quinta-feira, fevereiro 23, 2017

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Case Concerning Right of Passage over Indian Territory (Portugal v. India) | Affaire du Droit de Passage sur Territoire Indien (Portugal c. Inde)


Holanda, 1960
International Court of Justice | Cour Internationale de Justice
[1.ª edição]
bilingue inglês-francês
24 cm x 16 cm
2 x 142 págs.
subtítulos: Judgement of 12 April 1960 | Arrêt du 12 Avril 1960
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Aqui É Portugal


AGUINALDO M. ANDRADE

Goa, 1961
Tip. D. Bosco [ed. Autor]
[1.ª edição]
19,6 cm x 13,9 cm
8 págs. + 216 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma justificação colonialista da presença de Portugal em territórios que iniciavam, na altura, as suas lutas independentistas:
«[...] A colonização constituiu, na verdade, um ramo da actividade que muito ilustrou a capacidade criadora dos povos que nos nossos tempos, ou melhor, desde os princípios da Idade Moderna a têm realizado.
Tomou grande vulto, mobilizou muitas forças, e do seu resultado dirá a História que foi um dos aspectos mais brilhantes da civilização europeia. [...]»

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India Sempre Portuguesa


FERNANDO VIRGÍLIO D’AYALLA E COSTA, org.
trad. monsenhor Graciano Morais

Lisboa, 1967
[ed. autor]
1.ª edição
bilingue português-concani
23,1 cm x 16 cm
36 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Descobrimento Marítimo da Índia e a Reconquista de Goa


VASCO MONTÊS

Lisboa, 1970
Sociedade de Geografia de Lisboa
1.ª edição
24,3 cm x 17,1 cm
14 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Carta Aberta do Movimento Para a Libertação de Goa, Damão e Diu dirigida ao Senhor Secretário-geral da O.N.U. em 29 de Junho de 1967



ANTÓNIO DA FONSECA

Londres, 1967
[ed. autor]
1.ª edição
bilingue português-inglês
21,9 cm x 16,6 cm
8 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nós, a Pátria Portuguesa e a Voz Mundial Perante a Violação do Território Nacional


VENCESLAU SOARES, org.
et alli

Goa, 1955
Editor José António de Gouveia
1.ª edição
25,2 cm x 17 cm
72 págs.
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de artigos com diversas proveniências, de autores como Roque da Silva, Laurente Cota, António Rodrigues, Pascoela de Melo Furtado Cota, Paulo Nazário Pinto, Higino da Cunha, Raúl da Cunha Soares, etc.

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The Voice of Goa in the House of Commons


aa.vv.

s.l. [Lisboa ?], 1966
s.i. [Tip. Luiz Marques, Lda.]
1.ª edição
20,3 cm x 14,2 cm
20 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Should Goa Belong to India?


BONNIE LUBEGA

Londres, 1964
ed. Antonio da Fonseca
1.ª edição
18,4 cm x 12,2 cm
24 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Victims of Indian Aggression


ANTÓNIO DA FONSECA

Karachi, 1935
J. J. Miranda
1.ª edição
20 cm x 12,6 cm
12 págs.
título integral: Statement made by António da Fonseca, Secretary General, Goa Freedom Movement at the Symposium on “Victims of Indian Aggression” held on October 30th 1965, at the Metropole Hotel, Karachi, under the auspices of the International Law Association (Pakistan)
acabamento com um ponto em arame
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cerrar Fileiras!


