sábado, fevereiro 24, 2024

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Poesias [junto com] Poesias Eroticas, Burlescas, e Satyricas [junto com] Poesias Ineditas





MANUEL MARIA DE BARBOSA DU BOCAGE
org. I. [Inocêncio] F. [Francisco] da Silva
pref. L. [Luís] A. [Augusto] Rebello da Silva

Lisboa | Bruxelas, 1853, 1854 e 1896
Em Casa do Editor A. J. F. Lopes | Henrique Zeferino - Livreiro Editor
«nova e completa edição»
[a] 6 volumes (completo) + [b] 1 volume + [c] 1 folheto
[204 mm x 140 mm] + [222 mm x 145 mm] + [210 mm x 143 mm]
[LVI págs. + 404 págs. + 6 págs. (não num.) + 1 folha em extra-texto (retrato do autor)] + [434 págs. + VI págs.] + [420 págs. + IV págs.] + [382 págs. + VI págs.] + 398 págs. + 420 págs. + 220 págs. + 20 págs.
subtítulos: [b] Não comprehendidas na edição que das obras d'este poeta se publicou em Lisboa, no anno passado de MDCCCLIII; [c] Censura das mesmas - Defesa pelo auctor
elegantes encadernações homogéneas coevas inteiras em pele marmoreada com gravação a ouro e rótulos nas lombadas (6 vols.), mais 1 volume em meia-inglesa antiga com cantos em pele gravada a ouro na lombada, mais 1 folheto em brochura
encadernações sem capas de brochura
exemplares muito estimados; miolo limpo
o sétimo volume ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Manoel de Lancastre Bobone, assim como o respectivo selo branco no frontispício
1.100,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Poesias Eroticas, Burlescas, e Satiricas

 

M. M. DE BARBOSA DU BOCAGE
capa de Sol Ribeiro


Bruxelas, 1853 [aliás, 1860]
[editor omisso]
[século XX (1962 ?), edição clandestina mimeografada]
200 mm x 158 mm
4 págs. + 178 págs. + 4 folhas em extra-texto
subtítulo: Não compreendidas na edição que se publicou em Lisboa, no ano de MDCCCLIII
ilustrado a azul por autor anónimo
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Morte da Águia

 

EDUARDO SALGUEIRO

s.l., 1924
[ed. autor]
1.ª edição
175 mm x 125 mm
16 págs.
subtítulo: Versos à memória de Sacadura Cabral
acabamento com uma laçada de fio
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eduardo Salgueiro (1904-?) foi jornalista, poeta, escritor e tradutor. Em 1928 fundou a prestigiada Editorial Inquérito, uma casa da resistência antifascista.

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Exposição do Mundo Português – Secção Colonial


HENRIQUE GALVÃO
et alli

Lisboa, 1940
[Neogravura, Limitada]
1.ª edição [única]
220 mm x 170 mm
12 págs. + 300 págs. + XCVI págs. (anunciantes) + 8 folhas em extra-texto + 1 encarte tipo postal
profusamente ilustrado a cor no corpo do texto e em separado
capa impressa retro e verso
exemplar manuseado mas aceitável, capa empoeirada, restauro na lombada; miolo limpo
inclui o respectivo marcador
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio de Henrique Galvão, director da Secção Colonial da exposição:
«[...] Foram três as ideias fundamentais que orientaram a concepção e realização desta obra, que as circunstâncias excepcionais em que estava envolvida exigiam não fôsse banal.
Somos a terceira potência colonial do mundo.
Completamos oito séculos de história.
A Secção Colonial fazia parte de um conjunto a que se chamava a Exposição do Mundo Português. [...]
[...] Uma vez que a escassez das verbas atribuídas à realização não nos permitiam tentar o grandioso e enfileirar na competição do “colossal” a que têm concorrido as últimas exposições internacionais – era necessário suprir pela originalidade da técnica e da apresentação, essa inferioridade material, afirmando de alguma forma uma superioridade de espírito. [...]
As exposições, mesmo as mais económicas, custam sempre muito dinheiro. Realizam-se com determinados objectivos polticos [sic] e morais – mas constituem, em geral, na ordem material, pêsos mortos, valores que não duram nem se reproduzem. De uma exposição que se encerra, colhidos os lucros espirituais e morais, fica um amontoado de lenha e de sucata. [...]»

