quarta-feira, novembro 07, 2018

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Teatro Moderno


LUIZ FRANCISCO REBELLO
grafismo de Victor Palla

Lisboa, 1957
ed. Autor / Círculo do Livro, Lda. (dist.)
1.ª edição
23,2 cm x 25,3 cm (oblongo)
348 págs. + XXVIII folhas em extra-texto
subtítulo: Caminhos e Figuras – Uma Antologia
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior, extra-textos impressos em rotogravura
corte do papel carminado à cabeça
encadernação editorial gravada a amarelo e branco na pasta anterior e na lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
115,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais importante panorâmica sobre a história do teatro na primeira metade do século XX. Num outro plano, é um livro modelo de bom gosto e sobriedade na execução gráfica.

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Pássaros de Asas Cortadas


LUÍS FRANCISCO REBELO
ARTUR RAMOS
STTAU MONTEIRO
ALEXANDRE O’NEILL
capa de Miguel Flávio

Lisboa, 1963
Prelo, Sociedade Gráfica Editorial, Lda.
1.ª edição
18,5 cm x 12,5 cm
144 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do guião cinematográfico do filme realizado por Artur Ramos com base na peça teatral homónima de Francisco Rebelo. Apesar de a estreia da película ter ocorrido sem sobressalto, no Coliseu do Porto – não sem haver sofrido vastos cortes de censura prévia –, o livro veio a ser proibido e apreendido pela polícia. Quanto ao filme, marca o início daquilo que por cá, decalcado de uma fórmula estética francesa, ficou conhecido por “cinema novo”.

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terça-feira, novembro 06, 2018

Escola de Regentes Agricolas de Evora 1932-1933



[ANÓNIMO]

Évora, s.d. [1932]
[Grafica Eborense]
s.i. [1.ª edição]
21,8 cm x 16,4 cm
24 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELAS ASSINATURAS DE UM VASTO CONJUNTO DE ALUNOS ENTRE OS QUAIS FIGURA O CONHECIDO VASCO CORREIA PAIXÃO
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escola fundada em 1931. O vertente folheto promocional dá a conhecer as instalações, assim como «o que os candidatos á matrícula devem apresentar», preços de inscrição e matrícula, mas também a lista do que devia constituir o «enxoval» para os alunos internos: colchas, fronhas, lençóis, toalhas, escova e tesoura para as unhas, roupa de corpo, capote alentejano, botas altas, etc.

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Instituto Lusitano


JOSÉ PEDRO MOREIRA

Lisboa, 1929
[Tipografia da Escola Normal Primária de Lisboa]
s.i.
14,6 cm x 22,6 cm (oblongo)
VI págs. + 26 págs. + 15 folhas em extra-texto (reproduções fotográficas)
subtítulo: Colégio para alunos internos, semi-internos e externos de instrução primária, curso dos liceus e curso comercial
profusamente ilustrado
acabamento com três pontos em arame
exemplar estimado, capas com ligeiros sinais de traça; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além dos estatutos e de uma apresentação do proprietário do colégio, o professor José Pedro Moreira, podem ler-se nas páginas finais, quer três “discursos” apologéticos deste Instituto sediado em Benfica, feitos por alunos, quer duas opiniões clínicas acerca das condições higiénicas do mesmo. A vertente brochura assinalava ainda a recente aquisição do Palácio Feiteira, ampliando assim as instalações do colégio, que era “misto”, e onde passava a funcionar a sua secção masculina separada da feminina.

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segunda-feira, novembro 05, 2018

O Monstro Alemão


GUERRA JUNQUEIRO
pref. Alberto de Aguiar

Porto, Novembro de 1918
Officinas de “O Commercio do Porto”
1.ª edição
2 págs. + 22 págs.
subtítulo: Atila e Joana d’Arc
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um raro opúsculo com versos oferecidos por Junqueiro à Junta Patriótica do Norte, cujo produto da venda se destinava à assistência aos órfãos da guerra de 14-18.

