segunda-feira, maio 04, 2026

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livros usados (salvo indicação «como novo», ou «novo»)
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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


A Organização da Democracia [junto com] Voronoffs da Democracia



GRUPO RENOVAÇÃO DEMOCRÁTICA
FERNANDO DE PAMPLONA


s.l., 1933 | Lisboa, 1934
Editorial R. D. | Editorial Império
1.ª edição (ambos)
[194 mm x 126 mm] + [233 mm x 165 mm]
296 págs. + [2 págs. + 96 págs. + 2 págs.]
subtítulos: [a] Manifesto politico do grupo “Renovação Democrática”; [b] Resposta ao livro-manifesto da Renovação Democrática
[b] impresso sobre papel superior avergoado
exemplares estimados, capas envelhecidas; miolos limpos, [b] por abrir
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

São subscritores do manifesto Álvaro Ribeiro, António Alvim, Eduardo Salgueiro e Pedro Veiga [Petrus].

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Annaes Politicos da Republica Portuguêsa


JOAQUIM LEITÃO

Porto, 1916
Magalhães & Moniz, L.da – Editores
1.ª edição
234 mm x 171 mm
308 págs.
subtítulo: Da proclamação da Republica ás primeiras tentativas de restauração (Outubro de 1910 – Março de 1911)
modesta encadernação recente inteira em pano cru com as capas da brochura espelhadas
não aparado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Humberto Delgado Antes... e Depois...


[ANÓNIMO]

Lisboa, 1961
s.i.
[1.ª edição ?]
203 mm x 141 mm
40 págs.
ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Caderno seguramente editado pelo governo salazarista, cumprindo a função contra-informativa do regime ao opositor Humberto Delgado, que fôra candidato a presidente em 1958. Preparava-se, assim, o terreno para o assassinato do «general sem medo».
No vertente exemplar, ainda é visível parte da marca-do-dia dos correios (4.61.21H – LISBOA).

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The Memoirs of General Delgado


[HUMBERTO DELGADO]
sobrecapa de Donald Greene


Londres, 1964
Cassell & Company Ltd
1.ª edição
texto em inglês
219 mm x 148 mm
XII págs. + 236 págs. + 10 págs. em extra-texto
ilustrado
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro na lombada, sobrecapa polícroma
exemplar em bom estado de conservação, pequeno rasgão na sobrecapa; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da verdadeira edição original das Memórias, anterior às edições em português.

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Proclamação do General Humberto Delgado – Candidato à Presidência da República [junto com] arquivador de imprensa




HUMBERTO DELGADO
et alii

Luanda, 1958
Editado pelos Serviços da Candidatura em Angola
1.ª edição
[205 mm x 137 mm (brochura)] + [325 mm x 250 mm (arquivador com 23 jornais)]
36 págs. (brochura) + 48 págs. (jornais diversos*)
ilustrados
capa da brochura impressa retro e verso, acabamento com um ponto em arame
exemplares manuseados mas aceitáveis; miolo limpo
acondicionados num belo estojo próprio de fábrica recente
PEÇA DE COLECÇÃO
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Brochura constituída pela proclamação, pelo currículo intelectual, político e militar do general e pela circular de apresentação da candidatura, visando recolher apoios para a mesma.

* Imprensa da época, datada entre 9 e 31 de Maio de 1958, dando notícia da campanha nos jornais República, Diário Ilustrado, Diário Popular, Diário de Lisboa, Diário de Notícias, O Século, Diário do Norte e O Primeiro de Janeiro.

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Marcello Caetano – Confidências no Exílio


JOAQUIM VERÍSSIMO SERRÃO

Lisboa / São Paulo, 1985
Editorial Verbo
6.ª edição
210 mm x 145 mm
408 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Depoimento [junto com] As Mentiras de Marcello Caetano



MARCELLO CAETANO [a]
ANTONIO CRUZ (coronel) e VITORIANO ROSA [b]

