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quinta-feira, outubro 31, 2019

Rama, Verdadeiramente



ARTUR PORTELA FILHO

Lisboa, 1963
Guimarães Editores
1.ª edição
18,7 cm x 12,3 cm
260 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

O Código de Hamurabi


ARTUR PORTELA FILHO

Lisboa, 1962
Guimarães Editores
1.ª edição
18,9 cm x 12,4 cm
304 págs.
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Após notados livros de contos, este é o seu primeiro romance. Um romance passado no ambiente da redacção de um jornal, que Portela Filho bem conheceu por via do seu exercício profissional. Dele lembra o próprio autor em entrevista a Francisco José Viegas difundida pela Antena 1 [programa Escrita em Dia, 23 de Março, 2004]:
«[...] O Código de Hamurabi correspondia ao jornalismo dos anos 50, primeiros anos de 60, jornalismo de papel. Bairro Alto, Rua Luz Soriano, rotativas antigas, rivalidade com o Diário Popular... O Diário Popular, com uma máquina muito mais acelerada e muito mais moderna, a do Diário de Lisboa mais romântica e mais asmática. Tanto e de tal maneira que nós estávamos à varanda, os repórteres, os redactores, tentando ouvir: “Eles já dispararam com a máquina?!” Porque, com os horários dos comboios, era fatal para nós, não é? Bom, mas era um jornalismo romântico, literário, político, mas veladamente político – assim o impunha a censura. Mas também era o estilo da época, não é? Um jornalismo que ia dali para as ceias e para os teatros e para os cafés. Que acabava, fechava o jornal, afastava as secretárias e fazia uma sala de armas, esgrimia ali dentro!... Ainda é da tradição do meu pai, apanhei ainda essa ponta final, fui colega de jornalistas notabilíssimos, o Norberto de Araújo, um homem muito a ligado a Lisboa, o Rogério Peres, El terrible Perez, um homem ligado aos touros, e por aí fora, grandes jornalistas, o Mário Neves, o Ribeiro dos Santos, o Norberto Lopes, o padre Joaquim Manso, padre que foi o primeiro director do Diário de Lisboa. Era uma redacção muito viva, muito notória, com muitos afluentes culturais, artísticos. Entrava o Almada, saía o Botelho, havia ilustrações ilustres, a crítica era o Gaspar Simões. Realmente um viveiro cultural, político, etc., mas romântico. E os jornalistas eram os protagonistas. [...]»

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Avenida de Roma


ARTUR PORTELA FILHO

Lisboa, 1961
Guimarães Editores
1.ª edição
18,8 cm x 12,1 cm
160 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR BOAVIDA PORTUGAL
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne contos que retratam o surgimento de uma geração inquieta de lisboetas que vieram a traduzir as suas preocupações no cinema, em filmes como Os Verdes Anos (Paulo Rocha, 1963) ou, mais tarde, Perdido Por Cem (António Pedro Vasconcelos, 1972). Não por acaso, Portela Filho, que se notabilizou como jornalista, insiste em recontar-nos temas com origem nos filmes que, na época, se projectavam mais ou menos clandestinamente nos cineclubes.

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Avenida de Roma


ARTUR PORTELA FILHO

Lisboa, 1961
Guimarães Editores
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
160 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Thelonious Monk



ARTUR PORTELA, FILHO

Lisboa, 1962
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18,2 cm x 11,3 cm
168 págs.
interessante capa de autor não identificado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne duas narrativas distintas, em que sobressai o tom satírico de «O Daguerreótipo»... não por acaso, certamente, dedicada esta a um mestre surrealista do moderno humor negro: Manuel de Lima.

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A Gravata Berrante


ARTUR PORTELA, FILHO
capa de Victor Palla

Lisboa, 1960
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18,1 cm x 11 cm
150 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, papel por vezes com picos de acidez
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Feira das Vaidades


