domingo, setembro 15, 2019

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


A Francesa


NITA CLÍMACO

Lisboa | Paris, 1968
Edição da Autora / Editorial Organizações, Lda. (dist.)
1.ª edição
18,4 cm x 11,4 cm
204 págs.
título completo: A Francesa – Encontros (dois mini-romances)
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Mãe do pintor e escritor Michel Horta e Costa, Nita Clímaco foi correspondente em Paris para a revista Eva, além de ter publicado cinco livros, entre os quais merece destaque um livro – A Salto (1967) – acerca da emigração durante a vigência do Estado Novo.

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Falsos Preconceitos



NITA CLÍMACO
capa de Enrique Ribó

Paris – Lisboa, 1964
Edição da Autora
1.ª edição
17,6 cm x 10,8 cm
160 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota editorial na contracapa:
«Nita Clímaco é conhecida pelos seus muitos artigos espalhados periòdicamente pela imprensa portuguesa, artigos enviados de Paris na sua qualidade de correspondente de jornais e revistas portuguesas. “Falsos Preconceitos” é o seu primeiro romance, um romance que confunde as fronteiras existentes entre a reportagem e a novelização. Como não podia deixar de ser, Nita Clímaco escolheu Paris como cenário deste seu livro, movendo as suas personagens no mais famoso dos bairros da capital francesa: em St. Germain-des-Prés.
Esta situação do conflito também não nasceu do acaso. Ao chegar a Paris, onde já festejou o seu vigésimo primeiro aniversário, Nita Clímaco instalou-se no bairro existencialista, bairro que habitou durante nove anos, escrevendo as suas primeiras impressões de Paris em cadernos gatafunhados à tarde na sombra poética das árvores seculares do Jardim do Luxemburgo.
Outras tardes passou-as Nita Clímaco no ‘seu bairro’ sentada nas esplanadas dos cafés mais em voga como o ‘Mabillon’, o ‘Deux Magots’, o ‘Flore’. Assim, a pouco e pouco, conseguiu descobrir e, mais ainda, compreender (compreender nem sempre é sinónimo de assentimento…) o comportamento de uma juventude marcada pelos anos da guerra e pelas doutrinas discutidas do existencialismo e, mais tarde, da nova vaga.
Elsa Maxwel, a célebre ‘comadre’ desaparecida ainda em 1963, que convidava frequentemente Nita Clímaco para os seus ‘cocktails’ e jantares, e Carmen Tessier, influenciaram extraordinàriamente a autora de “Falsos Preconceitos”, quer no estilo mordaz e inconfidente, quer nos processos jornalísticos utilizados. À força de correr para os estúdios, de passar aí horas seguidas, buscando uma indiscrição, uma entrevista, Nita Clímaco ganhou uma maneira de ver cinematográfica. E este contacto permanente com o cinema não deixou, também, de influenciar o seu estilo literário. Este seu livro “Falsos Preconceitos” é a prova flagrante da influência exercida em Nita Clímaco pelo Cinema, influência de que resultou a utilização literária duma linguagem cinematográfica posta ao serviço dum romance que vem trazer ao público português uma nota inédita de compreensão de Paris, de St. Germain-des-Prés e… da sua ‘fauna’…»

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As Mãos e os Frutos


EUGÉNIO DE ANDRADE

Lisboa, 1960
Iniciativas Editoriais
2.ª edição
18,1 cm x 12,9 cm
36 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DO ESCRITOR E. M. DE MELO E CASTRO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Coração do Dia



EUGÉNIO DE ANDRADE

Lisboa, 1958
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,1 cm x 13 cm
32 págs.
composto manualmente na mítica Tipografia Ideal sita à Calçada de São Francisco em Lisboa
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de António Sousa Falcão
67,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Jardim das Tormentas



AQUILINO RIBEIRO
pref. Carlos Malheiro Dias

Paris – Lisboa | Rio de Janeiro – S. Paulo – Belo Horizonte, 1913
Aillaud, Alves & Cia – Livraria Bertrand | Francisco Alves & Cia
1.ª edição
17,7 cm x 12 cm
XX págs. + 322 págs. [aliás, 316 págs. (num. errada)]
encadernação editorial inteira em tela encerada, gravação a branco na pasta anterior e na lombada, relevo seco na pasta posterior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse de J. P. Chaves Ferreira no frontispício
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro de Aquilino Ribeiro (1885-1963).

