quinta-feira, novembro 21, 2019

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


A Utopia e os Pés na Terra [catálogo]



GONÇALO RIBEIRO TELLES
coord. Joaquim Oliveira Caetano

Évora, 2003
Museu de Évora
1.ª edição
29 cm x 24,1 cm (álbum)
344 págs.
profusamente ilustrado a cor
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

O trabalho realizado, e a visão de mundo, do arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles (n. 1922) não tem, nem terá, no futuro, qualquer termo para comparação em Portugal. Escreveu, na altura, Bárbara Reis («Gonçalo Ribeiro Telles, o Homem Que Rouba Ideias aos Pássaros»,
Público, 8 de Março, 2003):
«Começou a mudar a paisagem de Portugal quando a profissão não era sequer reconhecida e tinha que assinar os projectos com uma frase: “Gonçalo Ribeiro Telles, Engenheiro Agrónomo com Curso Livre de Arquitectura Paisagista”. Cinco décadas e três mil projectos depois, o Museu de Évora expõe uma retrospectiva. A sua vida é a história de Lisboa e do homem que diz que a paisagem é “como um braço”.
Gonçalo Ribeiro Telles não faz “ajardinamentos”, nem “arranjos florais”, nem “embelezamentos”. É um arquitecto paisagista, dos primeiros em Portugal, que mudou a paisagem e o conceito que os portugueses têm de jardim. […]»

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Reforma Agrária



GONÇALO RIBEIRO TELES

Lisboa, 1976
Edições P.P.M.
1.ª edição
18,8 cm x 11,6 cm
112 págs.
subtítulo: O Homem e a Terra
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Assalto ao “Santa Maria” [junto com] 6 postais alusivos à derrota do assalto

 
 

HENRIQUE GALVÃO
trad. Manuel Pires de F. Matos

Lisboa, 4 de Julho de 1973 (livro)
Lisboa, 1961 (postais)
Edições Delfos (livro)
1.ª edição [em português (livro); trilingue português-francês-inglês (postais)]
[20,6 cm x 15 cm (livro)] + 6 x [15,5 cm x 10,6 cm (postais)]
312 págs. (livro)
exemplares muito estimados, apenas um dos postais apresenta vincos; miolo irrepreensível, postais limpos
juntou-se ao lote 6 postais ilustrados não circulados alusivos à derrota da Operação Dulcineia mandados imprimir pelo governo, onde se vêem a entrada do navio na doca de Lisboa e a recepção dos passageiros e tripulantes salvos do atentado, assim como os banhos de multidão em torno de Salazar, tido por seu salvador
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

No vertente livro se relatam as condições históricas da época, Janeiro de 1961, os preparativos e o desenrolar da Operação Dulcineia nos seus aspectos práticos, logísticos e, finalmente, as consequências políticas daí advindas. Texto traduzido da edição original inglesa, documenta o ponto de partida na guerra contra o regime salazarista, levada a cabo também nos territórios ultramarinos.

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Comunidade [junto com] 2 Textos à Pressão [junto com cartaz]





