quarta-feira, julho 22, 2026

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

mais de 6.100 obras disponíveis nesta montra
é só ir clicando ao fundo da página
em
Mensagens antigas

contacto:
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]


todas as obras fotografadas correspondem aos exemplares que se encontram à venda
livros usados (salvo indicação «como novo», ou «novo»)
os nossos preços já incluem IVA à taxa em vigor e os custos de envio
todas as encomendas são enviadas em correio registado
international shipping rates
* e-business professional
pagamentos por PayPal, MB Way ou transferência bancária

* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


terça-feira, julho 21, 2026

Cartilha do Marialva ou das Negações Libertinas


JOSÉ CARDOSO PIRES
[capa de Sebastião Rodrigues]

Lisboa, 1966
Editora Ulisseia Limitada
2.ª edição
191 mm x 120 mm
194 págs.
subtítulo: Redigida a propósito de alguns provincianismos comuns e ilustrada com exemplos reais
encadernação editorial com sobrecapa a duas cores directas
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Cartilha do Marialva é um ensaio sobre a via errada, seguida por Portugal, que optou pelo irracionalismo e pelo imobilismo, actualizados e enaltecidos pelo regime salazarista. A figura do marialva, privilegiado em nome da sua família e dos seus haveres patrimoniais, encarna a espécie de provincianismo português que o autor caracteriza em traços negros e caricaturais de modo a fustigá-lo para melhor o erradicar do país. [...]» (Eunice Cabral, José Cardoso Pires, Centro Virtual Camões, pág. electrónica)

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]

Pedras à Beira da Estrada

 

JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1962 e 1971
Guimarães Editores
1.ª edição
2 volumes (completo)
204 mm x 160 mm
324 págs. + 416 págs.
subtítulo do II volume: Notas e Perfis, 1929-1971
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
VALORIZADOS PELAS DEDICATÓRIAS MANUSCRITAS DO AUTOR EM AMBOS OS VOLUMES
juntou-se cartão e sobrescrito do autor a enviar fotocópias de carta de António Luís Gomes em que este expressa a sua opinião acerca da vertente obra

60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo a ficha de leitura assinada por António Quadros para os serviços de aquisição de livros da Fundação Calouste Gulbenkian:
«Colectânea muito irregular de textos sobre figuras da vida portuguesa ou de projecção mundial, alguns dos quais de circunstância. Têm interesse alguns, como os dedicados a Wenceslau de Morais, Columbano, Carlos Malheiro Dias, “Valèry Larbaud e Portugal”, Guilherme de Faria... Outros são meras impressões sem profundidade, escritas em datas de efeméride, que pouco ou nada acrescentam ao conhecimento dos autores tratados. Recomenda-se [...], atendendo-se aos melhores estudos que contem, bem como à personalidade do autor.»
Era assim que os escritores do regime fascista entre si se tratavam.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089
  [chamada para rede móvel nacional]

“Brutos”[,] “Saloios” e “Pulhas”


JOAQUIM DE OLIVEIRA

Lisboa, 1955
Edição do Autor
1.ª edição
205 mm x 148 mm
98 págs.
capa em cartão com cromo colado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR E PELA ASSINATURA DO MESMO NO CÓLOFON
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dramaturgo e, no vertente caso, ensaísta, Joaquim Reis de Oliveira (1897-1980) esteve sempre relegado para a sombra da cultura, dadas as suas simpatias republicanas anti-sidonistas e democráticas anti-salazaristas.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

