quarta-feira, março 20, 2019

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Le Mozambique




[ANTÓNIO LOBO DE] ALMADA NEGREIROS

Paris, 1904
Augustin Challamel Éditeur, Librairie Maritime et Coloniale
1.ª edição
texto em francês
18,8 cm x 13,1 cm
206 págs. + 12 folhas em extra-texto + 1 desdobrável
subtítulo: Avec cartes et gravures hors texte (clichés extraits de la Dépêche Coloniale Illustrée)
ilustrado
encadernação em meia-inglesa gravada a ouro na lombada, relevo seco na pasta posterior identificando o encadernador Fausto Fernandes
pouco aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de D. Diogo de Marialva
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
peça de colecção
190,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um livro de versos do pai (1868-1939) de José de Almada Negreiros (1893-1970). António Lobo, para além de alto funcionário do Estado na colónia de São Tomé e Príncipe, foi reconhecido jornalista, prosador e poeta. Republicano activista e maçon, será ainda notado como coordenador da organização da Exposição Universal de Paris em 1900.

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Nós Matámos o Cão-Tinhoso!


LUÍS BERNARDO HONWANA
desenhos de Bertina

Lourenço Marques, 1964
s.i.
1.ª edição
18 cm x 12,2 cm
136 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
95,00 eur (IVA e portes já incluídos)

É um dos grandes livros da resistência cultural moçambicana. Honwana é o Luandino da “contra-costa”, ou, como muito bem sublinha Manuel Ferreira (ver Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, Instituto de Cultura Portuguesa, vol. II, Lisboa, 1977):
«[...] A grande revelação [...]. Pode dizer-se que, com ele, se retoma a estrada real da narrativa moçambicana [...]. Excelente narrador, experiência pessoal vivida na sua própria condição de negro, Luís Bernardo Honwana, apesar da sua juventude (as narrativas foram redigidas algumas, cremos, por volta de 18 anos de idade) faz do universo moçambicano o centro da análise das suas narrativas. A relação dialética colonizado / colonizador é dada, pelas formas mais subtis, através de várias personagens e situações. Situações de exploração, de incompreensão, de injustiça, de alienação, desalienação, e do sonho e da esperança. [...]»

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Nós Matámos o Cão Tinhoso



LUIS BERNARDO HONWANA
capa de Eugénio Lemos

Lourenço Marques, 1975
Académica, Lda.
3.ª edição (revista)
21,2 cm x 14,2 cm
128 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nós Matámos o Cão-Tinhoso!


LUIS BERNARDO HONWANA
grafismo de João Machado

Porto, 1972
Afrontamento
2.ª edição (revista)
18,2 cm x 10,4 cm
152 págs.
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Papá, Cobra e Eu


LUÍS BERNARDO HONWANA

Lobito, 1975
Cadernos Capricórnio
1.ª edição
20,9 cm x 15,1 cm
20 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Estranha Aventura



GUILHERME DE MELO
capa e ilust. Garizo do Carmo

Beira (Moçambique), 1961
edição do «Notícias da Beira»
1.ª edição
18,8 cm x 13,7 cm
252 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Raízes do Ódio