LUIZ PACHECO
VITOR SILVA TAVARES
CARLOS FERREIRO

Lisboa, 1970
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
2 brochuras e 1 cartaz (completo)
[21,8 cm x 16,4 cm] + [25 cm x 17,6 cm] + [36,8 cm x 25,2 cm]
28 págs. + 12 págs. + 1 folha
ilustrados
textos impressos a violeta
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, as costas do cartaz apresentam à cabeça sinais de arrancamento sem prejuízo da peça
são o n.º III da tiragem especial de apenas 300 exemplares assinados pelos escritores
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o texto de apresentação, de Vitor Silva Tavares:
«Comunidade é uma obra-prima.
Nada arrisco em afirmá-lo, só risco havendo perante uma Literatura (caixa alta, reverência) feudo de literatos, de escritores com banca e atestado (e pópó e coroa de louros), dos eruditos seus críticos e demais panegiristas profissionais das Letras, de toda essa inteligentzia que embalada não sei por que espírito de missão (ai Portugal, tão à mercê de tais heróis!) se furta ao bisturi do conhecimento próprio (incapacidade, medo, conveniências...) e julga poder reflectir os outros, ser a voz autorizada (por quem?, porquê?) de um povo e da sua marcha. [...]»
No segundo texto, «à pressão», é o ilustrador e pintor Carlos Ferreiro tratado como príncipe da imagem gráfica, que sempre foi – não por acaso, veio ele a ser autor das melhores capas da futura editora & etc:
«[...] simples vinheta ou ilustração de texto – mas sem obediência, sem premeditação, sem flor de estilo. Um sonho a explodir em negro tipográfico, a cidade tal qual é por sobre e sob a aparência que o olho fotográfico regista, enganando-se.
A moda passa de lado, como no autocarro da Charneca. A crueldade exposta não é para digerir pelos bestuntos elegantes, é fruto de uma digestão dolorosa, digestão de pavores vividos e de pavores latentes, digestão lenta, obscura, direi misteriosa, porém determinada.
Os bonecos de Ferreiro devolvem à cidade o seu rosto verdadeiro.»

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terça-feira, novembro 19, 2019

Arquivo Grafico da Vida Portuguesa[,] 1903[-]1918




JOSHUA BENOLIEL
pref. Rocha Martins

Lisboa, s.d. [circa 1933]
Arquivo Gráfico | Bertrand – Irmãos – Lda
1.ª edição [única]
fascículos 1 a 6 + specimen + encarte/postal [tudo quanto se publicou]
36 cm x 26,5 cm (estojo)
[192 págs. + 10 folhas em extra-texto (reprod. preto e branco) + 6 folhas em extra-texto (policromias)] + [specimen: 16 págs. + 2 folhas em extra-texto (reprod. preto e branco) + 1 folha em extra-texto (policromia) + 1 encarte]
profusamente ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
fascículos acondicionados em estojo próprio de fabrico recente forrado a tela*
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
300,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação iniciada logo após o falecimento do fotógrafo Joshua Benoliel (1873-1932), mas nunca levada até ao fim, aqui se reúne tudo quanto foi dado à estampa.

* Os exemplares que chegaram até nós assim preservados não devem ser aparados, cosidos ou encadernados, dada a importância do seu testemunho físico, enquanto peças para a história das artes tipográficas e editoriais; a sua conservação dentro de estojos, de que o vertente exemplar constitui modelo, é a mais correcta.

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Synaxaria – Fernando Martins de Bulhões (Santo Antonio)


ANTONIO FRANCISCO BARATA

Évora, 1895
Minerva Eborense de Joaquim José Baptista (editor)
1.ª edição
31,7 cm x 22 cm
44 págs. + 1 folha em extra-texto (notação musical para voz e adufe de uma «Canção Popular de Santo Antonio»)
subtítulo: Com uma carta do santo
encadernação de amador inteira em tela com rótulo gravado a ouro na pasta anterior
não aparado, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, com falta da litografia de Santo António feita a partir de um quadro de Murillo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante obra de hagiografia.

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segunda-feira, novembro 18, 2019

Contemporanea 4 [inclui «Mar Portuguez»]





[FERNANDO PESSOA
JOSÉ D’ALMADA-NEGREIROS
AUGUSTO DE SANTA-RITA
et alli]

Lisboa, Outubro de 1922
dir. José Pacheco
apenas o fascículo n.º 4
29,3 cm x 21,5 cm
4 págs. (portada geral do vol. II [n.os 4, 5 e 6]) + 36 págs. + 3 folhas em extra-texto + 8 págs. (publicidade e comunicados da redacção) + 8 págs. (separata de Augusto de Santa-Rita impressa a roxo) + 4 págs. (Contemporanea Jornal 1922 – Ano 1.º - vol. 2.º)
profusamente ilustrado
impressão a duas cores directas
apresenta-se em cadernos soltos envoltos por cobertura de papel-kraft com dobras de reforço à cabeça e ao pé e uma aba na contracapa
exemplar estimado, cobertura com restauros nas dobras, falha de papel no canto superior esquerdo das costas; miolo limpo
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