Rio de Janeiro – São Paulo, 1975 [a]
Lisboa – Porto – Coimbra – Luanda – Lourenço Marques, 1974 [b]
Distribuidora Record [a]
Agência Portuguesa de Revistas [b]
2.ª edição [a]
1.ª edição [b]
[210 mm x 140 mm] + [213 mm x 149 mm]
250 págs. + 192 págs.
subtítulo do segundo item: Resposta a um falso “Depoimento”
segundo item profusamente ilustrado no corpo do texto com fotografias de época e facsímiles de documentação confidencial do Estado Novo
exemplares muito estimados; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de abertura assinada por Vitoriano Rosa:
«[...] Não se pretende com este livro estabelecer uma polémica, que nada mais redundaria do que “gastar cera com tão ruim defunto”. O que se nos afigura realmente importante é dar ao conhecimento público as provas documentais das mentiras de Marcelo Caetano e mostrar o verdadeiro rosto do Salazar cinicamente sorridente que durante seis longos anos de repressão e de terror enganou o povo português e, gozando agora dos rendimentos e das boas vontades dos amigos, pretende ainda lançar a confusão e preparar o terreno para um regresso à Pinochet. [...]»

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Curso de Iniciação Esotérica


CÍRCULO ESOTÉRICO DA COMUNHÃO DO PENSAMENTO

São Paulo (Brasil), 1946
Emprêsa Editôra “O Pensamento” Ltda.
8.ª edição
230 mm x 157 mm
192 págs.
exemplar estimado, algum desgaste na lombada; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Autorité Spirituelle et Pouvoir Temporel


RENÉ GUÉNON

Paris, 1964
Les Éditions Véga
3.ª edição
texto em francês
225 mm x 141 mm
128 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos de posse do crítico literário Rafael Gomes Filipe
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Pequeno Roteiro da História da Literatura Portuguesa

 

INSTITUTO PORTUGUÊS DO LIVRO
capa e grafismo do cineasta João Botelho, e de Luís Miguel Castro


Lisboa, 1984
Ministério da Cultura
1.ª edição
140 mm x 91 mm
320 págs.
ilustrado
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breviário concebido numa época em que os ministérios (ou as secretarias de Estado) ainda se preocupavam em sugerir ao mundo a cultura literária nacional. O vertente, partindo da fundadora poesia trovadoresca e das novelas de cavalaria, estende-se, o melhor possível, até um escritor nascido em 1957 (Luís Miguel Nava).

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Anunciação e Natal na Poesia Portuguesa

 

ANTÓNIO SALVADO
capa de José Bento de Almeida


s.l., s.d. [1969, seg. BNP]
Editorial Polis
1.ª edição
194 mm x 126 mm
6 págs. + X págs. + 260 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Retrato de Família


FAURE DA ROSA

Lisboa, 1952
Guimarães & C.ª Editores
1.ª edição
188 mm x 126 mm
240 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
ostenta no ante-rosto o carimbo de oferta do Instituto de Cultura Portuguesa
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo a História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, 15.ª ed., Porto Editora, 1989), Faure da Rosa (1912-1985) «apropria a intuição psicológica a um realismo crítico que incide penetrantemente sobre a degradação da família burguesa e sobre os meandros da sensibilidade religiosa na classe média. [...] Está muito próximo da sensibilidade neo-realista.»

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Retrato de Família


FAURE DA ROSA

Lisboa, 1952
Guimarães & C.ª Editores
1.ª edição
180 mm x 119 mm
240 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da segunda obra ficcional do autor, aqui, apesar de ser a primeira edição, ostenta um reencapamento tardio, muito distinto da versão primitiva.

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domingo, maio 03, 2026

Appena un Racconto


ANTÓNIO PEDRO
trad. Adelina Aletti
pref. Gianni-Emilio Simonetti
capa e ilust. Luigi Ontani

Verona (Itália), 1995
Colpo di Fulmine Edizioni
1.ª edição
texto em italiano
200 mm x 155 mm
72 págs.
ilustrado no corpo do texto a negro, e com 10 desenhos a cor em extra-textos
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
juntou-se sobrescrito e carta do director da colecção, José Barrias, dirigida a F. Eduardo Nunes [?] solicitando o endereço do sobrinho de António Pedro
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para a ensaísta Maria de Fátima Marinho (O Surrealismo em Portugal, IN-CM, Lisboa, 1987), António Pedro «atinge o auge da sua produção com características surrealistas» precisamente na vertente obra, comparável – ou pelo menos sob influência – à Nadja e a O Amor Louco, ambas de André Breton, mentor do género.

