domingo, outubro 30, 2016

Povo



AFONSO RIBEIRO
capa de [Júlio] Pomar

Porto, 1947
Editorial Ibérica
1.ª edição
19,7 cm x 13,5 cm
272 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro proibido aquando da sua publicação, passou a figurar na bibliografia do autor como «fora do mercado»... e não foi o único. Precursor da corrente literária neo-realista, toda a sua obra assenta no «[...] inquérito aos sofrimentos e reacções da gente popular nortenha, aldeã ou suburbana, com uma intencionalidade transparente e usando como contraponto à narrativa os modismos da fala íntima popular. [...]» (António José Saraiva / Óscar Lopes, História da Literatura Portuguesa, Porto Editora, 15.ª ed., Porto, 1989).
Grafismo documentado no catálogo do Museu do Neo-Realismo, Ilustração & Literatura Neo-Realista (Vila Franca de Xira, 2008).

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terça-feira, outubro 25, 2016

Almanach Lanterna Magica para 1904


CRUZ MOREIRA (CARACOLES)

Lisboa, 1903
Imprensa Lucas
1.ª edição
23,7 cm x 11 cm
144 págs. + 1 folha em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto
elegante encadernação do editor em tela encerada com gravação polícroma e ouro nas pastas, autenticada por Alfredo David
folhas-de-guarda com motivos de florália impressos
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR SOBRE A FOTO EM EXTRA-TEXTO «À EX.MA FAMÍLIA CAPUCHO»
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de António Capucho
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Tricana no Folclore Coimbrão


OCTAVIANO SÁ
com um poema de Alberto Osório de Castro
capa de Fausto Gonçalves

Coimbra, 1942
Comissão Municipal de Turismo
1.ª edição (separata de O Instituto, vol. 101)
23,4 cm x 16,6 cm
VIII págs. + 72 págs.
ilustrado no corpo do texto
capas impressas no verso
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da versão alargada de uma conferência inicialmente proferida pelo autor na sede do grupo folclórico Rancho de Coimbra.

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Cartas de uma Tricana


HERLANDÉR RIBEIRO

Lisboa, 1936
s.i. [ed. Autor]
2.ª edição
23,1 cm x 16 cm
136 págs.
subtítulo: Coimbra de 1903 a 1908
exemplar manuseado mas aceitável, capa suja; miolo limpo
tiragem fora do mercado
assinatura de posse (ou do Autor ?) no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Compilação de antigos escritos por Herlander Ribeiro (1886-1967), ora anotados nalgum pormenor julgado relevante, e que, no essencial, mostram o não alinhamento do autor com os grevistas da chamada crise académica de 1907, ostentando sibilinos comentários, sobretudo contra os colegas de curso Campos Lima e Gomes da Silva, mas também contra os republicanos Bernardino Machado e Alexandre Braga.

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A Serrana


JOSÉ CRESPO

Coimbra, 1971
Coimbra Editora, Limitada
1.ª edição
19,6 cm x 14,1 cm
308 págs.
subtítulo: Romance de costumes e folclore das Beiras
exemplar estimado, vinco na contracapa, restauro ao baixo na lombada; miolo limpo
carimbo de autenticação do Autor na pág. 4
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Médico e escritor, José Crespo [1902-1992] [...] desenvolveu intensa e multifacetada actividade literária, publicando diversos trabalhos tanto de ficção, desde o conto à poesia, como científicos e ensaísticos, com incursões no domínio da História, da Etnografia e do Folclore [...].» (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998)

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domingo, outubro 23, 2016

Arte Poetica – Versificação e Metrificação


J. [JÚLIO] DUMONT (ORLANDO)
pref. Augusto Garraio

Lisboa, 1904
Livraria Economica de F. Napoleão de Victoria
1.ª edição
19,6 cm x 12,5 cm
32 págs.
subtítulo: Regras metricas para os que, querendo poetar, possam fazer bons versos
caderno apenas encapado sem costura nem agrafo
exemplar envelhecido, restauros na capa; miolo limpo, papel muito acidulado
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, outubro 22, 2016

Despedidas, 1895-1899



ANTONIO NOBRE
pref. José Pereira Sampaio (Bruno)

Porto, 1902
ed. Augusto Nobre [irmão do Poeta]
1.ª edição
23 cm x 14,9 cm
10 págs. + 128 págs.
impresso em papel superior avergoado
luxuosa encadernação em meia-inglesa com cantos em pele e gravação a ouro na lombada
conserva as capas de brochura
aparado e carminado somente à cabeça
exemplar muito estimado; miolo limpo
inclui a fotografia do Autor em brometo de prata que aparece somente em alguns poucos exemplares
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Editado por altura do segundo aniversário da morte de Nobre, documenta aquilo que pode ter sido o embrião de um segundo livro de versos.

