terça-feira, agosto 20, 2019

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Colecção Pátria




VIRGÍNIA DE CASTRO E ALMEIDA
capas e ilust. Pamela Boden

Lisboa, 1936-1946
S.P.N. [1 a 40] e S.N.I. [41 a 43]
1.ª edição (todos)
43 fascículos (completo)
25,4 cm x 19,5 cm
43 + 16 págs.
títulos individuais:
1 – História do Rei Afonso e da Moira Zaida; 2 – História do Grande Cavaleiro Sem Mêdo; 3 – Segunda História do Cavaleiro Sem Mêdo; 4 – História do Grande Fuas Roupinho e outras maravilhas; 5 – História dos Três Amigos e da Milagrosa Batalha de Alcácer; 6 – História dos Três Amigos e dos Cinco Frades; 7 – História do Rei Capelo e da Linda Feiticeira; 8 – História da Raínha Santa e do Rei Lavrador; 9 – História do Príncipe Bravo e do Príncipe Manso; 10 – História da Linda Inez de Castro Que Depois de Morta Foi Raínha; 11 – História da Raínha Flor de Altura; 12 – História de Flor de Altura e do Conde Espanhol; 13 – História da Grande Batalha de Aljubarrota e da Padeira Que Matou Sete Espanhóis; 14 – História dos Embaixadores Manhosos; 15 – História da Grande Raínha Dona Filipa de Lencastre e dos Preparativos de Guerra; 16 – História da Maravilhosa Tomada da Cidade de Ceuta aos Mouros; 17 – História da Triste e Gloriosa Emprêsa de Tânger; 18 – História da Paixão e Morte do Infante Santo D. Fernando; 19 – História do Infante Dom Henrique e dos Seus Capitães; 20 – História da Façanha de Aires Tinoco e da Triste Morte de Nuno Tristão; 21 – História das Viagens, Vida e Morte do Grande Infante Dom Pedro; 22 – História do Rei Africano e das Suas Proezas; 23 – História do Grande Marinheiro Que o Mar Enfeitiçou; 24 – A Triste História do Príncipe Dom Afonso e da Infanta Dona Isabel; 25 – História dos Dois Homens Que Foram à Procura do Preste João; 26 – História do Preste João, Rei Cristão da Etiópia; 27 – História Maravilhosa do Grande Capitão do Mar; 28 – Aventuras do Grande Capitão do Mar em Terras Desconhecidas; 29 – Trágica História do Fidalgo Dom Francisco e do Seu Filho Único; 30 – História de Espantar do Grande Governador Chamado: “O Terrível”; 31 – História do Grande Dom João, Capitão e Sábio; 32 – História do Grande Vice-Rei Que Empenhou as Barbas; 33 – História do Soldado Raso Que Era o Príncipe dos Poetas; 34 – História do Rei Encoberto; 35 – A História Mais Triste de Tôdas; 36 – A Linda e Gloriosa História das Correntes Quebradas; 37 – História do Grande Sonho do Encoberto; 38 – História da Boa Gente Que Sabia o Que Queria; 39 – A História do Marquês de Pombal; 40 – A Linda História de uma Família no Tempo de Dona Maria I; 41 – História Maravilhosa de como o Grande Imperador Napoleão I Foi Vencido em Portugal; 42 – História Triste do Diabo à Solta; e 43 – História do Rei Dom Miguel I
ilustrados
acabamento com um ponto de arame
exemplares estimados, alguns como novos, outros envelhecidos (1, 41 e 42); miolo limpo, a maioria por abrir
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicados pelos dois instrumentos de propaganda do regime salazarista (SPN e SNI), trata-se de episódios da gesta nacional contados às crianças (?) (ou na perspectiva de infantilização dos adultos?), cheias das habituais imprecisões (míticas?) e das mentiras doutrinárias que ajudaram a edificar o Estado Novo. Por exemplo, o adjectivo «grande», em 43 títulos de fascículos, aparece 13 vezes, como se Portugal (como qualquer outra nação) nunca tivesse sofrido reveses e vergonhas, fruto de más governações ou de cobardias, ao longo de 800 anos de História. Muito provavelmente, a autora, se tivesse vivido até aos nossos dias, teria escrito O Grande Acolhimento dos Presos Políticos nas Cadeias do Estado Novo, ou A Grande Miséria da População Antes, Durante e Depois da Segunda Guerra Mundial, ou A Grande e Gloriosa Saga das Guerras Coloniais

