segunda-feira, maio 03, 2021

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


A Vida de Dante


MICHELE BARBI
trads. António Fiorillo, Jiacinto Manuppella, Erilde Realí, Maria Helena Bettencourt Antunes e Elsa Maria Quaresma Pimenta
introd. Alberto Chiari

Lisboa, 1965
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
bilingue (italiano / português para os poemas)
18,2 cm x 10,2 cm
XXVIII págs. + 192 págs.
orientação gráfica do pintor Espiga Pinto
com sobrecapa em papel de alcatrão
é o n.º 5 da prestigiada Colecção Poesia e Ensaio
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Por alturas em que uma outra editora, a Minotauro de Bruno da Ponte, estava prestes a chegar ao termo da publicação, sob a forma de cadernetas com fascículos, de uma versão integral em versos de A Divina Comédia, Vitor Silva Tavares, então director literário da Ulisseia, fazia chegar aos leitores interessados esta breve mas concisa biografia do vate. Tratava-se de “abrir o apetite” para a magna obra do escritor clássico italiano, acto cultural sem reservas de concorrência mercantil nem cobiça de escaparate...

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Aurora – Revista Mensal de Sociologia, Sciência e Arte

 

dir. Abílio Ribeiro
Porto, Setembro de 1929 a Outubro de 1930
ed. Fernando Barros
14 números (completo)
270 mm x 192 mm (estojo)
272 págs. (num. contínua: Ano I) + 36 págs. (num. contínua: Ano II)
acabamento com um ponto em arame
fascículos acondicionados em estojo próprio de fábrica recente revestido a tela negra
exemplares muito estimados; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
290,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revista «[…] de tendência anarquista […]. Nas suas páginas são apresentados textos doutrinários de teóricos do anarquismo, entre eles Malatesta e Bakunine. No último número, o 14, Leon Trotsky denuncia as prepotências e as perseguições de Staline. Apresenta uma feição pedagógica, bem como os temas que são proverbiais nas publicações libertárias. […] Principais colaboradores: Ernesto Gil, João Grave e João Serra.»
(Fonte: Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1900-1940), Grifo, Lisboa 1996)

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Monarquia e Republíca

 

Lisboa, 1922
Edição das Juventudes Monarquicas Conservadoras (Nucleo Regional de Lisboa)
1.ª edição
n.º 1 [único ?]
193 mm x 135 mm
16 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar frágil mas aceitável; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fausto

 

GOETHE
trad. [António Feliciano de] Castilho
capa de Maria Vasconcellos


Porto, 1938
Livraria Civilização – Editora
s.i.
2 volumes (completo)
143 mm x 98 mm
2 x 224 págs.
exemplares muito estimados; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto do 1.º vol.
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Forêt Vierge

FERREIRA DE CASTRO
tradução [versão] de Blaise Cendrars

Paris, 1963
Bernard Grasset – Le Livre de Poche
[1.ª edição (livro de bolso)]
165 mm x 110 mm
370 págs. + 14 págs. (pub. editor)
subtítulo: «A Selva»
exemplar em muito bom estado de conservação, miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Garantidamente esta versão do escritor Blaise Cendrars supera o texto original de Ferreira de Castro. É um duelo literário riquíssimo de implicações criativas, que, estamos em crer, poderá vir a ser melhor apreciado num futuro, embora ainda longínquo, quando os respectivos herdeiros patrimoniais de ambos os escritores, por força do domínio público, já não possam impedir que algum editor mande retraduzi-lo para português...

