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quarta-feira, agosto 19, 2026

O Tio Vânia


ANTON TCHÉKHOV
pref. António Pedro, e Armando Bacelar
capa de Amândio Silva


Porto, 1960
Edições do Círculo de Cultura Teatral [Teatro Experimental do Porto]
1.ª edição
202 mm x 140 mm
84 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

domingo, maio 03, 2026

Appena un Racconto


ANTÓNIO PEDRO
trad. Adelina Aletti
pref. Gianni-Emilio Simonetti
capa e ilust. Luigi Ontani

Verona (Itália), 1995
Colpo di Fulmine Edizioni
1.ª edição
texto em italiano
200 mm x 155 mm
72 págs.
ilustrado no corpo do texto a negro, e com 10 desenhos a cor em extra-textos
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
juntou-se sobrescrito e carta do director da colecção, José Barrias, dirigida a F. Eduardo Nunes [?] solicitando o endereço do sobrinho de António Pedro
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para a ensaísta Maria de Fátima Marinho (O Surrealismo em Portugal, IN-CM, Lisboa, 1987), António Pedro «atinge o auge da sua produção com características surrealistas» precisamente na vertente obra, comparável – ou pelo menos sob influência – à Nadja e a O Amor Louco, ambas de André Breton, mentor do género.

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sábado, outubro 18, 2025

Grandeza e Virtudes da Arte Moderna


ANTONIO PEDRO

Lisboa, Abril de 1939
[ed. Autor]
1.ª edição
174 mm x 115 mm
2 págs. + 26 págs.
subtítulo: Resposta à agressão do Sr. Ressano Garcia
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O caricaturista, professor doutor e coronel Arnaldo Cardoso Ressano Garcia é aqui tratado como cavalgadura perniciosa. Aquando dos preparativos para a Exposição do Mundo Português a opção estética tomada pelos responsáveis do regime para as comemorações – António Ferro à cabeça – suscitou nefastas críticas por parte dos artistas académicos, liderados pelo à data presidente da Sociedade Nacional de Belas-Artes, o dito coronel. Proferindo este duas conferências locais, em que, entre outros dislates, apodava os artistas modernos de comunistas merecedores de procedimento à Hitler, que – aplaude Ressano Garcia –, varrendo os museus de todas as imundícies artísticas, «[...] [mandou queimar] na praça pública com indignação da Europa civilizada, as obras que fazem engulhos à sua incompreensão. [...]» Numa fase do regime ditatorial português, em que as artes eram descaradamente postas ao serviço da propaganda política, os académicos ficariam definitivamente postos fora da ribalta cultural; e por académicos entenda-se os cultores de um decorativismo «[...] sem significado nem grandeza – máquinas de fazer pêssegos e tijelas, os mesmos pêssegos e tijelas internacionais de todos os falecidos academistas do mundo [...]» (António Pedro) Após discorrer acerca das linhas mestras do vanguardismo artístico europeu da altura, António Pedro contra-ataca:
«[...] Se S. Ex.ª o Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor Arnaldo Ressano Garcia, Ilustríssimo Presidente da Ilustríssima Sociedade dita nacional e de Belas Artes, não fôsse além de mal intencionado, tão profundamente ignorante daquilo que o Estado Português, ou um dos seus organismos, lhe pagou para aprender, não devia desconhecer o que acabo de deixar ao simples comentário do leitor. [...]
A conferência do Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor Arnaldo Ressano Garcia durou dois dias e teve duas partes, desiguais nos insultos por via do susto, iguais na intenção por via da encomenda, semelhantes na estupidez por via do autor.
Pela primeira e pela segunda parte correram as aleivosias que acabo de demonstrar. Na primeira, em especial, pretendeu o insultador fazer doutrina. Na segunda, em particular, contou anedotas. [...]»
O vertente livrinho é constituído pela conferência que António Pedro se viu impedido de proferir no mesmo sítio onde o coronel fizera de tribuno.

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domingo, julho 07, 2024

Apenas uma Narrativa


ANTÓNIO PEDRO
ilust. do autor
capa de Soares Rocha

Lisboa, 1978
Editorial Estampa, Lda.
2.ª edição
185 mm x 134 mm
96 págs.
ilustrado
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para a ensaísta Maria de Fátima Marinho (O Surrealismo em Portugal, IN-CM, Lisboa, 1987), António Pedro «atinge o auge da sua produção com características surrealistas» precisamente na vertente obra, comparável – ou pelo menos sob influência – à Nadja e a O Amor Louco, ambas de André Breton, mentor do género.