O vertente fascículo, para além da inclusão de «Mar Portguez», importante inédito de Fernando Pessoa, e do notável cartaz publicitário desenhado por Almada-Negreiros, apresenta colaborações, entre outros, de Martinho Nobre de Mello, Mily Possoz, Diogo de Macedo, etc., assim como os «Excerptos do Poema Lyrico Etherea em 1 prologo 3 actos e 9 quadros para quando houver Opera Portuguêsa» de Augusto de Santa-Rita.

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Contemporanea 5



[EUGÉNIO DE CASTRO
AQUILINO RIBEIRO
et alli]

Lisboa, Novembro de 1922
dir. José Pacheco
apenas o fascículo n.º 5
29,4 cm x 21,6 cm
48 págs. + 2 folhas em extra-texto + 8 págs. (Contemporanea Jornal 1922 – Ano 1.º - vol. 2.º)
profusamente ilustrado
impressão a duas cores directas
apresenta-se em cadernos soltos envoltos por cobertura de papel-kraft com dobras de reforço à cabeça e ao pé e uma aba na contracapa
exemplar estimado, cobertura com restauros nas dobras; miolo limpo
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

No vertente fascículo sobressai a inclusão de «S. Gonçalo», inédito de Aquilino Ribeiro, assim como desenhos de Mily Possoz e de Almada Negreiros.

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Contemporanea 6 [inclui «Soneto Já Antigo»]





[EUGENIO DE CASTRO
FERNANDO PESSOA
AQUILINO RIBEIRO
AMERICO DURÃO
ANTONIO CORRÊA D’OLIVEIRA
AFFONSO LOPES VIEIRA
ANTONIO BOTTO
ALVARO DE CAMPOS
TEIXEIRA DE PASCOAES
JUDITH TEIXEIRA
ANTONIO SARDINHA
MARIO SAA
ALMADA NEGREIROS
MILY POSSOZ
AMADEU DE SOUZA CARDOSO
JORGE BARRADAS
et alli]

Lisboa, Dezembro de 1922
dir. José Pacheco
apenas o fascículo n.º 6
29,1 cm x 22 cm
80 págs. + 2 págs. (índice dos n.os 4, 5 e 6) + 11 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado
impressão a duas cores directas
apresenta-se em cadernos soltos envoltos por cobertura de papel-kraft com dobras de reforço à cabeça e ao pé e uma aba na contracapa
exemplar estimado, cobertura com restauros nas dobras; miolo limpo
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

No vertente fascículo sobressai a inclusão de «Soneto Já Antigo», inédito de Álvaro de Campos, de «Triunfal», inédito de Aquilino Ribeiro, de «Palavras dum Avestruz Todo Gris», inédito de António Botto, de «Gesta da Raça», inédito de António Sardinha, assim como desenhos de Mily Possoz, Almada Negreiros, Jorge Barradas, etc.

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domingo, novembro 17, 2019

Le Portugal Hydrologique et Climatique



ANTONIO TORRES
ARMANDO NARCISO
CHARLES LEPIERRE
OLIVEIRA LUZES
pref. Roldan y Pego

Lisboa, 1930-1931 (I e II); 1934-1935 (III); e 1935-1936 (IV)
Direction Générale des Mines et des Services Geologiques / Institut d’Hydrologie et de Climatologie de Lisbonne
1.ª edição (todos os tomos)
4 volumes (completo)
22,6 cm x 16 cm
812 págs. (numeração contínua) + 1 encarte desdobrável (carta geológica na escala 1:1.500.000 + vegetal com as fontes termo-minerais)
profusamente ilustrados com reproduções fotográficas a sépia
impressos sobre papel marfim
corte carminado à cabeça
exemplares estimados, capas com restauros; miolo limpo
carimbo de posse no rosto do tomo I
150,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Hidrologia Portuguesa


