domingo, maio 31, 2020

A Terra Portugueza




ROCHA PEIXOTO

Porto, 1897
Livraria Chardron de Lello & Irmão, Editores
1.ª edição
198 mm x 136 mm
304 págs.
subtítulo: Chronicas scientificas
modesta encadernação recente em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, por vezes vagamente acidulado e com restauros toscos mas sem afectar o texto
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

Moçambique 1896-1898



J. [JOÃO] MOUSINHO DE ALBUQUERQUE

Lisboa, 1913
Sociedade de Geographia de Lisboa
2.ª edição
249 mm x 170 mm
XVI págs. + 352 págs. + XLVIII págs.
modesta encadernação recente em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Derrocada do Império Vátua e Mousinho d’Albuquerque



JULIÃO QUINTINHA
FRANCISCO TOSCANO

Lisboa, 1935
Casa Editora Nunes de Carvalho
3.ª edição
2 volumes (completo)
18,5 cm x 12,3 cm
[340 págs. + 32 págs. em extra-texto + 1 desdobrável (grande formato)] + [312 págs. + 28 págs. em extra-texto + 3 desdobráveis (grande formato)]
ilustrados
boas encadernações em meia-francesa com cantos em pele e gravação a ouro nas lombadas
aparados, sem capas de brochura
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
67,00 eur (IVA e portes incluídos)

História da guerra movida pelos portugueses ao autóctone moçambicano Gungunhana nos finais do século XIX.

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Traços Geraes de Philosophia Positiva Comprovados pelas Descobertas Scientificas Modernas



THEOPHILO BRAGA

Lisboa, 1877
Nova Livraria Internacional
1.ª edição
241 mm x 165 mm
244 págs.
modesta encadernação recente em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Problemas Nacionais



JOAQUIM FERREIRA

Santo Tirso, 1926
Tipografia Tirsense (a vapor) de José Cardoso Santarém
1.ª edição
2 págs. + 256 págs.
modesta encadernação de amador em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eram «problemas nacionais», já nessa época, a agricultura, as necessidades hidráulicas, a economia, as finanças, o contrato social, e esse outro, que entretanto deixou de o ser, as colónias.

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sábado, maio 30, 2020

Carta ao Almirante Gago Coutinho sobre Questões Camoneanas



ROQUE MACHADO

Lisboa, 1960
s.i. [ed. autor (Imprensa Artística, Lda.)]
2.ª edição («aumentada e ilustrada»)
191 mm x 121 mm
64 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Ilha e o Tempo



JOÃO FRANÇA
capa de Júlio Navarro

s.l. [Lisboa], 1972
Editorial O Século
1.ª edição
207 mm x 145 mm
232 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

João França (1908-1996), foi dramaturgo, contista e romancista, mas sobretudo jornalista n’O Século, depois de passagens episódicas pelo Comércio do Funchal, A Batalha, Voz Anarquista, Jornal do Fundão, etc. É precisamente como anarco-sindicalista que será perseguido e vigiado pelas polícias do Estado Novo.

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Radical Eye



MIRON ZOWNIR
pref. Harry Hass e Nico Anfuso

Berlin, 1997
DGV – Die Gestalten Verlag
1.ª edição
bilingue alemão – inglês
300 mm x 241 mm
168 págs.
subtítulo: The photography of […]
ilustrado
exemplar como novo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Tulsa



LARRY CLARK

Nova Iorque, 1971 [aliás, 1979]
ed. autor [Rapoport Printing, Inc.]
2.ª edição
texto em inglês
311 mm x 236 mm (álbum)
64 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior
encadernação editorial em tela encerada negra, gravação a branco na lombada, com sobrecapa
exemplar muito estimado, sobrecapa com restauros no verso; miolo irrepreensível
160,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Vietnam Inc.



PHILIP JONES GRIFFITHS
pref. Noam Chomsky

Londres | Nova Iorque, 2001
Phaidon Press Limited
s.i. [1.ª edição na Phaidon Press]
texto em inglês
286 mm x 210 mm (álbum)
IV págs. + 224 págs.
ilustrado
encadernação editorial forrada a papel canelado negro impresso a prata nas pastas e na lombada, com sobrecapa
exemplar muito estimado, topo inferior da lombada amolgado; miolo irrepreensível
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

É a mais brilhante reportagem de guerra, quer do ponto de vista fotográfico quer como crónica, jamais feita acerca da intrusiva presença norte-americana no Vietname.

