cm x 14,9 cm
88 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Embora tenha sido reeditado postumamente, foi-o desrespeitando a vontade do autor, que nunca quis repegar num conjunto de poemas “para a infância” carinhosamente escrito para a sua filha (do primeiro casamento). Aquando da tentativa de incluir alguns destes versos na antologia poética Sião (frenesi, Lisboa, 1986), António José Forte (1931-1988) foi categórico em não permitir a reprodução de uma única dessas linhas. Escritor seminal no grupo surrealista de Lisboa, libertário conviva de estudantes e operários, disse o seu amigo de longa data e editor da Antígona, Luís Oliveira, que o Forte foi «[…] um poeta singular, habitado por um grande ardor interior. A sua poesia transmite uma vontade de transformar o mundo, sem qualquer necessidade de militância, nunca lhe retirando a sua essência, a sua força».
Carlos Ferreiro, o pintor / desenhador que criou a imagem gráfica dos livros & etc nos anos 1974-1984, tem nesta Rosa um momento alto da ilustração sarcástica portuguesa, acentuando o lado “adulto” dos versos do poeta.

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Figuras Figuronas



MARIA ALBERTA MENÉRES
capa e ilust. João da Câmara Leme

Lisboa, 1969
Portugália Editora
1.ª edição
20,1 cm x 15,3 cm
44 págs.
ilustrado a cor
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA AO SEU EDITOR AGOSTINHO FERNANDES, QUE ASSINOU E DATOU O EXEMPLAR NA ANTE-PENÚLTIMA PÁGINA
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Magnífico modelo de literatura infanto-juvenil, cuja simbiose entre texto e imagem é perfeita. Obra referida na monografia João da Câmara Leme (Pedro Piedade Marques [pref.] e Jorge Silva, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 2015).

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Antologia do Humor Português



VERGÍLIO MARTINHO, org. e notas
ERNESTO SAMPAIO, org., prefácio e notas
desenhos de Carlos Ferreiro, Eduardo Batarda, João Machado e José Rodrigues

Lisboa, 1969
Edições «Afrodite» de Fernando Ribeiro de Mello
tipografia União Gráfica
1.ª edição [única]
21 cm x 14,5 cm
XXVIII págs. + 1.008 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Magnífica! A mais magnífica incursão jamais feita ao corpus de literatura portuguesa, de onde os organizadores fazem saltar um espírito, um chiste, em pleno arraial do país sisudo e sufocado pelo Estado Novo. Outras antologias saídas dessa editora foram perseguidas pelas polícias, é público e basto conhecido, como a do Conto Fantástico ou a Erótica e Satírica; mas esta, verdadeiramente, melhor expõe um país... Lembra-nos o escritor surrealista Ernesto Sampaio no texto de abertura:
«[...] O humor, que na verdade é um dos privilégios da poesia, constitui, como o amor e a vontade prática revolucionária, a única força compósita capaz de restituir ao homem a sua dignidade autêntica. [...]
[...] resta-nos mencionar o humor, no ponto de cruzamento do desejo sem meios e dos meios sem desejo, como suprema lucidez, arte de denunciar e perseguir até aos seus covis mais recônditos os absurdos de uma situação irrisória e injusta em todos os planos, de uma lei fundamentada no dinheiro, no horror ao corpo, na baixeza obrigatória do espírito, no incessante atentado ao amor, a todos os poderes de afirmação e criação do homem livre, do homem que não cabe nos esquemas daqueles que ao comprarem a sua força de trabalho pretendem comprá-lo todo, em corpo e alma. [...]»
E para não destoar do projecto, o próprio editor Ribeiro de Mello espetou com o volume a ser composto e impresso numa tipografia da esfera de influência da Igreja! E não contente com isso, o que já não foi pouco, ainda pôs na ficha técnica os nomes dos intervenientes nos trabalhos, com especial relevo para as «irmãs» e respectiva congregação!
Escusado será dizer que poucos destes exemplares terão sobrevivido após a descoberta pelos responsáveis da oficina gráfica... Tendo, assim, saído dos prelos três versões distintas da pág. 1.006: a referida; uma outra em que a folha foi guilhotinada e substituída por uma com o cólofon resumido a quatro linhas; e ainda outra (a vertente) em que todos os nomes voltam aí a figurar, mas expurgados dos cargos religiosos.