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Terras do Demo


AQUILINO RIBEIRO

Paris / Lisboa, 1919
Livrarias Aillaud e Bertrand / Aillaud, Alves & Cia.
1.ª edição
18,2 cm x 12 cm
X págs. + 2 págs. + 316 págs.
encadernação editorial em tela com ferros a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar muito estimado, apenas a lombada dá mostras da acção prolongada da luz
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manuel Mendes, no seu Aquilino Ribeiro (na colecção A Obra e o Homem, Editora Arcádia, Lisboa, 1960), sublinha:
Da «[...] medida das coisas e do homem tirou o escritor a bitola da sua invenção, que alcança ao mesmo passo a grandeza dos largos horizontes e a mofina desventura daquela existência de criaturas desterradas do Mundo. Quem percorre as estradas dali [ref. Beira Alta], ou se afoita pelos caminhos e pára nos povoados, sente o hálito amargo das Terras do Demo, respira a atmosfera por vezes negra que envolve as tristes felicidades, os dramas e as angústias que o escritor nos descreve. Ali bebeu Aquilino, com o leite materno, as dores e as alegrias do homem e da terra, e aprendeu o falar do Povo, tão característico como o seu sentir, que se mantém incorrupto, renitente a toda a mescla, no típico e no genuíno da sua tradição.
Destas circunstâncias provém o cunho de assombrosa autenticidade da obra de Aquilino Ribeiro. O mesmo vento da serra varre em fúria as páginas dos seus romances, como varre os caminhos do monte, e com ele uivam à compita os lobos e uiva o homem na sua estreme fereza e adâmica humanidade. [...]»

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Andam Faunos pelos Bosques



AQUILINO RIBEIRO
[capa de Abel Manta]

Paris / Lisboa, 1926
Livrarias Aillaud e Bertrand
1.ª edição (5.º milheiro)
18,8 cm x 12,3 cm
XVI págs. + 330 págs.
encadernação editorial em tela encerada com gravação a ouro e relevo seco nas pastas e na lombada
conserva a capa anterior de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
autenticado com o sinete do Autor
carimbo de posse no ante-rosto e ex-libris de Carlos J. Vieira no verso da pasta anterior
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto de abertura ao estilo de longa carta a Brito Camacho, em que justifica a dedicatória da obra e dá pequenas achegas pelo conteúdo que na leitura se verá, ou como ele diz, num estilo inconfundível:
«[...] neste livro, os abades não são mais que um acidente; a personagem central é o génio da espécie. Ás almas santas, aos censores que me acoimam de cronista encartado de clérigos como Camilo de brasileiros, direi que são estes os últimos e irrevogáveis do meu guinhol. [...]
[...] se não temesse a pedantaria, aqui deixava a frase heróica e imoderada: fecha com êste trabalho o meu primeiro ciclo. [...]
Vou descer à urbs, depondo a pena que a crítica suficiente qualificou de regionalista. [...]»
E desceu realmente à cidade: no ano seguinte «Vive em Santo Amaro de Oeiras, passando o tempo entre as obrigações da Biblioteca, e o trabalho da sua obra. Implicado na revolta contra a Ditadura Militar, que eclodiu no Porto a 3, e em Lisboa a 7 de Fevereiro deste ano [1927], foge à perseguição policial, abala para a Beira Alta, e segue nesse mesmo ano para Paris – “E lá fui de mala aviada, a caminho do meu segundo exílio!” Nesta cidade, vive cerca de um ano. Foi então demitido do seu lugar da Biblioteca Nacional. Em fins deste ano, regressa clandestinamente a Portugal e acolhe-se à Soutosa [...]» (ver Manuel Mendes, Aquilino Ribeiro, Editora Arcádia Limitada, Lisboa, 1960).