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A Pintura Avançada


ARNALDO RESSANO GARCIA

Lisboa, 1939
Edição do Autor
1.ª edição
21,6 cm x 16,2 cm
40 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Impressões de uma viagem a Paris
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO «DR. JOÃO COUTO» (1892-1968) ENTÃO DIRECTOR DO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência proferida por Arnaldo Ressano Garcia (1880-1947) na Sociedade Nacional de Belas Artes, em perfeita sintonia com a perseguição levada a cabo pelos nazis à arte dita “degenerada”.

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A Pintura Flamenga em Évora no Século XVI


JOÃO COUTO

s.l. [Lisboa], 1943
Editorial Império
1.ª edição
24 cm x 16,2 cm
2 págs. + 44 págs.
subtítulo: Variedade de Estilos e de Técnicas na Obra Atribuída a Frei Carlos
ilustrado
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

João Couto (1892-1968) foi director do Museu Nacional de Arte Antiga.

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A Crise da Europa



ABEL SALAZAR

Lisboa, 1942
Edições Cosmos
1.ª edição
19,3 cm x 13,5 cm
144 págs.
é o n.º 31 da prestigiada colecção Biblioteca Cosmos dirigida por Bento de Jesus Caraça
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado, papel com sinais de forte oxidação; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Trata-se de uma “história” dos grandes e alargados fluxos da evolução da Grécia antiga e da Roma antiga para o que na altura (anos 40 do século XX) era o conjunto das nações europeia, ou Europa. Brevíssima, mas excelente, reflexão pluridisciplinar.

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A Posição Actual da Ciência, da Filosofia e da Religião


ABEL SALAZAR

Lisboa, 1934
A Medicina Contemporanea (separata)
1.ª edição
20,9 cm x 15 cm
44 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, capa fragilizada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência proferida no ano anterior na Faculdade de Medicina.

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Quadros Alentejanos


BALTAZAR JOSÉ MEXIA DE MATOS CAEIRO
pref. Sérgio Caramez Pereira
capa e ilust. Alfredo K. W. Kong

s.l., 1981
s.i. [ed. Autor?]
1.ª edição
22,9 cm x 15,4 cm
108 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR [E. M. DE] MELO E CASTRO
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Contribuição para o Estudo do Fantástico no Romance


ÉMILE SCHAUB-KOCH
trad. António Gomes da Rocha Madahil

Lisboa, 1957
Tipografia Gaspar
1.ª edição
23,4 cm x 17,2 cm
4 págs. + 228 págs.
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Crítico de arte suíço, nascido em 1890, Émile Schaub-Koch manteve uma forte relação com Portugal, tendo escrito sobre aspectos diversos da arte portuguesa, colaborado em revistas lusas da especialidade e visto várias das suas obras traduzidas para português. Nesta obra, ensaia um estudo das origens e evolução do fantástico na Literatura, com referências às artes plásticas e um olhar atento à produção literária de Maurice Sandoz, Edgar Allan Poe, Alfred Jarry, Marcel Schwob, Rémy de Gourmont, Villiers de l’Isle Adam, e outros incontornáveis do género.» (Fonte: 1870 Livros, pág. electrónica)

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Depois de 21 de Maio




BERNARDINO MACHADO

Coimbra, 1925 [aliás, 1923]
Imprensa da Universidade
2.ª edição*
volume I [único publicado]
19,8 cm x 12,8 cm
546 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior esquerdo da última página
inclui colada no ante-rosto uma micro-fotografia do Autor
inclui ainda a cinta promocional «Os últimos tempos da 1.ª República (1921-1923) vistos por Bernardino Machado»
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

* Trata-se, efectivamente, da edição original desta obra, a que o editor apôs a recarga de 2.ª edição.

