sexta-feira, setembro 18, 2020

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


«por menos, só talvez no Biafra»


VITOR SILVA TAVARES
MÁRIO CESARINY
SÉRGIO LIMA

capa de Carlos Ferreiro

Lisboa, 2020
Barco Bêbado | viúva frenesi
1.ª edição [única]
190 mm x 130 mm
56 págs.
subtítulo: Troca de correspondência
ilustrado
exemplar novo
15,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio dos editores Emanuel Cameira e Paulo da Costa Domingos:
«Tem-se, por vezes, a sorte de ler aquilo que poetas e editores entre si trocam de mensagens. Fala-se de livros, fala-se do como dar a ler a oficina poética em páginas límpidas. Conspira-se sobre esboços a legar ao Futuro. Tem-se, por vezes, sorte. A sorte de testemunhar da fábrica, a sorte de sermos nós o autêntico destinatário, o alvo verdadeiramente cultural de preocupações e minúcias editoriais. Cuja implícita pedagogia é de agradecermos.
Aqui, numa toada que nos faz lembrar o bailado felino de dois gigantes criativos que se respeitam mutuamente e que, mutuamente, procuram eles (e encontram) o melhor terreno para a travessia dalguma arte vinda do outro lado do oceano. E se é um triângulo o que aqui temos, não é ele o buraco negro sorvedouro de matéria, mas, isso sim, o triângulo “amoroso” revelador do espírito de uma época culta irrepetível. Tirar o véu a cartas desta valia, que circunstâncias várias acabam, tantas vezes, por votar a uma invisibilidade perene – não fosse a acção dos que se dedicam, com obstinado entusiasmo, à preservação de arquivos e da memória histórica – favorece, pois, a possibilidade de enquadrar, de avivar protagonismos, de desenterrar detalhes dessa extraordinária aventura humana, poética e/ou editorial.
Em cena: Mário Cesariny, poeta-ex-editor proponente de um original inédito do poeta brasileiro Sérgio Lima, a Vitor Silva Tavares, editor-poeta e guardião do Subterrâneo Três. O livro a que tudo se refere – Aluvião Rei – sairia chancelado & etc, no mês de Setembro de 1992.
Da transcrição dos manuscritos, vai aproximativamente diplomática.»

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Desinformation

 



RICHARD METZGER
et alii
grafismo de Leen Al-Bassam


Nova Iorque, 2002
The Desinformation Company Ltd.
1.ª edição
texto e som em inglês
[242 mm x 173 mm (livro)] + [191 mm x 135 mm (dvds)]
176 págs. + 2 dvds região 0]
subtítulos: [livro:] The Interviews; [dvds:] The Complete Series
livro profusamente ilustrado a cor
exemplares como novos
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entrevistas baseadas numa série televisiva homónima, em que o público e os leitores são postos perante formas de pensamento radicais acerca de temas que vão do satanismo à pornografia, da música popular norte-americana ao travestismo, da cibernética às teorias políticas conspirativas, à pintura, às artes performativas. São convidados do programa, entre outros, Robert Anton Wilson, Howard Bloom, Douglas Rushkoff, Kembra Pfahler, Grant Morrison, Genesis P-Orridge, Kenneth Anger, Marilyn Manson, etc.

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Obras de […]

 


RAUL DE CARVALHO
ilust. Mário Cesariny
grafismo de José Serrão

Lisboa, 1993
Editorial Caminho, SA
1.ª edição
199 mm x 135 mm
1.048 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: I – Obra Publicada em Livro
encadernação editorial em sintético gravada a ouro e cinza na pasta anterior e na lombada, sobrecapa em papel e acetato
exemplar como novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião da obra poética completa do poeta alentejano Raul de Carvalho (1920-1984).

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quinta-feira, setembro 17, 2020

O Douro em Brasas…


KOL D’ALVARENGA
capa de F. da Silva Gouveia

Porto, s.d. [1927]
Companhia Portuguesa Editora, L.da
1.ª edição
193 mm x 124 mm
168 págs.
exemplar com a capa envelhecida mas aceitável; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Mário Kol d’Alvarenga (1892-1967) distinguiu-se como democrata, agrónomo e amante da literatura. Como agrónomo, teve papel importante na dinamização da quinta agrícola de Santa Cruz do Bispo e no estudo das culturas do vinho. Foi antifascista militante em correntes republicanas. O vertente livro é uma obra de referência no estudo da região duriense.