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Pavilhão da Colonização na Exposição do Mundo Português


JÚLIO CAYOLLA

Lisboa, s.d. [1940]
Bertrand (Irmãos), L.da
[1.ª edição]
182 mm x 133 mm
28 págs.
subtítulo: Exposição Histórica do Mundo Português – Algumas notas sobre o Pavilhão da Colonização
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto de projecto e roteiro das salas de exposição.

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Tipos do Império Português



EDUARDO MALTA

s.l., s.d. [Lisboa, 1937]
Ministério das Colónias
1.ª edição
94 mm x 152 mm (oblongo)
cinta com 12 postais (completo)
subtítulo: Exposição Histórica da OcupaçãoDessins du Peintre Eduardo Malta
exemplar estimado, discreto restauro na cinta; miolo irrepreensível, por preencher
PEÇA DE COLECÇÃO
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um conjunto de doze figuras, algumas das quais também publicadas na revista O Mundo Português, captadas do natural, numa viagem pelas colónias ultramarinas, destinado a promover a ideia de um Estado europeu civilizador dos continentes selvagens. O exagero da propaganda desta ideia leva mesmo Eduardo Malta (1900-1967) a cair no ridículo de desenhar um autóctone da Guiné, em 1937!, mascarado de continental, num efeito só comparável às páginas do mostruário de uma alfaiataria.

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Cortejo do Mundo Português – 30 de Junho de 1940



s.l. [Lisboa], 1940
s.i.
1.ª edição
199 mm x 150 mm
28 págs.
subtítulo: Roteiro
profusamente ilustrado
impresso a duas cores directas (rotogravura) sobre papel superior
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Caderninho ilustrado por Roberto Araújo (capa), Fortunato Anjos, José Leite, et alii.

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No Congresso do Mundo Português


J. CAEIRO DA MATTA

Lisboa, 1940
s.i [ed. Autor ?]
1.ª edição
263 mm x 175 mm
36 págs.
impresso sobre papel algodoado
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Burro-em-pé


JOSÉ CARDOSO PIRES
ilust. Júlio Pomar

Lisboa, 1979
Círculo de Leitores, Lda.
1.ª edição *
248 mm x 163 mm
176 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado a cor em separado
cartonagem editorial com sobrecapa em acetato impresso
exemplar estimado, acetato com defeito na contracapa; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume constituído por cinco narrativas, uma das quais, Dinossauro Excelentíssimo, já antes publicada em volume autónomo.
* Existe uma outra versão, na Moraes Editores, simultânea, brochada e com capa diferente.

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Páginas de Estética e de Teoria e Crítica Literárias

 

FERNANDO PESSOA
org. e prefs. Georg Rudolf Lind, e Jacinto do Prado Coelho


Lisboa, s.d. [1967, seg. BNP]
Edições Ática
1.ª edição
200 mm x 145 mm
XXXVI págs. + 384 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado com o retrato do poeta
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A View from the Diners Club

 

GORE VIDAL
capa de Don Macpherson
fotog. Enrico Ferorelli

Londres, 1991
André Deutsch Limited
1.ª edição
texto em inglês
239 mm x 161 mm
X págs. + 246 págs.
subtítulo: Essays 1987-1991
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro na lombada, sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Gore Vidal (1925-2012) é tido como um dos mais cáusticos prosadores norte-americanos, cobrindo géneros que vão da ficção ao ensaio, mas também guiões cinematográficos. Neste último género, destaca-se o exuberante Calígula, em 1979, cujos produtor (Bob Guccione) e realizador (Tinto Brass) transformaram num filme pornográfico sujeito a múltiplas proibições, neutralizadas pela compra permanente de várias salas de projecção exclusiva, e, por fim, já na era do «home entertainment» (consumo doméstico), mediante a edição integral não censurada, no formato dvd.