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domingo, maio 02, 2021

Malcolm Lowry – A Biography

 

DOUGLAS DAY
capa de Richard Rossiter


Nova Iorque | Oxford, 1984
Oxford University Press
[3.ª edição]
texto em inglês
203 mm x 135 mm
XVI págs. + 484 págs
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Ouve-nos Senhor do Céu Que É a Tua Morada

 

MALCOLM LOWRY
trad. Ana Hatherly
capa e grafismo de Henrique Ruivo


Lisboa, 1976
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
210 mm x 130 mm
96 págs.
subtítulo: Através do Canal do Panamá
exemplar estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Debaixo do Vulcão


MALCOLM LOWRY
trad. Virgínia Motta
capa de Infante do Carmo

Lisboa, s.d.
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição]
21,8 cm x 15 cm
392 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o romance nuclear na obra literária de Lowry. Foram dez anos de escrita sobre escrita, num polimento insano do texto, para contar o dia final de um alcoólico perdido algures no México – mais propriamente, de um diplomata britânico. Descida aos infernos da violência doméstica psicológica sobre a adúltera, ameaça das memórias do passado como culpa, colapso degradante da personalidade, sob a iminência de uma erupção vulcânica nas proximidades. Num pavoroso monólogo interior, Lowry põe o leitor debaixo do fogo da hora terminal, em que já nada o fingimento pode disfarçar.
Livro que deu ao realizador de cinema John Huston um dos seus mais ricos filmes.

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E Londres Resistiu…

 

J. M. SPAIGHT
trad. Mário Neves
pref. visconde Trenchard


Lisboa, s.d. [1942, seg. BNP]
Parceria A. M. Pereira
2.ª edição
193 mm x 130 mm
312 págs. + 20 págs. em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado, discreto restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Contra Todas as Internacionais

 

[AUGUSTO DA COSTA]

Lisboa, 1934
Editorial Vanguarda
1.ª edição
196 mm x 139 mm
40 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[…] Augusto da Costa […] redigiria, expressamente para a fundamentação teórica da organização mobilizadora da juventude que então se formava sob a égide do S.P.N. [Secretariado de Propaganda Nacional], a Acção Escolar Vanguarda, o opúsculo Contra todas as Internacionais […].»
(Fonte: Cristina Pacheco, «Os Integralistas no Secretariado de Propaganda Nacional», in CLIO – Revista do Centro de História da Universidade de Lisboa, Lisboa 1997]

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Lélé, Lili e Lulu


AUGUSTO DA COSTA
capa de Raúl Faria da Fonseca

Lisboa, 1942
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,8 cm x 13 cm
184 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As “Inocentes”


AUGUSTO DA COSTA
capa de Maria Vasconcellos

Lisboa, 1942
Parceria António Maria Pereira
3.ª edição
193 mm x 130 mm
268 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Solar Desabitado

 

AUGUSTO DA COSTA
capa de Maria Vasconcellos


Lisboa, 1943
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
193 mm x 132 mm
284 págs.
exemplar estimado, discreto restauro na lombada; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Gaiola Aberta – Quinzenário de Mau Humor

 



 
JOSÉ VILHENA

Lisboa, Maio de 1974 a Abril de 1976
ed. autor
1.ª edição
30 números dist. por 2 volumes
300 mm x 223 mm
2 x [15 x 16 págs.]
subtítulos: 1 – Um ano com a Gaiola Aberta; 2 – Outro ano com a Gaiola Aberta
profusamente ilustrados
cartonagens editoriais
exemplares como novos
juntou-se o raro cartaz destinado aos postos de vendas
140,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Prisão e Isolamento em Caxias

 

ANTÓNIO MODESTO NAVARRO

Amadora, Setembro de 1974
N. A. Orion
1.ª edição
206 mm x 143 mm
120 págs.
subtítulo: Uma breve experiência – Textos
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Não Te Admires Que Eu Diga: É Preciso Nascer de Novo

 

