quinta-feira, abril 30, 2020

Portugal – Instituições e Factos



GUILHERME D’OLIVEIRA MARTINS
capa de Lígia Pinto
grafismo de Julieta Matos

Lisboa, 1991
Comissariado para a Europália 91 | Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição
210 mm x 148 mm
184 págs.
colecção Sínteses da Cultura Portuguesa
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, abril 29, 2020

Paródia – Comédia Portuguesa, Revista de Humor e Caricatura




JOSÉ VILHENA

Lisboa, Setembro e Outubro de 1980
Director, Editor e Proprietário: José Vilhena
1.ª edição
2 fascículos (completo)
300 mm x 225 mm
2 x 16 págs.
profusamente ilustrado a cor
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aquela ideia peregrina por que, hoje em dia, muitos políticos e os habituais do povo-parvo-ignaro pugnam, em “devolver” aos “povos de origem” peças há séculos conservadas nos museus nacionais, era em 1980 apenas e tão-somente motivo de chuchadeira na ponta da língua viperina de José Vilhena. E essa gente outra coisa não merece. Com o habitual traço grosso do seu escárnio escarrapachava ele nas páginas do primeiro fascículo:
«DEVOLVIDA AOS ÁRABES A ESTAÇÃO DO ROSSIO
Graças às excelentes relações do actual Governo com os países produtores de petróleo, a Estação do Rossio vai ser devolvida aos árabes, conforme protocolo assinado por Freitas do Amaral e Asser Arafat, representando a OLP.
Construída no século X, foi mesquita até à conquista de Lisboa por Afonso Henriques, que lá instalou uns banhos turcos para afogar os seus inimigos, já que pessoalmente tinha um horror visceral pela água.
Transformada em estação de caminhos de ferro pelo rei D. Luís, o imponente edifício vai agora funcionar simultaneamente como templo islâmico e centro de treino de uma célula terrorista da seita pelestiniana “Setembro Negro”.»

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Grande Enciclopédia Vilhena


JOSÉ VILHENA

Lisboa, 1972 a Abril de 1974
Edições Branco e Negro (ed. Autor)
1.ª edição [única]
6 fascículos (completo)
315 mm x 231 mm (estojo)
128 págs. (numeração contínua) + 6 capas *
profusamente ilustrados
acondicionados em estojo próprio de fantasia
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
80,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Publicação humorística periódica, a primeira de José Vilhena sob a forma de revista, necessariamente disfarçada de livro editado em fascículos coleccionáveis. Até aí, o caricaturista servira-se de um modelo que não estava obrigado a ir à censura prévia: o livro – os basto conhecidos livros de bolso, mais de meio cento deles, que a polícia apreendia somente após impressos e postos à venda. Com o 25 de Abril, Vilhena muda-lhe o título, muito a propósito, para Gaiola Aberta, dando início então a uma revista mensal em que o seu nome já pode figurar, às claras, como «director, editor e proprietário», e com distribuição do “gigante” comercial Agência Portuguesa de Revistas em Lisboa, Coimbra, Porto, Luanda e Lourenço Marques. Os conteúdos não diferem muito de uma para a outra publicação: sexo, visto pelo óculo auto-reprimido do masturbador, e política, a ingénua e muito errática política da vox populi. Sim, quem pense que a obra escrita e desenhada de José Vilhena não passa de um acervo de badalhoquices brejeiras, está muito enganado. A crónica dos acontecimentos que marcam a vida do país urbano é uma presença constante em toda a sua obra; é mesmo nos seus livros e revistas que ficou registado o “pensamento” da multidão na rua, numa mistura que vai da intriga sexual bairrista de vizinhos e vizinhas ao simples desafabo sobre o que de política chega aos ouvidos de todos através dos meios de informação oficial. Um desiderato, portanto.

