quinta-feira, fevereiro 26, 2015

As Ilhas Portuguesas de Cabo Verde


JOSÉ OSÓRIO DE OLIVEIRA
capa de Sebastião Rodrigues
ilust. Sena da Silva
mapa de Júlio Santos

Lisboa, 1955
Campanha Nacional de Educação de Adultos
1.ª edição
16,8 cm x 11,4 cm
128 págs. + 18 págs. em extra-texto + 3 folhas em extra-texto
ilustrado a cor e preto e branco
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Arquipélago de ilhas desertas descoberto ou por Diogo Gomes, ou por António Noli, entre 1460 e 1462, que Osório de Oliveira aqui estuda nos seus múltiplos aspectos: história fundadora, clima, geografia, população, cultura escrita e musical, etc. – acrescentando-lhe um breve núcleo de fotografias documentais.

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domingo, fevereiro 22, 2015

Cartas aos Novos


GONÇALVES CEREJEIRA (DOUTOR)

Coimbra, 1934 [aliás, 1933]
Edição dos “Estudos” (separata, Setembro de 1925 a Maio de 1928)
1.ª edição (nesta forma reunida)
19,4 cm x 15,1 cm
VIII págs. + 136 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos da biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa
carimbo da revista Estudos e dedicatória de oferta da mesma a Agostinho de Campos
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Alma de S. Francisco



D. MANUEL GONÇALVES CEREJEIRA
pref. frei João-Diogo Crespo

Lisboa, 1943
Edição da Venerável Fraternidade da Ordem Terceira de S. Francisco (a Jesus)
1.ª edição
19,2 cm x 13,8 cm
36 págs.
subtítulo: Conferência
exemplar estimado, pequena esfoladela na capa; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma conferência temática proferida por Cerejeira em Coimbra no ano de 1927.

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Aos Homens de Boa Vontade


D. MANUEL GONÇALVES CEREJEIRA, cardeal
pref. Clemente Rogeiro e padre Moreira das Neves

Lisboa, 1971
Edição do Centro de Documentação da Emissora Nacional
1.ª edição
18,8 cm x 12,5 cm
316 págs.
subtítulo: Mensagens de Natal aos Microfones da Emissora Nacional de Radiodifusão 1936-1970
ilustrado
exemplar muito estimado, capa empoeirada; miolo irrepreensível, sem qualquer sinal de quebra na lombada
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Para um Diálogo com o Sr. Cardeal Patriarca [junto com] Na Hora do Diálogo



RAUL RÊGO
MANUEL GONÇALVES CEREJEIRA

Lisboa, 1968 e 1967
ed. Autor
União Gráfica
1.ª edição (ambos)
[19,2 cm x 12,4 cm] + [19,4 cm x 13 cm]
48 págs. + [84 págs. + 1 folha em extra-texto]
ambos impressos sobre papel superior
exemplares estimados, o primeiro com as capa e contracapa sujas; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Duas passagens de mais um texto, o de Raul Rego, que ajuda a iluminar as trevas caídas sobre toda uma época:
«A palestra de D. Manuel Gonçalves Cerejeira, Cardeal Patriarca de Lisboa, na altura do aniversário da sua entronização no sólio patriarcal, transmitida pelos emissores da rádio e da televisão, e depois publicada em volume, sob o título de Na Hora do Diálogo, não suscitou reacções na imprensa, a não ser os elogios habituais a tudo quanto dizem pessoas altamente colocadas. Os cargos eminentes estão a ser autênticos altares onde só os fumos do incenso chegam.
Intitulando-se de “diálogo” pareceu-me que havia observações a fazer a Sua Eminência e apresentei-lhas em [duas cartas] [...].»
E um pouco adiante: «[...] Junto envio a Vossa Eminência uma prova de Censura que talvez lhe seja de algum interesse. Trata-se da notícia do jornal de que sou redactor, tal como eu a escrevi e depois mutilada pela Censura, a ponto de em certa passagem ficar sem sentido. Suponho interesse a Vossa Eminência por se tratar da publicação em volume da resposta a muitas questões que pretendeu dar em vésperas de completar trinta e oito anos de Patriarca de Lisboa e que intitulou Na Hora do Diálogo. Mas, como vê, não pode haver diálogo. Apenas o monólogo do governo totalitário e daqueles que, consciente ou inconscientemente, o servem. A Censura tudo rasoira. [...]»

