quarta-feira, setembro 19, 2012

Em Redor de um Grande Drama



CARLOS MALHEIRO DIAS

Lisboa / Rio de Janeiro, s.d. [1912]
Livrarias Aillaud & Bertrand / Livraria Francisco Alves
1.ª edição
18,8 cm x 12,2 cm
2 págs. + XL págs. + 378 págs.
subtítulo: Subsidios para uma Historia da Sociedade Portuguêsa (1908-1911)
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Esta obra de memorialismo constitui um complemento aos volumes Do Desafio á Debandada e Zona de Tufões.

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A Verdade Nua


CARLOS MALHEIRO DIAS
capa de Roque Gameiro

Lisboa, s.d.
Portugal-Brasil Sociedade Editora de Arthur Brandão & C.ª
3.ª edição
19,4 cm x 13 cm
276 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, setembro 09, 2012

Coimbra



MANUEL CHAVES E CASTRO
capa de Horácio Novais
fotografias de David de Almeida, Horácio Novais e Varela Pé Curto

Lisboa, 1961
Olisipo – Editorial de Publicações Turísticas
[1.ª edição]
edição em português, francês, inglês, alemão e espanhol
n.º 4 da Colecção Turismo
16,6 cm x 12,3 cm
58 págs. + 32 págs. em extra-texto
profusamente ilustrado a preto e a cor
impresso em rotogravura
exemplar como novo
20,00 eur


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sábado, setembro 01, 2012

Assombros


MANUEL MENDES
capa de Carlos Botelho

Lisboa, 1962
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
19,4 cm x 12,3 cm
232 págs.
exemplar como novo, sem sinais de quebra na lombada, por abrir
25,00 eur

Nas fichas de leitura destinadas à aquisição (ou não...) de livros para as bibliotecas itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian, António Quadros afirma:
«Nestes contos, Manuel Mendes mais uma vez descreve simples histórias da vida quotidiana, ora com um sentido irónico, ora com um sentido humaníssimo, ora com um leve humor, ora com melancolia. Apenas o conto Gertrudes, pelo seu tema – a história de uma mulher que não recua diante de nada para chegar aos seus fins, isto é, à fortuna e ao poder, sendo no final castigada – é susceptível de reservas, pelo que o livro é recomendável para adultos de sólida formação.»
E disse! Era assim, nessa época prodigiosa em que os editores encaminhavam parte da sua produção para as bibliotecas públicas... com reserva do direito de admissão, claro!

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História Natural


MANUEL MENDES
capa de Fred Kradolfer

Lisboa, 1968
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
19,4 cm x 12,5 cm
236 págs.
exemplar como novo, por abrir
30,00 eur

Diz-nos a nota da Agenda Cultural da BN em Outubro de 2006:
«[...] Escritor, jornalista, crítico de arte e tradutor, Manuel Mendes nasceu em Lisboa, em 1906, e faleceu na mesma cidade, em 1969. Cultivou também a escultura, sendo que a “sua escultura vai para além do amadorismo […]. Os bustos e as cabeças de Manuel Mendes acusam, na verdade, uma grande serenidade e severidade que os dignificam.” (Margarida Marques Matias).
Colaborador da Seara Nova, conviveu desde cedo com Raúl Proença, Câmara Reis e António Sérgio e Raul Brandão, “seu mestre e paradigma literário” (Mário Soares), de quem foi um divulgador empenhado. Como aluno da Faculdade de Letras participou na greve académica de 1931, tendo, a partir desta data, tomado parte em, praticamente, “todas as conspirações, revoluções e tentativas revolucionárias contra a ditadura […]. Libertou, de armas na mão, um companheiro preso que estava a ser torturado, num assalto bem sucedido à esquadra da polícia do Rego.” (Mário Soares) Fez parte da efémera Frente Popular, do MUNAF, da Resistência Republicana e da Acção Socialista Portuguesa; foi um dos promotores do MUD, tendo sido membro da sua comissão central, e integrou as candidaturas de Norton de Matos e de Humberto Delgado à Presidência da República. [...]»

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