BAPTISTA DA SILVA, capitão
pref. Vasconcellos e Sá

Lourenço Marques, Dezembro de 1964
Movimento Pró-Libertação de Goa, Damão e Diu
1.ª edição
21,2 cm x 14,4 cm
24 págs. + 1 folha-volante
ilustrado
capa impressa no verso
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
junto com a folha-volante do Manifesto público do Movimento
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Palestra realizada pelo militar Joaquim Baptista da Silva na sede da Associação Indo-Portuguesa de Moçambique, em que, volvidos três anos sobre a invasão do que nos restava da Índia, exorta patrioticamente os indo-portugueses radicados em Moçambique a tomarem uma atitude de protesto, indignação e repulsa (já que mais nada havia a fazer), «perante a Opinião Pública Mundial». Aqui, a ONU – «esse templo de hipocrisias» – é o bombo da festa, acusada de haver legitimado a operação militar da União Indiana, e, portanto, de pôr em dúvida o colonialismo português.

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Invasão e Ocupação de Goa pela União Indiana



OLIVEIRA SALAZAR

Lisboa, 1962
Secretariado Nacional de Informação
Edições SNI
[1.ª edição]
21,9 cm x 16 cm
24 págs.
subtítulo: Discurso Pronunciado por Sua Excelência o Presidente do Conselho, Professor Doutor Oliveira Salazar, na Sessão da Assembleia Nacional de 3 de Janeiro de 1962
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Resume o pensamento de Estado do ditador acerca da nossa presença colonial na Índia.

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quarta-feira, fevereiro 22, 2017

O Anjo Tutelar




JOSÉ FERNANDES FAFE
ilust. António Quadros

Lisboa, 1958
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,2 cm x 12,8 cm
36 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA EXTENSA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Modernidade na Poesia Portuguesa Contemporânea


JOSÉ FERNANDES FAFE

Lisboa, 1980
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,2 cm x 12,9 cm
40 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, fevereiro 21, 2017

Um Homem de Barbas



MANUEL DE LIMA
pref. José de Almada Negreiros
ilust. Bernardo Marques

Lisboa, 1944
s.i. [ed. Autor ?]
1.ª edição
21,3 cm x 16 cm
108 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
155,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio de Almada Negreiros:
«[...] O autor de Um Homem de Barbas servindo-se do realismo para desfazer o próprio realismo, acaba por nos introduzir sem peias no mundo da ficção, e com a velocidade do próprio pensamento desloca as suas personagens até ficar o único símbolo da obra: as barbas. [...]»

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Obras de Manuel de Lima


MANUEL DE LIMA
prefácios de António Maria Lisboa e José de Almada Negreiros
capa e grafismo de Soares Rocha
desenhos de João Rodrigues, Mário Alberto, José Araújo e Carlos Martins Pereira

I. A Pata do Pássaro Desenhou uma Nova Paisagem *
II. Malaquias ou a História de um Homem Bàrbaramente Agredido
III. O Clube dos Antropófagos
[novela * + teatro]

IV. Um Homem de Barbas, e outros contos

Lisboa, 1972-1973
Editorial Estampa, Lda.
1.ª [*] e 2.ª edições
4 volumes (completo)
18,5 cm x 12 cm
160 págs. + 264 págs. + 272 págs. + 192 págs.
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra literária esquecida, sob o capacho da prosa actualmente à venda nas livrarias, de um Autor que nunca se esqueceu de nos elucidar acerca do mundo em que vivíamos: a Lisboa vigiada, anos 40-70 do século XX. O nervo perturbante do seu humor bebe nos humores negros surrealistas. Lá estão os grandes triângulos “mágicos”: a pintora, o amante e o mecenas; o senhorio, a porteira e o pide; a devoradora de homens, o marido enganado e o estroina; os ricos, os pobres e os bolseiros; etc... Ou, nas palavras que lhe são próprias: «Os ricos acham deselegante quando se lhes pedem pequenas quantias [...]. Quem sabia disso era o Al Capone.»
Foram seus primeiros editores Luiz Pacheco (Contraponto) e, mais tarde, Vitor Silva Tavares, na Ulisseia.