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Hitler Não É uma Causa

 

HOLBECHE CASTELO BRANCO

Lisboa, 1940
s.e. [ed. autor]
1.ª edição
177 mm x 114 mm
16 págs.
subtítulo: A propósito de “O Espírito Inglês”, notas e comentários do Sr. Dr. Tomaz Ribeiro Colaço
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entre os pró-britânicos e os pró-nazis, Tomás Ribeiro Colaço pelos primeiros, Holbeche Castelo Branco pelos últimos, também os intelectuais portugueses conservadores e reaccionários esgrimiram à época brandas opiniões a salvo da chuva de bombas que ia caindo sobre meio mundo…

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A Annexação da Bosnia e da Herzegovina pela Austria

 

LEÃO TOLSTOI
trad. Jayme Magalhães Lima a partir da versão inglesa de Aylmer Maude


Lisboa | Rio de Janeiro – São Paulo – Belo Horizonte, 1909
“A Editora”
1.ª edição
194 mm x 130 mm
64 págs.
impresso sobre papel superior algodoado
exemplar com a capa envelhecida; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, fevereiro 23, 2024

E para quê?

 

JOSÉ NUNES
capa de Rocha Vieira


Lisboa, 1918
Tipografia Adolpho de Mendonça
1.ª edição
214 mm x 151 mm
148 págs.
subtítulo: Subsidios para a Historia
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável, cobertura reconstruída em cartolina com a capa de brochura espelhada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO JORNALISTA ALBINO FORJAZ DE SAMPAIO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Historiador e protagonista do anarquismo de acção directa que esteve na base da implantação da República, também designado em geral por carbonária, e, no caso do grupo secreto em que militava José Maria Nunes, conhecido primeiramente por Bonfim e, depois, por Carbonária Lusitana, este seu livro, de par com A Bomba Explosiva, são testemunhos originais de acontecimentos revolucionários violentos, como o regicídio, ainda hoje por esclarecer em muitos aspectos.
(Fonte: António Ventura, Anarquistas, Republicanos e Socialistas em Portugal, Edições Cosmos, Lisboa, 2000)


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quinta-feira, fevereiro 22, 2024

Sciencia e Philosophia

 

TEIXEIRA BASTOS

Porto, 1890
Typographia de A. J. da Silva Teixeira
1.ª edição
190 mm x 126 mm
6 págs. + 266 págs.
subtítulo: Ensaios de critica positivista
exemplar estimado, capa envelhecida, restauro na lombada; miolo limpo, papel consistente
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Nasceu em Lisboa em 26 de Maio de 1856 e faleceu na mesma cidade em 24 de Maio de 1902.
Destacou-se como jornalista e escritor. Adepto da filosofia positivista de Augusto Comte, foi um dos grandes responsáveis pela divulgação das suas ideias em Portugal, acompanhando sempre com grande fidelidade aquele que era o seu mentor: Teófilo Braga.
Estudou no Curso Superior de Letras pelos meados da década de setenta do século XIX, onde foi aluno de Teófilo Braga.
Colaborou em variadas publicações republicanas onde se destacavam o O Século e a Vanguarda, mas era também correspondente do Diário Mercantil de S. Paulo, em Lisboa. Conhecem-se ainda colaborações nas seguintes revistas: Era Nova, Positivismo e Revista de Estudos Livres. […]
Teixeira Bastos acabou por se afirmar como um dos colaboradores mais efectivos na construção republicana e positivista da causa educativa, sendo ainda considerado um dos fundadores das ideias pedagogistas modernas no nosso País.
»
(Fonte:Artur Barracosa Mendonça, Francisco José Teixeira Bastos, in Almanaque Republicano [pág. elect.], 25 de Maio, 2007)


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Snoopy and “It Was a Dark and Stormy Night”