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O Crime


GUERRA JUNQUEIRO

Porto – Braga, 1875
Livraria Internacional de Ernesto Chardron
1.ª edição
17,4 cm x 12,2 cm
32 págs.
subtítulo: A Propósito do Assassinato do Alferes Brito
exemplar estimado; miolo limpo
discretas rubricas de posse na capa e no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui-se este poema na discussão aberta em Portugal acerca da abolição da pena de morte para crimes cometidos em meio militar, neste caso quando um soldado de infantaria assassinou o alferes Palma e Brito em 1874.

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Os Simples


GUERRA JUNQUEIRO

Porto, 1892
Typographia Occidental
1.ª edição
17,6 cm x 12 cm
2 págs. + 130 págs.
impresso sobre papel de linho
encadernação recente inteira em tela com as capas espelhadas
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse de Esther Cochat no frontispício
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Junqueiro, feito ainda em vida glória poética nacional por aqueles que de poética nada sabiam, foi um valor retórico que perdurou mesmo fora dos meios republicanos seus naturais. Não houve selecta escolar do Estado Novo que não tenha exibido, sem engulhos, a moleirinha-toque-toque-toque. «Mas apesar destas limitações hoje evidentes» – diz a História da Literatura Portuguesa de António José Saraiva / Óscar Lopes (15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989) –, «Junqueiro não teria conseguido identificar-se com tão vastas camadas da pequena burguesia, não teria exercido uma influência tão considerável, mesmo para além da sua época, se não dispusesse de certos meios extraordinários de expressão literária. Em primeiro lugar, o seu simplismo ideológico relaciona-se com uma flagrante visualidade de imagens: Junqueiro não pensa com finura, porque logo as ideias e sentimentos em alegoria ou imagem. [...] Por outro lado, a facilidade rítmica do verso junqueiriano colhe, nalguns poemas, certas tonalidades de emoção inapreensível para uma versificação menos espontânea [...]»

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O Pôrto do Romantismo


ARTUR DE MAGALHÃES BASTO

Coimbra, 1932
Imprensa da Universidade
1.ª edição
22,8 cm x 16 cm
VIII págs. + 240 págs. + 10 folhas em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os 75 Anos do Ateneu


A. DE MAGALHÃES BASTO
capa e ilust. Laura Costa

Porto, 1945
Edição do Ateneu Comercial do Pôrto
[1.ª edição]
23,6 cm x 17 cm
48 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais assinaturas de posse
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Portuenses no Renascimento


A. DE MAGALHÃES BASTO

Gaia, 1931
Edições Pátria
1.ª edição
25,5 cm x 18,7 cm
40 págs. + 3 folhas em extra-texto
capa impressa a negro sobre papel azulão com cromo colado, miolo impresso a duas cores
exemplar manuseado mas aceitável, com restauros múltiplos, muito acentuados na contracapa ao longo da dobra do lombo; miolo limpo
ostenta carimbo de posse na página destinada ao ex-libris
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante breve ensaio histórico incluído na colecção Estudos Nacionais, dirigida por Armando de Matos levada a cabo «sob a égide do Instituto de Coimbra – Colecção louvada pelo Ministério da Instrução Pública e pela Junta de Educação Nacional».

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Silva de História e Arte


A. DE MAGALHÃES BASTO

Porto, 1945
Editora – Livraria Progredior de Manuel Pereira & C.ª
1.ª edição
19,4 cm x 13 cm
VIII págs. + 360 págs. + 21 folhas em extra-texto
subtítulo: Notícias Portucalenses: Mestres de pedraria, carpintaria, escultura e ensamblagem. Pintores. A Sé do Pôrto e seus anexos. Mosteiros, Igrejas e Capelas. A Tôrre de Pero Sem. Calmels e o monumento a D. Pedro IV. O Pôrto como meio musical
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
rubrica de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, novembro 04, 2018