A Peste



JOAQUIM LEITÃO

Lisboa, 1901
Livraria Central de Gomes de Carvalho – Editor
1.ª edição
185 mm x 126 mm
XVI págs. + 228 págs.
subtítulo: Aspectos moraes da Epidemia Nacional
encadernação da época (muito provavelmente editorial*) em tela encerada com gravação a seco nas pastas e a ouro na lombada
[pouco aparado, sem capas de brochura]
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de J. G. Mazziotti Salema Garção e no frontispício selo branco do mesmo
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Joaquim Leitão (1875-1955), escritor e historiógrafo, durante muitos anos secretário-geral da Academia das Ciências de Lisboa, com vasta obra publicada, em que são relevantes os seus dois livros acerca da queda da monarquia, D. Carlos, o Desventuroso e Os Cem Dias Funestos, mas também a monografia O Palácio de S. Bento. Uma passagem significativa da introdução de A Peste:
«[...] Os fidalgos veem-se reduzidos a não usar o titulo por não poderem pagar os direitos de mercê.
O povo vae a caminho de não poder usar a bandeira da nação por não poder pagar os juros da sua divida externa.
Como os fidalgos tambem, o povo portuguez, a quem a governação esbanjou com concubinas e tipoias de espelhos a legitima da India, do Brasil e lhe não pôde já entregar os seus vinculos d’Africa por o descuido na cobrança os ter feito caducar, – o povo, que não tem uma educação mundana a disfarçar-lhe as emoções, é logicamente, legalmente, um povo triste, que não sabe rir, que não sabe correr, que para defender-se d’algum safanão faria, como unico esforço, o que fazem as creanças doentes: tapar a cara com os braços e receber aninhadas a tapona.
Todo o homem nascido dentro de Portugal, n’este momento historico, por mais saudavel e forte que seja, jámais aprenderá como se dá uma gargalhada.
A geração do sr. Eça de Queiroz ainda conseguiu esboçar um rictus, que deu a ironia das Farpas.
A geração de Fialho d’Almeida já vinha com os dentes ferrados nos beiços, e a sua ironia já é pungente, não sorri por crevetismo, ri nas bochechas do idolo com a violencia de quem desfeiteia por odio e não por garotice.
Depois é que viemos nós, que já nem isto podemos fazer.
A Peste não teve, pois, a animal-a o brilho mundano d’uma ironia de salão, e se quizesse ser demolidora teria de seguir as crispações dos Gatos.
Mas, contra isso tudo conspirava. Os homens, que Fialho d’Almeida atacou com uma violencia e uma independencia inquebrantavel e nobre, ou porque não haja outros melhores ou porque este paiz já não tem laivos de vergonha, são ainda os mesmos que nos governam, que nos representam, e que ainda nos arruinariam, se já não nos houvessem comido tudo quanto nos legaram os avósinhos.
Isto bastava para que não fôra meu empenho nem proposito o apear heroes de opereta e jogar o pim-pam-pum alvejando bonecos a buchas de papel. Depressa me convenci de que a obra demolidora era por agora inutil. O vocabulo pamphletario desbotara-se, a sua intensidade relaxara, e ao chamar-se-lhes ladrões ou chibos, os homens já não córavam nem tremiam. O papel do escriptor revelava-se definitivamente doutrinario, e a tarefa dos demolidores desempenhar-se-hia com outras armas. A penna de fórma alguma convinha: talvez a dynamite. [...]»

* A obra foi originalmente comercializada em fascículos («pamphletos mensaes»), e já aparece, no vertente volume, nas «obras do mesmo auctor», com indicação de preço para a modalidade encadernada.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Os Cem Dias Funestos

 

JOAQUIM LEITÃO

Porto, 1912
Edição do Autor
1.ª edição
199 mm x 130 mm
XXII págs. + 546 págs.
subtítulo: Processo e condemnação do ultimo Presidente do Conselho de 1910, Antonio Teixeira de Sousa, e do seu livro «Para a Historia da Revolução»
ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação recente inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Ditos da Freyra


TITO DE NORONHA
[JOANA DA GAMA]

Porto – Braga, 1872
Livraria Internacional de Ernesto Chardron e Eugenio Chardron
2.ª edição
191 mm x 129 mm
XIV págs. + 108 págs.
título completo: Ditos da freyra (D. Joanna da Gama) conforme a edição quinhentista revistos por Tito de Noronha
títulos quinhentistas: Ditos da Freyra. Ditos diversos feytos por hūa freyra da terceyra regra. Nos quaes se cōtē sentēças muy notaveys, e avisos nacessaríos [seguido de] Trovas vílancetes & sonetos, cātígas & romances agora novamēte feytas, pelo mesmo autor
exemplar estimado, falha de papel na capa; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Não se sabendo exactamente quando nasceu, Joana da Gama faleceu em Évora em Setembro de 1586. Sabe-se, todavia, que esta sua obra foi originalmente publicada, também em Évora, por André de Burgos em 1555. Teresa Leitão de Barros, no seu estudo Escritoras de Portugal, dedica-lhe um capítulo inteiro onde, entre a adivinhação biográfica e histórica, se atreve demolir as qualidades morais e as poéticas de uma mera “anotadora” de máximas e conselhos que lhe ocorriam e de poemas sem pretensão nem escola.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