 

CHARLES M. [MONROE] SCHULZ
capas de Mark Knowland, e Lucy Van Pelt

Nova Iorque – Chicago – São Francisco, 1971
Holt, Rinehart and Winston
1.ª edição
texto em inglês
210 mm x 138 mm
68 págs.
profusamente ilustrado
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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The Wild Party

 

JOSEPH MONCURE MARCH, poema
ART SPIEGELMAN, ilust. e pref
sobrecapa de Art Spiegelman, e Louise Fili


Nova Iorque, 1994
Pantheon Books – Random House, Inc.
1.ª edição (com o vertente ilustrador)
texto em inglês
224 mm x 139 mm
VIII págs. + 112 págs.
profusamente ilustrado
encadernação editorial com sobrecapa polícroma e folhas-de-guarda em veludo
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um longo poema semi-pornográfico, escrito, no crepuscular tom jazzy de filme policial da época (1926), pelo ensaísta e jornalista do The New Yorker Joseph Moncure March (1899-1977). Proibida desde logo em Boston, como sendo “lascivo”, a sua escassa edição (de 1928) andava desaparecida sob a lama do puritanismo, até que o conhecido cartoonista Art
Spiegelman (vd. MAUS), algo sob influência do escritor William Burroughs, veio dar-lhe nova vida, ilustrando-lhe os versos no estilo próprio das histórias em quadradinhos… Mas o poema sobrevive a isso.

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They Went to Portugal Too

 

ROSE MACAULAY
pref. Susan Lowndes
org. L. C. Taylor


Manchester, 1990
Carcanet Press Limited | The Calouste Gulbenkian Foundation
1.ª edição
241 mm x 163 mm
texto em inglês
XXVI págs. + 342 págs. + 16 págs. em extra-texto (reprod. fotog.)
ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada, sobrecapa polícroma, folhas-de-guarda impressas com motivos vinhateiros
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Crónica do Conde D. Henrique, D. Teresa e Infante D. Afonso

 

ANTÓNIO BRANDÃO, frei
org. e pref. A. de Magalhães Basto
índice org. Virgílio Pereira


Porto, 1944
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição (na presente forma)
220 mm x 152 mm
XL págs. + 324 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se dos livros VIII e IX das partes III e IV da obra Monarchia Lusitana, de que foi autor frei António Brandão (1584-1637).

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Miscelânea Scientífica e Literária Dedicada ao Doutor J. Leite de Vasconcellos


aa.vv.

Coimbra, 1934
Imprensa da Universidade
1.ª edição
27 cm x 19 cm
VI págs. + 1 folha em extra-texto (retrato do homenageado) + 532 págs.
ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição encabeçada por um título oportunista, sob o qual não se vislumbra que os doutos textos antologiados – nenhum de Leite de Vasconcelos – necessitassem do chapéu do mestre arqueólogo para se abrigarem... Entre muitos, de investigadores nacionais e estrangeiros, apenas alguns nomes ainda agora sobreviventes em terra própria: Mosés Bensabat Amzalak, Edgar Prestage, Afrânio Peixoto, J. A. Pires de Lima, Fortunato de Almeida, etc.

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As «Lições de Linguagem» do Sr. Candido de Figueiredo

 

J. LEITE DE VASCONCELLOS

Porto, 1893
Magalhães & Moniz, Editores
2.ª edição («com um prologo, notas e indice»)
197 mm x 132 mm
XXIV págs. + 88 págs.
subtítulo: Anályse crítica
modesta encadernação inteira em papel de fantasia com rótulo gravado a ouro na pasta anterior
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel envelhecido
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Catalogo das Obras de J. Leite de Vasconcellos


[JOSÉ LEITE DE VASCONCELOS]

s.l. [Lisboa], 1898
Typ. do Dia
1.ª edição
23 cm x 16,5 cm
16 págs.
subtítulo: Livros – Folhetos – Revistas (1879-1897)
acabamento com um ponto em arame
sem capas
acondicionado numa elegante pasta em cartolina
exemplar envelhecido mas aceitável; papel acidulado, limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

São catalogadas 108 espécies, entre «poesia», «ethnologia portugueza», «philologia», «assumptos diversos» e «publicações periodicas»… e nem é tudo, como mais tarde, em 1924, se verá por um Indículo elaborado por Moses Bensabat Amzalak.