Tempo de Orfeu


ALFREDO GUISADO
pref. Urbano Tavares Rodrigues
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1969
Portugália Editora
1.ª edição
20,2 cm x 14,1 cm
XX págs. + 2 págs. + 182 págs.
subtítulo: 1915-1918
ilustrado com o fac-símile do manuscrito do poema «Arabescos»
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lisboeta, apesar dos ascendentes na Galiza, Alfredo Pedro Guisado viveu entre 1891 e 1975. Fez um percurso cívico assinalável, sucessivamente como deputado republicano pelo Partido Democrático, vereador da Câmara Municipal de Lisboa e presidente do Conselho-Geral das Juntas de Freguesia de Lisboa e da Federação das Juntas de Freguesia de Portugal. Após a implantação do Estado Novo iremos vê-lo como opositor, também no meio jornalístico, tendo mesmo chegado a desempenhar o cargo de director-adjunto do jornal República. Ao longo da sua carreira artística – com reconhecidas participações nos periódicos literários de referência à época, a saber: A Renascença (dir. Carvalho Mourão), Orpheu 1 (dir. Fernando Pessoa), Exílio (dir. Augusto de Santa-Rita) e Sudoeste (dir. Almada Negreiros) –, para além do seu nome de baptismo conhecem-se-lhe, emulando por certo uma heteronimia pessoana, três pseudónimos: Filomeno Dias, Pedro de Menezes e João Lobeira. Enquanto poeta, a sua criação pode genericamente ser enquadrada num consciente afastamento estilístico do neo-garrettismo romântico e do saudosismo portuense promovido pel’A Águia – que ele praticou em livros anteriores à sua participação no primeiro número de Orpheu. Colara-se Guisado, por essa altura de 1914-1915, ao tom poético e à visão negativista de um Mário de Sá-Carneiro, o que, de passagem, o leva a acolher em convívio esse grupo de escritores e artistas plásticos nacionalistas que virão a estar entre os responsáveis pela verbalização do ressurgimento do poder autoritário e, em parte, pelo soçobrar dos ideais republicanos. Num outro plano, mais propriamente logístico, sendo a família dele proprietária do restaurante na Baixa lisboeta Os Irmãos Unidos, o poeta convinha ao grupo, pela sala-de-estar a cujas mesas muito debate intelectual se deu.

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O Bom Demónio


NIKOS KAZANTZAKI
trad. Fernando Soares
capa de António Garcia

Lisboa, 1965
Editora Ulisseia
1.ª edição
18,8 cm x 13,5 cm
332 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
conserva a cinta promocional de origem que relaciona o livro com o filme Zorba, o Grego de Michael Cacoyannis
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Última Tentação


NIKOS KAZANTZAKI
trad. Jorge Feio

Lisboa, 1966
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
20,5 cm x 15,1 cm
626 págs.
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a branco na pasta anterior e na lombada, sobrecapa a duas cores directas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial nas badanas:
«[...] Épica, tal foi com efeito a obra deste poeta da violência e do sol, o mais mediterrânico entre os grandes escritores do nossob tempo, o único a quem se teria podido conceder, ao mesmo tempo que o Prémio Nobel perdido no ano da sua morte, a longínqua sucessão do mais ilustre dos seus ancestrais: Homero.»

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quinta-feira, novembro 01, 2018

Méthode de Flûte du Conservatoire





[ANTOINE] HUGOT, 1761-1803
[JOHANN GEORG] WUNDERLICH, 1755-1819
gravado por Madame Le Roy

Paris, s.d. [1804]
Imprimerie du Conservatoire de Musique
s.i. [1.ª edição]
texto em francês
34,2 cm x 26 cm
2 págs. (rosto) + 4 págs. (catálogo de publicações) + 2 págs. + 154 págs. + 5 desdobráveis em extra-texto (grande formato)
encadernação coeva em meia-inglesa com cantos em pele
exemplar estimado, encadernação envelhecida; miolo limpo
registo de aquisição e posse na primeira folha-de-guarda
acondicionado num sóbrio estojo próprio de fabrico recente
PEÇA DE COLECÇÃO
1.400,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Fugida para o Egipto