* «Poster – O leitor inteligente deve coleccionar não só os fascículos como as gravuras da capa e contracapa. Colando-as na parede da mansarda (se for um intelectual) ou da barraca (se for um operário) obterá, dentro de pouco tempo, um poster monumental, contando a triste história do Homem e da Mulher, desde Adão e Eva até ao António Calvário e à Madalena Iglésias.» (José Vilhena)

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O Menino Gordo



ISABEL MARIA VAZ RAPOSO (BIÓ), texto e ilustrações

Lisboa, s.d. [1960, seg. BNP]
Editorial Verbo
1.ª edição
216 mm x 155 mm
24 págs.
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial, folhas-de-guarda impressas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Magriço


GOULART NOGUEIRA
capa e ilust. António Botelho

Lisboa, s.d. [1962]
Editorial Verbo
1.ª edição
21,5 cm x 15,7 cm
20 págs.
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial, folhas-de-guarda impressas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Florentino Goulart Nogueira (1924-2015), tendo nascido no Brasil, foi em Portugal que cultivou o seu sonho fascista. Colaborou como poeta nas revistas literárias Mensagem, Graal e Távola Redonda. Luiz Pacheco apreciava-o certamente, dado tê-lo incluído como tradutor na editora Contraponto. Após o 25 de Abril, Goulart Nogueira será preso político da democracia, aquando do triste episódio de 28 de Setembro.

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terça-feira, abril 28, 2020

Fructos de Vario Sabor



FRANCISCO GOMES DE AMORIM

Lisboa, 1876
Imprensa Nacional
1.ª edição
163 mm x 111 mm
352 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Lira Açoriana [partituras]


FERNANDO LOPES-GRAÇA
pref. J. M. Bettencourt da Câmara

Angra do Heroísmo, 1992
Edição da Secretaria Regional da Educação e Cultura – Direcção Regional dos Assuntos Culturais – Região Autónoma dos Açores
1.ª edição
297 mm x 210 mm
128 págs.
subtítulo: Ciclos de canções com piano sobre poemas de Antero de Quental, Vitorino Nemésio, Ivo Machado – Canções populares
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, abril 27, 2020

Guia Ilustrado da Cidade de Luanda



[JOSÉ PEDROSO BOTAS]

Luanda, 1947
ed. autor [Imprensa Nacional de Angola]
1.ª edição
165 mm x 220 mm (oblongo)
18 págs. + 7 desdobráveis (grande formato) + 48 págs. + 4 págs. em extra-texto + 34 págs.
subtítulo: Homenagem à Câmara Municipal de Luanda. De cuja Vereação fazem parte, actualmente, os Excelentíssimos Senhores […] Na data comemorativa do 299.º aniversário da Restauração de Angola
profusamente ilustrado com reproduções fotográficas e anunciantes de comércio e indústrias
exemplar envelhecido mas aceitável, contracapa um pouco gasta e com falha de papel no canto superior esquerdo; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, abril 26, 2020

25 de Abril – O Renascer da Esperança



MANUEL DE SOUSA, texto
ERNESTO NEVES, ilust.
pref. Edite Estrela

Mem Martins, 1999
SporPress – Sociedade Editorial e Distribuidora, Lda.
1.ª edição
300 mm x 230 mm
48 págs.
subtítulo: Edição Comemorativa dos 25 anos do 25 de Abril
ilustrado a cor (banda desenhada)
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, abril 25, 2020

Down Beat – The bi-weekly music magazine







dir. John J. Maher
Chicago, Janeiro a Dezembro de 1964
1.ª edição
26 números
280 mm x 212 mm
46 págs. (cada, excepto o número comemorativo do 30.º aniversário da revista: 102 págs.)
profusamente ilustrados
acabamentos com dois pontos em arame
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revista musical norte-americana de grande prestígio, fundada em Chicago em 1934, e ainda hoje no activo. O vertente lote é constituído apenas por 26 dos 33 números da revista publicados durante o ano de 1964, ano particularmente interessante para os amantes de jazz, por ser o ano charneira em que se joga a força criativa da New Thing, e que a Down Beat documenta.