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Antología

 

HERBERTO HELDER
org. e trad. Jordi Virallonga
capa de Siqui Sánchez (fotog.)

s.l., 2001
Plaza & Janés Editores, S.A.
1.ª edição
texto em castelhano
158 mm x 126 mm
96 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Canto e as Armas


MANUEL ALEGRE

s.l., 1970
[Poesia Nosso Tempo]
2.ª edição
185 mm x 116 mm
144 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Deste livro pode dizer-se que as armas estavam em boas mãos. A única apreciação, nada literária, que o regime fascista dele fez resume-se a uma folha de Almaço azul timbrada Polícia Internacional e de Defesa do Estado, que se encontra na Torre do Tombo (ver Livros Proibidos no Estado Novo, Assembleia da República, Lisboa, 2005), em cuja primeira página reza assim o agente da autoridade:
«Superiormente encarregado de contactar com [...], residente na [...], mãe de Manuel Alegre, autor do livro intitulado “O Canto e as Armas”, o qual se encontra proibido de circular no País, a fim de se saber qual o destino que deu a 5.000 exemplares do livro referido, impresso na Tipografia Camões, na Póvoa de Varzim, cumpre-me informar V. Ex.ª o seguinte:
Na verdade, a referenciada mandou imprimir na Tipografia Camões, na Póvoa de Varzim, 2.000 exemplares do livro intitulado “O Canto e as Armas” e não 5.000.
No espaço de seis dias todos os exemplares foram esgotados, na sua maioria distribuidos a livrarias desta cidade.
Quis ainda esclarecer que de várias partes têm surgido pedidos, o que lamenta não poder satisfazer.
Dada a sua condição de mulher, que não abdica dos seus princípios democráticos e consequentemente da defesa da “liberdade”, tomou a iniciativa de mandar imprimir o citado livro, com algumas alterações de acordo com o filho, tendo-se, para o efeito, deslocado em automóvel a várias partes na companhia de um indivíduo que não divulgou o nome, dado que seu marido, por princípio, não gosta de se meter em tais assuntos, embora respeite as “ideias” do filho. [...]»

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Montedor


J. RENTES DE CARVALHO
pref. António José Saraiva
capa de Pilo da Silva

Lisboa, 1968
Prelo – Soc. Gráfica Editorial, Lda.
1.ª edição
196 mm x 143 mm
224 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse à cabeça da pág. 7
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tornou-se não há muito tempo num desses escritores que, com obra feita, entram, por artes mágicas, na moda. Delírio traiçoeiro. Atrevido, faz parte de um grupo de escribas com lata para se julgarem à altura de estender a boa farinha de que Eça se serviu para criar esse zénite da literatura portuguesa que é Os Maias. Sem desprimor para a sua obra própria e pretérita, que José Saramago reconheceu desde logo na revista Seara Nova (Maio de 1968):
«[...] Não se acredita, e acontece. [...] Com Montedor e Rentes de Carvalho apareceram um romance e um autor inesperadamente sólidos. [...]
Montedor será um romance pícaro, como diz António José Saraiva no prefácio que para ele escreveu. Mas é também um livro que nos deixou uma funda e persistente impressão de tristeza. [...] A gente que povoa este romance não tem futuro. Rentes de Carvalho, sem intervir pessoalmente, como o faria um moralista qualquer, faz obra de moralista algo céptico, despido de ilusões, ciente de que esta vida é uma “magnífica” trituração. Entende que não tem grandes motivos para acreditar nas suas personagens – e não o esconde. O espectáculo é tão pouco reconfortante que de repente nos vem a vontade de propor uma diferente leitura para o título do livro: Monte Dor. Uma dor que não grita nem esbraceja, mas que faz crispar o sorriso em Montedor.»