JOSÉ DA FELICIDADE ALVES, padre

Lisboa, 1970
Edição do Autor
1.ª edição
182 mm x 112 mm
144 págs.
subtítulo: Testemunho acerca das motivações que me levaram a optar pelo casamento, das dificuldades com que esbarrei e das consequências que antevejo
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Cidadão de uma enorme coragem, o Padre Felicidade (como era conhecido também nos meios antifascistas não católicos), foi uma das figuras centrais da oposição dos católicos à ditadura, sobretudo a partir de meados da década de 60.
Nas suas homilias abordava temas incómodos ao regime do Estado Novo e às hierarquias eclesiásticas, tais como a guerra colonial, a perseguição política e problemas sociais. Envolveu-se militantemente nos combates contra a Ditadura e na renovação da Igreja Católica, o que determinou a sua prisão e julgamento. Foi afastado das funções de pároco pelo então cardeal patriarca de Lisboa, Cardeal Cerejeira e, mais tarde, tomou conhecimento da sua excomunhão.
José da Felicidade Alves nasceu em 11 de Março de 1925 em Vale da Quinta, freguesia de Salir de Matos, Caldas da Rainha, sendo filho de Joaquim Alves e Maria Felicidade.
[…] Em 1956 foi nomeado pároco de Santa Maria de Belém, em Lisboa, onde se evidenciou pelo conteúdo das suas homilias. Foi no trabalho da paróquia que se foi dando conta de que o país real era muito diferente do que pensava e, a partir de 1967, as suas intervenções começaram a causar incómodo ao regime e à Igreja Católica.
Solidário com o grupo de católicos mais progressistas, o percurso de Felicidade Alves ficou definitivamente marcado após a comunicação que proferiu ao Conselho Paroquial de Belém, em 19 de Abril de 1968, na presença de muitas dezenas de pessoas. Sob o tema “Perspectivas actuais de transformação nas estruturas da Igreja”, a comunicação de Felicidade Alves punha em causa a forma como a Igreja se apresentava à sociedade, a sua organização, e o modo como eram transmitidos os ensinamentos cristãos e era abordada a própria figura de Deus.
Defendendo uma profunda renovação da Igreja e das suas estruturas, as ideias de Felicidade Alves desagradaram ao cardeal Cerejeira. Em consequência, foi-lhe movido um longo processo que determinou, em Novembro de 1968, o afastamento das suas funções de pároco em Santa Maria de Belém, e, mais tarde, a suspensão das suas funções sacerdotais, terminando, em 1970, com a sua excomunhão.
Após o afastamento da paróquia de Belém, Felicidade Alves tornou-se o grande impulsionador, em conjunto com Nuno Teotónio Pereira e o padre Abílio Tavares Cardoso, da publicação dos Cadernos GEDOC, de que saíram onze números, entre 1969 e 1970. Abordando criticamente questões ligadas à hierarquia católica e à guerra colonial, a publicação foi condenada pelo Cardeal Cerejeira e considerada ilegal pela PIDE, sendo instaurado um processo aos seus responsáveis, de que resultará, em 19 de Maio de 1970, a prisão de Felicidade Alves por “actividades contrárias à segurança do Estado”. Acusado de incitar à violência e à luta armada, foi julgado e absolvido. Porém, para lá da questão do colonialismo, para a qual acordara lentamente, havia a situação da Igreja em Portugal, com que se confrontava diariamente.
Em 1969 Felicidade Alves publicou a obra Católicos e Política – De Humberto Delgado a Marcello Caetano, na qual coligiu inúmeros documentos sobre as relações entre os católicos, a Igreja e o Estado, desde a campanha do general Humberto Delgado, em 1958, até à chegada ao poder de Marcello Caetano (1969).
Em 1970 redigiu as obras Pessoas Livres e É Preciso Nascer de Novo. Nesta última Felicidade Alves reflecte sobre o casamento, pouco antes de tomar a decisão de se casar civilmente. Em 1 de Agosto daquele ano casou com Maria Elisete Alves, nas Caldas da Rainha.
Depois do 25 de Abril de 1974, Felicidade Alves aderiu ao PCP, partido em que se manteve até morrer. […]
Afastado da Igreja, Felicidade Alves irá trabalhar em diversas empresas, como o Anuário Comercial e a editora Livros Horizonte, e prossegue a sua produção literária, publicando estudos de natureza teológica e pastoral, mas também de carácter histórico: coordenou uma colecção relativa à obra de Francisco de Holanda e uma outra edição de textos históricos sobre a cidade de Lisboa. A sua actividade bibliográfica foi premiada pela Academia Nacional de Belas Artes, que o tornou seu académico em 1994. […]
José da Felicidade Alves morreu no dia 14 de Dezembro de 1998, com 73 anos.»
(Fonte: página electrónica Memorial aos Presos e Perseguidos Políticos)