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Règlement Consulaire Portugais Mis en Vigueur par Décret du 26 Novembre 1851



[Hector Gitton, trad.]

Lisboa, 1875
Imprimerie Nationale
«édition officielle»
227 mm x 147 mm
184 págs. (1 das folhas desdobrável) + 1 folha em extra-texto (gravura)
ilustrado
modesta encadernação de amador inteira em sintético gravada a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
85,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Garrett Diplomata



HENRIQUE FERREIRA LIMA

Gaia, 1932
Edições Pátria
1.ª edição
253 mm x 177 mm
96 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado
capa impressa a uma cor, cromo oval colado
miolo impresso a duas cores sobre papel superior avergoado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Pensamento Politico do Exercito



FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, Junho de 1926
Emprêsa Literária Fluminense, L.da
1.ª edição
185 mm x 119 mm
52 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto escrito em cima da entrada radical das Forças Armadas portuguesas na política pura e dura, dando origem a um regime de treva que durou 48 anos, Fidelino de Figueiredo revela uma fina capacidade de análise do golpe militar a 28 de Maio.

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A Divida Portugueza


M.[IGUEL] E.[DUARDO] LOBO DE BULHÕES

Lisboa, 1867
Typographia Portugueza
1.ª edição
22,9 cm x 15 cm
112 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lobo de Bulhões (1830-1894), que foi membro da Academia das Ciências de Lisboa e sócio-fundador da Sociedade de Geografia, na qualidade profissional de chefe da contabilidade do Ministério dos Negócios da Marinha deixou-nos esta importante resenha acerca do estado das finanças públicas nacionais, problema cuja origem ele atribui a uma época anterior à sua: «Em Portugal a divida fundada, na accepção genuina da expressão, teve principio no fim do seculo passado. [...]» Isto dito para serenar os ânimos dos credores, porque «[...] Vogaram no estrangeiro idéias falsas a respeito do nosso estado financeiro [...]», acredita ele na suficiência da exposição que aqui faz, no vertente opúsculo, para «[...] [responder] logicamente ás accusações infundadas que affectavam o credito de Portugal. [...]»

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O Problema Financeiro e a Sua Solução



THOMAZ CABREIRA

Lisboa, 1912
Imprensa Africana de Antonio Tiberio de Carvalho
1.ª edição
230 mm x 156 mm
104 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Thomaz António da Guarda Cabreira – pai do suicidado escritor homónimo, companheiro de Mário de Sá-Carneiro – foi ministro das Finanças em 1914, após provas dadas de intenção, que o vertente livro expõe.
Da abertura do Prefácio:
«“Na preparação do orçamento para o exercicio de 1909-10, a unica preoccupação do governo foi reforçar a base das finanças do Estado, fixando as receitas e despezas annuaes de modo que o seu equilibrio ficasse estavel no futuro, evitando além d’isso toda a emissão de novos emprestimos e apressando a amortisação dos emprestimos já contractados.” Annuario Financeiro do Japão, Tokio, 1910.
N’estas linhas, escriptas pelo Sr. Wakatsuki, vice-ministro das finanças do imperio nipponico, está condensado o plano financeiro que reorganisou as finanças japonezas sob uma forma que causa a admiração de toda a Europa. Equilibrar o deficit; não augmentar a divida publica, senão em casos especiaes; procurar a amortisação d’essa divida por uma forma systematica e regularisar os cambios, eis a formula da nossa regeneração financeira como foi a do Imperio do Sol Nascente.
Portugal padece das tres doenças que caracterisam um paiz de finanças avariadas: deficit orçamental permanente, divida publica elevadissima, para a qual vão transitando annualmente os deficits, e circulação fiduciaria inconvertivel, cuja maior parte é absorvida pelo Estado, São estes os tres aspectos do problema financeiro nacional, para o qual urge encontrar uma solução. [...]»