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Marés

 

ALVES REDOL
[capa de Manuel Ribeiro de Pavia
*]

Lisboa, s.d.
Editorial «Inquérito», L.da
3.ª edição
193 mm x 125 mm
360 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

* A partir da segunda edição (em 1944), e com a transferência de Redol, vindo da Livraria Portugália, para a mais radical «Inquérito», Marés passa a ostentar na capa um desenho de Manuel Ribeiro de Pavia representando uma cena de carga policial a cavalo contra a multidão indefesa, o que constitui excepção na obra gráfica deste artista. (Agradece-se ao designer Jorge Silva a chamada de atenção para este pormenor.)

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O Cavalo Espantado


ALVES REDOL
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1960
Portugália Editora
1.ª edição
193 mm x 132 mm
328 págs.
exemplar estimado, pequena falha de cartolina no topo superior da lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o escritor António Quadros (fichas de leitura para o departamento de aquisições da Fundação Calouste Gulbenkian): «É este um dos melhores, senão o melhor romance de Alves Redol. Afastando-se aqui do neo-realismo, escreveu uma narrativa cujos principais personagens são um casal de refugiados judeus, durante a guerra, e um funcionário português de um consulado sul-americano. Romance de tipo psicológico; põe em relevo a estrutural seriedade de espírito do português, que não conhece racismos e é humano e compreensivo no seu trato com estrangeiros. Livro francamente recomendável.»

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A Jangada de Pedra [junto com cartaz da adaptação cinematográfica]



JOSÉ SARAMAGO
George Sluizer, realizador

Lisboa – Portugal | Índia, 1986 (livro) e 2002 (filme)
Editorial Caminho | MGS Film
1.ª edição
[21 cm x 13,5 cm (livro)] + [97 cm x 68 cm (cartaz)]
332 págs. + 1 cartaz
cartaz impresso em offset
exemplares estimados; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do discurso pronunciado na Academia Sueca por altura da atribuição do Prémio Nobel:
«[...] Fruto imediato do ressentimento colectivo português pelos desdéns históricos da Europa (mais exacto seria dizer fruto de um meu ressentimento pessoal...), o romance que então escrevi – A Jangada de Pedra – separou do continente europeu toda a Península Ibérica para a transformar numa grande ilha flutuante, movendo-se sem remos, nem velas, nem hélices[,] em direcção ao Sul do mundo, “massa de pedra e terra, coberta de cidades, aldeias, rios, bosques, fábricas, matos bravios, campos cultivados, com a sua gente e os seus animais”, a caminho de uma utopia nova: o encontro cultural dos povos peninsulares com os povos do outro lado do Atlântico, desafiando assim, a tanto a minha estratégia se atreveu, o domínio sufocante que os Estados Unidos da América do Norte vêm exercendo naquelas paragens... [...]»
A versão cinematográfica, entregue ao realizador alemão George Sluizer (1932-2014), foi produzida pela MGS Film, uma fábrica desses filmes indianos que inundam o mercado oriental (e por todo o mundo onde aterrem hindus), esse género xaroposo cor-de-rosa conhecido por bollywood.

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O Som de Martin Codax


MANUEL PEDRO FERREIRA
pref. Celso Ferreira da Cunha
índice analítico de Clara Castro
desenho da notação musical de José António Batata
grafismo de Vasco Rosa

Lisboa, 1986
Unisys / Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição
bilingue português-inglês
[300 mm x 217 mm] + Ø 173 mm
[XX págs. + 226 págs. + 8 págs. e 1 desdobrável em extra-textos] + 1 vinil
subtítulo: Sobre a dimensão musical da lírica galego-portuguesa (séculos XII-XIV)
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, disco como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

O disco inclui seis temas musicais interpretados pela soprano Helena Afonso, acompanhada por José Peixoto no alaúde.