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El Hombre Que Mató al Diablo


AQUILINO RIBEIRO
trad. A. González-Blanco

Madrid, 20 de Setembro de 1924
Publicaciones Prensa Gráfica
1.ª edição
14,8 cm x 11,3 cm
64 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, capa com vagos sinais de lepisma; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da absoluta edição original de uma novela a que, mais tarde, em 1930, Aquilino veio a dar uma forma literária diversa, expandindo-a para um romance com umas boas três centenas e meia de páginas.

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A Traição


AQUILINO RIBEIRO

Lisboa, s.d. [1922]
Editorial, Ld.ª
1.ª edição
14,4 cm x 10 cm
32 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jovem autor, nesses anos 20, à semelhança de Ferreira de Castro também Aquilino preferiu que certas tentativas literárias ficassem perdidas sem reedição, hoje apenas alvo do apreço e busca continuada dos bibliófilos.

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As Solicitações e Emboscadas


MÁRIO DIONÍSIO
capa de Tereza Arriaga

Coimbra, 1945
Atlântida
1.ª edição
19,6 cm x 13,1 cm
96 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, capa com restauros e empoeirada; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da página electrónica da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio:
«O que nos fica, finda a leitura deste livro, não é a imagem de um homem fazendo gestos para que o vejam: é a imagem de uma alma segredando aos outros qualquer coisa impossível de calar.» (João Gaspar Simões)

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O Riso Dissonante


MÁRIO DIONÍSIO

Lisboa, 1950
Centro Bibliográfico
1.ª edição
19,2 cm x 13,5 cm
68 págs.
é o 4.º volume da colecção Cancioneiro Geral
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DO AUTOR
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jorge de Sena, na 3.ª série das Líricas Portuguesas (Portugália Editora, Lisboa, 1958), é parco na afirmativa:
«[...] nos poemas mais conseguidos, o drama da esperança sempre frustrada, e que, não obstante, “desponta sob o manto cúmplice das coisas”, é incisivamente expresso.»

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Conflito e Unidade da Arte Contemporânea


MÁRIO DIONÍSIO

Lisboa, 1958
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,2 cm x 12,9 cm
40 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto de uma conferência de reflexão acerca das artes plásticas.

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Obra Poética



RUY BELO
org. e posf. Joaquim Manuel Magalhães e Maria Jorge Vilar de Figueiredo (vol. 3)
capas de Saldanha Coutinho

Lisboa, 1981 e 1984 (vol. 3)
Editorial Presença, Lda.
1.ª edição
3 volumes (completo)
20,8 cm x 14 cm
248 págs. + 348 págs. + 496 págs.
exemplares muito estimados; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

O poeta (e ensaísta) Joaquim Manuel Magalhães evoca, em duas citações, a lúcida posição de Ruy Belo (1933-1978) perante a matéria comezinha, de pouca sabedoria, de quem julga um texto literário por padrões de legalidade linguística:
«E, na escola, o professor falará aos seus alunos [a propósito do poema] de sinónimos e fá-los-á construir orações e analisar regras gramaticais. Nessa altura, a palavra foi deslocada da sua missão original. Resta-lhe a possibilidade de ser purificada através da parábola ou da metáfora, ou da imagem, ou do símbolo. […]
A arte é precisamente passagem da quotidiana matéria da natureza, de afectos e ideias, a um estado poético de símbolo e de sonho.»

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País Possível


RUY BELO
capa de Dorindo Carvalho

Lisboa, 1973
Assírio & Alvim, Sociedade Editorial e Distribuidora, Lda.
1.ª edição
20,5 cm x 12,3 cm
80 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tirado da Nota do Autor:
«Este livro, que aparentemente poderia não passar de uma antologia visto que o integram um poema inédito e poemas extraídos dos meus últimos livros publicados, tem realmente uma unidade e é afinal um livro novo. E não o é apenas por eu publicar pela primeira vez na íntegra composições anteriormente truncadas por razões várias ou por eliminar ou emendar versos, por voltar a tentar suprimir o mais possível a pontuação, por resolver de vez “a guerra maiúsculas-minúsculas” a favor do lado mais fraco.
Este livro é um livro novo porque um livro de poesia é afinal um lugar de convívio, um local onde os poemas reagem uns contra os outros, se criticam mutuamente, se transformam uns nos outros. É um livro novo, em suma, porque a ele, como a nenhum outro livro meu, preside indubitavelmente uma unidade temática: a do mal-estar de um homem que, ao longo da vida, tem pagado caro o preço por haver nascido em Portugal; a problemática de uma consciência que sofre as contradições próprias da sociedade em que vive e de um homem que tem atrás de si vários passados e vive várias vidas simultaneamente e que intensamente se autodestrói; que se vai suicidando lentamente porque essa sociedade o destrói e assassina e o censura e a censura se instala na sua própria consciência. [...]»

