Mostrar mensagens com a etiqueta Z_vitorino nemésio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Z_vitorino nemésio. Mostrar todas as mensagens

sábado, abril 25, 2026

Poemas


POLÍBIO GOMES DOS SANTOS
nota de abertura de Carlos de Oliveira
prefácio de José Marmelo e Silva
poema homenagem de Vitorino Nemésio
nota de badana de Fernando Namora


Porto, 1981
Limiar
1.ª edição [da obra reunida]
205 mm x 124 mm
96 págs.
direcção literária do poeta Egito Gonçalves
direcção gráfica de Armando Alves
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

A par do poeta Carlos de Oliveira, foi um dos expoentes da geração contemporânea da II Guerra Mundial, e da resistência a uma sociedade pantanosa. Esta edição, para além do extenso estudo que é o prefácio de Marmelo e Silva, junta os seus dois únicos livros publicados: As Três Pessoas e Voz Que Escuta.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sábado, fevereiro 28, 2026

Festa Redonda


VITORINO NEMÉSIO
capa de Manuel Lapa

Lisboa, 1950
Livraria Bertrand
1.ª edição
193 mm x 122 mm
256 págs.
subtítulo: Décimas & Cantigas de Terreiro Oferecidas ao Povo da Ilha Terceira por Vitorino Nemésio natural da dita ilha
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO POETA JOSÉ BRUGES DE OLIVEIRA
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] No meu entender de Nemésio, as suas duas obras culminantes são Festa Redonda e Andamento Holandês (o que não é um juízo senão de gosto, facilmente contrariável pela força da própria globalidade da obra poética). Na primeira destas obras há uma espécie de enlouquecimento processual que, na poesia sujeita a métrica deste século, entre nós, só conseguimos reencontrar em Mário Cesariny. [...]» (Joaquim Manuel Magalhães, Rima Pobre – Poesia Portuguesa de Agora, Editorial Presença, Lisboa, 1999)

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sexta-feira, fevereiro 13, 2026

Breve Antologia de Poesia Moderna Portuguesa

 

CAMPOS DE FIGUEIREDO, org. e pref.
et alii

Coimbra, s.d. [1939 (?), seg. BNP]
s.e. [ed. org.]
1.ª edição
196 mm x 131 mm
32 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui poemas de autores vivos à data, e que de algum modo tinham laços com Coimbra, a saber (entre outros): Afonso Duarte, Alberto de Serpa, António de Sousa, Branquinho da Fonseca, Edmundo de Bettencourt, Fausto José, Miguel Torga, Políbio Gomes dos Santos, Vitorino Nemésio, etc.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

segunda-feira, dezembro 08, 2025

As Grandes Polémicas Portuguesas

 

ARTUR ANSELMO, org.
pref. Vitorino Nemésio
capa e grafismo de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1964 e 1967
Editorial Verbo
1.ª edição
2 volumes (completo)
273 mm x 200 mm
[10 págs. (não num.) + XX págs. + 450 págs.] + 480 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto a negro e com cromos polícromos colados nas respectivas páginas
impressos sobre papel superior
elegantes encadernações editoriais inteiras em pele gravadas a ouro nas pastas anteriores e nas lombadas, folhas-de-guarda impressas
com falta das sobrecapas
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do magnífico e inteligentíssimo Prefácio de Vitorino Nemésio:
«A palavra “polémica” emigrou da arte da guerra – ou, melhor, da estratégia e fortificação. Aí significava os dispositivos sólidos e artificiais de combate – os estratagemas. Num movimento metafórico, como o das aves de arribação (que vão de uma riba a outra), aninhou-se depois na controvérsia teológica, na dialéctica, e na literatura. Passou a traduzir então as atitudes opostas e pugnazes dos que não só pensam diversamente, afirmando diferentes proposições sobre o mesmo, – mas em adversidade, isto é: com ânimo de contrariedade e de oposição. […]»
Foram chamados a colaborar na vertente obra ensaística, distribuídos pelas várias épocas, os seguintes autores: Hernâni Cidade, Mário Martins, José de Pina Martins, Joaquim Veríssimo Serrão, David Mourão-Ferreira, F. Costa Marques, Giacinto Manuppella, António Alberto de Andrade, António Freire, João Ameal, Tomás de Figueiredo, Manuel Trindade, Jacinto do Prado Coelho, Manuel Antunes, António Quadros, F. A. Oliveira Martins, Esther de Lemos, João Maia, Luís Forjaz Trigueiros, Moreira das Neves, António de Magalhães, Barradas de Oliveira, João Bigotte Chorão, Jaime Nogueira Pinto, e António José de Brito.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sexta-feira, novembro 14, 2025

