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domingo, janeiro 20, 2019

Ary dos Santos [manuscrito inédito]



JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS

s.l., s.d. [circa 1960]
manuscrito inédito não assinado (caligrafia comprovada)
18,8 cm x 12,2 cm
redigido a tinta de esferográfica na contracapa de um exemplar da 8.ª edição (Julho de 1960) de Fel de José Duro
exemplar em bom estado de conservação
PEÇA ÚNICA DE COLECÇÃO
250,00 eur (IVA e portes incluídos)

Soneto de inaudita repulsa pelo almirante Américo Tomás, não figura em nenhuma das suas obras literárias impressas, e, certamente – dado o conteúdo –, também nunca terá sido publicado em qualquer periódico.
Transcrição diplomática:

Um riso alvar
Um franzir de sobrancelhas
um boné a desabar
que cai sobre as orelhas

[Num gesto sempre igual] [cortado]

olhos no dono postos
ou no chão para ver os pés
Homem triste e sem gostos
e sem o vigor do português

Palhaço fardado d’almirante
marinheiro que nunca andou no mar
Sabujo, lacaio que é capaz

de se curvar e envilecer perante
o seu dono – Salazar
Um só existe: – o Tomaz.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, agosto 06, 2018

Resumo [livro impresso e variante manuscrita de 1 poema]



J.[OSÉ] C.[ARLOS] ARY DOS SANTOS

Lisboa, 1972
[ed. do Autor] Livraria Quadrante (distribuição)
1.ª edição
18,9 cm x 12,3 cm
80 págs.
capa e orientação gráfica de C.[idália] de Brito [Pressler]
exemplar manuseado, mas muito aceitável

[junto com 1 folha manuscrita, datada e assinada, com a versão primitiva do poema que surge na pág. 15 sob o título «Soneto Presente»]
29,6 cm x 20,9 cm
1 folha A4 apenas escrita de um lado
para além do título e de ser diverso na pontuação, o poema perdeu na versão impressa a confusa dedicatória do manuscrito: «Para o Manuel João [Palma Carlos] – meu Pai, e meu irmão mais novo.»
PEÇA DE COLECÇÃO
250,00 eur (IVA e portes incluídos)

O poema alude ao que no ano anterior havia acontecido a Ary dos Santos: a proibição e apreensão de um livro seu.
David Mourão-Ferreira caracterizou um dia a sua obra assim:
«[...] mesmo quando francamente ao serviço de um ideário e de uma praxis cívica que não recusam assumir-se como tais [Ary aderiu ao Partido Comunista Português em 1969], rarissimamente renuncia, no entanto, àqueles pendores da invenção metafórica e da recriação vocabular que constituem outra vertente da modernidade. [...]»

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terça-feira, junho 27, 2017

Cancioneiro da Esperança


MARIA TEREZA HORTA
JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS
[org.]


Lisboa, 1971
Seara Nova
1.ª edição
18,4 cm x 13,3 cm
48 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

São reunidos neste breve volume alguns dos mais importantes versos da resistência ao fascismo português. Convivem, assim, nestas páginas, os seguintes autores: António Aleixo, Reinaldo Ferreira, Miguel Torga, José Gomes Ferreira, Manuel Alegre, Alexandre O’Neill, José Cutileiro, Daniel Filipe, Luís Veiga Leitão, Egito Gonçalves, Carlos de Oliveira, Gastão Cruz, David Mourão-Ferreira, Fiama Hasse Pais Brandão, Joaquim Namorado, João Rui de Sousa, Mário Dionísio, Sophia de Mello Breyner Andresen, Natália Correia, Armando da Silva Carvalho, Manuel da Fonseca, João Apolinário, Orlando da Costa, Papiniano Carlos, e os próprios antologiadores.

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domingo, maio 10, 2015

As Portas Que Abril Abriu [junto com] A Bandeira Comunista | Reforma Agrária



JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS
Joaquim Pessoa
ilust. António Pimentel (livro)

Lisboa, 1975 e 1976
Editorial Comunicação
TLD – Toma Lá Disco, SCARL
1.ª edição (ambos)
[21 cm x 21 cm] + [17,9 cm x 17,9 cm]
32 págs. + 1 disco EP estereofónico (vinil)
ilustrado a cor (livro)
exemplares muito estimados; miolo limpo (livro), sem defeitos (disco)
lote de colecção
135,00 eur (IVA e portes incluídos)

A gravação discográfica inclui os poemas A Bandeira Comunista e Canção do Emigrante, de Ary dos Santos (1937-1984), e Reforma Agrária e Calendário, de Joaquim Pessoa (nasc. 1948). O poema de Ary alude directamente à destruição e incêndio criminosos do Centro de Trabalho do Partido Comunista Português em Braga durante o dia 11 de Agosto de 1975, levados a cabo por um grupo operacional da extrema-direita.

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Resumo


J.[OSÉ] C.[ARLOS] ARY DOS SANTOS
capa e grafismo de C.[idália] de Brito [Pressler]

Lisboa, 1972
[ed. do Autor] Livraria Quadrante (distribuição)
1.ª edição
18,9 cm x 12,4 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fotos-grafias


J.[OSÉ] C.[ARLOS] ARY DOS SANTOS
NUNO CALVET

capa e grafismo de Cidália de Brito Pressler

Lisboa, 1970
Livraria Quadrante – Eduardo R. Ferreira, Lda.
1.ª edição
23,5 cm x 21,2 cm
56 págs.
profusamente ilustrado com reproduções fotográficas de Nuno Calvet
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro proibido e apreendido pelas polícias do Estado Novo.

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VIII Sonetos


[JOSÉ CARLOS] ARY DOS SANTOS
pref. Manuel Gusmão
ilust. Rogério Ribeiro

Lisboa, 1984
Edições Avante!
1.ª edição [única]
33,2 cm x 24,2 cm
50 págs.
ilustrado
impresso em off-set sobre papel couché mate, fólios soltos acondicionados em estojo editorial
exemplar muito estimado, com vinco no canto superior direito da aba do estojo; miolo limpo
é o n.º 2.362 de uma tiragem declarada de 3.000 exemplares únicos [«As matrizes usadas na impressão foram destruídas após o acabamento desta edição que não será reeditada»]
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

São os derradeiros versos conhecidos de Ary dos Santos. Segundo a ficha técnica do volume, «Nos últimos meses de 1983, quando já se encontrava gravemente doente, José Carlos Ary dos Santos decidiu trabalhar para a publicação de um livro de 35 sonetos. [...]
[...] apenas oito haviam sido completados à data da morte, em 18 de Janeiro de 1984. [...]»
O editor tentou, pois, reconstituir a ordem por que foram escritos, dando-os a conhecer, também em fac-símile, no estado em que se encontravam.

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