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Azas de Coragem


VIRGINIA DE CASTRO E ALMEIDA, trad., adapt. e pref.
[aliás, Georges Sand]

Lisboa, 1925 [aliás, 1924]
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira & C.ª (filhos)
1.ª edição
19,1 cm x 12,5 cm
292 págs.
subtítulo: Contos para creanças
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio da tradutora:
«Georges Sand, essa mulher admiravel que tão intensamente viveu pelo espirito e pelo coração, querendo no fim da vida divertir e educar as netas, escreveu para ellas alguns contos. [...]
Folheando agora [...] os contos de Georges Sand avó, achei-os ainda mais lindos; e pensei que, se os collocasse ao alcance dos nossos pequenos leitores portuguezes, daria a estes um presente magnifico. [...]»
E assim sendo, passou Virgínia de Castro e Almeida à poda, reescrita simplificadora e mudança de nomes que considerou «arrevezados», «resumindo certas descripções, substituindo outras, intercalando explicações», etc., etc., etc., até a coisa ficar ao seu jeito.

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A Mulher


VIRGINIA DE CASTRO E ALMEIDA
capa de Raul [Lino]

Lisboa, 1913
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira
1.ª edição
19,4 cm x 13,1 cm
360 págs.
subtítulo: Historia da Mulher – A Mulher Moderna – Educação
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse de Agostinho de Campos na capa e, no miolo, carimbos ocasionais da Sociedade de Língua Portuguesa
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Mulher



VIRGINIA DE CASTRO E ALMEIDA

Lisboa, 1913
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira
1.ª edição
18,7 cm x 13,5 cm
360 págs.
subtítulo: Historia da Mulher – A Mulher Moderna – Educação
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação coeva em meia-inglesa com cantos em pele elegantemente gravada a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, agosto 19, 2019

A Tetralogia do Príncipe Imaginário





JOÃO DE CASTRO OSÓRIO
capas e ilust. Hugo Manuel

Lisboa, 1940-1941
Edições «Ocidente» | Editorial Império
1.ª edição (todos os volumes)
4 volumes (completo)
27 cm x 19,9 cm (estojo)
[64 págs. + 1 folha em extra-texto] + [64 págs. + 1 folha em extra-texto] + [56 págs. + 1 folha em extra-texto] + [64 págs. + 1 folha em extra-texto]
títulos individuais:
1.º drama lírico – O Ramo de Flores Sem Flores;
2.º drama lírico – A Bela Felicidade;
3.º drama lírico – A Princesa dos Cuidados;
4.º drama lírico – A Flor do Liro-Lar
ilustrados
impressos sobre papel superior avergoado
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
brochuras acondicionadas em estojo próprio de fabrico recente
são respectivamente os n.os 317, 324, 499 e 499 de uma tiragem de apenas 500 exemplares assinados pelo autor
VALORIZADOS PELA EXPRESSIVA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO POETA LUÍS MOITA NO PRIMEIRO VOLUME
140,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Cancioneiro Sentimental


JOÃO DE CASTRO OSÓRIO
capa de Agostinho Barbieri

s.l. [Lisboa], 1936
Edições “Descobrimento”
1.ª edição
20,4 cm x 15,5 cm
196 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar envelhecido; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Horda




JOÃO DE CASTRO [OSÓRIO]
ilust. Albert Jourdain

Lisboa, 1921
Edições Lusitania
1.ª edição
20,4 cm x 16,5 cm
188 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Filho da conhecida escritora Ana de Castro Osório, poeta nacionalista ligado ao tradicionalismo lírico português, aqui mesmo dando exemplo do género poesia dramática. Deve-se-lhe a mais correcta edição das obras de Camilo Pessanha, que Ana de Castro Osório havia publicado originalmente nesta sua editora, a Lusitânia, em 1920.