O Que É Vivo e o Que É Morto na Filosofia de Hegel

 

BENEDETTO CROCE
trad. Vitorino Nemésio

Coimbra, 1933
Imprensa da Universidade
1.ª edição
190 mm x 122 mm
2 págs. + 192 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

quarta-feira, setembro 24, 2025

Homenagem Nacional a Bocage no II Centenário do Seu Nascimento

 

aa.vv.
prefs. Eduardo Albarran, e Hernâni Cidade
ilust. Henrique José da Silva


Setúbal, 1965
Edição da Junta Distrital de Setúbal
1.ª edição
245 mm x 187 mm
204 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Conferências evocativas do poeta, proferidas nos Paços do Concelho de Setúbal
ilustrado com o retrato do homenageado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui os textos das conferências de Olavo Bilac, Luís Forjaz Trigueiros, Rogério Claro, Vitorino Nemésio, Sebastião da Gama, José Guerreiro Murta, Augusto da Costa, Hernâni Cidade, Guilherme Ayala Monteiro, e Luís de Oliveira Guimarães.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

quinta-feira, setembro 11, 2025

Portugal – A Terra e o Homem [junto com] Manuel Freire Canta Nemésio

 


VITORINO NEMÉSIO, org.
et alii
MANUEL FREIRE
, canto


Lisboa, 1957 e 2008
Edição do Instituto de Alta Cultura | Governo dos Açores – Presidência do Governo – Direcção Regional da Cultura
2.ª edição e 1.ª edição
[livro: 206 mm x 154 mm] + [CD (compact disc): 125 mm x 140 mm]
[livro: 324 págs.] + [booklet: 16 págs.]
subtítulo do livro: Antologia de textos de escritores dos sécs. XIX-XX destinada aos cursos de língua e de literatura portuguesa[s] no estrangeiro
livro: exemplar estimado, lombada e contracapa manchadas; miolo irrepreensível
CD: exemplar como novo
CONJUNTO VALORIZADO PELA OFERTA DO DISCO COM DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO CANTOR AO ACTOR NORBERTO ÁVILA
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pela mesma lógica que faz de Vitorino Nemésio (1901-1978) um compilador de obra alheia para divulgação, o cantor-intérprete Manuel Freire (n. 1942) sai do seu território específico, o mercado da música ligeira, dando amplitude à voz literária do poeta.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

quinta-feira, novembro 14, 2024

Vida e Literatura

 

PEDRO DE MOURA E SÁ
org. Esther de Lemos, e Luís Forjaz Trigueiros
pref. Vitorino Nemésio


Lisboa, 1960
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
202 mm x 155 mm
412 págs.
exemplar muito estimado, contracapa ligeiramente suja; miolo irrepreensível, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma significativa compilação de textos de Pedro de Moura e Sá (1908-1959), inspector dos Serviços Judiciais de Menores e assistente social da Federação dos Institutos de Protecção à Infância, que foi notado sobretudo pelos seus cargos na Emissora Nacional, quer como crítico literário, quer como director de programação, quer como, finalmente, inspector-chefe dessa rádio estatal.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

quinta-feira, novembro 07, 2024

Sob os Signos de Agora



VITORINO NEMÉSIO

Coimbra, 1932
Imprensa da Universidade
1.ª edição
194 mm x 123 mm
XII págs. + 360 págs.
subtítulo: Temas Portugueses e Brasileiros
exemplar manuseado mas muito estimado, apenas a lombada apresenta fortes sinais da acção da luz; contracapa ligeiramente suja
COM DEDICATÓRIA AO «DISTINTO JORNALISTA E BIBLIÓGRAFO» ERNESTO DONATO ASSINADA E DATADA PELO AUTOR
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de ensaios em que tanto a cultura do ilheu açoreano como Raúl Brandão e o «erotismo» em João de Deus, ou uma tentativa de dar a conhecer o «âmago» do Brasil, são desfiados coloquialmente, naquele estilo de aula ao vivo que lhe permitirá levar depois esse belíssimo exercício de narratividade para dentro dos seus versos.
Do prefácio do Autor, uma significativa passagem (... e dizemos significativa dado Nemésio contar na sua bibliografia com o melhor romance do século XIX escrito a meio do século XX):
«[...] os signos de agora não são pròpriamente os do meridiano europeu, mas os signos particulares de uma cultura embebida no século XIX e ainda a braços com a pouco brilhante tarefa de o assimilar ou remover. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Sob os Signos de Agora