GUILHERME DE MELO

Lisboa, 1965
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
17,9 cm x 10,6 cm
308 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da obra de consulta Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, de Manuel Ferreira (vol. 2, Instituto de Cultura Portuguesa, Lisboa, 1977):
«[...] Guilherme de Melo, sobretudo no romance As raízes do ódio experimenta o registo do mecanismo da mentalidade de certos estratos laurentinos, os da pequena e média burguesia europeias, instalada na cidade, como contraponto a uma personagem (ou mais) de cor. Aparentemente o narrador dir-se-ia combater o racismo e as incompreensões e injustiças ao nível dos homens e da máquina oficial, mas o que subjaz, julgamos, é uma coisa diferente: a visão do narrador em salvar o que possa ser salvo. Noutros termos, à superfície drena-se o intento de serem encontradas formas sociais, políticas, culturais que possibilitem o reajustamento de uma sociedade em desequilíbrio e célere mutação, mas sob o signo da filosofia emblematicamente inscrita na “multicontinentalidade” e na “multirracialidade”. O sentido, afinal, seria este: um novo país (colónia) em velhas estruturas “reactualizadas”.
Falou-se, então, a propósito de algumas destas obras, de “paisagem africana”, como sendo uma das suas virtudes. Que paisagem africana? Hoje só pode ser entendido como um equívoco. [...] Estas obras [Manuel Ferreira refere-se também a escritores como Nuno Bermudes e Ascêncio de Freitas] não poderão ser postas de lado, até, como se disse, o seu nível estético as defende, mas a verdade é que se pretendermos ver nelas a África, o homem negro, o homem moçambicano, pouco nos dizem a esse respeito.
A grande revelação, porém, viria em 1964 com Nós matámos o cão tinhoso de Luís Bernardo Honwana. [...]»

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A Estética de Lisboa


PAULINO MONTEZ, arq.º

Lisboa, 1935
Soc. Ind. de Tipografia, lda. [ed. Autor]
1.ª edição
25,8 cm x 19,6 cm
88 págs.
ilustrado
composto manualmente e impresso sobre papel de algodão de gramagem superior
exemplar envelhecido mas aceitável, restauro na capa; miolo limpo, ocasional foxing
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

É a visão pragmática e geocêntrica de um arquitecto que pensou a cidade para além de mero arrumo dos seus habitantes. Diz-nos o Autor:
«[...] Para cuidar da estética de Lisboa, assegurar-lhe as suas condições fundamentais de beleza, forçoso se torna resolver perfeitamente o problema da sua urbanização metódica e racional. [...]
Descurar a sã estética duma cidade é emperrar-lhe a sua missão utilitária. [...]
Lisboa é o centro, o órgão activo, o coração e o cérebro do país.
Embaraçar Lisboa na sua extensão e actualização, é embaraçar o país no seu progresso. [...]
Lisboa necessita ser esclarecida [...] na sua vida comercial, industrial, intelectual e moral; nas suas necessidades de defeza militar, de desenvolvimento, de ordem, de circulação, de higiene e de expressão. [...]
Todos os planos parcelares [de urbanização] devem obedecer às indicações duma segura e moderna defeza militar.
É necessário considerar os ataques aéreos e outros que a cidade e sua população possam, em caso de guerra, vir a sofrer. [...]»
Ora aqui tínhamos a antevisão a dois anos de distância do que, afinal em Guernica, veio a direita a experimentar: os ataques aéreos sobre populações indefesas.


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terça-feira, março 19, 2019

Regulamento de Tiro da Infanteria



[JOÃO GUALBERTO RIBEIRO DE ALMEIDA, general]

Lisboa, 1902
Imprensa Nacional
[1.ª edição]
«1.ª e 2.ª partes»
16,3 cm x 11,7 cm
VIII págs. + 96 págs. + 10 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Instrucção sobre o armamento, munições, campos de tiro e seu material
exemplar estimado, capa gasta no bordo inferior; miolo limpo, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, março 18, 2019

A Lezíria e o Equador



FERNANDO REIS
pref. José Galeno
capa do pintor Costa Pinheiro

Lisboa, 1954
Editorial “Adastra”
1.ª edição
19,7 cm x 13,6 cm
204 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Noite Sem Lua


JOHN STEINBECK
trad. e pref. Pedro M. Figueiredo
capa de Querubim [Lapa]
ilust. Costa Pinheiro

Lisboa, 1955
Editora Ulisseia, Limitada
1.ª edição
18,7 cm x 12,5 cm
180 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Novela escrita e publicada em sucessivas traduções por toda a Europa (1942), durante a ocupação nazi, alude ao drama de uma pequena cidade nórdica tomada de assalto de surpresa, e cujos pacíficos habitantes têm que construir uma rede de luta armada.

