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segunda-feira, setembro 15, 2025

O Liberalismo Devolvido, ou os Chamados Liberais Desmascarados e Conhecidos como Destruidores da Nossa Regeneração, o Que Tudo Serve de Resposta a huma Carta Que Corre Impressa Contra o P. Jose’ Agostinho de Macedo

 


[ANÓNIMO]

Lisboa, 1822
Na Officina das Filhas de Lino da Silva Godinho
1.ª edição
203 mm x 143 mm
38 págs.
brochura cosida à linha, conserva o papel azul de protecção
exemplar estimado, com dois rótulos de entrada em biblioteca colados na folha de capa; miolo limpo, papel sonante
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

A Verdade ou Pensamentos Filosoficos sobre os Objectos mais Importantes á Religião, e ao Estado

 


JOSÉ AGOSTINHO DE MACEDO

Lisboa, 1814
Na Impressão Regia
1.ª edição
154 mm x 105 mm
6 págs. + 178 págs.
elegante encadernação antiga em meia-inglesa gravada a ouro e relevo seco na lombada, pastas e folhas-de-guarda forradas a papel marmoreado
pouco aparado
exemplar muito estimado, sinais de lepisma nas pastas e na lombada; miolo irrepreensível, papel sonante
ostenta no frontispício e na lombada as armas do duque de Palmela
150,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, julho 30, 2024

Memorias para a Vida Intima de José Agostinho de Macedo

 

INNOCENCIO FRANCISCO DA SILVA
Theophilo Braga, org.


Lisboa, 1898
Typographia da Academia Real das Sciencias
1.ª edição
258 mm x 177 mm
XXII págs. + 2 págs. + 436 págs. + 1 folha em extra-texto (gravura)
subtítulo: Obra posthuma organisada sobre tres redacções manuscriptas de 1848, 1854 e 1863, e ampliada em quanto a Documentos e Bibliographia
magnífica encadernação em meia-francesa com cantos em pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado, pequenos restauros nos topos da capa da brochura e da primeira folha; miolo limpo, parcialmente por abrir
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Jesuitas ou o Problema Que Resolveo e ao Muito Alto, e Muito Poderoso Rei o Senhor D. Miguel I, Nosso Senhor Consagrou […]

 

JOSÉ AGOSTINHO DE MACEDO

Lisboa, 1830
Na Impressão Regia
1.ª edição
217 mm x 157 mm
28 págs.
brochura cosida à linha, acondicionada numa modesta pasta de cartolina de fábrica recente
exemplar muito estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos de posse da Sociedade de Língua Portuguesa
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Jesuitas, e as Letras ou a Pergunta Respondida

 

JOSÉ AGOSTINHO DE MACEDO

Lisboa, 1830
Na Impressão Regia
1.ª edição
218 mm x 157 mm
36 págs.
brochura cosida à linha, acondicionada numa modesta pasta de cartolina de fábrica recente
exemplar muito estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos de posse da Sociedade de Língua Portuguesa
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sermão de Acção de Graças pelo Restabelecimento da Monarquia Independente

 

JOSÉ AGOSTINHO DE MACEDO

Lisboa, 1823
Impressão da Rua Formoza n.º 42
1.ª edição
196 mm x 138 mm
2 págs. + 40 págs.
subtítulo: Prégado na Igreja de N. S. da Graça de Lisboa na festividade que fez o Senado da Camara a 27 de Novembro de 1823
brochura cosida à linha conservando o papel protector da época, acondicionada numa modesta pasta de cartolina de fábrica recente
exemplar muito estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos de posse da Sociedade de Língua Portuguesa
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Frades ou Reflexões Philosophicas sobre as Corporações Regulares

 

JOSÉ AGOSTINHO DE MACEDO

Lisboa, 1830
Na Impressão Regia
1.ª edição
218 mm x 157 mm
4 págs. + 76 págs.
brochura cosida à linha, acondicionada numa modesta pasta de cartolina de fábrica recente
exemplar muito estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos de posse da Sociedade de Língua Portuguesa
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, julho 13, 2023

Vida de José Agostinho de Macedo e Noticia de Seus Escriptos

 

M. J. MARQUES TORRES

Lisboa, 1859
Typ. – Portas de Santo Antão n.º 9
1.ª edição
173 mm x 119 mm
102 págs. + 1 folha em extra-texto (gravura)
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Refutação do Monstruoso, e Revolucionario Escripto Impresso em Londres Intitulado [«]Quem He o Legitimo Rei de Portugal? Questão Portugueza Submetida ao Juizo dos Homens Imparciais[»]

 