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Poesias Escolhidas


GOMES LEAL
pref., org. e notas de Vitorino Nemésio

Lisboa, s.d. [1942]
Livraria Bertrand
1.ª edição
18,9 cm x 12,9 cm
CXVI págs. + 204 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Introdução: Destino de Gomes Leal
exemplar estimado; miolo limpo, alguma acidez no extra-texto
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de Júlio Crato
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Excelente antologia – e respectivo aparato biográfico e crítico – do melhor dos versos daquele que, nas palavras de Herberto Helder, «À sua vasta e desigualíssima obra poética prestou Vitorino Nemésio precioso serviço, ao seleccioná-la severamente [...]. O livro de Nemésio mereceu na altura os ataques quase generalizados da crítica, mas acabou por revelar-se da maior oportunidade e pertinência. [...]» (Fonte: Edoi Lelia Doura – Antologia das Vozes Comunicantes da Poesia Moderna Portuguesa, org., Assírio e Alvim, Lisboa, 1985)

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Gomes Leal, Sua Vida e Sua Obra


ÁLVARO NEVES
HENRIQUE MARQUES JÚNIOR
na capa desenho de Rafael Bordalo Pinheiro
retrato de Álvaro Neves por Emmerico H. Nunes

Lisboa, 1948
Editorial Enciclopédia, Lda.
1.ª edição [única]
19,3 cm x 12,6 cm
256 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prolóquio:
«[...] O presente trabalho tem como finalidade apresentar a vida do poeta baseada em documentos incontestáveis e depoimentos insuspeitos. Não nos entibiou a amizade.
Tão-pouco acamaradamos em opiniões de conveniência.
Tem-se afirmado que o poeta se converteu ao catolicismo. Para tal afirmação era necessário que ele tivesse vivido sempre alheio a essa fé católica. Isso não aconteceu. Foi educado catòlicamente, logo não se converteu, retrogradou. Mas resta saber como ele depois executou esse retrocesso. É isso o que vamos tentar provar. [...]»

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A Orgia – Publicação mensal: politica, litteratura, costumes



GOMES LEAL

Lisboa, Fevereiro de 1882
Typographia Popular [ed. Autor]
1.ª edição [única]
primeiro número [único publicado]
14,8 cm x 10,9 cm
100 págs.
subtítulo: Carta a El-Rei de Hespanha Sobre a União Ibérica
exemplar muito envelhecido, sobretudo na capa (espelhada) e na folha do rosto; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Panfleto revolucionário, de um Gomes Leal inflamado pela sua recente permanência nos calabouços do Limoeiro, anulada por boa defesa promovida pelos centros republicanos, e o acusador posto a ridículo nas páginas de O António Maria pela pena de Rafael Bordalo Pinheiro.

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Claridades do Sul



GOMES LEAL

Lisboa, 1901
Livraria Moderna – Editora / Empreza da História de Portugal
2.ª edição («revista e augmentada»)
18,3 cm x 12,8 cm
352 págs. + 1 folha em extra-texto
cartonagem editorial em tela gofrada, com gravação a ouro e magenta
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro dos jovens anos de glória do poeta, Claridades do Sul «[...] é a idealização da poesia do Sol, das Árvores, das Flores, da Música, das Paisagens, do Amor, da Vida e do Sonho: enfim, de toda a idiossincrasia destas regiões suaves e musicais do Ocidente. [...]» (Álvaro Neves / Henrique Marques Junior, Gomes Leal – Sua Vida e Sua Obra, Editorial Enciclopédia, Lisboa, 1948).

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Mefistófeles em Lisboa



GOMES LEAL

Lisboa, 1907
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
160 págs.
exemplar muito manuseado, com restauro na lombada, mas aceitável; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um soneto, «Aos Toiros! Aos Toiros!...», a título de exemplo de um realismo literário urbano que chegara, então, à poesia portuguesa pela mão de Cesário Verde:

«Ródam trens com palreiras hespanholas
para a praça dos toiros, léstamente...
Um Bombita ou Guerrita certamente
terão moñas, charutos, gabarolas...

Ha vida, confusão, balburdia. – Lolas
o cavaleiro aplaudem rijamente,
emquanto o toiro diz pacientemente:
– Que mal fiz eu a estes patetólas?...

Teem elles brindes, premios, mil charutos!
Cá nós, porém, irracionaes e brutos,
sem fazer mal algum, farpa e garrócha...

