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sábado, maio 03, 2025

O Monge


[MATTHEW GREGORY] LEWIS
trad. Egito Gonçalves
capa e grafismo de Armando Alves

Porto, 1973
Editorial Inova Sarl
1.ª edição
226 mm x 140 mm
404 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra-prima do romance fantástico, cuja franca licenciosidade custou a Lewis a apreensão policial. Diz-nos Egito Gonçalves na nota de badana:
«[...] Publicado no final do século XVIII [1795], há a anotar a particularidade interessante de ter sido escrito por um moço de vinte anos. [...] Como uma cunha, o pecado instala-se no coração de Ambrósio, inspirado pregador de um convento de dominicanos em Madrid, apreciadíssimo pelo dom da palavra de que é senhor e venerado pela irrepreensível virtude que aparenta. Lewis vai empenhar-se em mostrar como, na conjunção de um certo número de factores, a minúscula fenda instalada na alma do monge é susceptível de fazer periclitar toda a estrutura antes julgada férrea. Tentado por Satã, a “pequena mancha” do orgulho crescerá, crescerá até englobar, primeiro, a bela Matilde, que lhe revela um mundo desconhecido de desvairada sensualidade; depois, uma jovem mulher por quem se sente irresistivelmente atraído e que acabará por violar. Para saciar o apetite despertado e enlouquecido, valer-se-á dos mais torpes estratagemas e dos mais abjectos crimes. Um sopro tempestuoso premonitor do Inferno abre caminho aos seus passos, nem sempre firmes, mas finalmente inexoráveis, sendo as páginas em que Lewis descreve o fogo infernal obras-primas de “horror sagrado”. Fantásticos, realistas ou ingénuos, entrecruzam-se no livro – demónios, assassínios, fantasmas, torturas, lúgubres subterrâneos, encontrando-se subjacente no romance uma potente crítica aos barbarismos de um poder que de espiritual decerto toma o nome. Inúmeros episódios secundários concorrem para criar em O Monge aquele “esplêndido céu de tempestade” referido [pelo surrealista] André Breton.»

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telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sábado, abril 12, 2025

Os Pássaros Mudam no Outono


EGITO GONÇALVES
ilust. (capa) Carlos Carreiro
grafismo de Armando Alves

Porto, 1981
Limiar
1.ª edição
205 mm x 124 mm
80 págs.
exemplar em bom estado de conservação, sem quebra na lombada; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, dezembro 16, 2023

As Cinzas de Gramsci

 

PIER PAOLO PASOLINI
trad. Egito Gonçalves


Porto, 1978
Editorial Inova
1.ª edição
295 mm x 182 mm
16 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
folhas alceadas, não cosidas e encartadas em capa de cartolina
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é n.º 203 de uma tiragem de apenas 250 exemplares
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, maio 01, 2023

A Serpente – Fascículos de Poesia

Porto, Janeiro a Março de 1951
dir. Egito Gonçalves
colecção completa (3 fascículos)
25,7 cm x 19,4 cm
3 x 16 págs. [numeração consecutiva]
exemplares que sofreram o natural envelhecimento do papel, o primeiro, apesar de frágil, está parcialmente por abrir, os outros dois nunca foram abertos
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração absolutamente fora de série, entre outros, de José Gomes Ferreira, Cecília Meireles, Adolfo Casais Monteiro, Eugénio de Andrade, Alexandre Pinheiro Torres, Sofia de Melo Breiner Andresen, Carlos Eurico da Costa, José Fernandes Fafe, Jorge de Lima, Jorge de Sena, Mário Eloy, Carlos Drumond de Andrade, Henrique Risques Pereira, Carlos de Oliveira, José Blanc de Portugal, Mário Cesariny, etc.
Para o 4.º fascículo – nunca editado – a intervenção estender-se-ia a Alberto Serpa, Alexandre O’Neill, Vitorino Nemésio, Câmara Leme, o que confirma a vontade «menos formalista» que Egito Gonçalves quis imprimir à publicação, «atenta aos problemas de uma poesia de resistência, que se queria com nitidez fora do regime político vigente», nascida por antítese doutra sua congénere, a Távola Redonda, e antecipando o que virá a ser a Árvore. (Fonte para as declarações de Egito Gonçalves: Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1941-1974), vol. II, 2.º tomo, Grifo, Lisboa, 2000)

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quinta-feira, janeiro 13, 2022

O Livro Vermelho dos Cábulas

 

JEAN-CHARLES
trad. Egito Gonçalves
capa e grafismo de Armando Alves

Porto, s.d. [1970, seg. BNP]
Editorial Inova Limitada
1.ª edição
181 mm x 115 mm
224 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, junho 04, 2021

Michael Kohlhaas, o Rebelde

 

HEINRICH VON KLEIST
trad. Egito Gonçalves


Lisboa, 1984
Edições Antígona
2.ª edição
210 mm x 121 mm
124 págs.
exemplar como novo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, agosto 22, 2019

Alguma Poesia Portuguesa



EUGÉNIO DE ANDRADE
LUÍS DE CAMÕES
EGITO GONÇALVES
LUÍS VEIGA LEITÃO
PAPINIANO CARLOS
et alii
capa e grafismo de Armando Alves
ilust. José Rodrigues

Porto, 1972-1973
Editorial Inova
1.ª edição
22,3 cm x 14,3 cm
92 págs. + 88 págs. + 100 págs. + 94 págs. + 16 págs.
inclui os volumes 13, 26, 7 e 16 da Colecção Duas Horas de Leitura:
1 – Eugénio de Andrade, Antologia Breve;
2 – Eugénio de Andrade (org.), Variações Sobre um Corpo;
3 – Luís de Camões (Eugénio de Andrade, org.), Versos e Alguma Prosa;
4 – Egito Gonçalves | Luís Veiga Leitão | Papiniano Carlos, Sonhar a Terra Livre e Insubmissa
encadernação editorial inteira em tela encerada, gravação a negro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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