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As Palavras dos Outros

 

BAPTISTA-BASTOS

s.l., 1968 [aliás, 1969]
Publicações Europa-América
1.ª edição
178 mm x 114 mm
192 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Palavras de uma nota do autor:
«Este é um livro de reportagens. Os factos, os nomes, os locais, as palavras, são autênticos […].»

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O Secreto Adeus


BAPTISTA-BASTOS

Lisboa, 1973
Editorial Futura – Carlos & Reis, Lda.
2.ª edição
21,1 cm x 14,1 cm
144 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Discurso da Desordem

 

ANTÓNIO REBORDÃO NAVARRO

Porto, 1972
Livraria Paisagem
1.ª edição
195 mm x 125 mm
272 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na contracapa, o editor reproduz uma breve nota literária assinada por Óscar Lopes; assim:
«Rebordão Navarro consegui aqui, simultâneamente, dar sabor local e traçar a caractereologia de figuras típicas de um lugar, perfeitamente ligadas a uma problemática de características universais.»
Consegue aqui o quê???!!!!!... Ligadas a quem??!!!!!!!!...

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Estética Citadina



RIBEIRO CHRISTINO

Lisboa, 1923
Imprensa Libanio da Silva
Livraria Portugalia (depositária)
1.ª edição (em livro)
233 mm x 168 mm
224 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Edição actualisada e ilustrada da série publicada no «Diario de Noticias» de 1911 a 1914
ilustrado no corpo do texto
exemplar com a capa envelhecida; miolo limpo, restauro na folha de ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Preâmbulo do autor:
«[...] Aconteceu porém, que passando uma tarde por um dos largos da capital, notou a belêsa esculptural do timpano de uma capela ali existente, e quedou-se a contempla-la, ao mesmo tempo que intimamente se admirava, que passando por ali diversas vezes, não atentára até então n’aquele primôr artistico, como decerto o mesmo a tantas pessôas sucederia.
Estava achado o trilho procurado até ali em vão, e tomando o autor logo ali umas notas locaes, – como depois sempre fez, – escreveu um artigo sob o titulo genérico de Anotações de Estética Citadina, e entregou-o na redação do estimado Diário de Noticias [...].»

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sábado, maio 01, 2021

Gaita Sem Mestre

 

CÉLIO BEHRING

Rio de Janeiro (Brasil), 1963
Edições de Ouro
1.ª edição
160 mm x 106 mm
96 págs.
profusamente ilustrado
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Abre assim este manual:
«Eis a sua GAITA DE BÔCA. Você a ganhou e não sabe como manejá-la?
Êste livrinho será o seu GUIA e, bem estudadas as lições que nêle encontrará, V. sairá um perfeito ARTISTA DE GAITA […].»

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Fahrenheit 451

 

RAY BRADBURY
trad. Mário Henrique Leiria
capa de Lima de Freitas


Lisboa, s.d. [1956, seg. BNP]
Edição «Livros do Brasil»
1.ª edição
161 mm x 110 mm
186 págs. + VI págs. em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo, papel arrepanhado nas págs. 55 a 62
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

451 graus Fahrenheit é a temperatura estimada a que o papel entra em combustão e arde. O cineasta François Truffaut teve o mérito de traduzir esta distopia literária num filme, transpondo para as salas de projecção o alarme que o visionário escritor de antecipação científica Ray Bradbury deixara no seu livro. Trata-se de um veemente alerta para a censura, para a perseguição do saber contido nos livros, para a condenação das ideias dissidentes à fogueira, para o interdito generalizado. Alerta para um mundo que tem vindo a substituir, intencionalmente, a leitura pela imbecilização das multidões através do acrítico condicionamento rádio-televisivo e do aprisionamento aos varais dos computadores; onde restarão, talvez, por fim, sociedades secretas de livre-pensamento com militantes que memorizam livros inteiros antes que a ordem natural do progresso os faça desaparecer.