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O Clube dos Antropófagos



MANUEL DE LIMA
capa de Rocha de Sousa

Lisboa, 1965
Editoria Ulisseia
1.ª edição
18,1 cm x 11,5 cm
128 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA EXTENSA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A MÁRIO ALBERTO
assinatura de posse de Mário Alberto no ante-rosto
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra literária esquecida, sob o capacho da escrita actualmente à venda nas livrarias, de um Autor que nunca se esqueceu de nos elucidar acerca do mundo em que vivíamos: a Lisboa vigiada, anos 40-70 do século XX. O nervo perturbante do seu humor bebe nos humores negros surrealistas. Lá estão os grandes triângulos “mágicos”: a pintora, o amante e o mecenas; o senhorio, a porteira e o pide; a devoradora de homens, o marido enganado e o estroina; os ricos, os pobres e os bolseiros; etc...
Foi seu primeiro editor Luiz Pacheco (Contraponto), e, aqui, Vitor Silva Tavares, abrindo com ele uma colecção na Ulisseia – a Colecção Vária –, que irá constituir a matriz estilística e programática do que veio a ser o catálogo de livros da editora & etc.

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A Toca do Lobo


TOMAZ DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1947
Edições Ática
1.ª edição
21,5 cm x 14,3 cm
240 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 19, 2017

Assim Cantava um Cidadão do Mundo



ROBERTO DAS NEVES
ilust. Arcindo Madeira, Fernando Dias da Silva, Joaquim Mendes, et alli

Rio de Janeiro, 1952
Editora Germinal
1.ª edição
18,8 cm x 14,4 cm
160 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Poemas que levaram o autor treze vezes aos cárceres do santo ofício de Salazar
ilustrado
encadernação em meia-inglesa com cantos em pele, elegante gravação a ouro na lombada
aparado e carminado à cabeça
conserva a capa anterior de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no topo do ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Roberto Barreto Pedroso Neves (1907-1981), formado em filosofia e pedagogia, foi jornalista e professor em Portugal, Espanha e Brasil, e um dos grandes impulsionadores da difusão do esperanto. Tendo sido uma das primeiras vítimas da polícia do Estado Novo, desde que foi preso no 1 de Fevereiro de 1927 nunca mais deixou de sofrer com as perseguições que lhe foram movidas. Terão sido as suas muitas sátiras político-sociais o grande motivo de alarme por parte do poder... que assim se mostrava vulnerável à verdade anarquista e anticlerical. Acabando por se exilar no Brasil, Roberto das Neves fundou a Editora Germinal, que deu voz a escritores como Tomás da Fonseca, Edgar Rodrigues, Fernando Queiroga, etc.

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Nome de Guerra


JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS

Lisboa, 1956
Edições Ática
2.ª edição
19,7 cm x 13,1 cm
256 págs.
capa impressa a preto e vermelho, cercadura em relevo seco
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
ostenta no verso da capa o ex-libris de Carlos J. Vieira
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Deseja-se Mulher



JOSÉ DE ALMADA-NEGREIROS

Lisboa, Maio, Junho e Julho de 1959
Tempo Presente – Revista Portuguesa de Cultura (ed. José Maria Alves)
1.ª edição
apenas os 3 fascículos da revista que incluem a peça teatral de Almada
23 cm x 16 cm (fascículos) / 24,1 cm x 16,6 cm (estojo)
116 págs. + 100 págs. + 100 págs.
subtítulo: Espectáculo em 3 actos e 7 quadros
ilustrado
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
acondicionados em estojo artístico de manufactura recente
peça de colecção
135,00 eur (IVA e portes incluídos)

