segunda-feira, maio 18, 2026

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

quase 6.300 obras disponíveis nesta montra
é só ir clicando ao fundo da página
em
Mensagens antigas

contacto:
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]


todas as obras fotografadas correspondem aos exemplares que se encontram à venda
livros usados (salvo indicação «como novo», ou «novo»)
os nossos preços já incluem IVA à taxa em vigor e os custos de envio
todas as encomendas são enviadas em correio registado
international shipping rates
* e-business professional
pagamentos por PayPal, MB Way ou transferência bancária

* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


sábado, maio 16, 2026

Dinossauro Excelentissimo




JOSÉ CARDOSO PIRES
ilust. João Abel Manta

Lisboa / Rio de Janeiro, 1972
Editora Arcádia / Editora Civilização Brasileira S. A. R. L.
1.ª edição
247 mm x 174 mm
96 págs. + 21 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado em separado
encadernação editorial em sintético com gravação a ouro na pasta dianteira e na lombada, protegida com a mica de origem
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
É O N.º 1 DE UMA TIRAGEM DECLARADA DE 120 EXEMPLARES IMPRESSOS SOBRE PAPEL ESPECIAL DE COR MOSTARDA, ASSINADO PELO ESCRITOR E PELO ILUSTRADOR
peça única, de colecção
1.750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sátira política, escrita de forma desabrida e sem rodeios ou hesitações, ao estilo oitocentista da Viagem à Roda da Parvónia (Gil Vaz, pseud.). O livro caricaturiza Salazar e a parte da nação que o aplaudia e perpetuava numa descarada busca de benesses e privilégios. Caricatura feroz, que João Abel Manta reforça com os seus desenhos igualmente corajosos. As primeiras linhas desta alegoria anunciam desde logo o que vai seguir-se: «[...] não há muito tempo existiu no Reino do Mexilhão um imperador que na ânsia de purificar as palavras acabou por ficar entrevado com a paralisia da mentira. Ainda lá está, dizem. E não é homem nem estátua porque a ele, sim, roubaram-lhe a morte. Não faz parte deste nosso mundo nem daquele para onde costumam ir os cadáveres, embora cheire terrìvelmente. Quando muito é isso, um cheiro. Um fio de peste a alastrar por todas as vilas do império. [...]» O sabor da narrativa espraia-se daí em diante, mesmo os personagens de Cardoso Pires têm nomes de cena que, só por si, dizem tudo, como o Juiz das Causas Combinadas, ou frei Pantaleão das Bulas. É a contemporânea História de Portugal, o seu resumo imediato, desfiando-se como reportagem por dentro do regime sócio-político vigente na altura, e igual a si próprio, até ao capítulo Epílogo, este uma pequena obra-prima da literatura panfletária portuguesa. Lá se lê, com um sorriso amargo e um aperto no estômago, como foi possível mascarar o colapso da governação de Salazar, sem que o próprio disso se apercebesse, após a sua queda da cadeira em Agosto de 1968 e até Julho de 1970, enquanto o seu sucessor, Caetano, contava as espingardas e garantia um lugar na vergonha pátria.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Cartoons 1969-1975


JOÃO ABEL MANTA
pref. José Cardoso Pires

Lisboa, 1975
Edições «O Jornal»
1.ª edição
210 mm x 295 mm (oblongo)
176 págs.
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio de Cardoso Pires:
«[...] Nunca pintor daqui e de agora resumiu com tantas subtilezas a temperatura social e política do fascismo agonizante; raros, raríssimos, com o prestígio e a obra de João Abel Manta, resistiram e apostaram como ele na intervenção. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Corvos



LEITÃO DE BARROS, texto
JOÃO ABEL MANTA, desenhos


Lisboa, s.d. [década de 60, século XX]
Empresa Nacional de Publicidade
Editorial Notícias
1.ª edição [única]
2 volumes (completo)
217 mm x 160 mm
276 págs. + 258 págs.
subtítulo: Sobre a Nudez Nacional da Publicidade o Manto Diáfano da Tipografia...
profusamente ilustrados, texto a duas colunas numa simulação do local de origem onde surgiu publicado
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de crónicas satíricas que o realizador cinematográfico Leitão de Barros, durante a última década da sua vida, foi escrevendo para o Diário de Notícias. Dele diz-nos outro “farpista”, Armando Ferreira (cit. badana): «Como eu me sentiria vaidoso se tivesse tido a ideia, e o talento para escrever, com a mesma graça, estas “Farpas”, estes “Burros”, estes “Gatos”, urbanìsticamente transformados em “Corvos” do nosso tempo.»
João Abel Manta completa uma tão elevada verve com fortes caricaturas de sua pena.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Primeiro de Maio