 

VITORINO NEMÉSIO

Coimbra, 1932
Imprensa da Universidade
1.ª edição
200 mm x 127 mm
XII págs. + 360 págs.
subtítulo: Temas Portugueses e Brasileiros
encadernação de amador inteira em tela crua com a capa de brochura espelhada
não aparado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

terça-feira, outubro 24, 2023

Cartas


MADAME DE SÉVIGNÉ
trad., selec., pref. e notas de Vitorino Nemésio

Lisboa, 1944
Livraria Sá da Costa – Editora
[1.ª edição]
89 mm x 60 mm (formato miniatura)
XXVIII págs. + 268 págs.
encadernação inteira em tela crua com dois rótulos gravados a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
carimbo do editor no verso do frontispício
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
A «[...] espontaneidade da vida e da sua representação não se comunica à literatura senão através de um género que só a falta de respeito humano fez literário: o epistolar. Só numa civilização requintada, em que o próprio dia-a-dia está impregnado de cultura, é possível esta confluência de arte e vida vivida que se realiza nas cartas de Madame de Sévigné [de seu nome pré-matrimónio Marie de Chantal].
A sociedade francesa, por isso mesmo que chegara a ser em tudo e por tudo sociedade, apreciava muito esse invento para conviver ao longe, que é a carta. A correspondência era para o homem do século XVII como o jornal para os nossos pais e o rádio nos nossos dias: transmitia todos os estremecimentos da vida a distância, trazia a ilusão do amigo que entra pela porta dentro a escorrer chuva e põe para ali, à hora do chá, tudo o que viu e ouviu. Gostava-se tanto de cartas que os romances pastorais eram em grande parte fabricados com elas. Ficavam mais íntimos. “Querido”, ou o equivalente, dá uma certa excitação; é como quem fala mais baixo.
O século conheceu copiosos autores de cartas. O epicurismo pegava-se bastante pelo correio [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Cartas

 

MADAME DE SÉVIGNÉ
org., trad., pref. e notas de Vitorino Nemésio

Lisboa, 1939
Livraria Sá da Costa – Editora
1.ª edição
191 mm x 126 mm
XXVIII págs. + 268 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
A «[...] espontaneidade da vida e da sua representação não se comunica à literatura senão através de um género que só a falta de respeito humano fez literário: o epistolar. Só numa civilização requintada, em que o próprio dia-a-dia está impregnado de cultura, é possível esta confluência de arte e vida vivida que se realiza nas cartas de Madame de Sévigné [de seu nome pré-matrimónio Marie de Chantal].
A sociedade francesa, por isso mesmo que chegara a ser em tudo e por tudo sociedade, apreciava muito esse invento para conviver ao longe, que é a carta. A correspondência era para o homem do século XVII como o jornal para os nossos pais e o rádio nos nossos dias: transmitia todos os estremecimentos da vida a distância, trazia a ilusão do amigo que entra pela porta dentro a escorrer chuva e põe para ali, à hora do chá, tudo o que viu e ouviu. Gostava-se tanto de cartas que os romances pastorais eram em grande parte fabricados com elas. Ficavam mais íntimos. “Querido”, ou o equivalente, dá uma certa excitação; é como quem fala mais baixo.
O século conheceu copiosos autores de cartas. O epicurismo pegava-se bastante pelo correio [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sexta-feira, outubro 20, 2023

Nem Toda a Noite a Vida

 

VITORINO NEMÉSIO
capa de Almada Negreiros


Lisboa, 1952
Edições Ática
1.ª edição
205 mm x 150 mm
264 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação recente inteira em imitação de pele, gravação a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura e a lombada colada numa palheta
exemplar muito estimado, capas de brochura com sinais de fita-gomada; miolo limpo
discreta rubrica de posse na pág. 13
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Vitorino Nemésio Sem Limite de Idade

 

ANTÓNIO VALDEMAR
grafismo de Atelier B2: José Brandão | Paulo Falardo

Lisboa, 2002
CTT Correios de Portugal (Edição do Clube do Coleccionador dos Correios)
1.ª edição
245 mm x 245 mm
160 págs.
profusamente ilustrado
cartonagem editorial, folhas-de-guarda impressas
inclui 4 selos não circulados
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 2.530 de uma tiragem (coleccionável ?) de 10.000 exemplares
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sábado, setembro 09, 2023