O texto de Almada encontra-se impresso sobre papel azul, situando-se entre as págs. 65-80 do n.º 1, as págs. 61-72 do n.º 2, e as págs. 57-68 do n.º 3. Vítor Pavão dos Santos alude às circunstâncias que envolveram a criação e, muito mais tarde, a edição da vertente obra teatral (ver Almada [catálogo], Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1984):
«[...] foi lá [em Madrid], estimulado talvez por um clima de intensa criatividade, que escreveu o seu melhor teatro, e em espanhol, segundo conta, para ali ser levado à cena. Trata-se fundamentalmente do tríptico El uno, tragedia de la unidad, constituído por Deseja-se mulher (1927-1928), em que procura apresentar “o indivíduo separado da colectividade, a pessoa humana diante de um caso pessoal”, e S.O.S. (1928-1929), que mostra “a colectividade sofrendo o inevitável atrito de cada um dos seus indivíduos”.
Teatro dito de comunicação imediata, Deseja-se mulher, que Almada viria a considerar “o meu melhor exemplo”, “onde toda a acção está constantemente negada”, é o seu melhor texto teatral, fluindo numa linguagem viva e nova, poética e misteriosa, coloquial e apaixonante, onde solidão e amor, simbolizados na fórmula 1 + 1 = 1, se rodeiam de certo humor, por vezes pitoresco, criando um clima moderno, modernista até, mas sempre forte e nunca gratuito.
Publicada em 1959, com belos e depurados apontamentos para a cenografia, a peça só foi representada em 1963, numa encenação de Fernando Amado, com os elementos cénicos de Almada transpostos pesadamente para o palco por Vitor Silva Tavares, na Casa da Comédia, onde a peça voltaria, em 1972, em encenação imaginativa de Fernanda Lapa – que fora a “Vampa” na criação – desenhada por Carlos Amado. [...]»

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Ver

JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS
capa, notas e pref. de Lima de Freitas

Lisboa, 1982
Editora Arcádia, S.A.R.L.
1.ª edição
24,2 cm x 22,1 cm
280 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar como novo
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de cadernos, a maioria então ainda inéditos, que completam quanto Almada já tinha dado a conhecer, em 1948, na brochura Mito – Alegoria – Símbolo. Trata-se de uma portentosa reflexão em redor da «geometria simbólica, a numerologia e a organização dos mitos. [...]
Com efeito, conviria desde já tornar claro que o conjunto de textos que formam este volume constitui, a nossos olhos, não apenas uma das páginas mais inteligentes e cativantes da moderna literatura portuguesa – inteligentemente bela e cativantemente inteligente – como também um documento, praticamente único no seu género, de um pensamento de raiz artística que parte à procura da significação do universo e do homem através da inteligência e decifração das formas e dos sinais, o qual, pela vivíssima originalidade, pela visão criadora que o percorre e pela coerência interna da sua reflexão ocupa um lugar de privilégio na cultura ocidental. [...]»

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O Escaparate de Todas as Artes ou Gil Vicente Visto por Almada Negreiros [catálogo]


VÍTOR PAVÃO DOS SANTOS
capa e grafismo de Alda Rosa

Lisboa, Setembro de 1993
Secretaria de Estado da Cultura – Instituto Português de Museus
1.ª edição [única]
21,4 cm x 21 cm
2 págs. + 82 págs.
subtítulo: Exposição Comemorativa do Centenário do Nascimento de Almada Negreiros no Museu Nacional do Teatro
capa impressa frente e verso
profusamente ilustrado a negro e a cor
exemplar estimado; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conclui assim Vítor Pavão dos Santos o seu magnífico ensaio:
«[...] Tanta sabedoria, tanta imaginação, tão clara compreensão de Gil Vicente convergem neste Auto da Alma, que bem pode considerar-se o testamento teatral de Almada.
E com este espectáculo em que tudo desejou abranger, se chega ao fim desta breve incursão pelo constante fascínio de Almada pelas artes do espectáculo. Para todas tão apto e por todas tão fascinado que nenhuma distinguiu, por todas se dispersando, em nenhuma, por isso, deixando a grande obra que em tudo quanto fazia constantemente se anunciava.
Afinal, porque, para Almada, o espectáculo tanto estava na escrita, como no desenho, como no pensamento, como, muito especialmente, na própria vida.»

