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segunda-feira, março 23, 2020

Remédio das Caldas


ARMANDO FERREIRA
capa de Stuart de Carvalhais

Lisboa, s.d. [circa 1945]
Guimarães & C.ª – Editores
1.ª edição
19,3 cm x 12,6 cm
272 págs.
subtítulo: Novela hidro-caricaturada – sulfo-jocosa – anti-calinada – ferro-piadética e fortemente rádio-activa
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do aviso introdutório:
«Esta novela pela sua composição química – humor, observação, sátira e resíduos de filosofia – e por ser sociològicamente pura e isenta de micróbios do pretensiosismo [...] [é] o antídoto dos ensaios históricos e políticos, o espasmódico contra os romances da escola freudiana e proustática. Tem acção adstringente sôbre a escrofulose poética e a sarna-telefónica. Ataca a neura. [...]
Não tem acção sôbre os broncos

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sexta-feira, março 13, 2020

Novela Para Todos




Lisboa, 1 de Abril a Agosto de 1929
Edições SCPTP – Sociedade Comercial Portuguesa de Publicações e Telegrafia, Ld.
1.ª edição
7 fascículos enc. em 1 volume (completo)
241 mm x 178 mm
7 x 40 págs.
profusamente ilustrado
belíssima encadernação moderna inteira em seda com o título bordado
pouco aparados
incluem todas as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
300,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma «publicação quinzenal de novelas», e basta ler a lista dos colaboradores para que se tenha uma ideia da importância literária deste periódico: entre muitos outros, Américo Durão, Armando Ferreira, Fidelino de Figueiredo, Bourbon e Meneses, Diana de Lis, Mário Domingues, Assis Esperança, Augusto Ferreira Gomes, Sara Beirão, Norberto de Araújo, Nogueira de Brito, Reinaldo Ferreira (Repórter X), Virgínia Lopes de Mendonça, etc. Entre os ilustradores, sobressai o nome de Roberto Nobre.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

segunda-feira, outubro 21, 2019

Brinde de “Civilização”




FIDELINO DE FIGUEIREDO
LOURENÇO CAYOLLA
FERREIRA DE CASTRO
ARMANDO FERREIRA
CAMPOS MONTEIRO
capas e ilust. Roberto Nobre

Porto, 1929
Civilização – Grande Magazine Mensal
1.ª edição [única]
5 fascículos (completo)
18,2 cm x 11,8 cm (fascículos) / 19,1 cm x 12,1 cm (estojo)
5 x 32 págs.
títulos: 1 – Revoada Romantica; 2 – Esfinge; 3 – Carta de Reabilitação; 4 – Mentir; 5 – A Promessa
ilustrados
acabamento com um ponto em arame
exemplares estimados; miolo limpo
voluminhos acondicionados em estojo de manufactura recente
peça de colecção
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto significativo de textos literários de autores que de alguma maneira marcaram a época.

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telemóvel: 919 746 089


terça-feira, agosto 01, 2017

Coisas da Maria Rita


ARMANDO FERREIRA
capa de [Júlio] Amorim

Lisboa, 1943
Guimarães & C.ª – Editores
1.ª edição [1.º milhar]
19,4 cm x 12,5 cm
192 págs.
subtítulo: Contos Bem Humorados
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


O Amôr de Perdigão


ARMANDO FERREIRA
capa de Francisco Valença
ilust. Fernando Martins

Lisboa, 1938
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição (1.º milhar)
19,3 cm x 13 cm
200 págs.
subtítulo: Romance tragi-comico
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da «Dedicatoria A Sua Ex.ª o Senhor Ministro das Finanças», que o autor não nomeia, «[...] para ter sempre actualisado o seu livro, e poder servir em todas as epocas e a todas as gerações, mesmo nas edições do ano 2000»:
«[...] Camilo, ofereceu o seu romance Amôr de Perdição ao eminente Fontes; eu mesmo, quando tinha 17 anos ofereci o meu primeiro livro de versos ao Dr. Bernardino Machado; quando este homem público passava por mim, cumprimentava-me, e eu sentia-me distinguido pela minha humilde oferta; mais tarde, vim a saber que o meu homenageado tirava igualmente o chapeu a todas as outras pessoas que não lhe tinham oferecido os primeiros arroubos poéticos e que êle conhecia tanto como a mim, e então, passei a nutrir um profundo desgosto pelos políticos constitucionais.
Qual é então o porquê, desta sincera homenagem? O livro que escrevi, e que V. Ex.ª não lerá, trata um caso epidémico e crónico da nossa querida terra: o amôr. [...]
– O Amôr! Eis uma matéria colectável! [...]»

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Caixinha de Rapé


ARMANDO FERREIRA
capa de Roberto Nobre

Lisboa, s.d. [circa 1946]
Guimarães & C.ª – Editores
1.ª edição
19,1 cm x 12,3 cm
208 págs.
subtítulo: Filosofia dos que riem
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um exemplo da boa disposição do humorista e engenheiro Armando da Silva Ferreira (1893-1968):
«[...] A língua também evoluciona. Não me refiro à língua de vaca que é sempre a mesma duvidosa tira de nervos e veios brancos, com mais ou menos fricassé, ou cebolinhas, mas ao idioma pelo qual a maior parte das vezes não nos entendemos uns aos outros. Um contemporâneo de Trancoso ou Fernão Lopes não seria compreendido por um alfacinha 46, nem perceberia nada da linguagem trepidante, reflectindo o dinamismo da hora presente. Não só novos palavrões enriqueceram a língua, como palavras antigas tomaram significados novos.
Enquanto a Academia não elabora mais uma vez, outro novo vocabulário de modernismos, vamos contribuir com este ligeiro subsídio para o novo Lexicon da moderna vida portuguesa. [...]»
E segue o escritor com um mini-dicionário de termos “renovados” e expressões idiomáticas ao gosto da época, dos quais extrai litros de jocosidade e escárnio... E não chegou ele aos nossos estultos dias, cheios de bués e de altamentes... inscritos já no dicionário oficial da referida Academia, por um tal Malaca... pasteleiro!

