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quarta-feira, outubro 05, 2016

A 'Clépsidra' de Camilo Pessanha


ESTER DE LEMOS

Porto, 1956
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
19,2 cm x 13,8 cm
192 págs.
subtítulo: Notas e Reflexões
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ensaio de grande sensibilidade, escrito à partida em 1952 sob a forma de dissertação para licenciatura, somente publicado em livro em 1956, e a que a romancista Esther de Lemos continuará a atribuir importância nos anos 80, embora os estudos universitários já houvessem sido, entretanto, minados pela praga estruturalista. «[...] Daí que parecesse hoje [1981] mais oportuno e talvez até mais útil apresentar de novo esta velha leitura da Clepsidra – com toda a sua carga de subjectivismo, todo o seu juvenil entusiasmo e, porventura único factor positivo, com a sua profunda e calorosa adesão à beleza quase inefável de um texto que se negaria às interpretações lineares e passaria pelas malhas de uma análise que o decompusesse e recompusesse, sem poder ainda assim decifrar o segredo intacto da verdadeira poesia. [...]»
Assim se justifica a escritora em nota à segunda edição desta obra, na Editorial Verbo em 1981.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

domingo, maio 01, 2016

Clepsydra


CAMILLO PESSANHA

Lisboa, 1920
Edições Lusitania
1.ª edição
20 cm x 12,9 cm
78 págs. [não numeradas]
composto manualmente e impresso sobre papel avergoado
exemplar muito estimado, capa suja; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
rara peça de colecção quando em brochura
820,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o nosso mais requintado poeta simbolista. Tanto esta como as subsequentes edições desta obra estiveram a cargo de João de Castro Osório. Pode mesmo afirmar-se que Pessanha nem terá alguma vez exercido qualquer vigilância sobre o acto editorial, distante que se encontrava lá em Macau, lá no seu ópio.
Leiam-se, a título de exemplo, duas estâncias:
«Quando voltei encontrei os meus passos
Ainda frescos sobre a humida areia,
A fugitiva hora, reevoqueia,
– Tão redíviva! nos meus olhos baços...
[...]
Toda essa extensa pista – para quê?
Se ha-de vir apagar-vos a maré,
Como as do novo rasto que começa...»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Clepsydra



CAMILO PESSANHA
fixação do texto e posf. António Barahona

Lisboa, 2003
Assírio & Alvim
s.i.
20,1 cm x 13,7 cm
224 págs.
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA IMPORTANTE DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO POETA ANTÓNIO BARAHONA: «[...] ESTA CLEPSYDRA QUE SE PRETENDE NE VARIETUR [...]»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089