sábado, abril 11, 2026

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


The Bob Dylan Scrapbook 1956-1966



BOB DYLAN
Robert Santelli

Nova Iorque – Londres – Toronto – Sidnei, 2005
Simon & Schuster
1.ª edição
texto em inglês
276 mm x 254 mm
64 págs. (várias delas desdobráveis e com múltiplos encartes)
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial inclusa em estojo próprio
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
inclui cd áudio com 45 minutos de entrevistas concedidas ao longo dos anos
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um dos seus primeiros altos momentos nos palcos – 1965 a 1966 – onde transmitia a quem o ouvia alguns dos mais certeiros versos da sua geração, passou-o ele a ouvir vaias de uns quantos escondidos na sombra dos fundos de sala. Porque tinha electrificado poemas que eles preferiam mais no tipo balada lambida à volta de uma fogueira esquerdista pequeno-burguesa. Acabou por ser eleito Prémio Nobel da Literatura, debaixo das vaias dos filhos e dos netos dos mesmos, agora acobardados no anonimato e nas falsas identidades proporcionados pela internet.
Como o próprio Dylan disse no poema «Señor (Tales of Yankee Power)», incluído no álbum Street Legal, de 1978:
«[...] Well, the last thing I remember before I stripped and kneeled
Was that trainload of fools bogged down in a magnetic field
A gypsy with a broken flag and a flashing ring
Said, “Son, this ain’t a dream no more, it’s the real thing.” […]»

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Micropaisagem


CARLOS DE OLIVEIRA
capa de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1968
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
180 mm x 109 mm
96 págs.
é o n.º 1 da prestigiada colecção Cadernos de Poesia
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Neste preciso livro, Carlos de Oliveira – autor ligado ao melhor do neo-realismo – elevava a sua poesia “de combate” («Não há machado que corte a raiz ao pensamento», etc.) a um nível tão duramente objectivo que não pactuava com a literatura salvífica para o povo. A via literária foi a da aproximação microscópica ao motivo, experiência que, após a poesia, com sucesso irá levar a cabo no seu último livro de prosa, Finisterra. Aliás, toda a sua obra, revista até à exaustão em sucessivas edições melhoradas, vinha caminhando para esta depuração. O neo-realismo, esse, teve que ir alhures à procura de novos “amanhãs cantantes”.

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Entre Duas Memórias


CARLOS DE OLIVEIRA
capa de Fernando Felgueiras
grafismo de A. Cortês Pinto

Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
183 mm x 111 mm
80 págs.
exemplar estimado, capa manuseada; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve obra-prima da poesia portuguesa.

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Sobre o Lado Esquerdo


CARLOS DE OLIVEIRA
capa e grafismo de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1969
Publicações Dom Quixote
2.ª edição
182 mm x 108 mm
72 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tratava-se, aquando da sua edição original (Iniciativas Editoriais, Lisboa, 1968), do primeiro núcleo poético de Carlos de Oliveira criado após a reunião em livro de toda a sua anterior produção (Poesias – 1945-1960, Portugália Editora, Lisboa, 1962). A partir daí nada será como dantes: a finura linguística, o minimalismo discursivo já espreitavam neste mais que belo livro de charneira, preparando o terreno para o zénite da sua obra em verso: os dois livros também publicados nos Cadernos de Poesia das Publicações Dom Quixote, Micropaisagem e Entre Duas Memórias, em 1968 e 1971.

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Feira dos Anexins


D. FRANCISCO MANUEL DE MELLO
org. e pref. Innocencio Francisco da Silva

Lisboa, 1875
Livraria de A. M. Pereira – Editor
1.ª edição
182 mm x 124 mm
L págs. + 2 págs. + 224 págs.
bonita encadernação recente em meia-inglesa gravada a ouro na pasta anterior
aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, ocasionais furos periféricos de caruncho sem afectar o texto
assinatura de posse no frontispício
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Alexandre Herculano, na revista O Panorama (vol. IV, Lisboa, 1840):
«[...] a Feira dos Anexins, livro curioso, em que estão lançados methodicamente as metaphoras e locuções populares da lingua portugueza, e que seria quasi um manual para os escriptores dramaticos, principalmente do genero comico, que quizessem fazer falar as suas personagens com phrase conveniente [...].»