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Artigos no Diário de Lisboa


ALMADA NEGREIROS
pref. E. W. Sapega
grafismo de M. J. Matos

Lisboa, 1988
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição [em livro]
24 cm x 15 cm
140 págs.
vol. III das Obras Completas
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 2.041 de uma tiragem declarada de 3.000 exemplares
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reunião dos artigos escritos para o DL entre 1921 e 1925.

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Poemas Com Endereço



ALEXANDRE O’NEILL
[capa de Escada]

Lisboa, 1962
Livraria Morais Editora
1.ª edição
19,9 cm x 15,6 cm
88 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim abre o livro:
«O’Neill (Alexandre), moreno português,
cabelo asa de corvo; da angústia da cara,
nariguete que sobrepuja de través
a ferida desdenhosa e não cicatrizada. [...]»

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Tomai Lá do O’Neill!


ALEXANDRE O’NEILL
selec. e pref. Antonio Tabucchi
fotografias de Alexandre Delgado O’Neill

Lisboa, 1986
Círculo de Leitores
1.ª edição
24,6 cm x 16,2 cm
296 págs.
cartonagem editorial, sobrecapa polícroma, folhas-de-guarda impressas
exemplar como novo
é o n.º 3.383 de uma tiragem não declarada
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Antologia que o escritor italiano Antonio Tabucchi nos apresenta revertida, dos poemas mais recentes para os mais antigos. Esplendor da palavra surrealista, que, não deixando de o ser, surge em O’Neill liberta da ortodoxia. As reproduções fotográficas, da autoria do filho do poeta, vão pontuando os principais núcleos temáticos da escrita do pai.

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Tomai Lá do O’Neill!


ALEXANDRE O’NEILL
selecção e prefácio de Antonio Tabucchi
fotografias de Alexandre Delgado O’Neill

Lisboa, 1986
Círculo de Leitores
1.ª edição
24,5 cm x 16,1 cm
296 págs.
cartonagem editorial com falta da sobrecapa, folhas-de-guarda impressas
exemplar muito estimado; miolo limpo
é o n.º 5.809 de uma tiragem não declarada
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Entre a Cortina e a Vidraça

ALEXANDRE O’NEILL

Lisboa, 1972
Editorial Estúdios Cor, S.A.R.L.
1.ª edição
18,9 cm x 20,5 cm (oblongo) + Ø 17,5 cm
72 págs. + 1 disco de vinyl (45 r.p.m.)
capa impressa a três cores e relevo seco
exemplar bem conservado; miolo irrepreensível; disco como novo
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poemas do centro urbano, e cosmopolita!, repassados de um agressivo sarcasmo muitas vezes – segundo a crítica encartada – alusivo ao grande Nicolau Tolentino. Esta é das fáceis; que O’Neill, ele mesmo, assiduamente compilou, ou antologiou, ou somente fez arrumação em livro, da obra do poeta setecentista. Mas O’Neill foi mais longe, como escritor que em primeira mão trouxe para Portugal, e a outros deu a ler, um exemplar da Histoire du Surréalisme de Maurice Nadeau. Leiamo-lo, «Pois*»... ao O’Neill:

«O respeitoso membro de azevedo e silva
nunca perpenetrou nas intenções de elisa
que eram as melhores. Assim tudo ficou
em balbúrdias de língua cabriolas de mão.

Assim tudo ficou até que não.

Azevedo e silva ao volante do míni
vê a elisa a ultrapassá-lo alguns anos depois
e pensa pensa com os seus travões
Ah cabra eram tão puras as minhas intenções.

E a elisa passa rindo dentadura aos clarões.»

