sexta-feira, julho 24, 2026
Vera Lagoa Meteu a Pata na Poça
sábado, maio 16, 2026
Cancioneiro da Esperança

MARIA TEREZA HORTA
JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS
[org.]
Lisboa, 1971
Seara Nova
1.ª edição
184 mm x 133 mm
48 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
São reunidos neste breve volume alguns dos mais importantes versos da resistência ao fascismo português. Convivem, assim, nestas páginas, os seguintes autores: António Aleixo, Reinaldo Ferreira, Miguel Torga, José Gomes Ferreira, Manuel Alegre, Alexandre O’Neill, José Cutileiro, Daniel Filipe, Luís Veiga Leitão, Egito Gonçalves, Carlos de Oliveira, Gastão Cruz, David Mourão-Ferreira, Fiama Hasse Pais Brandão, Joaquim Namorado, João Rui de Sousa, Mário Dionísio, Sophia de Mello Breyner Andresen, Natália Correia, Armando da Silva Carvalho, Manuel da Fonseca, João Apolinário, Orlando da Costa, Papiniano Carlos, e os próprios antologiadores.
terça-feira, abril 07, 2026
Adereços, Endereços
JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS
Lisboa, 1965
Guimarães Editores
1.ª edição
218 mm x 161 mm
72 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)
«José Carlos Pereira Ary dos Santos nasceu em Lisboa, no dia 7 de
dezembro de 1937. Seria nesta mesma cidade que viria a partir, aos 46 anos de
idade, no dia 18 de janeiro de 1984. Nasceu numa família de raiz aristocrata,
descendentes do Conde de Palmela e do Visconde de Manique, importantes figuras
nobiliárquicas no século XIX. Começou a sua formação no Colégio Infante Sagres,
mas o seu comportamento irrequieto e rebelde levá-lo-ia a ser expulso. Um breve
período num colégio jesuíta a norte, em Santo Tirso, permitiu que regressasse a
Lisboa, onde estou no Colégio São João de Brito.
A morte da sua mãe e a relação distante com o pai – saiu de casa ainda
adolescente – obrigou-o a procurar o seu sustento como escriturário no Casino
Estoril e no ramo das vendas e da publicidade, onde usufruiu de algum sucesso
criativo. Ainda chegaria a ingressar na Faculdade, em Direito e, algum tempo
depois, em Letras, mas deixaria por terra os seus intentos académicos. […]
A poesia e, a juntar a esta, a música seriam as vias pelas quais chegaria a um
público cada vez mais amplo, ajudando a renovar o panorama da música
portuguesa. Em muito contribuiu ter composto quatro canções bem-sucedidas para
o Festival da Canção. […]
[…] o 25 de abril, que marcou o fim do regime ditatorial e o início da
democracia, que abriu portas à afirmação da esquerda, à qual Ary dos Santos
procurou emprestar a sua voz e, por vezes, a sua presença em manifestações e
até assaltos de forças mais radicais. Tinha sido visado pela Censura,
nomeadamente com a publicação de livros de poesia como “Adereços, Endereços”
(1965), “Insofrimento in Sofrimento” (1969) e “Fotos-grafias” (1971) […].»
(Fonte: Lucas Brandão, «A veia criadora e declamadora de Ary dos Santos», Comunidade
Cultura e Arte, pág. elect., 26 Março, 2020)
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
terça-feira, fevereiro 17, 2026
Cadernos Despertar
pref. Miguel Serrano
capa de Miguel Eduardo
Buraca (Amadora), Junho de 1982
Edição dos Autores
1.ª edição
n.º 1 (único publicado)
182 mm x 122 mm
56 págs.
exemplar estimado, capa com sinais de arrancamente de fita-gomada; miolo limpo
carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa na pág. 2
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR JOSÉ VULTOS SEQUEIRA
37,00 eur (IVA e portes incluídos)
Inclui colaboração dos poetas Eduardo Olímpio, José Carlos Ary dos Santos, José Jorge Letria, José Vultos Sequeira, Luís Maçarico, Manuel Branco, e Orlando César.
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sábado, junho 28, 2025
As Portas Que Abril Abriu [junto com] A Bandeira Comunista | Reforma Agrária
terça-feira, abril 01, 2025
Tempo da Lenda das Amendoeiras
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de Maria Leonor Mayer da Câmara Pina