GERVÁSIO LIMA
capa de Didier

Angra do Heroismo, 1934
Tipografia Andrade
1.ª edição
25,4 cm x 19,2 cm
16 págs.
subtítulos: Conto de Natal – Conto para crianças baseado em lendas e tradições açoreanas – Conto tradicional açoreano
acabamento com laçada de linha
exemplar estimado; miolo limpo
carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa na capa e na pág. 10
dedicatória de oferta à mesma Sociedade manuscrita por Raimundo Belo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor açoreano que, durante a primeira metade do século XX, dirigiu vários periódicos insulares como O Imparcial ou O Democrata. A sua vasta obra literária estende-se por todos os géneros, em que a historiografia, não sendo de rigor factual – na linha popular de um Rocha Martins –, é posta ao serviço do louvor heróico e mitificado de uma pátria local. Julga-se que, nos anos de ímpeto republicano, ter-se-á ligado à Maçonaria.

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Fenêtre Ouverte sur le Passé




YVONNE [ANNE-MARIE] DE BREMOND D’ARS
ilust. G. Levent

Paris, 1953
Éditions Henri Lefebvre
s.i. [2.ª edição]
27,3 cm x 18,8 cm
80 págs. + 14 folhas em extra-texto (sépias) + 5 folhas em extra-texto (policromias)
subtítulo: Confidences d’une Antiquaire
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 1020 de uma tiragem não declarada
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da obra poética da reconhecida antiquária parisiense especialista em mobiliário do século XVIII, que teve como palco de referência a sua loja no Faubourg Saint-Honoré. Yvonne, nascida em Nantes, era filha do conde Anatole Anne-Marie Alon Josais Hélie de Bremond d’Ars.

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Au Pays des Antiquaires



ANDRÉ MAILFERT

Paris, 1968
Flammarion, Éditeur
s.i. [1.ª edição: 1929]
texto em francês
20,9 cm x 15 cm
190 págs. + 20 págs. em extra-texto
subtítulo: Confidences d’un “maquilleur” professionel
encadernação editorial em tela impressa na pasta anterior e na lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aproveitando-se da douta ignorância e da credulidade de coleccionadores e curadores de museus, o industrial-antiquário André Mailfert (1884-1943) espalhou por toda a França falsas peças de estilo, de tal modo notáveis no ofício, que passaram por ser oriundas de uma tal Escola de La Loire, na linha estética de um artista-marceneiro do século XVIII – Jean-François Hardy –, personagem completamente inventado. Mas Mailfert não guardou para si o segredo do ludíbrio, como comprova este seu livro de memórias, correctamente redigido e eivado de fino humor.
Um excerto:
«[...] Le fonds bourgeois qui domine en France, l’amour de la propriété, le sentiment de l’ordre, l’esprit du classement et tout ce qui, en un mot, a forgé dans notre race l’apothéose de ce fonctionnarisme qui la tue, ont, fort heureusement, par contre, développé chez le Français l’esprit de la conservation et celui, plus prudhommesque, de la collection. [...]
Le goût de la collection des meubles et bibelots anciens vint compléter celui des tableaux – celui-là a existé de tous temps – et c’est alors que, la marchandise se faisant rare, il vint à l’idée de certains antiquaires de compléter, par des reconstitutions, ce qui manquait en authentique.
On fit de timides transformations, puis, des meubles entiers!
[...] Mais il est peut-être plus amusant pour vous, lecteur, de jeter un coup d’œil indiscret sur la technique de cette curieuse et si moderne fabrication “d’ancien”, de soulever le voile qui masque certaines “trop belles” opérations, réussies par les praticiens notoires du truquage, que de chercher à démêler les raisons psychologiques qui ont conduit une bonne partie de l’élite de nos intelectuels à vider ses goussets dans l’escarcelle béante d’avides antiquaires... [...]»