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Almanaque Lello [para 1930]


KOL D’ALVARENGA [coord.]

Porto, s.d. [1929]
Livraria Chardron de Lello & Irmão, Lda. Edit.
[1.ª edição]
197 mm x 132 mm
32 págs. + 352 págs. + 64 págs. + 1 folha em extra-texto (cor) + 1 recorte publicitário preso por fio entrançado
é o volume do 2.º ano da publicação
profusamente ilustrado
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo irrepreensível
peça de colecção
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Elaborado à luz do popular modelo francês da livraria Hachette, é decisivamente o mais rico e interessante na multiplicidade da informação avulsa proporcionada.
Chame-se a atenção para as páginas atribuídas a anunciantes, cujas publicidades constituem hoje um incontornável documento, não só para a história das artes gráficas, mas também história do comércio e da indústria.

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Manta de Farrapos



JOÃO DE ARAÚJO CORREIA

Lisboa, 1962
Imprensa do Douro Editora
1.ª edição
19,2 cm x 13,2 cm
256 págs.
composto manualmente em Elzevir e impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994):
«[...] A sua vida dividiu-se entre o exercício da profissão de médico rural e o cultivo das letras [...]. Convivendo desde criança com os clássicos [...], pode ele mesmo ser considerado um clássico, pelo cuidado constante com que trata a língua, tanto escrita como falada, pela procura aturada do termo mais expressivo e genuíno, pelo vigor e castigado da frase – podada até ao despojamento e à secura. [...]
A sua sensibilidade, tecendo secretas e essenciais correspondências com o seu pequeno país, “o país vinhateiro”, é, como ele, rude, agreste, indomável, mas como ele também humanizada, e de uma doçura sem nome quando frutifica em vinho e mel. [...]»

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Folhas de Xisto

 


JOÃO DE ARAÚJO CORREIA
capa de Mirão

Régua, 1959
Imprensa do Douro – Editora
1.ª edição
195 mm x 132 mm
192 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Terra Ingrata



JOÃO DE ARAÚJO CORREIA

Lisboa, 1946
Portugália Editora
1.ª edição
18,5 cm x 13,1 cm
240 págs.
belíssima encadernação com o selo de Raúl de Almeida («encad. dour.») inteira em pano com motivos florais, rótulo de pele gravado a ouro e colado na lombada
pouco aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Neve Sobre o Mar




JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1968
Guimarães Editores
5.ª edição
192 mm x 127 mm
348 págs.
exemplar estimado, capa um pouco gasta; miolo limpo
VALORIZADO PELA EXPRESSIVA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCULTOR LAGOA HENRIQUES
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

A guerra e os destinos por esta destroçados, as torres de Manhattan e a amplidão do Atlântico, o vasto mundo, sua inquietação e suas angústias, passam nas páginas do vertente livro de contos.

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Aldeia Nova



MANUEL DA FONSECA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1964
Portugália Editora
3.ª edição
187 mm x 133 mm
240 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o primeiro livro em prosa do autor, dando-nos o retrato de um Alentejo empobrecido de que o Partido Comunista Português fez campo de preparação ideológica, e até física, para a resistência à ditadura de Salazar.

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Ensaios de Escreviver


URBANO TAVARES RODRIGUES
capa e grafismo de Armando Alves

Porto, 1970
Editorial Inova Limitada
1.ª edição
194 mm x 140 mm
284 págs.
capa impressa frente e verso
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de interessantes artigos que Urbano Tavares Rodrigues (1923-2013) foi espalhando pela imprensa da sua época.

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quarta-feira, setembro 16, 2020

Olhos de Água




ALVES REDOL
ilustrações de Lima de Freitas

Lisboa, s.d. [1954]
Centro Bibliográfico
1.ª edição
195 mm x 140 mm
344 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o escritor António Quadros (fichas de leitura para o departamento de aquisições da Fundação Calouste Gulbenkian), que, numa leitura tardia em Janeiro de 1961, é de opinião que a dita fundação não adquira o livro de Redol:
«Narrativas que apresentam a paisagem, costumes, lendas e geografia humana do Ribatejo. O livro tem páginas de excelente qualidade literária, mas quando descreve figuras da burguesia ou da aristocracia rural, fá-lo através de uma crítica viperina, que não me parece propícia à manutenção de uma boa harmonia entre as classes. As páginas sobre a lezíria, os campinos e os toiros são magníficas. [...]»
Normalmente, estes actos de fiscalização literária negacionista a que a Gulbenkian procedia, eram verdadeiros selos da autenticidade e da modernidade resistente dos autores visados.