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A Horda


JOÃO DE CASTRO [OSÓRIO]
ilust. Albert Jourdain

Lisboa, 1921
Edições Lusitania
1.ª edição
20,4 cm x 16,5 cm
188 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Revolução Nacionalista


JOÃO DE CASTRO

Lisboa, 1922
ed. Autor
1.ª edição
18 cm x 12,7 cm
72 págs.
exemplar estimado, pequenas falhas e golpes no papel da capa; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA ASSINATURA DO AUTOR
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

João de Castro Osório (1899-1970), mentor do Centro do Nacionalismo Lusitano (1923-1925), grupo político fascista apoiado, entre outros, por António de Cértima, e de cujo ideário político este opúsculo A Revolução Nacionalista constitui autêntico manifesto. O exemplo da ditadura espanhola do general Primo de Rivera colhia então simpatia junto de uma parte significativa do escol político e militar da direita portuguesa, para a qual as reportagens de António Ferro em Espanha em 1924, publicadas no Diário de Notícias e, depois, em livro, vieram contribuir.

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Arte de Cozinha


JOÃO DA MATTA
pref. Alberto Pimentel

Lisboa, 1900
[ed. Autor]
4.ª edição («correcta»)
21,2 cm x 14,8 cm
368 págs. + 16 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Contém: dois pratos dedicados ás Familias Real Portugueza e Imperial Brazileira – 10 jantares completos de primeira ordem – muitas receitas de cozinha ao alcance de todos – uma variada secção de doces, massas, môlhos, caldos e compotas – maneira de pôr a mesa e de a servir, etc.
encadernação modesta inteira em tela com gravação a ouro na lombada e relevo seco nas pastas
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um clássico do género, até por ser o primeiro livro redigido a pensar nos profissionais da restauração, além ser a primeira vez, na edição original de 1875, que aparece a receita dos célebres pastéis de bacalhau tal como a conhecemos hoje. João da Mata, filho de cozinheiro, virá a ser um cozinheiro de referência nos finais do século XIX e proprietário, primeiro do Grande Hotel da Mata e, depois, do Hotel Avenida.

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25 Maneiras de Cozinhar as Batatas



[ANÓNIMO]

Lisboa, s.d.
A. de Carvalho, editor
s.i.
15,5 cm x 10,6 cm
16 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Castanheiro



AUGUSTO FREDERICO POTSCH DA COSTA CARVALHO TALONE

Lisboa, 1919
Instituto Superior de Agronomia
1.ª edição
24 cm x 17,5 cm
2 págs. + 86 págs.
subtítulo: Algumas considerações sobre a sua cultura, exploração e doenças
ilustrado
impresso sobre papel de linho
exemplar estimado, restauro na capa e na lombada; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor deste importante estudo, que viveu entre 1891 e 1961, foi o 4.º visconde de Ribamar.

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domingo, agosto 18, 2019

Tempo [colecção]





aa.vv.
Alexandre Pinheiro Torres, org. ficção
José Tengarrinha, org. ensaio
Luís de Sttau Monteiro, org. teatro
Alexandre O’Neill, org. poesia