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O Problema da Assistência Médica em Portugal



A. PROENÇA

Castelo Branco, 1937
Tipografia «Semedo»
1.ª edição
190 mm x 125 mm
192 págs.
subtítulo: Situação actual, comentários ao Código Administrativo, sugestões e bases para a sua resolução
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
assinatura de posse na capa
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Estrela Rutilante



MANUEL DE CASTRO

s.l., s.d. [1960*]
s.i. [ed. autor (Composto e impresso nas Escolas Profissionais Salesianas)]
1.ª edição
209 mm x 145 mm
24 págs.
subtítulos: Poemas de combate – A terceira viagem – 4 poemas para a destruição de um mito – Regresso ao Oriente – O Rosto de Ísis
capa impressa a uma cor directa e relevo seco
exemplar estimado, restauro na contracapa; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
peça de colecção
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do segundo livro de Manuel de Castro (1934-1971), que, tal como o primeiro, apenas circulou fora do mercado, de mão em mão entre poetas e amigos.

* Datação segundo Maria Alberta Menéres e E. M. de Melo e Castro, Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa, 3.ª ed., Moraes Editores, Lisboa, 1971.

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Paralelo W


MANUEL DE CASTRO, 1934-1971
capa de João Rodrigues

s.i. [Sintra], 1958
[ed. Autor]
1.ª edição [única]
196 mm x 141 mm
32 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita do autor
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

O surrealista Manuel de Castro permanece o maior enigma das letras nacionais. Dispersa a sua obra por publicações irregulares – revistas (Pirâmide, KWY, suplemento e magazine & etc), antologias (Novíssima Poesia Portuguesa), colectivos de combate (Grifo), apenas dois breves livros próprios: o vertente, e A Estrela Rutilante (de 1960) –, tem hoje um rol de dispersadas oportunidades de edição do que ainda seria possível reunir de uma obra ímpar. E que é muito. Quando abundam os “editores”, minguam as edições... O que é grande maldade feita ao defunto poeta, à sua palavra visionária:
«[...] Sobre os cadáveres assim incorruptíveis
dos velhos príncipes desagregados no mar
passam os navios
e a geração angélica e terrível
talha o seu destino sobrehumano
onde a noite vai expulsar os astros
iniciar-se, e ter um nome diferente.»

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terça-feira, maio 26, 2020

A Oração da Coroa


DEMOSTHENES
J. M. LATINO COELHO, trad. e pref.

Lisboa, 1922
Imprensa Nacional
4.ª edição [1.ª ed., 1877 (mantém a grafia original)]
21,1 cm x 14,8 cm
CDXVIII págs. + 2 págs. (cortina) + 108 págs.
subtítulo: Versão do original grego precedida de um estudo sobre a Civilização da Grecia
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinaturas de posse no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Valiosa obra de oratória política, que deve importância na cultura nacional devido ao longo estudo acerca da civilização grega que Latino Coelho (1825-1891) aí acrescenta, para além da sua versão do discurso em que o ateniense Demóstenes (384 a.C.- 322 a.C.) se vê obrigado a assumir a sua própria defesa em tribunal.

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Plaidoyers Politiques



DÉMOSTHÈNE
trad. e pref. Octave Navarre e Pierre Orsini [I]; Jean Humbert e Louis Gernet [II]; e Georges Mathieu [III]

Paris, 1954-1959-1956
Société d’Édition «Les Belles Lettres»
1.ª edição [I e II] e 2.ª edição [III]
3 volumes (completo)
bilingue grego – francês
201 mm x 134 mm
[2 págs. + LXVIII págs. + 226 págs.] + [6 págs. + II págs. + 200 págs.] + 138 págs.
subtítulos: I – Contre Androtion – Contre la Loi de Leptine – Contre Timocrate; II – Contre Midias – Contre Aristocrate; III – Sur les Forfaitures de l’Ambassade
impresso sobre velino
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
85,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, maio 24, 2020

Palmira Bastos


ÁPIO GARCIA
capa de António Norte
grafismo de Pires Cavaleiro

Lisboa, 1965
Editora «Jal»
3.ª edição
195 mm x 129 mm
128 págs. + 32 págs. em extra-texto
subtítulo: A Primeira Dama da Cena Portuguesa – 90 anos de vida 75 anos de teatro
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação, sem qualquer quebra na lombada; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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De Teatro Caricatural [estampas] [junto com 1 desenho original]







