quinta-feira, maio 16, 2019

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


A Teoria da História em Portugal




ANTÓNIO QUADROS, org., pref. e notas
PINHARANDA GOMES, notas bio-bibliográficas
et alii

Lisboa, s.d.
Espiral
1.ª edição
2 volumes (completo)
20,5 cm x 16,5 cm
192 págs. + 256 págs.
subtítulos: I – O Conceito de História; II – A Dinâmica da História
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem introdutória no primeiro volume:
«[…] Por inaptidão filosófica a escola não encontrou melhor forma de afirmar e descrever a personalidade nacional, do que reduzir o ser da pátria ao sido, ao acontecido, ao feito ou aos feitos. A nossa linguagem mitificou os feitos (que são factos), conferindo-lhes substância fabulosa.
Os feitos dos nossos maiores foram-nos exaustivamente apontados como exemplos, sem o cuidado de mostrar que os actos de hoje têm de radicar em condicionalismo, atitudes psicológicas e níveis culturais inteiramente diferentes. […]»

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Franco-atirador – Ideias, Combates e Sonhos



ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1970
Espiral
1.ª edição
20,8 cm x 16,5 cm
244 págs.
colecção dirigida por António Braz Teixeira, de uma série de livros com textos doutrinários, complemento à edição da revista Espiral, dirigida esta pelo próprio António Quadros
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto O Que o Racismo Ensina:
«[...] Se a monstruosidade dos campos de concentração e do extermínio de seis milhões de judeus na Alemanha de Hitler constituiu, há vinte e cinco anos, uma desgostante chaga reveladora da negatividade a que pode descer a natureza humana, a discriminação racial na África do Sul ou o desencadear da violência racista nos Estados-Unidos são porventura, se possível, ainda mais clarificantes da distância que vai tardando a preencher-se entre os conceitos intelectuais e científicos de uma sociedade dita “desenvolvida” (a sociedade da abundância) e a pobreza moral e ética de certos estractos desta mesma sociedade. [...]»

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Imitação do Homem



ANTÓNIO QUADROS

s.l. [Lisboa], 1966
Espiral
1.ª edição
20 cm x 17,3 cm
128 págs.
subtítulo: Odes
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, maio 15, 2019

Evora Antiga



ANTONIO FRANCISCO BARATA

Évora, 1909
Minerva Commercial, de José Ferreira Baptista
1.ª edição
21,8 cm x 15,6 cm
240 págs. + 16 folhas em extra-texto
luxuosa encadernação em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro nos remates da pele e na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Fernando Alves Barata
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inocêncio Francisco da Silva refere António Francisco Barata, nestes termos, no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (vol. VIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1867):
«[...] natural da villa de Góes, districto de Coimbra, e nascido no 1.º de Janeiro de 1836. Não conheceu seus paes, e creado nos braços da indigencia recebeu apenas os primeiros elementos da instrucção primaria; porém como fosse dotado de natural ingenho, começou a supprir do modo que lhe era possivel a falta de estudos regulares por uma assidua applicação aos livros, aproveitando nella todos os intervallos, que lhe deixava livres a profissão de barbeiro e cabelleireiro, que aprendeu em 1848, e ainda agora exerce na cidade de Coimbra. [...]»
Brito Aranha, o continuador desse mesmo Diccionario, vai mais longe (vol. XX, Imprensa Nacional, Lisboa, 1911):
«[...] Quando o erudito lente da Universidade de Coimbra, já fallecido, dr. Augusto Filippe Simões, de quem ainda tratarei neste Dicc., foi para Evora em commissão dirigir a importante bibliotheca daquella cidade, ligado por amizade a Antonio Francisco Barata, avaliando lhe as qualidades e o merecimento revelado em diversas publicações, levou o em sua companhia e ali o empregou, e nessas funcções, pela ancia de aprender e saber, desenvolveu com bom fructo o seu amor ás letras. Exerceu, pois, por muitos annos e com applicação modelar as funcções de conservador na mesma bibliotheca, que necessita de quem a trate com desvelo para a conservação das preciosidades que encerra.
No exercicio desse emprego, Antonio Francisco Barata accumulou as de adjunto no observatorio meteorologico e de escrivão dos casamentos na camara ecclesiastica.
Nos descansos, que eram poucos e curtos, do incessante labutar, e no meio de desgostos intimos que lhe amarguraram a existencia, não deixou de manter como podia e com a melhor vontade, a correspondencia com alguns homens mais distinctos e mais estudiosos, que admiravam e applaudiam nelle o talento, a applicação e a força de vontade, que venceram muitos desgostos e contrariedades. Saiu depois do serviço effectivo da bibliotheca de Evora, como aposentado, por divergencias com a sua direcção, segundo constou. Entre os amigos de elevada posição que favoreceram este escriptor na sua carreira, além do dr. Augusto Filippe Simões, elle contava com a dedicação dos conselheiros dr. Augusto Cesar Barjona de Freitas, Thomás Ribeiro, dr. Rodrigo Velloso e Gabriel Pereira. [...]
Foi vereador da camara municipal de Evora. Falleceu nesta cidade aos 23 de março 1910, contando 74 annos de idade. Em varios periodicos appareceram artigos necrologicos honrando a memoria deste estudioso e talentoso escriptor e poeta. Por minha parte, mui sinceramente e com profundo sentimento registo a dor que me causou a noticia da sua morte. Eu, como amigo, e este Diccionario devemos lhe finezas que não é possivel esquecer.
Dias antes do obito e sentindo nas visceras arruinadas não longe o termo fatal da existencia, escrevera para Coimbra a um velho e dedicado amigo, dizendo lhe amargamente: “Está a acabar a festa!” [...]»
Legou-nos Francisco Barata uma boa centena de escritos, o que não está nada mal, em matéria de cultura e erudição, num ex-barbeiro autodidacta!...