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Mar de Cristo

 

MÁRIO BEIRÃO

Lisboa, 1957
Portugália Editora
1.ª edição
212 mm x 151 mm
136 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Mundo de Amanhã


ANNIE WOOD BESANT
trad. Fernando de Castro

Lisboa, 1926
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira & C.ª (Filhos)
1.ª edição
190 mm x 122 mm
272 págs.
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo, por abrir
discreta assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra teosófica da socialista e feminista que, na passagem do século XIX para o século XX, deixou marca como apoiante da independência da Irlanda e da Índia. Annie Besant (1847-1933) irá afastar-se da boa causa, após ter conhecido Helena Blavatski, mergulhando progressivamente numa espiritualidade metafísica que fez as delícias do poeta Fernando Pessoa (ele próprio tradutor de uma outra sua obra).

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O Homem da Ilha

 

MARIA ONDINA BRAGA
capa de Manuel Dias


Lisboa, 1982
Ática, S.A.R.L.
1.ª edição
195 mm x 148 mm
184 págs.
subtítulo: E outros contos
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, abril 09, 2026

O Chiado

 

ALFREDO GALLIS

Lisboa, 1911
Parceria Antonio Maria Pereira – Livraria Editora
1.ª edição
199 mm x 137 mm
4 págs. + 360 págs.
subtítulo: Autopsia social – Lisboa no seculo XX (A grande aldeia)
encadernação de amador inteira em imitação de pele, gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar muito estimado, pequenos restauros na capa da brochura; miolo irrepreensível
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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D. Diogo Ortiz de Vilhegas


ALEXANDRE DE LUCENA E VALE
pref. Antero de Figueiredo


Gaia, 1934
s.e. [ed. autor]
1.ª edição
201 mm x 136 mm
288 págs. + 8 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: O bispo de Viseu | O cosmógrafo de D. João II – 1476-1519
capa de brochura impressa a negro, com um cromo a sanguínea colado
elegante encadernação recente inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
interessante anotação a lápis de local e data de compra no ante-rosto
inclui em encarte a pagela publicitária
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Levantado do Chão


JOSÉ SARAMAGO
capa e arranjo gráfico de José Araújo


Lisboa, 1983
Editorial Caminho
4.ª edição
210 mm x 137 mm
368 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o livro charneira na obra do escritor. Antes, independentemente das suas qualidades reconhecidas entre pares na arte, era um escritor encurralado por um crónico reduzido número de vendas; o vertente romance projectá-lo-á entre os leitores vulgares de Lineu, trazendo-lhe uma justa admiração crescente. A controvérsia que sempre os seus romances causaram – a pontos de um ministro de Estado passar a ser conhecido pela triste figura de ignorante que fez ao vetar a candidatura de Saramago a um prémio literário – radica apenas no preconceito ideológico contra as vozes de um partido político. No geral os seus adversários nunca o leram, porque a maior homenagem a um escritor é ser lido.
Do vertente livro disse a professora universitária Maria Lúcia Lepecki:
«[...] Construído numa dignidade de linguagem de todo invulgar, numa beleza conteudística e formal quase dolorosa, espelho do modo afectivo e inteligente como José Saramago está no mundo enquanto homem político e intelectual, Levantado do Chão é, mais que envolvente, avassalador. Uma força da natureza, se tal é lícito chamar a um produto cultural.»
Esta 2.ª edição ainda apresenta impresso na portada um núcleo de dedicatórias, encimado por «À Isabel [da Nóbrega], sempre», que o escritor fará desaparecer em posteriores reedições.