EÇA DE QUEIROZ
pref. A. Campos Matos
ilust. João Abel Manta

Lisboa, 1979
Edições «O Jornal»
1.ª edição [em brochura]
297 mm x 210 mm
20 págs.
ilustrado
impressão sobre cartolina heliográfica
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Originalmente publicada num periódico brasileiro, em 1892, desconhecida por cá até 1977, data em que foi dada a conhecer nas páginas de O Jornal, é crónica importante, dado mostrar como o jovem Eça socialista utópico dos vinte anos de idade não havia sido ainda, já perto dos 50 anos, domesticado por uma vida familiar algo confortável e mesmo burguesa. Texto que, embora sendo o primeiro da série temática postumamente reunida sob o título Ecos de Paris, lá não figura, e nos mostra um Eça nada adormecido, de pena apontada à sua classe social:
«[...] O rico, enfim, conhece intimamente o pobre – e daí nasceu, na nossa sociedade democratizadora e humanitária, esta ideia nova de que o mundo por fim está deploravelmente equilibrado, que há riqueza escandalosa de um lado e do outro miséria escandalosa, e que na verdade os famintos têm direito de exigir e comer tudo o que sobra aos fartos. [...] Se todos abominam a bomba de dinamite e o seu bruto destroço que não descrimina – poucos há que não reconheçam secretamente a legitimidade do desespero transviado que a arremessou. E os tempos chegaram em que Rothchild pensa consigo que, se não fosse Rothchild, seria talvez Ravachol! [...]
A torre hoje oscila. Cada bomba anarquista pressagia a sua queda atroadora. E os que a habitam tremem e gritam, não com medo da força da bomba, mas com medo da fraqueza da torre, que eles todavia, insensivelmente, obedecendo a impulsos superiores, cada dia abalam e mais desapreçam. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Almanaque

 





Lisboa, Outubro de 1959 a Maio de 1961
dir. J. A. de Figueiredo Magalhães
propriedade da Sociedade Comercial Abel Pereira da Fonseca / Editora Ulisseia
18 números (completo)
253 mm x 173 mm
[176 págs. + 32 págs.] + [178 págs. + 30 págs.] + [194 págs. + 30 págs. + 1 bilhete-postal em extra-texto] + [194 págs. + 14 págs.] + [178 págs. + 14 págs.] + [166 págs. + 30 págs. + 1 desdobrável (grande formato) em encarte] + [176 págs. + 16 págs.] + [186 págs. + 14 págs. + 1 desdobrável (grande formato) em extra-texto] + [170 págs. + 14 págs. + 1 tríptico em extra-texto] + [178 págs. + 14 págs.] + [162 págs. + 30 págs.] + [152 págs. + 32 págs.] + [154 págs. + 54 págs.] + [156 págs. + 78 págs.] + [184 págs. + 1 folha em extra-texto + 1 desdobrável em encarte] + [128 págs. + 1 marcador em extra-texto (ficha técnica)] + [134 págs. + 1 marcador em extra-texto (ficha técnica) + 16 págs. (separata)] + [192 págs. + 1 marcador em extra-texto (ficha técnica)]
profusamente ilustrado
impresso a negro e a cor
exemplares como novos, excepto o último; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
370,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1941-1974) de Daniel Pires (vol. II, 1.º tomo, Grifo, Lisboa, 1999):
Revista «[...] dinamizada por José Cardoso Pires e, eventualmente, por Luís de Sttau Monteiro [...]. O conselho de redacção era constituído por aqueles dois escritores e por José Cutileiro, Baptista-Bastos, Augusto Abelaira e Alexandre O’Neill, cabendo a orientação gráfica a Sebastião Rodrigues, coadjuvado, mais tarde, por João Abel Manta. As capas [couberam] maioritariamente a Sebastião Rodrigues. Contou com Pilo da Silva como redactor-paginador, com as fotografias de Armando Rosário, Eduardo Gageiro, Mário Novais, João Martins e João Cutileiro[,] e ainda com os desenhos de João Abel Manta, Câmara Leme e de Pilo da Silva [mas também o surrealista João Rodrigues]. [...]
José Cardoso Pires, na biografia redigida por Liberto Cruz, evoca esta publicação do seguinte modo: “O programa era simples: ridicularizar os provincianismos culturais, cosmopolitizados ou não, sacudir os bonzos contentes e demonstrar que a austeridade é a capa do medo e da ausência de imaginação.” [...]
Vasco Pulido Valente, por sua vez, assinala: “Assim que abriu, o Almanaque, estrategicamente situado na Rua da Misericórdia, passou a ser uma espécie de clube, onde as pessoas iam de manhã diluir o álcool da véspera e combinar almoços e, no fim da tarde, se encontravam como num café, para pôr em dia os boatos e as conspirações correntes. (...)”
Apresentava o eclectismo inerente a um verdadeiro almanaque: efemérides, actualidades (amplamente ilustradas), divulgação científica, política, caça, pesca, literatura (conto, poesia), pintura, cinema, divulgação da realidade de outros países, astrologia, quirologia, caracteriologia, passatempos, paciências, palavras cruzadas, testes, anedotas, canasta, etc. [...]
O universalismo que reflectia, num país que tinha muito de claustrofóbico, foi amplamente reforçado com as reportagens mensais sobre países e povos exóticos, com maneiras distintas de estar no mundo [...]. O dar a conhecer o que se passava além-fronteiras, numa época em que a televisão em Portugal era incipiente, foi também a pedra de toque [...].
A revista constituiu uma radiografia rigorosa dos acontecimentos que marcaram uma época. [...]»
A lista completa dos sucessivos colaboradores, quer da vertente revista quer da casa editora Ulisseia, é absolutamente impressionante, sendo que a cultura ficou a dever, na época, à firma Abel Pereira da Fonseca, a excelência exemplar da aplicação de dinheiro dos lucros de uma actividade merceeira. Hoje em dia, um comerciante ou um industrial de sucesso mais facilmente financia os partidos políticos...