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Nocturno



AUGUSTO BARREIROS
capa do pintor Costa Pinheiro

Lisboa, 1954
Editorial Adastra (de Alberto Baroeth)
1.ª edição
19,9 cm x 13,7 cm
64 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto Manuel Serrão de Faria do Souto Barreiros (1922-2012), figura proeminente e grande proprietário na Golegã, onde o cavalo e os toiros são a essência cultural da lezíria. Deixou vasta obra literária, em que a monografia etnográfica abunda, tendo mesmo recebido o diplomas e medalhas de mérito «pela sua acção no fomento e expansão do folclore ribatejano». (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. V, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2000)

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A Velhice do Padre Eterno



GUERRA JUNQUEIRO

Porto, 1885
Editores Alvarim Pimenta e Joaquim Antunes Leitão
1.ª edição
23,3 cm x 15,5 cm
216 págs.
impresso sobre papel superior
encadernação antiga meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado, charneira frágil; miolo limpo, papel fresco
carimbo na folha de ante-rosto e assinatura de posse no frontispício
peça de colecção
155,00 eur (IVA e portes incluídos)

Libelo anticlerical, ainda hoje, na esfera da Igreja, tido por um insulto.

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A Velhice do Padre Eterno



GUERRA JUNQUEIRO
ilust. Leal da Câmara

Porto | Lisboa, 1950
Livraria Lello & Irmão – editores proprietários da Livraria Chardron | Aillaud & Lellos, Limitada
s.i.
19,8 cm x 13 cm
XXVIII págs. + 268 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado, pequenas falhas de papel na lombada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

As ilustrações que o caricaturista Leal da Câmara concebeu, em 1912, para esta edição da célebre Velhice, acompanham, em tom maior, a sátira e o anticlericalismo do poeta.

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A Velhice do Padre Eterno



GUERRA JUNQUEIRO
ilustrações de Leal da Camara

Porto, 1945
Livraria Lello & Irmão, editores proprietários da Livraria Chardron
s.i.
19,7 cm x 13,1 cm
XXVI págs. + 268 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, março 17, 2019

Praça de Touros no Campo Pequeno – Projecto Dias da Silva



[ANÓNIMO]

Lisboa, 1891
Typographia Minerva Central
[1.ª edição]
19,2 cm x 13,1 cm
16 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado com a estampa do projecto da referida praça
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Momentosa Questão dos “Touros de Morte” em Portugal



JÚLIO EDUARDO DOS SANTOS
ALFREDO VIDIGAL DAS NEVES E CASTRO
RODRIGO GUERRA ÁLVARES CABRAL

Lisboa, 1933
Edição das Sociedades Protectoras dos Animais, de Lisboa e Pôrto, e Liga Nacional de Defesa dos Animais
1.ª edição
22,2 cm x 16,4 cm
48 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, capa com sinais de foxing; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Epígrafe impressa na capa:
«As campanhas pró “touros de morte” representam, sobretudo, um grande jôgo de interêsses, o que desassombradamente deve ser posto em destaque pelos que as combatem.»

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sexta-feira, março 15, 2019

Serenidade


OLIVA GUERRA
capa de Raquel Roque Gameiro

Lisboa, 1933
[ed. Autora]
1.ª edição
20,8 cm x 17,5 cm
112 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DA AUTORA AO ESCRITOR FERREIRA DE CASTRO
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome completo Oliva Correia de Almada Meneses Guerra (1898-1982), tendo sido aluna de Costa Reis, Alexandre Rey Colaço e Viana da Mota, no Conservatório Nacional de Lisboa, onde veio a ser também professora, ficou conhecida como poetisa, cronista e novelista.