João César Monteiro [catálogo]

 

JOÃO CÉSAR MONTEIRO
et alii
org. João Nicolau
grafismo de Rita Azevedo Gomes

Lisboa, 2005
Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema
1.ª edição [única]
248 mm x 180 mm
640 págs.
profusamente ilustrado a negro e a cor
exemplar como novo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Iluminações | Uma Cerveja no Inferno

 

JEAN-ARTHUR RIMBAUD
trad., pref. e ilust. Mário Cesariny

Lisboa, 1972
Estúdios Cor
1.ª edição [2.ª edição do segundo título]
185 mm x 115 mm
160 págs. + 7 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE MÁRIO CESARINY
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Summario das Investigações em Samscritología desde 1886 até 1891

 

G. [GUILHERME] DE VASCONCELLOS-ABREU

Lisboa, 1891
Imprensa Nacional
1.ª edição
262 mm x 181 mm
2 págs. + 60 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Opúsculo escripto a convite da Commissão Organizadora do Congresso Internacional de Orientalistas, Londres, 1891
ilustrado
encadernação recente inteira em tela com rótulo gravado a ouro na pasta anterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, acidez no papel
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Morte e Vida Severina e Outros Poemas em Voz Alta


JOÃO CABRAL DE MELO NETO
capa e ilust. Carybé

Rio de Janeiro, 1967
Editôra Sabiá
2.ª edição [1.ª edição conjunta]
210 mm x 142 mm
152 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
é o n.º 2.215 de uma tiragem não declarada
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui este conjunto as obras autónomas «Morte e Vida Severina» (auto), «O Rio» (monólogo), «Bailes» e «Dois Parlamentos», que têm em comum destinarem-se a ser lidos em voz alta.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

segunda-feira, julho 20, 2026

Política Externa de Salazar




MATOS GOMES

Porto, 1953
Edições Além
1.ª edição
192 mm x 127 mm
300 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado com retrato de Salazar
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A LUÍS SUPICO PINTO «FIGURA PRESTIGIOSA DO ESTADO NOVO»
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Apontamentos


IRENE LISBOA

Lisboa, 1943
[ed. Autora ?]
Gráfica Lisbonense
1.ª edição
193 mm x 131 mm
288 págs.
exemplar manuseado mas muito aceitável; miolo irrepreensível
55,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Livro de reflexão acerca de tudo e de nada, em que o exercício intelectual da própria escrita é constantemente interrogado nos seus meios e fins.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

domingo, julho 19, 2026

As Chuvas em Portugal

 

FILIPPE EDUARDO DE ALMEIDA FIGUEIREDO

Lisboa, 1910
Typographia Castro Irmão
1.ª edição
248 mm x 171 mm
50 págs. + 1 desdobrável (grande formato) em extra-texto
subtítulo: Apontamentos de Meteorologia Agricola
exemplar envelhecido mas aceitável, restauros na capa; miolo limpo, papel acidulado
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR (NÃO ASSINADO, CALIGRAFIA CONFIRMADA)
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sexta-feira, julho 17, 2026

O Oiro


ALFREDO CORTEZ
capa de Antonio-Lino


Lisboa, 1959
Editorial Verbo, Lda.
1.ª edição nas Obras Completas
199 mm x 167 mm
76 págs.
subtítulo: Tragédia da raça – 3 actos
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Maldição e Luz


LÚCIO DO VOUGA
capa de Manuel de Sousa Freire

s.l. [Minas da Panesqueira – Beira Baixa], 1950
Edição do Autor («composto e impresso na Tipografia-Escola da Cadeia Penitenciária de Lisboa»)
1.ª edição
192 mm x 125 mm
174 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manuel Maria da Silva, poeta e ficcionista, nasceu na Murtosa em 1911. Trabalhou nos escritórios das Minas da Panasqueira de 1947 a 1962. Sob o pseudónimo de Lúcio do Vouga publicou alguns livros.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

O Cúmplice


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1940
Parceria A. M. Pereira
1.ª edição
192 mm x 132 mm
128 págs.
subtítulo: Peça em 3 actos
impresso sobre papel algodoado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR À ACTRIZ MARIA LALANDE
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Rainer Maria Rilke

 

ROBERT PITROU

Paris, 1938
Éditions Albin Michel
1.ª edição
190 mm x 120 mm
256 págs.
subtítulo: Les Thèmes principaux de son œuvre
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Os Cadernos de Malte Laurids Brigge

