terça-feira, março 03, 2026

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livros usados (salvo indicação «como novo», ou «novo»)
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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


O Poema de Lisboa




AUGUSTO DE SANTA-RITA
retrato do autor por Eduardo Malta
desenhos de Paulo [Ferreira]

Lisboa, 1957
Município de Lisboa
1.ª edição
280 mm x 223 mm
4 págs. + 98 págs. + 1 folha extra-texto a cor + 7 folhas extra-texto a sépia
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, capas sujas; miolo limpo, última folha com vagos sinais de foxing
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Já ao serviço da propaganda nacionalista do Estado Novo, estes poemas pintam uma Lisboa típica, popular, pacífica – aliás, branda –, um pouco inspirada nos painéis de Almada para a Gare Marítima, mas sem o cromatismo vivo destes, e nem sequer o futurismo do irmão Santa-Rita, Pintor.

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Nós, os do Makulusu


LUANDINO VIEIRA
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1974
Livraria Sá da Costa Editora
1.ª edição
210 mm x 136 mm
148 págs.
impresso sobre papel superior creme
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Latim Renascentista em Portugal

 

AMÉRICO DA COSTA RAMALHO, org., trad., pref. e notas
aa.vv.
capa de Mário Vaz

Coimbra, 1985
Instituto Nacional de Investigação Científica | Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra
1.ª edição
bilingue latim – português
230 mm x 160 mm
XII págs. + 244 págs.
subtítulo: Antologia
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

São antologiados, entre outros, os seguintes autores: Rodrigo Sanches, Jerónimo Osório, André de Resende, etc.

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Breve Relação dos Reinos de Pegu, Arracão, Brama, e dos Impérios Calaminhã, Siammon e Grão Mogol

 

SEBASTIÃO MANRIQUE
trad. Raffaella d’Intino
pref. e notas de Maria Ana Marques Guedes


Lisboa, 1997
Edições Cotovia, Lda.
1.ª edição (traduzido; texto original em italiano, datado de 1648)
205 mm x 132 mm
92 págs.
ilustrado com o fac-símile da edição original
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Mas Deus É Grande

 

JOSÉ RÉGIO
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, Novembro de 1961
Portugália Editora
2.ª edição
220 mm x 150 mm
92 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Encruzilhadas de Deus

 

JOSÉ RÉGIO
capa e ilust. Júlio


Coimbra, 1935 [aliás, Janeiro de 1936]
Edições presença | Atlântida
1.ª edição
242 mm x 172 mm
186 págs.
ilustrado
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
270,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Guerra Civil de Espanha


HUGH THOMAS
trad. Daniel Gonçalves
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, s.d. [circa 1965]
Editora Ulisseia
1.ª edição
209 mm x 145 mm
XXIV págs. + 548 págs. + 16 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o mais importante documento histórico-militar acerca da guerra civil que assolou a Espanha durante três anos, e que constituiu o vergonhoso laboratório de ensaio e teste das forças bélicas europeias que iriam protagonizar a Segunda Guerra Mundial.

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Fomento e Povoamento Estratégicos



JOSÉ PEQUITO REBELLO

Lisboa, 1966
[ed. Autor]
1.ª edição (em livro)
175 mm x 120 mm
116 págs.
subtítulo: Solução do Problema de Angola?
exemplar estimado, capa com vinco no canto inferior direito; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de artigos que, entre 1965 e 1966, Pequito Rebelo publicou nos jornais O Debate (Lisboa), O Comércio (Luanda) e Notícias (Lourenço Marques), expressando a sua vontade de intervenção no conflito colonial em curso. Já antes, nos anos trinta da Guerra Civil de Espanha, o vemos no centro das obscuras forças da reacção:
«[...] Logo na fase inicial, a resolução do problema do transporte de tropas [franquistas] de Marrocos para Espanha passa pela conivência portuguesa. Sendo impossível fazê-lo por via marítima, dada a fidelidade da Marinha espanhola à República, a solução é por via aérea com meios disponibilizados pelo governo nazi alemão. Os aviões Junkers 52 fazem o trajecto da Alemanha a Marrocos reabastecendo na Herdade da Comenda, perto de Gavião, no Alto Alentejo, propriedade do Eng.º Pequito Rebelo, um grande latifundiário integralista, amante da aviação. [...]» (João Madeira, «Salazar, Retaguarda de Franco», in Os Anos de Salazar, Planeta DeAgostini / Cofina, 2008)