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Encantamento



OLIVA GUERRA

Lisboa, 1926
Tipografia da «Portugalia» [ed. autora]
1.ª edição
17,1 cm x 13 cm
2 págs. + 140 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA AFECTUOSA DEDICATÓRIA DA AUTORA AO ESCRITOR FERREIRA DE CASTRO
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Deseja-se Mulher



JOSÉ DE ALMADA-NEGREIROS

Lisboa, Maio, Junho e Julho de 1959
Tempo Presente – Revista Portuguesa de Cultura (ed. José Maria Alves)
1.ª edição
apenas os 3 fascículos da revista que incluem a peça teatral de Almada
23 cm x 16 cm (fascículos) / 24,1 cm x 16,6 cm (estojo)
116 págs. + 100 págs. + 100 págs.
subtítulo: Espectáculo em 3 actos e 7 quadros
ilustrado
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
acondicionados em estojo artístico de manufactura recente
peça de colecção
135,00 eur (IVA e portes incluídos)

O texto de Almada encontra-se impresso sobre papel azul, situando-se entre as págs. 65-80 do n.º 1, as págs. 61-72 do n.º 2, e as págs. 57-68 do n.º 3. Vítor Pavão dos Santos alude às circunstâncias que envolveram a criação e, muito mais tarde, a edição da vertente obra teatral (ver Almada [catálogo], Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1984):
«[...] foi lá [em Madrid], estimulado talvez por um clima de intensa criatividade, que escreveu o seu melhor teatro, e em espanhol, segundo conta, para ali ser levado à cena. Trata-se fundamentalmente do tríptico El uno, tragedia de la unidad, constituído por Deseja-se mulher (1927-1928), em que procura apresentar “o indivíduo separado da colectividade, a pessoa humana diante de um caso pessoal”, e S.O.S. (1928-1929), que mostra “a colectividade sofrendo o inevitável atrito de cada um dos seus indivíduos”.
Teatro dito de comunicação imediata, Deseja-se mulher, que Almada viria a considerar “o meu melhor exemplo”, “onde toda a acção está constantemente negada”, é o seu melhor texto teatral, fluindo numa linguagem viva e nova, poética e misteriosa, coloquial e apaixonante, onde solidão e amor, simbolizados na fórmula 1 + 1 = 1, se rodeiam de certo humor, por vezes pitoresco, criando um clima moderno, modernista até, mas sempre forte e nunca gratuito.
Publicada em 1959, com belos e depurados apontamentos para a cenografia, a peça só foi representada em 1963, numa encenação de Fernando Amado, com os elementos cénicos de Almada transpostos pesadamente para o palco por Vitor Silva Tavares, na Casa da Comédia, onde a peça voltaria, em 1972, em encenação imaginativa de Fernanda Lapa – que fora a “Vampa” na criação – desenhada por Carlos Amado. [...]»

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Paisajes y Mujeres



JOSÉ MARÍA SALINAS
capa e ilust. Almada Negreiros
pref. e posf. Wenceslao Fernández-Flórez, Roman Escohotado, Eugenio Montes e Álvaro Cunqueiro

Lisboa, 1941
Editorial Ática
1.ª edição
15,8 cm x 12,2 cm
436 págs. + 5 folhas em extra-texto e respectivos vegetais de protecção das imagens
ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado creme
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nada se sabe deste autor de «crónicas periodísticas», para além do facto de ser activo franquista fugido da «zona roja» espanhola durante a Guerra Civil (vd. Epílogo do académico Eugenio Montes), e muito apreciado por Almada Negreiros, o que não é de admirar num intelectual orgânico do Estado Novo e ilustrador de manuais da organização paramilitar Mocidade Portuguesa.

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quinta-feira, março 14, 2019

Les Habits Neufs du Président Mao


SIMON LEYS
pref. René Viénet

Paris, 1972
2.ª tiragem
Éditions Champ Livre
21,2 cm x 12,4 cm
316 págs.
subtítulo: Chronique de la «Révolution culturelle»
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo, breves sublinhados nas págs. 7 e 48
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Título inspirado em Les Habits Neufs du Grand-Duc de Anderson, onde figura a célebre exclamação de uma criança: «o grão-duque vai nu!», trata-se da mais cruel – porque fidedigna – reportagem feita por um ocidental profundo conhecedor da China e da sua cultura popular. O autor aí voltará de novo, tendo o ensejo de denunciar em primeira mão, num outro livro sufocante – Ombres Chinoises –, não só os horrores a que o povo chinês estava submetido, mas principalmente a hipocrisia esquerdista dos falsos partidários da miragem de um comunismo asiático. De seu nome verdadeiro Pierre Ryckmans (1935-2014), o sinólogo, ensaísta, crítico literário e professor de chinês, num estilo entre o sarcasmo e a ira, denuncia aqui os meandros do assalto ao poder e consolidação de um Estado totalitário.