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As Andorinhas Não Têm Restaurante


ALEXANDRE O’NEILL

Lisboa, 1970
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
18,1 cm x 11 cm
96 págs.
são conhecidos alguns poucos exemplares revestidos com sobrecapa, o que não é o caso presente
exemplar estimado; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para Eduardo Prado Coelho, a «[...] homegeneidade deriva essencialmente do extraordinário domínio no exercício da linguagem que estas prosas revelam. [...]
Valerá a pena, contudo, indicar até que ponto a integração do calão no texto introduz um princípio de subversão do discurso literário tradicional que vê agora a sua dignidade desmantelada. O calão visa um efeito destrutivo em relação à linguagem cultural, produzindo um insistente mecanismo de desvalorização. [...]» (Colóquio / Letras, n.º 3, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Setembro de 1971)

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Coração Acordeão


ALEXANDRE O’NEILL
selec. e pref. Vasco Rosa
capa de André Carrilho

Lisboa, 2004
O Independente
1.ª edição [em livro]
22,2 cm x 15,7 cm
192 págs.
encadernação editorial com sobrecapa
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de dispersos avulsos na imprensa periódica. O nome do organizador, Vasco Rosa, é garantia suficiente para a qualidade da edição e o escrúpulo na busca e na transcrição das fontes primárias.

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Poesias e Cartas


JOSÉ BAÇÃO LEAL
pref. Urbano Tavares Rodrigues

s.l. [Porto*], 1971
Tipografia Vale Formoso
[2.ª edição]
20,7 cm x 15 cm
160 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da sinopse do filme Poeticamente Exausto, Verticalmente Só (frase retirada de uma das suas cartas), realizado por Luísa Marinho em sua homenagem:
«[...] José Bação Leal, um jovem e promissor poeta, falecido em Moçambique durante a guerra colonial, com apenas 23 anos. Com uma sensibilidade à flor da pele e uma consciência política rara naqueles tempos, marcou fortemente as pessoas com quem conviveu. Após a sua morte, os amigos juntaram-se para editar, em forma de homenagem, os seus poemas e cartas. Em 1971 o seu pai reedita-o desta vez com grande impacto no meio literário e intelectual. Será, nesse ano, o livro mais vendido na Feira do Livro de Lisboa, antes de ser apreendido pela PIDE. [...]»
Cabe acrescentar que o seu testemunho – não propriamente poético – se insere numa linhagem com nomes como Fernando Assis Pacheco e Nuno Guimarães.

* A edição original, com data de 1 de Setembro de 1966, foi impressa em Lisboa. Tudo leva a crer tratarem-se ambas da responsabilidade da família do falecido Autor.

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quarta-feira, fevereiro 15, 2017

Caricaturas Pessoais


 F.[RANCISCO] VALENÇA

Lisboa, 1931
Edição da Renascença Grafica
1.ª edição [única]
24,1 cm x 19 cm
216 págs.
subtítulo: Com legendas do Autor
profusamente ilustrado, imagens em zincogravura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
peça de colecção
165,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colecção de caricaturas publicadas no periódico Sempre Fixe, com amáveis legendas do próprio desenhador, que, partindo de uma inspiração de 1900 subsidiária de Rafael Bordalo Pinheiro (O Chinelo, Varões Assinalados, etc.), ganha o seu elã precisamente nesta época.

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O Aldrabão Pimenta e a Sua «História»



JOÃO PAULO FREIRE (MÁRIO)
ilustrações de Francisco Valença

Lisboa, s. d. [1934 e 1935]
Edição do Autor
1.ª edição
3 volumes
24 cm x 19 cm
volume 1: 60 págs.
volume 2: 76 págs.
volume 3: 88 págs.
subtítulos:
Análise contundente às parvoíces insanáveis dum megalómano mental. Primeiro opúsculo. Primeira corrida em pêlo – A «Prefação...»
[...] Segunda corrida em pêlo – Do «1.º Parágrafo...»
[...] Terceiro e último opúsculo. Terceira e última corrida em pêlo – Em pleno monturo!
exemplares em razoável estado de conservação
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Polémica jocosa à volta duns duvidosos Elementos de História de Portugal de Alfredo Pimenta: «[...] Estou arrependido de ter comparado êste biltre ao truculento José Agostinho de Macedo. O frade de Beja era incapaz de escrever esta protérvia, porque o irrequieto tonsurado era mau, mas tinha talento e sabia gramática. Êste tratante dos Elementos nem talento, nem gramática. [...]»