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Despeço-me da Terra da Alegria


RUY BELO
pref. João Miguel Fernandes Jorge
capa de F. C.

Lisboa, 1978
Editorial Presença Lda.
2.ª edição (com dois poemas inéditos)
18 cm x 11,8 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

São inéditos, relativamente à edição primitiva na colecção portuense O Oiro do Dia da editora Inova, os longos poemas «Enganos e desencontros» e «Poema para a Catarina».

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Na Senda da Poesia

RUY BELO
capa de Manuel Vieira

Lisboa, 1969
União Gráfica
1.ª edição
18,5 cm x 13,3 cm
344 págs.
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
35,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Reunião de artigos, prefácios, justificações de tradução, etc. E uma grande lucidez acerca do meio literário circundante: «[...] Compram-se, muitas vezes com a amizade, moeda mais forte do que o dólar, críticos que digam bem. Leva-se a este domínio íntimo o velho princípio dos contratos: do ut des. Louvamos os outros para que nos louvem a nós. Fazemos-lhes favores para que, no momento oportuno, no-lo façam a nós. O leitor raramente repara. Chama-lhe a atenção, na página literária, o anúncio de um livro, volta a encontrar uma referência ao mesmo na secção de crítica, solicita-o uma entrevista que talvez o próprio autor tenha redigido e, mal se descuida, entra-lhe pelos olhos dentro a fotografia que aparece não se sabe bem a propósito de quê. Negociam-se comercialmente valores humanos que até aqui o pudor velava. A publicidade instala-se na própria consciência. Há o perigo de que o escritor, ao ouvir e ver tudo aquilo, se convença, tão longe foi a cadeia, de que não é ele que se está a adular a si próprio. Tomará como crítica válida para a delimitação da sua capacidade aquilo que, iludido, diz aos seus próprios ouvidos, como quem não quer a coisa. [...]»

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Hannibal e Napoleão




J. M. [JOSÉ MARIA] PEREIRA DE LIMA

Lisboa, 1905
Viuva Tavares Cardoso, Livraria Editora
2.ª edição
21,1 cm x 14 cm
332 págs. + 1 folha em extra-texto («Plano do Campo de Batalha de Waterloo»)
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação inteira em tela crua com cromo estampado na pasta anterior e lombada estampada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Maria Pereira de Lima (1853-1925), para além de historiador, professor catedrático e, como político, várias vezes eleito deputado monárquico, foi o criador do primitivo Mercado Geral do Gado, em Entrecampos (Lisboa), lugar onde mais tarde nasceu a Feira Popular.