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A Encomendação das Almas

 

JOÃO AGUIAR
grafismo de João Machado sobre ilust. Joaquim de Sousa

Porto, 1995
Edições Asa
1.ª edição
201 mm x 132 mm
144 págs.
encadernação editorial, sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Navegador Solitário

 

JOÃO AGUIAR
grafismo de João Machado sobre ilust. Joaquim de Sousa

Porto, 1997
Edições Asa
2.ª edição
201 mm x 132 mm
400 págs.
encadernação editorial, sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Domingo à Tarde

 

FERNANDO NAMORA

Lisboa, 1961
Edição «Livros do Brasil»
1.ª edição
217 mm x 150 mm
264 págs.
encadernação editorial impressa a três cores directas
exemplar como novo
é o n.º 738 de uma tiragem assinada pelo autor
PEÇA DE COLECÇÃO
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nome para uma Casa

 

FERNANDO NAMORA
capa de José Cândido


Lisboa, 1984
Livraria Bertrand
1.ª edição
210 mm x 139 mm
260 págs.
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Jornal sem Data

 

FERNANDO NAMORA

Venda Nova, 1988
Bertrand Editora
1.ª edição
210 mm x 140 mm
256 págs.
subtítulo: Cadernos de um escritor
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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URSS Mal Amada Bem Amada

 

FERNANDO NAMORA

Venda Nova, 1986
Bertrand Editora
1.ª edição
230 mm x 152 mm
164 págs.
subtítulo: Crónica
exemplar estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Autobiografia

 

FERNANDO NAMORA
capa (fotog.) de Eduardo Gageiro


Lisboa, 1987
Edições «O Jornal» – Publicações Projornal, Lda.
1.ª edição
165 mm x 110 mm
64 págs.
ilustrado
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, fevereiro 21, 2024

Começa uma Vida



JOÃO FALCO
capa e ilust. Maria Keil

Lisboa, 1940
Seara Nova
1.ª edição
200 mm x 131 mm
144 págs.
profusamente ilustrado a preto no corpo do texto
exemplar estimado, capa e lombada com pequenos restauros; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Irene do Céu Vieira Lisboa (ou Manuel Soares, ou João Falco) exprimiu o seu invulgar isolamento, o seu abandono, num tom literário ímpar, mesmo num contexto português de amesquinhamento da escrita feminina. Jacinto do Prado Coelho sublinha este aspecto no Dicionário de Literatura (Figueirinhas, Porto, 1976): «[...] a propósito dos seus livros, diz-se que tudo o que produziu reage a uma desolada situação de mulher alta e livre num mundo atrasado meio pequeno-burguês, conseguindo vencer a solidão, graças a uma convivência aberta à gente simples da rua, da escada de serviço, com quem se integra no seu próprio linguajar [...]».

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O Pouco e o Muito


IRENE LISBOA

Lisboa, s.d. [1956]
Portugália Editora
1.ª edição
193 mm x 125 mm
292 págs.
subtítulo: Crónica Urbana
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, fevereiro 20, 2024

Arquipélago de Gulag

 

ALEXANDRE SOLJENITSINE
trad. Francisco A. Ferreira, Maria M. Llistó, José A. Seabra (vol. I), Geneviève Johannet, Nikita Struve, e Leónidas Gontijpo de Carvalho (vol. II)
revisão de Ayala Monteiro
capa de José Cândido


Amadora, 1975 e 1977
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
2 volumes (completo)
214 mm x 160 mm
[514 págs. + 2 folhas em extra-texto] + 614 págs.
ilustrados
encadernações homogéneas inteiras em tela encerada com gravação a ouro nas lombadas
pouco aparados
conservam a capa anterior no primeiro volume
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Pulp Fiction

 

QUENTIN TARANTINO

Londres – Boston, 1996
Faber and Faber Limited
1.ª edição – fora do mercado («This edition is for promotional purposes only. Not for sale»)
texto em inglês
178 mm x 112 mm
VIII págs. + 200 págs.
subtítulo: The complete screenplay: Three stories… about one story…
ilustrado
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do guião integral do filme.