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terça-feira, julho 16, 2019

Vida de D. Fr. Bertolameu dos Martyres





LUIS CACEGAS, frei
LUIS DE SOUSA, frei


Lisboa, 1842 e 1818
Na Typographia Rollandiana
s.i. [edição posterior à 4.ª edição]
2 tomos (completo)
15,4 cm x 10,4 cm
tomo I: 538 págs. + 6 págs. de «Livros que se vendem em casa de Rolland»
tomo II: 436 págs.
encadernações homogéneas de época inteiras em pele, com rótulos igualmente em pele e ferros a ouro, folhas-de-guarda marmoreadas
exemplares muito estimados; miolo limpo e muito fresco
assinaturas de posse nos frontispícios de ambos os volumes
100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do relato da vida do dominicano, que foi arcebispo de Braga e preceptor de D. António, prior do Crato. A sua participação no Concílio de Trento em 1562-1563 não terá passado despercebida.

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segunda-feira, julho 15, 2019

Chegámos à Lua!



JOHN NOBLE WILFORD
trad. Eurico da Fonseca
capa de Alberto Gomes

Lisboa, s.d. [circa 1969]
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição]
21,8 cm x 15,3 cm
416 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[…] obra que se situa para além da técnica. É um documentário vivo de um dos maiores momentos da história da Humanidade – desde o desafio soviético até à decisão do presidente Kennedy sobre o envio de homens para a Lua. […]»

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domingo, julho 14, 2019

Cadernos de Poesia






Lisboa, 1940 a 1953
dir. Tomaz Kim, José Blanc de Portugal e Ruy Cinatti; mais tarde, também Jorge de Sena e José-Augusto França, tendo saído Tomaz Kim
colecção completa (15 números distribuídos por 3 séries [5 + 7 + 3 fascículos] em 1 volume)
23,7 cm x 18 cm
100 págs. (numeração contínua, primeira série) + 152 págs. (numeração contínua, segunda série) + [24 págs. + 2 x 32 págs. (terceira série)]
compostos manualmente
encadernação em meia-francesa em pele, cantos em pele, gravação a ouro na lombada,
conserva todas as capas de brochura
aparado e carminado somente à cabeça
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELAS DEDICATÓRIAS MANUSCRITAS DE ALBERTO DE LACERDA E FERNANDO LEMOS AO POETA LUÍS AMARO
PEÇA DE COLECÇÃO E GRANDE RARIDADE QUANDO COMPLETA
1.300,00 eur (IVA e portes incluídos)

Vasto é o número de colaboradores reunidos ao longo dos anos que durou a publicação, e tudo escritores já então de referência na cultura nacional, como sejam Afonso Duarte, Vitorino Nemésio, Almada Negreiros, Sofia de Mello Breyner Andresen, José Gomes Ferreira, Edmundo Bettencourt, Mário Dionísio, Pedro Homem de Mello, Eugénio de Andrade, Miguel Torga, Merícia de Lemos, José Régio, Manuel Ribeiro Pavia, Alfredo Margarido, António Ramos Rosa, Raul de Carvalho, etc.
A partir da segunda série, a publicação ganha o hábito de dedicar alguns dos seus números a um único escritor, pelo que temos aí em primeira edição A Poesia de Camões – Ensaio de Revelação da Dialéctica Camoneana por Jorge de Sena; um conjunto inédito de Poemas por Alberto de Lacerda; o estudo Fernando Pessoa e a Crítica por Adolfo Casais Monteiro; dois livros seminais da corrente surrealista, a saber, Tempo de Fantasmas por Alexandre O’Neill e Teclado Universal por Fernando Lemos; e ainda notas sobre seis pintores, Da Poesia Plástica, por José-Augusto França, e o importante fascículo inteiramente dedicado a Teixeira de Pascoaes, que inclui um poema inédito do mesmo e uma carta e este dirigida, também inédita, por Fernando Pessoa, assim como a intervenção em homenagem, entre outros, de António Pedro, António Sérgio, Eduardo Lourenço, José Marinho, Óscar Lopes.