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Almanaque









Lisboa, Outubro de 1959 a Maio de 1961
dir. J. A. de Figueiredo Magalhães
propriedade da Sociedade Comercial Abel Pereira da Fonseca / Editora Ulisseia
18 números (completo)
25,2 cm x 17,3 cm
[176 págs. + 32 págs.] + [178 págs. + 30 págs.] + [194 págs. + 30 págs.] + [194 págs. + 14 págs.] + [178 págs. + 14 págs.] + [166 págs. + 30 págs. + 1 desdobrável (grande formato) em encarte] + [176 págs. + 16 págs.] + [186 págs. + 14 págs. + 1 desdobrável (grande formato) em extra-texto] + [170 págs. + 14 págs. + 1 desdobrável (grande formato) em extra-texto] + [178 págs. + 14 págs.] + [162 págs. + 30 págs.] + [152 págs. + 32 págs.] + [154 págs. + 54 págs.] + [156 págs. + 78 págs.] + [184 págs. + 1 folha em extra-texto + 1 desdobrável em encarte] + [128 págs. + 1 marcador em extra-texto] + [134 págs. + 1 marcador em extra-texto + 16 págs. (separata)] + [192 págs. + 1 marcador em extra-texto]
profusamente ilustrado
impresso a negro e a cor
exemplares muito estimados; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
320,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1941-1974) de Daniel Pires (vol. II, 1.º tomo, Grifo, Lisboa, 1999):
Revista «[...] dinamizada por José Cardoso Pires e, eventualmente, por Luís de Sttau Monteiro [...]. O conselho de redacção era constituído por aqueles dois escritores e por José Cutileiro, Baptista-Bastos, Augusto Abelaira e Alexandre O’Neill, cabendo a orientação gráfica a Sebastião Rodrigues, coadjuvado, mais tarde, por João Abel Manta. As capas [couberam] maioritariamente a Sebastião Rodrigues. Contou com Pilo da Silva como redactor-paginador, com as fotografias de Armando Rosário, Eduardo Gageiro, Mário Novais, João Martins e João Cutileiro[,] e ainda com os desenhos de João Abel Manta, Câmara Leme e de Pilo da Silva [mas também o surrealista João Rodrigues]. [...]
José Cardoso Pires, na biografia redigida por Liberto Cruz, evoca esta publicação do seguinte modo: “O programa era simples: ridicularizar os provincianismos culturais, cosmopolitizados ou não, sacudir os bonzos contentes e demonstrar que a austeridade é a capa do medo e da ausência de imaginação.” [...]
Vasco Pulido Valente, por sua vez, assinala: “Assim que abriu, o Almanaque, estrategicamente situado na Rua da Misericórdia, passou a ser uma espécie de clube, onde as pessoas iam de manhã diluir o álcool da véspera e combinar almoços e, no fim da tarde, se encontravam como num café, para pôr em dia os boatos e as conspirações correntes. (...)”
Apresentava o ecletismo inerente a um verdadeiro almanaque: efemérides, actualidades (amplamente ilustradas), divulgação científica, política, caça, pesca, literatura (conto, poesia), pintura, cinema, divulgação da realidade de outros países, astrologia, quirologia, caracteriologia, passatempos, paciências, palavras cruzadas, testes, anedotas, canasta, etc. [...]
O universalismo que reflectia, num país que tinha muito de claustrofóbico, foi amplamente reforçado com as reportagens mensais sobre países e povos exóticos, com maneiras distintas de estar no mundo [...]. O dar a conhecer o que se passava além-fronteiras, numa época em que a televisão em Portugal era incipiente, foi também a pedra de toque [...].
A revista constituiu uma radiografia rigorosa dos acontecimentos que marcaram uma época. [...]»
A lista completa dos sucessivos colaboradores, quer da vertente revista quer da casa editora Ulisseia, é absolutamente impressionante, sendo que a cultura ficou a dever, na época, à firma Abel Pereira da Fonseca, a excelência exemplar da aplicação de dinheiro dos lucros de uma actividade merceeira. Hoje em dia, um comerciante ou um industrial de sucesso mais facilmente financia os partidos políticos...

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Leitmotiv


Lisboa, Maio de 1980
dir. P. Azevedo [Paulo Nozolino]
número único
40,8 cm x 29,8 cm
20 págs.
profusamente ilustrado
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da primeira intervenção cultural do reconhecido fotógrafo Paulo Nozolino, após o seu regresso do Reino Unido, onde estudou, tendo aí testemunhado – e fotografado – as arruaças londrinas do movimento punk. Conta aqui com colaborações, entre outras, da fotógrafa Paula Ferreira, do cineasta Pedro Costa e do radialista António Sérgio.