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Fahrenheit 451


RAY BRADBURY
trad. Mário Henrique Leiria
capa de Lima de Freitas

Lisboa, s.d. [circa 1966]
Edição «Livros do Brasil»
2.ª edição
210 mm x 145 mm
200 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado
impresso sobre superior creme
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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Funambulos


ASSIS ESPERANÇA
capa e contracapa de Roberto Nobre

Paris – Lisboa, 1925
Livrarias Aillaud & Bertrand
1.ª edição
192 mm x 124 mm
212 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Primeiro de Maio



EÇA DE QUEIROZ
pref. A. Campos Matos
ilust. João Abel Manta

Lisboa, 1979
Edições «O Jornal»
1.ª edição [em brochura]
29,7 cm x 21 cm
20 págs.
ilustrado
impressão sobre cartolina heliográfica
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Originalmente publicada num periódico brasileiro, em 1892, desconhecida por cá até 1977, data em que foi dada a conhecer nas páginas de O Jornal, é crónica importante, dado mostrar como o jovem Eça socialista utópico dos vinte anos de idade não havia sido ainda, já perto dos 50 anos, domesticado por uma vida familiar algo confortável e mesmo burguesa. Texto que, embora sendo o primeiro da série temática postumamente reunida sob o título Ecos de Paris, lá não figura, e nos mostra um Eça nada adormecido, de pena apontada à sua classe social:
«[...] O rico, enfim, conhece intimamente o pobre – e daí nasceu, na nossa sociedade democratizadora e humanitária, esta ideia nova de que o mundo por fim está deploravelmente equilibrado, que há riqueza escandalosa de um lado e do outro miséria escandalosa, e que na verdade os famintos têm direito de exigir e comer tudo o que sobra aos fartos. [...] Se todos abominam a bomba de dinamite e o seu bruto destroço que não descrimina – poucos há que não reconheçam secretamente a legitimidade do desespero transviado que a arremessou. E os tempos chegaram em que Rothchild pensa consigo que, se não fosse Rothchild, seria talvez Ravachol! [...]
A torre hoje oscila. Cada bomba anarquista pressagia a sua queda atroadora. E os que a habitam tremem e gritam, não com medo da força da bomba, mas com medo da fraqueza da torre, que eles todavia, insensivelmente, obedecendo a impulsos superiores, cada dia abalam e mais desapreçam. [...]»

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Uma Lição da Historia


ANNA DE CASTRO OSORIO
capa e ilust. Raquel Roque Gameiro

Setúbal, 1909
Livraria Editora «Para as crianças»
1.ª edição
212 mm x 148 mm
80 págs.
profusamente ilustrado
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

História de moralidade e bons costumes para a infância e para as escolas. A título demonstrativo: os personagens que protagonizam o enredo dão pelos nomes de Trabalho, Inteligência, Indolência, Ignorância, Inveja, etc.

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Solo para Gravador


ISABEL DA NÓBREGA

Lisboa, 1973
Editorial Futura – Carlos & Reis, Lda.
1.ª edição
210 mm x 140 mm
160 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Palavras de Augusto Abelaira na nota de contracapa, acerca daquele que é, em geral, considerado o melhor livro da escritora:
«Sim, há livros que falam de mundos onde nunca estive, de pessoas que nunca vi. E há os outros (o de Isabel da Nóbrega é um desses outros): de súbito abre-se uma luz quente e no escuro do passado (do presente) surgem situações e pessoas que eu reconheço, descobrindo ao mesmo tempo que não conheci, abre-se-me um mundo (um pedaço do mundo) em que participei, mas distraído. Solo para Gravador (falo do livro, não apenas do conto) é em grande parte uma viagem, aqui ou ali suspensa, através da nossa desatenção passada (presente), uma reeducação, plena de inteligência, da nossa mal desperta sensibilidade, um convite para não sermos espectadores distantes, para sentirmos por dentro, de dentro, as pessoas (algumas delas tão distraídas como nós), não só as pessoas, mas também as coisas.»