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Homenagem ao Infante D. Henrique no quingentesimo anniversario de seu nascimento no Porto em 4 de março de 1394



ANTONIO FRANCISCO BARATA

Lisboa, 1894
Livraria Ferreira
1.ª edição
25,1 cm x 15,7 cm
44 págs.
ilustrado com o retrato de D. Henrique, vinhetas de cabeçalho e capitulares particularmente elegantes
impresso sobre papel Whatman, não aparado, grandes margens
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
é o n.º 4 da tiragem especial numerada de 1 a 15
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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8 Histórias



ISABEL DA NÓBREGA
MANUEL FERREIRA
ALVES REDOL
JOSÉ SARAMAGO
et alii
ilust. Ana Machado

s.l., Dezembro de 1974
M.D.P. / C.D.E.
1.ª edição [única]
20,8 cm x 14,7 cm
84 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, maio 14, 2019

Uma Abelha na Chuva




CARLOS DE OLIVEIRA
ilust. Júlio Pomar
grafismo de Armando Alves
posf. Maria Alzira Seixo

Lisboa, 1976
Limiar
edição monumental
26,5 cm x 18 cm
264 págs. + 6 folhas em extra-texto
ilustrado a cor
impresso sobre papel superior
encadernação editorial inteira em sintético gravado a ouro na pasta anterior e na lombada
conserva a capa anterior da brochura
exemplar como novo
é o n.º 1.264 de uma tiragem de 1.600 exemplares assinados pelo Autor
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos a estudiosa no seu posfácio:
«[...] Uma Abelha na Chuva pode entender-se essencialmente como um romance da opressão. [...]
A opressão a que aqui me refiro pode ser entendida como um processo físico e psíquico de abatimento do outro ou de si próprio, a existência de um peso de aniquilação que, mantendo-se, gera a duração do texto (o seu tempo) até à destruição final [...].»

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segunda-feira, maio 13, 2019