LUIZ DE MENEZES CORRÊA ACCIAIUOLI

Lisboa, 1947
Direcção Geral de Minas e Serviços Geológicos
1.ª edição
22,5 cm x 15,8 cm
288 págs. + 3 desdobráveis em extra-texto
subtitulo: 1943-1946
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante estudo científico acerca da geologia do território nacional e enquadramento das instalações termais destinadas à utilização das águas na crenoterapia.

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O Medico-Peçonha



CAMPOS MONTEIRO

Porto, 1926
Offic. de O Commercio do Porto
1.ª edição
18,1 cm x 11,6 cm
132 págs.
subtítulo: Análise da diatribe antigereziana “A Água-Veneno”
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um livro de teor médico-termal em defesa da qualidade terapêutica das águas do Gerês, que um tal doutor Rita Martins havia denegrido numa obra intitulada A Água-Veneno. Abílio Adriano de Campos Monteiro (1876-1933), monárquico com funções governativas durante o sidonismo, também médico militar, escritor e jornalista, deixou vastíssima escrita distribuída por prosa, poesia, teatro e polémica.

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Saude e Fraternidade [junto com] Deus Guarde a V. Ex.ª...



CAMPOS MONTEIRO
ROQUETE DE SEQUEIRA E COSTA


a) Porto, s.d. [1924 ?]
Livraria Civilização – Editora de Americo Fraga Lamares & C.ª, Limitada
b) Lisboa, 1924
Livraria Pacheco – Depositaria
1.ª edição (ambos)
[19,2 cm x 12,3 cm] + [17,2 cm x 12,9 cm]
260 págs. + 208 págs.
subtítulos:
a) História dos acontecimentos politicos em Portugal desde agosto de 1924 a novembro de 1926
b) História dos acontecimentos politicos em Portugal, que se seguiram aos relatados no livro “Saude e Fraternidade (1926-1928)”
a) brochado; assinatura de posse na folha de rosto
b) encadernação antiga de amador, em tela e papel de fantasia; pouco aparado, sem capas de brochura
exemplares estimados; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Género literário jocoso, de antecipação dos eventos históricos, que havia feito escola com Lisboa no Ano Três Mil de Cândido de Figueiredo (1892), aqui – ironizando sob a divisa maçónica «saúde e fraternidade» – se antevêem dias em que o mesmo povo que desejou a «república radical» acaba por restaurar a monarquia...
De Campos Monteiro diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994): «[...] Romancista e contista de inspiração transmontana, muito influenciado por Camilo, os seus livros foram êxito de livraria, com edições sucessivas. O enredo folhetinesco, as situações patéticas, o exagero das paixões, misturam-se a um catolicismo retrógrado e a uma intenção satírica. [...]»
Quanto ao livro de Roquete, o caso fia mais fino. A crítica, também satírica, ao reaccionarismo emergente aponta nomes e situações que conduzem ao baquear da casa real, «sem combate nem grandeza, ante a onda de indignação e do desprezo de todo um Povo», e à fuga do rei.

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Saude e Fraternidade


CAMPOS MONTEIRO
capa e ilust. Amarelhe

Porto, 1925
Livraria e Imprensa Civilização – Editora | Americo Fraga Lamares & C.ª, L.da
9.ª edição («definitiva, com caricaturas de Amarelhe»)
19 cm x 12 cm
320 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: História dos acontecimentos politicos em Portugal nos primeiros anos do segundo quartel do século XX
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Serra do Gerez


TUDE MARTINS DE SOUSA
capa de Abreu & C.ª

Porto, 1909
Livraria Chardron, de Lello & Irmão
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
X págs. + 158 págs. + 14 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado em separado
exemplar manuseado mas aceitável, restauro na lombada; miolo limpo, papel acidulado
assinatura de posse no frontispício
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Gerez