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Obras Completas de Ferreira de Castro


FERREIRA DE CASTRO

Lisboa, 1949 a 1974
Guimarães & C.ª – Editores
edição especial, em «vergé» (apenas os vols. XIV e XVIII são aqui publicados em 1.ª edição)
13 obras em 18 vols. (completo)
217 mm x 157 mm
[312 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [324 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [344 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [324 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [308 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [320 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [312 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [344 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [424 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [456 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [420 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [324 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [344 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [366 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [408 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [408 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [436 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [236 págs. + 3 folhas em extra-texto]
obras incluídas:
I. Emigrantes – II. A Selva – III. Eternidade – IV. Terra Fria – V. Pequenos Mundos e Velhas Civilizações (I) – VI. Pequenos Mundos e Velhas Civilizações (II) – VII. A Tempestade – VIII. A Volta ao Mundo (I) – IX. A Volta ao Mundo (II) – X. A Volta ao Mundo (III) – XI. A Lã e a Neve – XII. A Curva da Estrada – XIII. A Missão – XIV. O Instinto Supremo – XV. As Maravilhas Artísticas do Mundo (I) – XVI. As Maravilhas Artísticas do Mundo (II) – XVII. As Maravilhas Artísticas do Mundo (III) – XVIII. Os Fragmentos
ilustrados
miolo impresso a três cores sobre papel superior
exemplares bem conservados; miolo limpo, alguns volumes por abrir
com o ex-libris do Autor (carimbo) na última página
conservam as respectivas caixas de protecção
750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ilustradores como, entre muitos outros, Lino António, Manuel Ribeiro de Pavia, Jorge Barradas, Carlos Botelho, Roberto Nobre, Bernardo Marques, Júlio Pomar, Maria Keil, Sara Afonso, Artur Bual, João Abel Manta, etc., acrescentam a sua singela interpretação plástica a este conjunto de obras – não exactamente completas, dado Ferreira de Castro ter dado sumiço às suas novelas do período anarco-sindicalista.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

A Divina Comédia

 

DANTE ALIGHIERI
trad. Fernanda Botelho (vol. I), Sophia de Mello Breyner Andresen (vol. II) e Armindo Rodrigues (vol. III)
pref. Vieira de Almeida
ilust. e vinhetas de Manuel Lapa, Fernando Azevedo, António Areal, Francisco Relógio, Bartolomeu Cid, Figueiredo Sobral, Francisco Conduto, Luís Jardim, João Abel Manta, Rogério Ribeiro, António Ramos, Querubim Lapa, Júlio Pomar, Lima de Freitas, Luís Filipe de Abreu, Maria Keil, Cândido Costa Pinto, Carlos Botelho, José Júlio, Alice Jorge, Menez, Manuel Baptista, António Charrua, Sá Nogueira, Nikias Skapinakis, Infante do Carmo, Maria Velez, João Vieira, Cipriano Dourado e Camarinha

