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domingo, agosto 23, 2026

Terra Sem Música



FERNANDA BOTELHO
capa de José Cândido

Lisboa, 1969
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
188 mm x 123 mm
312 págs.
subtítulo: O Livro de Pitch
exemplar com a capa envelhecida; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

terça-feira, julho 14, 2026

Esta Noite Sonhei com Brueghel

 

FERNANDA BOTELHO
capa de Júlio Pomar


Lisboa, 1987
Contexto, Editora, Lda.
1.ª edição
205 mm x 148 mm
208 págs.
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo, primeira e última páginas oxidadas pelo contacto com a acidez da cartolina da capa
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, julho 09, 2026

A Divina Comédia

 

DANTE ALIGHIERI
trad. Fernanda Botelho (vol. I), Sophia de Mello Breyner Andresen (vol. II) e Armindo Rodrigues (vol. III)
pref. Vieira de Almeida
ilust. e vinhetas de Manuel Lapa, Fernando Azevedo, António Areal, Francisco Relógio, Bartolomeu Cid, Figueiredo Sobral, Francisco Conduto, Luís Jardim, João Abel Manta, Rogério Ribeiro, António Ramos, Querubim Lapa, Júlio Pomar, Lima de Freitas, Luís Filipe de Abreu, Maria Keil, Cândido Costa Pinto, Carlos Botelho, José Júlio, Alice Jorge, Menez, Manuel Baptista, António Charrua, Sá Nogueira, Nikias Skapinakis, Infante do Carmo, Maria Velez, João Vieira, Cipriano Dourado e Camarinha

Lisboa, 1961-1963
Editorial Minotauro, Lda.
1.ª edição
3 volumes (completo) em 40 fascículos distribuídos por 3 estojos
315 mm x 253 mm (estojos)
[XXVI págs. + 2 págs. + 392 págs. + 12 folhas em extra-texto (policromias)] + [392 págs. + 13 folhas em extra-texto (policromias)] + [480 págs. + 15 folhas em extra-texto (policromias)]
subtítulos: O Inferno; O Purgatório; O Paraíso
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
fascículos não cosidos, com as respectivas capilhas, tal como foram comercializados na época*, acondicionados em três elegantes estojos forrados a tela crua
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

* A importância desta peça, enquanto testemunho de metodologias tipográfia e comercial, recomenda que a mesma não venha a ser encadernada, mas mantida no estado em que chegou até nós.

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domingo, janeiro 07, 2024

Lourenço É Nome de Jogral

 

FERNANDA BOTELHO
capa de José Cândido

Amadora, 1971
Livraria Bertrand, S. A. R. L.
1.ª edição
192 mm x 123 mm
276 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível

30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Em Lourenço é Nome de Jogral, a intenção de denúncia é mais evidente. O casamento é visto como uma instituição falida – Lourenço vive com a mulher apenas para manter as aparências, enquanto tem um caso com Matilde, feminista divorciada, e com a namorada de seu filho, de dezassete anos, Maria da Luz. Esta, por sua vez, permite que Lourenço a use para satisfazer suas fantasias sexuais, quando concorda em participar de um relacionamento com Matilde, para agradá-lo. [...]
O mais interessante a ser observado nas personagens femininas de Fernanda Botelho, ou nos comentários sobre elas feitos pelas personagens masculinas ou pelo narrador, é o facto de que a autora não se preocupa em apregoar um ideário de libertação da mulher. Muito pelo contrário, são mulheres conscientes da sua condição e conformadas com o destino que lhes é imposto. [...] A denúncia subtil da situação da mulher na sociedade é a sua maior bandeira. [...]
Embora Fernanda Botelho não se utilize de recursos próprios de uma literatura dita feminina, a exemplo da ousada obra Novas Cartas Portuguesas ou dos poemas “apimentados” de Natália Correia, nem de um feminismo belicoso como o de Betty Friedman, Fernanda Botelho consegue levar os leitores a uma repulsa à conivência, ao desleixo, ao comodismo, à submissão, ao predestinamento da mulher ao casamento e ao papel de mero apêndice masculino. Ela consegue provocar também uma empatia em relação à mulher que quer ser diferente daquela defendida por Lutero, ainda realidade num mundo que evolui mas não deixa de ser um mundo de Joões [...]» (Regina Helena Machado Aquino Corrêa, «Perdidas Marias num mundo de Joões – Uma leitura da obra de Fernanda Botelho», in Projecto Vercial)

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segunda-feira, julho 03, 2023

O Ângulo Raso

 

FERNANDA BOTELHO
[capa de Carlos Botelho ?]