Ora, qual d’estas cousas tem mais siso?
– O marrar, por ser toiro ou ser preciso,
– ou matar, sendo homem, por bambócha?...»

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O Senhor dos Passos da Graça



GOMES LEAL

Lisboa, 1905 [aliás 1904]
Livraria Moderna – Editora / Empreza da História de Portugal
1.ª edição
19,3 cm x 13,1 cm
340 págs.
subtítulo: Memórias de um Revoltado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] O Senhor dos Passos da Graça, Memórias de um Revoltado [...] não é um labor oportunista, mas influenciado pelo ateado da campanha anti-ultramontana nas fileiras republicanas. [...] [Trata-se da] crónica da sociedade devota do Senhor dos Passos da Graça, devoção essa encobridora da vida galante da mesma Sociedade. [...] Este livro enfileira bem a para da Relíquia, de Eça de Queiroz. [...] Há neste volume páginas de observação, como o vozear do povoléu, na Praça da Figueira, na Feira da Ladra e na Praça de Touros [...]. A cerimónia da lavagem da imagem do Senhor dos Passos está descrita com pormenorização em forma jornalística na qual o escritor mostra os seus conhecimentos de liturgia católica. [...]» (Álvaro Neves / Henrique Marques Junior, Gomes Leal – Sua Vida e Sua Obra, Editorial Enciclopédia, Lisboa, 1948).

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A Senhora da Melancolia


GOMES LEAL

Lisboa, 1910
Livraria Moderna Editora / Empreza da Historia de Portugal
1.ª edição
20,5 cm x 12,8 cm
24 págs.
subtítulo: Avatares de um Ateu
exemplar estimado; miolo limpo
discreta rubrica e datação de posse no canto superior direito da folha de ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Esclarece-nos o Poeta, em nota final ao poema:
«[...] Qual é o objectivo filosófico da Senhora da Melancolia, e do seu sub-titulo Avatares de um ateu, perguntar-nos-hão.
Como poesia, ella é um preito doloroso, angustioso, tenebroso: como filosofia, o propósito do autor, que melhor esclaréce ainda o sub-titulo, estriba-se na mesmissima tése do Fausto, com uma ligeira variante.
A tése do Göethe era esta: – que o verdadeiro homem de genio, mesmo afastado durante um largo periodo de tempo do ideal de Deus, regressa um certo dia sempre a elle, como fim inevitavel e único de toda a Siencia e toda a atividade humana.
A variante do autor é esta: – Não é imprescindivel de forma alguma que seja um homem de genio aquelle que um bello dia encontre a sua estrada real de Damasco, como Saulo, e aonde ali a cegueira dos seus olhos se cure e dissipe emfim. [...]»

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As Quadras do Povo. Pamphletos revolucionarios


Lisboa, 1909
dir. Hercules Severo
1.ª edição [única]
colecção completa (6 números)
25,8 cm x 16,8 cm
4 págs. / 2 x 8 págs. / 3 x 12 págs.
exemplares em bom estado
a última folha do n.º 3 encontra-se rasgada, aliás como em todos os que conhecemos, dado ter-se pretendido ocultar o nome do autor dos versos que o constituem; todavia, as listas dos números publicados, que passam a figurar na publicação logo a partir do n.º 4 revelam-nos tratar-se de Armando d’Araujo;
apesar da lista de autores anunciados nas capas dos 3.º e 4.º números, só saíram os seguintes fascículos de versos insultuosamente rebeldes:
n.º 1 – Ao Povo! [anónimo]
n.º 2 – Carta ao Rei, impondo-lhe a expulsão dos jesuitas, por Gomes Leal
n.º 3 – A Sombra de Guilherme Braga, por Armando d’Araujo
n.º 4 – Satyra aos jesuitas e aos liberaes, por Augusto Gil
n.º 5 – Á Luz do Sol, por Dias d’Oliveira
n.º 6 – Eterna comedia!, por Mario Monteiro
peça de colecção com interesse para a história da I República
280,00 eur (IVA e portes incluídos)

Exortando Pombal, escreve Gomes Leal:
«[...] Assésta a grande lunêta,
e ólha os sacros mariolas
amontoando sacólas
como Harpagão, o forreta. [...]
Vem ao convento do Quelhas
vêr bonitinhas condêssas
beijocarem as abadessas
sobre as boquinhas vermelhas.
Como gulosas abelhas
extraindo o mel das flores,
vê beijarem-se as sorores
como Juliêta a Romeu...
ou com lúbricos decótes
bailarem com as cócótes
chamadas do “Pái do Ceu”. [...]»