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Algumas Palavras


EDUARDO GUERRA CARNEIRO

Tomar, 1969
Nova Realidade – Júlio Estudante, Livreiro (edição do autor)
1.ª edição
208 mm x 115 mm
80 págs.
capa em cartolina negra coberta por sobrecapa a cor
exemplar estimado, sobrecapa com restauro no topo; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Isto Anda Tudo Ligado

EDUARDO GUERRA CARNEIRO

s.l., 1970
Cadernos Peninsulares
1.ª edição
180 mm x 110 mm
80 págs.
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Viajante Oxalá

 

ANTÓNIO BARAHONA

Lisboa, 1986
Guimarães Editores
1.ª edição
216 mm x 155 mm
80 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Única Grande Ode



MUHAMMAD RASHID
[António Barahona da Fonseca]

Lisboa, 1978
Kali-Yuga [ed. do Autor]
2.ª edição *
20,8 cm x 14,6 cm
32 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Não se trata de um qualquer pseudónimo do poeta António Barahona da Fonseca, mas do seu nome tomado por conversão ao Islão. O livro em si mesmo, vindo de alguém que até já passara pelo surrealismo e que, após muçulmano, já voltou a deixar de o ser, é uma interessante curiosidade, embora muito aquém, por exemplo, da altíssima qualidade poética de The Kasîdah of Hâjî Abdû el-Yezdî (Richard F. Burton).

* A “primeira edição” – diz o poeta numa nota – foi «[....] d’emergência, foto-copiada, de 100 ex., vendida pelo autor, interrompida no ex. n.º 31, 1977».

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Prometeu

 

JORGE SILVA MELO
capa de Sofia Areal


Lisboa, 1997
& etc – Edições Culturais do Subterrâneo, Lda.
1.ª edição
175 mm x 155 mm
188 págs.
subtítulo: Rascunhos
exemplar estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Boas Intenções



 

AUGUSTO ABELAIRA
capa de José Cândido


s.l. / s.d. [1963]
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
190 mm x 125 mm
264 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AULTOR AO CRÍTICO LITERÁRIO ÁLVARO SALEMA
40,00 eur (IVA e portes incluídos)



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O Triunfo da Morte


AUGUSTO ABELAIRA
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1981
Sá da Costa Editora
1.ª edição
205 mm x 131 mm
6 págs. + 148 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Relance da Alma Japoneza



WENCESLAU DE MORAES

Lisboa, s.d. [1926]
Portugal-Brasil, Sociedade Editora Arthur Brandão & C.ª
1.ª edição
190 mm x 124 mm
260 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, sinais de foxing na última folha e na contracapa
assinatura de posse no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Admirável retrato do Japão nos seus multifacetados aspectos da tradição, da língua, usos e costumes, instituições, o amor, etc.

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Caruma

 


MANUEL CINTRA
ilust. Luis Manuel Gaspar


Lisboa, 2012
[ed. autor]
1.ª edição
210 mm x 148 mm
24 págs. [não num.]
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Decote da Dama de Espadas



ADÍLIA LOPES
capa de Luis Manuel Gaspar

Lisboa, 1988
Gota de Água / Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição
210 mm x 148 mm
86 págs.
subtítulo: Romances
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA ASSINATURA DA AUTORA
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma autora capaz de transformar o anódino e o irrelevante em literatura, Adília Lopes tem sido das poetisas contemporâneas mais benevolentemente acarinhadas quer pela crítica de serviço, quer pelos editores. E não é correcto dizer-se, como escreveu Osvaldo Manuel Silvestre (in posfácio a Florbela Espanca Espanca, Black Son Editores, Lisboa, 1999), que os livros dela vieram a público «quase todos no circuito das editoras “étnicas”», até porque Adília Lopes nem sequer teve por sorte publicar na província: os seus livros – graças ao deus dela – têm quase todos imprimatur da capital do país. Pode, todavia, afirmar-se, à luz de Silvestre (idemibidem), que «esses livros-livrinhos suscitaram no meio literário a reacção admirativa de quem contempla um unicorne em pleno Rossio (ou melhor: no Campo Grande) [...]» E a escritora lá segue o destino por si traçado, ausente de toda e qualquer discussão por causa da sua já longa obra; ou, como ela própria recentemente escreveu: «[...] A mim perguntaram-me num teste destes [testes de Q. I.]: porque é que as más companhias são más? Não sei qual é a boa resposta. As más companhias são más, isso sei.»