Lisboa, s.d. [circa, 1961]
Edições Tempo – Sociedade de Magazines, Lda.
1.ª edição (todos)
10 volumes (completo*)
21,4 cm x 13 cm (estojo)
[32 págs. + 1 encarte] + [56 págs. + 1 encarte] + [40 págs. + 1 encarte] + [40 págs. + 1 encarte] + 36 págs. + 40 págs. + 56 págs. + 32 págs. + 36 págs. + 32 págs.
títulos individuais:
1 – Urbano Tavares Rodrigues, Uma Noite e Nunca;
2 – Moniz Barreto, Novos Ensaios;
3 – Harold Pinter (trad. Luís de Sttau Monteiro), O Monta-Cargas;
4 – Carl Sandburg (trad. Alexandre O’Neill), Antologia Poética;
5 – José Gomes Ferreira, Os Segredos de Lisboa;
6 – António Sérgio, Tentativa de Interpretação da História de Portugal;
7 – Miguel de Unamuno (trad. Luís de Sttau Monteiro), Fedra;
8 – Paul Éluard (trad. António Ramos Rosa), Antologia;
9 – Manuela Gouveia Antunes, Alta Tensão;
11 – August Strindberg (trad. Luiz Francisco Rebello), O Pária
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo, alguns por abrir
acondicionados num elegante estojo de fantasia de fabrico recente com adereço metálico e lettering bordado
inclui todos os encartes com as declarações de intuito temáticas dos organizadores
280,00 eur (IVA e portes incluídos)


* O volume 10 nunca foi publicado, nem nenhum dos outros volumes por vezes anunciados nas contracapas.

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sábado, agosto 17, 2019

Le Portugal Hydrologique et Climatique



ANTONIO TORRES
ARMANDO NARCISO
CHARLES LEPIERRE
OLIVEIRA LUZES
pref. Roldan y Pego

Lisboa, 1930-1931 (I e II); 1934-1935 (III); e 1935-1936 (IV)
Direction Générale des Mines et des Services Geologiques / Institut d’Hydrologie et de Climatologie de Lisbonne
1.ª edição (todos os tomos)
4 volumes (completo)
22,6 cm x 16 cm
812 págs. (numeração contínua) + 1 encarte desdobrável (carta geológica na escala 1:1.500.000 + vegetal com as fontes termo-minerais)
profusamente ilustrados com reproduções fotográficas a sépia
impressos sobre papel marfim
corte carminado à cabeça
exemplares estimados, capas com restauros; miolo limpo
carimbo de posse no rosto do tomo I
150,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Hidrologia Portuguesa


LUIZ DE MENEZES CORRÊA ACCIAIUOLI

Lisboa, 1947
Direcção Geral de Minas e Serviços Geológicos
1.ª edição
22,5 cm x 15,8 cm
288 págs. + 3 desdobráveis em extra-texto
subtitulo: 1943-1946
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante estudo científico acerca da geologia do território nacional e enquadramento das instalações termais destinadas à utilização das águas na crenoterapia.

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Thermas de S. Pedro do Sul (Caldas de Lafões)


FERREIRA DE ALMEIDA

Porto, 1930
Tipo-Lito Gonçalves & Nogueira, L.da
1.ª edição
21,8 cm x 15 cm
8 págs. + 3 folhas em extra-texto + 76 págs. + XXXIV págs.
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 7
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Monografia científica e turística, com especial interesse no seu capítulo final, dedicado à composição química e à radioactividade das águas termais.

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Subsídios para a História das Termas de S. Pedro do Sul


EMPRÊSA DINIZ & C.ª, L.da

Porto, 1925
Tipografia Sequeira, Limitada
s.i.
20,6 cm x 14,5 cm
140 págs.
subtítulo: Uma campanha vil desmascarada – Ajuste de contas
exemplar estimado; miolo no geral limpo
sublinhados nas págs. 36-40, 45, 58 e 62
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Proémio:
Para além de se esclarecer o leitor tratar-se o vertente escrito um libelo contra quem vinha tentando sabotar a posse e exploração das termas por parte da Empresa Diniz, entre outros a própria Câmara Municipal de São Pedro do Sul, «[...] Êste livro será, pois, um documento para a história das antiquíssimas e afamadíssimas Caldas de Lafões. [...]»