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O Evangelho Segundo Jesus Cristo

 

JOSÉ SARAMAGO

Lisboa, 1991
Editorial Caminho SA
1.ª edição
209 mm x 132 mm
448 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estava-se em plena governação cavaquista & aliança-democrática, ou seja, a direita nos seus primeiros anos de revanchismo. Altura propícia para a incultura proverbial deste país atacar a Cultura. O provocatório livro do escritor comunista José Saramago parecia, então, procurar um desejado afrontamento entre as forças em contenda, e conseguiu-o pela voz e pelos actos censórios do opaco subsecretário de Estado da tutela, um tal Sousa Lara. Não deu em nada, tal como, dez anos antes, em nada viera a saldar-se o assalto à editora & etc por causa da publicação de um folheto também dito “atentatório” da “boa moral” cristã. Não deu em nada… quere-se dizer: rendeu ao Lara, posteriormente, em 2016, uma condecoração oficial pelos lindos serviços prestados à horda de Cavaco Silva.

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Manual de Pintura e Caligrafia


JOSÉ SARAMAGO
capa e plano gráfico de Luís Duran

Lisboa, 1976
Moraes Editores
1.ª edição
200 mm x 140 mm
352 págs.
subtítulo: Ensaio de Romance
exemplar muito estimado; miolo limpo
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Das fichas de leitura do serviço de Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian, assinada por Joana Varela em 1984:
«Se José Saramago quisesse ser exacto e gostasse de desvendar segredos, em vez de “Manual de pintura e caligrafia”, chamaria muito simplesmente ao seu livro “Manual de vida”, porque, no fundo, é só disso que se trata: Um pintor de retratos da alta burguesia lisboeta, H., começa simultaneamente o retrato “oficial” de S., administrador de uma empresa, um retrato clandestino onde procura pôr o que no primeiro se escapa e uma espécie de diário. A como que finura que o segundo retrato instala na sua pintura, é homóloga da finura da reflexão que a escrita inaugura – e ambas tendem para a ruptura: do modo de vida, do modo de arte, do modo de pensamento. Tudo acaba por convergir numa teoria, aliás por diversas vezes expressa no livro: toda a literatura é autobiográfica, todo o retrato é auto-retrato, toda a forma de arte é forma de vida. E vice-versa. O que o livro relata, portanto, é, na primeira parte, uma conversão à estranheza da intimidade e, na segunda, à sua habitação – no entanto, porque o escritor só deve falar de tudo que sabe, a primeira parte, a do cinismo, a da distância, a da auto-impiedade é infinitamente superior à conclusão, adocicada por um encontro que tem a dupla vantagem e cegueira de ser amoroso e político. De qualquer forma, [...] pensamos que a sua aquisição é recomendável

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As Intermitências da Morte


JOSÉ SARAMAGO

Lisboa, 2005
Editorial Caminho
1.ª edição
209 mm x 138 mm
216 págs.
sem a sobrecapa de origem
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma significativa passagem deste grandioso livro:
«No dia seguinte ninguém morreu. O facto, por absolutamente contrário às normas da vida, causou nos espíritos uma perturbação enorme [...].
[...] Quando os filósofos, divididos, como sempre, em pessimistas e optimistas, uns carrancudos, outros risonhos, se dispunham a recomeçar pela milésima vez a cediça disputa do copo de que não se sabe se está meio cheio ou meio vazio, a qual disputa, transferida para a questão que ali os chamara, se reduziria no final, com toda a probabilidade, a um mero inventário das vantagens ou desvantagens de estar morto ou de viver para sempre, os delegados das religiões apresentaram-se formando uma frente unida comum com a qual aspiravam a estabelecer o debate no único terreno dialéctico que lhes interessava, isto é, a aceitação explícita de que a morte era absolutamente fundamental para a realização do reino de deus e que, portanto, qualquer discussão sobre um futuro sem morte seria não só blasfema como absurda, porquanto teria de pressupor, inevitavelmente, um deus ausente, para não dizer simplesmente desaparecido. Não se tratava de uma atitude nova, o próprio cardeal já havia apontado o dedo ao busílis que significaria esta versão teológica da quadratura do círculo quando, na sua conversação telefónica com o primeiro-ministro, admitiu, ainda que por palavras muito menos claras, que se se acabasse a morte não poderia haver ressurreição, e que se não houvesse ressurreição, então não teria sentido haver igreja. Ora, sendo esta, pública e notoriamente, o único instrumento de lavoura de que deus parecia dispor na terra para lavrar os caminhos que deveriam conduzir ao seu reino, a conclusão óbvia e irrebatível é de que toda a história santa termina inevitavelmente num beco sem saída. Este ácido argumento saiu da boca do mais velho dos filósofos pessimistas, que não ficou por aqui e acrescentou acto contínuo, As religiões, todas elas, por mais voltas que lhes dermos, não têm outra justificação para existir que não seja a morte, precisam dela como do pão para a boca. [...]»