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Nova Castro, tragedia […] correcta de muitos erros e augmentada com a brilhante scena da Coroação [junto com] Á Morte de D. Ignez de Castro, cantata […] a que se ajunta o episódio, ao mesmo assumpto, do imortal […] [junto com] Catalogo dos livros, que Antonio Marques da Silva mandou imprimir, e de outros que tem de sortimento, e se vendem na sua loja na Rua Augusta n.º 2 e 3, em Lisboa





JOÃO BAPTISTA GOMES JUNIOR
JOSÉ JOAQUIM BORDALO
MANOEL MARIA BARBOSA DU BUCAGE
LUIZ DE CAMÕES

Lisboa, 1826 | Lisboa, 1824 | Lisboa, Setembro 1847
Na Imprensa da Rua dos Fanqueiros n.º 129 B | Na Typographia Rollandiana
5.ª edição e 2.ª edição
2 obras e 1 catálogo enc. em 1 vol.
161 mm x 106 mm
[82 págs. + 1 folha em extra-texto (gravura)] + 24 págs. + 48 págs.
encadernação recente de amador inteira em sintético gravada a ouro na pasta anterior
não aparado, carminado no corte
conserva a capa de protecção
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel por vezes manchado
PEÇA DE COLECÇÃO
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo III, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«João Baptista Gomes Junior, natural do Porto. Seguiu ahi a profissão do Commercio, e foi (segundo creio) Guarda-livros de uma casa de negócio. M. em edade ainda verde, a 30 de Dezembro de 1803, e foi sepultado no convento de S. Francisco. [...]
João Baptista Gomes Junior tirou para esta composição [a Nova Castro] grande partido da peça que do mesmo argumento escrevêra Domingos dos Reis Quita [...]; e aproveitou d’ella tudo quanto pôde, como facilmente verá quem confrontar uma e outra. É para admirar, que ninguem que me conste, fizesse até agora esse reparo, pois as imitações na substancia e na fórma são tão characteristicas e pronunciadas, que para logo saltam aos olhos. Já houve quem não duvidou chamar a Gomes o nosso primeiro tragico; porém este conceito accusa ou notavel parcialidade, ou mui pouca intelligencia e conhecimento da arte em quem o aventou. Ultimamente ha sido moda desdenhar da Castro e do seu auctor, cahindo os que assim ajuizam no extremo opposto, e mostrando-se invejosos depreciadores do merito verdadeiro, contra o qual não prevalecem de certo os seus epigrammas.
Garrett, que não será tido n’este caso por suspeito, havia o seu patricio em maior conta. [...]»
Quanto à cantata de Bocage, Inocêncio apenas refere (op. cit., tomo VI, n.º 1.035) que «É transcripta do que anda no tomo II das Rimas do auctor» publicadas em 1799.

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sexta-feira, abril 24, 2020

Des Principes de la Guerre




F. [FERDINAND] FOCH, marechal

Nancy – Paris – Estrasburgo, 1921
Berger-Levrault, Libraires-Éditeurs
7.ª edição
texto em francês
247 mm x 168 mm
XX págs. + 344 págs. + 25 desdobráveis em extra-texto (cartas militares)
subtítulo: Conférences faites en 1900 a l’École Supérieure de Guerre
ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação coeva em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
135,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Manual de Táctica Antisubmarina



[ANÓNIMO]
advertência de Javier de Mendizábal

Madrid, 1952
Escuela de Guerra Naval
1.ª edição
texto em castelhano
217 mm x 158 mm
184 págs.
ilustrado
encadernação de amador inteira em sintético modestamente gravada a ouro na lombada
pouco aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado, sinais de foxing na capa da brochura; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Ideas Básicas sobre la Guerra Marítima



LUIS CARRERO, capitão de fragata

Madrid, 1945
Escuela de Guerra Naval
1.ª edição
texto em castelhano
212 mm x 148 mm
6 págs. + 112 págs. + 12 págs. em extra-texto + 11 desdobráveis em extra-texto + 20 págs. em extra-texto
profusamente ilustrado em separado
encadernação de amador inteira em sintético modestamente gravada a ouro na lombada
pouco aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior esquerdo do frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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La Guerra Empezo en España



JULIO ALVAREZ DEL VAYO

México, 1940
Editorial Séneca
1.ª edição
texto em castelhano
208 mm x 157 mm
384 págs.
subtítulo: Lucha por la Libertad, 1936-1939
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Testemunho do socialista Julio Alvarez del Vayo (1891-1975), que foi ministro de Estado republicano, e aqui denuncia o abandono total em que a Espanha foi deixada, nessa época, na luta contra o fascismo, por parte das democracias europeias. Del Vayo irá radicalizar-se nos anos subsequentes, tendo mesmo, a partir do exílio, sido o fundador e dirigente do braço armado do Partido Comunista de Espanha (marxista-leninista).