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telemóvel: 919 746 089

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

A Entrevista – Sem santo nem senha



JOAQUIM LEITÃO

s.l., 30 de Outubro de 1913 a 8 de Maio de 1914
1.ª edição
20 números (completo)
24,5 cm x 17,5 cm
318 págs. (num. contínua) + 19 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação de amador inteira em tela com cromo colado na pasta anterior
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
115,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


sábado, fevereiro 11, 2017

Cantares de Todo o Ano



JÚLIO EVANGELISTA
capa e ilustrações de Júlio Gil

Lisboa, 1956
Plano de Educação Popular / Campanha Nacional de Educação de Adultos
[1.ª edição]
16,4 cm x 11 cm
224 págs. + 4 folhas em extra-texto
subtítulo: Selecção de Cantigas Populares Portuguesas
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poesia sem autor, poesia espontânea, produto da inventiva e da sabedoria populares, aqui numa recolha que a organiza, tanto quanto possível, pelos meses do ano, a distribui pelas festividades, algumas pagãs, que lhe deram origem.

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O Fantasma do Louvre


ARTHUR BERNÈDE
trad. Leyguarda Ferreira

Lisboa, s.d.
Edição Romano Torres
1.ª edição
19,6 cm x 12,6 cm
208 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do conhecido romance de mistério Belphégor, que esteve na origem, em 1927, do filme homónimo de Henri Desfontaines.

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Casino de Paris


Paris, 1929
Édité par Les Publications Willy Fischer
[1.ª edição]
18 cm x 13,7 cm
56 págs.
profusamente ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Programa de actividades artísticas do Casino para a Saison 1929, em que se destaca a peça de teatro de revista Paris Qui Charme de Albert Willemetz, Saint-Granier e Jean Le Seyeux. No mais, trata-se de um voluminho de grande interesse para o estudo da publicidade dos anunciantes na época.

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sexta-feira, fevereiro 10, 2017

O Valor da Mulher Portuguesa Aquém e Além Mar



SANTOS GUERRA

Lisboa, 1955
s.i. [Tip. Silvas, Lda.]
1.ª edição
23 cm x 15,4 cm
32 págs.
encadernação inteira em tela com gravação a ouro na pasta anterior
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Hamlet Austríaco


CLAUDE ANET
capa de Stuart

Lisboa, s.d.
Editorial «O Século»
[1.ª edição]
19 cm x 12,3 cm
264 págs.
subtítulo: Biografia romanceada do Príncipe Rodolfo, de Áustria, com 19 retratos e outras gravuras, reproduzidos de documentos e publicações da época
ilustrado
exemplar muito estimado, miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Claude Anet (1868-1931) era o pseudónimo do escritor, tenista e coleccionador de arte suíço Jean Schopfer.

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Os Poemas de [...]


ÁLVARO FEIJÓ
pref. João José Cochofel
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1961
Portugália Editora
2.ª edição [dos poemas reunidos]
20,4 cm x 14 cm
2 págs. + XXXII págs. + 176 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Álvaro Feijó (1917-1941) publicou em vida apenas um dos livros aqui reunidos – Corsário –, tudo o mais se deveu ao esforço editorial póstumo dos seus amigos, logo após o seu falecimento, na colecção coimbrã Novo Cancioneiro, com um volume que trazia não somente o referido título como também quase toda a sua produção inédita. A vertente edição retoma essa mesma primeira homenagem.

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Voz Velada


ARQUIMEDES DA SILVA SANTOS

Coimbra, 1958
Edição do Autor (Textos Vértice)
1.ª edição
19,2 cm x 13,2 cm
78 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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