AMARELHE

Lisboa, Dezembro de 1924 a Maio de 1925
dir. Mario Duarte
Empreza da Revista “De Teatro, L.da” [adm. Guilherme P. de Carvalho Junior]
1.ª edição
341 mm x 265 mm (estojo)
20 cartolinas destacáveis impressas a cor (completo) + 5 folhas-volantes (capilhas das séries) + 1 desenho (têmpera sobre papel)
acondicionados num luxuoso estojo próprio de fabrico recente forrado a seda
exemplares em bom muito estado de conservação
inclui 1 estampa suplementar variante da 2.ª série
inclui cartão e respectivo vegetal impresso publicitários à conhecida loja Pompadour
PEÇA DE COLECÇÃO ÚNICA
2.700,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lista das 18 caricaturas (publicadas em 6 séries de 3 cada) de personalidades ligadas à arte dramática: Eduardo Brazão, Adelina Abranches, Eduardo Schwalbach, José Ricardo, Júlio Dantas, Maria Mattos com Mendonça de Carvalho, Esther Leão, Chaby Pinheiro, Arnaldo Leite com Carvalho Barboza, Amélia Rey Colaço, Erico Braga, André Brun, Virgínia Dias da Silva, Augusto Rosa, Marcelino Mesquita, Palmira Bastos, Nascimento Fernandes e Laura Costa.
A caricatura variante para a 2.ª série é a actriz Lucinda Simões.
O desenho original representa «a Ex.ma Sr.ª D.ª Palmira Bastos», numa caricatura superiormente mais ácida do que a versão que acabou por ser publicada.
Acerca do desenhador, Amarelhe, ou Américo da Silva (1894-1946), disse Julieta Ferrão: «os desenhos […] – grafia pitoresca e humorística – revelam logo ao primeiro golpe de vista a perspicácia especial do artista que, sem deformar [?!], conseguia com verdade e síntese, definir e figurar as particularidades dos retratados». (Fonte: Osvaldo de Sousa, A Caricatura Política em Portugal, Ed. Salão Nacional de Caricatura, Lisboa, 1991)

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De Teatro Caricatural [estampas]







AMARELHE

Lisboa, Dezembro de 1924 a Maio de 1925
dir. Mario Duarte
Empreza da Revista “De Teatro, L.da” [adm. Guilherme P. de Carvalho Junior]
1.ª edição
336 mm x 252 mm (estojo)
18 cartolinas destacáveis impressas a cor (completo)
acondicionadas num elegante estojo próprio de fabrico recente forrado a tela
exemplares em bom estado de conservação, a última estampa apresenta vagos sinais de foxing
PEÇA DE COLECÇÃO
310,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lista das 18 caricaturas (publicadas em 6 séries de 3 cada) de personalidades ligadas à arte dramática: Eduardo Brazão, Adelina Abranches, Eduardo Schwalbach, José Ricardo, Júlio Dantas, Maria Mattos com Mendonça de Carvalho, Esther Leão, Chaby Pinheiro, Arnaldo Leite com Carvalho Barboza, Amélia Rey Colaço, Erico Braga, André Brun, Virgínia Dias da Silva, Augusto Rosa, Marcelino Mesquita, Palmira Bastos, Nascimento Fernandes e Laura Costa.
Acerca do desenhador, Amarelhe, ou Américo da Silva (1894-1946), disse Julieta Ferrão: «os desenhos […] – grafia pitoresca e humorística – revelam logo ao primeiro golpe de vista a perspicácia especial do artista que, sem deformar [?!], conseguia com verdade e síntese, definir e figurar as particularidades dos retratados». (Fonte: Osvaldo de Sousa, A Caricatura Política em Portugal, Ed. Salão Nacional de Caricatura, Lisboa, 1991)

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O Desengace e Suas Vantagens na Vinificação



DUARTE DE OLIVEIRA

Porto, 1911
Publicação do “Lavrador” [Officinas do «Commercio do Porto»]
1.ª edição
183 mm x 117 mm
96 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Fundamentos Científicos da Sexualidade