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sábado, setembro 14, 2019

Cidades Indefesas


FÁTIMA MALDONADO
capa do cineasta J.[oão] Botelho

Coimbra, 1980
Centelha – Promoção do Livro, SARL
1.ª edição
17,7 cm x 11,7 cm
72 págs.
exemplar estimado, embora a capa apresente sinais de antiga humidade; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o poeta e crítico literário Joaquim Manuel Magalhães (in Os Dois Crepúsculos, A Regra do Jogo, Lisboa / Porto, 1981):
«É um primeiro livro, e desde logo renovante na nossa mais recente poesia. Uma tentativa de organizar o discurso confessional (desligado do lirismo intimista), que não perca de fito a recusa de ser um mero ofício de autenticidade: escolhe uma pose onde se busca tão-só organizar uma verosímil sinceridade. [...]
É importante, porém, não perder de vista que não é fundamental que se trate de uma mulher, mas sim que sejamos confrontados com histórias de uma pessoa que tem o sexo feminino. Não há primarismos feministas: há feminilidade. Que pode ser tão-só aquilo que também atinge outro sexo qualquer: a complexa mágoa de quando temos de reencontrar o corpo que pedimos que tomassem de nós. Numa naturalidade das referências ao sexo, à sua moral, às suas dominações interiores, enquanto se cospe a audácia de uma difícil despedida.
A mulher não é uma palavra de ordem: é um modo de ver e de ser. Não é uma fuga ao homem (por muito que possa assistir essa legitimidade a outras mulheres), para a penumbra do ódio e do racismo sexual: é um taco a taco com as taras masculinas dominantes e com esse mundo da pequena-burguesia sexual onde o homem se julga homem por se reprimir aos códigos que lhe convencionaram ser de homem, e que ninguém sabe particularmente quais são na fragilidade do ser. Sem perder nenhum tempo com missionarismos, Fátima Maldonado sarcastiza essas taras maioritárias que desfecundam o caminho entre muitos homens e muitas mulheres. [...]»

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Cadeias de Transmissão



FÁTIMA MALDONADO
capa de Aldina Costa

Lisboa, 1999
frenesi
1.ª edição
19 cm x 13 cm
228 págs.
exemplar novo
15,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião, revista, dos seguintes livros da autora: Cidades Indefesas, Os Presságios, Selo Selvagem, A Urna no Deserto, Caça e Persuasões e O Rumo das Coisas.

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Todo o Alfabeto Dessa Alegria



JOSÉ AMARO DIONÍSIO
capa de Carlos Ferreiro

Lisboa, 1985
Edições Salamandra, Lda.
1.ª edição
20,4 cm x 14,6 cm
112 págs.
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Amaro Dionísio nasceu em Faro, em 1947. Repórter numa vintena de países, foi sendo sucessivamente expulso da imprensa periódica por onde passou ao longo de 40 anos. Desta “alegria” – observador do mundo – deu-nos livros de jornalismo importantes, mas principalmente uma prosa poética que se estende por obras inesquecíveis como Bardo (& etc, Lisboa 1981) e, principalmente, este Alfabeto.

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sexta-feira, setembro 13, 2019

Contracto Celebrado com o Governo de Sua Magestade e Sanccionado por Alvará de 25 d’Abril de 1844 seguido da Escriptura de Associação Relativa á Canalisação da Valla d’Azumbuja




Companhia dos Canaes d’Azambuja

Lisboa, 1844
Na Imprensa Nacional
1.ª edição
21 cm x 15,1 cm
38 págs.
encapamento de amador com rótulo dactiloescrito e colado na pasta anterior
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas de posse do agrónomo António R. [Rodrigues] Passos* no frontispício e na pág. 27
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui – para além do alvará, da escritura e do contrato – um interessantíssimo quadro final com a «Relação dos Senhores que até ao dia 23 de Julho de 1844, subscreveram com Acções para a Companhia dos Canaes d’Azambuja». São relevar, entre muitos outros, nomes como os de «Suas Magestades Fidelissimas», o duque de Palmela, o conde do Farrobo, Policarpo José Machado, José Ferreira Pinto Basto, Anselmo José Braamcamp, ou Domingos Correia Arouca.

* Diz-nos o livreiro-antiquário Richard C. Ramer, no seu catálogo
n.º 278 (10 de Outubro, 2017): «We have not been able to discover anything about António R. Passos (fl. late ninteenth- and / or early twentieth-century), but over the years have seen many books bearing his signature. They are invariably interesting volumes, in above average condition, dealing mainly with agricultural products or minerals and their application in commerce. He must have been an astute and discerning book buyer and bibliophile.»