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10 Poesias sobre a Guerra Civil Espanhola

 

AGUSTÍN DE FOXÁ
trad. e pref. António Manuel Couto Viana
ilust. Juan Soutullo

Coimbra, 1972
Cidadela
1.ª edição
236 mm x 168 mm
44 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, conde de Foxá (1903-1959), além de literato da Academia, foi diplomata, representante dos interesses de Franco na Bulgária, na Finlândia, em Cuba e nas Filipinas. Mas também é protagonista no romance Kaput de Curzio Malaparte. Quanto a esta tardia tradução, só nos confirma como o poeta Couto Viana esteve sempre na linha da frente de tudo o que cheirasse a autoritarismo assassino: «De pé, flechas de Espanha! Falange é vitoriosa. / Dá-me um fuzil pequeno, que oiço uma clara voz! / […] Juro que a minha mão, cansada de brincar, / Há-de ser dura e firme para cravar bandeiras / Em todos os teus montes e erguê-las sobre o mar. […]» (do Hino da Juventude)

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domingo, março 01, 2026

Traité Élémentaire de Science Occulte

 

PAPUS

Paris, 1975
Éditions Dangles
17.ª edição (fac-símile da 7.ª edição)
texto em francês
240 mm x 160 mm
4 págs. + 628 págs.
subtítulo: Mettant chacun à même de comprendre et d’expliquer les théories et les symboles employés par les anciens, par les alchimistes, les astrologues, les E.*. de la V.*., les kabbalistes
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Le Tarot des Bohémiens



PAPUS

Paris, 1977
Editions Dangles
8.ª edição (fac-símile da de 1911)
texto em francês
241 m x 160 mm
402 págs.
subtítulo: Clef Absolue de la Science Occulte – Le Plus Ancien Livre du Monde – A l’Usage Exclusif des Initiés
exemplar estimado; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pseudónimo de Gérard Encausse, que foi discípulo (a título póstumo) do mestre ocultista Eliphas Lévi, notabilizou-se como terapeuta alopata e homeopata legando-nos algo como mais de centena e meia de obras escritas. Veio a falecer logo após a I Guerra Mundial, literalmente de exaustão e roído por uma grave doença pulmonar.
Da contracapa do volume, em defesa das ciências empíricas:
«[...] Le lecteur y trouvera non seulement d’indicibles lumières sur l’usage divinatoire du Tarot, mais sur ses révélations Esotériques, relatives à la Magie, à l’Alchimie et, plus généralement à l’Hermétisme.»

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Dictionnaire des Symboles

 

JEAN CHEVALIER
ALAIN GHEERBRANDT


Paris, 1985
Éditions Robert Laffont S.A. | Éditions Jupiter
«édition revue et augmentée»
texto em francês
198 mm x 132 mm
6 págs. (não num.) + XXXII págs. + 1.062 págs.
subtítulo: Mythes, rêves, coutumes, gestes, formes, figures, couleurs, nombres
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As 21 Noites & os 12 Valiums

 

RAMIRO S. OSÓRIO
capa e ilust. Carlos Ferreiro

Lisboa, 1981
& etc – Publicações Culturais Engrenagem, Lda.
1.ª edição
175 mm x 152 mm
188 págs. + 1 cromo em extra-texto + 1 folha em extra-texto (errata)
subtítulo: Representação literal
ilustrado
capa impressa a negro sobre o verso de cartolina duplex, sobrecapa em papel kraft impressa a três cores directas
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA LONGA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A KITTY CENTENO, IRMÃ DA ESCRITORA YVETTE KACE CENTENO, E QUE SE IDENTIFICA POR ASSINATURA DE POSSE À CABEÇA DA PÁG. 9: CRISTINA PATRÍCIA KACE MALDONADO CENTENO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Ramirosório Superstrass

 

RAMIRO S. OSÓRIO

Lisboa, 1976
Moraes Editores
1.ª edição
181 mm x 114 mm
80 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Antologia, 1944-1967


SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1968
Portugália Editora
1.ª edição (poesia reunida)
202 mm x 141 mm
236 págs.
impresso sobre papel marfim avergoado
exemplar muito estimado, capa manchada; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Geografia


SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN
capa de Almada Negreiros

Lisboa, 1972
Edições Ática
2.ª edição (aumentada)
195 mm x 139 mm
112 págs.
capa impressa a duas cores e relevo seco
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Versos exemplares:

«Eu me perdi na sordidez dum mundo
Onde era preciso ser
Polícia agiota fariseu
Ou cocote

Eu me perdi na sordidez do mundo
Eu me salvei na limpidez da terra

Eu me busquei no vento e me encontrei no mar
E nunca
Um navio da costa se afastou
Sem me levar»

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Terra de Harmonia



CARLOS DE OLIVEIRA

Lisboa, 1950
Centro Bibliográfico
1.ª edição
192 mm x 136 mm
64 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado, capa manchada; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na sua geração, aquela que se designa por neo-realista, é Carlos de Oliveira o escritor nuclear, tanto na prosa como na poesia. E assim é um escritor exemplar, porque levou o seu instinto de depuramento da escrita a extremos radicais. Se o domínio da arte poética o fez levar a escassez retórica para dentro da prosa (ver Finisterra, já perto do fim da vida), o seu trabalho de revisão constante dos romances inequivocamente contaminou o ofício dos versos, pondo-os a salvo dos perigos naturais da tendência liricista menor na poesia portuguesa. O vertente livro saía dessa lamúria tradicional com alguns exemplos que fizeram escola, inclusivamente ao serem devolvidos ao universo da canção popular donde haviam partido, como seja o poema «Livre» (mais tarde suprimido pelo poeta – talvez cansado de o ouvir na rádio, ou de ouvir, talvez, aquilo que a voz de um intérprete sempre acrescenta aos versos alheios) – aquando da segunda oportunidade de reunir o seu trabalho poético):

«Não há machado que corte
a raiz ao pensamento:
não há morte para o vento,
não há morte.

Se ao morrer o coração
morresse a luz que lhe é querida,
sem razão seria a vida,
sem razão.

Nada apaga a luz que vive
num amor, num pensamento,
porque é livre como o vento,
porque é livre.»

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Morte e Vida Severina e Outros Poemas em Voz Alta


JOÃO CABRAL DE MELO NETO
capa de Glauco Rodrigues

Rio de Janeiro, 1966
Editôra do Autor
3.ª edição [1.ª edição conjunta]
210 mm x 141 mm
156 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
é o n.º 1.271 de uma tiragem não declarada
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui este conjunto as obras autónomas «Morte e Vida Severina» (auto), «O Rio» (monólogo), «Bailes» e «Dois Parlamentos», que têm em comum destinarem-se a ser lidos em voz alta.

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Folhas Caídas

 

ALMEIDA GARRETT
pref. José Gomes Ferreira
capa e ilust. Maria Keil Amaral


Lisboa, 1955
Portugália Editora
s.i.
230 mm x 172 mm
212 págs. + 6 folhas em extra-texto (desenhos)
ilustrado
exemplar estimado, vinco na contracapa; miolo irrepreensível
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de Fernando Alves Barata
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da importância deste conjunto de poemas de Almeida Garrett (1799-1854), sua última obra em fim de vida, e que expressam uma secreta atracção erótica pela viscondessa da Luz, precede-o um longo ensaio do poeta José Gomes Ferreira (1900-1985). A edição está também enriquecida pelos delicados desenhos de Maria Keil (1914-2012).

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sábado, fevereiro 28, 2026

Festa Redonda


VITORINO NEMÉSIO
capa de Manuel Lapa

Lisboa, 1950
Livraria Bertrand
1.ª edição
193 mm x 122 mm
256 págs.
subtítulo: Décimas & Cantigas de Terreiro Oferecidas ao Povo da Ilha Terceira por Vitorino Nemésio natural da dita ilha
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO POETA JOSÉ BRUGES DE OLIVEIRA
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] No meu entender de Nemésio, as suas duas obras culminantes são Festa Redonda e Andamento Holandês (o que não é um juízo senão de gosto, facilmente contrariável pela força da própria globalidade da obra poética). Na primeira destas obras há uma espécie de enlouquecimento processual que, na poesia sujeita a métrica deste século, entre nós, só conseguimos reencontrar em Mário Cesariny. [...]» (Joaquim Manuel Magalhães, Rima Pobre – Poesia Portuguesa de Agora, Editorial Presença, Lisboa, 1999)