Memorias para a Historia da Medicina Lusitana



JOSÉ MARIA SOARES

Lisboa, 1821
Na Typographia da mesma Academia [Real das Sciencias de Lisboa]
1.ª edição [única]
22,3 cm x 16 cm
2 págs. + XII págs. (rosto e Privilegio) + VIII págs. (Prefação) + 88 págs. [conf. vol. descrito por Inocêncio]
encadernação recente inteira em sintético com gravação a ouro na pasta anterior
não aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante documento histórico contendo capítulos dedicados à medicina lusitana antes e depois da colonização romana, e após as invasões dos povos do Norte e dos árabes.
Segundo o Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo V, Imprensa Nacional, Lisboa, 1860) de Inocêncio Francisco da Silva:
«José Maria Soares, Cavalleiro da Ordem de Christo, Bacharel formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, primeiro Medico do Exercito, Socio da Academia Real das Sciencias de Lisboa, etc. – Foi natural de Lisboa, e m. na flor da edade a 30 de Abril de 1822.
[As] Memorias para a historia da Medicina Lusitana [...] era a primeira serie de um trabalho, que a morte o impediu de proseguir. – Seu sobrinho Alexandre Augusto de Oliveira Soares tractou depois o mesmo assumpto de litteratura medica, e chegou a colligir as especies para a Memoria que apresentou á Academia [...]»

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História da Medicina Portuguesa



M. FERREIRA LIMA

Lisboa, 1948 [aliás, 1947]
Edição da Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
23,5 cm x 15,1 cm
560 págs. + 56 págs. em extra-texto (gravuras)
ilustrado em separado
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
67,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 08

Glórias da Medicina Portuguesa


EVARISTO FRANCO
ilust. João Carlos

Lisboa, 1949
Tip. da «União Gráfica»
1.ª edição
22,9 cm x 16,7 cm
384 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR (NÃO ASSINADA)
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de quadros de história de clínicos, numa panorâmica que vai de Gil Valadares (1185-1265) a Miguel Bombarda (1851-1910), redigidos com a seriedade de quem consulta avultada bibliografia.

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Dicionário Prático de Comércio



RAUL DÓRIA

Porto, 1914 [aliás, 1917]
Tip. da Escola Prática Comercial Raul Dória
1.ª edição
24,4 cm x 18,3 cm
4 págs. + 816 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado
texto impresso a duas colunas
encadernação editorial inteira em tela gravada a ouro e prata na pasta anterior e na lombada, gravação a seco na pasta posterior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse de Agostinho Fernandes, futuro editor da Portugália (Lisboa)
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Arithmética Prática e Geometria Elementar



ULYSSES MACHADO

Lisboa, s.d.
Typ. a Vapor da Pap. Estêvão Nunes & F.os | Livraria Rodrigues & C.ª
3.ª edição
21,3 cm x 13,5 cm
220 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar manuseado mas aceitável, capas gastas, restauro na lombada; miolo limpo
assinatura de posse e respectivo endereço nas folhas-de-guarda
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manual de estudo destinado ao ensino primário oficial.

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domingo, maio 12, 2019

A Pesca do Bacalhau



HIGINO DE QUEIROZ, pref.

s.l. [Lisboa], 1940
Editado pelo Grémio dos Armadores de Navios da Pesca do Bacalhau
[1.ª edição]
21,7 cm x 14,1 cm
90 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto
profusamente ilustrado
exemplar estimado, capa com restauros pontuais, contracapa suja; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Allô! Allô! «Patrão Lopes»



MAURÍCIO DE OLIVEIRA
pref. Fernando Amor Monteiro de Barros

Lisboa, 1939
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
2 volumes (completo)
18,8 cm x 12,3 cm
[116 págs. + XII págs. em extra-texto] + [132 págs. + XXXII págs. em extra-texto]
subtítulo: Uma Epopeia de Salvamentos ou a história de um navio popular
ilustrados
exemplares estimados, restauros na lombada do primeiro volume; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Patrão Lopes, navio apresado à Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial, veio a salvar inúmeras embarcações ao serviço da Marinha portuguesa. À época, esta embarcação de salvamento era a mais famosa de Portugal. No dia 29 de Fevereiro de 1936, junto do forte do Bugio, acabou afundado ao tentar socorrer um batelão.

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Salsugem


AL BERTO

Lisboa, 1984
Contexto, Editora, Lda.
1.ª edição
21 cm x 14,7 cm
96 págs.
na capa o autor fotografado por Paulo Nozolino
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do mítico livro que, juntamente com O Último Habitante e A Seguir o Deserto, (ambas estas editadas pela frenesi, respectivamente em 1983 e 1984), testemunham o apogeu criativo de um núcleo de acção poética, à época conhecido pelo “bando dos 4”. Tais são, no fundo, os livros que constituem o lastro da, já imensa, primeira abordagem da obra completa de Al Berto – O Medo (também na Contexto, 1987) –, que será depois, em sucessivas retomas editoriais, acrescentada ou limada pelo autor.