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Todos os Nomes

 

JOSÉ SARAMAGO

Lisboa, 1997
Editorial Caminho, SA
1.ª edição
210 mm x 136 mm
280 págs.
volume com sobrecapa
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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História do Cerco de Lisboa


JOSÉ SARAMAGO

Lisboa, 1989
Editorial Caminho
1.ª edição
210 mm x 135 mm
352 págs.
tiragem declarada de 50.000 exemplares
exemplar novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Das Memorial

JOSÉ SARAMAGO
trad. Andreas Klotsch


Hamburgo, 1986
Rowohlt Verlag
1.ª edição
texto em alemão
211 mm x 136 mm
464 págs.
encadernação editorial inteira em tela gravada a cinza e negro na lombada, sobrecapa impressa a duas cores directas
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Memorial do Convento


JOSÉ SARAMAGO
capa de José Serrão

Lisboa, Janeiro de 1983
Editorial Caminho, SARL
2.ª edição
210 mm x 136 mm
360 págs.
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Esta segunda edição do notável romance histórico em torno da época e da construção do convento de Mafra ainda traz impressa na sua portada a dedicatória primitiva «À Isabel [da Nóbrega], porque nada perde ou repete, porque tudo cria e renova», elogio que desaparecerá em edições posteriores.

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Os Apontamentos

 

JOSÉ SARAMAGO
capa de Henrique Ruivo
grafismo de Acácio Santos


Lisboa, 1976
Empresa de Publicidade Seara Nova, S.A.R.L.
1.ª edição (em livro)
185 mm x 115 mm
248 págs.
exemplar estimado; miolo sublinhado nas págs. 15 e 246
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DO ESCRITOR LUIZ PACHECO, E DATAÇÃO DE 1985
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro gémeo de As Opiniões Que o DL Teve, desta feita coligindo a colaboração de Saramago no jornal Diário de Notícias.

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As Opiniões que o DL Teve


JOSÉ SARAMAGO
capa de Lucília Louro


Lisboa, Janeiro de 1974
Seara Nova / Futura
1.ª edição
184 mm x 115 mm
224 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião dos melhores artigos que ao longo de quase dois anos o escritor, na qualidade de editorialista, produziu anonimamente para as páginas do Diário de Lisboa. Aí avultam alguns que nem sequer puderam ser publicados, facto (censório) que, segundo a nota de apresentação deste livro, ainda editado antes do fim da ditadura do Estado Novo, «não precisa explicação». Trata-se, pois, do último livro de Saramago antes da queda do regime fascista.

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Deste Mundo e do Outro


JOSÉ SARAMAGO
grafismo de Mendes de Oliveira

Lisboa, 1971
Editora Arcádia, S. A. R. L.
1.ª edição
181 mm x 107 mm
224 págs.
exemplar como novo
peça de colecção
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de crónicas; em algumas o tom é poético e empolgado, pouco comum numa época deprimida e sitiada.