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quinta-feira, outubro 08, 2020

O Jogador



UGO BETTI
trad. e pref. Deniz Jacinto
encenação, cenografia e antepref. António Pedro
capa de Amândio Silva

Porto, 1959
Edição do Círculo de Cultura Teatral
1.ª edição
20,3 cm x 14 cm
2 págs. + 100 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, maio 21, 2020

O Labirinto de Creta



LUÍS MIGUEL CINTRA
ANTÓNIO PEDRO
ANTÓNIO JOSÉ DA SILVA (O JUDEU)
et alii

Lisboa, Março de 1982
Teatro da Cornucópia
1.ª edição [única]
296 mm x 210 mm
44 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, dezembro 25, 2019

Máquina de Vidro



ANTONIO PEDRO
ilust. José Tagarro

Lisboa, 1931
s.i. (ed. autor)
1.ª edição
21,6 cm x 16,4 cm
56 págs. (não num.)
subtítulo: Canções
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
245,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra da produção literária pré-surrealista do pintor, poeta, ficcionista e dramaturgo António Pedro (1909-1966), mas escrita já com o autor consciente dos novos processos, mais estilísticos do que éticos, consciente dessa lufada de modernidade, que em Portugal passará sobre um neo-realismo menos preocupado com a estilística do que com o compromisso social.

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segunda-feira, novembro 13, 2017

O Teatro e a Técnica do Actor




ANTÓNIO PEDRO

Lisboa, 1975
F. A. O. J. – Fundo de Apoio aos Organismos Juvenis
Ministério da Educação e Cultura
[2.ª edição]
20,6 cm x 14,5 cm
68 págs.
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reedição conjunta de apenas três fascículos (3, 4 e 5) dos Cadernos dum Amador de Teatro – Antologia de Iniciação Teatral, originários do Porto (anos 40-50), em que António Pedro não só assinou textos de crucial importância para o entendimento do teatro e da função social do actor e para a formação técnica deste, mas acrescentou ainda, antologicamente, o que de melhor outros haviam escrito acerca da matéria. Assim é que, no vertente, pode ler-se também textos de Hegel, Charles Dullin e do genial Stanislawsky.

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domingo, outubro 15, 2017

Macbeth


WILLIAM SHAKESPEARE
trad., pref. e encenação de António Pedro
capa e grafismo de Amândio Silva

Porto, 1956
TEP [Teatro Experimental do Porto] – Edição do Círculo de Cultura Teatral
1.ª edição
19 cm x 13,7 cm
128 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, março 14, 2017

A Promessa


BERNARDO SANTARENO
capa de Suarez

Lisboa, 1959
Edições Ática, Limitada
2.ª edição
19,7 cm x 14,5 cm
120 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado; miolo limpo
carimbos de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da encenação de António Pedro, no Teatro Experimental do Porto, em 1957, A Promessa foi levada ao cinema em 1972 pelo realizador António Macedo, e mereceu o repúdio consumado e a proibição da censura marcellista.

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domingo, junho 16, 2013

Antígona


SÓFOCLES
[António Pedro]

Porto, 1956
Círculo de Cultura Teatral – Teatro Experimental Porto
1.ª edição
19,9 cm x 13,8 cm
64 págs.
subtítulo: Glosa nova da tragédia de Sófocles
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Re-criação cénica do clássico grego de Sófocles, um símbolo de altivez e recusa radical da opressão. Lembremos a análise incisiva que André Bonnard lhe faz num capítulo do seu monumental ensaio Civilization Grecque, o capítulo «A Promessa de Antígona»:
«[...] Antígona é o garante da primazia da alma livre sobre as forças de servidão que a sitiam.
Antígona é uma alma livre, e recebeu o dom da liberdade através do compromisso no amor. A cada passo do drama partilhamos do seu irresistível voo para um infinito de liberdade. Na essência, ela parece anárquica. E é-o; Creonte [o tio, que simboliza a ordem e, no limite, o fascismo] não está enganado [ao condená-la] – pelo menos numa sociedade em que o poder já não reconhece nem terreno nem limites. O mesmo será dizer que Antígona é “anarquista” numa sociedade anárquica. De resto, em todas as sociedades históricas sempre a liberdade da pessoa esteve em conflito com a autoridade do Estado. [...]» (trad. Paulo da Costa Domingos, in A Promessa de Antígona – Dez Anos, Edições Antígona, Lisboa, 1989)

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