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O Bebedor Nocturno


[HERBERTO HELDER, versões]
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1968
Portugália Editora
1.ª edição
193 mm x 123 mm
224 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no ante-rosto
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um extenso conjunto de “traduções” – ou de poemas vertidos das mais variadas línguas para o português, o idioma português tal como HH maravilhosamente o tratou em toda a sua obra escrita. Claro que os pressurosos funcionários da metodologia universitária, que tanto se têm esforçado por vender a alma a um qualquer sotaque dominante, nunca puderam suportar palavras como as que este “tradutor” emprega no seu curto prefácio:
«[...] Quanto a mim, não sei línguas. Trata-se da minha vantagem. Permite-me verter poesia do Antigo Egipto, desconhecendo o idioma, para o português. Pego no Livro dos Mortos, em inglês ou francês, e, ousando, ouso não só um poema português como também, e sobretudo, um poema meu. [...] O meu labor consiste em fazer com que eu próprio ajuste cada vez mais, ao meu gosto pessoal, o clima geral do poema já português: a temperatura da imagem, a velocidade do ritmo, a saturação atmosférica do vocábulo, a pressão do adjectivo sobre o substantivo.
Uma pessoa pergunta: e a fidelidade? Não me sinto infiel. É que procuro construir o poema português pelo sentido emocional, mental, linguístico que eu tinha, sub-reptìciamente, ao lê-lo em inglês, francês, italiano ou espanhol. Como fidelidade, convenhamos, é bizarramente pessoal. Mas não há fidelidade que não seja pessoal. [...]»

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Última Ciência


HERBERTO HELDER

Lisboa, 1988
Assírio & Alvim
1.ª edição [única]
205 mm x 150 mm
48 págs.
na capa: O Mapa-Múndi de Johann Stabius, Albert Dürer, 1515
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

É talvez dos mais densos livros de HH, pois da ciência hermética trata. Do seu fecho uma passagem:
«[...] Pratiquei a minha arte de roseira: a fria
inclinação das rosas contra os dedos
iluminava em baixo
as palavras.
Abri-as até dentro onde era negro o coração
nas cápsulas. Das rosas fundas, da fundura nas palavras.
Transfigurei-as.
Na oficina fechada talhei a chaga meridiana
do que ficou aberto.
Escrevi a imagem que era a cicatriz de outra imagem.
A mão experimental transtornava-se ao serviço
escrito
das vozes. O sangue rodeava o segredo. E na sessão das rosas
dedo a dedo, isto: a fresta da carne,
a morte pela boca.
– Uma frase, uma ferida, uma vida selada.»

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Perto do Coração Selvagem


CLARICE LISPECTOR
capa de Infante do Carmo

Lisboa, s.d.
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição (em Portugal)]
209 mm x 150 mm
232 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escreve a crítica francesa Hélène Cixous: «Se Kafka fosse mulher. Se Rilke fosse uma brasileira judia nascida na Ucrânia. Se Rimbaud tivesse sido mãe, se tivesse chegado aos cinquenta. (...). É nessa ambiência que Clarice Lispector escreve. Lá onde respiram as obras mais exigentes, ela avança. Lá, mais à frente, onde o filósofo perde fôlego, ela continua, mais longe ainda, mais longe do que todo o saber.»
Este seu primeiro romance, de 1943, amplamente aplaudido e premiado, surge num contexto literário brasileiro de uma escrita propensa para o regionalismo ficcional. Aqui, pelo contrário, temos uma modernidade existencialista, romance de introspecção, fragmentário, labiríntico, abordagem por tentativas, em que passado e presente reciprocamente se iluminam.