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Portugal de Relance



MARIA RATTAZZI
[trad. Guiomar Torrezão*]

Lisboa, 1881
Livraria Zeferino - Editora
1.ª edição
2 tomos enc. em 1 volume (completo)
191 mm x 132 mm
[4 págs. + LXXVI págs. + 198 págs.] + [2 págs. + 214 págs.]
título original: Le Portugal á Vol d’Oiseau
modesta encadernação em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado, frágil no fêsto; miolo limpo
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Manoel de Lancastre Bobone, e no frontispício o selo branco armoreado
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de apontamentos de viagem, um dos aspectos graves de Portugal de Relance, desta princesa sobrinha-neta de Napoleão I, incide, por exemplo (mau exemplo), na denúncia à polícia portuguesa da localização de algumas casas de jogo clandestino, o que seria suficiente para fixar o seu mau carácter no desprezível intuito. Mas isso pouco seria, não fôra o chorrilho continuado de afirmações de baixo calibre para o país e as gentes que a receberam entre 1876 e 1879. Antero reagiu de imediato, Rafael Bordalo Pinheiro estampou-lhe num magnífico desenho o ar atrevido. Mas é a controvérsia com Camilo Castelo Branco – que veio a público responder-lhe munido de uma linguagem como “duas pedras na mão” – o que fez deste livro um ícone do racismo que os países ricos nutrem pelos países pobres. Precisamente, no longo prefácio a esta tradução portuguesa, Rattazzi lhe responde, dando azo a nova vasa da fina pena literária camiliana, assim como a folhetos assinados por outros figurantes da época.

* Tradutor não identificado, mas que Brito Aranha, no Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo XVIII, Imprensa Nacional, Lisboa 1906), refere assim: «[…] A traductora foi D. Guiomar Torrezão, que passava por ser amiga dedicada da Rattazzi. […]»

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A Senhora Rattazzi

 

CAMILLO CASTELLO BRANCO

Porto e Braga, 1880
Livraria Internacional de Ernesto Chardron, Editor
1.ª edição
234 mm x 150 mm
32 págs.
elegante encadernação inteira em tela com rótulo gravado a ouro na pasta anterior
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Princesa Rattazzi (ou seja: Marie Studolmire Wyse, princesa de Solms, e depois condessa) foi mulher de letras francesa, embora nascida em Inglaterra, em 1833. Apesar de ser neta de Lucian Bonaparte (irmão de Napoleão I) e filha de Letice Bonaparte e de sir Thomas Wyse, membro do parlamento inglês e ministro plenipotenciário da Grã-Bretanha em Atenas, nada disto obstou a que o escritor Camilo Castelo Branco, vendo-se referido pejorativamente num livro da princesa, Le Portugal à Vol d’Oiseau (1879), viesse a terreiro enxovalhar (literariamente!), pela mofa, essa turista de visita ao nosso país. O texto de Camilo, para além das razões aduzidas, é magnífico de mordacidade e correcção linguística; como elogiou Fialho de Almeida, no seu livro Figuras de Destaque, «Um dos predicados admiráveis desta língua é não cheirar ela nunca a literatura, ser uma língua de acção, embora às vezes bizarra, e com efeitos orquestrais, que tanto lhe vêm dos assuntos, como da combinação rítmica das sílabas. Também raros escritores possuem, como Camilo, a intuição da língua em que convém tratar o assunto, e o poder de inventar, para cada género de tema, o vocabulário, o estilo e a fantasmagoria interior que lhe são próprios.»

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