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Boa Gente

 

HIPPOLYTO RAPOSO

Coimbra, 1911
F. França Amado, Editor
1.ª edição
200 mm x 136 mm
232 págs.
elegante encadernação recente inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, abril 08, 2026

Pero da Covilhan


ZEPHYRINO BRANDÃO
pref. Fernandes Costa


Lisboa, 1897
Antiga Casa Bertrand – José Bastos Livreiro-Editor
1.ª edição
243 mm x 162 mm
XX págs. + 248 págs.
subtítulo: Episodio romantico do seculo XV
elegante encadernação recente inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, capa de brochura com restauro tosco; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, abril 07, 2026

Quatro Anos de Deportação


MÁRIO CASTELHANO
notas prévia e final de Mário Duarte Castelhano (filho)
capa de Soares Rocha


Lisboa, 1975
Empresa de Publicidade Seara Nova, S.A.R.L.
1.ª edição
209 mm x 135 mm
264 págs.
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dizem-nos as notas de enquadramento destas memórias que as mesmas foram escritas em 1931, abrangendo um período da vida do autor que remonta a 1927, aquando a ditadura militar o prendeu, por lutar «[…] pelo advento de uma sociedade mais justa e equitativa […].
Em 1934 é novamente preso, barbaramente espancado e condenado a 20 anos de prisão.
Em 12 de Outubro de 1940 morre no Campo de Concentração do Tarrafal. Tinha 44 anos de idade.»

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21 Poemas da Cadeia


ANTÓNIO CARDOSO
capa de António Ole


Luanda, 1979
União dos Escritores Angolanos
1.ª edição
180 mm x 139 mm
32 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação, capa oxidada pela luz; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota do autor:
«Todos os poemas que constituem este caderno foram escritos no Campo de Concentração do Tarrafal, Ilha de Santiago, em Cabo Verde, nos anos de 1970 a 1973.»

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Contos Tradicionais da Nossa Terra

 

RAUL DAVID

Luanda, 1979
União dos Escritores Angolanos
1.ª edição
182 mm x 139 mm
24 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Amores de D. Pedro e D. Inês em Terras da Lourinhã, de Gaia e de Coimbra


J. T. [JOSÉ TIMÓTEO] MONTALVÃO MACHADO

Lisboa, 1966
Livraria Portugal (deposit.)
1.ª edição
245 mm x 178 mm
304 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Viagens em Portugal de Manuel Severim de Faria


JOAQUIM VERÍSSIMO SERRÃO

Lisboa, Maio de 1974
Academia Portuguesa da História
1.ª edição
258 mm x 194 mm
160 págs. + 3 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: 1604-1609-1625
ilustrado com os três mapas das respectivas viagens
exemplar muito estimado, contracapa oxidada pela exposição à luz; miolo limpo
pontuais notas de leitura a lápis
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO MÉDICO (E HISTORIADOR) JOSÉ TIMÓTEO MONTALVÃO MACHADO
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Alma do Trinca-Fortes


HENRIQUE LOPES DE MENDONÇA
pref. Julio Dantas


Lisboa, s.d. [1933, seg. BNP]
Portugal-Brasil – Sociedade Editora Arthur Brandão & C.ª
1.ª edição
190 mm x 125 mm
XX págs. + 248 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bons Fructos de Ruim Arvore

 

JOSÉ MARIA BRAZ MARTINS

Porto, 1858
Editor João Antonio de Freitas Junior
1.ª edição
210 mm x 135 mm
120 págs.
subtítulo: Episodio da escravatura branca – Drama original em 3 actos […] Representado pela 1.ª vez no Real Theatro de S. João em 2 de Março de 1858
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO (SOBRETUDO EM BROCHURA CONSERVANDO AS CAPAS)
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Historia da Luzitania e da Iberia [...]


JOÃO BONANÇA

Lisboa, 1891
Imprensa Nacional
Empresa da Historia da Luzitania e da Iberia
1.ª edição [única]
volume I [único publicado apesar de na contracapa ser anunciado o volume seguinte]
290 mm x 200 mm [in 4.º]
2 págs. + 900 págs. + 2 págs. + 5 folhas em extra-texto
subtítulo: [...] Desde os Tempos Primitivos ao Estabelecimento Definitivo do Dominio Romano. Parte fundada em documentos até ao presente indecifraveis
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, que chegou a ser candidato republicano à presidência, começou por fazer-se notar enquanto redactor de artigos em prol da abolição da pena de morte, do casamento civil ou da liberdade de imprensa, causas que mereceram o apoio de Alexandre Herculano [fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990]. Na vertente obra, de crucial importância para a compreensão geológica, paleontológica e histórica da Península Ibérica, dá-se pela primeira vez conta de um olhar científico, e sem complexos, do homem moderno sobre aquilo que o rodeia. Faz parte do legado da burguesia do século XIX, enquanto classe empreendedora e, ainda, motor da História.
Sublinhe-se um detalhe inédito, ou pelo menos raro, de ordem tipográfica: a utilização da própria lombada do volume para anunciar as modalidades de comercialização do mesmo.