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A Seguir o Deserto



AL BERTO
na badana fotografia de Paulo Nozolino

Lisboa, 1984
frenesi
1.ª edição
19 cm x 13 cm
20 págs.
ilustrado
capa impressa em bicromia offset (fotografia) e duas cores directas em zinco-gravura (marca-de-água e lettering)
miolo composto em linotype e impresso sobre papel avergoado cinza
acabamento com dois pontos em arame
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
210,00 eur (IVA e portes incluídos)

À época, no ano mítico do apagamento global da iniciativa privada dos cidadãos (1984), a mera reprodução de genitália na badana deste caderno suscitou rumores insidiosos e ódios teológicos e políticos. Apesar e contra vagas adversas, os seus 500 exemplares de tiragem circularam rapidamente e foram culturalmente debatidos entre o escol de admiradores que, então, começavam a ver no escritor Al Berto um escritor, e não a figura anedótica da boémia estulta recentemente inventada por um atrevido cineasta.

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Constantino Guardador de Vacas e de Sonhos



ALVES REDOL
fotografias de António Neto e do autor
grafismo de João da Câmara Leme


Lisboa, 1962
Portugália Editora
1.ª edição
23,5 cm x 16,6 cm
140 págs.
inclui 55 reproduções fotográficas a preto e branco distribuídas pelo corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

É a história-reportagem, ao estilo cinema verité, de um miúdo de 12 anos e da sua dura vida quotidiana de trabalho infantil. É o Ribatejo, que nos anos 60 do século XX tinha o seu modo próprio de esmagar os futuros homens.

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sábado, maio 11, 2019

Há Mais Mundos



JOSÉ RÉGIO
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1962
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 13,3 cm
272 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, sublinhados na pág. 58
visto de leitura e posse do editor Agostinho Fernandes na pág. 264
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eugénio Lisboa, no seu José Régio para a Livraria Tavares Martins (Porto, 1957), diz:
«[...] Da leitura cuidada da sua Obra já vasta [...] se desprende um nobre incitamento à independência do buscar; um convite a que recorra cada um às forças que lhe são próprias; o exemplo de uma coragem que arrostou sempre com a ameaça de uma solidão crescente; a provocação a um estado de tensão interior, de alerta permanente. E também um leal aviso: de esperar que uma crítica invergàvelmente livre e altiva acabe por gelar qualquer fervor menos crítico que aos pés nos venham depor [...].
Com Herculano e António Sérgio, José Régio ficará como um dos mais puros exemplos de independência crítica de que as nossas Letras possam orgulhar-se.»

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sexta-feira, maio 10, 2019

Cabo da Boa Esperança



SEBASTIÃO DA GAMA
capa de Lino António

Lisboa, 1947
Portugália Editora
1.ª edição
19,1 cm x 14 cm
176 págs.
exemplar estimado, vagos sinais de foxing na capa; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA ESPOSA DO AUTOR, JOANA LUISA [DA GAMA] AO POETA ANTÓNIO LUÍS MOITA DATADA DE 1956
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cabo da Boa Esperança



SEBASTIÃO DA GAMA
capa de Lino António

Lisboa, 1947
Portugália Editora
1.ª edição
19,1 cm x 14 cm
176 págs.
exemplar estimado, pequenos restauros na lombada; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Lição do Tempo



LUIZ-FRANCISCO REBELLO
ilust. Júlio Gil

Lisboa, 1943
[ed. Mocidade Portuguesa]
1.ª edição
24 cm x 19,5 cm
56 págs. + 4 folhas em extra-texto
ilustrado a cor em separado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Já homem de teatro, Luís Francisco Rebello tinha na altura quase vinte anos de idade e, ao contrário de Paul Nizan, a ele, Rebello, a vida sorria-lhe... Assim é, que veio a ser ele, Rebello, em 1973, presidente da associação única de autores portugueses. Méritos, medalhas, comendas e todo o género de condecorações diversas nunca faltaram a essa conduta exemplar ao serviço, sobretudo, do teatro. Até dramaturgia de “intervenção” ele escreveu!... Mas o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. V), que aqui serve de fonte informativa, não se refere às peças (duas, pelo menos) – oportuno esquecimento – por acaso vencedoras de concursos de teatro da Mocidade Portuguesa...