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Carta ao Bispo do Porto


GOMES LEAL

Lisboa, 1901
Empreza da Historia de Portugal, Sociedade Editora
1.ª edição
22,8 cm x 16,3 cm
36 págs.
subtítulo: O Jesuita e o Mestre Escola
capa impressa frente e verso
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

O tom é de sátira anticlerical, mas acusatória e de um republicanismo panfletário:
«[...] Bispo, para onde váes? – Tu váes pela azinhága
das perfidias e os roubos
que Roma apostolisa e onde por noute aziága
soltam uivos os lobos.

[...] Para onde é que váes tu? – Tu váes por essa rua
do convento e o mantéo
aonde, certa noute, a Rigolbóche núa
dizem que tomou véo.

Pastor, para onde váes guardar esse rebanho
que o Christo te confia?...
Tu leval-o pr’a o lobo e deitas-lhe o gadanho
para a faca e a tosquia.

[...] Bispo, por isso emquanto ao Rei pédes a treva,
o claustro e a mancebía,
eu celébro esse heroe que um Niagára leva
de luz maior que o Dia.

Por isso, em quanto tú quer’s dotar povos cégos
com forcas nas estradas,
eu celébro esse heroe singello que aos morcegos
faz heroicas caçadas. [...]»

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O Pôrto do Romantismo


ARTUR DE MAGALHÃES BASTO

Coimbra, 1932
Imprensa da Universidade
1.ª edição
22,8 cm x 16 cm
VIII págs. + 240 págs. + 10 folhas em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, outubro 21, 2016

Karingana Ua Karingana


JOSÉ CRAVEIRINHA
capa e vinheta de José Craveirinha (filho)

Lourenço Marques, Maio de 1974
Edição da Académica, Lda.
1.ª edição
21,1 cm x 14,2 cm
6 págs. + 146 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Poeta que o distante Tristan Tzara reconhece como sendo «[...] o grande poeta actualmente [1964] em Moçambique, em Lourenço Marques [...]. É um poeta que sofreu a influência dos surrealistas, que tem uma veia muito popular e cuja poesia toda possui um carácter social. Ela radica nas camadas mais profundas do povo negro. [...]» Ou, como admite Manuel Ferreira, «A poesia de Craveirinha, sem concessões, grudada à África, ao homem africano, aos humilhados homens de cor [...]: “Oh! / Meus belos e curtos cabelos crespos / e meus olhos negros (...) E minha boca de lábios túmidos / cheios da bela virilidade ímpia de negro (...) Oh! e meus dentes brancos de marfim / puros brilhando na minha negra reincarnada face altiva”.
Vários são os campos semânticos de onde esta poesia reúne o seu sentido: do amor, da denúncia, da fraternidade, da exaltação, do sofrimento, do mito, da história, da rebeldia, mas todos estes e muitos mais enquanto tecido primeiro da “noite africana”, terminando o texto por ser escrito com o “sangue da minha mãe”, o sangue da Mãe-África [...].» (Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, vol. II, Instituto de Cultura Portuguesa – Biblioteca Breve, Lisboa, 1977)

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Recordações do Passado


SEBASTIÃO RIBEIRO

Lisboa, 1967
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
19,3 cm x 12,5 cm
428 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sebastião José Ribeiro (1894-1979) foi republicano e socialista, opositor à ditadura e ao Estado Novo, revelando um espírito combativo, tendo-nos deixado, na sua faceta de panfletário, um vasto conjunto de livros e opúsculos (de cariz memorialista) repletos de informações acerca da pequena história da sua época. Exerceu advocacia, assumindo também a magistratura, como delegado do procurador da República e juiz, em diversas comarcas do continente e colónias. Da sua passagem por Inhambane nos deixa apontamentos importantes no vertente livro, que foi na altura apreendido pela polícia.

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quinta-feira, outubro 20, 2016

Poetas de Moçambique


ALFREDO MARGARIDO, org. e pref.