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O Rio Tapajós na Exposição Nacional de Borracha de 1913 no Rio-de-Janeiro


RAYMUNDO PEREIRA BRASIL

Estado do Pará, 1913
Municipio de Itaituba
1.ª edição
21,8 cm x 13,7 cm
2 págs. + VI págs. + 106 págs. + 57 folhas em extra-texto + 1 desdobrável (grande formato: mapa)
ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável, capa gasta; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, agosto 13, 2019

Cartas ao muito reverendo em Christo padre Francisco Recreio [...] Por um Moribundo


[ALEXANDRE HERCULANO]

Lisboa, 1850
Typ. de Castro & Irmão
1.ª edição [única]
16,4 cm x 11,6 cm
16 págs.
acabamento cosido à linha e encapado na época com papel de fantasia, aparado à cabeça
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
peça de colecção
190,00 eur (IVA e portes incluídos)

Resposta de Alexandre Herculano à Justa Desafronta em Defesa do Clero, do padre Francisco Recreio, num tom venenoso, de chacota, em que o historiador nem sequer se debruça sobre uma única das afirmações contra si proferidas. Herculano confessa-se literalmente derrotado e às portas da morte com tanta sapiência dispensada pelo padre, pede-lhe mesmo que venha ter consigo a fim de lhe pedir o seu perdão. E para o conduzir a sua casa, «onde por tanto tempo habitou a abominação da desolação, e hoje mora o arrependimento», oferece-se para o mandar vir num «tivoli, um omnibus, um burro, a passarola de Bartholomeu Gusmão, ou outra passarola, qualquer mais moderna, com tanto que não seja invento de algum bestunto heretico». Porque, afinal, agora que havia lido notícia de tanta sapiência, cria «não só no milagre de Ourique, mas tambem em todos os milagres das Vitae Patrum de Surio, e do Flos-Sanctorum de Ribadeneira, e que o unico senão que acho em toda essa milagraria é o de serem poucos».

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Dissertação | Historica, e Critica, | em que se prova | a milagrosa apparição | de | Christo Senhor Nosso | a elrei | D. Affonso Henriques | antes da famosa batalha | do Campo de Ourique, | publicada em 1786 por seu author | o erudito P. Antonio Pereira de Figueiredo




ANTONIO PEREIRA DE FIGUEIREDO, padre

Lisboa, 1809
Na Impressão Regia
1.ª edição
bilingue (latim / português)
21,8 cm x 16,2 cm
56 págs. + 1 estampa em extra-texto
subtítulo: Agora novamente accrescentada com o auto do juramento do mesmo rei em latim e portuguez, e com varias annotações e authoridades, que devem persuadir, e convencer a todos os fieis portuguezes da verdade de hum facto tão portentoso. Offerecida á nação portugueza por hum dos seus mais verdadeiros Patriotas, para os animar e esforçar nas presentes circunstancias da Guerra contra os Inimigos da Religião e do Throno
acabamento com laçada de linha à vista e sem capas
encontra-se no estado físico em que circulou na época
exemplar manuseado mas aceitável, com alguma sujidade nas páginas exteriores; miolo limpo, por aparar
inclui a estampa original (grav. cobre) «Appariçao de Christo Sr. N. a D. Affonso Henriques»
PEÇA DE COLECÇÃO
210,00 eur (IVA e portes incluídos)

Afirma Alexandre Herculano, no tomo primeiro da sua História de Portugal (Viúva Bertrand e Filhos, Lisboa, 1846, págs. 328-330), que a batalha de Ourique, a não existir prova documental em contrário, não terá sido mais que «um verdadeiro fossado, isto é, uma dessas entradas que todos os annos se renovavam pelas fronteiras dos sarracenos, e para as quaes eram obrigados, pelas suas cartas de foral, os cavalleiros villões dos diversos concelhos [...]. [...] sendo o primeiro tentado pelos portuguezes além do Tejo, e conduzido pelo proprio infante [Afonso Henriques] no sertão do Al-Gharb, aonde nunca, ou raro, os christãos haviam chegado, contribuiram, acaso, para que a tradição engrandecesse pouco a pouco o sucesso, a ponto de o tornar maravilhoso até o absurdo. [...] Se acreditarmos os chronistas antigos, e ainda os historiadores modernos, a batalha de Ourique foi a pedra angular da monarchia portugueza. [...]» E esta febre milagreira nacionalista foi sendo alimentada ao longo dos tempos, sempre que surgiu a necessidade histórica de exortar os portugueses à defesa dos interesses ou fronteiriços, ou pátrios, ou económicos, ou a lutar contra o invasor, como é o caso do presente volume que, ao reeditar em 1809 um duvidoso texto do século anterior, o faz com o fito de combater pela propaganda a presença de Napoleão no nosso território. Num outro plano, de algum modo este texto esteve na génese da aturada investigação de Herculano, cujas conclusões geraram um rol de estéreis páginas de polémica.