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Delicioso Pecado



MARIO DOMINGUES
capa e ilust. Bernardo Marques

Lisboa, 1923
Novela de Sucesso
1.ª edição
16,6 cm x 12,7 cm
24 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve ficção em torno do incesto entre pai e filha. Coincide esta publicação com a de Sodoma Divinizada de Raul Leal na editora Olisipo, dirigida por Fernando Pessoa, e a do arrojado livro Decadência de Judith Teixeira, o que desencadeou na época a ira moralizante de uma tal Liga dos Estudantes encabeçada por Pedro Teotónio Pereira (espécie de associação de trastes reaccionários de cariz pré-fascista, nem sequer original, mas copiando idênticas rusgas ordenadas por Mussolini em Itália). Livros que, junto com as Canções de António Botto, acabarão proibidos e mandados apreender e destruir pelo Governador Civil de Lisboa, o “republicano” Viriato Lobo. Poucos meses depois, nem Mar Alto do fascista António Ferro escapará…

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Seripipi na Gaiola



ERNESTO LARA FILHO

Luanda, 1970
s.i. (ABC – Luanda) [ed. autor]
1.ª edição
21,4 cm x 15,1 cm
32 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
peça de colecção
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ernesto Lara Filho (1932-1977) – irmão da grande poetisa e declamadora nacionalista angolana Alda Lara –, ele também poeta e jornalista perseguido pelo regime colonial, tem neste breve conjunto de poemas uma referência incontornável para a denúncia da miséria e da escravatura em que era mantido o povo angolano.

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Poemas


ALDA LARA
nota de Orlando de Albuquerque

Sá da Bandeira, 1966
Imbondeiro
2.ª edição
20,4 cm x 15 cm
200 págs.
subtítulo: Obra Completa de Alda Lara
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Médica angolana notável e poeta exímia, Alda Pires Barreto de Lara e Albuquerque (1930-1962) não chegou a viver para ver assim a sua poesia reunida, que Manuel Ferreira (ver Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, vol. 2, Instituto de Cultura Portuguesa, Lisboa, 1977) reconhece como poesia «[...] de motivação europeia, mas a da inserção angolana emerge de uma serena visão humanística.»

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Alda Lara – A Mulher e a Poetisa


ORLANDO DE ALBUQUERQUE

Sá da Bandeira, 1966 [aliás, 1967]
Imbondeiro
1.ª edição
20,3 cm x 14,8 cm
52 págs. + 6 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável, capa suja; miolo limpo, restauro na primeira folha
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume constituído por notas biográficas, um breve mas esclarecedor estudo da obra e, finalmente, uma pequena antologia dos poemas preferidos pela autora. Uma passagem de uma carta da poetisa, palavras bem significativas:
«[...] Vivi bem perto dos problemas ultramarinos e dos problemas sociais do meu tempo. Pertenci a todas as organizações católicas do meio universitário.
[...] Fiz poemas, proferi conferências e participei em mais de uma reunião ao lado dos mais variados credos políticos e religiosos. Fui amiga de protestantes e comunistas. E até numa festa judaica estive um dia. Passei como uma luz sobre os caminhos mais escuros. E se alguém se lembra de mim é como uma pessoa de boa vontade e de coração puro, desejando um mundo impossível de existir.»

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Três Dias em Olivença


HERMANO NEVES
pref. Mário Neves
posf. Ventura Abrantes
capa de Ramos Ribeiro

Lisboa, 1932
Casa Ventura Abrantes – Livreiro Oliventino
1.ª edição (em volume)
19 cm x 12,4 cm
68 págs. + 24 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado em separado
exemplar envelhecido mas aceitável, capa com restauro; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O filho do jornalista republicano Hermano Neves recompila e prefacia neste volume um conjunto de artigos de reportagem, aparecidos originalmente nas páginas da Capital, entre Fevereiro e Março de 1916, textos de cariz «sentimental», evocando um «pedaço da nossa terra que os azares da fortuna levaram para mãos estranhas».