Lisboa, 1961-1963
Editorial Minotauro, Lda.
1.ª edição
3 volumes (completo) em 40 fascículos distribuídos por 3 estojos
315 mm x 253 mm (estojos)
[XXVI págs. + 2 págs. + 392 págs. + 12 folhas em extra-texto (policromias)] + [392 págs. + 13 folhas em extra-texto (policromias)] + [480 págs. + 15 folhas em extra-texto (policromias)]
subtítulos: O Inferno; O Purgatório; O Paraíso
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
fascículos não cosidos, com as respectivas capilhas, tal como foram comercializados na época*, acondicionados em três elegantes estojos forrados a tela crua
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

* A importância desta peça, enquanto testemunho de metodologias tipográfia e comercial, recomenda que a mesma não venha a ser encadernada, mas mantida no estado em que chegou até nós.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Almas Delirantes



LUIZ CEBOLA

Lisboa, 1925
Livraria Central Editora [aliás, Comercial Grafica, Ld.ª]
1.ª edição
243 mm x 193 mm
198 págs. + 20 folhas em extra-texto
exemplar estimado, capa envelhecida mas aceitável; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Luiz Cebola, republicano de gema, médico alienista, foi director clínico do Manicómio do Telhal a pedido de Afonso Costa, entre 1911 e 1948, e, aí, introduziu e desenvolveu a ergoterapia, que visava ajudar os pacientes a fixarem-se em projectos pessoais ou em grupo, de prática de ofícios e de actividades artísticas, lúdicas e desportivas. Método pioneiro, com pontes para o que veio a ser a antipsiquiatria dos anos 60-70, e de grande humanidade, poupando os doentes aos tormentos de uma psiquiatria cristã alicerçada no castigo lobotómico, nos choques eléctricos ou no coma insulínico (técnica de Sakel).

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Jesusalém

 

MIA COUTO
capa de Pedro Proença


s.l., 2009
Editorial Caminho
1.ª edição
210 mm x 139 mm
296 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Cancioneiro da Esperança


MARIA TEREZA HORTA
JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS
[org.]


Lisboa, 1971
Seara Nova
1.ª edição
184 mm x 133 mm
48 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

São reunidos neste breve volume alguns dos mais importantes versos da resistência ao fascismo português. Convivem, assim, nestas páginas, os seguintes autores: António Aleixo, Reinaldo Ferreira, Miguel Torga, José Gomes Ferreira, Manuel Alegre, Alexandre O’Neill, José Cutileiro, Daniel Filipe, Luís Veiga Leitão, Egito Gonçalves, Carlos de Oliveira, Gastão Cruz, David Mourão-Ferreira, Fiama Hasse Pais Brandão, Joaquim Namorado, João Rui de Sousa, Mário Dionísio, Sophia de Mello Breyner Andresen, Natália Correia, Armando da Silva Carvalho, Manuel da Fonseca, João Apolinário, Orlando da Costa, Papiniano Carlos, e os próprios antologiadores.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Feira Cabisbaixa




ALEXANDRE O’NEILL
pref. António Alçada Baptista
capa e grafismo de Espiga Pinto

Lisboa, 1965
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
184 mm x 104 mm
L págs. + 62 págs.
corte das folhas pintado, sobrecapa impressa a três cores directas sobre kraft-alcatrão
é o n.º 6 da prestigiada Colecção Poesia e Ensaio, criada e dirigida por Vitor Silva Tavares aquando da sua passagem pela Ulisseia na qualidade de editor literário
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR (NÃO ASSINADA, CALIGRAFIA CONFRONTADA COM O MANUSCRITO QUE SE ENCONTRA NA BIBLIOTECA NACIONAL COM A COTA «BN Esp. E15/2604» E QUE ESTÁ REPRODUZIDO NA OBRA DE REFERÊNCIA AS MÃOS DA ESCRITA, BNP, LISBOA 2007)
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro que a censura do Estado Novo, a censura do «nhurro país que nunca se desdiz», brindou com a respectiva proibição, embora – como a tantos outros escritores menores da época! – não necessitasse Alexandre O’Neill de um tal selo de garantia. Sim, basta lê-lo, na sua acutilante esgana poética:

«[…] Mas eu, Tejo continuado, nesta praça
minist’rial que mais te posso dar,
a ti que vens de Albarracim, meu espanhol,
que passaste Almourol,
que passaste Pereira Gomes e Redol,
senão a frase sim ou não ouvida,
com este meu ouvido, com esta minha vida,
a um rapaz que, sem malícia, veio,
da sombra sei lá de que sobreiro,
para dar em alguém, cá na cidade:

Ser da polícia,
dá cantina, barbeiro, autoridade

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

O Surrealismo na Poesia Portuguesa


NATÁLIA CORREIA, org., pref. e notas
capa de Vespeira


s.l., 1973
Publicações Europa-América, L.da
1.ª edição
185 mm x 133 mm
424 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da série de colectâneas organizadas pela escritora Natália Correia será a viagem pelo surrealismo em português a menos consensual, aquela que suscitou venenosos rumores, os possíveis durante o cair da folha no Outono marcellista. Uns, porque viam surrealistas a mais para país já de si tão absurdo e tão exíguo; outros, porque os seus próprios ares de boémia amalucada não tinham sido contemplados. Nenhuns por conseguirem reparar então que o que este livro delimitava era já uma linha divisória, um acinte: a fronteira entre a linguagem antecipadora do futuro e os primórdios do “regresso ao sentido”. Mas nojo e censura pela cultura foram sempre a mais alta legitimação da modernidade. Afinal, que palavra liga a palavra que liga à palavra, e assim sucessivamente, numa travessia dos séculos protagonizada pelos homens que os marcaram? Ou, como, numa das suas notas, nos diz Natália Correia:
«Não basta alterar as estruturas verbais mas também modificar a atitude fundamental da consciência, libertar o espírito das cadeias das normas racionais. Só assim pode o surrealismo alcançar aquilo que tem como alvo permanente: subverter e desprestigiar o mundo, tal como ele se apresenta com o seu cortejo de regras sufocantes e deformadoras.»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica


NATÁLIA CORREIA, selecção, pref. e notas
ilust. do pintor Cruzeiro Seixas
badanas de Luiz Francisco Rebello e David Mourão-Ferreira

s.l., s.d. [Lisboa, 1965]
Afrodite (Edição de Fernando Ribeiro de Mello)
1.ª edição
192 mm x 125 mm
552 págs. + 6 folhas em extratexto
subtítulo: Dos Cancioneiros Medievais à Actualidade
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
peça de colecção
175,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro proibido durante o Estado Novo. Da imprensa da época (Diário de Lisboa, 8 de Janeiro, 1970):
«Julgamento de Escritores por Motivo da Publicação de um Livro Tido por Imoral – No banco dos réus estão, esta tarde, no Plenário Criminal da Boa Hora, os escritores e poetas Mário Cesariny de Vasconcelos, Luís Pacheco, José Carlos Ary dos Santos e Natália Correia e, ainda, o comerciante Fernando Ribeiro de Melo, o empregado de escritório Francisco Marques Esteves e o técnico têxtil Ernesto Geraldes de Melo e Castro, como presumíveis delinquentes no processo movido pelo Ministério Público, em consequência da publicação do livro “Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica”, a qual foi considerada “abuso de liberdade de Imprensa”.
Segundo a acusação, o livro [...] inclui algumas poesias que “ofendem o pudor geral, a decência e os bons costumes”.
Na tribuma do Ministério Público, toma lugar o dr. Costa Saraiva, ajudante do procurador da República; como patronos dos acusados, intervêm os drs. João da Palma Carlos, Luso Soares, José Vera Jardim, Francisco Vicente, Salgado Zenha e António de Sousa.»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sexta-feira, maio 15, 2026

A Terra Foi-lhe Negada


MARIA DA GRAÇA FREIRE
capa de Paulo-Guilherme


Lisboa, 1958
Portugália Editora
1.ª edição
192 mm x 132 mm
300 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Apesar de ser a primeira edição, ostenta um reencapamento tardio, muito distinto da versão primitiva. Existe mesmo um descuido da editora, que manteve a autoria da capa a Figueiredo Sobral – algo que se refere à primeira versão –, em vez de ter mandado imprimir uma recarga para a ficha técnica com o nome de Paulo-Guilherme.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

A Terra Foi-lhe Negada


MARIA DA GRAÇA FREIRE
capa do pintor Figueiredo Sobral

Lisboa, 1958
Portugália Editora
1.ª edição
193 mm x 133 mm
300 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da notícia editorial na contracapa:
«[...] Este livro não é um panfleto: é uma história arrancada à vida, que narra a união e os desencontros de dois seres que tudo parecia separar: a raça e os preconceitos; uma grande força ligou o homem de cor e a mulher branca, a encruzilhada de tendências e impulsos e o espírito sequioso de verdade para além das limitações comuns. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]