Lisboa, 1962
Edição da Casa dos Estudantes do Império
1.ª edição [única]
22,3 cm x 16,5 cm
4 págs. + 142 págs.
impressão mimeográfica
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
95,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Importante conjunto de escritores que irão, alguns, revelar-se como expoentes de uma literatura de resistência anticolonial, entre os quais são de pôr em relevo os versos de José Craveirinha, Noémia de Sousa, Nuno Bermudes, Rui Knopfli e Victor Matos e Sá.

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No Fundo deste Canal


ALFREDO MARGARIDO
capa de Victor Palla

Lisboa, 1960
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18 cm x 10,5 cm
276 págs.
é o n.º 16-17 dos livros de bolso Colecção Autores Portugueses
exemplar em bom estado
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, até aos finais dos anos 50, chegou a gravitar nas fileiras dos surrealistas, que depressa trocou pela norma abstractizante do “nouveau roman” e de que o presente livro constitui bom exemplo. Todavia, a sua acção cívica, na resistência ao Estado Novo, nunca se apaziguou.

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No Mundo dos Cabindas


JOSÉ MARTINS VAZ
pref. Gilberto Freyre
capa e ilust. Afonso Cunha

Lisboa, 1970
Editorial L.I.A.M.
1.ª edição
2 volumes (completo)
23,1 cm x 16,2 cm
[XII págs. + 358 págs.] + 220 págs.
subtítulo: Estudo etnográfico
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
125,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, outubro 18, 2016

Lettres Portugaises





[MARIANA ALCOFORADO]

Lisboa, 1962
Editora Ulisseia
s.i.
15,2 cm x 11 cm
104 págs.
ilustrado
encadernação editorial inteira em sintético com gravação a violeta na pasta anterior e na lombada
impresso sobre papel superior creme
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
tiragem única limitada a 400 exemplares numerados fora do mercado
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição destinada somente a ofertas natalícias no círculo de leitores das colecções na Ulisseia, na altura ainda dirigida por Figueiredo Magalhães.

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A Paixão de Soror Mariana


DELFIM GUIMARÃES
capa de Alonso

Lisboa, 1926
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
23,9 cm x 17,6 cm
112 págs.
impresso sobre papel de linho
exemplar estimado, lombada com discreto restauro; miolo no geral limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Delfim de Brito Monteiro Guimarães (1872-1933) foi «Escritor, livreiro e erudito. Começou, como aprendiz, numa firma comercial em Ponte de Lima, tendo-se mudado, com a família, para Lisboa. Autodidacta, foi guarda-livros, entrou para o jornal O Século e reorganizou a Empresa Literária Lisbonense. Como proprietário da Livraria Editora Guimarães, deu a conhecer ao público português os melhores autores da literatura estrangeira, através de cuidadas traduções. Fez escrupulosas revisões das obras de Bernardim Ribeiro, dos versos de Sá de Miranda e das Trovas de Crisfal. [...]» (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)
Tendo sido igualmente tentado pela escrita dramática, o ensaísmo bibliográfico, a tradução e a poesia, a vertente obra é, precisamente, constituída por cem sonetos sob tema.

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telemóvel: 919 746 089


Cartas de Amor da Sóror Mariana ao Cavalheiro de Chamilly


[SOROR MARIANA ALCOFORADO]
trad. Luciano Cordeiro
pref. Matos Sequeira
capa e ilust. Alberto Souza

Lisboa, 1925
Livraria J. Rodrigues & C.ª
1.ª edição
28 cm x 22 cm
60 págs. + 4 cartões impressos em extra-texto com policromias coladas
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
«[...] As cartas da freira de Beja com o serem uma soberba realidade literária, merecedora de mais de um cento e meio de edições desde a de Barbin até esta que agora sai a lume, áparte uma vasta biografia, não perderam o caracter lendário que lhes está adstrito e que permite ainda fantasiar, à larga, à roda da figura de Soror Mariana e daquele a quem foram dirigidas, esse bronco e infatuado Noel Bouton [marquês de Chamilly] que tem como única celebridade a de as ter injustamente merecido. [...]»