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Olivença a Marvão


V. L. A. [VENTURA LEDESMA ABRANTES]
na abertura, carta de Vítor Santos, dr.

s.l. [Barcelos], 1934
s.i. [Companhia Editora do Minho] [ed. Autor ?]
[1.ª edição]
16,3 cm x 10,8 cm
32 págs.
subtítulo: Palestra efectuada na Camara Municipal de Marvão, solenizando a entrega ao Auctor, do diploma de “Munícipe Marvanense” – 8 de Setembro de 1934
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, pequenos defeitos na capa; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, reconhecido livreiro e editor lisboeta, nascido em Olivença, foi o fundador do Grupo dos Amigos de Olivença.

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sábado, julho 13, 2019

Londres


TEIXEIRA DE PASCOAES

Lisboa, 1925
D. Manuel de Castro e Guilherme de Faria – Editores
s.i. [1.ª edição]
18 cm x 12,2 cm
20 págs.
composto manualmente em elzevir e impresso sobre papel de linho
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Singela edição original de um poema escrito na década anterior, acerca do qual escreveu António Telmo no prefácio à reedição na Assírio & Alvim, em 2002:
«[...] longo poema sobre Londres, onde nos surpreende, por contraste com o espírito crepuscular ou outonal de Pascoaes, uma toada que lembra a de Cesário Verde, mais poeta da cidade do que do Ocidente [...]. Pascoaes visitou Londres e aí pernoitou durante vários dias por causa de uma jovem inglesa que conheceu no Porto e por quem se apaixonou como se ela fosse a aparição da sua mesma alma. Chamava-se Leonor Dogge ou Dagge, tenho visto o nome escrito das duas maneiras. Dogge lembra a marca de um automóvel hoje fora do mercado. Mas Leonor, pelo som e pela etimologia hebraica, é como um sol outonal todo oiro num ar quase líquido. Todas as jovens mulheres que o poeta amou chamavam-se Leonor e, como as de Camões que também amou uma Leonor ou como a Beatriz de Dante, eram luz pelo sorriso, sol pelos cabelos, céu diurno ou nocturno pelos olhos, humanas rosas. [...]»

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Elegia do Amor



TEIXEIRA DE PASCOAES

Lisboa, 1924
D. Manuel de Castro e Guilherme de Faria – Editores (Depositarios: Aillaud e Bertrand)
s.i. [1.ª edição]
18,2 cm x 12,6 cm
24 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Cerco do Porto



HUGH OWEN
pref. e notas de Raul Brandão

s.l. [Porto], 1915
Edição da Renascença Portuguesa
1.ª edição
19,1 cm x 12,3 cm
352 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato do autor)
subtítulo: Contado por uma testemunha o coronel Owen
ilustrado no corpo do texto
capa impressa a negro com cromo colado
exemplar muito estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Cerco do Porto


HUGH OWEN
pref. e notas de Raul Brandão

Porto / Rio de Janeiro, 1920
Editores Renascença Portuguesa / Luso-Brasiliana
2.ª edição (3.º milhar)
19 cm x 12,5 cm
352 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Contado por uma testemunha - o coronel Owen. Com documentos novos
ilustrado no corpo do texto e em separado
capa impressa a negro com cromo colado
exemplar estimado, capa envelhecida e com restauros; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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El-Rei Junot


RAUL BRANDÃO

Lisboa, 1912
Livraria Brazileira de Monteiro & C.ª / Typ. da Emprêsa Litteraria e Typographica
1.ª edição
25 cm x 17,3 cm
2 págs. + 348 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior
encadernação da época em meia-inglesa com elegante gravação a ouro na lombada
conserva ambas as capas de brochura
aparado e carminado somente à cabeça
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Francisco J. Martins
peça de colecção
265,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante crónica histórica referente à presença dos franceses em Portugal durante o trágico período das Invasões.