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Encontro – Alguns aspectos da religião tradicional discutidos pelo povo de Macieira da Lixa


[MÁRIO PAIS DE OLIVEIRA (padre), org. e ed.]

Porto, s.d. [1970]
Afrontamento
2.ª edição
18,4 cm x 11,9 cm
104 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio de Mário Pais de Oliveira:
«[...] Os encontros, com grupos de gente a evangelizar, foram-se multiplicando nos lugares da aldeia, pelas noites adiante. Eram encontros vivos, participados, autênticos momentos de luz que curavam muitos “cegos”. E a alegria e a paz sucediam-se ao escândalo inicial.
Surgiram, depois, encontros gerais na Igreja paroquial, abertos a toda a gente. Aí cantávamos e ouvíamos o Evangelho aplicado à vida. Aí íamos aprendendo a ser religioso[s], hoje.
Foram desses encontros, mais a vontade de levar a todos, antecipadamente, o que pensávamos reflectir em grupos, ou de apresentar conclusões a que íamos chegando, que nasceu a ideia, logo realizada, de policopiar uma espécie de Boletim Paroquial com o título de ENCONTRO.
O bom acolhimento por parte do Povo da Paróquia e mesmo de outros que, através dele, iam tomando conhecimento do seu conteúdo, foi estímulo a prosseguir na mesma orientação. Nunca a religião fora tão assunto de conversa, como então, sempre que duas ou três pessoas se encontravam.
Desde Janeiro de 1970 até Junho, saíram cinco exemplares, cada qual com o seu tom especial. Nessa altura, foi suspensa a sua publicação, em virtude de participação oficial, emanada dos Serviços de Censura.
Por ocasião do meu Julgamento em Tribunal Plenário, os cinco exemplares faziam parte, quer da acusação, quer da defesa. Foram, assim, tornados totalmente públicos, eles que, no início, não pretendiam senão ficar no âmbito paroquial e no de alguns amigos que os solicitavam com invulgar interesse.
Aparecem, agora, em volume, à consideração de toda a gente, porventura preocupada ainda em descobrir um sentido para a vida. [...]»

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terça-feira, outubro 30, 2018

Os de Paris a João de Deus


aa.vv.
org. Xavier de Carvalho

Paris–Lisboa, 1895
Guillard, Aillaud & Cia
1.ª edição [número único]
32,6 cm x 24,8 cm
28 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Homenageando o lírico algarvio João de Deus (1830-1896), abre a publicação o magnífico Eça de Queirós, seguido de outros escritores como Jayme de Séguier, Moniz Barreto, Silva Lisboa ou António Nobre; e de ilustradores como Sousa Pinto ou Teixeira Lopes. Do compositor Óscar da Silva é reproduzida a sua notação musical para o poema Engeitadinha de João de Deus.

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Antero de Quental – Fotobiografia


ANA MARIA ALMEIDA MARTINS
grafismo de J. Marques de Abreu

Lisboa, 1986
Imprensa Nacional – Casa da Moeda, E.P.
1.ª edição
28,6 cm x 19,1 cm
336 págs.
profusamente ilustrado
impresso sobre papel mate superior
sobrecapa igual à capa, rótulo das Publicações Europa-América colado nas costas
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
75,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Sonetos Completos


ANTHERO DE QUENTAL
org. e pref. J. P. Oliveira Martins

Porto, 1890
Livraria Portuense de Lopes & C.ª – Editores
«segunda edição, augmentada com um appendice contendo traducções em allemão, francez, italiano e hespanhol»
18,7 cm x 12,5 cm
52 págs. + 184 págs. + VIII págs.
encadernação editorial inteira em tela encerada com mancha nos bordos inferiores das pastas; miolo limpo, pequena falha de papel no canto inferior direito do frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Carlos Relvas, Fotógrafo (1838-1894)