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O Nosso Amargo Cancioneiro

 

JOSÉ VIALE MOUTINHO
capa de Marco

Porto, 1973
Livraria Paisagem, Editora
2.ª edição («revista e actualizada»)
200 mm x 127 mm
224 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acertadamente refere Viale Moutinho, no seu prefácio, «um caminho – o da amargura», ao caracterizar o «momento fecundo da primeira metade de 1972» na intervenção continuada dos cantores sociais, em que um Zeca Afonso, ou um Adriano Correia de Oliveira, ou um Luís Cília, ou um José Mário Branco, ou um Sérgio Godinho foram pontos de referência à navegação de assalto às mentiras do Estado Novo. Num substancial resumo da enorme diversidade de poemas cantados nessa época, vamos encontrar a escrita directa de poetas como Afonso Duarte, Alexandre O’Neill, António Borges Coelho, António Cabral, António Gedeão, António Rebordão Navarro, Carlos de Oliveira, Daniel Filipe, Eduardo Valente da Fonseca, Fernando Assis Pacheco, Fiama Hasse Pais Brandão, João Apolinário, Ary dos Santos, José Gomes Ferreira, Saramago, Manuel Alegre, Maria Teresa Horta, Natália Correia, Orlando da Costa, Raul de Carvalho, Reinaldo Ferreira, Sophia de Mello Breyner, Urbano Tavares Rodrigues, etc.
Outros tempos, estes em que cantores cantavam poetas de referência, em vez de gargarejarem umas coisas que lhes ocorrem no banheiro.

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Trovas


D. DINIS
org. e pref. Natália Correia
capa de Duarte Chaparreiro

Alfragide – Damaia, 1970
Galeria Panorama | Tertúlia do Livro
s.i.
206 mm x 145 mm
2 págs. + 168 págs. + 16 folhas em extra-texto
ilustrado
encadernação editorial em sintético impresso na pasta anterior
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da História da Literatura Portuguesa de António José Saraiva / Óscar Lopes (15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989):
«[...] Conhecem-se três Cancioneiros ou colectâneas, aliás estreitamente aparentadas entre si, de poemas de autores diversos em língua galego-portuguesa. O mais antigo, o Cancioneiro da Ajuda, foi provavelmente compilado ou copiado na corte de Afonso X, o Sábio, em fins do século XIII. Os outros dois, o Cancioneiro da Biblioteca Nacional (antigo Colocci-Brancutti) e o Cancioneiro da Vaticana são apógrafos ou cópias, realizadas em Itália no século XVI sobre originais que datam provavelmente do século XIV. [...] É bem possível que estejamos em presença de sucessivas cópias de uma e a mesma colecção, que se iria talvez encorpando pouco a pouco [...].»
O nosso rei D. Dinis (1261-1325) figura aí com o maior acervo de criações poéticas, génio literário que terá herdado do seu avô, o referido Afonso X de Castela.

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Casa e Ducado de Aveiro e Sua Representação Actual


J. T. [JOSÉ TIMÓTEO] MONTALVÃO MACHADO

Lisboa, 1971
s.e. [ed. autor ?]
1.ª edição
260 mm x 195 mm
88 págs. + 6 desdobráveis em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, abril 28, 2026

Lufada de Ar

 


ANNIE LE BRUN
posf. Eliane Robert Moraes
trad. Matteo Pupillo
capa de João Pedro Trindade
paginação binária e grafismo de PCD


Lisboa, 2026
Barco Bêbado
1.ª edição
177 mm x 109 mm
140 págs.
exemplar novo
18,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem:
«[…] recuso-me deliberadamente a atender a este movimento de pêndulo entre a tolice de uma poesia com mensagem, cujo expoente mais sinistro continua a ser a poesia empenhada, e a inépcia de uma poetização gratuita cujas produções inesgotáveis são as únicas capazes de alimentar as exigências de um consumo cultural agora em voga. Mas agora que a possibilidade de aniquilamento pertence, de facto, à ordem do real, é urgente medir o verdadeiro alcance deste debate aparentemente literário. […]»

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Escritos Diversos

 

BERNARD RÉQUICHOT
pref. Claire Viallat-Patonnier
trad. Joana Jacinto
paginação binária e grafismo de PCD


Lisboa, 2026
Barco Bêbado
1.ª edição
210 mm x 130 mm
216 págs.
títulos incluídos: Fausto; Textos dispersos; Cartas a um amigo; Diário sem datas; Poemas; Escritas ilegíveis
ilustrado a cor e a negro
exemplar novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
«[…] Uma parte do trabalho de Réquichot reside, com efeito, na desconstrução tanto da linguagem quanto das formas. O artista divide as frases e as palavras para recompor o todo em fusões linguísticas ou surpreendentes invenções fonéticas, ricas em significado e força expressiva. Recorta figuras de revistas que compra em série, recupera partes de objectos, pedaços de osso e amalgama tudo isto através da pintura. Estabelece-se assim um diálogo entre a obra plástica e a obra escrita, que revela, para além da diversidade das práticas, a coerência da abordagem. […]»