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quarta-feira, julho 10, 2019

Quadros Navaes […]




JOAQUIM PEDRO CELESTINO SOARES, official da Armada

Lisboa, 1861-1869
Imprensa Nacional
2.ª edição (I, II e III); 1.ª edição (IV)
4 tomos (completo*)
22 cm x 15 cm
[XXXVI págs. + 448 págs.] + [XIV págs. + 562 págs.] + [XVIII págs. + 5 folhas (gravuras) em extra-texto (dupla, uma das quais) + 604 págs.] + [10 págs. + 424 págs. + 1 desdobrável (mapa) em extra-texto + 3 folhas (gravuras) em extra-texto]
subtítulo: […] ou Collecção dos Folhetins Maritimos do Patriota seguidos de huma Epopeia Naval Portugueza
inclui: tomo I – Parte I - Folhetins; tomo II – Parte II - Epopeia; tomo III – Parte II - Epopeia; tomo IV – Additamentos
encadernações coevas homogéneas em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
muito pouco aparados, sem capas de brochura
exemplares sólidos e muito estimados; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
460,00 eur (IVA e portes incluídos)

Joaquim Pedro Celestino Soares, nascido em 1793, falecido em 1870, chegou a ser contra-almirante, membro do Supremo Conselho de Justiça Militar e director do Museu de Marinha. A vertente obra reunida abrange os seus escritos publicados em folhetins no jornal O Patriota, de grande variedade temática, não somente naval, indo da política à guerra civil que antecedeu a implantação do regime constitucional, passando pela história séria e a matéria ligeira da crendice popular.

* Conforme à descrição de Inocêncio Francisco da Silva e Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo XII, n.º 7389, Imprensa Nacional, Lisboa, 1884.

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Feira Cabisbaixa



ALEXANDRE O’NEILL
pref. António Alçada Baptista
capa e grafismo de Espiga Pinto

Lisboa, 1965
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
18,2 cm x 10,2 cm
L págs. + 62 págs.
corte do miolo pintado, sobrecapa impressa a três cores directa sobre kraft-alcatrão
é o n.º 6 da prestigiada Colecção Poesia e Ensaio, criada e dirigida por Vitor Silva Tavares aquando da sua passagem pela Ulisseia na qualidade de editor literário
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, carimbo editorial de Oferta na última página
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro que a censura do Estado Novo, a censura do «nhurro país que nunca se desdiz», brindou com a respectiva proibição, embora – como a tantos outros escritores menores da época! – não necessitasse Alexandre O’Neill de um tal selo de garantia. Sim, basta lê-lo, na sua acutilante esgana poética:

«[…] Mas eu, Tejo continuado, nesta praça
minist’rial que mais te posso dar,
a ti que vens de Albarracim, meu espanhol,
que passaste Almourol,
que passaste Pereira Gomes e Redol,
senão a frase sim ou não ouvida,
com este meu ouvido, com esta minha vida,
a um rapaz que, sem malícia, veio,
da sombra sei lá de que sobreiro,
para dar em alguém, cá na cidade:

Ser da polícia,
dá cantina, barbeiro, autoridade

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As Andorinhas Não Têm Restaurante


ALEXANDRE O’NEILL

Lisboa, 1970
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
18,1 cm x 11 cm
96 págs.
são conhecidos alguns poucos exemplares revestidos com sobrecapa, o que não é o caso presente
exemplar estimado; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para Eduardo Prado Coelho, a «[...] homegeneidade deriva essencialmente do extraordinário domínio no exercício da linguagem que estas prosas revelam. [...]
Valerá a pena, contudo, indicar até que ponto a integração do calão no texto introduz um princípio de subversão do discurso literário tradicional que vê agora a sua dignidade desmantelada. O calão visa um efeito destrutivo em relação à linguagem cultural, produzindo um insistente mecanismo de desvalorização. [...]» (Colóquio / Letras, n.º 3, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Setembro de 1971)