ANTÓNIO PEDRO VICENTE

Lisboa, 1984
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição
23,6 cm x 16,7 cm
112 págs.
subtítulo: Contribuição para a História da Fotografia em Portugal no século XIX
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante monografia acerca do fotógrafo que «[...] escreveu um dia: “Eu não passo de um humilde artista e de um photographo de aldea, mas se me é lícito falar n’este assumpto creio que acima de tudo, é indispensável o sentimento artístico, o perfeito conhecimento da luz, uma prática racional, e finalmente uma grande dedicação pela arte para estudar e trabalhar constantemente para não ser arrastado pelas ruas da amargura”. [...]» (Da nota editorial na contracapa do volume)

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sexta-feira, outubro 26, 2018

Estudos de Filologia Portuguesa



J. LEITE DE VASCONCELLOS
org. Serafim Silva Neto
glossário de José Pedro Machado

Rio de Janeiro (Brasil), 1961
Livros de Portugal (na Colecção Brasileira de Filologia Portuguesa*)
1.ª edição [em livro]
25,7 cm x 20 cm
372 págs.
encadernação da época em meia-francesa com cantos em pele, elegante gravação a ouro na lombada
sem capas de brochura, aparado e carminado somente à cabeça
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
57,00 eur (IVA e portes incluídos)

Magnífica reunião de ensaios publicada numa época em que havia respeito linguístico mútuo entre o Brasil e Portugal.

* Composto e impresso no Porto na Tipografia Nunes...

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Filologia Barranquenha


J. LEITE DE VASCONCELLOS
nota de Gaspar Machado

Lisboa, 1955
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,6 cm x 16,7 cm
XVIII págs. + 218 págs.
subtítulo: Apontamentos para o seu estudo
exemplar estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial de Gaspar Machado:
«Representa este volume o último trabalho preparado directamente pelo saudoso professor, que o deixara já entregue ao prelo após uma primeira revisão. [...]»

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Miscelânea Scientífica e Literária Dedicada ao Doutor J. Leite de Vasconcellos


aa.vv.

Coimbra, 1934
Imprensa da Universidade
1.ª edição
27 cm x 19 cm
VI págs. + 1 folha em extra-texto (retrato do homenageado) + 532 págs.
ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição encabeçada por um título oportunista, sob o qual não se vislumbra que os doutos textos antologiados – nenhum de Leite de Vasconcelos – necessitassem do chapéu do mestre arqueólogo para se abrigarem... Entre muitos, de investigadores nacionais e estrangeiros, apenas alguns nomes ainda agora sobreviventes em terra própria: Mosés Bensabat Amzalak, Edgar Prestage, Afrânio Peixoto, J. A. Pires de Lima, Fortunato de Almeida, etc.

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terça-feira, outubro 23, 2018

Xavier de Paiva


RAUL ESTEVES DOS SANTOS

Lisboa, 1949
Edição da Associação dos Antigos Alunos de A Voz do Operário
1.ª edição
21,3 cm x 15,7 cm
52 págs.
subtítulo: O primeiro grande poeta vindo das classes proletárias
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
rara publicação «fora do mercado»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência – seguida de breve antologia de poemas do algarvio Xavier de Paiva (1848-1882) – realizada no Museu Pedagógico, Bibliográfico e Artístico João de Deus por altura do centenário do nascimento do poeta-operário republicano.
Encontra-se referido no Catálogo I do Arquivo Histórico-Social, org. João Freire e Maria Alexandre Lousada (Centro de Estudos Libertários, Lisboa, 1984).