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Contos Desta Guerra



aa.vv.
trad. Ersílio Cardoso e Oldemiro César

Lisboa, 1946
Editorial «Gleba», L.da
1.ª edição
192 mm x 133 mm
200 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Psicologia de Massa do Fascismo



WILHELM REICH
trad. J. Silva Dias
capa de Flip

Porto, Outubro de 1974
Publicações Escorpião
1.ª edição
210 mm x 131 mm
196 págs.
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[…] Hitler não só baseou o seu poder no início graças a massas que até então eram pouco politizadas, realizou também na legalidade o último passo que o levava à vitória em Março de 1933 mobilizando nada menos de cinco milhões de pessoas que até então não votavam, de pessoas apolíticas portanto. […]
Quando o proprietário de fábrica ou o grande proprietário de terras tem ideias políticas e é de direita, isso compreende-se imediatamente considerando os seus interesses económicos imediatos. […] Quando o operário de fábrica tem uma orientação política de esquerda isso é também muito racional e consequente e tem raíz na sua posição económica e social na empresa. Mas quando operários, empregados ou funcionários têm uma orientação política de direita, isso acontece na maior parte dos casos por falta de lucidez política, ou seja, por ignorância da sua posição social. Quanto mais se mostrar apolítico alguém que faça parte da grande massa dos trabalhadores mais será facilmente receptivo à ideologia da reacção política. Ora esse apolitismo não é, como se julga, algo como um estado psíquico de passividade, é um comportamento inteiramente activo, uma defesa contra a consciência política. […]»

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Os Meus Últimos Dias em Berlim



NEVILE HENDERSON, Sir

Lisboa, s.d. [1940, seg. BNP]
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
190 mm x 122 mm
80 págs.
subtítulo: Relatório definitivo sôbre os grandes acontecimentos diplomáticos secretos que precederam a guerra actual
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Anunciação a Maria


PAUL CLAUDEL
trad. Sophia de Mello-Breyner Andresen
capa e ilust. António-Lino

Lisboa, s.d.
Editorial Aster
1.ª edição
18,8 cm x 13,3 cm
296 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior
conserva a mica original de protecção
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de cariz religioso, deste Paul Claudel (1868-1955), católico diplomata de carreira e defensor do ideário da extrema-direita francesa. Inicialmente anti-semita ostensivo, acabou a considerar que a solução terminal de Hitler não seria, do seu ponto de vista, a melhor solução: era preciso solver mais brandamente. Que tenha sido publicado em português pela Aster, é natural; que Sophia tenha aceito traduzi-lo, já fia mais fino!...

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Indicateur des Routes Maritimes de l’Océan Atlantique Nord




F. [FERDINAND] LABROSSE

Paris, 1872
s.i. («se trouve dans les ports chez les libraires dépositaires des cartes et plans de la Marine»)
[1.ª edição]
texto em francês
234 mm x 155 mm
4 págs. + 120 págs.
encadernação coeva em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA ASSINATURA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Indicateur des Routes Maritimes de l’Océan Pacifique, des mers de Chine et de l’Australie, etc.




F. [FERDINAND] LABROSSE

Paris, 1874
s.i. [ed. autor ? («se trouve a Paris et dans les ports, chez les libraires de la Marine»)]
1.ª edição
texto em francês
234 mm x 158 mm
4 págs. + XII págs. + 446 págs.
encadernação coeva em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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La Loi des Tempêtes Considérée dans les Rapports avec les Mouvements de l’Atmosphère




H. W. DOVE
trad. A. Le Gras

Paris, 1864
Imprimerie Administrative de Paul Dupont
1.ª edição
texto em francês
227 mm x 154 mm
XVI págs. + 310 págs. + 4 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Avec dessins et cartes des tempêtes
ilustrado
encadernação coeva em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Manual de Citações Camoneanas


NARCISO JOSÉ DE MORAES (1826-?)