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Justa Desaffronta em Defeza do Clero, ou Refutação Analytica do Impresso Eu e o Clero, Carta ao Em.º Cardeal-Patriarcha por A. Herculano



FRANCISCO RECREIO

Lisboa, 1850
Typographia de Antonio José da Rocha
1.ª edição
20,5 cm x 13,2 cm
128 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

É a primeira peça de vulto no conjunto de autores que contestaram as posições históricas de Alexandre Herculano relativamente ao dito “milagre” de Ourique. Anunciada na imprensa periódica da época como obra de génio destinando-se a rebater ponto por ponto o historiador, afinal não passou de «[...] um grande bluff. A obra nada tinha de científico, apenas camuflava erudição e saber [...]» de um padre (ver Jorge Custódio / José Manuel Garcia, Opúsculos IV, Editorial Presença, Lisboa, 1985).

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A Fundação da Monarquia Portuguesa e a Batalha d’Ourique (25 de Julho de 1139)



VITORIANO JOSÉ CESAR

Lisboa, 1927
Ministério da Guerra (3.ª Direcção Geral) – Publicação do Arquivo Historico-Militar
1.ª edição
21,9 cm x 16,2 cm
64 págs. + 3 folhas em extra-texto (gravuras) + 1 folha em extra-texto (erratas)
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Graças Concedidas por Christo no Campo de Ourique, acontecidas em outros tempos, e repetidas no actual, conformes aos desenhos de suas idades




Lisboa, 1813
Na Impressão Regia
1.ª edição
50 cm x 35 cm
18 págs. (in-folio de 4 págs. + 7 estampas)
ilustrado
encadernação recente em papel encerado com gravação a ouro na pasta anterior
não aparado
exemplar em bom estado de conservação, pequenas esfoladelas na lombada; miolo irrepreensível, papel sonante
ostenta no verso da pasta anterior o ex-libris de António Capucho
PEÇA DE COLECÇÃO
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto e gravuras aludindo ao “milagre de Ourique”. A proveniência do texto vem assim consignada:
«[...] A nota antecedente he extrahida fielmente do Chronicon Lusitano manuscripto, de que usárão em outro tempo Resende, e Faria: dado á luz no Tomo terceiro da Monarchia Lusitana: Era de 1177 [...]»

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domingo, agosto 11, 2019

Viagem ao Fim da Noite


LOUIS-FERDINAND CELINE
trad. Campos Lima

capa de Amorim

Lisboa, 1944
Editorial Século
1.ª edição
18,8 cm x 12,4 cm
552 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pela primeira vez Céline é vertido para português, de modo insuficiente, diga-se de passagem, pelo anarco-sindicalista Campos Lima. É uma curiosidade para coleccionadores, que circulou sem restrições nesses anos do final da guerra, uma guerra que fez de Céline um colaboracionista. Posteriormente, no início de 1966, outra casa editora, a Ulisseia, outro editor, Vitor Silva Tavares, e outro tradutor, Aníbal Fernandes, tentarão a sua sorte para nos dar um texto em português completo e correcto: a polícia política, sensível a tudo quanto pusesse em causa o colonialismo, acorreu a apreender a edição.

