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quinta-feira, maio 16, 2019

A Teoria da História em Portugal




ANTÓNIO QUADROS, org., pref. e notas
PINHARANDA GOMES, notas bio-bibliográficas
et alii

Lisboa, s.d.
Espiral
1.ª edição
2 volumes (completo)
20,5 cm x 16,5 cm
192 págs. + 256 págs.
subtítulos: I – O Conceito de História; II – A Dinâmica da História
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem introdutória no primeiro volume:
«[…] Por inaptidão filosófica a escola não encontrou melhor forma de afirmar e descrever a personalidade nacional, do que reduzir o ser da pátria ao sido, ao acontecido, ao feito ou aos feitos. A nossa linguagem mitificou os feitos (que são factos), conferindo-lhes substância fabulosa.
Os feitos dos nossos maiores foram-nos exaustivamente apontados como exemplos, sem o cuidado de mostrar que os actos de hoje têm de radicar em condicionalismo, atitudes psicológicas e níveis culturais inteiramente diferentes. […]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

segunda-feira, julho 09, 2018

Tomaz, o Impostor



JEAN COCTEAU
trad. António Quadros
capa de Bernardo Marques

Lisboa, s.d. [1955, seg. BNP]
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição]
16 cm x 10,9 cm
192 págs.
é o n.º 51 da mimosa Colecção Miniatura
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

terça-feira, janeiro 23, 2018

O Primeiro Modernismo Português


ANTÓNIO QUADROS

Mem Martins, 1989
Publicações Europa-América (ed. Francisco Lyon de Castro)
1.ª edição
20,8 cm x 13,9 cm
348 págs.
subtítulo: Vanguarda e Tradição
exemplar como novo, sem qualquer quebra na lombada
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Quadros (filho de António Ferro) não se limita ao historial artístico da geração do Orpheu, ou aos episódios de conflito desta com os retrógados representantes do passado; mostra-nos isso e ainda as linhas que conduziram à «política do espírito» do Estado Novo, mostra-nos o caminho que levou esses intelectuais à (despudorada) colaboração com o regime autoritário.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

quinta-feira, dezembro 21, 2017

Portugal, Entre Ontem e Amanhã


ANTÓNIO QUADROS

s.i. [Braga], Janeiro de 1976
Sociedade de Expansão Cultural [imp. Livraria Editora Pax, Lda.]
1.ª edição
19 cm x 12,8 cm
344 págs.
subtítulo: Da Cisão à Revolução. Dos Absolutismos à Democracia
exemplar muito estimado, sem qualquer quebra na lombada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reflexão acerca dos acontecimentos que estiveram na génese da Revolução de Abril, mas principalmente acerca da então história vivida passo a passo. O ponto de vista – ao mesmo tempo que na badana do livro se lhe tenta criar, ostensivamente, uma “reputação democrática” – é o do anticomunismo primário: «[...] Com o consulado de Vasco Gonçalves e com as perturbações populares que se lhe sucederam a vários níveis, com o vanguardismo utopístico-abstracto da esquerda radical e com o assalto marxista à cultura, à educação e à informação portuguesas, corremos na verdade o risco de uma desagregação convulsiva de unidade nacional. [...]»

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A Arte de Continuar Português


ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1978
Edições do Templo
1.ª edição
20,8 cm x 14,8 cm
248 págs.
subtítulo: Ensaios e textos polémicos
exemplar em muito bom estado de conservação, sem sinais de quebra na lombada; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO JORNALISTA JOSÉ VACONDEUS DATADA DE 25 DE ABRIL DE 1978
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da contracapa, exemplo da defesa do país retrógado, com que o sr. Quadros sonha ainda em 1978, uma espécie de Albânia fascista aquém-Castela-e-Guadiana:
«[...] A responsabilidade directa na crise do Estado e na crise nacional subsequentes à queda da ditadura pertence decerto ao M.F.A. [Movimento das Forças Armadas] marxista e aos dirigentes políticos que o apoiaram, mas não podemos esquecer que tudo foi possível devido ao complexo de inferioridade e ao complexo de Thanatos que cresciam cancerigenamente no tecido inconsciente deste povo, capitães e políticos incluídos, complexos inflacionados por uma “inteligentsia” apátrida que andou um século a cultivar o snobismo da crítica destrutiva a tudo quanto de característico constitui fundamento da estrutura cultural portuguesa, deixando-nos pois extraordinariamente vulneráveis a todas as formas de agressão ideológica e de colonização político-cultural que sobre o país se exerceram. [...]»

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Problemática Concreta da Cultura Portuguesa


ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1957
CEPS – Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,5 cm x 14,6 cm
76 págs.
capa impressa e com rótulo colado
exemplar estimado; miolo limpo por abrir
carimbo de posse na folha de ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência proferida pelo filho de António Ferro, que aproveita para tecer largos elogios à «política do espírito» conduzida pelo pai...
Brochura ausente da exaustiva bibliografia tornada pública pela Fundação António Quadros.

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A Angústia do Nosso Tempo e a Crise da Universidade


ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1956
Cidade Nova
1.ª edição
18,6 cm x 12,4 cm
164 págs.
exemplar estimado, capa com vagos picos de acidez; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


A Existência Literária



ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1959
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
19,6 cm x 14,2 cm
224 págs.
capa impressa a duas cores e relevo seco
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessantíssimo conjunto de ensaios literários, cobrindo reflexão vária sobre, por exemplo, Branquinho da Fonseca, José Gomes Ferreira, Fernando Namora, Vergílio Ferreira, José Régio, Pessoa, Camões. Muitos outros escritores e filósofos são aí abordados por este autor, que nasceu num meio vocacionado para a erudição, visto ser filho de Fernanda de Castro e António Ferro. Especial destaque para os últimos sete textos, que formam o capítulo VI, onde a «condição do escritor» é tratada.

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Modernos de Ontem e de Hoje


ANTÓNIO QUADROS

Lisboa, 1947
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 12,4 cm
304 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos de entrada na biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de estreia do autor, é um interessante conjunto de ensaios sobre literatura, em que se fala desde Marcel Proust, ou Henry Miller, até aos brasileiros Lins do Rego e Erico Veríssimo e aos portugueses Eça, Fernando Pessoa e Cesário.

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