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O M.R.P.P. – Instrumento da Contra-Revolução


J. L. SALDANHA SANCHES

Lisboa, 1975 [aliás, Fevereiro de 1976]
Ulmeiro – Edição de José Fortunato
1.ª edição
17,9 cm x 11,5 cm
VIII págs. + 144 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

O maoísta MRPP (Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado) foi, na passagem do fim do Estado Novo para a pós-modernidade, o ninho sectário de muitos profissionais da política hoje dispersos e instalados em partidos de centro-direita como o PPD-PSD e o Partido Socialista. Mas também deu polícias e instrutores das secretas... Quem melhor que um seu militante-de-proa para denunciar atempadamente a muita falta de honestidade cívica que por lá grassava?... Saldanha Sanches, que os canais de televisão vieram a endeusar como jurisconsulto fiscalista – portanto, como agente-de-proa na manutenção do poder de Estado, Estado esse que o condecorou, a título póstumo, como Grande-Oficial da Ordem da Liberdade –, aqui ainda ideólogo e ex-director do órgão de propaganda do partido, o Luta Popular, põe a nu a dúbia trapalhada a que Arnaldo Matos dava cobertura durante o chamado “Verão quente”:
«[...] Na verdade, as análises do secretário-geral do MRPP [Arnaldo Matos], nunca tiveram como fonte a realidade (seria muito penoso para um homem que se sente tão bem nos largos voos literários da retórica fazê-lo seriamente), mas sim leituras apressadas e mal assimiladas dos grandes mestres do marxismo-leninismo. Por isso pega numa análise que lhe agrade, simplifica-a suficientemente para a conseguir manejar, e aplica-a a martelo. É o método a que o camarada Mao chama, roer o pé, para que o sapato se lhe adapte. [...]
[...] o MRPP não conseguiu em ocasião alguma ser o depositário da confiança da classe operária pelas posições que assume. Ela sente por instinto, que o MRPP nunca a conduzirá a não ser para a derrota. [...]
Por outro lado, o MRPP tem uma política terrorista e liquidacionista em relação a cada luta que consegue influenciar. [...]»
Sublinhe-se que, no proliferar de “extremas-esquerdas” de vão de escada que, à época, esfacelaram a hipotética Revolução, o MRPP terá sido muito mais que uma mera migalha.

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Citações do Presidente


MAO TSETUNG

Pequim (República Popular da China), 1972
Edições em Línguas Estrangeiras
s.i.
13,3 cm x 9,4 cm
4 págs. + 346 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação editorial em plástico relevado impresso a ouro
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Oriente, ora nos chega ideologia, ora nos chega fancaria. Ambas baratas e de curta duração. Uma, destinada a banalizar o pensamento sócio-político ocidental; a outra, destinada a destruir a economia local onde quer que se instale.

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Citações do Presidente



MAO TSETUNG

Lisboa, Junho de 1974
Editorial Minerva
1.ª edição («Conforme às Edições em língua estrangeira – Pequim 1967»)
18 cm x 11,5 cm
216 págs.
é o n.º 33 da colecção «Minerva de Bolso»
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Catalabanza, Quilolo e Volta


FERNANDO ASSIS PACHECO
capa de Júlio

Coimbra, 1976
Centelha
[1.ª edição]
18 cm x 11,7 cm
78 págs.
exemplar estimado; miolo muito limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se, de facto, da actualização aumentada do livro Câu Kiên: um Resumo, que havia saído em edição do Autor durante a vigência da ditadura (1972), o que o fez optar então por topónimos que remetiam a acção algures para a Indochina, onde uma outra guerra colonial igualmente bárbara e sem escrúpulos se desenrolava. A linguagem, essa, qualquer seja a versão que leiamos, é acusatória e desesperada. Um exemplo, o poema «O Garrote»:
«Ribeiras limpas acudi-me.
Vou ficar vivo encostado
a esta memória de trampa.
Os meus olhos já foram brilhantes.
Sei fazer alguns versos mas nem sempre.
Eu narrador me confesso.
A guerra lixou tudo.