Porto, 1884
Livraria Portuense de Clavel & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12 cm
80 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável, falhas de papel na lombada; miolo limpo com ocasionais picos de acidez
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Musa de Quatro Idiomas



[A. HERCULANO DE CARVALHO, org. e trad.]

Lisboa, 1947
Edições Ática
1.ª edição
198 mm x 141 mm
308 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Magnífica antologia de poetas e seus versos, construída laboriosamente sobre um gosto pessoal e no intuito de demonstrar como a «[…] excelência da língua portuguesa como instrumento de comunicação poética, [é] capaz de reproduzir, sem desvalorização, os mais variados tons e mensagens […]», tarefa que António Herculano de Carvalho (1899-1986) realiza mais fiel a esse dito tom do que à vassalagem da literalidade.

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Oiro de Vário Tempo e Lugar



[A. HERCULANO DE CARVALHO, org. e trad.]

Porto, 1983
O Oiro do Dia (M. J. Costa & C.ª, Lda.)
2.ª edição
206 mm x 140 mm
376 págs. + 16 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da segunda edição do livro editado, em 1947, sob o título Musa de Quatro Idiomas.

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terça-feira, abril 21, 2020

Aqui Emissora da Liberdade


MATOS MAIA

Lisboa, 1975
Rádio Clube Português
1.ª edição [única]
20,8 cm x 14,4 cm
222 págs. + 71 folhas em extra-texto
subtítulo: Rádio Clube Português 04.26 – 25 de Abril de 1974
profusamente ilustrado
exemplar bem conservado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Matos Maia, que foi durante décadas a ama-seca de um público imbecilizado pelo programa Quando o Telefone Toca, é aqui o excelente redactor da crónica de uma noite que nunca mais voltará. Assim: «[...] Foi a partir das 4 e 26 que o país começou a entender que algo de muito importante para a vida da nação e de todos os portugueses, estava a acontecer. [...]» E o que estava a acontecer – a subversão militar – permitiu momentaneamente ao anónimo homem-da-rua tornar-se por escassos meses sujeito, e não objecto, da História.
Incontornável documento para a compreensão dessa primeira viragem.

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Cantar de Novo


[ZECA] JOSÉ AFONSO
pref. António Cabral
capa de Camilo Mourão

Tomar, 1971
Nova Realidade
2.ª edição
17,8 cm x 11 cm
112 págs.
exemplar em bom estado de conservação, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Rumo à Vitória



ÁLVARO CUNHAL
capa e grafismo de Armando Alves

Porto, Junho de 1974
Edições “A Opinião”
s.i. [1.ª edição fora da clandestinidade]
209 mm x 139 mm
300 págs.
subtítulo: As tarefas do partido na revolução democrática e nacional
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Portugal Amordaçado


MÁRIO SOARES
texto na contracapa de Alfredo Barroso
capa de Manuel Dias

Lisboa, Outubro de 1974
Editora Arcádia
1.ª edição (em português)
20 cm x 13,5 cm
736 págs.
subtítulo: Depoimento Sobre os Anos do Fascismo
exemplar estimado, sem quebras na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Originalmente publicado pela Calmann-Levy em Paris, no ano de 1972, é o mais interessante livro de memórias da resistência portuguesa nos anos após o fim da II Guerra Mundial. Em parte escrito nos anos de deportação em São Tomé, acabado durante o exílio parisiense, o seu autor, que duramente protagonizou um tal testemunho enquanto fundador do Partido Socialista, virá a ser o factotum da travagem da influência crescente do Partido Comunista Português nos devastadores anos de 1974-1975.

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Le Portugal Baillonné



MÁRIO SOARES

Paris, 1972
Calmann-Lévy
1.ª edição
texto em francês
22,6 cm x 14,6 cm
320 págs.
subtítulo: Un témoignage
exemplar estimado; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da edição original do Portugal Amordaçado, livro de grande impacto histórico, dado a sua desabrida denúncia de um regime totalitário – o dito “Estado Novo” –, com a sua concentração empresarial em meia dúzia de famílias – o corporativismo –, entricheiradas sob protecção silenciadora dos serviços da censura e a coacção das liberdades essenciais do povo trabalhador mediante as várias polícias, a Legião Portuguesa, a PIDE, a Guarda Nacional… “Republicana”.