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Voyage au Bout de la Nuit



LOUIS-FERDINAND CÉLINE

Paris, 1932 [1933]
Denoël et Steele
[2.ª edição]
19 cm x 12 cm
624 págs.
exemplar em muito bom estado, conserva por abrir a cinta promocional, cuja frase constitui um dos elementos que ajuda a distinguir esta da edição original; a indicação «118e édition» no canto superior direito na capa remete para o número de títulos no catálogo do editor, e não para a presente tiragem
peça de colecção
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor proclamadamente anti-semita, o que o levou às hostes nazis. Condenado como colaboracionista após o final da II Guerra Mundial, só não foi executado devido à intervenção de Malraux e de Sartre.
O seu perdão deu muito dinheiro a ganhar à França através da editora que passou a representá-lo em exclusivo: a Gallimard.
Da apresentação do tradutor português Aníbal Fernandes para a edição frenesi (Lisboa, 1997):
«[...] parece, contudo, pacífica a aceitação de Viagem ao Fim da Noite como sua obra-prima. Tem páginas admiráveis, uma construção romanesca sólida, ainda sem aquele melhor-e-pior que já perturba Morte a Crédito, sem dar aquela sensação de desperdício de um enorme talento que nos atinge em tantas páginas da sua obra futura. Céline vem dizermos que todo o homem faz a sua viagem. E vê-a irremediavelmente comprometida com as regiões obscuras da noite – progressiva penetração na miséria e nas vilezas humanas –, quando o homem “já não tem em si música suficiente para fazer dançar a vida”, quando toda a sua juventude morre “num silêncio de verdade”. “Quando a vida nos mostrou tudo quanto pode exigir de cautela, crueldade, malícia para podermos mantê-la melhor ou pior a 37º”, e nos vemos “esclarecidos, bem colocados para compreender todas as sacanices que um passado encerra. Basta que a respeito de tudo e em tudo nos contemplemos escrupulosamente a nós próprios e àquilo a que chegámos quanto a imundície. Acabou-se o mistério, acabou-se a tolice, devorámos toda a nossa poesia uma vez que vivemos até esse momento. É nada de nada, a vida.” “Será talvez isto o que procuramos vida fora, só isto, o maior dos pesares possível para chegarmos a ser nós próprios antes de morrer.”»

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Mea Culpa suivi de La Vie et l’Œuvre de Semmelweis


LOUIS-FERDINAND CÉLINE

Paris, 1937 [aliás, 1936]
Denoël et Steele
impresso por L. Bellenand et Fils
1.ª edição*
18,7 cm x 12,3 cm
128 págs.
exemplar estimado da tiragem comum; miolo limpo
peça de colecção
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da badana da tradução portuguesa de Manuel João Gomes (Antígona, Lisboa, 1989):
«[...] Mea Culpa é um ensaio. Um ensaio aparentemente escrito por uma das muitas personagens celinianas.
O pretexto era falar contra a União Soviética que tinha acabado de visitar. Mas o texto vai mais longe. Fala contra o Homem, contra os outros, contra a solidariedade humana, contra a felicidade, contra o progresso, contra o humanismo.
Para Céline, a Revolução Comunista prova exactamente isso: que não é possível corrigir a maldade humana, que todas as revoluções são uma impostura... Quem tinha razão eram os padres da igreja que pregavam a insignificância do homem e o convidavam a sofrer, a humilhar-se, sem lhe alimentarem quaisquer ilusões de felicidade.
“O Homem nunca teve, no ar ou na terra, senão um só tirano: ele próprio!... Nunca terá outros...”, diz textualmente Céline que acaba a profetizar uma “grande barrela”: a Esperança, a Ideia de Revolução acabarão por destruir o Mundo. Isso para Céline, é positivo: a Terra, nesse dia, será livre. Finalmente.
Mas sendo Céline nazi, as suas críticas ao homem e à sociedade ficarão para a história das inutilidades. [...]»

* A indicação «21me édition» no canto superior direito na capa remete para o número de títulos no catálogo do editor, e não para a presente tiragem.