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Entre a Cortina e a Vidraça

ALEXANDRE O’NEILL

Lisboa, 1972
Editorial Estúdios Cor, S.A.R.L.
1.ª edição
18,9 cm x 20,5 cm (oblongo) + Ø 17,5 cm
72 págs. + 1 disco de vinyl (45 r.p.m.)
capa impressa a três cores e relevo seco
exemplar bem conservado; miolo irrepreensível; disco como novo
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poemas do centro urbano, e cosmopolita!, repassados de um agressivo sarcasmo muitas vezes – segundo a crítica encartada – alusivo ao grande Nicolau Tolentino. Esta é das fáceis; que O’Neill, ele mesmo, assiduamente compilou, ou antologiou, ou somente fez arrumação em livro, da obra do poeta setecentista. Mas O’Neill foi mais longe, como escritor que em primeira mão trouxe para Portugal, e a outros deu a ler, um exemplar da Histoire du Surréalisme de Maurice Nadeau. Leiamo-lo, «Pois*»... ao O’Neill:

«O respeitoso membro de azevedo e silva
nunca perpenetrou nas intenções de elisa
que eram as melhores. Assim tudo ficou
em balbúrdias de língua cabriolas de mão.

Assim tudo ficou até que não.

Azevedo e silva ao volante do míni
vê a elisa a ultrapassá-lo alguns anos depois
e pensa pensa com os seus travões
Ah cabra eram tão puras as minhas intenções.

E a elisa passa rindo dentadura aos clarões.»

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segunda-feira, julho 08, 2019

Antologia de Poesias Angolanas


MARIA DA CONCEIÇÃO NOBRE [org.], et alii
pref. João da Chela

Nova Lisboa, 1958 [aliás, 1957]
Câmara Municipal de Nova Lisboa
1.ª edição
19,5 cm x 14 cm
348 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acervo poético, estendendo-se por mais de meio cento de poetas (angolanos, ou que por lá passaram), entre os quais vamos encontrar, nos primórdios da gesta (segundo a antologiadora), o nome de Eduardo Leiria Dias, e também os de, por exemplo, Alda Lara, Tomás Vieira da Cruz, Lília da Fonseca, etc. O critério da escolha até pode ser considerado duvidoso, mais no espírito dos saraus tropicais dos colonos do que com qualquer relevância para a história literária, sequer local. Todavia, na falta de compilação alternativa, sempre nos é dado conhecer uma outra pepita poética avulsa.

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domingo, julho 07, 2019

A Modista em 30 Dias



ARLETTE DUVAL

Lisboa, s.d. [circa 1920]
Emprêsa Literária Universal
s.i. [1.ª edição ?]
19,5 cm x 13,5 cm
40 págs.
subtítulo: Ou a Costureira de Si Mesma – Método prático para ensinar a cortar e a fazer vestidos, casacos, roupas brancas, etc.
ilustrado
acabamento em três cadernos soltos cosidos à linha
exemplar envelhecido com restauros periféricos mas aceitável; miolo limpo, papel frágil
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, julho 06, 2019

Principles of War



CARL VON CLAUSEWITZ
trad. e pref. Hans W. Gatzke

Londres, 1943
John Lane The Bodley Head
1.ª edição
texto em inglês
19,6 cm x 12,7 cm
64 págs.
encadernação editorial com sobrecapa
exemplar estimado, sobrecapa com rasgões*; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação levada a cabo em plena Segunda Guerra Mundial, com o Reino Unido literalmente debaixo de fogo, tendo até o editor incluído na badana um pungente apelo à defesa do país, Britain Calls the World, devendo as populações fazerem os possíveis por se manter informadas acerca da verdade do sucedido: «[…] From London comes the voice of Britain… the voice of freedom».
Quanto ao texto, estamos perante a tradução dos princípios táctico-estratégicos para a instrução militar, que Clausewitz redigiu a caminho da Rússia, quando se juntou ao exército do czar Alexandre I para impedir o avanço totalitário de Napoleão.