JOSÉ AGOSTINHO DE MACEDO

Lisboa, 1828
Na Imprensa Regia
[1.ª edição]
210 mm x 149 mm
80 págs.
elegante encadernação inteira em tela com rótulo gravado a ouro e colado na pasta anterior
pouco aparado, corte das folhas carminado
[sem capas de brochura ?]
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Inocêncio Francisco da Silva, no tomo IV do seu Diccionario Bibliographico Portruguez (Imprensa Nacional, Lisboa 1860):
«P. José Agostinho de Macedo, foi primeiramente Eremita Augustiniano, e professou este instituto no convento de N. S. da Graça de Lisboa a 15 de Novembro de 1778, tomando o nome de Fr. José de Sancto Agostinho. Falto de vocação para a vida claustral, suas travessuras, relaxação de costumes e actos reprehensiveis practicados com escandalo publico, e infracção das regras monasticas, o trouxeram em continua lucta com seus confrades, durante mais de doze annos, boa parte dos quaes passou em successivas reclusões nos carceres da ordem, e transferencias de uns para outros conventos, até que aos trinta annos d’edade foi solemnemente expulso por sentença conventual, confirmada pelo Definitorio, segundo as constituições e usanças fradescas, sendo-lhe despido o habito em acto de communidade, e fechadas sobre elle as portas do convento da Graça a 18 de Fevereiro de 1792. Os effeitos d’esta sentença caducaram comtudo, por effeito de recursos que o expellido interpoz, tanto para os tribunaes civís, como perante a Sé apostolica, da qual obteve breve de secularisação para passar ao estado de Presbytero secular, como effectivamente passou, mediante a sentença executorial do mesmo breve, dada pelo Ordinario a 20 de Março de 1794. Exerceu por longos annos em Lisboa o ministerio do pulpito, levando a primazia aos prégadores do seu tempo, e colhendo d’elle meios sufficientes para sustentação, sem que jámais solicitasse emprego, ou beneficio ecclesiastico, posto que se affirmou, e talvez com bom fundamento, que a sua ambição se elevava até o episcopado. Homem de innegavel talento, e de vasta erudição, escriptor fecundissimo, como bem se deixa vêr de tantas e tão variadas producções, seria talvez mais querido dos contemporaneos, e a sua memoria melhor apreciada da posteridade, se o temperamento atrabiliario que n’elle predominava, um amor proprio excessivo, ainda que justificavel até certo ponto pela reconhecida inferioridade dos seus competidores, e mais que tudo os odios suscitados pelas querelas politicas, em que tomou com a penna tão activa parte nos seus ultimos annos, lhe não alienassem as sympathias de muitos, impossibilitando-os de assentarem a seu respeito um juizo recto e imparcial. Foi Prégador Regio nomeado em 1802, Censor do Ordinario nos de 1824 a 1829, Socio da Arcadia de Roma, e da ephemera Academia de Bellas-letras de Lisboa, com o nome de Elmiro Tagideo; Deputado substituto ás Côrtes ordinarias de 1822 pelo circulo de Portalegre; e finalmente nomeado pelo sr. D. Miguel substituto Chronista do reino em 21 de Junho de 1830. – N. na cidade de Beja a 11 de Septembro de 1761, e foi baptisado na egreja parochial do Salvador no 1.º de Outubro, data que alguns biographos tomaram erradamente pela do nascimento. M. em Pedrouços a 2 de Outubro de 1831, e jaz na egreja do convento de N. S. dos Remedios de religiosas trinitarias, sito no largo do Rato. […]
Este opusculo* foi-lhe encommendado pelo Intendente geral de Policia, de ordem do governo, para ser, como foi, distribuido gratis por todas as comarcas e concelhos do reino. […]»

* O texto responde a uma publicação liberal anónima, na altura julgada da autoria de Almeida Garrett, e mais tarde consignada a Paulo Midosi.

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Reforço ao Cordão da Peste

 

[JOSÉ AGOSTINHO DE MACEDO]

Lisboa, 1821
Na Officin. da Viuva de Lino da Silva Godinho
1.ª edição
158 mm x 112 mm (estojo)
32 págs.
acabamento cosido à linha recentemente
brochura não aparada e acondicionada num elegante estojo inteiro em seda com rótulo gravado a ouro
exemplar estimado; miolo limpo, folha externa suja
frontispício com sinais de posse antiga a tinta ferrogálica
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Folheto de polémica referido por Inocêncio Francisco da Silva no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo IV, ref. 2.317, Imprensa Nacional, Lisboa 1860), e insere-se no vasto ciclo de ataques, do conhecido por «padre lagosta», à imprensa periódica. Mais propriamente, o vertente texto dá continuação aos folhetos Exorcismos Contra Periodicos e Outros Maleficios, e Cordão da Peste, ou Medidas Contra o Contagio Periodiqueiro, ambos também de 1821.

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Carta ao Senhor Redactor do Diario do Governo

 

[JOSÉ AGOSTINHO DE MACEDO]

Lisboa, 1822
Impressão Liberal
1.ª edição
235 mm x 170 mm
14 págs.
subtítulo: E aos outros contadores de patranhas | D’ambas as Indias, d’ambas as Hespanhas
encadernação inteira em papel goufrado com rótulo na pasta anterior
não aparado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
PEÇA DE COLECÇÃO
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[…] José Agostinho de Macedo [1761-1831] foi o primeiro autor português a tecer uma crítica estruturada e sistemática ao jornalismo, apresentando, igualmente, alternativas para o desenvolvimento da comunicação social. Nesse sentido, ele pode considerar-se como um precursor da teorização crítica portuguesa do jornalismo. A crítica de José Agostinho de Macedo ao jornalismo político (e não só) do seu tempo permite, em segundo lugar, perceber que este autor tinha uma ideia clara sobre a influência do jornalismo na formação de correntes de opinião e sobre a repercussão das mesmas na ordem política e na governação. Macedo, sem empregar os conceitos que hoje em dia empregaríamos, percebeu que o espaço público se estava a politizar, não apenas por força dos jornais, mas também pela institucionalização da democracia representativa e pelo alargamento do direito de voto. Percebeu, também, que o jornalismo, ultrapassando o espaço interpessoal da comunicação directa, se tornava no mais importante agente de segmentação das opiniões a nível nacional. […]»
(Fonte: Jorge Pedro Sousa, O advento da crítica ao jornalismo em Portugal: O caso de José Agostinho de Macedo, Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação, Universidade da Beira Interior)
A vertente Carta insere-se nesse vasto conjunto de intervenções levadas a cabo pelo irascível padre José Agostinho de Macedo.

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sábado, abril 10, 2021

A Vida Turbulenta do Padre José Agostinho de Macedo

 

CARLOS OLAVO

Lisboa, 1938
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
194 mm x 126 mm
288 págs.
modesta encadernação de amador inteira em sintético gravada a ouro na lombada
pouco aparado
conserva apenas a capa anterior da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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