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Companhia das Lezirias do Tejo e Sado. Relatorio e Contas apresentadas na Assembleia Geral dos Accionistas, em 12 de Janeiro de 1839



ILDEFONSO LEOPOLDO BAYARD
FERNANDO DE MAGALHÃES E AVELAR
ANTONIO IZIDRO DA COSTA
MANUEL GONÇALVES FERREIRA

Lisboa, 1839
Na Typographia Patriotica
1.ª edição
22 cm x 15,5 cm (estojo)
60 págs.
acabamento em cadernos cosidos com laçada simples
acondicionados num estojo próprio de fábrica recente inteiro em tela
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Meu Amigo Barroso



FERNANDO AMADO
capa e ilust. Herlânder Peyroteo

Lisboa, s.d. [1947]
Teatro Universitário de Lisboa
1.ª edição
20,6 cm x 14,3 cm
8 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, contracapa empoeirada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Peça (ou “debuxo teatral”) levada à cena no Teatro do Ginásio pela companhia primitiva da Casa da Comédia, de que Fernando Amado (1899-1968) foi fundador.

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A Velhice do Padre Eterno



GUERRA JUNQUEIRO

Porto, 1885
Editores Alvarim Pimenta e Joaquim Antunes Leitão
1.ª edição
23,3 cm x 15,5 cm
216 págs.
impresso sobre papel superior
encadernação antiga meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado, charneira frágil; miolo limpo, papel fresco
carimbo na folha de ante-rosto e assinatura de posse no frontispício
peça de colecção
155,00 eur (IVA e portes incluídos)

Libelo anticlerical, ainda hoje, na esfera da Igreja, tido por um insulto.

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A Velhice do Padre Eterno


GUERRA JUNQUEIRO
ilustrações de Leal da Camara

Porto, s.d. [1912 ?]
Livraria Chardron, de Lélo & Irmão, editores
[1.ª edição ilustrada]
19,7 cm x 13,4 cm
8 págs. + 272 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação editorial em tela encerada com a pasta anterior e a lombada gravadas a ouro, e relevo seco na pasta posterior, cromo polícromo colado
folhas-de-guarda impressas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

As ilustrações que o caricaturista Leal da Câmara concebeu, em 1912, para esta edição da célebre Velhice, acompanham, em tom maior, a sátira e o anticlericalismo do poeta.

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A Velhice do Padre Eterno



GUERRA JUNQUEIRO
ilust. Leal da Câmara

Porto | Lisboa, 1950
Livraria Lello & Irmão – editores proprietários da Livraria Chardron | Aillaud & Lellos, Limitada
s.i.
19,8 cm x 13 cm
XXVIII págs. + 268 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado, pequenas falhas de papel na lombada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

As ilustrações que o caricaturista Leal da Câmara concebeu, em 1912, para esta edição da célebre Velhice, acompanham, em tom maior, a sátira e o anticlericalismo do poeta.

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quinta-feira, setembro 12, 2019

Livro de Higiene


ALMERINDO LESSA, dr.

Lisboa, 1936
Nunes de Carvalho, Editor
[1.ª edição]
19,6 cm x 14,9 cm
488 págs.
profusamente ilustrado ao longo do corpo do texto
encadernação editorial em sintético texturado chancelada por Paulo Ferreira, Filhos, L.da
exemplar em bom estado de conservação; miolo muito limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manual de vulgarização científica de grande utilidade prática nos cuidados a ter tanto com a alimentação como na doença. Dos micróbios e parasitas às maleitas transmissíveis ao homem por via dos animais, assim como a salubridade devida na habitação e na cidade ou no vestuário, tudo é aqui abordado por alguém que, tendo «[...] dedicado [o volume] aos estudantes dos cursos terminais dos liceus [...]», escreveu-o «[...] suficientemente claro e despido para que o possam entender, com leve esfôrço, os do Curso Geral, das Escolas Técnicas e do Magistério Primário. [...]»
Almerindo Lessa nasceu no Porto em 1908. Doutor em medicina pela Universidade do Porto, onde se licenciou em 1933, foi também doutor em Ciências pela Universidade de Toulouse, sendo professor jubilado da Universidade de Évora. Antigo professor de Antropologia Tropical, foi fundador e reitor da Universidade Internacional de Macau e membro fundador da Universidade Internacional de Lisboa.