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Ballets Sans Musique, Sans Personne, Sans Rien



L. F. [LOUIS-FERDINAND] CÉLINE
ilust. Éliane Bonabel

Paris, 1959
Librairie Gallimard
9.ª edição [«achevé d’imprimer par l’Imprimerie Floch (4159) le 22 Mai 1959»]
20,7 cm x 14,3 cm
204 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião conjunta, pela primeira vez em livro, de cinco textos dramáticos que Céline vinha escrevendo desde 1937, e cuja edição a Gallimard tomou a cargo, de par com a reedição dalgumas outras suas obras, no seguimento da amnistia que pôs em liberdade o colaboracionista condenado.

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Um Soneto



CONDE D’ALVELOS

Porto, 1942
s.i.
1.ª edição
19,3 cm x 13 cm
LXIV págs. + 66 págs. + 28 págs. em extra-texto (reproduções fotográficas)
subtítulo: Respeitosa homenagem a um só neto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Francisco Perfeito de Magalhães e Menezes de Vilas-Boas (1875-1960), terceiro conde de Alvelos, monárquico legitimista com funções directivas no respectivo partido, tem aqui o seu libelo em prol da Aliança Ibérica, contra a «infiltração mongólica-tártara-tongosa (vulgo: bolchevista), que pretendeu fazer da Espanha testa de ponte contra o Ocidente […]».

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Entre Castelos e Quinas




CONDE DE ALVELOS
JAIME FERREIRA
capa de Gardy de Arriaga
ilust. Arnaldo Ressano

Porto, 1940
Editôra Educação Nacional, L.da
1.ª edição
19,6 cm x 13 cm
196 págs. (6 das quais com cromo colado) + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Subsídios para a História – Crónicas sobre infantas portuguesas e reportagem da visita da Senhora D. Filipa de Bragança a Portugal, em Novembro de 1938
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Proibido Andar Sobre a Relva


FERRO RODRIGUES
capa de José Cândido

s.l. [Lisboa (?), Venda Nova (?)], s.d. [circa 1966]
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
216 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ferro Rodrigues (1925-2006), para além da autoria de três livros de ficção interessantíssimos, manteve parcerias com o escritor seu amigo Santos Fernando, no teatro de revista do Parque Mayer, tendo ainda colaborado em programas radiofónicos dos Parodiantes de Lisboa. É pai do socialista Eduardo Ferro Rodrigues. (Fonte: página electrónica das Edições 50kg)

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Noite Sem Estrêlas



FERRO RODRIGUES
capa de Roberto [Santos]

Lisboa, s.d. [circa 1944]
Edições Universo, L.da
1.ª edição
19,1 cm x 13,6 cm
160 págs.
exemplar estimado, contracapa suja; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, agosto 10, 2019

Gramática de Xironga (Landim)



JOSÉ LUÍS QUINTÃO

Lisboa, 1951
Agência Geral das Colónias
1.ª edição
23,4 cm x 16,7 cm
344 págs. + 1 desdobrável (mapa linguístico)
subtítulo: Contendo um grande número de exercícios, colecção de trechos para tradução, alguns contos do seu folclore e dois vocabulários: Português – Xironga e Xironga – Português
encadernação recente inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar estimado, capa da brochura manchada; miolo limpo, carta linguística e folhas confinantes aciduladas
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Gramática Umbundu


JOSÉ FRANCISCO VALENTE, padre

[Porto (local de impressão)], 1964
Instituto de Investigação Científica de Angola
1.ª edição
22,2 cm x 14,4 cm
432 págs.
subtítulo: A Língua do Centro de Angola
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
135,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Dicionário Português-Cinyanja



MISSIONÁRIOS DA COMPANHIA DE JESUS

Lisboa, 1964
Junta de Investigações do Ultramar
1.ª edição
22 cm x 14,8 cm
XXIV págs. + 268 págs.
encadernação editorial em tela gravada a ouro na lombada, sobrecapa em papel
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Queimados do Sol



REIS VENTURA
capa de Neves de Sousa

Braga, 1966
Editora Pax
1.ª edição
21 cm x 14,7 cm
282 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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