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Minha Senhora de Mim


MARIA TERESA HORTA
capa de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
182 mm x 110 mm
96 págs.
exemplar estimado, sem sinais de quebra na lombada, vinco na contracapa; miolo irrepreensível
inclui a folha promocional do disco de Teresa Paula Brito editado pela Movieplay, complemento da publicação do livro
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Novas Cartas Portuguesas


MARIA ISABEL BARRENO
MARIA TERESA HORTA
MARIA VELHO DA COSTA

Lisboa, 1972
Estúdios Cor
1.ª edição
195 mm x 120 mm
390 págs.
capa impressa a duas cores directas e relevo seco
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nos dias imediatos ao golpe militar do 25 de Abril, na cola da explosão popular contra os poderes dominantes, alguns intelectuais especialmente visados e perseguidos pelo regime anterior deram a conhecer o seu ponto de vista e as suas obras, ou prestando declarações na imprensa ou permitindo a reedição dos seus objectos do ódio policial. E embora já não venham a sofrer idênticas represálias, não deixam de pôr a nu a máscara daqueles que, então, afirmavam “estar a fazer uma revolução para o povo”. Neste sentido, graças ao gigantesco fluxo cultural afecto à desobediência civil, os usos e costumes da multidão anónima, informe e absentista avançaram muito mais rapidamente do que a acção estranguladora dos actores e agentes da nova dominação de classe.

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O Ângulo Raso



FERNANDA BOTELHO
[capa de Carlos Botelho ?*]

Venda Nova – Amadora, 1957
Livraria Bertrand
1.ª edição
188 mm x 123 mm
336 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escreve Graça Abreu na Colóquio / Letras (n.º 161-162, Lisboa, Julho-Dezembro, 2002):
«[...] a arquitectura romanesca de Fernanda Botelho convoca técnicas, registos, géneros, artes e saberes diversificados, em virtuosidade de perfeito e geométrico equilíbrio que lhe permite integrar no romance diarística, lirismo, teatro, géneros romanescos ditos menores, em lúcida e determinada concatenação que lhes concede exactamente o espaço necessário e suficiente para que tenha lugar a problematização que constitui o romance como excesso em relação à narrativa. Romance que se apresenta, de resto, como o lugar onde a pluralidade de processos narrativos encontra a sua razão de ser. Desde o primeiro (O Ângulo Raso), Fernanda Botelho constrói a existência das suas personagens, no que de mais profundo as impulsiona, pela voz dada ao que nelas murmura e que as conduz de modo bem mais decisivo do que os acontecimentos em que participam. [...]»

* Muitas capas deste editor, à época, não indicam nome do artista gráfico ou autor de ilustração, o que dá bem a dimensão do seu desprezo por quem criava a imagem de marca dos livros do seu catálogo...

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Casa na Duna


CARLOS DE OLIVEIRA
capa de Manuel Ribeiro Pavia


Coimbra, 1944
Coimbra Editora, Limitada
2.ª edição
191 mm x 136 mm
216 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Como sempre, num Autor da craveira de Carlos de Oliveira, trata-se de um texto recriado a partir da edição anterior, trabalho literário que nunca findará ao correr das sucessivas edições posteriores.
Chama-se a atenção em particular para a força gráfica da capa.

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Nocturno



AUGUSTO BARREIROS
capa do pintor Costa Pinheiro

Lisboa, 1954
Editorial Adastra (de Alberto Baroeth)
1.ª edição
200 mm x 137 mm
64 págs.
exemplar estimado, vinco na contracapa; miolo limpo
carimbos vários da Sociedade de Língua Portuguesa
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto Manuel Serrão de Faria do Souto Barreiros (1922-2012), figura proeminente e grande proprietário na Golegã, onde o cavalo e os toiros são a essência cultural da lezíria. Deixou vasta obra literária, em que a monografia etnográfica abunda, tendo mesmo recebido o diplomas e medalhas de mérito «pela sua acção no fomento e expansão do folclore ribatejano». (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. V, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2000)

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As “Inocentes”