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Méthode d’ Arabe Littéral


GÉRARD LECOMTE
AMEUR GUEDIRA


Paris, 1970
Éditions Klincksieck
2.ª edição
texto bilingue francês – árabe
217 mm x 162 mm
4 págs. + IV págs. + 4 págs. + 244 págs.
subtítulo: Premier livre
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar muito estimado, capa um pouco descorada pela exposição à luz; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Adereços, Endereços

 

JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS

Lisboa, 1965
Guimarães Editores
1.ª edição
218 mm x 161 mm
72 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

«José Carlos Pereira Ary dos Santos nasceu em Lisboa, no dia 7 de dezembro de 1937. Seria nesta mesma cidade que viria a partir, aos 46 anos de idade, no dia 18 de janeiro de 1984. Nasceu numa família de raiz aristocrata, descendentes do Conde de Palmela e do Visconde de Manique, importantes figuras nobiliárquicas no século XIX. Começou a sua formação no Colégio Infante Sagres, mas o seu comportamento irrequieto e rebelde levá-lo-ia a ser expulso. Um breve período num colégio jesuíta a norte, em Santo Tirso, permitiu que regressasse a Lisboa, onde estou no Colégio São João de Brito.
A morte da sua mãe e a relação distante com o pai – saiu de casa ainda adolescente – obrigou-o a procurar o seu sustento como escriturário no Casino Estoril e no ramo das vendas e da publicidade, onde usufruiu de algum sucesso criativo. Ainda chegaria a ingressar na Faculdade, em Direito e, algum tempo depois, em Letras, mas deixaria por terra os seus intentos académicos. […]
A poesia e, a juntar a esta, a música seriam as vias pelas quais chegaria a um público cada vez mais amplo, ajudando a renovar o panorama da música portuguesa. Em muito contribuiu ter composto quatro canções bem-sucedidas para o Festival da Canção. […]
[…] o 25 de abril, que marcou o fim do regime ditatorial e o início da democracia, que abriu portas à afirmação da esquerda, à qual Ary dos Santos procurou emprestar a sua voz e, por vezes, a sua presença em manifestações e até assaltos de forças mais radicais. Tinha sido visado pela Censura, nomeadamente com a publicação de livros de poesia como “Adereços, Endereços” (1965), “Insofrimento in Sofrimento” (1969) e “Fotos-grafias” (1971) […].»
(Fonte: Lucas Brandão, «A veia criadora e declamadora de Ary dos Santos», Comunidade Cultura e Arte, pág. elect., 26 Março, 2020)

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A Congosta


JOAQUIM LAGOEIRO
design de Niels Fischer

Lisboa, 2000
Montepio Geral
1.ª edição
224 mm x 162 mm
224 págs.
subtítulo: Viúvas de Vivos – II
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Viúvas de Vivos

 

JOAQUIM LAGOEIRO
capa de Sebastião Rodrigues


Lisboa, 1967
Editorial Minerva
2.ª edição
188 mm x 129 mm
280 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, abril 02, 2026