MATIAS LIMA
capa de Álvaro Guimarães

Famalicão, 1939
Edição do Autor
1.ª edição
19,5 cm x 12,6 cm
136 págs.
subtítulo: Quadros e Canções
exemplar estimado, pequenas falhas de papel na lombada; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do autor
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, novembro 15, 2019

As Vacas Leiteiras



MÁRIO VIEIRA DE SÁ
FERNANDO VIEIRA DE SÁ

Lisboa, 1946
Livraria Clássica Editora – A. M. Teixeira & C.ª (Filhos)
3.ª edição
19,1 cm x 12,7 cm
484 págs. + 9 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Breves Apontamentos sobre Macau



CARLOS A. G. ESTORNINHO

Lisboa | Figueira da Foz, 1952
Edição dos Rotary Clubes de Lisboa e Figueira da Foz
1.ª edição
16,2 cm x 11,8 cm
24 págs.
subtítulo: Palestra proferida nos Rotary Clubes da Figueira da Foz e de Lisboa, respectivamente, em 6 de Janeiro e 12 de Fevereiro de 1952
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, discreto restauro na contracapa; miolo limpo, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Aconteceu em Macau


MARGARIDA CASTEL-BRANCO
capa de José Antunes
ilust. autora

Lisboa, s.d. [1973, seg. BNP]
Editorial Verbo, S.A.R.L.
1.ª edição
18,6 cm x 14,9 cm
246 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto juvenil de aventuras.

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Macau, Terra de Lendas


HERMENGARDA MARQUES PINTO
capa de Nuno San Payo

[Lisboa], 1955
[Campanha Nacional de Educação de Adultos]
[1.ª edição]
16,5 cm x 11,2 cm
132 págs. + 16 extra-textos, 4 dos quais a cor
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Monografia, embora sucinta, muito abrangente, quer do ponto de vista da cultura local e tradicional, quer dos recursos produtivos, quer da história passada, quer de usos e costumes, sejam eles a culinária, o mobiliário, etc.

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Nihil




RUI BAIÃO
caligrafia de Paulo Nozolino

Lisboa, 1986
frenesi
1.ª edição [única]
19 cm x 13 cm
20 págs.
impressão a prata sobre cartolina goufrada negra
acabamento com dois pontos em arame
exemplar como novo
tiragem declarada de apenas 250 exemplares
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Paralelo W


MANUEL DE CASTRO, 1934-1971
capa de João Rodrigues

s.i. [Sintra], 1958
[ed. Autor]
1.ª edição [única]
19,7 cm x 19,7 cm
32 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

O surrealista Manuel de Castro permanece o maior enigma das letras nacionais. Dispersa a sua obra por publicações irregulares – revistas (Pirâmide, KWY, suplemento e magazine & etc), antologias (Novíssima Poesia Portuguesa), colectivos de combate (Grifo), apenas três breves livros próprios: o vertente, A Estrela Rutilante (de 1960) e o mais que póstumo Nada de Mutações Bruscas na Paisagem (2003) –, tem hoje um rol de dispersadas oportunidades de edição do que ainda seria possível reunir de uma obra ímpar. E que é muito. Quando abundam os “editores”, minguam as edições... O que é grande maldade feita ao defunto poeta, à sua palavra visionária:
«[...] Sobre os cadáveres assim incorruptíveis
dos velhos príncipes desagregados no mar
passam os navios
e a geração angélica e terrível
talha o seu destino sobrehumano
onde a noite vai expulsar os astros
iniciar-se, e ter um nome diferente.»