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Soror Marianna – Estudo Sobre a Religiosa Portugueza


ASDRUBAL D’AGUIAR

Lisboa, 1924
Em Casa de Correia L.da / Portugalia L.da
1.ª edição
19,5 cm x 13,5 cm
228 págs. + 4 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
ostenta no frontispício o carimbo de posse de Agostinho Fortes
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Contos de Mestre Gil


FONSECA MENDES
capa e ilust. António Domingues

Lisboa, 1941 [aliás, 1942]
Editorial Globo, Limitada
1.ª edição
17,8 cm x 12,3 cm
144 págs.
subtítulo: Inspirados na obra de Gil Vicente
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Jogos Populares Infantis


ANTÓNIO CABRAL
capa de Jorge Machado Dias

s.l., s.d. [Lisboa, circa 1992]
Editorial Domingos Barreira
1.ª edição
21 cm x 14 cm
376 págs.
ilustrado
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«A actividade lúdica tem uma importância fundamental na vida da criança, pois lhe acompanha, condiciona e promove o desenvolvimento. Brincar não é só uma necessidade mas também um direito da infância. Os adultos e, de uma maneira especial, os educadores devem ter isto em atenção, proporcionando a todas as crianças os meios que lhes permitam realizar livre e espontaneamente os seus jogos. [...]»
O livro de António Cabral tem em mente o enquadramento pedagógico dos ditos jogos, mas, diga-se, foi escrito ainda numa época em que as crianças não agrediam pais e professores, nem se punham à janela do mundo internético a espreitar todo o género de porcarias...

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domingo, outubro 16, 2016

A Arte Negra


RAÚL ESTEVES DOS SANTOS

Lisboa, 1941
Editorial Império, Limitada
1.ª edição
25,7 cm x 19,8 cm
220 págs. + 56 págs. em extra-texto
subtítulo: Dos primitivos processos da escrita à invenção da tipografia
profusamente ilustrado em separado
exemplar novo, por abrir
n.º 420 de uma tiragem declarada de 1.000 exemplares assinados pelo Autor
120,00 eur (IVA e portes já incluídos)

História de referência para os estudos da escrita, do aparecimento da impressão mecânica e dos seus suportes materiais.

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A Folga do Trabalhador


RAUL ESTEVES DOS SANTOS

Lisboa, 1951
Edição do Autor («fora do mercado»)
1.ª edição
19,3 cm x 13 cm
XVI págs. + 156 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Eu Fui Guadiana Abaixo


AZINHAL ABELHO
capa de Manuel Rodrigues

Elvas, 1949
Poesia Nova [ed. Autor ?]
1.ª edição
20,9 cm x 15,7 cm
92 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acerca dele disse, com propriedade, o escritor António Quadros: «[...] de raiz popular, sabe interpretar poèticamente o ambiente alentejano, por certo sem o dramatismo forte de um Fialho de Almeida, ou sem a óptica social dos neo-realistas, como Manuel da Fonseca, mas sem dúvida através de um lirismo elegíaco e de uma adesão carnal à terra e à simplicidade dos que ali amam e labutam. [...]» (Lisboa, Novembro de 1964, verbetes de leitura do Serviço de Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian)

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A Aventura da Cortiça


AZINHAL ABELHO

s.l. [Lisboa], 1967
Edições Panorama
1.ª edição
trilingue português / francês / inglês
24,4 cm x 16,9 cm
76 págs. + 1 folha em extra-texto (policromia protegida por papel de cristal) + 10 folhas em extra-texto (reproduções fotográficas e desenhos)
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Monografia acerca da casca da Quercus suber, o sobreiro, assim baptizado por Lineu, árvore preponderantemente mediterrânica e que, de par com a oliveira, está na base do equilíbrio silvo-pastoril de vastas zonas, não só em Portugal, onde escasseia outro tipo de cultivo.

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Elogio da Província


AZINHAL ABELHO
ilust. Figueiredo Sobral

Braga, 1959
Livraria Cruz
1.ª edição
19,3 cm x 13,9 cm
330 págs.
subtítulo: Geografia Lírica
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Questão do Pôrto da Beira


HENRIQUE CORRÊA DA SILVA

Lisboa, 1927
Tip. da Emprêsa do Anuário Comercial
1.ª edição
23,9 cm x 16,9 cm
240 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo, por abrir
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

O ex-ministro das Colónias e ex-governador do território da Companhia de Moçambique, Henrique Correia da Silva, analisa aqui as circunstâncias em que, «[...] por contracto de 21 de Julho de 1926, à sombra do direito de dar empreitadas de exploração e construcção, a Companhia do Pôrto da Beira, com a outorga da Companhia de Moçambique, aparece substituida integralmente por uma companhia britânica denominada “Beira Worcks Ltd.”, com séde em Londres, organizada segundo as leis britânicas, e dirigida – facto possivelmente trivial na vida plutocrática, mas extranho aos olhos de quem está habituado a ver administração do Estado – dirigida, dizia, pelas mesmas altas individualidades da primitiva companhia inglesa [Port of Beira Development Ltd.]. [...]»