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quarta-feira, fevereiro 18, 2015

A Alma Amortalhada – Mário de Sá-Carneiro’s Use of Metaphor and Image


PAMELA BACARISSE

Londres, 1984
Tamesis Books Limited
1.ª edição
texto em inglês
24 cm x 16,7 cm
XXVI págs. + 194 págs.
encadernação editorial em tela gravada a ouro na lombada e com sobrecapa impressa
exemplar estimado; miolo irrepreensível
selo branco da Biblioteca de José Blanco no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pamela Bacarisse (1935-1996), de origem britânica, foi uma reconhecida leitora de português e espanhol nas universidades norte-americanas. Este seu longo estudo da obra de Mário de Sá-Carneiro constitui um dos modelos possíveis de abordagem da poética do escritor modernista. Eugénio Lisboa (in Colóquio / Letras, n.º 88, Novembro de 1985), não sem pôr em dúvida a metodologia da estudiosa inglesa, acaba por concluir nos seguintes termos:
«[...] o livro de Pamela Bacarisse é uma das poucas contribuições importantes, em qualquer língua, incluindo o Português, para o estudo da obra singularmente negligenciada de um grande poeta e de um perturbante e malogrado ficcionista.»

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Dispersão



MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO
capa de Júlio

[Coimbra], 1939
Edições “Presença”
2.ª edição
23,1 cm x 17,3 cm
72 págs.
subtítulo: Doze Poesias
composto manualmente
exemplar manuseado, com restauros nas capas e lombada; miolo limpo, papel oxidado nas primeira e última folhas
é o n.º 438 da tiragem comum declarada de 500 exemplares sobre papel Almaço Tojal
assinatura de posse do escritor José Palla e Carmo
PEÇA DE COLECÇÃO
350,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Indícios de Oiro


MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO

Porto, 1937
Edições «presença»
1.ª edição
25,8 cm x 19,4 cm
88 págs.
composto manualmente
exemplar estimado; miolo irrepreensível
é o n.º LII da tiragem especial declarada de 100 exemplares
PEÇA DE COLECÇÃO
580,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação póstuma conforme manuscrito que se encontrava na posse de Fernando Pessoa. É o poeta-maior no grupo do Orpheu. Suicidou-se jovem, aos 26 anos de idade, no desespero de ver a sua obra injustiçada...
Um exemplo, o poema «Fim»:

«Quando eu morrer batam em latas,
Rompam em saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!

Que o meu caixão vá sôbre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
E eu quero por fôrça ir de burro!»

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Indícios de Oiro


MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO

Porto, 1937
Edições «presença»
1.ª edição
25,7 cm x 19,5 cm
88 págs.
composto manualmente
exemplar manuseado, com restauros nas capas e lombada; miolo limpo, papel oxidado nos bordos superiores das folhas de abertura e fecho
é o n.º 557 da tiragem comum declarada de 700 exemplares sobre papel avergoado
assinatura de posse do escritor José Palla e Carmo
PEÇA DE COLECÇÃO
320,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 15, 2015

Mafuá do Malungo


MANUEL BANDEIRA

Rio de Janeiro, 1954 [aliás, 1955]
Livraria São José
2.ª edição («nova edição aumentada»)
19,2 cm x 13,5 cm
124 págs.
subtítulo: Versos de circunstância
exemplar estimado, lombada oxidada; miolo limpo
assinatura de posse do escritor e tradutor José Palla e Carmo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acerca deste livro escreveu Carlos Drummond de Andrade (in Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 3 de Julho, 1948):
«[...] Limpa-se o pátio, e êsse benefício público se fica devendo, não a um vereador, a um jornalista, a um fiscal da municipalidade, mas a um poeta modernista.
De poemas que tais é feito Mafuá do Malungo. [...]
A nota mais sensível nesses “jogos” é, porém, o sentimento familiar, tão intenso em Bandeira, e que êle distribuiu com os amigos, ao lhe faltar o aconchego de pais e irmãos. Uma fibra íntima do poeta sustenta a frágil brincadeira. São versos feitos com absoluta ausência de pretensão, salvo a de marcar um afeto, no ambiente limitado e cordial de uma casa que êle freqüente. De uma dessas casas sei que seus moradores fizeram emoldurar o original autógrafo. E os meninos e meninas que Bandeira saudou ao nascerem terão, quando grandes, essa carinhosa lembrança do poeta debruçado sôbre berços, a trazer-lhes a primeira visita da poesia [...].»

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Poemas Traduzidos


MANUEL BANDEIRA (trad.)
aa.vv.