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A Phala







dir. Manuel Hermínio Monteiro
Lisboa, Abril / Maio / Junho de 1986 a Maio de 2003
Assírio & Alvim
n.os 1 a 100 + 15 suplementos (completo) acondicionados e 5 volumes (3 estojos + 2 encadernações editoriais)
43,5 cm x 15,5 cm
[(19 x 8 págs.) + (2 x 12 págs.) + IV págs. (núm. extra)] + [8 págs. + 188 págs. + IV págs. (exposição) + VIII págs. (exposição) + VIII págs. (exposição) + VIII págs. (destaque / exposição) + VIII págs. (destaque) + XIV págs. (índices)] + [8 págs. + 276 págs. + XVI págs. (exposição) + VIII págs. (suplemento) + VIII págs. (índices)] + [276 págs. + IV págs. (suplemento / exposição)] + [242 págs. + 8 págs. (Hermínio) + VIII págs. (suplemento) + VIII págs. (suplemento) + VIII págs. (suplemento) + VIII págs. (suplemento) + XVI págs. (suplemento)]
profusamente ilustrados
duas encadernações editoriais (vols. 2 e 3) e três estojos (vols. 1, 4 e 5) a acondicionar os fascículos soltos
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
620,00 eur (IVA e portes incluídos)

Duas editoras comerciais, de forte implantação intelectual nos anos 80 do século XX, vão ficar para a história definitiva de uma idade da prata na cultura portuguesa: a Cotovia e a vertente Assírio & Alvim. Uma Assírio & Alvim já fora da alçada dos seus patrões fundadores, com o apaziguador Manuel Hermínio Monteiro (1952-2001) a direccioná-la na publicação dos poetas da sua estima. Folheando as ricas páginas dos press-releases (A Phala) da editora, temos invulgar registo de uma actividade que foi muito para além do mero fabrico de livros para pôr no mercado, e que se estendeu a diversos e regulares eventos culturais, como encontros entre escritores, lançamentos e leituras de livros, concertos, ou exposições plásticas na galeria improvisada dentro das suas livrarias.

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Direcção Única


JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS

Lisboa, 1932
Oficinas Graficas UP
1.ª edição
18,7 cm x 13,5 cm
56 págs.
subtítulo: Conferencia realisada em Lisboa no Teatro Nacional de Almeida Garrett, a convite de Amelia Rey-Colaço, repetida em Coimbra no salão nobre da Associação Academica, a convite da revista «presença» [...]
impresso sobre papel superior
acondicionado em elegante estojo próprio de fabrico recente
exemplar estimado; miolo limpo
inclui o cartaz indicativo do local da conferência
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
720,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata o autor de explicar no seu discurso como e com que desígnios foi o Homem criado pela divindade, para, logo de seguida, tecer o elogio do poeta alemão Gœthe e, menos entusiasta, do filósofo Nietzsche – um pelo seu génio, outro pela sua loucura, ambos por serem alemães. Exemplo que um Portugal – coeso e empreendedor durante as suas duas primeiras dinastias, e depois perdido – deveria tomar para si, nessa hora de reconstrução em 1932 – cujos responsáveis Almada não menciona, mas que são o escol salazarista do Estado Novo, a mocidade portuguesa, etc., para quem ele colaborou.

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quinta-feira, novembro 14, 2019

Critério – Revista Mensal de Cultura



Lisboa, Novembro de 1975 a Novembro de 1976
dir. João Palma-Ferreira e Alexandre O’Neill (até ao n.º 6)
dir. Cardoso Ferreira (n.º 7 e n.º 8)
8 números (colecção completa)
29,3 cm x 22 cm (estojo)
8 x 64 págs.
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
acondicionados em elegante estojo próprio de fabrico recente
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, de Vitorino Magalhães Godinho, Miguel Torga, António José Saraiva, Vergílio Ferreira, José Martins Garcia, Antonio Tabucchi, Jorge de Sena, Eduardo Lourenço, José-Augusto França, Vaclav Havel, Ruy Cinatti, Fraústo da Silva, David Mourão-Ferreira, Álvaro Guerra, Mário Cesariny, Orlando Ribeiro, João Gaspar Simões, Iva Delgado, Sophia de Mello Breyner Andresen, J. S. da Silva Dias, Helder Godinho, Carlo Vittorino Cattaneo, Nora Mitrani, etc.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Sebastião Rodrigues: Designer [catálogo]