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Dicionário de Escultura


JOAQUIM MACHADO CASTRO
pref. F. A. Garcez Teixeira

Lisboa, 1937
Livraria Coelho (depositário)
1.ª edição
24,4 cm x 16,8 cm
68 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto do escultor da época pombalina, mantido inédito até à vertente edição, que se socorreu de cópia manuscrita então existente na biblioteca da Academia Nacional de Belas-Artes.

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Machado de Castro



MANUEL MENDES

Lisboa, 1942
Cosmos
1.ª edição
18,9 cm x 13,2 cm
128 págs.
na prestigiada colecção Biblioteca Cosmos dirigida por Bento de Jesus Caraça
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício e número de ordem em estante na página de ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Biografia do escultor contemporâneo do marquês de Pombal e de D. José, de cuja estátua equestre foi o criador.

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segunda-feira, outubro 10, 2016

História do Jardim Zoológico de Lisboa


FERNANDO EMYGDIO DA SILVA
pref. L. Mano


Lisboa, 1965
[Zoo]
1.ª edição
22,7 cm x 16,2 cm
XXII págs. + 620 págs. + 39 extra-textos com fotografias + 3 plantas desdobráveis
subtítulo: Os Movimentados Oitenta Anos da Sua Meritória Existência, 1884-1964
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Fundado durante o reinado de D. Fernando II, o Jardim Zoológico que hoje conhecemos tem a sua própria história, sempre interligada às vicissitudes do poder político em geral e às do poder local em particular, e que é por Emygdio da Silva dissecada ao pormenor.
Uma passagem do texto:
«[...] Dizia, com efeito, o Diário de Notícias, em 3 de Agosto de 1882:
"Consta que se está tratando sèriamente, por iniciativa do dr. Van der Laan, amador entusiasta e proprietário do maior aviário em Portugal, auxiliado pelos distintos professores drs. Bocage, Bento de Sousa, Sousa Martins e May Figueira, de fundar num dos lugares mais apropriados da capital, um estabelecimento tão agradável para Lisboa, quanto útil para todo o País.
"Formar-se-á uma sociedade de zoologia e de aclimação de animais e plantas úteis e ornamentais, com aquário, como já existe, de primeira ordem, no Bois de Boulogne (Paris) e na Haya (Holanda). [...]"»
Achámos interessante juntar-lhe o breve opúsculo dos seus antigos estatutos como «sociedade anonyma de responsabilidade limitada».

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Para Que a Cidade Tivesse o Seu Jardim... [junto com] Quando a Cidade Apela para o Seu Jardim...




FERNANDO EMYGDIO DA SILVA
desenhos de Raúl Lino

Lisboa, 1945 e 1959
Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa
[ed. Autor ?]
1.ª edição (ambos)
a [25,1 cm x 18,6 cm] + b [25,5 cm x 18,8 cm]
38 págs. + 32 págs.
ilustrado [a]
exemplares estimados; miolo limpo
ostenta colado no verso da capa do [a] o ex-libris de Raul Esteves dos Santos
valorizados pela dedicatória manuscrita do Autor no [b] a Luís Quartin Graça
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Fernando Emygdio da Silva (1886-1972), que foi também colunista no Diário de Notícias, administrador e mais tarde vice-governador do Banco de Portugal, procurador da Câmara Corporativa, relator do II Plano de Fomento e director da Faculdade de Direito de Lisboa, surge-nos aqui como promotor da existência do Jardim Zoológico de Lisboa, a cuja presidência o seu nome se encontra ligado. As vertentes brochuras reproduzem conferências pronunciadas pelo autor, exactamente em defesa do dito. Entre a variada bibliografia de história moderna, que nos legou, encontra-se, em 1965, a incontornável História do Jardim Zoológico de Lisboa. (Fonte: José Adelino Maltez, Políticos Portugueses da I República, 1910-1926)

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