António Dacosta [catálogo]


RUI MÁRIO GONÇALVES
MARIA HELENA DE FREITAS
JÚLIO POMAR
FERNANDO DE AZEVEDO
VITORINO NEMÉSIO
JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE

et alii

Lisboa, 1988
Fundação Calouste Gulbenkian / CAM, Casa de Serralves
1.ª edição
27,9 cm x 23,9 cm (álbum)
192 págs. (não numeradas)
profusamente ilustrado a preto e branco e a cor
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, vinco na contracapa; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pintor escasso, vindo do ideário surrealista do final dos anos 30 do século XX, veio a ser particularmente acarinhado e estudado a partir do seu “regresso” à pintura nos anos 80, altura em que o vazio cultural instituído pelo pós-modernismo sugeria que se procurasse a novidade no passado.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

segunda-feira, agosto 14, 2023

Se Bem Me Lembro…

 

VITORINO NEMÉSIO
org. Joana Morais Varela
capa (fotog.) de Alfredo Cunha


Lisboa, 2001
Contexto Editora
1.ª edição (nesta forma antológica)
209 mm x 120 mm
120 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

A Poesia dos Trovadores

 

VITORINO NEMÉSIO, org., bibliog. e pref.

s.l., 1961
Livraria Bertrand
1.ª edição
190 mm x 123 mm
240 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Poemas Brasileiros


VITORINO NEMÉSIO

Amadora, 1972
Livraria Bertrand, SARL
1.ª edição [nesta forma reunida]
220 mm x 155 mm
116 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne núcleos poéticos revistos pelo Autor em intenção de organizar a sua obra completa, e anteriormente publicados em Nem Toda a Noite a Vida (1952), em O Segredo de Ouro Preto e Outros Caminhos [1954 ?], em Violão do Morro... Nove Romances da Bahia (1968) e em Ode ao Rio. ABC do Rio de Janeiro (1965). [vd. aa.vv., Vitorino Nemésio: A Rotação da Memória (catálogo), Biblioteca Nacional / Direcção Regional da Cultura (Açores), Lisboa, 2001]

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Portugal e o Brasil na História

 

VITORINO NEMÉSIO

Rio de Janeiro (Brasil), 1952
Ministério da Educação e Saúde
1.ª edição
194 mm x 140 mm
36 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

À cabeça da pág. 3, onde se inicia o texto, Nemésio escreveu em capitulares, pelo seu punho, o título correcto – «Portugal e Brasil no Processo da História Universal» –, divergente daquele que o editor apôs sobre a capa.
De elevado interesse para o estudo das ramificações expansionistas da civilização árica. Leiamos:
«[...] O refresco árico da população do Brasil [refere aqui o A., nesta passagem do seu ensaio, a abertura do Brasil, em finais do século XIX, à emigração sobretudo de italianos] tornava-se assim corolário do reabastecimento do trabalho e do incremento da ocupação. Não era devolvido a Portugal o privilégio das entradas humanas, – em parte porque havia a ajustar velhas contas de subrançaria metropolitana e de abuso de gestão colonial, mas principalmente porque ao Brasil, no fundo da sua consciência histórica inconfessada mas lumínica, é que competia arbitrar o momento em que Portugal devia perder o zêlo de fundador, para se resignar à simples, grandiosa missão de ponte de passagem da humanidade cristã de um continente velho a um novo. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

terça-feira, julho 11, 2023

Sapateia Açoriana



VITORINO NEMÉSIO
capa e plano gráfico de Manuel Dias e Gina Calado

Lisboa, 1976
Editora Arcádia, S.A.R.L.
1.ª edição
205 mm x 134 mm
96 págs.
subtítulo: Andamento Holandês e outros poemas
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Este conjunto de poemas recupera, por acréscimo, a edição a stencil fora do mercado de Andamento Holandês e Poemas Graves, datada de 1964, e acerca do qual conjunto avalia o Autor em nota introdutória: «[...] resultando o todo um pouco compósito, “a la buena de Dios”, a sua unidade estilística o salvará talvez aos olhos do leitor benévolo.»
Escreveu Joaquim Manuel Magalhães (in Os Dois Crepúsculos – Sobre Poesia Portuguesa Actual e Outras Crónicas, A Regra do Jogo, Porto, 1981): «[...] Deste “Andamento Holandês”, mais uma afirmação: seja quem for que fale da poesia portuguesa do século XX sem ter em conta estes catorze poemas não saberá falar dela. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]