Rio de Janeiro – Pôrto Alegre – São Paulo, 1948
Editôra Globo
[1.ª edição]
22,7 cm x 15,6 cm
180 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, papel com acentuada acidez na capa e nas primeiras e últimas folhas
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] Até agora os poemas traduzidos pelo poeta só foram publicados em 1945, numa edição de luxo de apenas 350 exemplares, com ilustrações de Guignard, um belo trabalho tipográfico por Murilo Miranda. A presente edição torna-os acessíveis ao grande público. Aos poemas daquela edição esta acrescenta 36 novas traduções, muitas das quais inéditas. [...]»
Assim, são trazidos para o idioma de Manuel Bandeira autores da sua preferência culta, como Ronsard, Rilke, Goethe, Guillen, Lorca, Holderlin, Elizabeth Browning, Alberti, Langston Hughes, Borges, Éluard, Antonio Machado, etc.

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sexta-feira, fevereiro 13, 2015

Porque Morrem as Creanças



NUNES CLARO

Lisboa, 1906
Minerva do Commercio
1.ª edição
22,2 cm x 15,4 cm
2 págs. + 66 págs.
subtítulo: As Crèches Industriaes – Dissertação inaugural apresentada e defendida perante a Escola Medico-Cirurgica de Lisboa
exemplar estimado; miolo limpo
carimbo de inventário da biblioteca de Francisco [Branco] Gentil
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

O jacobino Joaquim Nunes Claro foi também reconhecido poeta neo-romântico entre os seus pares de geração, como Henrique de Vilhena, Leal da Câmara, Mayer Garção e Gustavo Matos Sequeira. O próprio Fernando Pessoa sublinha o seu valor nas Páginas de Estética e de Teoria e Crítica Literárias.

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quarta-feira, fevereiro 11, 2015

Doze Histórias Sem Sentido


MANUELA PORTO

Lisboa, 1952
Centro Bibliográfico
1.ª edição
19,6 cm x 13,4 cm
180 págs.
composto manualmente em elzevir
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
assinatura de posse no rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 08, 2015

Flama


MARGARIDA SUZEL CORRÊA D’OLIVEIRA
pref. Aquilino Ribeiro

Lisboa, s.d. [1953, seg. BNP]
Portugália Editora
1.ª edição
16,9 cm x 12,7 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aquilino, em carta-prefácio, felicita a poesia antiquada da escritora catando-lhe influências em Camões, Garrett, Antero, João de Deus, Pascoaes. Não faz por menos. Já que «a seriguilha hedionda duma pretensa modernidade empana o brilho esplêndido desses mimosos da beleza», já que «o logradoiro esquipático em que a vemos [a poesia contemporânea de Aquilino], desmiolada de todo, ocupada com jogos de Disparates e de Cabra-cega», «logogrifos [...] matéria de almanaque», não lhe augura ele futuro. Porque, «Perante a arte da senhora D. Margarida, eu [Aquilino], mau devoto de Apolo, curvo-me e persigno-me. [...] A senhora D. Margarida Suzel revestiu uma dalmática de precioso brocado [...].»
Alguém saberá hoje (mas também na época) quem foi, para a História da Literatura nacional, a Dona Margarida Suzel Corrêa d’Oliveira?...

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terça-feira, fevereiro 03, 2015

Regional Costume in Portugal


TOMAZ RIBAS
trad. Marcia de Brito
grafismo de Gótica

Lisboa, 2004
Difel / Inatel
1.ª edição
texto em inglês
29 cm x 24,8 cm (álbum)
252 págs.
profusamente ilustrado a cor
encadernação editorial com gravação em relevo seco na pasta anterior a na lombada, sobrecapa impressa e plastificada a quente
exemplar como novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Contribuíram ainda, para a realização desta obra etnográfica e folclórica, Madalena Farrajota, Elisabeth Cabral, Isabel Pereira, Manuel J. Palma, Rui Camacho e José Guedes da Silva.

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O Trabalho e as Tradições Religiosas no Distrito de Lisboa


MARIA MICAELA SOARES
FRANCISCO HERMÍNIO PIRES DOS SANTOS
TOMÁS RIBAS
ANTÓNIO NABAIS
ELISA MARIA FRUGNOLI
IRISALVA MOITA
et alii


Lisboa, 1991
Governo Civil de Lisboa
1.ª edição [única]
26,6 cm x 19,2 cm
500 págs.
subtítulo: Exposição de Etnografia [catálogo]
profusamente ilustrado a preto e branco e a cor
exemplar como novo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Catálogo do magnífico acervo mostrado então, e igualmente magnífico trabalho para estudo, quer pelas imagens coligidas quer pela qualidade científica dos textos.


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