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sexta-feira, fevereiro 27, 2026

Clepsydra [junto com] manuscrito do soneto «Tatuagens opulentas do meu peito»


CAMILLO PESSANHA

Lisboa, 1920
Edições Lusitania [secção da Casa Editora «Para as Crianças»*]
1.ª edição
302 mm x 232 mm (estojo)
78 págs. [não numeradas] (livro) + 1 folha manuscrita sobre papel de carta
livro composto manualmente e impresso sobre papel avergoado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
conjunto acondicionado num luxuoso estojo de fabrico recente forrado a tela
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA EDITORA [ANA DE CASTRO OSÓRIO] AO JORNALISTA [ALBINO] FORJAZ DE SAMPAIO
5.000,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o nosso mais requintado poeta simbolista. Tanto esta como as subsequentes edições da obra estiveram a cargo, primeiro de Ana de Castro Osório e, posteriormente, do filho da mesma. Pode mesmo afirmar-se que Pessanha nem terá alguma vez exercido qualquer vigilância sobre o acto editorial, distante que se encontrava lá em Macau, lá no seu ópio.
O manuscrito do soneto junto, que apresenta no primeiro verso «tatuagens opulentas», surge editado no livro na variante «tatuagens complicadas». Segundo o Boletim Bibliográfico da Universidade de Coimbra (2018) teve esse soneto, na versão junto, primeira publicação no jornal Notícias de Bragança a 15 de Maio de 1913.

* Faz parte deste lote o Segundo Catálogo da Casa Editora «Para as Crianças» [ed. Ana de Castro Osório], datado de 1919, ainda apenas com referência ao livro de Camilo Pessanha num modesto encarte escrito à máquina de escritório e passado a papel químico.

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A «Clepsidra» de Camilo Pessanha


ESTHER DE LEMOS

Lisboa, 1981
Editorial Verbo, S.A.R.L.
2.ª edição
197 mm x 130 mm
192 págs.
subtítulo: Notas e Reflexões
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ensaio de grande sensibilidade, escrito à partida em 1952 sob a forma de dissertação para licenciatura, somente publicado em livro em 1956, e a que a romancista Esther de Lemos continuará a atribuir importância nos anos 80, embora os estudos universitários já houvessem sido, entretanto, minados pela praga estruturalista. «[...] Daí que parecesse hoje [1981] mais oportuno e talvez até mais útil apresentar de novo esta velha leitura da Clepsidra – com toda a sua carga de subjectivismo, todo o seu juvenil entusiasmo e, porventura único factor positivo, com a sua profunda e calorosa adesão à beleza quase inefável de um texto que se negaria às interpretações lineares e passaria pelas malhas de uma análise que o decompusesse e recompusesse, sem poder ainda assim decifrar o segredo intacto da verdadeira poesia. [...]»
Assim se justifica a escritora em nota a esta segunda edição da obra.

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Chronica do Exilio

 

FRANCISCO MANSO PRETO CRUZ, dir.

Lisboa, 30 de Dezembro de 1961 a 11 de Fevereiro de 1963
Empresa Editora «Chronica do Exilio»
1.ª edição
3 fascículos (completo)
223 mm x 155 mm
[52 págs. + 6 folhas em extra-texto] + 24 págs. + [32 págs. + 5 folhas em extra-texto]
subtítulos: n.º 1: No Centenário do nascimento de Henrique de Paiva Couceiro 30-12-1861 – 30-12-1961 – Homenagem à vida gloriosa do grande chefe monárquico e mestre dos governadores ultramarinos; n.º 2: O Rei e o Povo; n.º 3: A nossa Província de Angola tem uma alma humana muito Portuguesa e muito nobre: deu-lha Henrique de Paiva Couceiro, o príncipe dos Governadores do Ultramar – 11 de Fevereiro de 1963, 19.º aniversário da morte de Henrique de Paiva Couceiro
ilustrados
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sangue de Amor


D. JOÃO DE CASTRO
ilust. Laura d’ Almeida Nogueira


Lisboa, 15 de Janeiro de 1921
A Novela Portuguesa – Revista de Cultura (dir. José Candido Godinho; ed. Luis de Almeida Nogueira)
1.ª edição
199 mm x 144 mm
16 págs.
capa impressa frente e verso
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Crime de Lagarinhos


SEVERO PORTELA
ilust. Laura d’ Almeida Nogueira


Lisboa, 1 de Março de 1921
A Novela Portuguesa – Revista de Cultura (dir. José Candido Godinho; ed. Luis de Almeida Nogueira)
1.ª edição
196 mm x 142 mm
16 págs.
capa impressa frente e verso
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Feiticeiras