ARTUR PORTELA, FILHO
capa de Victor Palla

Coimbra, 1959
Atlântida Editora
1.ª edição
169 mm x 114 mm
188 págs.
capa impressa retro e verso
é o n.º 6 da prestigiada Colecção Centauro dirigida por Vasco Branco
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro proibido pelo Estado Novo (vd. Presidência do Conselho de Ministros – Comissão do Livro Negro Sobre o Regime Fascista, Livros Proibidos no Regime Fascista, Lisboa, 1981), aliás interdição de certo modo “instigada” pela nota editorial na contracapa:
«[...] Crítico de arte e jornalista de profissão, temperado por uma sólida cultura, observador arguto, sensível e irónico, este autor, apesar da sua juventude, tem-se revelado um lúcido crítico da nossa realidade literária e social no último lustre. Talhadas numa linguagem vigorosa, irónica, contundente, mas sempre sincera, as suas crónicas, que o Diário de Lisboa vem publicando no suplemento Vida Literária, sob a epígrafe que baptiza o presente volume, vergastam a parada atmosfera portuguesa actual, do mesmo modo que as páginas críticas de Eça e Ramalho zurziram os lusitanos vícios no final do século passado. É precisamente um molho das mais aceradas dessas novas Farpas que Centauro depõe hoje nas mãos dos leitores amantes da verdade.»

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sábado, agosto 01, 2015

O Regresso do Conde de Abranhos


ARTUR PORTELA FILHO
ilustrações de Isabel Laginhas

Lisboa, 1976
Editora Arcádia, S.A.R.L.
1.ª edição
20,5 cm x 13,5 cm
208 págs.
subtítulo: Diário e Cartas de Z. Zagallo
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Violenta sátira à política da história pátria no imediato pós-25 de Abril – a Abrilada. Desde o marquês de Solares ao major Telo Antunes, passando pelo visconde de Saque e Arneiro ou pelo seu confradre Marcial Ribeiro de Souzela, tudo é passado a pente fino e a traço grosso. E se para rir é, sem dúvida sê-lo-á somente num riso amarelo.

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Marçalazar


ARTUR PORTELA FILHO
capa de Luiz Duran

Lisboa, 1977
Moraes Editores
1.ª edição
20,2 cm x 14 cm
156 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um romance “real” à volta das «[...] atribulações da adaptação político-evolutiva de algumas conhecidas figuras e instituições da continuidade marçalazarista [...]» (da nota de contracapa). Uma história, em suma, dos vira-casacas.

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A Funda



ARTUR PORTELA FILHO
capas de Mendes de Oliveira, António Alfredo, Hélder José, Guilherme Prosperi e Luiz Duran

Lisboa, 1972 [1973]-1977
Moraes Editores / Editora Arcádia, SARL / Liber, Lda.
1.ª edição (volumes 3, 4, 5, 6 e 7); 2.ª edição (volumes 1 e 2)
7 volumes (completo [o anunciado 8.º vol. nunca chegou a ser publicado])
20,8 cm x 14,1 cm [formatos dissemelhantes, medidas pelo maior]
224 págs. + 260 págs. + 270 págs. + 256 págs. + 192 págs. + 232 págs. + 184 págs.
subtítulos: O Spinolismo (5.º vol.); Eanes ou Eanismo? (7.º vol.)
exemplares estimados; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Vasta reunião de crónicas políticas que o Autor foi deixando, ao correr do tempo, pelos jornais onde colaborou. O terceiro volume, por exemplo, foi logo apreendido pela polícia do Estado, dada a estupidez vigente e a contundência do vate. Hoje, constituem um testemunho de época para usos e costumes, com a importância, que tiveram, para a geração que se bateu pela queda do fascismo.
Da nota de contracapa do 5.º volume, assinada por Jorge Sampaio em Novembro de 1974:
«Artur Portela desenvolve, em todos os tons, uma eficiente acutilância, que vai saudavelmente demolindo as pseudo-personalidades, os prestígios formais e de cúpula, as vaidades provincianas na cidade, os esquemas e as clássicas influências de campanário.
Ninguém pode ter a certeza de lhe escapar.
Estando, como de costume, em cima dos factos, o 25 de Abril veio permitir a Artur Portela alicerçar as suas análises, e agora às claras, sem mordaças que vitimaram tantos dos seus escritos, numa perspectiva de esquerda que dia a dia se torna mais evidente e acessível. Portela representa assim um poderoso instrumento de classificação e esclarecimento político e social.
É a meu ver indispensável que apareça mais nos novos meios de comunicação social suscitando assim um confronto e um debate de que todos – incluindo ele próprio – poderão beneficiar.»

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domingo, agosto 24, 2014

O Crime do Padre Amaro



MAFALDA MENDES DE ALMEIDA
ARTUR PORTELA
[filho]


Lisboa, 1978
Moraes Editores
1.ª edição
19,9 cm x 14 cm
196 págs.
subtítulo: Adaptação teatral do romance de Eça de Queiroz
capa Luís Duran / João Abel Manta
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto destinado a ser, então, levado à cena no Teatro Maria Matos.

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