 

RAINER MARIA RILKE
trad. e pref. Paulo Quintela

Coimbra, 1955
Instituto Alemão da Universidade de Coimbra
1.ª edição
196 mm x 130 mm
280 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado com retrato do autor (pintura a óleo de Lou Albert-Lasard)
exemplar estimado, lombada com restauros; miolo irrepreensível, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

terça-feira, julho 14, 2026

Roteiro da Ribeira Lima

 

CONDE D’AURORA

Ponte de Lima, 1929
Edição do Autor
1.ª edição
191 mm x 132 mm
200 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (mapa)
composto manualmente e ilustrado no corpo do texto com zinco-gravuras
exemplar estimado; miolo limpo

50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da «Sinfonia de Abertura» tecida por José de Sá Coutinho da Costa de Sousa de Macedo Sottomayor Barreto, 2.º conde de Aurora, nacionalista e juiz nortenho:
«[...] Não me lembro agora onde é que o grande pensador latino Leon Daudet descreve a influencia dos rios na população de suas ribeiras. Mas que importa, se é facto bem demonstrado e sabido que os grandes cursos de agua são directrizes gerais de civilizações. E como é profunda a influencia da beleza e encanto particular de certos rios nas populações de seus vales! Ora de poucos no mundo se póde gabar tanto a formosura como a do Lima, mitologico e lendario.
Nas paginas que vão seguir tentei traçar a ementa do erudito passeio de um dilettanti na Ribeira Lima, peregrinando-a garreteanamente, como dizia Sardinha, o nosso grande emotivo da neo-renascença. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Viagens de Pedro da Covilhan




CONDE DE FICALHO
ilust. Casanova


Lisboa, 1898
Livraria de Antonio Maria Pereira – Editor
1.ª edição
252 mm x 179 mm
XVIII págs. + 368 págs.
ilustrado
encadernação inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada, folhas-de-guarda em papel marmoreado
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
200,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Flores e Canções



CECÍLIA MEIRELES
VIEIRA DA SILVA, ilust.
grafismo de Rolf G. Braün

Rio de Janeiro, 1979
Confraria dos Amigos do Livro
1.ª edição
320 mm x 297 mm
6 págs. + 78 págs.
ilustrado com 18 extra-textos (desenhos e retratos das autoras) colados no miolo
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação editorial inteira em tela com os retratos das autoras colados em rótulo, gravação a branco na pasta anterior
folhas-de-guarda impressas com motivo floral
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 456 de uma tiragem declarada de 1.500 exemplares
100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do posfácio de João Gaspar Simões à Obra Poética de Cecília Meireles (Editôra José Aguilar, Rio de Janeiro, 1958), uma lição para os mentecaptos que defendem o novo “acordo ortográfico”:
«[...] se na poesia de uma Cecília Meireles, muito mais musical que plástica, a arquitectura do verso parece cingir-se às leis clássicas da versificação portuguêsa, fonèticamente a palavra empregada não tem o mesmo valor. A música dessa construção rítmica é inteiramente diversa do que seria se o seu conteúdo fonético fôsse genuìnamente português. E, assim, musical, a poesia de Cecília Meireles só musicalmente atinge o alvo, produzindo a sugestão inerente à sua estrutura rítmica, quando, em verdade, fôr lida por um aparelho fonador obediente aos movimentos musculares inscritos na pronunciação brasileira. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Antologia Poética


CECÍLIA MEIRELES
selec. e coment. Francisco da Cunha Leão e David Mourão-Ferreira

Lisboa, 1968
Guimarães Editores
1.ª edição
216 mm x 162 mm
208 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo palavras do próprio editor da casa Guimarães, Francisco da Cunha Leão, no posfácio:
«Em Cecília Meireles, o lirismo português atinge alturas inexcedíveis. Nenhum poeta do nosso idioma a sobreleva em emocionar com simplicidade, transmitindo o elementar, o subtil ou o complexo, por sugestivas transfigurações, quase de nenhuma coisa feitas, em que se não sente o peso das palavras, só mediante algumas linhas fluidas e pontos cintilantes. A sua expressão verbal tem leveza e transparência. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Esta Noite Sonhei com Brueghel

 

FERNANDA BOTELHO
capa de Júlio Pomar


Lisboa, 1987
Contexto, Editora, Lda.
1.ª edição
205 mm x 148 mm
208 págs.
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo, primeira e última páginas oxidadas pelo contacto com a acidez da cartolina da capa
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Entre Duas Memórias