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O Mito de Sísifo


ALBERT CAMUS
posf. Liselotte Richter
trad. Urbano Tavares Rodrigues e Ana de Freitas
capa de Karl Gröning Jr. e Gisela Pferdmenges

Lisboa, s.d.
Livros do Brasil
s.i.
190 mm x 114 mm
176 págs.
subtítulo: Ensaio sobre o absurdo com um estudo sobre Franz Kafka
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do posfácio de Liselotte Richter:
«[...] Para Camus não há transcendência. Também a liberdade é absurda. A liberdade de existir não existe. Existe a morte para acabar com tudo. Depois dela nada existe. Não há amanhã. Todos os objectivos burgueses são ilusão e preconceitos. [...]»

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Emmanuel Mounier


JOÃO BÉNARD DA COSTA, org., trad., pref. e notas

Lisboa, 1960
Livraria Morais Editora
1.ª edição
201 mm x 155 mm
416 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota introdutória de Bénard da Costa:
«[...] não façamos de Mounier a voz da Igreja, mas não se tente recusá-lo como uma voz na Igreja. [...]
Desde o primeiro momento, ou seja desde o momento em que o seu caminho se definiu e Mounier decide fundar o Esprit, em 1932, que existe a consciência de que todo o homem parte de uma situação fáctica, de que a pessoa não é independente do tempo e do lugar em que se encontra, suas opções sendo pois resultantes dessa mesma situação, exigidas em e por ela própria. [...]»
Livro publicado num contexto de resistência dalguns intelectuais católicos ao regime salazarista, o dito grupo da Capela do Rato.

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Fronteiriços

 

A. VICENTE CAMPINAS
capa de Roberto Nobre


Vila Real de Santo António, 1952
Edição do Autor
1.ª edição
194 mm x 125 mm
224 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jornalista e responsável pela direcção do semanário Foz do Guadiana, Vicente Campinas (1911-1998) sempre recebeu assíduas visitas das polícias do Estado Novo; daí a raridade dalguns dos seus livros... Da sua poesia afirmou um outro poeta, João Rui de Sousa, ser «[...] a memória que – não pondo de parte a pulsão de uma bem vincada positividade moral, o aceno de uma fraternidade mesmo se apenas sonhada – testemunha sobretudo os olhos cansados pela ira do abandono, os colapsos de frio e de sono, de destroços, de aconteceres existencialmente menos felizes. [...]» (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998)

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Catarina | Catherine



VICENTE CAMPINAS
trad. Gaston-Henry Aufrere
capa e ilust. Miguel Flávio

Bruxelas, 1967
Permanences Poétiques
1.ª edição
bilingue português – francês
171 mm x 163 mm
44 págs.
profusamente ilustrado e negro e a cor
exemplar estimado; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio ao poema:
«[...] O partido da classe operária e camponesa, da classe trabalhadora, o Partido Comunista, tem sido o que, em consequência da sua constante e coerente luta contra a opressão, mais mártires tem dado à honrosa causa da liberdade em Portugal. Milhares de comunistas têm sido presos nessa noitada de negridão. Muitas centenas continuam ainda das masmorras salazaristas. A PIDE e as outras forças repressivas sob seu directo controle têm assassinado dezenas e dezenas de cidadãos amantes da liberdade.
Entre esses assassinatos, contam-se Alfredo Diniz, o médico Ferreira Soares, o escultor Dias Coelho, o General Humberto Delgado...
... e também Catarina Eufémia! [...]»
Jornalista e responsável pela direcção do semanário Foz do Guadiana, Vicente Campinas (1911-1998) sempre recebeu assíduas visitas das polícias do Estado Novo; daí a raridade dalguns dos seus livros... Da sua poesia afirmou um outro poeta, João Rui de Sousa, ser «[...] a memória que – não pondo de parte a pulsão de uma bem vincada positividade moral, o aceno de uma fraternidade mesmo se apenas sonhada – testemunha sobretudo os olhos cansados pela ira do abandono, os colapsos de frio e de sono, de destroços, de aconteceres existencialmente menos felizes. [...]» (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998)