* Por se tratar de um exemplar da edição original, optou-se deliberadamente pelo não restauro, dado as regras de coleccionismo anglo-saxónicas apontarem nesta direcção, privilegiando a presevação das espécies em estojos e no estado em que se encontram.

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De la Guerra




CARLOS VON CLAUSEWITZ
trad. Seguí y Barbero, Juan García Benítez (pref.) e Manuel Pastor y Fernández Checa

Madrid, 1945-1947
Escuela de Guerra Naval
1.ª edição
2 volumes (completo)
texto em castelhano
23,8 cm x 16,3 cm
[XXXVI págs. + 400 págs.] + [8 págs. + 580 págs.]
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
discretas assinaturas de posse nos frontispícios
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência mundial nos meios militares stricto sensu e entre os amadores de estratégia em geral, mas também entre os altos apreciadores do raciocínio filosófico “hegeliano”. O nome de Carl von Clausewitz (1780-1831), general prussiano, é indissociável do seu principal inimigo: Napoleão I.

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Jomini – Grande Senhor da Estratégia (1779-1869)


LUIZ DA CAMARA PINA, major

Lisboa, 1946
Separata da «Revista Militar»
1.ª edição
23,7 cm x 16 cm
32 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sucinta monografia biográfica e militar acerca do general napoleónico Antoine-Henri Jomini. De par com Carl von Clausewitz, são eles os fundadores e teóricos da guerra moderna.

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Ditos Portugueses Dignos de Memória


[ANÓNIMO]
pref. e notas de José Hermano Saraiva

Mem Martins, s.d.
Publicações Europa-América, L.da
1.ª edição
20,9 cm x 13,8 cm
532 págs.
subtítulo: História íntima do século XVI [...]
exemplar estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Obra de autor desconhecido, os “Ditos Portugueses Dignos de Memória” constituem o mais extraordinário testemunho até hoje vindo à luz sobre a sociedade portuguesa do século XVI escrito por um homem desse tempo.
Do princípio ao fim, toda a obra é marcada por uma irreverência total, por um tom amargo de sarcasmo que não poupa ninguém: nem altos magistrados, nem prelados, nem sequer os monarcas. No conjunto, e apesar do aspecto de mera compilação de ditos alheios, o livro é um depoimento cruel e desmistificante da sociedade em que o autor viveu. [...] [R]etrato dum país fendido pela intolerância e pela cobiça, onde se assiste ao naufragar das estruturas morais e ao esboroar das estruturas económicas.
Obra única em toda a literatura portuguesa, permaneceu inédita até aos nossos dias [...].»

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quinta-feira, julho 04, 2019

Escola de Noivas


LAURA SANTOS
colab. Maria Fernanda Bairrão Oleiro Pombo e Alberto Serra

Lisboa, s.d. [circa 1950]
Edição da Livraria Editora Lavores e Arte Aplicada
1.ª edição
23,3 cm x 16,9 cm
300 págs.
subtítulo: O verdadeiro guia das donas de casaTudo o que a Mulher deve saber para governar bem o seu Lar – Mais de 400 receitas de culinária e doces
cartonagem editorial com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada, relevo seco na pasta posterior
autenticado com o contraste do encadernador Paulino
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Mulher na Sala e na Cozinha


LAURA SANTOS

Lisboa, s.d. [circa 1950-60]
Edição de Lavores Lavores e Arte Aplicada
1.ª edição
18,8 cm x 13,1 cm
264 págs.
subtítulo: Etiqueta – Cozinhados – Bolos – Doces – Pudins – Souflets – Cocktails, etc.
encadernação editorial em tela e papel com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

«A Editorial Lavores, com sede em Lisboa até há duas dezenas de anos, foi fundada por uma pequena grande mulher chamada Laura Santos, já lá vão perto de 100 anos.
Laura Santos começou por exercer a sua actividade ligada aos livros numa pequena tabacaria de Alvalade, em Lisboa, de onde partiu rumo a todos os recantos do nosso país, recolhendo do coração do povo, a mais completa carteira de arte culinária. Esta dedicada e apaixonada  recolha permitiu a edição de variados títulos de cozinha, os quais fizeram desta editora líder de mercado nesta área, destacando-se alguns títulos como êxitos editoriais permanentes como são os casos de O Mestre CozinheiroA Mulher na Sala e na CozinhaCulinária PráticaLivro de Ouro da Doçaria TradicionalArte Culinária Portuguesa, entre outros.
Laura Santos era também uma apaixonada pela arte das rendas e bordados, vindo a criar mais tarde uma revista da especialidade. [...]» (Fonte: página electrónica da MEL Editores)

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quarta-feira, julho 03, 2019

Os Poemas de [...]