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Os Pioneiros Portugueses e a Pedra de Dighton



MANUEL LUCIANO DA SILVA
trad. Maria Fernanda Dória e Luís Dias Aguiar
pref. Elaine Sanceau e Steven Tegu
capa de Steven Tegu

Porto, Setembro de 1974
Brasília Editora, L.da
1.ª edição
22,6 cm x 17 cm
256 págs.
subtítulo: O Primeiro Capítulo da História da América com 131 Ilustrações
profusamente ilustrado
exemplar estimado, capa suja, esfoladelas na lombada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Nação Una



NORTON DE MATOS, general
pref. Egas Moniz e Barbosa de Magalhães

Lisboa, 1953
Paulino Ferreira, Filhos, Lda.
1.ª edição
23,2 cm x 16,6 cm
LVI págs. + 340 págs.
subtítulo: Organização Política e Administrativa dos Territórios do Ultramar Português
exemplar estimado, capas com leves sinais de foxing; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, maio 08, 2019

Os Sindicatos Operários e a Revolução Social



PIERRE BESNARD
trad. Francisco Quintal
capa de Santana

Lisboa, 1931
Grupo Editorial O Argonauta
1.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
320 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Temas Tácticos de Pelotão e Companhia



ROMMEL, marechal
trad. e pref. Pereira da Conceição e Armando Paschoa

Lisboa, 1944
Edições Infantaria
1.ª edição
18,3 cm x 14,2 cm
228 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Temas de combate, de tiro de combate e de quadros, no terreno
ilustrado
exemplar estimado; miolo no geral limpo
sublinhados nas págs. 34-35, 38-41, 47-49 e 52
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, maio 07, 2019

Charneca do Monte Agreste



DOMINGOS CARVALHO
capa e ilust. Figueiredo Sobral

Lisboa, 1959
Edição da Empresa de Publicidade «Seara Nova»
1.ª edição
19,2 cm x 13,7 cm
70 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do conhecido resistente anti-fascista pai do escritor Mário de Carvalho. Apenas três versos podem definir um ideário e uma dicção:
«Na praça,
desembocam quatro ruas.
Ruas negras como a fome dos moradores. […]»
Várias vezes esteve preso Domingos Carvalho (1919-2008), não por aquilo que não fez, mas por aquilo que este país lhe deve. Da página electrónica Antifascistas da Resistência (13 de Novembro, 2015):
«[…] Em 1951 subscreveu a candidatura de Ruy Luís Gomes à Presidência da República. Em 1957 foi candidato da Oposição à Assembleia Nacional. Em 1958 integrou as campanhas eleitorais de Arlindo Vicente e Humberto Delgado. Conhecido e respeitado comerciante da Baixa de Lisboa, nunca deixou de intervir em favor do mutualismo, do associativismo, do cooperativismo e das causas mais generosas. Sócio e activista da Casa do Alentejo, integrou os seus corpos gerentes em vários mandatos. […]»

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Poesia – I, II e III



JOSÉ GOMES FERREIRA
pref. Alexandre Pinheiro Torres


Lisboa, 1962 e 1961
Portugália Editora
2.ª edição (I e II) e 1.ª edição (III)
3 volumes (completo)
20,4 cm x 14,5 cm
[LXVIII págs. + 144 págs.] + 172 págs. + [2 págs. + 180 págs.]
composição manual e impressão na mítica Tipografia Ideal sobre papel avergoado
exemplares estimados, ligeira sujidade nas capas; miolo limpo
CONJUNTO VALORIZADO PELAS DEDICATÓRIAS MANUSCRITAS NOS VOLS. I - II AO POETA ANTÓNIO LUÍS MOITA
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião poética abrangendo a produção do poeta entre 1931 e 1950.