É curioso como se bebia
água podre.
Não falando no vinho, muito.
Durante os ataques doía-me um joelho.
Estou pronto, pensei.
Ninguém me conhece.
Os ratos são felizes.

Vocês não sabem como se perde a tusa.
De resto não serve para nada.
A melhor noite que eu tive
em Nambuangongo foi com uma garrafa de whisky.
Sei fazer versos mas doem.
Ninguém me conhecia dentro do arame.
[...]
Suponho que a violência tem os dias contados.
Se não é assim é parecido.
Eu vi-os sair do quartel
com as alpergatas nas últimas.
Vai ali o Ocidente, escrevi.
Vai beber água podre.

E depois há um que pisa uma armadilha.
Houve um que pisou uma armadilha!
Sei fazer versos. Ou seja: nada.
O coto em sangue.
Neste ponto o narrador sofreia a imaginação.
Ninguém disse que me conhecia.
Conheço um rato, está em cima duma viga.
Serve para a gente olhar.»

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Cuidar dos Vivos


FERNANDO ASSIS PACHECO

Coimbra, 1963
Cancioneiro Vértice [Ed. Autor]
1.ª edição
22,1 cm x 15,2 cm
84 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas de posse no ante-rosto e no frontispício
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

A melhor homenagem que se pode aqui fazer ao poeta e jornalista é recordar palavras, ainda actuais, do poeta e crítico literário Joaquim Manuel Magalhães: «O Fernando Assis Pacheco de que eu gosto tem a obra publicada bem longe dos empórios editoriais cuja distância do poder económico é um acto cultural defender (Centelha, Inova); ou então entregues a esse prazer da auto-publicação lateral, através de opúsculos passados a stencil e quase que difundidos de mão em mão; ou mesmo em ignorados jornais de província [...].
[...] Há editoras onde publicar é um acto de compromisso inaceitável com uma série de situações aberrantes do nosso mercado livreiro. [...]»

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Variações em Sousa


FERNANDO ASSIS PACHECO
capa de Augusto T. Dias


Lisboa, 1987
Hiena Editora
2.ª edição
20,5 cm x 14,5 cm
48 págs.
exemplar novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne aqui o Autor duas plaquettes impressas a expensas do mesmo, em stencyl electrónico, que inicialmente circularam, uma em 1984 e a outra em 1986, sob os títulos Variações em Sousa e A Bela do Bairro e Outros Poemas. E é, de facto, o poema que dá título a esta segunda aquele por nós escolhido como ilustração da verve de Assis Pacheco:
«Ela era muito bonita e benza-a Deus
muito puta que era sempre à espera
dos pagantes à janela do rés-do-chão
mas eu teso e pior que isso néscio desses amores
tenho o quê? quinze anos
tenho o quê uns olhos com que a vejo
que se debruçava mostrando os peitos
que a amei como se ama unicamente
uma vez um colo branco e até as jóias
que ela punha eram luzentes semelhando estrelas
eu bato o passeio à hora certa e amo-a
de cabelo solto e tudo não parece
senão o céu afinal um pechisbeque

ainda agora as minhas narinas fremem
turva-se o coração desmantelado
amando-a amei-a tanto e sem vergonha
oh pecar assim de jaquetão sport e um cigarro
nos queixos a admiração que eu fazia
entre a malta não é para esquecer nem lá ao fundo
como então puxo as abas da farpela
lentamente caminho para ela
a chuva cai miúda
e benza-a Deus que bonita e que puta
e que desvelos a gente
gastava em frente do amor»

Há ainda uma questão que deve ser aqui lembrada: Em finais dos anos 70 e início de 80 do século passado, o falecido Assis Pacheco, ao serviço de O Jornal, alimentava uma coluna jornalística que ainda hoje poderia servir de modelo a muito noticiário de publicação de livros. Chamava-se «Bookcionário», e perdeu-se-lhe o rasto como se perde tudo neste mundo quando os interessados se desinteressam, ou morrem, ou mudam de ramo. Nós, não esquecemos. Nem essa simpática coluna, nem o seu intuito, nem o estilo. – Os presentes verbetes de leitura, na nossa loja, em apoio das respectivas fichas técnicas, tomaram daí a antiga inspiração.