ÁLVARO FEIJÓ
pref. João José Cochofel
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1961
Portugália Editora
2.ª edição [dos poemas reunidos]
20,4 cm x 14 cm
2 págs. + XXXII págs. + 176 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Álvaro Feijó (1917-1941) publicou em vida apenas um dos livros aqui reunidos – Corsário –, tudo o mais se deveu ao esforço editorial póstumo dos seus amigos, logo após o seu falecimento, na colecção coimbrã Novo Cancioneiro, com um volume que trazia não somente o referido título como também quase toda a sua produção inédita. A vertente edição retoma essa mesma primeira homenagem.

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A Amargura dos Contrastes


JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS
edição de Vasco Rosa
capa de André Carrilho

Lisboa, 2004
O Independente
1.ª edição (em livro)
22,1 cm x 15,8 cm
176 págs.
encadernação editorial com sobrecapa
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

O trabalho editorial de escolha de textos representativos de um Autor e o seu alinhamento e respectivo enquadramento gráfico são um trabalho de respeito pela História passada, e precisão, em tudo similar ao de um relojoeiro: há que encaixar entre si todas as peças, sem atritos, sob pena de ficarmos perante um amontoado de tralha disfuncional. Vasco Rosa – por assim dizer, o compilador – é um caso no cumprimento de tais requisitos... e não unicamente no vertente livro, mas em todas as intervenções que dele conhecemos no vasto universo da edição literária por ele já tocado. Temos aqui, por exemplo, e para exemplo, uma recolha de materiais avulsos no lugar e no tempo deixados por Rodrigues Miguéis ao longo dos imensos anos de colaborações regulares ou pontuais, nas múltiplas publicações periódicas que lhe abriram as portas. Temos aqui algo que funciona como uma peça única linguística... de «amargura».

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A Escola do Paraíso



JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS
capa de Manuel Correia

Lisboa, 1960
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,6 cm x 14,4 cm
384 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«Nesta obra, começa o Autor de Léah e Páscoa Feliz a traçar a evolução duma família lisboeta, parte dessa gente obscura que a capital atrai a si, para a formar, absorver, desagregar e dissolver, por fim, no anonimato original: dela guardando, acaso, um rasto de ternura, revolta  e esperança – a dos que à Vida respondem com actos de vida, procurando a salvação na labuta, no sonho, e eventualmente nos ideais.
Através dos olhos atentos e pasmos duma criança, é-nos dado um ambiente e uma época – os anos que imediatamente precederam e seguiram a implantação da República. […]
lnventário prodigioso duma época, devassa apaixonada duma cidade e dos seus habitantes, A Escola do Paraíso – com que o Autor pretende contribuir para preencher uma lacuna na novelística lisboeta, entre o  naturalismo e o neo-realismo – mostra-nos, sublimadas ao mais alto grau, as qualidades que fizeram de José Rodrigues Miguéis um dos maiores escritores portugueses dos nossos dias.»

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Gente da Terceira Classe


JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS
capa de Luís Filipe de Abreu

Lisboa, 1962
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,4 cm x 14,3 cm
260 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escreveu Almeida Langhans, a propósito (vd. Fundação Calouste Gulbenkian, Bibliotecas Itinerantes, fichas de leitura):
«Nos contos coleccionados neste livro não se narram sòmente os dramas dos emigrantes. Alguns entretêm-se com episódios de viagens e do choque do homem em face de um mundo que lhe é desconhecido. [...]»

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