CARLOS DE OLIVEIRA
capa de Fernando Felgueiras
grafismo de A. Cortês Pinto

Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
182 mm x 111 mm
80 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve obra-prima da poesia portuguesa.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Uma Abelha na Chuva

CARLOS DE OLIVEIRA
capa de Lima de Freitas
fotografias de Augusto Cabrita


Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote
5.ª edição (revista)
180 mm x 119 mm
196 págs. + 6 folhas em extra-texto
ilustrada
capa impressa a três cores directas, assim como a sobrecapa
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além de ter sido revista relativamente às edições anteriores, a vertente tem a particularidade de ser enriquecida pelas reproduções fotográficas do irmão da cantora lírica Dulce Cabrita. O editor, aproveitando a exibição do filme homónimo, realizado por Fernando Lopes, utiliza aqui, na sobrecapa para a vertente edição, um fotograma em podemos ver a actriz Laura Soveral.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Mar Santo


BRANQUINHO DA FONSECA

Lisboa, 1952
Publicações Europa-América
1.ª edição
179 mm x 128 mm
164 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
assinatura de posse no ante-rosto e no rosto
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«Mar Santo é uma expressão da gente da Nazaré. É na Nazaré que a acção decorre. Da sua estadia naquela praia, nos anos 1937 a 1940, onde se demorou no exercício de funções públicas que exigiam um contacto frequente com a classe piscatória, trouxe Branquinho da Fonseca uma vasta documentação etnográfica e filológica que lhe serviu agora de base para este romance. [...]
Ao escritor interessou a humanidade e a poesia do drama da gente da Nazaré, diverso e de cores cortadas como os seus trajes de escossês [...].»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

A Senhora Rattazzi



CAMILLO CASTELLO BRANCO

Porto e Braga, 1880
Livraria Internacional de Ernesto Chardron, Editor
«nova edição mais incorrecta e augmentada»
210 mm x 140 mm
X págs. + 38 págs.
encadernação coeva em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado, lombada envelhecida; miolo limpo no geral limpo, alguma sujidade na última página
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Princesa Rattazzi (ou seja: Marie Studolmire Wyse, princesa de Solms, e depois condessa) foi mulher de letras francesa, embora nascida em Inglaterra, em 1833. Apesar de ser neta de Lucian Bonaparte (irmão de Napoleão I) e filha de Letice Bonaparte e de sir Thomas Wyse, membro do parlamento inglês e ministro plenipotenciário da Grã-Bretanha em Atenas, nada disto obstou a que o escritor Camilo Castelo Branco, vendo-se referido pejorativamente num livro da princesa, Le Portugal à Vol d’Oiseau (1879), viesse a terreiro enxovalhar (literariamente!), pela mofa, essa turista de visita ao nosso país. O texto de Camilo, para além das razões aduzidas, é magnífico de mordacidade e correcção linguística; como elogiou Fialho de Almeida, no seu livro Figuras de Destaque, «Um dos predicados admiráveis desta língua é não cheirar ela nunca a literatura, ser uma língua de acção, embora às vezes bizarra, e com efeitos orquestrais, que tanto lhe vêm dos assuntos, como da combinação rítmica das sílabas. Também raros escritores possuem, como Camilo, a intuição da língua em que convém tratar o assunto, e o poder de inventar, para cada género de tema, o vocabulário, o estilo e a fantasmagoria interior que lhe são próprios.»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Sociedades Primitivas [junto com] Civilizações Fluviais [junto com] Civilizações de Nómadas Sedentarizados [junto com] Primeiras Sociedades Comerciais [junto com] Primeiro Império Comercial


ANTONINO DE SOUSA
FLAUSINO TÔRRES

Lisboa, 1946
Empresa Contemporânea de Edições
1.ª edição
5 volumes (I série – n.os 1 a 5)
194 mm x 133 mm
200 págs. + 240 págs. + 240 págs. + 206 págs. + 204 págs.
exemplares estimados; miolo limpo, primeiro volume por abrir
discreta assinatura de posse no frontispício do quinto volume
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

segunda-feira, julho 13, 2026

O Papel Como Elemento de Identificação

 