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A Barata, Loira


ARMANDO FERREIRA
capa de F. [Francisco] Valença

Lisboa, 1940
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição (1.º milhar)
19,1 cm x 13,2 cm
232 págs.
subtítulo: Quadradinhos caricaturais da vida lisboeta, aí por alturas do 2.º quartel do século XX, ligados por um fio de romance sentimental
exemplar estimado, contracapa suja; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Armando Ferreira (1893-1968), romancista de costumes. Será um modo eufemístico para classificar um escritor de sátira social que roça por vezes a pura risota. São verdadeiros quadros caricaturais da vida lisboeta, ligados por um fio de ficção sentimental e distribuídos avulso: sociedade burguesa, sociedade chic e sociedade popular. No vertente livro, escrito logo em 1940, é de sublinhar uma hilariante visita à Exposição do Mundo Português.

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Mentir



ARMANDO FERREIRA
capa e ilustração de [Roberto] Nobre

Porto, s.d. [circa 1929]
Civilização – Grande Magazine Mensal
1.ª edição
17,4 cm x 11,4 cm
32 págs.
subtítulo: Comédia num Acto
suplemento ao n.º 18 (brinde)
exemplar estimado, contracapa manchada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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Os Meus Fantoches


ARMANDO FERREIRA
capa de Júlio Amorim

Lisboa, s.d. [1943]
Guimarães & C.ª – Editores
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
208 págs.
exemplar muito estimado, capa manchada; miolo irrepreensível, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fortuna


ARMANDO FERREIRA
capa de Roberto Santos

Lisboa,
Guimarães & C.ª – Editores
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
220 págs.
subtítulo: 2.ª novela de costumes populares lisboetas sujeita a mote
exemplar estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Lisboa Sem Camisa




ARMANDO FERREIRA
capas de Francisco Valença
ilustrações de [Carlos] Botelho


Lisboa, 1943
Livraria Editora Guimarães & C.ª
[6.ª edição (26.º milhar)] + [3.ª edição (15.º milhar)] + [3.ª edição (14.º milhar)]
3 volumes (completo)
19 cm x 12,4 cm
192 págs. + 184 págs. + 208 págs.
subtítulos:
vol. I – O Casamento da Fifi Antunes
vol. II – O Baile dos Bastinhos
vol. III – O Galã de Alcântara
subítulo geral: Romance de Costumes
exemplares estimados; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romance de costumes será um modo eufemístico para classificar uma sátira social que roça por vezes a pura risota. São verdadeiros quadros caricaturais da vida lisboeta, ligados por um fio de romance sentimental e distribuídos num tríptico: sociedade burguesa, sociedade chic e sociedade popular. Obra escrita, como diz o Autor, «á memoria de Gervasio Lobato», porque «A comedia de Lisboa de 1880 não acabou. Actualisou-se. [...]».
Artur Portela entrevistou-o para o Diário de Lisboa, documento que figura de abertura ao terceiro volume, e daí, à pergunta do porquê o género humorístico:
«Eu lhe digo. Descobri que tinha algum jeito para humorista quando se representou um drama em 3 actos da minha autoria, com um final imensamente ibseniano e que fez rir o público... [...] Já uma vez escrevi que nós somos na família literária o ramo degenerado. Ninguém nos toma a sério por mais filosofia e observação que ponhamos nas nossas obras. Não temos “póse”... e isto é grave porque põe muito baixo a cotação da “alegria” e do bom “humôr” !»


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sexta-feira, agosto 23, 2013

Contos Alegres Portugueses [junto com] Novos Contos Alegres Portugueses



ARMANDO FERREIRA, org. e pref.

Lisboa, s.d. [1946, seg. BNP]
Livraria Editora Guimarães & C.ª
[1.ª edição (ambos)]
2 volumes (completo)
19 cm x 12,3 cm
232 págs. + 248 págs.
subtítulo: Antologia dos [aliás, de] Humoristas
exemplares estimados; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Género literário que Armando Ferreira – apesar de ele próprio humorista – vê mais como um escapismo inocente, a vida «alegre» em escrita menor, do que como a arma de arremesso político que caracterizou a segunda metade do século XIX. Daí a ausência, nestas antologias, de autores implacáveis como Eça ou Fialho, em proveito de sensaborões como Júlio Dantas, ou de canastrões como Augusto de Castro. Todavia, acerta e exibe uns poucos que, a avaliar pelo modo descafeinado, e até de estilística duvidosa, como se escreve hoje em dia, bem podiam ser puxados para dentro da história da cultura séria, a saber: Gervásio Lobato, André Brun, Urbano Loureiro, por exemplo; e, sem dúvida, também Armando Ferreira (1893-1968).

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