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sábado, março 14, 2020

Livro de Artistas



AL BERTO | JOSÉ PEDRO CROFT
ANTÓNIO FRANCO ALEXANDRE | ANA JOTTA*
ANTÓNIO OSÓRIO | PEDRO CABRITA REIS
FÁTIMA MALDONADO | PAULA REGO
JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE | PEDRO CALAPEZ
JOAQUIM MANUEL MAGALHÃES | RUI SANCHES
JOSÉ AMARO DIONÍSIO | EDUARDO BATARDA
MARIA GABRIELA LLANSOL | JULIÃO SARMENTO
NUNO JÚDICE | RUI CHAFES
colecção coord. Alexandre Melo e Margarida Lages
capa, paginação* e supervisão gráfica de Paulo da Costa Domingos

Lisboa, 1991
Comissariado Para a Europália 91
1.ª edição [única]
9 volumes (colecção completa)
bilingue português – francês
301 mm x 255 mm (estojo)
40 págs. + 44 págs. + 56 págs. (16 das quais em papel vegetal) + 40 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 40 págs. + 48 págs. + 48 págs.
títulos individuais: [1] Canto do amigo morto; [2] Sumário*; [3] Inquirição; [4] Caça e persuasões; [5] Sobre o mar e a casa; [6] Sloten; [7] A sombra do sangue; [8] O raio sobre o lápis; [9] Uma sequência de Outubro
ilustrados
brochuras acondicionadas num elegante estojo artístico de fabrico recente
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
450,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de participações poéticas e pictóricas inéditas** levadas em representação de Portugal a Bruxelas, numa época em que, por parte dos governantes das nações europeias, havia algum interesse na cultura… Ou, pelo menos, havia basta liquidez financeira para transformar as culturas nacionais num amálgama transnacional ao serviço da captação de votos para os políticos.

* As ilustrações apresentadas por Ana Jotta, como solução gráfica para os poemas de António Franco Alexandre, nunca foram aprovadas por Paulo da Costa Domingos, responsável pelo figurino da colecção.
** Também António Franco Alexandre não levou a sério a sua resposta ao convite da Europália, preferindo não apresentar inéditos, com uma colheita avulsa na obra publicada.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

domingo, setembro 23, 2018

Aforismos Mágicos | D. Quixote e os Touros


ANTÓNIO OSÓRIO
JÚLIO POMAR

Mafra, 1998
Edições ELO
2.ª edição [1.ª edição conjunta ilustrada]
24 cm x 17 cm
152 págs.
ilustrado
exemplar como novo
VALORIZADO PELAS ASSINATURAS DOS DOIS AUTORES
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reedição conjunta dos livros Aforismos Mágicos, originalmente publicado no Porto pela Gota de Água, em 1985, e Ofício dos Touros, antes publicado em Lisboa pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em 1991.

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Aforismos Mágicos | D. Quixote e os Touros


ANTÓNIO OSÓRIO
JÚLIO POMAR

Mafra, 1998
Edições ELO
2.ª edição [1.ª edição conjunta ilustrada]
24 cm x 17 cm
152 págs.
ilustrado
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


sábado, outubro 21, 2017

A Mitologia Fadista


ANTÓNIO OSÓRIO
capa de Moura-George

Lisboa, 1974
Livros Horizonte, Lda.
1.ª edição [única]
17,8 cm x 11,7 cm
120 págs.
exemplar como novo
37,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Alguns dos nossos poetas conservadores também já foram progressistas. O vertente ensaio do poeta António Osório atesta, em tom maior, uma rara lucidez sobre a cultura popular alfacinha.
O fado, apesar da sua toada de inspiração árabe-andaluz, «[...] surgiu em Portugal com o regresso da corte em 1822 [...]», vinda do Brasil após as invasões francesas. «O fado tocado à guitarra iniciou-se, ao que parece, depois do miguelismo no poder (1828), propagando-se em Lisboa, de modo crescente, durante o período das lutas liberais. [...]»
«[...] O desespero impotente de um Antero, de um Eça, de um Oliveira Martins, de tantos outros, não se compreenderá porventura melhor, em toda a sua dimensão aniquilante, se o associarmos ao atraso tremendo do seu povo, patente sem sofismas nos fados? Uma sociedade revela-se verdadeiramente através dos seus espectáculos, dos seus jogos, das suas canções. E trai-se tanto mais quanto maior for o carácter opressivo das instituições. Ora depara-se-nos no fado o escoadoiro de tudo (ou quase tudo) o que temos de pior, é uma verdadeira descida ao inferno da vida portuguesa. O saudosismo, “os fumos da índia”, o sebastianismo, os “espectros do passado”, a petulância marialva, a predisposição lacrimante, a inércia e a indiferença cívicas, o narcisismo derrotista, a tacanhez, o desgosto da vida, a opacidade do futuro, isto tudo supura na “moral” do fado e na sua vivência básica de um Destino inelutável, perante o qual se mostra nulo o poder da vontade e do pensamento racional – o mito supremo e, ao cabo, o pressuposto dos demais. Longe de ser um fenómeno apenas “popular”, afluem no fado as tendências ideológicas que têm pervertido a vida do País nos últimos cento e cinquenta anos. Por isso o estudo do fadismo oferece a particularidade de lançar um jorro de luz sobre o todo, ao mesmo tempo que nos dá ainda um resumo perfeito das nossas fatalidades. [...]»