A. [AURÉLIO] QUINTANILHA

Lisboa, 1942
Edições Cosmos
1.ª edição
193 mm x 133 mm
128 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Horas de Maria




ANTÓNIO DE MACEDO
capa e grafismo de Carlos Alves

Lisboa, 1977
Cinequanon
1.ª edição
20,6 cm x 12,6 cm
116 págs. + 20 págs. em extra-texto
subtítulo: Guião do filme com o diálogo integral
exemplar em bom estado de conservação, sem qualquer quebra na lombada; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESPECIALISTA EM COMUNICAÇÃO TELEVISIVA RUI CADIMA
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O filme estreou a 3 de Abril de 1979 no cinema Nimas, sob o ataque cerrado de protestos e rezas de manifestantes beatos a soldo da Igreja. A posição do cineasta António de Macedo (nasc. 1931) é inequívoca desde a primeira linha do livro:
«Na noite de 6 de Março de 1922 explodiram quatro bombas na capela das Aparições, em Fátima. Uma quinta bomba, colocada junto às raízes da azinheira onde uma “dama de grande beleza” aparecera a três crianças sub-alimentadas, não explodiu.
A notícia do “sacrilégio” correu o país, e imediatamente se organizaram peregrinações de desagravo. [...]
É por demais evidente que o atentado partiu dos que estavam ansiosos pelo desenvolvimento do “fenómeno Fátima”, e não daqueles que o pretendiam desmascarar. [...]»

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La Révolution de Mai – Film portugais [folha de sala]


ANTÓNIO LOPES RIBEIRO, dir.

s.l., s.d. [Lisboa, 1937]
s.i. [Neogravura, Ltda
[1.ª edição]
texto em francês
24,2 cm x 16,7 cm
8 págs.
ilustrado, impresso em rotogravura
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da versão francesa do programa do filme A Revolução de Maio, que celebrava os dez anos de triunfo do Estado Novo, e a vigilância deste contra o papão comunista.

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Open Sesame Fatima



ANTÓNIO MASCARENHAS

s.l. [Lisboa], s.d. [circa 1963]
s.e. [Edições Paulistas]
s.i.
18,8 cm x 13,5 cm
40 págs.
profusamente ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

António Inácio Salvador Matias Mascarenhas (1916-1993), nascido e falecido em Goa, intelectualmente formado pelos jesuítas, legou-nos uma obra escrita que vai da literatura de viagens à historiografia local.

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Na Cova dos Leões


TOMÁS DA FONSECA

Lisboa, 1958
sem nome de editor
[Emp. Téc. de Tipog., Lda. – Vila Franca de Xira]
1.ª edição [2.ª edição do título Fátima (Cartas ao Cardeal Cerejeira)]
18,3 cm x 12,4 cm
464 págs.
exemplar em bom estado
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Luís Filipe Torgal (Prefácio à reedição da Antígona, Lisboa, 2009):
«[...] é porventura um dos mais emblemáticos textos “subversivos” impressos em Portugal durante o salazarismo. Foi escrito por um republicano racionalista e livre-pensador abjurado pela Igreja Católica e pelo regime autoritário e “catolaico” do Estado Novo. [...]»
Naturalmente, o volume, como quase toda a sua obra de polemista, correu sempre clandestino entre os leitores.

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D. Fuas Roupinho e o Santuário da Nazaré



MENDES BOGA

Lisboa, 1934
s.i. [ed. autor]
1.ª edição
193 mm x 124 mm
48 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Mar Santo


BRANQUINHO DA FONSECA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1964
Portugália Editora
3.ª edição
19 cm x 13,5 cm
196 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana da edição original:
«Mar Santo é uma expressão da gente da Nazaré. É na Nazaré que a acção decorre. Da sua estadia naquela praia, nos anos 1937 a 1940, onde se demorou no exercício de funções públicas que exigiam um contacto frequente com a classe piscatória, trouxe Branquinho da Fonseca uma vasta documentação etnográfica e filológica que lhe serviu agora de base para este romance. [...]
Ao escritor interessou a humanidade e a poesia do drama da gente da Nazaré, diverso e de cores cortadas como os seus trajes de escossês [...].»