Horas de Combate



GUERRA JUNQUEIRO
pref. Mayer Garção

Porto, 1924
Livraria Chardron, de Lélo & Irmão, Ld.ª, editores
1.ª edição (textos reunidos)
182 mm x 121 mm
LXXVIII págs. + 82 págs.
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro e relevo seco nas pastas e na lombada
folhas-de-guarda impressas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado na primeira folha-de-guarda o ex-libris de Marcelino Nunes Correia que, tendo sido proprietário da empresa de mercearias Abel Pereira da Fonseca, exibe a máxima «Haja savde e dinheiro p'ra vinho»
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Abílio Manuel Guerra Junqueiro havia falecido há poucos meses; este volume póstumo parece surgir, à pressa, mais motivado pelo estudo de Mayer Garção do que pela divulgação da obra do poeta republicano.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

O Pobre de Pedir


RAÚL BRANDÃO
pref. Maria Angelina
capa de Fred Kradolfer

Lisboa, 1931
[Seara Nova]
1.ª edição
193 mm x 131 mm
4 págs. + 200 págs.
exemplar em muito estado de conservação, rótulo de catalogação na lombada; miolo irrepreensível, por abrir
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra póstuma, que a sua companheira de uma vida apresenta:
«[...] A sua obra escrevia-a com ímpeto, em apontamentos, e compunha-a na ocasião em que, ditando-ma, eu a escrevia antes de ir para a tipografia.
A morte, que mo roubou inesperadamente, não lhe deu tempo para fazer as modificações que decerto desejaria fazer, porque nunca o seu trabalho o satisfazia, tinha sempre que emendar. [...]
Por isso hesitei muito, e não sei se o maguarei publicando O Pobre de Pedir tal qual o deixou, mas sei que não devo guardar numa gaveta êste seu último livro, em que há páginas, para mim, mais belas em dor, em humanidade, do que as de Dostoiewski. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

A Morte do Palhaço e o Mistério da Árvore


RAÚL BRANDÃO
ilust. Martinho da Fonseca

Lisboa, 1926
Edição da «Seara Nova»
1.ª edição
189 mm x 128 mm
292 págs.
ilustrado no corpo do texto
modesta encadernação inteira em tela encerada, gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro que reformula e amplia uma das primeiras publicações de Brandão, de 1896, a História d’um Palhaço (A Vida e o Diário de K. Maurício), tendo sobrevivido a tal revisão sobretudo os sinais autobiográficos do alterego K. Maurício.
Do ponto de vista “literário” das polícias do Estado Novo, seria um texto a abater. Tanto assim que ainda em 1949 andavam às voltas com ele na tentativa de interditá-lo, o que só não aconteceu porque o próprio censor, na altura o capitão José Brandão P. de Melo, julgou no mínimo atrasado o propósito, conforme o respectivo despacho de 14 de Março, a pedido da PIDE:
«Não se compreende a razão de apresentar-se agora, em 1949, opinião censorial acêrca de uma obra impressa no longinquo ano de 1926 e que desde essa data (há, portanto, 23 anos) se vende e circula livremente.
Mas diz-se, agora, o que devia ter sido dito em 1926:
“A morte do palhaço e o mistério da arvore”, de Raul Brandão, sendo, aliás, uma obra pouco recomendável pelo seu negativismo pessimista e amoral, bem como pelas suas possiveis más influencias desmoralisantes, não chega, porém, a ser uma obra cuja circulação deva ser interdita.
Tal interdição, de resto, 23 anos apoz a publicação da obra, depois de 23 anos da sua livre circulação, teria um odioso aspecto por assim dizer póstumo e já pouco menos do que inutil ou não.»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

O Esoterismo de Fernando Pessoa

 

DALILA L. PEREIRA DA COSTA

Porto, 1971
Lello & Irmão – Editores
1.ª edição
195 mm x 130 mm
196 págs.
exemplar muito estimado, capa empoeirada; miolo limpo, parcialmente por abrir
75,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

19 Projectos de Prémio Aldonso Ortigão seguidos de Poemas de Londres


MÁRIO CESARINY DE VASCONCELOS
capa e orientação gráfica de Cidália de Brito Pressler

Lisboa, s.d. [1971]
Livraria Quadrante – Eduardo R. Ferreira, Ld.ª
1.ª edição
190 mm x 122 mm
88 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

É uma das mais ferozes colectâneas com que Cesariny tudo maltrata, a começar pelos “experimentalistas”. Vejamos a sua «Investigação Semântica»:

«Eu mastrucharco
tu mastrucharcas
ele mastrucharca
nós mastrucharcamos
vós mastrucharcais
eles mastrucharcam

Eu charcomastrava
tu charcomastravas
ele charcomastrava
nós charcomastrávamos [...]», etc., etc., o resto do poema assola as falésias da literatura bem educada arrancando pela raiz os últimos mirones da paisagem.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Iluminações | Uma Cerveja no Inferno

 

JEAN-ARTHUR RIMBAUD
trad., pref. e ilust. Mário Cesariny

Lisboa, 1972
Estúdios Cor
1.ª edição [2.ª edição do segundo título]
185 mm x 116 mm
160 págs. + 7 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE MÁRIO CESARINY
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Memórias de Alegria



EUGÉNIO DE ANDRADE, org. e pref.
direcção gráfica de Armando Alves

Porto, 1971
Editorial Inova Limitada
1.ª edição
237 mm x 187 mm
4 págs. + 728 págs.
subtítulo: Antologia de Verso e Prosa Sobre Coimbra no Centenário da Geração de 70
encadernação editorial em sintético gravada a prata e relevo seco
folhas-de-guarda impressas
profusamente ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
é o n.º 831 da tiragem comum de 1.200 exemplares
assinatura de posse no ante-rosto
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um livro de nostalgia pela juventude passada numa cidade universitária, ilustrada pela escolha culta de um reconhecido poeta. Aí figuram, entre muitas outras, entre autores vivos e mortos, colaborações de Fernão Lopes a Nicolau Tolentino, ou Herculano, ou Ramalho, ou Antero, ou Eça; mas também Edmundo de Bettencourt, Nemésio, Vergílio Ferreira, Namora, Políbio Gomes dos Santos, Carlos de Oliveira, Ruben A., Agustina, Urbano Tavares Rodrigues, etc.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Fernando Pessoa, o Cadáver Adiado Que Procria


[ANÓNIMO*]

Lisboa, 30 de Novembro, 1982
Edições Antígona
1.ª edição [única]
209 mm x 150 mm
4 págs.
folha volante
exemplar estimado, apresenta um vinco ao meio devido talvez ao seu envio dentro de sobrescrito; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assinalando à sua maneira a data da morte do poeta, vem aqui a editora iconoclasta Antígona chamar a atenção para a vertente reaccionária de Pessoa, por exemplo, nos seus textos À Memória do Presidente-Rei Sidónio Pais, ou O Interregno – Defesa e Justificação da Ditadura Militar em Portugal. Deste último transcreve mesmo uma passagem vomitiva: «Os governantes naturalmente indicados para um Estado de Transição são, pois, aqueles cuja função social seja particularmente a manutenção da ordem. Se uma nação fosse uma aldeia, bastaria a polícia; como é uma nação, tem que ser a Força Armada inteira.» E assim é que, nessa data à beira da campa, ousa a Antígona, no seu breve manifesto, «[...] com a biqueira da bota, empurrá-lo mais fundo na cova que o envolve. A História [...] agradecerá uma tal acção profiláctica. [...]»
É de acrescentar que a expressão «cadáver adiado que procria» não é original, colhe o exemplo, a acutilância e o verbo do movimento surrealista.

* Texto muito provavelmente redigido pelo jornalista Torcato Sepúlveda, então um dos mentores do espírito das Edições Antígona.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

À Memória do Presidente-Rei Sidónio Paes


FERNANDO PESSOA e outros letrados

Porto, s. d. [1959]
Petrus [Pedro Veiga]
[3.ª edição (1.ª edição nesta editora)]
238 mm x 179 mm
20 págs.
impressão sobre papel superior, ornado com capitulares e elegantes vinhetas
para além do longo poema de Pessoa, reúne colaboração de Fernando Garcia e Petrus
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Muitos intelectuais que durante anos, dada a aversão recíproca entre Salazar e Fernando Pessoa, quiseram fazer passar o poeta por progressista, terão neste simples poema (originalmente publicado no periódico Acção, n.º 4, a 27 de Fevereiro, 1920) a prova do contrário. Isto apesar de Fernando Garcia nos dizer que Sidónio revolucionário nasceu e «revolucionario ideologista e fundamentalmente jacobino, embora de um jacobinismo equestre, morreu». Não fazemos ideia do que seja um «jacobinismo equestre», mas aqui fica registado...