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Educação Sexual da Mocidade



ALMERINDO LESSA
capa de Pinto de Magalhães Filho
vinheta de Dirk Kerst Koopmann

Lisboa, 1934
Casa Editora Nunes de Carvalho
1.ª edição
19,3 cm x 12,4 cm
256 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Questão Sexual



JAIME BRASIL

Lisboa, 1932
Casa Editora Nunes de Carvalho
1.ª edição
21,2 cm x 14,3 cm
480 págs. + 10 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Artur Jaime Brasil Luquet Neto (1896-1966) foi escritor e jornalista de afirmação libertária e anarquista, nomeadamente no jornal A Batalha. Depois de uma curta carreira como oficial do Exército, foi um dos fundadores e o primeiro secretário-geral do Sindicato dos Profissionais de Imprensa de Lisboa, antecessor do Sindicato dos Jornalistas. Destacou-se pelas suas obras revolucionárias acerca da sexualidade humana e do controlo da natalidade, numa época em que a tomada do poder pelo autoritarismo fascista transformava o tema numa autêntica heresia. Publicou, entre outros, os livros O Problema Sexual (1931) e o vertente A Questão Sexual (1932), considerados ofensivos da moral pública e, como tal, proibidos de circular e em boa parte apreendidos. A publicação destas obras, bem como as suas posições políticas, de cariz anti-autoritário, valeram-lhe polémicas com a imprensa católica, acabando exilado, primeiro em Espanha, onde participou na respectiva guerra civil, e depois em França. Após ter regressado foi redactor de O Primeiro de Janeiro, no Porto, onde trabalhou até 1959, transitando depois para Lisboa como chefe da delegação daquele diário, cargo que exerceu até ao fim da vida. Jaime Brasil criou páginas literárias nos jornais A República e O Primeiro de Janeiro, em cuja página «Das Artes, das Letras» colaboraram alguns dos mais conhecidos autores nas décadas de 1940 a 1960, entre os quais Eduardo Lourenço, José Régio, Adolfo Casais Monteiro, João Gaspar Simões ou Jorge de Sena. Mas foi Vitorino Nemésio a sua mais duradoura amizade. [Fonte: Centro Nacional de Cultura, página electrónica]

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Alma Judia



HERLANDÉR RIBEIRO

Lisboa, 1939
s.i. [ed. autor]
1.ª edição
24,5 cm x 16,5 cm
224 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto redigido em cima da onda de anti-semitismo europeu que assolou o século XX. Uma passagem do texto:
«[…] Em 1938, na Alemanha, Austria e Italia, o ódio aos judeus é o que a imprensa de todo o Mundo refere: nos primeiros dois países – hoje unificados – tem-se praticado tudo o que de bárbaro se possa imaginar. […]
[…] Nas páginas que se seguem, na literatura, na musica, na familia, nos actos de afectividade, é examinada a Alma Judia; não se trata duma obra objectiva, mas unicamente dum caderno de apontamentos, quadros da vida afectiva, nada tendo com o cerebro, mas só com o caracter e com o coração. Paginas escritas, sentindo, para serem lidas, com alma bem intencionada, de boa-fé. […]»

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O Pensamento do Trabalhador



HERLANDÉR RIBEIRO

s.l., 1950 [aliás, 1949]
s.i. [ed. autor]
1.ª edição
23,3 cm x 17 cm
328 págs.
subtítulo: Edições em português e francês
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
peça de colecção
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra proibida e apreendida pela polícia política do Estado Novo.

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Pássaro Azul




ANTÓNIO SILVA PINTO
capa e ilust. José Escada

Lisboa, 1957
Edição do Autor
1.ª edição
22 cm x 12,2 cm
68 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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