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Aventuras de Alice no País das Maravilhas



LEWIS CARROLL
John Tenniel, ilust.
trad. José Vaz Pereira / Manuel João Gomes
pref. e notas de Manuel João Gomes
grafismo de José Marques de Abreu

Lisboa, 1971
Edições Afrodite – Fernando Ribeiro de Mello
1.ª edição
14,7 cm x 20,9 cm (oblongo)
280 págs.
profusamente ilustrado
miolo impresso a sépia sobre papel tipo kraft
exemplar estimado; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

O pastor anglicano, professor de matemática e especialista em lógica Lewis Carroll (pseudónimo de Charles Lutwidge Dodgson, 1832-1898) tanto tem servido de pano de fundo aos grandes emplastros assexuados de Walt Disney como à verve absurda do surrealismo mais ortodoxo e ao espírito de subversão radical. É o próprio André Breton que o sublinha numa sua nota editorial na Antologia do Humor Negro (Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite, Lisboa, 1973):
«[...] O que aí realmente conta é a resistência decidida que a criança oporá sempre àqueles que tendem a modelá-la, e depois a reduzi-la, limitando mais ou menos arbitràriamente o seu magnífico campo de experiência. Todos aqueles que conservam o sentido da revolta reconhecerão em Lewis Carroll o seu primeiro mestre da gazeta à escola.»

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Os Olhos do Amor



ANTÓNIO BOTTO
capa e ilust. Alfredo Moraes

Lisboa, s.d.
Empresa Literária Universal
[1.ª edição]
14,7 cm x 10,2 cm
48 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Raro livro infantil de António Botto, não consta da monografia-catálogo elaborada pela Biblioteca Nacional, António Botto – 1887-1959 (Luís Amaro [org.], Lisboa, 1999).

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Alfama



ANTÓNIO BOTTO
capa de Fred Kradolder

Lisboa, 1933
Edições Paulo Guedes
1.ª edição
18,2 cm x 13,5 cm
192 págs. (não num.)
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Peça escrita e representada no Teatro Nacional de São Carlos em homenagem da actriz e declamadora Ilda Stichini.

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segunda-feira, março 11, 2019

Comunidade [junto com] 2 Textos à Pressão [junto com cartaz]





LUIZ PACHECO
VITOR SILVA TAVARES
CARLOS FERREIRO

Lisboa, 1970
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
2 brochuras e 1 cartaz (completo)
[21,8 cm x 16,4 cm] + [25 cm x 17,6 cm] + [36,8 cm x 25,2 cm]
28 págs. + 12 págs. + 1 folha
ilustrados
textos impressos a violeta
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, as costas do cartaz apresentam à cabeça sinais de arrancamento sem prejuízo da peça
são o n.º III da tiragem especial de apenas 300 exemplares assinados pelos escritores
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o texto de apresentação, de Vitor Silva Tavares:
«Comunidade é uma obra-prima.
Nada arrisco em afirmá-lo, só risco havendo perante uma Literatura (caixa alta, reverência) feudo de literatos, de escritores com banca e atestado (e pópó e coroa de louros), dos eruditos seus críticos e demais panegiristas profissionais das Letras, de toda essa inteligentzia que embalada não sei por que espírito de missão (ai Portugal, tão à mercê de tais heróis!) se furta ao bisturi do conhecimento próprio (incapacidade, medo, conveniências...) e julga poder reflectir os outros, ser a voz autorizada (por quem?, porquê?) de um povo e da sua marcha. [...]»
No segundo texto, «à pressão», é o ilustrador e pintor Carlos Ferreiro tratado como príncipe da imagem gráfica, que sempre foi – não por acaso, veio ele a ser autor das melhores capas da futura editora & etc:
«[...] simples vinheta ou ilustração de texto – mas sem obediência, sem premeditação, sem flor de estilo. Um sonho a explodir em negro tipográfico, a cidade tal qual é por sobre e sob a aparência que o olho fotográfico regista, enganando-se.
A moda passa de lado, como no autocarro da Charneca. A crueldade exposta não é para digerir pelos bestuntos elegantes, é fruto de uma digestão dolorosa, digestão de pavores vividos e de pavores latentes, digestão lenta, obscura, direi misteriosa, porém determinada.
Os bonecos de Ferreiro devolvem à cidade o seu rosto verdadeiro.»