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sábado, maio 23, 2020

Maina Mendes



MARIA VELHO DA COSTA
capa de Mendes de Oliveira

Lisboa, 1969
Moraes Editores
1.ª edição
18,8 cm x 12,1 cm
292 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Afirmou em 1977 Eduardo Lourenço, no seu prefácio a uma edição posterior da vertente obra:
«[...] mundo de frustração [...], mundo de sufocação [...], a genérica condição da mulher portuguesa [...], [constitui] só por si um acontecimento na história real e textual da moderna consciência feminina, assinalando nela a passagem da mulher como “objecto” à sua conversão em “sujeito”.
Sujeito da história, da sua própria história e das “histórias” que consagram essa conquista do seu reino [...]
[...] Nenhum dos nossos livros contemporâneos redistribui com tanto sucesso as experiências mais criadoras da prosa portuguesa, de Fernão Lopes a Guimarães Rosa, paisagens atravessadas e recriadas, a par de outras, com uma originalidade absoluta. Não é a sua visão, nem desorbitada como a de Herberto Helder, nem irrepressível e aleatória como a de Bessa Luís. Exprime-se com contenção e reserva, em parágrafos tensos para melhor explodir a ira informe mas controlável que a habita como herança sua e da longa linhagem que do castro ibérico até ao interior morto da sala burguesa se metamorfoseou em história e natureza. [...]»

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Inventário do casco, aparelhos, e mais utensilios assim de uso como de sobrecellentes da Real Escuna de Sua Magestade [o Senhor D. Miguel I. Rei de Portugal e dos Algarves, &c.] a qual o mesmo Augusto Senhor mandou riscar [...] [junto com] Descripção historica das figuras allegoricas mithologicas de que se compõe o baixo relevo que orna o exterior do Real e naval vaso denominado Real Escuna o qual [Sua Magestade Fidelissima o Senhor D. Miguel I. Rei de Portugal e dos Algarves, &c.] mandou riscar [...]




MANUEL LUIZ DOS SANTOS

Lisboa, 1832
Na Impressão Regia
1.ª edição (ambos)
2 folhetos enc. em 1 volume
18,7 cm x 13,9 cm
72 págs. + 14 págs.
encadernação recente inteira em tela com rótulo colado na pasta anterior
aparado somente à cabeça
sem capas de brochura (?)
exemplares estimados; miolo no geral limpo
ambas as folhas-de-rosto foram censuradas tendo na época sido rasgado o nome de D. Miguel e mais tarde acrescentado de novo em remendos redigidos a tinta
peça de colecção dada a sua raridade
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o Portugal – Diccionario Historico, Chorographico, Biographico, Bibliographico, Heraldico Numismatico e Artistico, de Esteves Pereira e Guilherme Rodrigues (vol. VI, João Romano Torres & C.ª – Editores, Lisboa, 1912), Manuel Luís dos Santos foi «Engenheiro constructor do Arsenal de Marinha. Era homem de merecimento, e foi quem construiu a nau Rainha. Tendo, porém, seguido o partido de D. Miguel, foi exonerado em 1833. [...] Parece que Manuel Luiz dos Santos foi readmittido no Arsenal, ou pelo menos continuou a occupar-se de construcções navaes [...]. Fal. em 1870, pouco mais ou menos.»

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A «Madeira» Illustrada



[ANÓNIMO]
grafismo do conde de Torre Bella e de Joaquim Augusto de Souza

Lisboa, Junho de 1901
ed. Augusto Forjaz Pereira de Sampaio [Typographia Castro Irmão]
1.ª edição [única]
378 mm x 273 mm
16 págs.
subtítulo: Numero unico Commemorativo da visita de Sua Magestade El-Rei o Senhor Dom Carlos 1.º e de Sua Augusta Esposa a Rainha Senhora Dona Maria Amelia
exemplar muito estimado, discretos restauros periféricos na folha exterior; miolo irrepreensível
tiragem especial de apenas 10 exemplares
acondicionado numa pasta de cartolina
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
220,00 eur (IVA e portes incluídos)


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