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Assim Cantava um Cidadão do Mundo



ROBERTO DAS NEVES
ilust. Arcindo Madeira, Fernando Dias da Silva, Joaquim Mendes, et alli

Rio de Janeiro, 1952
Editora Germinal
1.ª edição
18,8 cm x 14,4 cm
160 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Poemas que levaram o autor treze vezes aos cárceres do santo ofício de Salazar
ilustrado
encadernação em meia-inglesa com cantos em pele, elegante gravação a ouro na lombada
aparado e carminado à cabeça
conserva a capa anterior de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no topo do ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Roberto Barreto Pedroso Neves (1907-1981), formado em filosofia e pedagogia, foi jornalista e professor em Portugal, Espanha e Brasil, e um dos grandes impulsionadores da difusão do esperanto. Tendo sido uma das primeiras vítimas da polícia do Estado Novo, desde que foi preso no 1 de Fevereiro de 1927 nunca mais deixou de sofrer com as perseguições que lhe foram movidas. Terão sido as suas muitas sátiras político-sociais o grande motivo de alarme por parte do poder... que assim se mostrava vulnerável à verdade anarquista e anticlerical. Acabando por se exilar no Brasil, Roberto das Neves fundou a Editora Germinal, que deu voz a escritores como Tomás da Fonseca, Edgar Rodrigues, Fernando Queiroga, etc.

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Terra Sigillata


MÁRIO CLÁUDIO
capa e ilust. Carlos Ferreiro

Lisboa, 1982
& etc – Publicações Culturais Engrenagem, Lda.
1.ª edição
17,5 cm x 15,3 cm
44 págs.
capa impressa a negro no verso de cartolina duplex, sobrecapa a três cores directas sobre papel tipo kraft
miolo impresso a sépia sobre semi-cartolina amarelo mostarda
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nuno Júdice, Fernando Pinto do Amaral e Pedro Mexia acabaram de atribuir ao seu amigo Rui Manuel Pinto Barbot Costa (nasc. 1941), dito Mário Cláudio, o literário Prémio D. Dinis com dinheiro da Fundação da Casa de Mateus... O habitual.

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Damascena


MÁRIO CLÁUDIO
capa de Lovato Guerrino

Lisboa, 1983
Contexto, Editora, Lda.
1.ª edição
21,1 cm x 15 cm
100 págs.
exemplar em bom estado de conservação, sem qualquer quebra na lombada, ligeira mancha na capa; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989):
«[...] A poética de uma intertextualidade pós-modernamente bem à vista procede em Mário Cláudio ([pseud. de] Rui Manuel Barbot Costa, n. 1941) de um modo menos meditativo e bem mais directamente sobre as analogias de um imaginário que associa uma infância ou adolescência claramente rural ou (provincianamente) citadina portuguesa com um vasto leque de leituras (literárias e outras), viagens, evocações plásticas ou rítmicas, em textos que são, por isso, de composição poética mesmo quando não versificadas [...].»

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Livro de Paciências


CARLOS BENTO DA MAIA

Lisboa, s.d.
Livraria Editora Guimarães & C.ª
5.ª edição
17,6 cm x 13 cm
116 págs.
exemplar estimado, com pequeno restauro no canto superior esquerdo da contracapa; miolo limpo, parcialmente por abrir
22,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Carlos Bento da Maia, largamente conhecido pelo seu Tratado Completo de Cozinha e de Copa, mas também pelo Tratado de Risco e Corte de Roupa, reúne aqui as muitas modalidades de entreter solitários com um baralho de cartas.
«[...] Sucede que muitas pessoas não podem ocupar-se sempre de trabalhos de maior aplicação, para não fatigarem os olhos e, por isso, têm de substituir a leitura por outro entretenimento menos fatigante. É nestas circunstâncias que têm cabimento as paciências.
Quem não conhece êste meio de distracção, não compreende que alguém possa ocupar-se com interêsse, duma simples arrumação de cartas sem vantagem alguma de natureza material, mas os que começam a ocupar-se dêle, se são inteligentes, encontram muitas vezes resultados satisfatórios dum bom golpe de vista, que os tira duma situação difícil e que, naturalmente, lhes satisfaz o espírito. [...]» (do Prefácio)