AUGUSTO DA COSTA
capa de Maria Vasconcellos

Lisboa, 1942
Parceria António Maria Pereira
3.ª edição
193 mm x 130 mm
268 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Odisseia de um Jeep Através do Atlântico



BEN CARLIN
trad. Mário da Costa Pires
capa de Bernardo Marques

Lisboa, s.d. [1956, seg. BNP]
Edição «Livros do Brasil»
1.ª edição
219 mm x 150 mm
288 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] Quanta decisão, quanto espírito de aventura, quanta loucura e até descaramento, foram necessários para levar a bom termo esta audaciosa viagem: a volta ao mundo em “jeep”, de que este livro conta a primeira parte, a travessia do Atlântico! As longas horas passadas no mar, dentro de um “jeep” anfíbio, os temporais desfeitos, as chegadas aos portos, constituem excelentes páginas de descritivo emocionantemente vivido. Do Canadá aos Açores, dos Açores à Madeira, às Canárias, a Marrocos, e depois Lisboa, Madrid, Paris, etc., etc., até à Inglaterra [...]»

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terça-feira, setembro 15, 2020

Vida Conjugal



JOÃO GASPAR SIMÕES
capa de Mário Eloy

Porto, 1936
Edições Presença
1.ª edição
190 mm x 124 mm
8 págs. + 316 págs.
subtítulo: Uma História de Província – II
exemplar estimado, lombada e contracapa um pouco sujas; miolo limpo
carimbo de posse e rubrica de entrada em biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa na capa e no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o segundo volume do díptico Uma História de Província, num estilo proustiano aligeirado e sem a carga introspectiva que faz do escritor de Em Busca do Tempo Perdido um criador de excepção.

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domingo, setembro 13, 2020

Páginas de Política


RAUL PROENÇA

Lisboa, 1972 [2]-1974-1975
Seara Nova
2.ª edição (vols. I e II) e 1.ª edição (vols. III e IV)
4 volumes
22,5 cm x 14,5 cm
284 págs. + 252 págs. + 288 págs. + 280 págs.
capa de Acácio Santos
subtítulo: Obra Política – Edições do Cinquentenário 1921 / 1971
exemplares estimados; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

De grande interesse para o estudo do pensamento opositor à ascensão do fascismo português, e para a compreensão dos erros que haviam levado ao esfacelamento da I República.
De seu nome completo Raul Sangreman Proença, foi um dos responsáveis, com Jaime Cortesão, por aquilo que veio a ser essa instituição de referência que é a Biblioteca Nacional. Defensor de um socialismo não autoritário, foi exactamente a Seara Nova – que ajudou a fundar – a sua tribuna política por excelência.

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Parabens de Portugal, na feliz acclamaçaõ do fidelissimo Rey D. Jozé, unico do nome


FRANCISCO ANTONIO DA SILVA

Lisboa, 1750
Na Officina de Francisco da Silva
1.ª edição [única]
19,8 cm x 15 cm
7 págs. + 1 pág. (branca)
opúsculo protegido por folha de papel de lustro antigo
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo e fresco
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poema ao gosto e ao estilo da época, celebrando a aclamação do dito rei, que teve lugar a 7 de Setembro do referido ano.

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Itinerário Histórico da Poesia Portuguesa



JOÃO GASPAR SIMÕES

Lisboa, 1964
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18,1 cm x 10,4 cm
404 págs.
subtítulo: De 1189 a 1964
colecção BAB
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DO POETA SURREALISTA ANTÓNIO JOSÉ FORTE
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Itinerário Histórico da Poesia Portuguesa


JOÃO GASPAR SIMÕES

Lisboa, 1964
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18 cm x 10,5 cm
404 págs.
subtítulo: De 1189 a 1964
colecção BAB
exemplar em bom estado
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma síntese a que Gaspar Simões procedeu a partir da sua própria obra, de 1958, a História da Poesia Portuguesa.
De grande interesse para estudo e confronto com algumas falsas ideias hoje correntes.

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Camilo



VITORINO NEMÉSIO
abertura de Eugénio de Castro

Coimbra, 1925
Edição da Universidade Livre
1.ª edição
19,6 cm x 13,4 cm
32 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, capa com sinais de fita-gomada; miolo limpo
carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa no frontispício
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve conferência, em que Nemésio, contra Camilo, aproveita para enaltecer Eça de Queirós. Eugénio de Castro, na qualidade de presidente da mesa, nas suas palavras circunstanciais de abertura, dá para perceber que julgava não ir o evento correr assim.