ARNALDO FARIA DE ATAIDE E MELO

Lisboa, 1926
Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional
1.ª edição
173 mm x 125 mm
4 págs. + 88 págs. + 8 desdobráveis em extra-texto + 4 págs.
subtítulo: Separata dos n.os 17 e 18, 19 e 20, 21, 22 e 23 dos Anais das Bibliotecas e Arquivos
ilustrado em separado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além de ser um informado estudo da história do papel através dos tempos, são reproduzidas em extra-texto, no final do livro, inúmeras marcas-de-água identificadoras dos seus vários fabricantes.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

domingo, julho 12, 2026

Cartas ao muito reverendo em Christo padre Francisco Recreio [...] Por um Moribundo


[ALEXANDRE HERCULANO]

Lisboa, 1850
Typ. de Castro & Irmão
1.ª edição [única]
164 mm x 116 mm
16 págs.
acabamento cosido à linha e encapado na época com papel de fantasia, aparado à cabeça
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
peça de colecção
190,00 eur (IVA e portes incluídos)

Resposta de Alexandre Herculano à Justa Desafronta em Defesa do Clero, do padre Francisco Recreio, num tom venenoso, de chacota, em que o historiador nem sequer se debruça sobre uma única das afirmações contra si proferidas. Herculano confessa-se literalmente derrotado e às portas da morte com tanta sapiência dispensada pelo padre, pede-lhe mesmo que venha ter consigo a fim de lhe pedir o seu perdão. E para o conduzir a sua casa, «onde por tanto tempo habitou a abominação da desolação, e hoje mora o arrependimento», oferece-se para o mandar vir num «tivoli, um omnibus, um burro, a passarola de Bartholomeu Gusmão, ou outra passarola, qualquer mais moderna, com tanto que não seja invento de algum bestunto heretico». Porque, afinal, agora que havia lido notícia de tanta sapiência, cria «não só no milagre de Ourique, mas tambem em todos os milagres das Vitae Patrum de Surio, e do Flos-Sanctorum de Ribadeneira, e que o unico senão que acho em toda essa milagraria é o de serem poucos».

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Justa Desaffronta em Defeza do Clero, ou Refutação Analytica do Impresso Eu e o Clero, Carta ao Em.º Cardeal-Patriarcha por A. Herculano


FRANCISCO RECREIO

Lisboa, 1850
Typographia de Antonio José da Rocha
1.ª edição
205 mm x 132 mm
128 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

É a primeira peça de vulto no conjunto de autores que contestaram as posições históricas de Alexandre Herculano relativamente ao dito “milagre” de Ourique. Anunciada na imprensa periódica da época como obra de génio destinando-se a rebater ponto por ponto o historiador, afinal não passou de «[...] um grande bluff. A obra nada tinha de científico, apenas camuflava erudição e saber [...]» de um padre (ver Jorge Custódio / José Manuel Garcia, Opúsculos IV, Editorial Presença, Lisboa, 1985).

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Dissertação | Historica, e Critica, | em que se prova | a milagrosa apparição | de | Christo Senhor Nosso | a elrei | D. Affonso Henriques | antes da famosa batalha | do Campo de Ourique, | publicada em 1786 por seu author | o erudito P. Antonio Pereira de Figueiredo




ANTONIO PEREIRA DE FIGUEIREDO, padre

Lisboa, 1809
Na Impressão Regia
1.ª edição
bilingue (latim / português)
218 mm x 162 mm
56 págs. + 1 estampa em extra-texto
subtítulo: Agora novamente accrescentada com o auto do juramento do mesmo rei em latim e portuguez, e com varias annotações e authoridades, que devem persuadir, e convencer a todos os fieis portuguezes da verdade de hum facto tão portentoso. Offerecida á nação portugueza por hum dos seus mais verdadeiros Patriotas, para os animar e esforçar nas presentes circunstancias da Guerra contra os Inimigos da Religião e do Throno
acabamento com laçada de linha à vista e sem capas
encontra-se no estado físico em que circulou na época
exemplar manuseado mas aceitável, com alguma sujidade nas páginas exteriores; miolo limpo, por aparar
inclui a estampa original (grav. cobre) «Appariçao de Christo Sr. N. a D. Affonso Henriques»
PEÇA DE COLECÇÃO
210,00 eur (IVA e portes incluídos)