Venda Nova – Amadora, 1957
Livraria Bertrand
1.ª edição
188 mm x 128 mm
336 págs.
exemplar estimado, lombada muito oxidada; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Xerazade e os Outros


FERNANDA BOTELHO
capa de José Cândido

s.l., s.d. [Lisboa, 1964]
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
191 mm x 124 mm
276 págs.
subtítulo: Romance (Tragédia em forma de)
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (Publicações Europa-América, vol. V, Mem Martins, 2000):
«[...] Sintetizando as perplexidades da geração de cinquenta-sessenta, os romances de Fernanda Botelho dão conta de um olhar-testemunho sobre o seu tempo, através de uma expressão distanciada a que não é estranha a ironia ou o sarcasmo e que, do ponto de vista formal, se inscreve nas técnicas e formas do Novo-Romance, seja pela via do registo seco, elíptico, descritivo, seja, com a mesma correcção da frase, por uma expansão mais fluente do discurso, a que também é presente a exploração de sonoridades rítmicas e do valor simbólico da palavra. E estes são procedimentos estilísticos que, a avaliar pela apreciação de Jorge de Sena, também parecem informar a sua poesia: “(...) árida, sarcástica, anti-lírica (...) vivendo a sua lucidez na desagregação e pela desagregação de uma desassombrada e cínica visão que usa insolitamente as palavras e os símbolos”.»

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domingo, junho 19, 2022

O Enigma das Sete Alíneas


FERNANDA BOTELHO

Lisboa, 1963
Editorial Organizações, Lda.
1.ª edição (em livro)
182 mm x 111 mm
56 págs.
é o n.º 4 da Colecção Antológica Best-Sellers
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] uma novela, publicada no n.º 1 de Graal [1956], parece enunciar e anunciar as linhas da obra futura da escritora.» (Pinharanda Gomes)

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terça-feira, novembro 09, 2021

As Mais Belas Histórias de Amor

 

aa.vv.
org. e trad. Maria Judite de Carvalho
pref. Fernanda Botelho

ilust. Maria Helena Mattos

Lisboa, 1960
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
211 mm x 144 mm
200 págs. + 14 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui contos de Boccaccio, Alphonse Daudet, Machado de Assis, Guy de Maupassant, Anton Tchekhov, Fialho d’Almeida, Jens Peter Jacobsen, Rainer Maria Rilke, Katherine Mansfield, Miguel Unamuno, Erskine Caldwell, Aldous Huxley, Vasco Pratolini e Lygia Fagundes Telles.

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sexta-feira, maio 07, 2021

O Ângulo Raso



FERNANDA BOTELHO
[capa de Carlos Botelho ?*]

Venda Nova – Amadora, 1957
Livraria Bertrand
1.ª edição
188 mm x 123 mm
336 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escreve Graça Abreu na Colóquio / Letras (n.º 161-162, Lisboa, Julho-Dezembro, 2002):
«[...] a arquitectura romanesca de Fernanda Botelho convoca técnicas, registos, géneros, artes e saberes diversificados, em virtuosidade de perfeito e geométrico equilíbrio que lhe permite integrar no romance diarística, lirismo, teatro, géneros romanescos ditos menores, em lúcida e determinada concatenação que lhes concede exactamente o espaço necessário e suficiente para que tenha lugar a problematização que constitui o romance como excesso em relação à narrativa. Romance que se apresenta, de resto, como o lugar onde a pluralidade de processos narrativos encontra a sua razão de ser. Desde o primeiro (O Ângulo Raso), Fernanda Botelho constrói a existência das suas personagens, no que de mais profundo as impulsiona, pela voz dada ao que nelas murmura e que as conduz de modo bem mais decisivo do que os acontecimentos em que participam. [...]»

* Muitas capas deste editor, à época, não indicam nome do artista gráfico ou autor de ilustração, o que dá bem a dimensão do seu desprezo por quem criava a imagem de marca dos livros do seu catálogo...

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Calendário Privado


FERNANDA BOTELHO
capa de José Cândido

Amadora, 1973
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
2.ª edição
19,1 cm x 12,3 cm
268 págs.
exemplar muito estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo irrepreensível
carimbo de «Oferta» no frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Calendário Privado


FERNANDA BOTELHO
[capa? *]

Lisboa, 1958
Livraria Bertrand
1.ª edição
190 mm x 123 mm
268 págs.
exemplar muito manuseado mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] publicado em França ou em Inglaterra, Calendário Privado teria repercussão europeia. [...]» (João Pedro de Andrade)

* Muitas capas deste editor, à época, não indicam nome do artista gráfico ou autor de ilustração, o que dá bem a dimensão do seu desprezo por quem criava a imagem de marca dos livros do seu catálogo...

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telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]


Lourenço É Nome de Jogral



FERNANDA BOTELHO
capa de José Cândido

Lisboa, 1991
Contexto, Editora, Lda.
2.ª edição
184 mm x 120 mm
240 págs.
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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