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As Favas Negras


CAMILLO CASTELLO BRANCO

Figueira da Foz, 1924
ed. Alberto Salgueiro [Tipografia Popular]
[1.ª edição em folheto autónomo]
22,5 cm x 12,4 cm
8 págs.
exemplar com a capa solta do miolo e separada da contracapa, com falhas nos cantos; miolo bastante bom, por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota Ao Leitor:
«A “Revolução de Setembro”, no seu número de 19 de Março de 1862, o jornal “Estandarte Vermelho”, de 30 de Janeiro de 1887, e ainda o opúsculo do dr. J. Mendes Martins “A Faculdade de Direito (Professores e doutrinas)”, editado em 1895, inseriram a carta que Camilo Castelo Branco, o gigante da nossa literatura romântica, dirigiu ao então Presidente do Instituto de Coimbra, justificando a rejeição, que fizera, do diploma de sócio honorário daquele grémio universitário, pelo facto de terem aparecido cinco favas pretas na votação da respectiva proposta.
Eram favas demais... E Camilo, que vira a sua entrada na Academia Real das Sciências de Lisboa – proposta por outro gigante da nossa literatura: Alexandre Herculano – sancionada por uma votação a que as favas pretas haviam sido estranhas, devolveu para Coimbra a honraria do Instituto, mas não sem lhe apor alguns daqueles comentários cáusticos que da sua pena faziam implacável bisturi. [...]»


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sábado, setembro 05, 2020

O Imenso Adeus


RAYMOND CHANDLER
trad. Mário Henrique Leiria
capa de Cândido Costa Pinto

Lisboa, s.d.
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição]
16,2 cm x 10,7 cm
334 págs. + VIII págs.
é o n.º 101 da popular Colecção Vampiro
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

O realizador de cinema Robert Altman tentou levar mais longe o êxito deste romance policial. Mas um certo sarcasmo cínico que perpassa pelo texto acabou transformado, pelo actor Elliott Gould, numa palhaçada burlesca. É necessário regressar ao texto – agora de Mário-Henrique Leiria – para reencontrar o estilo e o enfoque... Ou, como diz Ernest Mandel no seu muito estimável ensaio Cadáveres Esquisitos – Uma História Social do Romance Policial (Edições Cotovia, Lisboa, 1993):
«[...] A corrupção da sociedade, principalmente entre os ricos, tornou-se o assunto dominante das intrigas, acompanhada de brutalidade e reflectindo, simultaneamente, a transformação dos valores burgueses desencadeada pela Primeira Guerra Mundial e o impacto do gangsterismo organizado. [...]»

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The Cantos



EZRA POUND

Londres, 1954
Faber & Faber Limited
impresso por Sir Isaac Pitman and Sons Limited
1.ª edição
texto em inglês
20,9 cm x 15 cm
576 págs.
encadernação editorial em tela com gravação a ouro na lombada e sobrecapa impressa a duas cores sobre papel amarelo de fabrico
exemplar estimado, sobrecapa com falhas e restauro; miolo limpo
valorizado pela assinatura de posse do escritor E. M. Melo e Castro
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Melo e Castro terá sido, em Portugal, o grande impulsionador da divulgação do poeta fascista Ezra Pound, através de cuidadas traduções assinadas pelos poetas experimentalistas brasileiros Augusto de Campos, Décio Pignatari, Haroldo de Campos e Lino Grunewald. Não cabe aqui expor a importância revolucionária da complexidade da composição poética com que Pound nos obriga a tê-lo em consideração, sem referir a sua retrógada ideologia totalitária, o seu ódio à democracia. Apesar disso.

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Queda Livre



E. M. DE MELO E CASTRO

Covilhã, 1961
Livraria Nacional
1.ª edição
21,2 cm x 14,3 cm
68 págs. + 1 extra-texto desdobrável
capa e extra-texto de Manuel Baptista
é o n.º 2 da colecção Pedras Brancas
miolo impresso sobre papel azul suave
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de poemas criados ainda sob a tutela do espírito intelectual do grupo Poesia 61 (Gastão Cruz, Fiama, Luiza Neto Jorge, etc.), o autor tomará posteriormente a seu cargo as rédeas do movimento experimentalista-concretista em Portugal.

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