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Crítica de Circunstância


LUIZ PACHECO
capa de João Rodrigues
prefácio de Virgílio Martinho

Lisboa, 1966
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
17,8 cm x 11,5 cm
XXXIV págs. + 262 págs.
exemplar muito estimado, sinais de foxing na contracapa; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da primeira reunião em livro de alguns textos, que corriam pelo país em edições mimeografadas clandestinas, e de outros inéditos, livro este logo no imediato proibido e perseguido pela censura e pelos jornais do regime fascista (ver Luiz Pacheco – 1 Homem Dividido Vale por 2, BNP / Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2009). Poucos exemplares chegaram até hoje, dada a razia. Eduardo Prado Coelho, essa luminária, que disse ter lido o livro «com um sorriso nos lábios», chegou a ter oportunidade de pôr por escrito, fazendo coro com a imprensa reaccionária, que aquilo era um livro sem «uma única ideia»: a terra o tenha em descanso! Ainda hoje, relendo, só nos podemos congratular que Coelho e Pacheco nunca tenham navegado nas mesmas águas.

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O Libertino Passeia por Braga, a Idolátrica, o Seu Explendor


LUIZ PACHECO

s.l., s.d. [Lisboa, 1970 (seg. BNP)]
Contraponto [de Luiz Pacheco]
[2.ª edição]
21,5 cm x 16 cm
32 págs.
acabamento com dois pontos em arame
impressão a verde sobre papel dito “manteigueiro”
exemplar como novo
contrariamente a muitos dos exemplares postos à venda, no vertente caso o Autor / Editor não emendou à mão o erro na palavra esplendor
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Confessa Mário Soares em texto laudatório incluído no catálogo da Biblioteca Nacional, Luiz Pacheco: 1 Homem Dividido Vale por 2 (BNP / Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2009):
«[...] Confesso que até ao seu livro O Libertino Passeia por Braga, a Idolátrica, o Seu Esplendor nunca tinha lido nada de Luís Pacheco. Nem artigos nem polémicas, em que estava envolvido, embora soubesse que circulava nos meios intelectuais e literários e que era bastante considerado, sobretudo nos círculos surrealistas.
Foi o meu filho João que me falou, com imenso entusiasmo, do seu livro O Libertino Passeia por Braga, e me levou a lê-lo. Apesar do título esdrúxulo e de um estilo um pouco cru, acho que é um livro original e que marca uma época da nossa literatura, quando havia um certo vazio nas letras portuguesas, após o domínio dos neo-realistas. [...]»

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Literatura Comestível


LUIZ PACHECO
fotografia de Armando Vidal

Lisboa, 1972
Editorial Estampa, Lda.
1.ª edição
18,5 cm x 13,6 cm
168 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne alguns dos textos de crítica croniqueira mais virulentos, exercitando um estilo que, aqui, o Autor derrama por cima de valores culturais como sejam Figueiredo Sobral, João Gaspar Simões, Fernando Namora ou Mário Braga. Na época em que o livro veio a lume, muitos finórios da escrita que por cá andavam iam logo a correr à primeira livraria que se lhes deparava comprar o voluminho, aflitos, não fosse o nomes deles ter sido alvo da “pachecal” verrina. Bons tempos!

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