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Gaveta de Nuvens


JOSÉ GOMES FERREIRA
capa de Dorindo de Carvalho

Lisboa, 1975
Diabril Editora
1.ª edição
189 mm x 140 mm
240 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assinou Luís Forjaz Trigueiros uma nota de leitura para os serviços das Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian:
«Um dos motivos de interesse – interesse predominantemente no campo da crítica literária – deste livro de José Gomes Ferreira, reside na originalidade, no nosso meio, da intersecção crítica-memorialismo e, ao mesmo tempo, em certa e inovadora “descontracção”, digamos assim, com que os problemas de natureza estético-histórico-literária (Garrett, Guilherme Braga, por ex.) são abordados. Sem dúvida que são páginas de análise crítica muito bem estruturadas e conduzidas, mas apresentadas com um à vontade despretensioso que as torna por vezes aliciantes. [...]»

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O Irreal Quotidiano


JOSÉ GOMES FERREIRA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1971
Portugália Editora
1.ª edição
191 mm x 140 mm
304 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«Como todos os livros de José Gomes Ferreira, também este é uma aventura com Pessoas e Palavras, uma aventura que vai do concreto da pedra irreal – a Cidade que se auto-destrói – à irrealidade do sonho concreto – a palavra que reinventa a Cidade.
Real e irreal coabitando na mesma ironia que o poeta constantemente assume – este O Irreal Quotidiano passa, com a mesma aparente facilidade – ou seja, com a simplicidade transcendente – do particular ao universal, do fugaz ao permanente, do cómico ao trágico que no distanciamento se nega. [...]»

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A Noite e o Riso


NUNO BRAGANÇA
capa de Mendes de Oliveira


Lisboa, 1969
Moraes Editores
1.ª edição
189 mm x 120 mm
344 págs.
subtítulo: Tríptico
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome completo Nuno Manuel Maria Caupers de Bragança, até a redução que lhe fez denota o corte com uma sociedade de espartilhos, saias com folhos, polainas e plastrons. E é isso a que a sua escrita literária procede: ao corte com os pergaminhos. Directa, principalmente, livro que prossegue a radicalidade do vertente, sendo o primeiro grande livro publicado após o 25 de Abril, dos que os escritores diziam ter “na gaveta” por causa da censura, verificou-se ser também quase o único. Não existirá ficcionista seu contemporâneo que não tenha ido aí beber, ao seu sarcasmo caricatural e à sua demolição morfológica e sintáctica.
Fez parte do núcleo fundador de O Tempo e o Modo.

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1817 – A Conspiração de Gomes Freire



RAUL BRANDÃO

Porto, 1917
Edição da «Renascença Portuguesa»
2.ª edição
183 mm x 124 mm
324 págs.
subtítulo: Quem matou Gomes Freire – Beresford, D. Miguel Forjaz, o principal Souza – Mathilde de Faria e Mello
ilustrado
modesta encadernação de amador em meia-inglesa, com rótulo gravado a ouro na lombada
aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ainda hoje constitui este livro uma das mais sérias avaliações do momento em referência na História nacional.

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Tractatus Contra Madianitas et Ismaelitas


JUAN DE TORQUEMADA
pref. e notas de Nicolas Lopez Martinez e de Vicente Proaño Gil

Burgos, 1957
Publicaciones del Seminario Metropolitano de Burgos
s.i.
texto em castelhano
24,3 cm x 17,5 cm
152 págs.
subtítulo: Defensa de los Judios Conversos
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Opúsculo escrito pelo cardeal Torquemada (1388-1468) a propósito da revolta popular de Toledo em 1449, «[...] a raíz de la cual se discuten algunos de los más importantes derechos sociales de los conversos del judaísmo [...]». Não sendo o único texto versando então tal matéria, é seguramente – segundo os compiladores – o mais importante, dada a cultura e o estatuto do seu autor.