 

SOUSA COSTA
ilust. Laura d’ Almeida Nogueira


Lisboa, 1 de Janeiro de 1921
A Novela Portuguesa – Revista de Cultura (dir. José Candido Godinho; ed. Luis de Almeida Nogueira)
1.ª edição
200 mm x 143 mm
16 págs.
capa impressa frente e verso
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Homem Que Deu o Seu Sangue


ALBINO FORJAZ DE SAMPAIO

Lisboa, Junho de 1921
A Novela Portuguesa – Revista de Cultura (dir. José Candido Godinho; ed. Luis de Almeida Nogueira)
1.ª edição
199 mm x 142 mm
16 págs.
capa impressa frente e verso
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Um Drama no Campo


JOÃO GRAVE
ilust. Laura d’ Almeida Nogueira


Lisboa, 20 de Maio de 1921
A Novela Portuguesa – Revista de Cultura (dir. José Candido Godinho; ed. Luis de Almeida Nogueira)
1.ª edição
197 mm x 144 mm
16 págs.
capa impressa frente e verso
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Sociedades Cooperativas de Consumidores

 

ALBERTO PENA MONTEIRO

Lisboa, 1958
Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
227 mm x 147 mm
108 págs.
subtítulos: Possibilidades e limitações | Estudos e conferências
capa impressa a uma cor, rótulo colado na portada
exemplar estimado, pequena falha num canto da cartolina na contracapa; miolo irrepreensível, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A CAETANO DE CARVLHO, FUTURO DIRECTOR DOS SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO NO S.N.I.
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, fevereiro 25, 2026

Calendários Solar e Lunar Perpétuos

 

ANTÓNIO CABREIRA

Coimbra, 1918
Imprensa da Universidade
1.ª edição
250 mm x 165 mm
XIV págs. + 100 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Horas e alturas das marés regulares e datas das festas móveis conforme as novas táboas de […]
ilustrado com o retrato do autor
exemplar estimado, discretos restauros na capa; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO GENERAL SOUSA MACHADO, «BRILHANTE ORNAMENTO DO EXÉRCITO PORTUGUÊS»
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, fevereiro 24, 2026

As Escadas Não Têm Degraus

 


dir. António M. Feijó, João Miguel Fernandes Jorge, Joaquim Manuel Magalhães, e Jorge Fazenda Lourenço (separata do n.º 4)
capa de João Botelho
grafismo de António Lobo
Lisboa, Janeiro de 1989 a Novembro de 1991
Edições Cotovia, Lda.
1.ª edição (todos)
5 números + 1 separata (completo)
205 mm x 130 mm
224 págs. + 224 págs. + 328 págs. + 264 págs. + 88 págs. + 192 págs.
título da separata: Uma Bibliografia Sobre Jorge de Sena
exemplares em muito bom estado de conservação, apenas o primeiro volume apresenta alguma descoloração na lombada; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conta com colaborações dalguns dos maiores nomes da cultura nacional à época, a saber (para além das dos próprios directores): Herberto Helder, Fernando Assis Pacheco, Fátima Maldonado, Sophia de Mello Breyner Andresen, Mário Cesariny, Manuel Gusmão, Gil de Carvalho, Nuno Portas, Agustina Bessa-Luís, Armando Silva Carvalho, etc.
Terá, nas suas sobriedades gráfica e literária, servido de modelo a uma revista quase gémea, na geração seguinte, a Telhados de Vidro, esta dirigida pelos poetas Inês Dias e Manuel de Freitas.

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Carta de Solzhenitsyn aos Governantes Soviéticos