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sexta-feira, abril 17, 2020

A Pegada do Yeti


MARIA ALBERTA MENÉRES
[capa de Escada]

Lisboa, 1962
Livraria Morais Editora
1.ª edição
19,9 cm x 15,5 cm
48 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do livro de poemas mais importante da autora, de seu nome completo Maria Alberta Rovisco Garcia Menéres de Melo e Castro, que foi co-autora (com E.M. de Melo e Castro) das quatro sucessivas edições da antologia Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa.

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Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa




MARIA ALBERTA MENÉRES
E. M. DE MELO E CASTRO

[capa de Escada]


Lisboa, 1971
Livraria Moraes Editora
3.ª edição (revista, actualizada e com uma nova Introdução)
20 cm x 15,5 cm
LXXX págs. + 820 págs. + 44 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

É ainda hoje a única antologia poética panorâmica de referência para o que em língua portuguesa se escreveu após a Segunda Guerra Mundial. Dizem-nos os compiladores: «[...] 1945 não marca em Portugal nenhuma revolução ou movimento estético especial. Marca antes, o começo de uma nova tomada de consciência do modo de estar no mundo, que a pouco e pouco foi chegando até nós, alterando decisivamente o mundo em que desde então se vive. [...]»
As suas «três edições [aliás, quatro] podem ser até consideradas como três fases de uma só Antologia, revelando no seu conjunto um trabalho em processo, de um constante empenhamento e risco vivenciais» (palavras das Notas Iniciais).
Para além da rectidão na escolha de autores representados e de poemas, e da importância dos verbetes biobibliográficos individuais, há a sublinhar o precioso trabalho dos índices cronológico-descritivos com a proveniência dessas escolhas. Ainda hoje, exceptuando duas antologias dos anos 80 do século XX (uma pessoal, outra uma antologia-manifesto), nada de melhor ou sequer semelhante se fez pela Poesia portuguesa.

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Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa




MARIA ALBERTA MENÉRES
E. M. DE MELO E CASTRO
[capa de Escada]

Lisboa, 1959
Livraria Morais Editora
1.ª edição
20,1 cm x 16 cm
XXVIII págs. + 378 págs. + 1 folha em extra-texto + 6 desdobráveis em extra-texto
encadernação meia-francesa em pele com cantos também em pele, gravada a ouro na lombada
pouco aparado e carminado à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

Memoria para servir de indice dos foraes das terras do Reino de Portugal e seus dominios [...]



FRANCISCO NUNES FRANKLIN

Lisboa, 1816
Na Officina da Mesma Academia [Academia Real das Sciencias]
1.ª edição
23 cm x 17,3 cm (estojo)
12 págs. (não num.) + VIII págs. + 260 págs.
acabamento cosido com laçada de linha
cadernos acondicionados num estojo próprio de fábrica recente inteiro em tela crua
não aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante, última página suja
PEÇA DE COLECÇÃO
280,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Inocêncio Francisco da Silva no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo III, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«Francisco Nunes Franklin, Official maior do Archivo Nacional, Chronista da Casa de Bragança, e Socio da Academia R. das Sciencias de Lisboa. – N. na freguezia do Sacramento do Recife de Pernambuco a 23 de Julho de 1778. Depois de ter militado na sua patria com praça em tropa de linha, veiu para Lisboa, e d’aqui partiu para Coimbra, com o intento (dizem) de formar-se em Medicina. Parece que cursou por algum tempo as aulas de Philosophia e Mathematica, mas sentindo-se com pouca disposição para proseguir, abandonou os estudos e voltou para Lisboa em 1802, conseguindo ser aqui empregado no Archivo da Torre do Tombo. Aprendeu a paleographia com o lente João Pedro Ribeiro; e por morte de Antonio Ribeiro dos Sanctos obteve o logar de Chronista da Casa e Estado de Bragança, que lhe foi conferido por alvará de 21 de Junho de 1821. Em Agosto de 1833 foi provido interinamente no logar de Guarda-mór do Archivo, cujas funcções pouco tempo desempenhou, falecendo a 2 de Dezembro do mesmo anno. [...]»

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