aa.vv.
grafismo de Robin Fior

Lisboa, 1995
Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição [única]
28,2 cm x 25,2 cm
280 págs.
profusamente ilustrado a cor
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Artista gráfico de grande prestígio, criador de muitas das capas emblemáticas do seu tempo (concebidas com a precisão de autênticos logótipos), mas também de planos de página ainda hoje de uma limpidez e de uma eficácia mediática insuperáveis, admirado quer por aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo em vida, e algo com ele aprender, quer por quem apenas vê hoje o resultado do seu bom gosto, Sebastião Rodrigues (1929-1997) tem no vertente catálogo a generosa e justa homenagem dalguns companheiros e do seu principal empregador, que foi a Fundação Calouste Gulbenkian. Dos nomes que selam aqui a sua reputação, sublinhem-se: José Cardoso Pires, o arquitecto Sena da Silva, Henrique Cayatte, Pilo da Silva, etc. Sublinhe-se também a altíssima qualidade gráfica que o seu amigo Robin Fior pôs na execução da vertente homenagem.

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Esthetica Naturalista



JULIO LOURENÇO PINTO

Porto, 1885 [aliás, 1884]
Livraria Portuense
1.ª edição
19,1 cm x 12,1 cm
356 págs.
subtítulo: Estudos Criticos
exemplar estimado, falhas de papel na capa; miolo limpo, por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cem Anos Depois



ASSOCIAÇÃO DE SOCORROS MÚTUOS DE EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE LISBOA

Lisboa, 1972
Associação de Socorros Mútuos de Empregados no Comércio de Lisboa
1.ª edição
26,5 cm x 20,3 cm
220 págs. + 24 folhas em extra-texto (reproduções fotográficas)
subtítulo: 1872-1972
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Setenta Anos de Vida Activa



ASSOCIAÇÃO DE SOCORROS MÚTUOS DE EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE LISBOA

Lisboa, 1942
Associação de Socorros Mútuos de Empregados no Comércio de Lisboa
1.ª edição
25 cm x 18,6 cm
160 págs. + 26 págs. em extra-texto (reproduções fotográficas)
subtítulo: Monografia comemorativa do 70.º aniversário desta Associação
ilustrado
exemplar estimado, capa empoeirada e pequenos defeitos na lombada; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, novembro 13, 2019

Para o Poema da Criação


JOSÉ TERRA
pref. António Ramos Rosa
desenhos de [Cipriano] Dourado

Lisboa, 1953
Edições Árvore
1.ª edição
19 cm x 13,5 cm
44 págs.
composto manualmente em Elzevir e impresso na Tipografia Ideal (Lisboa)
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta anti-fascista, ensaísta e tradutor, José Terra, pseudónimo de José Fernandes da Silva (1928-2014), foi também co-editor das revistas literárias Árvore e Cassiopeia.

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La Rage de Vivre



MILTON “MEZZ” MEZZROW
BERNARD WOLFE
trad. Marcel Duhamel e Madeleine Gautier
pref. Henry Miller

Paris, 1964
Éditions Buchet-Chastel (Livre de Poche)
s.i.
texto em francês
16,6 cm x 11 cm
512 págs.
exemplar estimado, vinco na capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota de Henry Miller na contracapa:
«Je voudrais que des millions d’hommes lisent ce livre et reçoivent le message qu’il porte.»
Milton Mesirow (1899-1972), além de clarinetista e saxofonista, mas também fundador da King Jazz Records, e de ter sido um dos mais insistentes divulgadores do jazz norte-americano na Europa branca, tem neste livro autobiográfico um dos mais pungentes testemunhos do pântano de miséria, drogas e abandono social dos negros numa América racista, mergulhada na depressão após a queda da bolsa, e como daí brotou uma voz à escala do planeta, numa fina arte musical herética.

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