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domingo, abril 26, 2026

Zara

 

ANTHERO DE QUENTAL
pref. Joaquim de Araujo


Lisboa, 1925
Imprensa Nacional
2.ª edição polyglotta
199 mm x 139 mm
XVI págs. + 96 págs.
impresso sobre papel de linho fino
exemplar estimado; miolo irrepreensível
tiragem declarada de apenas 500 exemplares
INCLUI O RARO RETRATO DA HOMENAGEADA (PROVA FOTOGRÁFICA) ZARA, FALECIDA IRMÃ DO POETA
170,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Gomes Leal na Intimidade


LADISLAU BATALHA
pref. Albino Forjaz de Sampaio

Lisboa, 1933
Livraria Peninsular Editora de José da Silva Oliveira
1.ª edição
189 mm x 126 mm
XVI págs. + 208 págs. + 2 folhas em extra-texto
ilustrado em separado
exemplar em bom estado de conservação, rótulo colado na lombada; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, abril 25, 2026

A Cidade e a Planície


FAURE DA ROSA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1962
Portugália Editora
1.ª edição
192 mm x 130 mm
264 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Poemas


POLÍBIO GOMES DOS SANTOS
nota de abertura de Carlos de Oliveira
prefácio de José Marmelo e Silva
poema homenagem de Vitorino Nemésio
nota de badana de Fernando Namora


Porto, 1981
Limiar
1.ª edição [da obra reunida]
205 mm x 124 mm
96 págs.
direcção literária do poeta Egito Gonçalves
direcção gráfica de Armando Alves
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

A par do poeta Carlos de Oliveira, foi um dos expoentes da geração contemporânea da II Guerra Mundial, e da resistência a uma sociedade pantanosa. Esta edição, para além do extenso estudo que é o prefácio de Marmelo e Silva, junta os seus dois únicos livros publicados: As Três Pessoas e Voz Que Escuta.

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Para Sempre

 

vergílio ferreira
ilust. Júlio Resende
grafismo de Armando Alves


s.l. [Porto], 1993
Edições ASA
edição monumental
295 mm x 232 mm (estojo)
224 págs. (12 das quais com cromos colados)
profusamente ilustrado a cor
impresso a cinza sobre papel Marina
encadernação editorial inteira em tela gravada a seco na pasta anterior e na lombada, cromo impresso a cor colado na pasta anterior, sobrecapa polícroma
volume protegido por estojo editorial em tela gravada a seco
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

De uma entrevista concedida pelo Autor ao jornalista Francisco José Viegas para a revista Ler (Primavera de 1988):
«[...] P. — Que significado dá à expressão “para sempre”?
R. — Não sei. Você faz-me uma pergunta agora, e agora é que eu tenho de pensar...
P. — Claro...
R. — Não sei... é uma certa dose de nostalgia, de fim de vida que se realizou completamente. É isso. Completamente. É a historia de um homem que fechou o ciclo da vida e que rememora, procurando cortar um pouco o mel e a doçura desse prazer da evocação com acidez e ironia.
P. — Por que razão insistiu nessa versão da vida com este novo título, Até ao Fim?
R. — Porque eu queria dizer, de algum modo, que a destruição dos valores (que é o que marca de um modo geral, os actos que hoje dominam certas áreas da juventude) é uma coisa terrível. E queria, por uma razão de amizade para com o António Ramos Rosa, encontrar um verso dele que significasse isso, que dissesse isso. E foi: “perseguido até ao fim, acho o mar”. Este verso resume o meu objectivo. Achar o mar como um símbolo, como uma metáfora dessa alegria, que é a alegria da pacificação, da eternidade, da plenitude, da juventude plena. Depois há outra coisa, evidentemente: eu quis sempre que os títulos dos meus livros tivessem alguma coisa de si próprios, um certo valor estético. Não me interessam os títulos puramente designativos, como o rótulo de um frasco. Quero que o título seja em si mesmo um sinal e um valor estético e poético. Que fosse uma abertura, um começo de um poema. [...]»

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