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sexta-feira, abril 30, 2021

Caixa – Deve | Haver [manuscrito]




s.l. [Valdisca (Odemira)], 1 de Junho de 1886 a 22 de Fevereiro de 1888
41,3 cm x 27,2 cm
2 x 95 págs. (deve | haver)
encadernação inteira em feltro com rótulo gravado a ouro na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

O apeadeiro de Val da Isca, originalmente denominado de Valle d’Isca, e também conhecido como Valdisca, foi uma gare ferroviária da Linha do Sul, situada na zona do mesmo nome, concelho de Odemira. Encontrava-se no troço entre Amoreira-Odemira e Faro, que entrou em funcionamento no dia 1 de Julho de 1889. (Fonte: Arquivo Histórico e Centro de Documentação da CP – Comboios de Portugal)
O vertente livro de Caixa é uma importante fonte primária, onde se lê a constante referência ao marquês da Foz* como financiador da respectiva construção. São aqui discriminadas todas as despesas inerentes quer à construção da obra propriamente dita, quer os gastos com infraestruturas, logística e equipamentos conexos e necessários, como seja, por exemplo: expropriações de terrenos, alojamentos para os operários, gratificações, assentamentos de linha, passagens de nível, túneis, pontes, postes telegráficos, equipamentos de escritório... e até os «gastos c/ a eleição de deputados» (pág. 58).

* Trata-se de Tristão Guedes Correia de Queirós, nascido em 1849, 1.º marquês e 2.º conde da Foz. Contribuiu para a construção das linhas férreas em Portugal, tendo ficado conhecido pelo fausto das festas que dava no seu palácio, nos Restauradores (Lisboa).

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A Travers les Chemins de Fer de l’Origine a Nos Jours

 

JEAN FALAIZE
HENRI GIROD-EYMERY

Paris, 1948
Les Éditions Denoël
1.ª edição
texto em francês
236 mm x 150 mm
414 págs.
profusamente ilustrado
encadernação inteira em papel goufrado com a capa de brochura espelhada
não aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Leonardo Coimbra

 

Sant’ANNA DIONISIO

Porto, 1936
Edição do Autor
1.ª edição
185 mm x 121 mm
112 págs.
subtítulo: Contribuïção para o conhecimento da sua personalidade e seus problemas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, abril 29, 2021

No Minho

 

D. ANTÓNIO DA COSTA
pref. António Figueirinhas


Porto, 1936
Editora Educação Nacional, Limitada
3.ª edição
140 mm x 96 mm
XIV págs. + 294 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Magellan


STEFAN ZWEIG

Zurique, 1938
Herbert Reichner Veerlag
1.ª edição
texto em alemão
211 mm x 132 mm
376 págs + 38 págs. em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Der Mann und Seine Tat
encadernação editorial inteira em tela gravada a ouro e negro na pasta anterior e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante biografia do navegador Fernão de Magalhães.