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Livro de Paciencias


CARLOS BENTO DA MAIA

Lisboa, 1919
Guimarães & C.ª – Editores
2.ª edição
23,2 cm x 14,7 cm
92 págs. + 4 págs. (anúncios)
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, outubro 22, 2018

Arte de Cosinha



JOÃO DA MATTA
pref. Alberto Pimentel

Lisboa, 1888
[ed. Autor]
3.ª edição («accrescentada com mais 100 pratos variados»)
19,5 cm x 13,3 cm
402 págs. + XIV págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Contem: dois pratos dedicados ás Familias Real Portugueza e Imperial Brazileira – 10 jantares completos de primeira ordem – muitas receitas de cosinha ao alcance de todos – uma variada secção de doces, massas, molhos, caldos e compotas – maneira de pôr a meza e de a servir, etc.
encadernação modesta inteira em sintético com gravação a ouro na pasta e na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, restauros nas folhas do Índice
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um clássico do género, até por ser o primeiro livro redigido a pensar nos profissionais da restauração, além ser a primeira vez, na edição original de 1875, que aparece a receita dos célebres pastéis de bacalhau tal como a conhecemos hoje. João da Mata, filho de cozinheiro, virá a ser um cozinheiro de referência nos finais do século XIX e proprietário, primeiro do Grande Hotel da Mata e, depois, do Hotel Avenida.

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Bases para Orçamentos



DAVID XAVIER COHEN

Lisboa, 1913
J. Rodrigues & C.ª – Editores | Livraria Nacional e Estrangeira
3.ª edição («correcta e muito aumentada»)
19,5 cm x 13,1 cm
692 págs. + XXXVI págs. em extra-texto, capa e folhas-de-guarda incluídas (anunciantes)
encadernação editorial inteira em tela gravada a negro e vermelho nas pastas e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
pertenceu à «Fábrica Vulcano Lisboa Carlos Alves & Cia. Suc.», como pode ler-se no carimbo nos cortes superior e frontal das folhas
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Horta


JOAQUIM CASIMIRO BARBOSA

Porto, s.d.
Livraria Chardron de Lélo & Irmão – Editores
3.ª edição
22 cm x 15,9 cm
X págs. + 410 págs.
subtítulo: Tratado das hortaliças e outras plantas hortenses – Sua descrição, multiplicação e cultura
profusamente ilustrado no corpo do texto
cartonagem editorial em tela encerada com gravação a negro e vermelho nas pastas e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Como Deve Cultivar as Suas Plantas


JOAQUIM MOREIRA DA SILVA
pref. Américo Pires de Lima

Porto, 1955
Edição de Alf.º Moreira da Silva & Filhos, L.da
1.ª edição
23,3 cm x 16,2 cm
88 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Documentos relativos ao Primeiro Congresso Agricola celebrado em Lisboa em Fevereiro de 1888


Lisboa, 1888
Imprensa Nacional
1.ª edição
23,3 cm x 14,7 cm
4 págs. + XVI págs. + 96 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Hydraulica Agricola


ALVARO DA SILVA SIMÕES

Lisboa, 1905
Imprensa Nacional
1.ª edição
23,3 cm x 14,6 cm
16 págs.
subtítulo: Discurso pronunciado na sessão de 6 de Setembro de 1905
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
assinaturas de posse na capa e no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, outubro 21, 2018

A Inglaterra de Hoje


[J. P.] OLIVEIRA MARTINS

Lisboa, 1893
Livraria de Antonio Maria Pereira – Editor
1.ª edição
20,2 cm x 13 cm
X págs. + 2 págs. (cortina) + 260 págs.
subtítulo: Cartas de um viajante
encadernação editorial em tela encerada com gravação a ouro e negro nas pastas e na lombada, selo do encadernador «Bouret, Relieur – S.uc A. David» colado no verso da pasta anterior
exemplar muito estimado; miolo limpo
selo branco com a marca heráldica da casa de Alvellos na primeira folha-de-guarda, no ante-rosto e no rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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