A. [Aleksandr] Solzhenitsyn

Lisboa, 1975
Editorial Resistência, S.A.R.L.
2.ª edição
230 mm x 160 mm
40 págs.
subtítulo: Apelo-denúncia feito por um homem livre
texto impresso a duas colunas
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[…] As exigências do crescimento interno são incomparavelmente mais importantes para nós, como povo, do que a necessidade de qualquer expansão externa do nosso poder. Toda a história do mundo demonstra que os povos que criaram impérios sempre sofreram, em decorrência disso, espiritualmente. Os objectivos de um grande império e a saúde moral do povo são incompatíveis. Não deveríamos tratar de inventar tarefas internacionais e arcar com o custo delas enquanto o nosso povo se encontrar em tal estado de descalabro moral e nós nos considerarmos seus filhos. […]
[…] ainda mais destruidora é a vodka. Este é um outro assunto que os senhores conhecem, houve até mesmo um decreto – mas mudou ele qualquer coisa? Enquanto a vodka for um importante ítem da receita do Estado, nada mudará, e simplesmente continuaremos a exaurir as energias vitais do povo (quando estive no desterro, trabalhei numa cooperativa de consumo e lembro-me perfeitamente que a vodka representava 60 a 70 por cento do movimento). […]»

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Portugal Depois de Abril

 

AVELINO RODRIGUES
CESÁRIO BORGA
MÁRIO CARDOSO
capa de Carlos Gil (fotog.)
grafismo de António Martins


Lisboa, 1976
António dos Reis (ed.) – Intervoz, Publicidade, Lda.
1.ª edição
205 mm x 140 mm
328 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA LONGA E EXPRESSIVA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE UM DOS AUTORES, AVELINO RODRIGUES, AO POLÍTICO REVOLUCIONÁRIO MANUEL SERRA
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cartilha de Portugueses

 

ALBINO FORJAZ DE SAMPAIO

Lisboa, 1935
Livraria Popular de Francisco Franco
1.º milhar
185 mm x 125 mm
16 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um documento versando moral patriótica, não muito diferente da cartilha corporativa do Estado Novo ou das normas pedagógicas da Legião, ou as da Mocidade Portuguesa.

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A Romagem Maravilhosa

 

JAYME DE BALSEMÃO

Paris – Lisboa, s.d. [circa 1917]
Imprensa Libanio da Silva | Livrarias Aillaud & Bertrand (deposit.)
1.ª edição
192 mm x 125 mm
224 págs.
impresso sobre papel superior algodoado
é o n.º 288 de uma tiragem numerada
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR AÇOREANO CARLOS D' ORNELLAS
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, fevereiro 23, 2026

Antologia da Poesia Concreta em Portugal





E. M. DE MELO E CASTRO, org.
JOSÉ ALBERTO MARQUES, org.
Haroldo de Campos, entrevista
capa e grafismo de Dorindo Carvalho

Lisboa, 1973
Assírio & Alvim
1.ª edição
190 mm x 162 mm
168 págs. + 4 desdobráveis em extra-texto + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
conserva a cinta editorial
peça de colecção
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entre outros e os próprios antologiadores, é compilada gente séria como, por exemplo, Alberto Pimenta, Alexandre O’Neill, ou Herberto Helder.

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Novelas Eróticas


M. [MANUEL] TEIXEIRA-GOMES

Lisboa, 1961
Portugália Editora
2.ª edição
196 mm x 132 mm
240 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tanto a 1.ª edição, em 1935 (Seara Nova, Lisboa), como a presente edição foram mandadas apreender pelo Estado Novo (vd. Livros Proibidos no Estado Novo, Assembleia da República, Lisboa, 2005)... Urbano Tavares Rodrigues, entre tantos outros, nunca partilhou de um tal desmerecimento cultural, a saber:
«[...] Não se pode já hoje falar em Teixeira-Gomes sem invocar o seu neo-helenismo. Ele próprio, compostamente, se nos diz «espírito de origem e cultura grega». As suas ligações não são, é claro, com a Hélada arcaica, geradora da lenda e da tragédia, mas com uma Grécia ideal, a do lícito prazer, a do sorriso conseguido, da soberana razão, a Grécia da estesia, paraíso dos sentidos. É nesse professo misticismo estético que reside o espiritualismo de Teixeira-Gomes. Dotado do sentimento da paisagem e da adoração do corpo humano, a sua sensualidade permanentemente se enobrece pela transfusão da vida e da arte. Esta é para ele fonte sagrada até mesmo de emoções eróticas, aquela objecto de fruição e recriação artística.
[...] Quis-se e fez-se como escritor de uma só peça.
Esteta e moralista, afirmou o direito que ao homem assiste de perseguir a sua felicidade no emprego natural de si próprio, sem entraves de nenhuma ordem. [...]»

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