Obras Completas de Ferreira de Castro


FERREIRA DE CASTRO

Lisboa, 1949 a 1974
Guimarães & C.ª – Editores
edição especial, em «vergé» (apenas os vols. XIV e XVIII são aqui publicados em 1.ª edição)
13 obras em 18 vols. (completo)
217 mm x 157 mm
[312 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [324 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [344 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [324 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [308 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [320 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [312 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [344 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [424 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [456 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [420 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [324 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [344 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [366 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [408 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [408 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [436 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [236 págs. + 3 folhas em extra-texto]
obras incluídas:
I. Emigrantes – II. A Selva – III. Eternidade – IV. Terra Fria – V. Pequenos Mundos e Velhas Civilizações (I) – VI. Pequenos Mundos e Velhas Civilizações (II) – VII. A Tempestade – VIII. A Volta ao Mundo (I) – IX. A Volta ao Mundo (II) – X. A Volta ao Mundo (III) – XI. A Lã e a Neve – XII. A Curva da Estrada – XIII. A Missão – XIV. O Instinto Supremo – XV. As Maravilhas Artísticas do Mundo (I) – XVI. As Maravilhas Artísticas do Mundo (II) – XVII. As Maravilhas Artísticas do Mundo (III) – XVIII. Os Fragmentos
ilustrados
miolo impresso a três cores sobre papel superior
exemplares bem conservados; miolo limpo, alguns volumes por abrir
com o ex-libris do Autor (carimbo) na última página
conservam as respectivas caixas de protecção
750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ilustradores como, entre muitos outros, Lino António, Manuel Ribeiro de Pavia, Jorge Barradas, Carlos Botelho, Roberto Nobre, Bernardo Marques, Júlio Pomar, Maria Keil, Sara Afonso, Artur Bual, João Abel Manta, etc., acrescentam a sua singela interpretação plástica a este conjunto de obras – não exactamente completas, dado Ferreira de Castro ter dado sumiço às suas novelas do período anarco-sindicalista.

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terça-feira, março 31, 2026

Bianca Capello

 

RAMADA CURTO
capa de Jorge Barradas

Lisboa, 1933
Livraria – J. Rodrigues & C.ª
1.ª edição
196 mm x 134 mm
272 págs.
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Novelas de Boémios

 

SANTOS CRAVINA

Lisboa, 1950
s.e. [ed. autor]
1.ª edição
198 mm x 142 mm
216 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR «AO POETA MIGUEL TRIGUEIROS […]»
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

José dos Santos Cravina, prolífico escritor nacionalista e reaccionário activo, autor do poema «O Guerreiro e o Monge», faz hoje as delícias de uma novíssima geração mal (in)formada.

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segunda-feira, março 30, 2026

Introduction a la Science Sociale



HERBERT SPENCER

Paris, 1886
Ancienne Librairie Germer Baillière et C.ie – Félix Alcan, Éditeur
8.ª edição
texto em francês
221 mm x 146 mm
VI págs. + 440 págs. + 32 págs. («Catalogue des Livres de Fonds»)
encadernação editorial inteira em tela encerada, gravação a ouro na pasta anterior e na lombada, relevo seco na pasta anterior
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
assinatura de posse na primeira folha-de-guarda
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Da Educação Moral, Intellectual e Physica




HERBERT SPENCER
[trad. Emygdio de Oliveira]
pref. Carrilho Videira

Lisboa, 1887
Nova Livraria Internacional
2.ª edição
176 mm x 127 mm
XVI págs. + 258 págs.
encadernação em meia-inglesa de amador, rótulo gravado a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, com restauros periféricos nas últimas páginas sem afectar o texto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da modesta versão «accessivel aos pobres mestre-escholas, esses pioneiros obscuros e heroicos da civilisação», dado a edição anterior, publicada no Porto por outro editor, se encontrar esgotada, além de onerosa.

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A Terra Foi-lhe Negada


MARIA DA GRAÇA FREIRE
capa do pintor Figueiredo Sobral

Lisboa, 1958
Portugália Editora
1.ª edição
193 mm x 133 mm
300 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da notícia editorial na contracapa:
«[...] Este livro não é um panfleto: é uma história arrancada à vida, que narra a união e os desencontros de dois seres que tudo parecia separar: a raça e os preconceitos; uma grande força ligou o homem de cor e a mulher branca, a encruzilhada de tendências e impulsos e o espírito sequioso de verdade para além das limitações comuns. [...]»

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