Afirma Alexandre Herculano, no tomo primeiro da sua História de Portugal (Viúva Bertrand e Filhos, Lisboa, 1846, págs. 328-330), que a batalha de Ourique, a não existir prova documental em contrário, não terá sido mais que «um verdadeiro fossado, isto é, uma dessas entradas que todos os annos se renovavam pelas fronteiras dos sarracenos, e para as quaes eram obrigados, pelas suas cartas de foral, os cavalleiros villões dos diversos concelhos [...]. [...] sendo o primeiro tentado pelos portuguezes além do Tejo, e conduzido pelo proprio infante [Afonso Henriques] no sertão do Al-Gharb, aonde nunca, ou raro, os christãos haviam chegado, contribuiram, acaso, para que a tradição engrandecesse pouco a pouco o sucesso, a ponto de o tornar maravilhoso até o absurdo. [...] Se acreditarmos os chronistas antigos, e ainda os historiadores modernos, a batalha de Ourique foi a pedra angular da monarchia portugueza. [...]» E esta febre milagreira nacionalista foi sendo alimentada ao longo dos tempos, sempre que surgiu a necessidade histórica de exortar os portugueses à defesa dos interesses ou fronteiriços, ou pátrios, ou económicos, ou a lutar contra o invasor, como é o caso do presente volume que, ao reeditar em 1809 um duvidoso texto do século anterior, o faz com o fito de combater pela propaganda a presença de Napoleão no nosso território. Num outro plano, de algum modo este texto esteve na génese da aturada investigação de Herculano, cujas conclusões geraram um rol de estéreis páginas de polémica.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Hair [junto com] Vocal Album Hair [partitura]



GEROME RAGNI
JAMES RADO
Galt MacDermot (composição musical)

Nova Iorque | Londres, 1970 e 1968
Pocket Books (Simon & Schuster, Inc.) | United Artists Music Ltd.
6.ª edição | [1.ª edição ?]
texto em inglês
[177 mm x 105 mm (a)] + [280 mm x 215 mm (b)]
[XIV págs. + 2 págs. + 208 págs. + 16 págs. em extra-texto] + 36 págs.
subtítulo: The American Tribal Love-Rock Musical
(a) ilustrado, corte das folhas carminado
(b) acabamento com dois pontos em arame
exemplares estimados, capa envelhecida (a) e como novo (b); miolo limpo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Começou por ser, em 1967, uma dramaturgia musical quase de teatro de bairro nova-iorquino, uma espécie de nova West Side Story experimental, mas surgida no advento do pacífico movimento hippie e inspirada pela visionária «aldeia global» teorizada por Marshall McLuhan, onde imperaria o amor livre e a experimentação psicadélica proposta pelo guru Timothy Leary. Menos de um ano depois, re-estreia-se na Broadway, descoberta por empresários à míngua de novidades que satisfizessem o habitual público conservador, também este sequioso de chafurdar na maluqueira de uns guedelhudos despidos em cima dum palco. Aquilo que começara por ser uma emanação directa da palpitação de uma época e do espírito das ruas da grande cidade, acabou, assim, recuperado como negócio artístico, dando origem, não só ao vertente livro-guião da peça, mas a uma profusão de merchandising: discos, filmes, digressão pela América, etc., e o próprio licenciamento (autêntico franchising) do evento musical exportado para a Austrália (Sidney) e Europa, com destaque para Londres, Munique e Belgrado.
Permanecem, todavia, alguns momentos musicais ainda hoje imaculáveis e de grande limpidez de raciocínio, como o pungente hino The Flesh Failures (Let the Sunshine In):

«We starve-look at one another short of breath
Walking proudly in our winter coats
Wearing smells from laboratories
Facing a dying nation of moving paper fantasy
Listening for the new told lies
With supreme visions of lonely tunes

Somewhere inside something there is a rush of greatness
Who knows what stands in front of our lives

I fashion my future on films in space
Silence tells me secretly… everything […]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sábado, julho 11, 2026

Dinossauro Excelentissimo




JOSÉ CARDOSO PIRES
ilust. João Abel Manta

Lisboa / Rio de Janeiro, 1972
Editora Arcádia / Editora Civilização Brasileira S.A.R.L.
1.ª edição
248 mm x 173 mm
96 págs. + 21 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado em separado
encadernação editorial com sobrecapa impressa
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto e no rosto
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra-prima da sátira política portuguesa. O seu carácter subversivo traça o melhor retrato que se conhece da transição do poder das garras de Salazar para as de Caetano, episódio dos mais risíveis da história contemporânea.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]