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sexta-feira, junho 30, 2017

Anteu – Cadernos de Cultura


Lisboa, Fevereiro e Maio de 1954
dir. António Osório, Fausto Denis, José Leitão da Graça, Pedro Tamen e Rogério Fernandes
colecção completa (2 números)
24,5 cm x 19,6 cm
16 págs. + 24 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplares em bom estado de conservação, o segundo fascículo por abrir
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, e para além dos próprios orientadores da publicação, de Cristovam Pavia, João Palma-Ferreira, Tomaz Kim e Maria Valupi. Rogério Fernandes assina, no segundo fascículo, uma luminosa crítica ao livro do surrealista Manuel de Lima, Malaquias ou a História de um Homem Bàrbaramente Agredido, que Luiz Pacheco acabara de publicar na sua editora Contraponto.

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Antologia Poética


ANTÓNIO OSÓRIO
capa de Rogério Petinga

Lisboa,1994
Quetzal Editores
1.ª edição
21 cm x 13 cm
XXIV págs. + 328 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Raiz Afectuosa


ANTÓNIO OSÓRIO
posfácio de Maria da Glória Padrão
capa de Mário Botas

Porto, 1984
Gota de Água
2.ª edição (revista)
20,6 cm x 14,9 cm
100 págs.
subtítulo: 1965-1971
exemplar em bom estado de conservação
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor à fotógrafa Ana Esquivel
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reedição do primeiro livro de versos do Autor, datada essa de 1972, uma época que contou com as suas ligações à oposição ao regime fascista...

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A Ignorância da Morte

ANTÓNIO OSÓRIO
prefácio de Eugénio Lisboa
capa e sobrecapa de F. C.

Lisboa, 1982
Editorial Presença, Lda.
2.ª edição (revista)
18,3 cm x 11,6 cm
204 págs.
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta tardio, no sentido em que só pelos 40 e tal anos de idade dá a conhecer a sua poesia (A Raiz Afectuosa, ed. Autor, Lisboa, 1972). Este foi, em 1978, o seu segundo, e colheu do poeta e exegeta Joaquim Manuel Magalhães aplauso e mesmo direitos de exemplo para as gerações coevas e as futuras. Senão, leiamo-lo:
«[...] Ainda não sei bem como falar de bom-gosto, depois de esse conceito ter sido a base de todo o discurso reaccionário tentando opor-se aos impulsos da arte ligada às efectivas vanguardas de entre as duas guerras. Há, por um lado, todo o peso dessa tradição do desmando, da escrita em abismo, cuja fulguração atravessa o nosso século literário. Ela tornou a palavra bom-gosto uma espécie de visco na boca dos académicos e das delicodoces almas dadas aos encontros devaneantes. Mas também ela, por outro lado, mesmo nas suas propostas de mais catastrófica vocação, vive de uma tensão, de uma escolha de um tecido de relações, de uma busca do menos gasto pelo tempo que são algo a que a expressão bom-gosto, num desígnio renovado, se poderia aplicar. O bom-gosto não como um padrão, mas como uma chegada. Não como um código, mas como uma disponibilidade. Não um enregelamento, mas o modo mais fulgurante por onde a superação se efectiva e sobrepõe ao dessoramento dos estilos, assumindo esta palavra em vez daquela, esta construção em vez da outra: enfim, uma obstinação em não chafurdar no lugar-comum dos outros. Mesmo que defendendo a ironia de expressar o lugar-comum do tempo, que pelo menos essa ironia o torne um lugar-comum apenas seu. É isto que subentendo ao tentar usar “bom-gosto” para definir a contenção da escrita de António Osório. [...]
Bom-gosto que é, neste caso, rasura verbal, rejeição, visível trabalho da escolha, acertamento dos ritmos, ausência de monotonia vocabular. Esta ausência de repetições excessivas de palavras, que não deixam de se tornar obsessivamente inúteis em muitos dos nossos mais aceites poetas contemporâneos, revela uma imaginação verbal notável, sobretudo se tivermos em conta a extensão do volume que estamos a referir. [...]» (In Os Dois Crepúsculos – Sobre poesia portuguesa actual e outras crónicas, A Regra do Jogo, Porto / Lisboa, 1981)


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telemóvel: 919 746 089

O Lugar do Amor


ANTÓNIO OSÓRIO
capa de José Alberto Fontes
plano gráfico do poeta Luís Amaro

Porto, 1981
Gota de Água – Iniciativas Culturais, S.C.R.L.
1.ª edição
19,9 cm x 14,6 cm
154 págs.
subtítulos: [inclui:] A Teia Dupla [e] Felicidade da Pintura
exemplar estimado; miolo limpo
é o n.º 1.208 de uma tiragem declarada de 1.300 exemplares
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor ao compositor e encenador Luís Sande Freire (Casa da Comédia) e à actriz Hermínia Tojal (Companhia Nacional de Teatro)
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Lugar do Amor


ANTÓNIO OSÓRIO
capa de José Alberto Fontes
plano gráfico do poeta Luís Amaro

Porto, 1981
Gota de Água – Iniciativas Culturais, S.C.R.L.
1.ª edição
19,9 cm x 14,4 cm
154 págs.
subtítulos: [inclui:] A Teia Dupla [e] Felicidade da Pintura
exemplar estimado; miolo limpo
é o n.º 136 de uma tiragem declarada de 1.300 exemplares
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089