BOB DYLAN
grafismo de Geoff Gans
grafismo de Geoff Gans
Nova Iorque – Londres – Toronto – Sidnei – Nova Deli, 2016
Simon &
Schuster Inc.
[reedição muito aumentada]
texto em inglês
262 mm x 213 mm
VI págs. + 2 págs. + 680 págs.
ilustrado
ilustrado
encadernação editorial gravada a prata na lombada, sobrecapa a duas cores directas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Eis a parte substancial da obra de Bob Dylan, galardoada com o Prémio Nobel da Literatura, aquilo que António Feijó, vice-reitor da Universidade de Lisboa, considera «uma das obras maiores das
últimas décadas», sendo que o mais importante «nem é saber se ele é ou não um
autor literário, que evidentemente é» (fonte: «Dylan Está Acima do Nobel», in Público,
Lisboa, 2016, Outubro 10). E para a qual obra Carlos Reis, ex-director da Biblioteca Nacional de Lisboa, mas também especialista em Eça de Queirós, alerta: «[...] Tratemos de reler a poesia de Bob Dylan enquanto poesia e talvez tenhamos algumas surpresas. E sobretudo não fiquemos chocados, pelo facto de essa poesia ser difundida em concertos (como foi), pela rádio, pela televisão e pela internet. Pergunta final, talvez antes de outra reflexão mais alargada: a cultura do século XX seria a mesma sem Bob Dylan? [...]» (fonte: JL, n.º 1.202, 26 de Outubro a 8 de Novembro, 2016).
A soberba e vasta obra literária de Dylan (por acaso cantada, aliás como a de Camões: «Cantando espalharei por toda a parte / Se a tanto me ajudar o engenho e arte»), essa, a de Dylan, é uma certeza, está aí para ficar, com uma vitalidade invejável.
Ressalvando a tremenda qualidade do legado escrito de Bob Dylan, resta assinalar que o Nobel não é prémio que se deseje, quando sabemos que o seu promotor no passado, mas também no presente, colheu e colhe dividendos no negócio das armas.
A soberba e vasta obra literária de Dylan (por acaso cantada, aliás como a de Camões: «Cantando espalharei por toda a parte / Se a tanto me ajudar o engenho e arte»), essa, a de Dylan, é uma certeza, está aí para ficar, com uma vitalidade invejável.
Ressalvando a tremenda qualidade do legado escrito de Bob Dylan, resta assinalar que o Nobel não é prémio que se deseje, quando sabemos que o seu promotor no passado, mas também no presente, colheu e colhe dividendos no negócio das armas.