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quarta-feira, abril 28, 2021

Escola de Mousinho

 

EDUARDO LUPI

Lisboa, s.d. [circa 1927]
J. Rodrigues & C.ª
1.ª edição
186 mm x 125 mm
208 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Episodios de serviço – Moçambique, 1895-1910
exemplar com a capa envelhecida mas aceitável; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Casa dos Fantasmas

 

[LUIZ AUGUSTO] REBÊLO DA SILVA
capa de Maria Vasconcellos

Porto, 1938
Livraria Civilização – Editora
s.i.
143 mm x 98 mm
352 págs.
subtítulo: Episódio do tempo dos franceses
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além de ter sido um dos primeiros tradutores de Shakespeare e da sua notória ligação à Real Academia das Ciências de Lisboa, Rebello da Silva (1822-1871), que foi amigo próximo de Garrett e de Herculano, sucedeu a este último na direcção da Biblioteca da Ajuda. A sua História de Portugal nos Séculos XVII e XVIII é, ainda, a mais lúcida e fundamentada abordagem das conturbadas relações entre Portugal e Espanha, que levaram à dominação filipina, e as que daí advieram. Ou, como a seu propósito escreveu Jorge Borges de Macedo: «[...] Embora sob o primado político, para definir a situação em unidade, aborda não só as questões sociais e financeiras, como as culturais, religiosas e de costumes. Narrativa global da sociedade portuguesa, assim como Herculano a preconizava, na ideia-método de tomar cada período histórico como um todo, ainda que decomponível. [...]» E é também este o método aplicado no vertente romance histórico, à boa maneira do alto romantismo, relato romanesco da presença francesa no nosso país durante o período das invasões.

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Les Pamphlets Portugais Anti-Napoléoniens

 

NUNO DAUPIAS D’ALCOCHETE

Paris, 1978
Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
texto em francês
294 mm x 211 mm
16 págs. + 8 págs. em extra-texto (gravuras)
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Separata especial dos Arquivos do Centro Cultural Português.

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terça-feira, abril 27, 2021

Compatriotas Habitantes no Destricto Desta Camera

 

JOSÉ MARIA PEREIRA FORJÁS

Coimbra, 28 de Julho de 1808
Casa da Camera
1.ª edição [única]
215 mm x 155 mm
1 pág.
folha volante impressa somente de um lado
encadernação inteira em sintético com rótulo gravado a ouro
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Refere o documento a abertura de uma subscrição pública para fazer face às despesas da guerra contra a invasão francesa.

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segunda-feira, abril 26, 2021

Cartas d’El-Rei D. Carlos a José Luciano de Castro

 

ANTONIO CABRAL

Lisboa, 1927
Portugal-Brasil – Sociedade Editora Arthur Brandão & C.ª
1.ª edição
190 mm x 123 mm
304 págs. + 2 folhas em extra-texto
ilustrado com os retratos de José Luciano de Castro e de António Cabral
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Planos Financeiros


MARIANNO [CYRILLO] DE CARVALHO
pref. Mariano Pina

Lisboa, 1893
Typ. da Companhia Nacional Editora
1.ª edição
182 mm x 121 mm
XX págs. + 366 págs.
exemplar com a capa envelhecida mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Vasto conjunto de artigos que o ministro da Fazenda, Mariano de Carvalho, fez vir a público no Diário Popular da época em tentativa de ir explicando as suas decisões políticas «[...] n’uma das circunstancias financeiras e economicas mais graves e mais delicadas por que este paiz tem passado [...]». Diz-nos o prefaciador a dado passo, determinando o espírito da escrita:
«[...] se todos quantos prezam e admiram o seu talento poderoso e creador – viessem submeter este livro, onde se acham archivadas as suas idéas e os seus planos economicos e financeiros, ao supremo tribunal da intriga politica e d’aquella jacobinagem que, nos papeis, diariamente, anda cultivando a injuria. Semelhante procedimento seria mais do que simples destempero; – seria a abdicação da propria dignidade, seria o reconhecimento tacito de que os intrigantes de todas as especies e de todas as cathegorias tinham inteira razão, quando açacalavam as suas calumnias contra uma das mais proeminentes individualidades da politica contemporanea. [...]»

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A Visinha do Lado

 

ANDRÉ BRUN
capa de Julio


Porto, 1936
Livraria Civilização – Editora
s.i. [2.ª edição]
143 mm x 98 mm
256 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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