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A Poesia Continua


JOSÉ GOMES FERREIRA
capa de Vitorino Martins

Lisboa, 1981
Moraes Editores
1.ª edição
20,1 cm x 13,9 cm
72 págs.
subtítulo: Velhas e novas circunstanciais
exemplar em bom estado de conservação, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Memória de Elefante


ANTÓNIO LOBO ANTUNES

Lisboa, 1979
Editorial Vega
1.ª edição
20,3 cm x 14,3 cm
152 págs.
exemplar estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro daquele que veio a tornar-se um escritor nobilitável.

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domingo, maio 05, 2019

Nasci à Beira do Mar



JOSÉ LOUREIRO BOTAS
capa de Joaquim Rebocho

Lisboa, 1959
Portugália Editora
1.ª edição
19,5 cm x 13,5 cm
128 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Frente ao Mar


JOSÉ LOUREIRO BOTAS
capa de Manuel Ribeiro Pavia

Lisboa, s.d. [1944]
Portugália Editora
1.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
160 págs.
subtítulo: Contos e Novelas
exemplar estimado; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escritor da esfera do neo-realismo centrado na vida pobre e dura do povo da vila piscatória Vieira de Leiria. A sua origem de classe, muito modesta, que só um curso nocturno no Ateneu Comercial de Lisboa lhe permitiu valorizar-se, fez dele um “intelectual” autenticamente representante dos explorados e oprimidos.

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Maré Alta



JOSÉ LOUREIRO BOTAS

Lisboa, 1952
Oficinas Gráficas da Tipografia-Escola da Cadeia Penitenciária [ed. do Autor]
1.ª edição
18,6 cm x 12,3 cm
200 págs.
subtítulo: Contos
capa realçada com relevo seco
exemplar n.º 1702 [de tiragem não declarada] com a chancela do autor
em bom estado de conservação; miolo por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO DRAMATURGO ÁLVARO BENAMOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Livro Verde | The Green Book



aa.vv.
grafismo de José Teófilo Duarte e Luís Filipe Cunha

Lisboa, 1998
Parque Expo 98, S. A.
1.ª edição
bilingue português – inglês
27,4 cm x 27,4 cm
244 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel superior mate
exemplar como novo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Magnífica publicação de incontornável interesse para o estudo do urbanismo e da arquitectura paisagista na cidade de Lisboa, realizada dando conta do projecto de recuperação de toda a zona hoje designada por Parque das Nações. Obra editada sob a direcção científica de Cristina Castel-Branco e Francisco Castro Rego, conta ainda com textos, entre outros, de António Júlio Emerenciano Estácio, Isabel Caetano Ferreira, Vera Ramos, etc.

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Tareja




MAGNUS BERGSTRÖM

Lisboa, 1944
Edição da Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
19,5 cm x 13,1 cm
264 págs.
subtítulo: “Venusta Regina”
impresso sobre papel avergoado
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA EXPRESSIVA DEDICATÓRIA DO AUTOR AO ESCRITOR E JORNALISTA MÁRIO DE FIGUEIREDO
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o investigador Pedro Almeida Vieira, Magnus Albrecht Bergström, nascido em Cabo Verde no ano de 1890, foi escritor e professor; de «ascendência sueca do lado paterno e portuguesa do lado materno. Tendo vindo ainda criança para Portugal, estudou em Faro, Lisboa e Coimbra, formando-se em Direito na Universidade desta última cidade. Linguista por influência do pai, musicólogo – são importantes as conferências que realizou sobre o ensino da música, sobretudo das holandesa, grega e espanhola –, ficcionista, investigador da história portuguesa e crítico literário, foi durante algum tempo professor na Escola Veiga Beirão, dali passando a director editorial da Empresa Nacional de Publicidade, proprietária do Diário de Notícias, cargo que exerceu até morrer. Colaborou no Diário de Lisboa como crítico literário e musical e foi um dos primeiros directores da Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira. Foi co-autor, com Neves Reis, do mais famoso Prontuário Ortográfico e Guia da Língua Portuguesa, editado em 1955 e que contou já com mais de quatro dezenas de edições. Para além de diversos ensaios, escreveu também três obras de ficção: os livros de contos Coitas de Amor (1937) e Alcovas de Antano (1942), e o romance Tareja, Venusta Regina (1944).»

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