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Judaísmo

 

ISIDORE EPSTEIN
trad. Álvaro Cabral


Lisboa | Rio de Janeiro, s.d.
Editora Ulisseia
1.ª edição
181 mm x 111 mm
312 págs.
subtítulo: Breve descrição da origem e desenvolvimento dos ensinamentos, práticas, pensamento filosófico e doutrinas místicas da religião e moral judaicas ao longo de 4000 anos de história dos judeus
capa impressa frente e verso
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Angola Heróica

 

ARTUR MACIEL
capa de José Cândido
fotografia de Ricardo Mesquita


Venda Nova – Amadora, 1963
Livraria Bertrand
3.ª edição
191 mm x 123 mm
304 págs. + 16 págs. em extra-texto + 5 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: 120 dias com os nossos soldados
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, restauro no último desdobrável
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição em livro de crónicas antes publicadas no Diário de Notícias nesse ano de 1963, acrescidas de duas inéditas. Inclui a relação dos militares do Exército condecorados desde Maio de 1961 a Setembro de 1963, sendo 23 a título póstumo. Importante fonte para o estudo da guerra em Angola segundo o testemunho de um jornalista de guerra afecto ao regime, e que viveu com as tropas.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Autobiografia Política

 

ANÍBAL CAVACO SILVA
capas de José Neves
grafismo de Fernando Rochinha Diogo

Lisboa, 2002 e 2004
Temas e Debates – Actividades Editoriais Lda.
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
233 mm x 150 mm
[356 págs. + 80 págs. em extra-texto] + [528 págs. + 80 págs. em extra-texto]
subtítulo: [I] O percurso até à maioria absoluta e a primeira fase da coabitação; [II] Os anos de governo em maioria
ilustrados a cor
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível em ambos
VALORIZADOS PELA ASSINATURA DO AUTOR NO PRIMEIRO VOLUME
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

História Política da Primeira República Portuguesa

DAVID FERREIRA
capa de Moura-George


Lisboa, 1973
Livros Horizonte, Lda.
1.ª edição
180 mm x 119 mm
2 volumes (tudo quanto se publicou)
220 págs. + 240 págs.
subtítulo: I volume (1910-1915) I parte; e II parte
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
VALORIZADOS PELA ASSINATURA DE POSSE DE V. [VICTOR] SÁ MACHADO NO PRIMEIRO VOLUME
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

terça-feira, maio 12, 2026

Relatorio Sobre o Cadastro


ANTONIO JOSÉ D’AVILLA

Lisboa, 1848
Na Imprensa Nacional
2.ª edição («correcta e augmentada»)
223 mm x 160 mm
118 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Numa altura em que gente tão obviamente inteligente e responsável pelos destinos da nação não se inibe de encher o recinto mediático com opiniões e palpites acerca daquilo que ignora (porque se não o ignorasse não teríamos chegado onde chegámos!), dá-se aqui uma achega bibliófila para o relaxado debate deste Verão. O tema – desviando as atenções dos responsáveis pelo desbaratar de recursos e meios ano após ano –, o tema agora é: o cadastro! Ora bem, por razões que se prendiam com o colapso das estruturas económicas e sociais do país durante as lutas liberais, e concomitante barafunda na verificação da propriedade privada do território, já o duque de Ávila (1807-1881) afirmava constituir o Cadastro a única base, sem a qual «[...] será absolutamente impossivel repartir com igualdade o imposto predial, [...] resolver o problema de fazer com que os povos paguem menos, e o Thesouro receba mais, [...] garantir a propriedade a seu legitimo possuidor, fazendo cessar, ou pelo menos diminuir consideravelmente o numero espantoso de questões, a que esta dá origem, acabar em fim o deficit e a agiotagem, e pôr os capitaes em liberdade, para procurarem emprego nas emprezas de interesse material, que em tão larga escala se offerecem no nosso Paiz, aonde tudo está por fazer, aonde só faltam a vontade do homem, e as instituições adquadas [...].»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Instrucções pelas Quaes Se Devem Regular o Director e Officiaes Encarregados dos Trabalhos Geodesicos e Topographicos do Reino [seguido de] Descripção e Rectificações do Theodolito


[FILIPE FOLQUE]

Lisboa, 1850
Imprensa Nacional
1.ª edição
21,1 cm x 13,5 cm
44 págs. + 22 págs. (não num.) + 18 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

O Cadastro


TAVARES D’ANDRADE

Mafra, 1926
Tipografia Liberty
1.ª edição
166 mm x 115 mm
96 págs.
subtítulo: O cadastro rural – A carta agricola – O levantamento parcelar – O cadastro ciclografico – A fotogrametria aerea e o Bom-senso
cartonagem editorial com gravação a ouro na pasta anterior
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]